domingo, 5 de setembro de 2010 By: Fred

PEGASUS LANÇAMENTOS APRESENTA - JAID BLACK - TREK MI Q´AN 4.5 - NANCY TRAVESSA

Nancy Travessa
Série: Trek Mi Q'an
Jaid Black


Disponibilização:
Tradução: Jacky Wylson
Revisão Inicial: Rosania
Revisão Final:Formatação: Evânia Amorim



Pégasus Lançamentos































Prólogo


Nancy Lombardo mordeu seu lábio inferior, quando os olhos cautelosamente se deslocaram em direção a velha. A velha tinha de ser uma bruxa, ela pensou. Em uma cidade como Salem, Massachusetts, e na noite de Halloween não, ela não poderia ser outra coisa senão uma bruxa. Ou isso ou uma pessoa extremamente excêntrica por usar roupas pretas e sombra azul forte, enquanto ela estava lá mexendo só Deus sabe o que em torno de um caldeirão enquanto cantava, e parecia ser latina. Nancy suspirou. Ela realmente deveria ter feito esse trabalho em Anchorage. A coisa mais estranha que ela teria que preocupar-se no Alaska era ser sequestrada por um solitário homem da montanha que não tinham posto os olhos em uma mulher desde que sua esposa tinha fugido.
Nancy deveria ter medo quando ela continuou andando pela viela escura. Ela se recusou a ter medo. Esta era sua noite, porra. A noite em que estava indo passear com sua amiga Lori e brilhar como a bela do baile.
-Não há mais moças que ficam sem dançar por não ter parceiro Nancy- disse para si mesma.
Agora já não era a menina gorda que usava grandes óculos pendurados na ponta do nariz. Os homens que a negaram no passado eram idiotas, pequenos estúpidos com corpos sem cérebros. Esta noite ela iria ter um daqueles idiotas estúpidos com corpos, mas sem nenhuma inteligência. Pois bem porque ela era inteligente, mas seu corpo não era exatamente o de uma manequim. E, ela admitiu tristemente, ela se formou no topo da sua classe na faculdade de direito. Ao inferno!
-Não se preocupe - resmungou a velha, fazendo Nancy perder sua linha de pensamento.
-Huh? - Nancy olhou para onde a velha estava mexendo seu caldeirão, a mesma figura vestida de preto, que estava parada do lado oposto da rua, mas que de alguma forma conseguiu pousar diretamente na frente dela. -Você me assustou.
A face da velha formou uns plissados em que na maioria das pessoas seria considerado um sorriso. Na sua mais parecia uma fenda pastosa entre um grupo de rugas brancas. Nancy engoliu um pouco nervosa enquanto esperava para ver o que a velha queria. Ela ajeitou distraidamente a fantasia de Xena, a Princesa Guerreira, deslocando o cinturão para o lado. Ela estremeceu e moveu-se para trás. A ponta da espada golpeando-a na coxa. Inferno!
-Posso te ajudar com alguma coisa? - Nancy perguntou em voz cortada. Estava um pouco na defensiva, mas era noite de Halloween e a velha lhe dava arrepios. Ela ficou olhando para os olhos como se procurasse alguma coisa, mas ao contrário, a bruxa misteriosa permaneceu em silêncio. Um momento suspenso passou no silêncio assustador entre as duas mulheres. Deu a Nancy tempo suficiente para deixar a culpa aumentar. Ela suspirou. -Eu não queria gritar com você - disse calmamente e sorriu. -Acho que todos nós ficamos um pouco assustado em uma noite como esta.
Ela resolveu ignorar o fato de que a velha era a razão pela qual ela estava muito transtornada para começar.
-Vai ser uma longa jornada, - murmurou a velha bruxa. Sua palma veio e descansou na testa de Nancy, enquanto ela continuou a estudar seu rosto. - Mas valerá a pena o sacrifício quando tudo estiver dito e feito. E o amor será verdadeiro.
Os olhos de Nancy voltaram-se correndo para frente e para trás quando a mulher de idade começou a cantar. Ela rezou para que ninguém por perto visse isto! Na faculdade de Direito Nancy havia aprendido a lidar eficazmente com muitos tipos diferentes de situações bizarras, mas esta não tinha sido definitivamente encontrada em qualquer um dos textos da faculdade.
Quando a velha passou de cantando para um guincho febril semelhante ao som de um porco sendo abatido para o jantar de domingo, ela sentiu seu rosto corar. Não, definitivamente não é contemplada nos textos da escola de Direito.
-Você está bem?
Nancy estava um pouco fora de si. Tentou retirar educadamente a palma da velha de sua testa, mas a coisa enrugada não se movia. Ela perguntou se no passado a velha tinha sido um lutador de queda de braço em seu auge.
-Você precisa de uma aspirina ou algo assim?
Sua língua arremessou para fora para molhar os lábios quando o grito estridente cresceu.
-Eu acho que tenho um chiclete escondido na minha espada, se você quiser - Nancy piscou.
Sua respiração era ofegante na parte traseira de sua garganta. A velha tinha ido embora.
-Desgraça. - ela murmurou e arremessou a cabeça para trás e para frente. -Onde ela foi?
Depois de um momento suspenso boquiaberta, parecendo a idiota da aldeia, ela balançou a cabeça e suspirou. Ela realmente deveria ter feito esse trabalho em Anchorage. Regiamente endireitando as costas, Nancy julgou improcedente a estranheza da situação de sua mente e continuou a andar pelo beco escuro.
Ela podia ouvir música e risos flutuando para fora de uma janela, que só podia significar que ela estava quase no antigo armazém que Lori tinha reservado para a festa desta noite de Halloween. Nancy respirou fundo, quando ela se perguntou pela quinquagésima vez, o tempo que ela tinha deixado seu apartamento, horas atrás, no que todo mundo pensaria em seu novo visual. Não na fantasia da Xena em si, mas a mudanças corporais que tinha ido junto com ele. Durante a licença de dois meses de ausência do escritório de advocacia que ela tinha usado o tempo para transformar completamente a sua imagem. Foi-se a diadema de professora primária que ela mantinha sempre bem acondicionado em seu cabelo e em seu lugar ficou uma juba de cabelos sensual, cascata castanho claro, que seu estilista acrescentou tons dourados. Foi-se o par de óculos de tamanho grande de solteirona que tinha sentado suspenso na ponta de seu nariz, sendo substituído por um par de lentes de contato transparente que mostrava o chocolate marrom dos seus olhos. E pensou com alívio, foram-se os quilos extras do produto a granel. Em seu lugar ficou uma forma voluptuosa que estava começando a mostrar os primeiros sinais do tônus muscular do exercício diário e dieta alimentar sensata. Ela não era magra e sabia que nunca seria, na verdade, ela ainda estava um pouco carnuda, mas pela primeira vez em anos, ela sentiu-se saudável.
O equipamento Xena era mais do que uma fantasia, ela percebeu. Era o símbolo da nova Nancy Lombardo, uma que já não estava contente em sentar à margem como um espectador passivo enquanto a vida passava por ela. Ela era uma fêmea alfa agora. Uma mulher guerreira. Uma mulher guerreira, que não tinha relações sexuais desde os três últimos presidentes.
-Inferno!
Mas essa circunstância lamentável mudaria essa noite, ela garantiu a si mesma quando endireitou os ombros e caminhou com determinação até as escadas que a levaria para o sótão do armazém renovado acima. Os tempos foram mudando. A menina que não era chamada para dançar tinha morrido. A mulher guerreira dentro dela tinha acordado. Ela era uma fênix surgindo das chamas do sofrimento e do desespero.
-Ela foi.... Bah!
Os tempos foram mudando. Basta disto. Nancy respirou calmamente e abriu as portas do armazém e dentro andou ao redor. Ela imediatamente esqueceu o nervosismo quando olhou em volta, o sorriso no rosto, indicativo de seu clima festivo. O armazém do velho Stapleton.
Lori tinha decorado o lugar perfeitamente, o ambiente escuro, com as luzes esparsas de lanternas de Jack ajustando apenas o bom humor. Os esqueletos estavam do outro lado da sala em cada lado da mesa do buffet, travessas guardando diferentes doces e aperitivos que tinham sido estabelecidos para os convidados famintos. A música tocando no fundo era de Nova Era, Gótica. Ela adorou. O antigo armazém parecia perfeito.
- Nancy, é você? Wow!

Nancy agarrou a atenção na linda ruiva vivaz ao seu lado dela. Ela sorriu. Olhou Lori , vestida de bruxa com roupas colantes , feita para enfatizava as curvas de seu corpo.
-Sim, sou eu - disse com um sorriso. - Como ficou a vida de seu pai no negócio de fabricação neste dia?
Lori gemeu e revirou os olhos.
-Negócios. Eu ainda tenho de trabalhar mais tarde, esta noite, você pode acreditar.
-No Dia das Bruxas? Você está brincando!
-Temo que não.
-Você não vai ficar na sua própria festa, então?
Lori abraçou-a com um sorriso cheio de boas-vindas e admiração. Elas não tinham visto uma à outra em dois meses e o seu ego ficou alto quando percebeu que a amiga gostara das mudanças que viu no seu novo visual
-Eu vou estar aqui por mais uma hora ou assim, mas eu tenho que sair mais cedo- Lori suspirou. -Eu estava ansiosa por esta festa desde o ano passado, mas eu prometi ao meu pai que iria cuidar um pouco dos negócios por ele.
-Como é emocionante. - Nancy disse secamente.
-Exatamente. - Lori sorriu- Mas chega de falar sobre mim, olhe para você! Nancy você esta magnífica. - Pouco acostumada a elogios de natureza física, Nancy corou.
-Obrigada.
Lori deu-lhe um tapinha no ombro.
-Vá se misturam, enquanto eu uso o banheiro bruxinha. Eu já volto.
-Isto é que eu vou fazer. - Depois que Lori a deixou, Nancy deu uma boa olhada ao redor nos outros convidados. Para sua grande surpresa e prazer, ela encontrou mais de um par de olhos masculinos olhando sobre sua nova forma. Aturdida pela atenção e não acostumada a isso, ela nervosamente ergueu a mão para empurrar os óculos até a ponta do seu nariz, apenas para perceber no meio do caminho que ela não estava usando nenhum.
-Inferno!
Ela tomou uma respiração profunda, poderia fazer isso. Poderia se misturar com os convidados do sexo masculino e se comportar naturalmente em um ambiente social, como qualquer outra mulher faria. Ela era uma nova mulher, lembrou a si mesma. Ela era uma mulher guerreira. Xena. Fênix . Sim! Ela poderia fazer isso. Com o queixo para frente e aprumando os ombros, Nancy disse a si mesma com firmeza que ela iria, agora, neste exato momento, participar da festa e procurar um homem atraente para conversar. Uma coisa simples para a maioria das mulheres, talvez, mas um símbolo poderoso para si mesma.
Sentindo sua respiração acalmar mais uma vez, Nancy ajeitou o cinturão e retomou a sua caminhada através da multidão de convidados. Hoje à noite, ela iria começar uma vida. Hoje à noite, ela iria encontrar um homem. Hoje à noite ela iria acabar com a solidão amarga de não ter na cama um homem desde que o cabelo grande estava na moda. Hoje a noite seria dela. Sim! Ela iria encontrar esta noite um pau para foder, pensou. Basta disso.











