segunda-feira, 31 de janeiro de 2011 0 comentários By: Fred

<> livros-loureiro <> PARTE II - - ALMA CIGANA * ORIGEM, DANÇAS & COSTUMES CIGANOS * POR MARY TRUJILLO * GRUPO ALMA/ARTE & POESIA MAXIMIZAR

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As Cartas Ciganas
 


Os ciganos preservam e utilizam
muito os elementos da natureza em seus
rituais. Acreditam que o Fogo
queima a negatividade e ilumina a
positividade. A vela, para eles
concentra as energias dos quatro elementos.
A Água e a Terra são representados
pela cera e o pavio. O Fogo é a chama e o
Ar (oxigênio) a mantém viva (acesa).

Como Interpretar as Cartas

As mensagens do Baralho Cigano
representam e se encaixam na sua realidade.
Mas nem sempre são mensagens
diretas. Por isso, é muito
importante a suainterpretação.
Para iniciantes é recomendável
o método das três cartas,
que podem representar :
 •  Passado, Presente, Futuro.
 •  O Problema, A causa, A solução.
 •  Outras interpretações que mandar a sua intuição.



Dança Cigana
 


Os ciganos adoram dançar. A dança nasce com
eles no momento em que abrem os olhos
para enfrentar a dura vida de cigano.
Desde criança os ciganos ouvem e
dançam as seguidillas, a rumba, as alegrias
e o flamenco - ritmos e sons
tradicionais - produzidos
pelas guitarras, violinos, violões,
acordeões, címbalos, castanholas,
pandeiros, palmas das mãos e
batidas dos pés, que aprendem desde
cedo com parentes e amigos nas festas
da kumpania (acampamento).
Não existem ciganos profissionalizados
através da dança cigana e sim aqueles
que fazem apresentações apenas para
divulgar esse lado tão belo e cheio
de magia dessa tradição que a todos fascina.
A dança cigana não é portanto, encarada
como um ofício pelos ciganos.
Montagens de balé e de óperas
(como Carmen, de Bizet) são representadas
por profissionais de balé não-ciganos (gadjes).
Ciganos não freqüentam academias nem aulas
de dança, pois quando dançam, o fazem com
a alma, o coração e os movimentos
naturais do corpo, sem
nenhuma coreografia pré-concebida.
Como diz Niffer Cortez
(uma das poucas dançarinas ciganas)
"Marcar uma coreografia, para o cigano,
é prende-lo; é não dar liberdade para
os seus movimentos". Por outro lado,
a Bibi Esmeralda
(chefe do Grupo Kalemaskê Romae,
de Pirituba/SP), é uma Puri (avó) de 65 anos
e dança como uma jovem de vinte.
Se a colocassem dentro de uma coreografia,
com certeza, cortariam grande parte
da emoção espontânea e do inestimável encanto
que ela nos transmite quando dança
com toda a sua desenvoltura, arte e beleza.
A história da dança oriental está intimamente
ligada à história dos ciganos.
Eles vieram da Índia e emigraram até a Espanha,
para a região de Andaluzia.
O nome espanhol dos ciganos é "gitano".
O idioma dos ciganos é o romanês e contém
em sua maioria palavras derivadas
do antigo sânscrito
(conforme pesquisa de Grellman),
que era falado no noroeste da Índia.
Mas por todos os países que passavam,
assimilavam palavras de idiomas locais,
por isso encontramos palavras do turco,
grego e armênio. Em cada país eram
chamados por outros nomes:
Luri no Beluchistão/ Luli no Iraque /
Karaki ou Zangi na Pérsia /
Kauli no Afganistão /
Cingan ou Tchingan na Sïria e na Turquia /
Tsiganos ou Atsincani na Grécia /
Roma ou Sinti na América.


Talismãs Ciganos
Amuletos & Talismãs
 


Ainda persiste uma certa confusão quanto
à diferença entre o amuleto e o talismã.
Para simplificar, podemos dizer que
o Amuleto é um instrumento passivo, isto é,
ele não provoca mudanças, apenas protege
contra todo tipo de forças negativas.
É uma arma defensiva, por assim dizer,
guardando seu portador de
ataques maléficos de toda sorte.
O Talismã é um instrumento ativo,
pois provoca mudanças na sorte,
no destino e em geral, conforme a
intenção de quem o prepara,
sempre dentro de um ritual
predeterminado, que invoca
as forças necessárias e
adequadas para o objetivo em questão.

