esta mensagem é para quem gosta de saber "a verdadeira história de
Aljubarrota", e não pode ser muito sensível nem susceptível.
A famosa padeirinha de Aljubarrota não era da Estremadura, mas do Algarve, a
Brites de Almeida, não era beirã, mas de Faro e não era padeirinha, não era,
de todo, -inha, era uma -ista, sufixo não de comunista.
Se não, vejamos:
Consta que era alta, robusta, musculada, corpulenta, ossuda e feia, de nariz
adunco (curvo), boca muito rasgada e cabelos crespos. Há quem diga até que
teria 6 dedos. Ou seja, uma verdadeira camionista. Perante tal força
feminina, os seus pais, pobres, gente humilde, donos de uma pequena taberna,
julgaram
ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora, ajudante nos trabalhos da
casa, a lavar e encher pipas, a servir canecas de vinho aos clientes.
Enganaram-se,
coitados. Bastava um marafado chegar à porta da taberna a provocá-la com uma
piada, para Brites de Almeida largar o trabalho que tinha em mãos e correr
atrás do provocador.
E as bocas dos putos eram deste tipo: "Oh! Almeida, lambe-me aqui a peida!"
e ela pimba, dava-lhes com um caneco nos cornos.
Ou então: " Brites, apalpa-me os pevides!" e ela lá lhes apertava os tomates
até eles ficarem da cor do vegetal.
Conta-se, assim, que preferia vagabundear, andar à pancada e resolver tudo
com os punhos, em vez de ajudar os pais. E tantas são as pancadarias que
rapidamente
ganha a alcunha de Maria Rapaz.
Cerca de 1370, teria Brites de Almeida uns 20 anos, os pais morreram. Órfã e
sem gostar de trabalhar na taberna que era dos pais, Brites de Almeida vende
o negócio e mete-se ao caminho, qual Elisabete Jacinto, mas sem camião. Ao
relento, convive com todo o tipo de gente, dorme e não dorme ao lado, em
baixo,
por cima, de vagabundos, soldados, pedintes. Aprende a usar o pau, não o
dela que não o tinha, e a manejar uma espada com muita mestria (na altura só
os
homens nobres é que o faziam). Assim, rapidamente ganha fama de valentona.
Então, para ganhar dinheiro, começou a usar os seus conhecimentos em feiras,
onde fazia combates contra homens.
Foi quanto bastou para que um dia um soldado alentejano, trocista, a
procurasse e lhe propusesse casamento. Brites de Almeida, que gostava muito
da sua
independência, respondeu:
- Vamos foder. Se aguentares 3 quecas seguidas caso contigo.
Brites despe-se, deixando o soldado, só com a visão, com o estômago às
voltas; depois, obriga-o a despir-se e agarra-lhe o caralho mole, vai-se lá
saber
porque ainda não entesara, e isto assim até nem parece uma história minha,
arranca-o à dentada e ainda lhe espeta um cajado pelo cu adentro.
Como resultado, o soldado morre. Porque quem matava um soldado era preso,
Brites de Almeida resolve fugir de barco para Espanha. Mas o destino quis
que
um grupo de piratas mouros capturasse o barco e vendem-na como escrava a um
grande senhor da Argélia, que já tinha em seu poder outros dois escravos
portugueses.
Argélia: Ida e Volta
Durante um ano Brites de Almeida vai obedecendo às ordens do senhor. Faz
parte do seu plano. Ao fim desse ano, ao anoitecer, Brites senta-se na cara
do
senhor, matando-o desse modo. Depressa, ela e os escravos correm para o
porto de Argel, roubam um barco e fazem-se ao mar directos à terra lusitana.
Por
azar, surge um temporal, rasgam-se as velas do barco, parte-se o mastro e
andam à deriva vários dias. Por sorte, chegam à Ericeira, em cima de
destroços
do barco, cortando as ondas, criando assim o mito de local tão famoso para
surf.
Com medo que os guardas ainda a queiram prender por causa da morte do
soldado, diz aos dois companheiros para seguirem sozinhos. Brites de Almeida
corta
os cabelos, enfaixa as mamas, põe um pau nas cuecas, disfarçando-se de
homem, sem qualquer dificuldade, compra um burro e duas mulas e começa a
transportar
mercadorias de terra em terra, almocreve.
Aljubarrota
Era uma vida de trabalho duro. Um dia, Brites de Almeida passa por uma terra
chamada Aljubarrota, entra numa taberna e ouve dizer que a padeira da terra
está velha e cansada e que precisa encontrar urgentemente uma ajudante.
Cansada da vida de almocreve, Brites de Almeida, já vestida de mulher, bate
à porta
da padeira para pedir o trabalho na padaria. Ao ver que era uma mulher
forte, a padeira contrata-a e dois ou três anos depois, quando esta morre,
Brites
de Almeida recebe de herança a padaria, ficando dona do negócio.
Entretanto, quem governava Portugal eram os cabrões dos espanhóis e Brites
de Almeida, como a maioria do povo português estava do lado de D. João I,
Mestre
de Avis, e queria que fossem os portugueses a governar Portugal, ignorantes
da superioridade de ordenados e qualidade de vida que nuestros hermanos
viriam
a ter.
Fizeram-se vários campos de batalha entre portugueses e espanhóis e os
portugueses foram ganhando. Mas a batalha mais decisiva aconteceu a 14 de
Agosto
de 1385, nos campos de Aljubarrota: 7 000 guerreiros portugueses contra 30
000 castelhanos. Estes sorriam do número reduzido de adversários e já
cantavam
vitória. Comandam as nossas tropas o Condestável D. Nuno Álvares Pereira e o
Mestre de Avis, D. João I. Apesar da diferença de soldados, com a técnica
do quadrado, os espanhóis são derrotados.
Brites de Almeida não resistiu e pegou numa espada e junta-se às tropas
portuguesas e populares que perseguem os espanhóis em fuga, qual Lurdinhas
contra
100 000 professores a descer a Avenida da Liberdade. Ao anoitecer,
desgrenhada, esfarrapada, mas satisfeita e sem as mãos em gesto de rezar
como a já citada,
chega a casa. Estranha os grunhidos que saiem de dentro do forno. Abre a
porta do forno e vê 7 soldados espanhóis num comboiozinho. Fica fodida com a
paneleirice
que se dava no seu forno, imagina que o pão sairia tipo éclair e, então,
agarra na pá de ferro e começa a bater com força em todos eles. Aos
gritinhos
e nus, vão todos saindo, um a um. Dá uma pancada a cada um com a pá e todos
eles tombam mortos e dizia: Em Portugal mandam os portugueses e para
bichonas
já basta os que iremos ter na Assembleia da República, agora não que é a
Monarquia que governa.
Casamento
Claro que a sua história não acaba aqui. Parece que quando fez 40 anos se
casou com um lavrador rico e cego que a admirava muito e consta que com ele
ainda
deu grandes quecas.
"Contigo em contradição,
pode estar um grande amigo;
Duvida dos que estão,
sempre de acordo contigo."
--
Regina Equileprote
Magnificent
O Nvda fuma muito!!!
--
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