Capítulo 1


6067 Y.Y. (Anos Yessat)
Hunting Grounds do Vader Gor Pack F'al Khan Planet
(Planeta dos Predadores) Sétima Dimensão


Ahhh... CHOOMM! Nancy estava com os olhos fechados fortemente o corpo todo tremia com a violência do seu espirro. Ela espirrou três vezes mais em rápida sucessão, em seguida, agitou as mãos para limpar loucamente sobre a nuvem de fumaça esbranquiçada que estava rodando em torno dela como uma nuvem irritadiça. Desgraça! Que estranha mistura que a velha bruxa tinha lançado nela? Era branco translúcido e muito pegajoso, muito semelhante a uma resina. Nancy pigarreou enquanto ela distraidamente estudava as mãos. Ela nunca deveria ter decidido fazer uma pausa antes da festa de Lori. Ela nunca deveria ter saído para o beco atrás de um feitiço para ter um homem.
Assim um homem se encantasse com a sua conversa, pensou amargamente. Qualquer mulher normal teria sido capaz de sustentar uma conversa casual com um homem sem achar que é necessário fazer uma pausa antes de ir a uma festa.
-Inferno!
Nancy comprimiu os lábios. Talvez ela realmente devesse ter feito esse trabalho no Alasca. Ela duvidava que tivesse ficado tão nervosa com o homem da montanha. Ela duvidava se teria se importado ou não como um macho impressionante o suficiente para seduzir. Sua maior preocupação em impressionar um homem da montanha teria sido sua capacidade para satisfazer o seu gosto sexual. Mas não, ela tinha preferido algo estranhos, o lixo branco pegajoso soprado em seu rosto pela bruxa velha, assim que era hora de voltar para dentro e continuar a conversa que estava tendo, minutos antes com Justin.
Justin parecia um cara bom o suficiente, ela assegurou a si mesma. Ele não era um galã atlético por nenhum estiramento da imaginação, mas novamente ela duvidou que um agente da revista Playboy fosse entrar em contato com ela em qualquer momento, suplicando-lhe para posar para um catálogo de propaganda. Nancy supôs que, se ela possuísse um corpo digno da revista Playboy, ela provavelmente teria a tão maldita certeza de si mesma e sobre como atrairia o sexo oposto. Ela só tinha que descobrir uma maneira de superar isso.
Uma coisa era certa, ela pensou quando terminou de limpar o ar de fumaça esbranquiçada com as mãos, o seu objetivo de foder hoje à noite seria um inferno de muito mais fácil de realizar com Justin e ele era um tipo forte. Sentiu como se fosse o único a seduzir, quase uma tarefa fácil para uma mulher que tinha sido conhecido como um rato solitário social até um dia inteiro atrás. Nancy respirou fundo endireitando os ombros. Era hora de voltar para dentro. Era hora de voltar à festa. Era hora de seduzir Justin descaradamente.
Ela era uma mulher guerreira, ela lembrou-se com uma fungada. Xena, Fênix. Ela estava indo para foder esta noite. Basta disso. Seu queixo foi acima de um entalhe. Foi determinada. Caramba, desejosa e determinada, ela não tinha comprado os preservativos escondidos em sua espada para nada.
Rangendo os dentes, ela deu um passo firme em direção à entrada da porta dos fundos para a festa de Lori. Mulher guerreira, ela reiterou. Alfa fêmea, ela grunhiu, flexionando os músculos. Era hora de voltar para dentro. Era hora de voltar para Justin. Era tempo de foder. Ela se acalmou. Era hora de... descobrir onde diabos ela estava...
-Ah merda.
A mandíbula de Nancy caiu aberta, finalmente livre da fumaça esbranquiçada, ela deu seu primeiro olhar em sua volta. Arregalou os olhos e os dentes dela se fecharam quando ficou claro que ela estava em algum tipo de .....
-Ninho? Que diabos? - Ela murmurou.
Lançou o olhar pasmo para baixo de seus pés, a estrutura em que estava em pé era de prata e brilhante, o tecido semelhante ao de uma malha. Retorcido com casca de árvore. Pior ainda, havia peles de animais espalhados sobre o ninho, como se tivesse sido recentemente ocupado.
Ela engoliu em seco. Se o ninho tinha sido recentemente habitado, não necessitaria ser um Einstein para perceber que quem o tinha feito deveria provavelmente voltar. E não gostaria de compartilhar.
-Merda! Merda! Merda!
Com o coração batendo, Nancy rapidamente fez seu caminho para o outro lado do ninho de prata. A concha balançava um pouco, assustando os vaga-lumes fora dela. Ela imediatamente parou. Esperando por um momento para se acalmar, ela rastejou lentamente para o lado, tomando cuidando para não balançar a coisa brilhante no processo. Ela soltou um suspiro. Nas palavras de Bob Esponja:
-Santa Mãe da Pérola.
Nancy entendeu que ela estava em choque. Respirar foi um inferno de difícil, foi difícil até mesmo piscar. Ela não tinha idéia de onde estava ou como havia chegado ali, mas..
-Oh meu Deus.
Todo o corpo dela congelou no lugar, quando ela olhou para o terreno que a cercava. Ou, mais ao ponto, quando ela olhou para o terreno que não rodeava.
-Estou em uma maldita árvore. - disse ela em um tom monótono. Ficou tão chocada que não podia sequer piscar- A bruxa realmente me colocou em uma árvore.
De tal maneira que ela poderia dizer, não havia nenhuma terra em qualquer lado do ninho. Parecia ser alto, muito, muito alto, ela inquieta observou. O ninho de prata estava empoleirado em uma árvore e rodeado por todos os lados por uma imponente vista de geladas montanhas centenas de metros abaixo. Seu coração disparou.
-Montanhas de prata de gelo? Centenas de metros abaixo de mim? Que dia maldito!
Ela engoliu em seco. Nancy sempre teve medo das alturas. O ninho estava atualmente em pé numa altura que nunca tinha estado antes. Se ela não podia ver toda a terra diretamente abaixo do ninho, então isso só poderia significar que... Estava pendurada, presa e sozinha.
Ela suspirou, observando pela primeira vez que um pedaço de gelo de prata projetava a partir do meio do ninho. Isso só poderia significar que... Ela engoliu em seco.
Isso só poderia significar que o ninho estava fixado em cima de um pedaço estreito de calota de gelo. Uma peça singular de gelo era tudo o que prendia o ninho, pensou histericamente. Era tudo o que ficou entre manter o ninho empoleirado na vertical no ápice da montanha, permitindo que o ninho não mergulhasse e só Deus sabe o quão longe no chão.
-Eu vou matar aquela velha bruxa!
O sangue subiu à cabeça de Nancy, bateu em suas veias. Seu ritmo cardíaco estava incrivelmente acelerado e uma quase histeria enlouquecedora brotou dentro dela. Com os olhos arregalados de espanto, ela abriu a boca e fez a única coisa que ela poderia pensar em fazer numa situação dessas. Ela gritou alto.
- Ajuda-meeeeeeeeeeee!
Ela gritou o seu mais três vezes, a voz rouca quando finalmente parou. Ofegante por ar, ela deu outra olhada sobre o parapeito, imediatamente observando que o prumo de cima do ninho não era mais acolhedor do que tinha visto antes e começou a lamentar como um demônio.
Para tanto quanto o olho podia ver não havia nada, só as montanhas de prata e gelo. O gelo estava em todo lugar, revestido tudo, e formavam um escudo liso nas montanhas que eram tão altas que não podia ver o seu fundo.
-O que esta acontecendo? - Ela pensou. - As pessoas não podiam andar em uma pista de terra e em outro mundo! - Ela devia esta alucinando. Não usava drogas e não era muito de beber. A única coisa que no momento figurava em sua mente era o pensamento. - Eu vou morrer! E justamente quando eu finalmente consegui um corpo apresentável!
Uma rajada de vento gelado bateu no rosto, induzindo Nancy a entender pela primeira vez o quão frio era ali. Tremendo, ela levantou as mãos e começou a esfregá-las vigorosamente para cima e para baixo nos braços, distraidamente tentava aquecer sua carne, ao mesmo tempo torturava seu cérebro para encontrar uma saída desta situação. Ela mordeu o lábio. Estava em um ninho. O ninho estava empoleirado no topo de um dos ápices da montanha que ela acabara de ter visto abaixo. Como ela iria sair dali? E quando conseguisse, para onde seguiria então? Alasca. Por que diabos ela não fez esse trabalho no Alasca?
-Inferno de bruxa velha- ela murmurou sob sua respiração. -Eu nunca deveria ter lhe dado a minha última goma de mascar. Eu devia ter ... - Ela não sabia por que, não poderia dizer se foi uma premonição que a instruiu a calar e olhar para baixo, mas lentamente, muito lentamente, o olhar de Nancy arrastou para baixo de seu corpo até que ela verificou que, sim, ela estava pelada.
-Inferno!
Hoh, pensou com raiva, os lábios formando um emaranhado, a bruxa tinha ido longe demais desta vez. Não só estava presa em um ninho feito de material que lembrava purpurina prateada torcida na casca, não só o ninho estava milhares de pés abaixo da terra mais próxima, não só era o seu corpo coberto de um resíduo pegajoso branco, não só era o mais frio lugar que estivera, mas para completar ela também estava nua. Suas mãos em punhos cerrados caíram ao lado do corpo.
Quando ela saísse do lugar, quando conseguisse sair dali, ela ia estrangular aquela bruxa e apreciar a atividade depravada de cada célula do seu ser.
Então esse é o agradecimento que estava recebendo por ser gentil com a mulher, ela pensou em tom melodramático. Ela não podia acreditar que esta era a recompensa por ser boa o suficiente para dar a velha o último pedaço de chiclete. Nancy deixou escapar um suspiro de alívio quando percebeu que ela poderia estar nua, mas ela ainda tinha sua espada embainhada com ela. Ela não sabia por que o conhecimento deu-lhe tal conforto, mas ele fez.
Talvez fosse porque a espada, no momento, era a única ligação que tinha com o mundo do qual foi arrancada. Talvez fosse porque a espada, embora inútil, uma vez que, sem dúvida, não sabia como usá-la como proteção contra qualquer predador que poderia pensar em recuperar o seu ninho, ainda era uma arma. Seja qual for o motivo, ajudou-a se acalmar um pouco.
-Eu tenho que sair daqui, - ela murmurou, seus olhos castanhos se movimentaram com cautela para frente e para trás. Só depois que outra rajada de vento gelado bateu em seu rosto, fazendo sacudir sua carne. Seus dentes tagarelando, abaixou lentamente até os joelhos e passou as mãos sobre uma das peles de animais que tinham no ninho. Era morna e muito convidativa no momento.
Quando ela olhou ao redor, notou que o sol estava desaparecendo rapidamente e que a escuridão logo ultrapassaria a montanha onde estava encalhada. A escuridão, ela pensou nervosamente, faria com que a temperatura despencasse ainda mais. Passou um momento considerando suas opções, mas percebeu muito rapidamente que ela não tinha muito a considerar. Não sairia desta montanha sem auxílio. Ela teria que esperar e rezar para que a bruxa decidisse retorná-la para Salem na parte da manhã.
Aconchegada nas peles dos animais inebriantemente quente, Nancy soltou uma respiração profunda e adormeceu com sua espada localizada contra seu traseiro. O metal ainda quente de maneira tranquilizadora, ao seu alcance, caso necessitasse usá-la. Sonolenta, confusa, com raiva, mas principalmente com medo, Nancy permitiu-se sucumbir ao sono. Ela esperava contra toda a esperança de que ao acordar descobrisse que tudo isso tinha sido nada mais que um pesadelo.
Quando o seu olhar embaçou, tomou conhecimento de quatro luas cheias carmim colorindo o céu noturno sobre a montanha de um vermelho sangue assombroso, ela fechou os olhos e disse a si mesma que devia ser simplesmente um sonho. Um muito horrível que poderia levar uma mulher a beber.
-Inferno!








