Pesquisa by Mary Trujillo



Meus passos...
Marilena Trujillo
 

 
Dos muitos passos que dei...
Tantas andanças... Tantas alegrias e dores...
Tantos falsos amores que para longe atirei...
Nem sei se eles me amaram...
Acho que nunca os amei também!
Fui sendo levada pela vida...
Num redemoinho... Num louco vai e vem!
Caminhei tanto... Tantas vezes caí
E aos pedaços... Levantei!
Caminhante do mundo... Fui andando...
Passos velozes ou lentos...
Nunca num cais parei...
E nem fui de ninguém!
Talvez...  Seja a minha sina cigana,
Conduzindo meus passos sempre mais além!
Sempre partindo, sempre me despedindo de alguém!
Mirando estrelas luzindo... O céu querendo chorar,
Deixando amigos queridos num porto,
Encontrando outros em um novo lugar.
Solitária... Sigo em frente...
Nem dona de mim posso ser...
Pois que não posso evitar o amor ou o querer...
Vou indo me atirando em facas sem perceber...
O perigo terrível em que estou a me meter!
Enfim... Assim vou seguindo...
Cumprindo meu incerto destino...
Afastando-me...
Tropeçando em meus próprios passos...
Sem arrimo... Sem compasso...
Somente a estrada e mais
Incontáveis e intermináveis passos!
Sabendo que para a morte...
Será apenas e tão-somente...
Mais um passo!
Mary Trujilo

15.09.2009

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ALMA CIGANA
"Origens, Danças & Costumes Ciganos"


 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Origem dos Ciganos


Um grande rio corta a Região Noroeste da Índia,
onde fica hoje o Paquistão. Seu nome é Indus e
das suas margens partiu, expulso por invasores
Árabes há quase três mil anos, um povo amante
da música, das cores alegres e da magia.
E o que a fundamenta
é a grande semelhança do
Romanês (ou Romani – idioma falado pelos Ciganos),
com o Sânscrito (a língua clássica Indiana).
O que não se sabe ainda é se esses eternos
viajantes pertenciam a uma casta inferior dentro
da Hierarquia Indiana (os parias) ou se eram
orgulhosos Raiputs (uma casta aristocrática
e militar). Independente de qual fosse o seu status,
a partir do êxodo pelo Oriente, os Ciganos se
dedicaram com exclusividade a Atividade de cavalos,
saltimbancos, comerciantes de miudezas e praticantes
das Artes Divinatórias. Por onde passaram, ganharam
fama de um povo que tinha horror à agricultura. Viajavam
sempre em grandes carroções coloridos e criaram nomes
poéticos para si próprios, como exemplo:
Filhos das Estrelas, Irmãos das Águas,
Viajantes do Vento e Povo das Estradas, entre outros.
A Família é à base da organização social
dos Ciganos. E não há hierarquia rígida no
interior dos grupos. O comando normalmente
é exercido pelo homem mais capaz, uma vez
que os Ciganos respeitam
acima de tudo a inteligência.
Este homem é o KAKU e
representa a tribo na KRISROMANI,
uma espécie de tribunal Cigano formado pelos
membros mais respeitados de cada comunidade,
com a função de punir quem transgride a rígida
ética Cigana. A figura feminina tem sua importância
e é comum haver lideranças femininas
como as PHURY-DAY (Matriarca) e as BIBI
(Tias-conselheiras), sem falar que nenhum
cigano deixa de consultar as avós, mães e
tias para resolver problemas importantes
por meio da leitura da sorte.
O Misticismo e a religiosidade,
aliás, faz parte de todos os hábitos da
vida Cigana. Normalmente, assimilam
as religiões do lugar onde se encontram,
mais jamais deixam de lado o culto aos
antepassados, o temor dos maus-olhados,
a crença na reencarnação e nas forças do
destino (BAJI), contra a qual não adianta lutar.
Quase todos são devotos de Santa Sara, e aqui
no Brasil, também a Nossa Senhora Aparecida.
Todo Cigano venera um Deus, mas o Cigano
não está preso a religião alguma,
é, no entanto ligado à Magia.
Em geral são belos, morenos, dolicocéfalos,
olhos grandes e vivos, roso ossudo, fronte
estreita, nariz adunco, dentadura magnífica,
andar vivo e irregular. Naturalmente elegantes,
tem porte e majestade. Gesticulam em demasia.
Ardentes e alegres, atingem grande longevidade.
As mulheres são bonitas e graciosas, embora
envelheçam precocemente devido à excessiva
exposição do sol pela vida nômade.
Mas usam enfeites, talco, pós de atração,
perfume, mil saias e sabem fazer bem o amor.
Não há um traje Cigano, mas uma maneira
Cigana de trajar. Apreciam as cores berrantes,
os tecidos brilhantes, os brocados. As crianças
andam nuas, muitas vezes. As mulheres
vestem-se de cores vivas, com grandes
saias rodadas, superpostas e lenços à
cabeça. Usam os cabelos soltos ou em tranças,
enfeitados de fitas ou moedinhas e exibem grandes
variedades de jóias e fantasias,
sobretudo brincos e pulseiras.
São em geral carnívoros e gostam
de doces e frutas, gostam também do vinho,
da cerveja e as aguardentes fortes.
Homens e mulheres são dados
ao fumo. Sua bebida é o SIFRIT.
O instrumento mais usado é o violino.
Usam também pandeiros e castanholas.
Apesar das diferenças locais e dos
regionalismos eles mantém viva
ainda os traços fundamentais.
O nomadismo permitiu a preservação
dessa cultura diante dos ataques que sempre
foram alvos. Na Idade Média eram queimados
em fogueira. Embora todos tivessem sido nômade,
é entre os ROM que se encontra hoje mais facilmente o
nomadismo e em estado puro. Apreciam o ar livre
e amam dormir à luz das estrelas, mesmo os
sedentários. Habitam em tendas (ceras) de porta
aberta para o sul ou na direção oposta ao vento
ou em grandes carroças pintadas sobre rodas.
As cartas não mentem, porque
entre elas, o consulente
e a cartomante, estabelecem um poderoso
campo magnético. Ainda que o consulente
pretenda blefar, as suas energias profundas
e a energia que emana das cartas favorecem
um diálogo cabalístico que vai determinar a
posição das lâminas durante o jogo e acima
de tudo a grande força da intuição e a
percepção da cartomante,
dada pelos CIGANOS DO ORIENTE.