Capítulo 2


Vorik F'al Vader, o mais velho dos sete filhos e herdeiro do domínio Yorin de seu pai, desembarcou em silêncio no chão, cuidando para não fazer barulho. Ele mudou sua forma alada kor alcatrão imediatamente e pousou nos pés de humanóide, seu musculoso corpo nu, salvo o kilt enrolaram na sua cintura e um par de botas altas que ele usava. Lentamente, a cabeça com cabelos escuros e seu olhar agudo de prata sondaram a montanha digitalizando qualquer sinal de movimento yenni (sexo feminino da sua espécie).
Sentiu a emoção da caçada correndo em suas veias, sabendo que seria a primeira vez que teria seu próprio animal de estimação. Alguns poderiam ter sido trocados no mercado, mas a maioria gostava de caçá-los. O que fazia um yenni tão valiosa não era só a insaciável fome que a besta tinha pelo sexo masculino e a semente dos humanóide, mas também a sua beleza fértil com sobrepeso na forma dos seus quadris, o opaco da sua pele pálida, a forma como ela delicadamente flexionava sobre sua cauda enquanto amamentava a semente de um pau Khan Gori masculino. Vorik suspirou um pouco sonhador e com muita antecipação. Ele completava dezoito anos Yessat a partir desta lua, agora poderia fazer o seu rito de passagem para a maturidade quando acasalasse com uma yenni como há muito ele desejava.
Durante anos, ele tinha fantasias sobre o que se podia sentir em ter o tesouro de uma fêmea sugando o seu pau, bebendo sua semente, alimentando-se dele. Ele iria cuidar muito bem dela, trazendo o seu pau duro e sempre disponível para alimentar os seus apetites femininos. Ele era um bárbaro altruísta, ele disse a si mesmo com uma fungada. Não importava o quanto o seu animal de estimação gostaria de mamar nele. Ele estava sempre colocando as necessidades dos outros antes dele. Ele estava sempre pensando na felicidade de outras criaturas e achou por bem cuidar de si mesmo.
Sim! Ele pretendia ter seu pênis bem mamado. Muito mamado!
Vorik respirou fundo e fechou os olhos, inspirando o ar frio em seus pulmões. Ele precisava se acalmar, o seu saco já estava apertado, quase até arrebentar apenas pensando sobre o espólio da caça que logo seria seu.
Era cruel o antigo costume que proibia um Khan Gori masculino perder a virgindade antes de atingir os dezoito anos Yessat, pois seu pau e saco tinham tido necessidade desde a lua que ele completou doze anos. Cada momento de vigília durante os últimos seis anos tinham sido infernais, todas as horas passaram como uma eternidade. A necessidade de orientação para a carne quente de sua companheira destinada viera com ele, em intervalos de hora em hora, até perto de conduzi-lo à loucura.
Quando os machos de sua espécie perceberam que não eram susceptíveis de encontrar a sua companheira de sangue até muito mais tarde na vida, começaram a gastar sua semente dentro das yenni até que sua verdadeira companheira de sangue fosse reivindicada. Mesmo depois era esperado que um Khan Gori masculino pudesse manter a alimentação de seus animais de estimação, até que eram trocados no mercado pois seria realmente cruel permitir que as belas criaturas lentamente morressem de fome. Vorik pigarreou. Ele nunca poderia ser tão cruel.
O sistema sempre funcionou muito bem, uma yenni mulher não poderia sobreviver sem se alimentar de sementes de um Khan Gori masculino, este é o caminho da natureza. E assim acontecia com a perfeição de trilhões de anos de evolução Yessat: uma yenni vivia era empurrar para dentro de suas bocas vorazes seus paus para mamar ao mesmo tempo em que o macho Khan Gori, mantinha seu estúpido animal de estimação alimentado com sua semente. Um sistema perfeito. Ou, pensou Vorik, teria sido um sistema perfeito se ele tivesse sido autorizado a entrar na yenni desde o seu décimo segundo ano em diante. Ele precisava de uma mamada.
Um som suave de ronronar chamou atenção, induzindo-o a sorrir lentamente. Ele tinha ouvido dizer que o som era emitido a partir de yennis que estavam dentro das gaiolas. O som sempre significou uma das duas coisas: ou a yenni tinha adormecido após ter se alimentando bem, ou ela estava se limpando. Sua narinas abriram enquanto ele respirava o perfume dela. Não importava que ela estivesse a quilômetros de distância, para os machos de sua espécie a maioria dos sistemas sensoriais sentiam qualquer criatura conhecida na sétima dimensão de tempo e espaço.
Ele podia sentir o cheiro de sua pele, o cheiro de seu sexo, podia sentir o cheiro de sua excitação. Os caninos explodiram na boca de Vorik, e ele mudou de volta a sua forma de alcatrão kor. Mais rápido que um piscar de olhos sua pele de cor bronze ouro mudou para uma tonalidade translúcida de gelo prata. Garras de rapina saíram facilmente onde antes eram seus dedos e as asas se estenderam por doze metros de diâmetro e se projetavam de suas costas quando ele pulou para o céu e levantou vôo.
Ele a seguiu facilmente, uma habilidade que qualquer Khan Gori masculino aperfeiçoava desde a infância. Como parte integrante do crescimento em seu planeta eles aprendiam a fornecer alimentos para uma yenni. Proporcionaria a esta yenni muito alimento.
Ele encontrou-se, certa vez, com uma yenni perto de um riacho coberto de gelo e seu rosto estava abaixado entre suas coxas e sua língua se lançando em sua própria buceta. As narinas de Vorik dilataram-se quando ele olhou para ela, sua língua cor-de-rosa meticulosamente rodeou as dobras de sua carne, em seguida, lançou-se com um ronronar ao botão situado entre os lábios. Ela ronronou e se balançou quando lambeu a si mesma e Vorik encontrou-se simplesmente encantado com a beleza da cena.
Seus seios eram grandes e cremosos, os mamilos cor de rosa redondos e cheios. Seu cabelo era longo e escuro, macio ao toque. O único aspecto da besta que ele não encontrou perfeito era a magreza de sua forma. Era óbvio que ela não era uma mulher alfa, uma besta dominante saberia como se alimentar das sementes do sexo masculino.
Bem, Vorik grunhiu, na verdade não importava, pois ele iria ensinar-lhe a arte da alimentação. Seria ideal se ela já tivesse conhecimento de como era, mas aparentemente não sabia, então seria a maneira dele.
Ah, bem, não importava quantas chupadas levaria para ensiná-la a obter grandes surtos de sementes para sua alimentação, ele seria paciente e compreensivo, até ensiná-la. Ele resmungou enquanto lambia seus lábios pois ela parecia muito fraca. O pau de Vorik enrijeceu enquanto ele ficava em pé e voltava para sua forma humanóide. Seus dentes se retiraram e suas asas e garras aparentemente desapareceram, enquanto ele silenciosamente fez o seu caminho através da espessura das árvores para perseguir e capturar a yenni. Ele teve o cuidado de não fazer um som enquanto rondava para a savana aberta da floresta, sem rachaduras de gelo sob seus pés, sem barulho de ramos.
- Ajuda-meeeeeeeeeeee!
O corpo inteiro de Vorik clamou quando o chamado de alimentação de uma fêmea alfa yenni chegou aos seus ouvidos, libertando-o das lembranças passadas. O grito agudo da fêmea dominante tinha sido ouvido momentos antes de choramingar e ir pra longe. Ele estava intrigado pelo fato deste acontecimento inesperado. Na verdade, seria difícil perseguir uma fêmea alfa. Seria ainda mais difícil para uma que parecia estar faminta, pois elas tendem a ficar bem alimentadas. Oxalá, ele pensou, ela tinha seguido um predador Khan Gori para um poleiro de caça na esperança de conseguir uma refeição e conseguiu laçar um ninho de onde ela não poderia escapar.
-Ajuda-meeeeeeeeeeee! Ajuda-meeeeeeeeeeee! Ajuda-meeeeeeeeeeee!
-Oh, sim. -Vorik murmurou, apertando seu saco. Sua olhar agudo e afiado de prata foi para o ápice de uma montanha que parecia ser um vôo de longa distância. Ela estava presa, tudo bem, presa e desesperada para mamar um macho. Vorik apenas pensou em como seria bom o mamar de uma fêmea dominante. Alimentá-la como gostaria, pois ela exigiria grandes jatos para saciar-se. Suas narinas alargaram-se enquanto ele respirava o ar fresco noturno.
Oh Deus, ele estava a ponto de morrer.
O canino explodiu em sua boca mais uma vez quando ele saltou do chão, seu corpo se transformando em sua forma de alcatrão kor. Ele iria encontrá-la com toda a pressa. Ele iria alimentá-la como qualquer bom mestre deveria fazê-lo. Ele não poderia permitir que uma alfa sofresse dores de fome desnecessariamente. Sempre atencioso com os outros, ele cheirou. Sempre atencioso com criaturas estúpidas. Bah! Ele queria a besta para ela sugar-lhe até deixar-lhe seco.