O Idioma


Uma das maneiras de os ciganos se manterem
unidos, vivos, com suas tradições preservadas
é o idioma universalmente falado por eles,
o romani ou rumanez, que é uma
linguagem própria e exclusiva.
É expressamente proibido ensinar
o romani para os não-ciganos; e os ciganos
fieis às tradições, que prezam sua origem,
seus irmãos de raça, que são
verdadeiros ciganos, sabem disto.
Portanto, quando alguém que se
diz cigano quiser ensinar o romani,
geralmente às custas de dinheiro,
ou então passar segredos e as íntimas
particularidades da vida cigana é bom
ter cuidado, pois com certeza,
ele ou ela não é um autêntico cigano,
obediente aos preceitos e princípios
de seu povo. Ele poderá ser até cigano
de origem, mas não será mais um
cigano de alma e coração
capaz de manter a honradez de
seus antepassados e
contemporâneos autênticos.


Opinião:
Minoria entre Minorias

 

D. António Marcelino,
Bispo Emérito de Aveiro.

Dez anos depois de ter sido
elevado aos altares um cigano,
Zeferino Gimenez Malla, foi publicado um
documento do Conselho Pontifício para os
Migrantes e Itinerantes, especialmente
dedicado à etnia cigana, que merece
alguma atenção, tanto por parte da
sociedade civil e dos governantes,
como da Igreja e das
diversas confissões religiosas.
Em Portugal vivem 40 mil ciganos ou talvez um pouco
mais. São uma minoria entre as diversas minorias,
mas não da última hora, como tantas outras, pois
se instalaram entre nós no século XV.
O mesmo aconteceu em Espanha,
onde o seu número é de 600 mil.
Não é difícil verificar que em algumas
comunidades locais, bem como em escolas,
há ainda muita suspeita e pouco acolhimento
em relação aos membros desta etnia,
que na sua maioria não são já imigrantes,
mas cidadãos portugueses. É verdade que
os ciganos, vivam onde viverem, em Portugal,
na Espanha, na França ou em qualquer outro país,
são sempre e acima de tudo ciganos, coesos
e fieis à sua cultura e tradições, todos
eles cidadãos de uma pátria sem território,
mas considerada a sua pátria comum.
Muitas coisas mudaram nas suas vidas,
por normais exigências de
integração no país, onde vivem.
Muitos deles já se documentaram,
fixaram a sua residência, escolarizaram-se,
gozam da segurança social, têm emprego a
o lado de não ciganos, tiraram cursos superiores,
dirigem associações e, não se furtando à defesa
dos seu direitos, assumiram os deveres
correspondentes. Mas, em muitos outros
casos nota-se a necessidade de maior
formação humana e social, bem difícil
de se proporcionar se não for atendida
a sua cultura com os valores que lhe são
próprios e se se pensar fazer coisas em
seu favor sem os ouvir e os tornar
protagonistas naquilo que lhes diz respeito.
No aspecto religioso, sabe-se que a sua
adesão a expressões religiosas que mais
se coadunem com a sua cultura,
modo de ser e de se expressar,
é muito grande. A Igreja Católica tem
de há muitos anos um serviço nacional
dedicado à sua promoção, com outros
similares nas diversas dioceses do país,
e tem sido pioneira na atenção às suas
necessidades e aspirações, humanas e sociais.
Outras confissões religiosas protestantes
de linha pentecostal, têm muito aderentes ciganos.
Num encontro internacional recente, realizado
em Roma, foi dado a conhecer
que há na Igreja mais de uma centena
de ciganos clérigos (padres e diáconos)
e consagrados, oriundos de diversos
países da Europa e da Ásia. Muitos
participavam nesse encontro.
A etnia cigana testemunha valores
importantes e fundamentais, que hoje
escasseiam em países ocidentais.
Entre outros, o espírito de família,
o acolhimento e respeito pelos idosos,
a hospitalidade e a solidariedade para
com os membros da etnia, a virgindade
da mulher antes do casamento, o respeito
pelos mortos, a concepção humana do trabalho.
O que falta para que esta minoria seja
reconhecida, promovida e integrada,
uma vez que ainda é marginalizada
em muitos aspectos, dado o apoio
do governo e da comunicação social a
outras minorias recentes,
discutíveis pela sua
dimensão e objectivos sociais?
Toda a atenção à etnia cigana deve acolher
e respeitar e sua cultura e valores e atender
às condições de um diálogo,
eficaz e personalizado. Se os ciganos são
capazes de cursos superiores,
a nível civil e religioso, e de assumir
as responsabilidades inerentes,
não lhes escasseiam capacidades
de promoção e mesmo de integração comunitária.
Um trabalho de formação e sensibilização
junto das comunidades locais e dos agentes
civis (autarquias, escolas, serviços
públicos em geral) e, também, dos agentes
pastorais é indispensável que se
faça e se faça bem. Para que o seja,
não pode dispensar o seu contributo activo.
Se é importante conhecer línguas,
não o é menos conhecer as
pessoas que vivem connosco.
Marginais há-os em todos os
grupos sociais. Temos de nos
perguntar quem é que hoje mais
envenena o ambiente e
corrompe a convivência na nossa sociedade.