Capítulo 3

Grogue de sono, com suas pálpebras firmemente fechadas e testa enrugada, Nancy tentava descobrir de onde o som de beijos estava vindo. Era um ruído vagamente familiar, do tipo beijinho de lábios de peixe.
-Aqui menina- o som era do tipo que uma pessoa faria se estivesse chamando um cachorro, não ela. As sobrancelhas arquearam, enquanto ela continuava a dormir. Esquisito. O som era tão estranho para ela, na verdade, tão esquisito, que ela se virou para seu lado com um grunhido e caiu em um sono profundo, roncando dentro de segundos, sua espada longa pressionada contra o seu traseiro. Momentos depois sentiu uma grande palma pesar sobre a sua barriga, em seguida passar reverentemente sobre a carne em excesso de lá. Mesmo durante o sono, os lábios comprimidos juntos em uma carranca, ela considerou o fato de que, mesmo dois meses de dieta e exercício não foram o suficiente para se livrar de sua barriga. Ou coxas. Ou bunda.
-Inferno!
A sensação de um sólido pedaço de carne quente batendo contra seus lábios induziu a testa de Nancy a se enrugar ainda mais. Isso acompanhado pelo som de beijinho tipo lábios de peixes, finalmente foi suficiente para despertá-la do sono e abrir as pálpebras lentamente.
Os olhos dela se arregalaram em choque quando olhou para o homem enorme ajoelhado ao lado dela. Ela nunca tinha visto um homem tão grande como este. Seu corpo, que parecia muito sinistro mesmo ajoelhando, era tão musculoso que ela não teria ficado surpresa se ele pesasse uns 210 kg aproximadamente. Ele não era gordo, era totalmente musculoso, incrivelmente grande em todos os sentidos.
Não seria possível abrir os lábios para falar, sem ter a visita surpresa de um pênis enorme dentro. Por que este grande idiota continuava batendo a cabeça de seu extremamente bem-dotado pênis contra a concha de seus lábios? O gigante, com os lábios franzidos ainda em forma de beijinho continuava batendo sua masculinidade contra ela.
-Ah menina, aqui -o som ficou mais alto e mais exigente. O gigante estava tratando como se ela fosse um cachorro e seu pênis um grande osso para salivar. Ela resmungou. Essa foi demais.
-Inferno! Que diabos estava acontecendo? - Ela gemeu mentalmente. Quem era esse homem? O que a bruxa estava aprontando com ela? Uma coisa era certa, ela nunca, nem mesmo uma vez, viu um homem tão grande como este. Ela não tinha certeza se era mesmo geneticamente possível para um macho humano ser tão gigantesco. Com os olhos assustados, Nancy voou ao encontro do gigante, a expressão em seu rosto indignado, independentemente do medo que ele lhe dava. Nunca mostrar medo, ela disse a si mesma com firmeza, lembrando-se que ela tinha ouvido uma vez em um show de Oprah sobre como dissuadir um possível agressor. Nunca mostrar medo.
-Tap-tap-tap. Toque-toque. Tap-tap-tap.
Infelizmente, ela admitiu severamente como a cabeça de seu pau mantendo o ritmo contra seus lábios, sua falta de medo não impressionou o gigante.
-E-eek! - Ela realmente desejava que ele parasse de fazer sons de beijinho com os lábios.
-Inferno! - Vorik pousou suavemente sobre os dois pés no poleiro Gori Khan, mudando para a forma humanóide quanto entrou no ninho. Seus dentes recuaram, os olhos deslocados para trás de vermelho e prata, e as asas aparentemente dissolvidas a partir de suas costas com a besta submersa em favor do homem. Ele prendeu a respiração quando a viu deitada esticada sob peles de animais no meio do ninho, sua atrevida cauda de prata ereta como uma espada mesmo enquanto estava adormecida. Lá estava ela em toda sua glória dormindo. A fêmea alfa gorda dele, encontrada e capturada.
-Oh, sim, você gosta de alimentos- ele murmurou, seus músculos apertando em antecipação ao pensar em olhar ela beber sua semente. Curvou-se ao lado dela, ajoelhado perto de seu corpo adormecido. Ele rebateu as peles de animais e passou a mão grande sobre a pele macia de sua barriga cheia. A fêmea dominante era carnuda, uma prova positiva de que ela viria a se tornar um animal de estimação que ele estimaria e cuidaria por todos os tempos. Vorik fechou os olhos por breves instantes e respirou firme. Esteve embaraçosamente perto de fodê-la antes que a yenni fosse despertada o suficiente para sugar o seu pau. Seu pau estava longo e duro, o seu saco estava tão apertado que o sentia a beira da dor.
-Oh sim!
Com seu pênis na mão, Vorik anunciou a chegada de uma refeição saudável para a yenni Dim estúpida, batendo a cabeça de seu pau contra os lábios, acenando-lhe a comida. Quando seus olhos se abriram, por todo o gelo do Monte Shalor, eles eram lindos. Ele estava certo, tinha a necessidade de uma refeição, ele viu isso em seus olhos arredondados. Ele bateu o seu pau duro contra a boca, até quase o desespero por sua aspiração e uma parte dos lábios. O suor pontilhava da testa quando ele quis abrir a boca, enquanto ele orava aos deuses para o acasalamento iniciar.
-Oh, sim- ele pensou, seu saco incrivelmente apertado. As narinas dela estavam inalando o cheiro de comida, sem dúvida. Mais excitado que ele tinha imaginado que fosse possível, os dentes cerrados e os músculos apertados antecipando quando ele bateu com o pau ainda mais duro contra os seus lábios. Ela iria separá-los, eventualmente, ele sabia que a atração de uma refeição quente seria muito tentador para resistir. Vorik passou os olhos sobre sua barriga carnuda, as ancas e os seios cheio. Quando ela acordasse se deleitaria.



******************





-O que acontece? Nancy pensou furiosamente, os lábios firmemente fechados. Ela ignorou seus olhos de prata aquecida que deu de volta para ela e, bufando, empurrou sua masculinidade longe de seu rosto enquanto ela veio para cima sobre os joelhos.
-O que você está fazendo?
Ah não, pensou ela, sua força oscilando um pouco. Seus olhos eram ... de prata. Não cinza, não azul, mas um afiado, penetrante e agudo ... prata.
Ela engoliu em seco, saindo de perto um pouco fora de reflexo.
O gigante estava passeando esses olhos de cima e para baixo de seu corpo. Nua de joelhos diante dele, os olhos de prata pareciam como fixados em seu rosto, depois descendo mais baixos para os seios, para sua barriga, e voltando-se para ela.
-Merda- Nancy murmurou, mordendo o lábio. Ela recuou um pouco mais, correndo tão rápido quanto poderia estando sobre seus joelhos. Ela havia se esquecido de que estava nua. Como ela poderia ter esquecido isto?
-Ggggggrrrrrr.
Ela suspirou quando o gigante começou a rosnar baixo em sua garganta, o som que emitia dizendo-lhe sem palavras se ela sabia o que era bom para ela seria melhor ficar parada. Ela achou melhor não se mover mais um centímetro de distância dele. Sua mandíbula abriu. Sua mente freneticamente tentava descobrir um modo de escapar, ela fugiu sem pensar para mais longe até contra a parede mais distante do ninho.
-Oh meu Deus!- as mãos de Nancy subiram para cobrir seus ouvidos como seu rosnado baixo evoluiu para um rugido de gelar o sangue.
Seus olhos de prata passaram a carmesim brilhante, caninos explodiram a partir de sua gengiva, expondo incisivos o suficiente grandes para despedaçá-la. Sua boca foi desarticulada. Suas mãos caíram para os lados.
Ela realmente deveria ter ido fazer esse trabalho em Anchorage. Os olhos prata que giram para o vermelho, rosnados, presas que ... bem ... ele tinha presas!
Histericamente decidiu que ela finalmente soube como Fay Wray sentiu quando King Kong arrancou-a do altar do sacrifício na Ilha da Caveira. Apoiada sobre os joelhos contra a parede mais distante do ninho suas mãos instintivamente voaram para proteger as orelhas mais uma vez.
-Mmmeeeeeeeeeeeeee ajuuude! - Estranhamente, essas palavras gritadas pareceram acalmá-lo, até mesmo satisfazê-lo.
-Huh? - Nancy disparou as sobrancelhas sem entender, pensando porque tinha tido uma reação tão positiva para o som estridente do seu pranto. Os olhos do gigante passaram de carmesim para prata e os seus dentes recuaram, como se nunca tivessem surgido. Os músculos de seu enorme corpo nu pareciam aumentar conforme ele levantou-se e avançou lentamente em seu caminho em direção a ela. Ela pigarreou. Ele estava segurando seu pênis pela base de novo e fazendo aqueles barulhos estúpido de beijinho quando caminhou para diante. Ele estava acenando para ela novamente, chamando-lhe como se ela fosse um cachorro e ele estava a oferecer-lhe um pedaço de carne.
-Inferno!
Ele passou a mão sobre o seu grandiosamente pênis, propositalmente ignorando a forma horrível em que o ninho estava começando a balançar para trás e para frente.
-Esqueça- ela chorou- Isso não vai acontecer. Agora não. Não... eek!
Nancy gritou alto o suficiente para acordar os mortos, o gigante fazia o ninho balançar muito para o lado, tanto que ela estaria caindo para a morte se ele chegasse mais perto. Sua batida de coração disparou. Transpiração estourou em todo o seu corpo.
-Ok!- gritou ela, levantando os seios para cima e para baixo- Você venceu! Pelo amor de Deus, você ganhou, mas por favor pare de se mover!
Ou ele propositalmente ignorou suas palavras ou ele não conseguia entender o que estava dizendo, mas de qualquer forma o gigante continuava rondando em sua direção, pau na mão. Nancy entrou em pânico quando sentiu o ninho balançar mais para baixo e, com um grito, pulou em cima do macho colossal. Ela pulou em seu musculoso abraço, o seu único objetivo era mantê-lo no meio do ninho para que a estrutura ficasse situada na posição vertical.
O gigante riu quando a pegou sem esforço, como se fosse uma folha. Nancy estava capturada e ele rindo. Seus olhos se colidiram. Sua respiração ficou ofegante.
-Porra, ele era bonito – Nancy pensou com bastante cautela, não tinha gostando do fato de que sua pele sentiu formigamento e ficou viva quando ela roçou contra o gigante. Na verdade, sentia-se mais viva, completamente ligada.
Nancy mastigava o lábio inferior enquanto o estudava, uma estranha e completamente fora de lugar premonição de que tudo ficaria bem inundou seus sentidos. Ele não iria machucá-la, não assim, não sexualmente. Enrugou a testa ao saber como ela poderia ficar tão calma e segura, dada à situação.
Mas lá estava ela. Ela tinha certeza.
E havia outro sentimento existente, um instinto que passou através dela e permearam em todas as células de sua consciência, seus olhos castanhos dispararam mais uma vez para atender seus olhos de prata derretida.
Ela engoliu em seco. Não tinha certeza de como ela sabia, não sabia se o instinto ou intuição estava guiando seus pensamentos, mas tinha a certeza de uma coisa: a bruxa não pretendia deixá-la sair deste lugar ou este gigante. Nunca.








Capítulo 4

Nancy engoliu nervosamente quando o gigante a deitou de costas e estabeleceu a sua forma enorme ao lado dela. Ele torceu os músculos do corpo em torno dela de tal forma que seu rosto foi mantido perto de seu pênis inchado. Sua respiração saiu em uma corrida e ela se surpreendeu ao descobrir que seu corpo estava reagindo violentamente ao seu. Mas não foi à necessidade de sugar-lhe que estava fazendo sentir-se ofegante e apaixonada, mas ela poderia saber que era precisamente o que o gigante queria dela. Foi à necessidade de se acoplar com o predador enorme, que foi despertada tão ferozmente. Ela não queria apenas fazer sexo com ele, pensou inquieta. Ela queria realmente acasalar com ele, para ele implantar o seu filho em seu ventre.
-Oh Senhor. - ela gemeu, sentindo um endurecimento nos mamilos, sua respiração saindo rápida. Ela sabia que algo não estava certo, não foi como deveria ser. Mulheres humanas não reagem aos machos humanos como ... como ... bom aflição!, como cães no cio. Mas isso é exatamente o que ela sentia e o que é pior, ela podia jurar que sentia cada ovo que se alinhavam em seus ovários como formigueiro, esperando para ser fertilizado. -Inferno!
Nancy gemeu, apertando a mão à testa. Em nome de Deus o que estava acontecendo com ela? Apertou seu lábios. Que tipo de espécie era esta do canino predador, como ele poderia fazer seu corpo reagir de forma tão primitiva?
Seu estômago roncou, lembrando que ela não tinha comido há tempos. Ela estava ansiosa de mais na festa de Lori para conseguir comer alguma coisa, e muito preocupada com a expansão de sua cintura para dar uma mordida. Mas agora, os olhos de Nancy firmaram até enfrentar o gigante com sua respiração ficando cada vez mais esporádicas. Agora, ela pensou preocupada como os olhos fechados e viu sua dificuldade em respirar, agora ela estava com fome de repente.



***************

Vorik ouviu o gemido da yenni, o som imediatamente seguido pelo barulho da barriga vazia roncando. Oh, sim, ele pensou trêmulo, apertando seu saco, a fêmea alfa tinha fome suficiente para acabar com ele. Cada músculo em seu corpo endureceu em antecipação e sua respiração saiu com pressa. Seus olhos inteligentes voaram até se encontrar com o seu.
Uma inteligência que parecia esconder-se atrás da fêmea dominante o olhar era de nenhum interesse para ele neste momento. Tudo o que ele poderia pensar sobre o fato de que, após ter sido obrigado a esperar tantos anos de agonia para cessação do corpo, seu pênis estava prestes a ser amamentado.
Ele estendeu a mão e tirou uma mecha de cabelo fora do rosto. Na verdade, ele nunca tinha visto a cor do cabelo dela, uma tonalidade âmbar suave que fez seu coração doer.
A cor do seu cabelo fez seu coração doer? Arrg! Ele não iria se apaixonar por uma yenni dim estúpida. Na verdade, ele franziu a testa, iria torná-lo um bobo diante da sua matilha inteira! Vorik viu a hesitação em seus olhos. Oxalá um antigo mestre a tinha tratado mal, pensou.
Seus dentes estavam cerrados contra suas emoções, mas ele descobriu que todos os astros nas galáxias não poderiam fazer o seu coração bater loucamente em sintonia com o dela. Ah, bem, não importa, ele assegurou a si mesmo. Seria provavelmente uma reação normal que qualquer macho de sua espécie tinha pelo primeiro animal de estimação que capturasse.
Um bárbaro sempre tinha um lugar especial em seu coração para a besta que ele toma pela primeira vez. Seria uma emoção passageira.
Os exigentes seios chamaram sua atenção, induzindo a mão a instintivamente pesa-lo em sua palma. Era grande, ele pensou com admiração, e sentiu a sua respiração acelerar mais uma vez. Ele correu o polegar sobre o bico rosa alongado. Ela suspirou de prazer. Vorik fechou os olhos momentaneamente enquanto ele arrastou uma respiração calma com o som.
Seus mamilos estavam como frutas maji, pensou. Inchado na base, muito maduro e no auge. Vorik lançou-lhe um olhar perturbado, seu olhar escuro fazendo o seu coração doer. Ele continuou a acariciar sua juba de cabelos sedosos, seus olhos fixados em sua expressão preocupada. A outra mão dele alcançou mais baixo em seu corpo até que o polegar encontrou seu clitóris. Ele massageou suavemente para acalmá-la.
-Sha nala Faron, zyaSeria "Tudo ficará bem". - Ele sorriu suavemente. Khan Gori em 'fey alana "Eu não vou machucá-la".
Ela olhou como se não compreendesse o que significava suas palavras, Vorik sabia que todas as yenni eram curtas da mente.
No entanto, ele poderia dizer que a maneira gentil que ele tinha falado as palavras acalmou um pouco os seus medos. Seus olhos fixaram para baixo a seu eixo, sem dúvida lembrando a necessidade de uma refeição, e ele sentiu o saco endurecer até quase ficar azul quando ele apertou mais, pronto a explodir por ela. E então, oh, sim, e, em seguida, a fêmea alfa entregou-se à atração de uma refeição quente, os lábios lentamente apertados ao redor da cabeça sensível de sua masculinidade. Vorik gemeu no primeiro toque, os músculos endureceram quando viu e sentiu os lábios envolverem a cabeça em sua totalidade.
-Oh, sim- ele gemeu com voz rouca, suor pontilhando sua testa, molhando seu ombro e o comprido cabelo preto. Sua respiração cresceu quando ele a viu fechar os olhos, quando ele a ouviu gemer baixinho quando ela começou a lamber seu pau. A corrente de ar saiu de seus pulmões em um silvo e ele gentilmente guiou a cabeça para cima e para baixo sob seu eixo, os dedos entrelaçados através de seu cabelo fazendo aproximar-se mais dele.
Ela amamentou ferozmente, cada vez mais para a alimentação com os olhos fechados e trabalhou sua aspiração, lábios vigorosamente para cima e para baixo em seu pau. Seus mamilos endureceram quando ela brincava com ele, ela fez o que as fêmeas de sua espécie tinha feito desde o advento do tempo para os machos de sua espécie. Vorik gemeu quando as mãos pequenas começaram a massagear seu saco e ofegante percebeu que estava chegando perto da ruptura. Sua língua voraz chupava sobre sua cabeça sensível, seus dedos ágeis sabiam quanta pressão aplicar ao seu escroto. Ele engasgou novamente, enquanto observava seu pênis desaparecer nas profundezas de sua boca, os olhos fechados em êxtase ao ver como ela amamentava para cima e para baixo o comprimento dele.
Ela levou-o em um frenesi, sua boca realizava o trabalho cada vez mais rápido, o som do pau nos lábios lambendo-o todo. Vorik rosnou baixo em sua garganta, incapaz de parar suas presas de emergirem a partir de suas gengivas. Ele embalou sua cabeça reverentemente na sua virilha, para abrir os olhos em seguida, enquanto ele olhava sua festa com ele.
Ela amamentou mais rápido, mais rápido ainda, então, a cabeça de seda amarelo subindo e descendo sobre a sua masculinidade. Quando suas pequenas mãos começaram a massagear seu saco, sua cabeça caiu sobre as peles de animais e seus músculos estavam por um fio. Ela parecia saber a hora de fazê-lo gozar, a boca em aspiração afinado com a cabeça sensível. Ela chupou em cima dele com avidez, enquanto massageava as bolas apertadas.
-Oh, sim- disse Vorik em pensamento, sua mente delirante. - Isto é a felicidade.
Todo o seu corpo estremeceu, apertou calorosamente em antecipação do lançamento. A yenni continuou a trabalhar a magia de sua espécie sobre ele mais e mais difícil ainda, seus dedos massageando seu escroto enquanto os lábios sugavam e aspiravam na cabeça sensível.
- Zya. – ele rugiu
Vorik explodiu entre os lábios, seus dentes salientes plenamente fora de sua gengiva, enquanto todo o seu corpo entrava em convulsão. Ela gemia quando sua semente jorrou em sua boca, em seguida fechou os olhos para se alimentar dele, lambendo até a última gota de orvalho brilhante de sua semente prateada.
Foram longos minutos antes que ele pudesse recuperar o fôlego e ainda mais minutos antes que ele pudesse ver novamente, as estrelas explodiam atrás de seus olhos enquanto ele jorrava e se sentia quase desmaiando pela intensidade de sua libertação.
Mas, quando finalmente ele conseguiu se firmar e respirar normalmente de novo, ele olhou para baixo sobre a sua forma exuberante e seu saco imediatamente apertou.
-Oh, sim - ele pensou com um sorriso de contentamento que permeava seus lábios quando ele empurrou o rosto dela com reverência suave de volta para sua virilha, esta yenni era uma alfa com fome, sem dúvida.
Ela estudou-o com uma expressão de espanto por alguns momentos, os olhos em choque quando ela aparentemente decidiu o que fazer.
Mas, eventualmente, como Vorik tinha pensado que ela iria, como ele esperava que ela continuasse, a bela trancou os lábios com fome ao redor da cabeça de sua masculinidade novamente e retomou o processo de alimentação a partir dele.
Vorik deitou em cima dos couros com um suspiro sonhador, seu braços musculosos arremessados sobre a cabeça em sinal de rendição ao seu apetite. Fechou os olhos e sorriu alegremente quando os lábios trabalhavam em um frenesi sexual. Na verdade, ele pensou em um suspiro, quem precisava de uma companheira de sangue quando um animal tão belo como este alimentava sua necessidade? Ainda assim, não era nenhum santo, ele sabia. Gostava de alimentá-la, mas poderia ter felicidade quando ele preenchesse seu molhado e inchado sexo? Oh sim, poderia ser bem-aventurado.