Pesquisa by Mary Trujillo



Mistério Cigano
Marilena Trujillo
 


Olho-te... Fulmino-te... Arrebato-te...
Prendo-te no meu ardiloso mistério...
Esfregando em teu corpo o meu perfume.
Desejo-te e o meu desejo é um caso sério!

Meu olhar profano te invade... Queima-te...
Minha boca vermelha pede beijos, beijos!
Quero por teus caprichos... Ser domada!
Ser a dona dos teus doces sentimentos!

Sou a flor de lótus desta aldeia...
A rainha cigana, a cigana irresistível,
Que não se deixa conquistar à toa...
Resistir ao meu encanto é impossível!

Quero-te para sempre cigano meu...
Quero dias, quero uma vida ao teu lado!
Quero o gosto das tuas noites de verão...
Teu coração, por minhas fitas atado!

Meus cabelos esvoaçam pelo teu rosto,
Meu perfume é estonteante, embriagador.
Vou dançando... Deslizando, planando...
Teu olhar me seguindo cheio de ardor!

As pulseiras tilintam no ar, a bailar...
Minhas saias ondulam sob teu olhar...
A paixão explode num beijo impetuoso.
Meu povo em delírio se põe a festejar!

Agora tudo é alegria, tudo é mágico...
Sou tua... És meu para todo o sempre!
A felicidade será linda constante, perene.
Serei tua amada, meu amado. Eternamente!
Mary Trujillo

06.04.2008

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ALMA CIGANA
"Origens, Danças & Costumes Ciganos"
 
 
 
 
 
 
 
 
 



 
 

 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 



 
 
 
 
 











   




 
 

 
 









 
 

 

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<> livros-loureiro <> [Jornal] O Globo (2011-01-31)

repassando

Jornal O Globo (2011-01-31)

 

O Globo (2011-01-31) - 200.jpg

 

Jornal: O Globo (2011-01-31)

Editora: Jornal O Globo

Idioma: Português

Edição: 28.301

Data: 31/01/2011

Formato: PDF

Páginas: 42

Tamanho: 8,5 mb

Scan & PDF: Antfer

 

Conteúdo do Jornal:

 

* Oposição no Egito articula novo governo

mas se divide. Nobel egípcio é ignorado por

coalização ao se lançar como líder da transição.

 

* Esportes. Flamengo vence já no embalo de Ronaldinho.

Rubro-negro ganha por 2 a 1 e lidera Grupa A. Vasco faz

pior campanha de sua história no Carioca.

 

* Segundo Caderno. Há um mês no Rio, o músico

nova-iorquino Jesse Harris circula pela cidade em

busca de inspiração.

 

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