****************


Nancy não sabia se ela tinha enlouquecido, ou não, mas quatro boquetes depois, ela decidiu que bastava. Sua boca estava tão dolorida que latejava, mas cada vez que o predador enorme olhava para ela com estrelas em seus olhos, ela colocava os lábios em torno de seu pênis. Suspirou resignada, percebendo que foi realmente emocionante ter um olhar masculino em cima como se você fosse uma deusa. Que o macho era o homem mais bonito e poderoso que já tinha posto os olhos, apenas adicionava mais emoção.
Ela sabia que ele era jovem, independentemente de seu tamanho gigantesco. Suas reações a seu boquete foram completamente analfabetas, ingênuas e tocantes.
Quando ele jorrou o líquido mais doce que ela jamais havia provado entre os lábios de sua boca dolorida pela quinta vez, disse a si mesma que tinha de estar sonhando. Afinal ele tinha mais de dois metros de altura, deveria pesar duzentos quilos ou mais, seus olhos eram de prata e mudava para carmesim quando ele sentia raiva ou paixão, seus dentes tinham presas e rosnava.
Definitivamente não é o que se chamaria uma realidade lúcida.
E, no entanto, por estranho que fosse ela sabia no fundo que não estava sonhando. Ela sabia que estava acordada e que este macho gigantesco faria tudo ao seu alcance para impedi-la de fugir dele.
Ela sentiu uma pontada de medo através de seu corpo enquanto se perguntava o que poderia fazer para ficar longe dele. Ele era bonito, com certeza, mas não era bonito o suficiente para querer levá-la para sua casa.
Mas se ela achasse uma maneira de escapar, enquanto ele estava dormindo ou inconsciente, o que então? Nancy suspirou quando deitou ao seu lado, sua cabeça descendo para descansar em cima de seu peito, sua mente cansada demais para tentar qualquer fuga.
Ela não tinha idéia de onde estava e nenhuma idéia de como deixá-lo para trás.

Capítulo 5


Vorik acordou no crepúsculo de prata com o escroto dolorido e com a necessidade de acasalar pesando sobre ele poderosamente. Sorriu quando encostou seu animal de estimação mais perto, o som do seu ronco satisfeito causando-lhe gargalhadas Sim, ela havia se alimentado bem dele na última lua crescente. Na verdade, ela tinha mamado quase a ponto de seca-lo, como ele imaginou que faria. Suspirou sonhador, os olhos ainda fechados, com a sua grande mão correndo por sua bunda exuberante para brincar com seu rabo enquanto ela dormia. Ela era a perfeição, o seu animal de estimação. Ela era um aleitamento exuberante que lhe traria muitas vidas de felicidade. Franziu a testa quando a mão apalpou sobre sua parte traseira.
-Onde estava o rabo? - Resmungou para si mesmo. Ele não sentiu nenhum apêndice lá. Certamente seu animal de estimação tinha que ter um rabo! Onde estava?
-Ahh, deuses. - Os olhos de Vorik voaram abaixo, seu olhar de prata colidindo com um inteligente olhar marrom. Seu olhar estreitado quando ele olhou para ela, realmente olhou para ela, pela primeira vez. Aparentemente, seu estudo intenso provocou medo, pois ela engoliu nervosa e desviou o olhar. Pelo Céu de Shalor, pensou, com surpresa, a mulher não era yenni.
Ela era uma atraente humanóide, uma humanóide! Ahh, deuses, como ele era burro! Ele fez uma careta. Agora que ele a viu na luz crua do dia, ela não tinha nada em comum com uma yenni, diferente, cremosa, a pele era perolada. Ela era bonita demais para ser uma yenni e seus olhos tinham muito saber.
Mas não, Vorik silenciosamente pensou, ele não era conhecido por falta de sagacidade. Ele poderia ter jurado que ela tinha uma cauda na primeira vez que a viu. Ela tinha uma cauda. Não tinha?
-Bem, não importa- ele resmungou, sua palma amassando seu traseiro. Se ela tivesse uma cauda ou seus olhos tinham estado a jogar truques com ele agora era irrelevante, pois ele sabia com toda certeza, que ela soltava gritos de uma fêmea alfa yenni desejosas de uma alimentação. Essa parte era uma certeza. Ele resmungou mais uma vez, satisfeito em seu raciocínio, contente por saber que ele não era burro.
Sentindo-se amoroso como sua espécie estava acostumada a fazer, ele arrancou a moça humanóide de sua posição para colocá-la deitada e montou as pernas em cima de seu colo. Ela gemeu um pouco no início, os seios grandes levantando para cima e para baixo e ele imaginou corretamente que ela estava com medo do seu tamanho. Bem, não importa. Seria suave no seu toque, e faria o ato que tinha tido vontade de fazer desde que era um filhote de doze anos de idade. Lentamente, a cabeça escura de Vorik veio para cima, os olhos de prata colidiu com o seu rico de cor de chocolate. Ela engoliu nervosamente, olhando para longe dele novamente, o que foi melhor assim, a sua boca aberta tinha caído em estado de choque.
Deus, seus pecados eram piores do que ele pensava!
Vorik gemeu extremamente irritado com ele. Suas bochechas coraram em constrangimento e vergonha, levou em consideração a realidade do que tinha feito. Não só ela não yenni, não só ela era uma humanóide, mas era algo muito mais importante e cobiçado do que qualquer uma dessas coisas. Ela era o sonho que o mais ardiloso macho de sua espécie passou suas vidas procurando e, infelizmente, não muitos encontraram. Ela era sua, toda sua e não de outro. E ele a achou na lua crescente que se tornou um bárbaro adulto.
-Oh, sim. - murmurou quando sentiu seu corpo reagir ao dela, com a necessidade de montá-la e engravidá-la, sentiu cada célula do seu corpo estremecendo enquanto bebia o cheiro dela. Sua masculinidade endurecida com o pensamentos de beber o seu sangue e, oh sim, com os pensamentos tentadores de provar o seu sangue. Vorik lançou uma respiração instável quando suas mãos seguraram os quadris, os dedos escavados na carne. Ele precisava fodê-la agora, afundar-se profundamente dentro dela e ter uma ninhada de filhotes o mais rápido possível.
Ela era sua companheira de sangue.


**************

Nancy engasgou quando, num piscar de olhos, ele inverteu as posições e abaixou seu corpo maciço entre suas pernas relativamente pequenas. Ela suspirou, pensando que tinha tornado a ser jogada para outro mundo, muito provavelmente em outro planeta! Só assim para ela se sentir pequena ao lado de um homem. Um homem com presas. Um homem com presas e com um pênis grande o suficiente para rasgá-la em duas. Nancy empurrou a parede imóvel, que foi seu peito, as pernas batendo loucamente em ambos os lados de seus quadris. Ela não tinha sido capaz de chegar até a metade de seu pênis com sua boca a noite passada, não havia nenhuma maneira no inferno que conseguisse recebe-lo dentro do seu corpo.
-Esqueça! - Disse ela, sua voz estava indignada. -Pare por aqui companheiro.
Para uma mulher que tinha sido uma solteirona até um dia atrás, isto era demais. Mamando nele era uma coisa. Mas tê-lo colocado dentro dela era outra coisa. Ela apostava que ele nunca tinha sofrido uma única vez inveja por nenhum outro pênis. Não tinha nenhum concorrente neste planeta para este cara.
Sua mão cortou definitivamente no ar.
-Não há nenhuma maneira de você me foder!
Um rugido de indignação irrompeu de sua garganta quando as presas explodiram através de sua gengiva. Seus olhos de prata logo ficaram vermelhos de raiva, de luxúria, de sentimento de posse. Estava ansioso para ficar dentro dela, muito ansioso.
Ela se perguntava se toda a luta no mundo conseguiria tirar da sua cabeça a idéia de afundar-se nela, temia que pudesse matá-la! E, no entanto, tão ansioso como ela poderia dizer que ele estava de dominar sua vontade e seu corpo, ele acalmou-se em cima dela, esperando por alguma coisa .... Esperando ela se acalmar, talvez? Nancy com os lábios apertados em uma carranca, considerou o fato de que seu método estava funcionando. Ela estava ficando mais calma.
Ele estava olhando para ela com a mesma expressão de adoração, de esperança que o King Kong tinha observado o movimento de Fay Wray.
Ela suspirou, fechou os olhos e suas mãos subiram para esfregar as têmporas. Este ato foi encarado com estranheza por ele. Tinha sido sequestrada por um homem das montanhas. E o que é pior, tinha um sentimento perverso que até o momento tudo o que tinha dito e feito a tornou uma prisioneira voluntária.
-Inferno! - Suas narinas estavam abertas e os olhos de Nancy se abriram para encontrar com os de seu captor. Ele a olhou feroz. Determinado. Seu queixo foi definido, seus dentes ligeiramente aumentados e seus olhos estavam agora puro carmesim.
Oh caramba, ela pensou ficando ofegante, ela podia sentir-lhe telepaticamente falando em sua mente. Ela não tinha idéia do que ele estava dizendo, porque ela não podia falar sua língua, mas as palavras estavam fazendo um turbilhão em seus hormônios. Ela gemeu de tesão, os gostos de que ela nunca sentiu antes sendo lançados através dela, então ofegou quando seu útero começou a se contrair. Ela precisava que sua carne se juntasse a dela, precisava senti-lo balançando dentro e fora dela, precisava que ele a engravidasse. Ela iria obedecê-lo em todas as coisas, ela pensou sem piscar, pois ela não podia fazer outra coisa. Ela pertencia a ele para sempre. Na verdade, seu corpo foi seu navio, sempre pronto para proporcionar prazer.
-Inferno!- ela chiou. Seus olhos se estreitaram quando ela percebeu que ele a estava hipnotizando. Fazendo pensar coisas que não queria pensar! Ele sorriu lentamente, como em resposta, em seguida enviou uma onda mental sensual que a deixou o escancarado como a idiota da aldeia. Nancy fechou os olhos e gemeu, contorcendo seu corpo involuntariamente debaixo do gigante. Merda, ela chorou silenciosamente, e voltou a se sentir como uma cadela no cio. Só que desta vez o efeito foi mil vezes pior e provavelmente ficaria louca se ele não entrasse em seu corpo em breve.
-Por favor -ela gemia, sua respiração saindo em uma série de suspiros curtos.
Para o inferno com as preocupações sobre a morte, ela gemeu. Precisava dele dentro dela como precisava respirar. Ela decidiu não era o momento para contemplar como problemático o fato do seu enorme tamanho. Ela enrolou as pernas em volta de sua cintura sem pensar nisso, então ergueu seus quadris e seu corpo molhado embebendo a carne contra sua virilha. Ele assobiou.
-Por favor.
Ele sentou-se confortavelmente entre suas pernas, e em seguida a cabeça se inclinou para o lado e pegou em seu pescoço com os dentes. Ele perfurou a pele ali, fazendo com que algumas gotas de seu sangue gotejassem para fora em sua língua. Ele rodou os grânulos de sangue para cima, gemendo como se provasse um elixir dos deuses.
-Oh, senhor. -ela gemeu, sua barriga atada com um clímax eminente. -Oh, sim.
Ela sentiu uma dor delirante e boa. O que ele estava fazendo com ela? Ela não sabia que instinto a fez mordê-lo, não poderia dizer o que a levou a isso, mas em um frenesi de luxúria e intuição ela segurou em sua veia jugular tão duro quanto podia fazê-lo. Ele começou a se contorcer e gemer, seu rosnado baixo evoluiu para um rugido feroz. Incisivos cortavam a sua jugular, causando-lhe a choradeira do medo humano da morte misturada com o êxtase.
Ela não largou a sua jugular. Um orgasmo explodiu dentro dela enquanto bebia seu sangue, a violência foi intensa o suficiente para fazer o seu corpo convulsionar.
Não importava que os incisivos de Nancy fossem pequenos, em comparação com os dentes do homem que se preparava para montar o seu sexo molhado. Seus dentes humanos afundaram em sua jugular na medida em que poderia ir, levando-o a sangrar uma única gota de sangue. Foi o suficiente. No momento em que o doce sabor do seu sangue atingiu a sua língua, Nancy gemeu enquanto seu corpo tremia com outro orgasmo. Ela gozava com tanta intensidade que, mesmo quando ele deixou seu pescoço para que pudesse a montar do jeito que queria, ela encaminhou-se para baixo em seu peito e tirou sangue, recusando-se a deixar ir, gemendo e gemendo orgasmo após orgasmo que balançou através dela.
-Oh, mais um pouco. - disse ele com voz rouca. Seu corpo acalmado. Seus dentes caíram fora de seu peito quando caiu na realidade. Ela estava bebendo o sangue de um homem!
-Oh Deus. - ela lamentou dramaticamente.
- Eu preciso fodê-la. - disse voraz o gigante aparentemente inconsciente de seus pensamentos tumultuados.
Seus olhos de prata estavam vidrados quando ele empurrou-a para baixo a recair inteiramente sobre as costas. Ele sentou-se de joelhos entre suas pernas, agarrando seus quadris com as mãos e espalhando suas coxas largas.
-O que você esta fazendo?
-Te montando. - ele disse em uma voz rouca.
Contra sua vontade, os mamilos de Nancy estavam endurecidos e alongados, enquanto observava o tamanho gigantesco do predador preparando-se para lançar-se dentro dela pela primeira vez. Olhos fechados e narinas abertas, ela poderia dizer pelo olhar de nirvana que o gigante nunca tinha acasalado com outra mulher. Nunca. Um virgem. Um virgem que bebe sangue e possui um pênis do tamanho de uma baleia pequena.
-Oh, querido- choramingou Nancy, a sua mente lógica em guerra com os olhos, olhos que estavam ocupados bebendo a vista inebriante de seu corpo musculoso. Por que seu corpo reage a ele como se tivesse sido previamente programado para recebê-lo?- Talvez devêssemos começar devagar. - disse olhando desconfortavelmente para os seus dentes. -Talvez os dedos fossem bons.
Ela não disse mais nada, quando ele olhou para ela como se ela tivesse enlouquecido. Bom senhor, provavelmente ela tinha enlouquecido! Isso certamente explica este novo mundo que ela habitava. Talvez ela e as outras da enfermaria mental no asilo local estavam visitando este lugar, ao mesmo tempo.
Logo depois eles teriam chá com Napoleão. Nervosa, a mão arremessou-se para empurrar os óculos que ela usava sempre na ponta de seu nariz. Oh, ela não estava usando quaisquer óculos.
-Inferno!
Nancy fechou os olhos e gemeu, um sentimento melodramático do martírio ultrapassado dela. O que estava tão errado em ser solteira? Por que ela nunca pensou em começar uma nova vida?
-Estar certa em tudo. - ele murmurou. - Na verdade, eu nunca poderia te machucar.
Seus olhos se abriram. Pela primeira vez, ocorreu-lhe que ela poderia entender o que ele estava dizendo. E, pensou, ele não falava Inglês por nenhum estiramento da imaginação.
-Como....
-O teu sangue está em mim.- Ele abaixou a cabeça e tomou um gole em seu pescoço novamente, fazendo-a ofegar.- E o meu em você.- ele murmurou.
Seu olhar estreitado, as pálpebras pesadas. Ele agarrou seu pênis grosso pela raiz, colocando a cabeça perto de seu sexo. Sua mandíbula apertada.
-Vorah.
Nancy engasgou quando ele começou a empalá-la. Ele gemia, sua veia jugular túrgida.
-Oh, meu... - ela suspirou, com as costas arqueadas.
Ele tinha suor pontilhando sua testa.
-Eu tenho necessidade de me impregnar de você Vorah.
-Oh, senhor! - Nancy olhou para o homem gigante cuja carne tinha penetrado totalmente nela e ficou surpresa com a variedade de emoções que sentiu apenas olhando para ele. Ela estava realmente preocupada, pois significava que não só tinha o seu corpo previamente programado para precisar dele, mas seu coração tinha sido também. Mas pré- programado por quem? Por quê? Ela suspirou muito confusa.
Vorik acariciou lentamente sua carne, o olhar de êxtase em seu rosto era o suficiente para puxar Nancy para si. Ela fechou os olhos brevemente, abrindo-os em um suspiro, o sentimento pungente de ser sua primeira amante, fazendo um sapateado em suas emoções e sua libido.
- Sou Vorik - disse em sua mente. – Você é minha companheira de sangue. - Seus olhos se encontraram. Nancy mordiscou o lábio inferior com sua reticência dissolvida.
-Meu nome é Nancy. - ela sussurrou.
Vorik deslizou dentro e fora dela, gemendo ao mesmo tempo em que ele lentamente a montava.
-Nancy.
Ele segurou as coxas afastadas com suas mãos grandes, seu quadril em rotação entre eles quando enfiou em sua carne. Ela ofegou, seus mamilos endurecidos. Vorik inclinou a cabeça sobre o peito, sua língua lançando onda em torno de um mamilo saliente. Nancy gemia alto. Sua língua era áspera como um gato, a sensação de lixa suave enviando tremores através dela. Ele chupou seu mamilo por um longo tempo, enquanto lentamente se empurrava para ela.
Molhada e excitada, ela podia ouvir sua boceta fazendo sons de sucção, com cada um de seus movimentos. Ele sugou seu mamilo com a língua, em seguida, ergueu a cabeça escura.
- Você está pronta para mais uma, bonita? -Vorik murmurou.
-Sim- ela engasgou, arqueando seus quadris para atender seus impulsos. Fechou os olhos e pegou o ritmo, bombeando em sua carne em águas profundas, os cursos selvagem, gemendo e gemendo o tempo todo. O suor estourou em sua testa. Os músculos de seus braços apertados e amarrados. Seus dentes cerrados quando ele cavalgou no esquecimento, nunca querendo que as sensações chegassem ao fim.
Nancy viu seu rosto o tempo todo, ofegando quando ele a levou. Era uma sensação inebriante, ter o seu sexo fodido e sendo ela a primeira amante. A expressão em seu rosto era indescritível em sua intensidade. Ele parecia delirar com prazer, ainda que ela pudesse dizer pela forma como sua mandíbula estava cerrada e ele balançava dentro e fora dela que estava fazendo o possível para evitar atingir o orgasmo.
Ele queria que a euforia durasse mais. Ele não queria parar de montar. Ela gemeu quando ele montou mais duro em seus quadris. Arremetendo mais e mais rápido entre as coxas. Ela podia ouvir sua carne sugando-o, tentando segurar o pênis toda vez que ele balançava para trás e para frente.
Sim, ela ouviu-o rosnar. Seus olhos estavam fechados, como se concentrando intensamente sobre a sensação de sua buceta.
Vorik estava montado-a sem piedade, sem reter nada. Ele levou mais e mais rápido, mais profundo e feroz. Repetidamente, novamente e novamente.
Nancy ofegou quando os incisivos cortaram o seu pescoço. Ela gozou imediatamente gritando e jogou os quadris para se reunir com seus impulsos possessivos.

****************

Vorik mordeu sua companheira de sangue com um rosnado, se alimentando de seu sangue, e enfiou seu pau duro dentro dela. Ele gemia e gemia ao longo de todo o orgasmo, permitindo-lhe tanto prazer quanto podia, tirando o seu prazer, tanto quanto podia. Ele não seria capaz de tocá-la enquanto ela incubava, e queria que o momento durasse para sempre, mas sabia que logo a ação seria plenamente realizada.
Quando ela voltou, contorcendo e gemendo, jogando seus quadris como uma libertina, ele não aguentou mais a tortura. Ela não era de sua raça e por ventura não saberia que era hora de ser igual a ele. Ele levantou um dedo no pescoço, uma unha cortou a pele sobre a sua jugular. Narinas abertas, ele entalhou, abriu sua jugular e abaixou nela. Ela bebeu o seu sangue, tornou-se como ele, nunca pensou em negá-lo. Ele rugiu, as sensações de euforia inundando-o, o sentimento de nunca acabar com a libertação orgástica. Ela era sua agora, ele tinha a marca dela.
Quando Vorik soube que ela bebeu o suficiente dele para evoluir, que foi feita a união, se permitiu a liberação final, dura. Percebendo que nunca iria ficar totalmente satisfeito em fazer amor com ela uma vez somente, no momento estava saciado em seu sangue e na sua buceta, enquanto possível, hedonisticamente curtindo cada gole, cada impulso.
-Vorah.
Ele gozou em um rugido alto, olhos vermelhos com paixão, com a posse. O orgasmo deixou finalmente o seu escroto vazio. Quando acabou, quando a respiração dos dois voltou ao normal, Vorik sorriu para ela, sua expressão era de adoração.
-Muito obrigado – ele murmurou. -Sinto mais felicidade do que eu posso dizer.
Nancy sorriu.
-Você não estava muito ruim para sua primeira vez - Ela suspirou sentindo sua respiração lentamente deixar seu corpo. - Vorik, - ela ofegou -o que ...
-Você está evoluindo, meu amor. - Vorik deixou seus corpos desembaraçados, de modo a não impedir a transformação. -O processo. -Ele sorriu- Sim, meu amor, eu fiz.
-Você tem que estar brincando! E para de falar em minha mente! Arrrg!
Nancy gritou. Ofegando por ar, ela rolou para o lado, observando pela primeira vez que uma teia estava se formando em torno de suas mãos, uma teia espessa e de material pegajoso. Um casulo? Como?
-Oh meu Deus! - Ela gritou, tentando golpear a teia com as mãos, mas foi crescendo, engrossando e subindo pelos braços. -Ajude-me! - Ela gritou, saltando sobre os pés. Ela engoliu em seco o ar à medida que deixou seus pulmões, em seguida, ela caiu de joelhos.
-Calma vorah. Não!
Ela podia jurar que o ouviu grunhir em sua mente. Nancy assistiu com horror quando a teia fez caminhos pelos braços e dedos. Incapaz de gritar pela falta de oxigênio em seus pulmões, gritou mentalmente rolando o corpo para o lado mais distante do ninho. Vorik veio até ela aparentemente não querendo que ela prejudicasse seu casulo.
-Vorah! - Ordenou ele. -Acalme-se e deixe de se deslocar!
Mas Nancy estava delirante, selvagem, frenética. Ela rolou mais longe e Vorik se aproximou. O ninho balançou e balançou.
-Vorah!
Terror frio apunhalou-a quando o ninho desabou e ela iniciou a queda para o chão numa velocidade descomunal. Ela ignorava animais alados, picos de montanha, e, oh Deus, a base de uma montanha, quando despencou, desceu, desceu, desceu ... Ela estava quase totalmente encerrada, mas ainda via pelo casulo sua queda.
-Vorik.
Ele estava vindo atrás dela, mergulhando abaixo. Mas não era mais um corpo de homem. Asas. Caninos. Olhos carmesins. Enquanto o casulo a encerrava totalmente, seu último pensamento consciente, antes de sua respiração a deixar totalmente, foi que o homem ao qual tinha acabado de fazer amor era uma besta. E pior ainda, ela estava se transformando em uma também.

****************

Vorik mergulhou e pegou o casulo com sua vorah em seus braços, cuidando para não prender-lhe com os dentes, pois esse era o instinto automático possuído por sua natureza, quando na forma de alcatrão kor. Geralmente quando estava descendo para pegar algo era um predador, mas como esse era o casulo da evolução de sua companheira de sangue, seu cuidado foi extremo para não danifica-lo.
Colocou o saco vorah em seus braços, cauteloso de seu delicado estado todo o tempo. Ela estava indefesa agora, incapaz de proteger-se enquanto permaneceria incubada, ela dependia dele neste momento para a segurança mais do que ela jamais teria que depender novamente. Quando Nancy acordasse ele sabia que, com as alterações metabólicas que aconteceriam a ela, se tornaria tão mortal como ele era, por ventura mais ainda, pois ele nunca tinha ouvido falar de uma espécie de predadores em qualquer dimensão, onde a mulher não era mais mortal do que o do sexo masculino.
Oxalá, seria para compensar o fato de que ela seria muito menor do que muitas das espécies de presas que iriam perseguir juntos ao longo das suas sete vidas. Havia muitas características que os bárbaros de Khan Gor compartilhavam com outros predadores, a mais fundamental diferença entre eles eram os sexos. Apesar de que Nancy seria dotada com a capacidade de matar os invasores e apreender presa em muitas maneiras ela jamais seria capaz de ser melhor que o seu próprio companheiro de sangue, nunca.
Vorik sorriu com o pensamento que os deuses tinham mostrado muita inteligência nesse ponto. Na verdade, se a fêmea mortal fosse capaz de abater o macho que ela tinha acasalado, os homens seriam exterminados cada vez que por ventura suas vorahs entrassem em um mau temperamento.
Assim chegaram a passar pelo longo processo de evolução que o Khan masculino Gori estava possuído com dois presentes que a mulher não tinha: sua pele animal prata era impenetrável e em qualquer forma podia hipnotizar sua companheira de sangue, se assim o desejassem. Esses dois atributos, trabalhando em conjunto com o seu maior e mais feroz tamanho, davam ao Khan Gori domínio masculino sobre a sua eterna mulher mortal.
Vorik deixou seus pensamentos dispersarem enquanto olhava as montanhas, procurando um lugar seguro para passar a semana que duraria a encubação, até sua companheira de sangue sair do seu casulo.
Ele não podia voar todo o caminho de volta para as terras F'al Vader dessa maneira com ela em seus braços, pois se um predador rival travasse uma batalha com ele, ele seria forçado a escolher entre deixar cair o saco vorah e lutar, o que mataria Nancy no processo, ou permitindo-se ser morto por um macho de outro bloco. Vorik iria escolher morrer com sua companheira ao invés de deixá-la cair, ele sabia que a morte significa o fim para ambos.
Seus olhos vermelhos localizaram uma caverna vazia abaixo, sua acuidade visual disse-lhe que não estava habitada. Ele voou para baixo para ir apressadamente em direção a ela percebendo, como ele fazia no valor de anos de caça, que a caverna foi aninhada dentro de terras neutras não reclamada por qualquer espécie.
Vorik rosnou um alerta para formas de vida mais fracas que se quisessem ver a manhã seguinte, eles iriam limpar a caverna imediatamente e ficar fora até que ele e sua companheira acabassem o processo de incubação. Sua audição aguda pegou as vibrações da corrida de pés, e quando chegou com o seu saco vorah passando a forma humanóide, todos os sinais de vida estavam muito longe.
Colocou Nancy na caverna coberta de gelo, sua companheira firmemente embalada em seus braços. Após uma semana de inabalável diligência, ele poderia retornar à sua gente, com sua vorah a reboque.





















Capítulo 6


Uma semana depois a respiração de Nancy tornou-se rápida, levantando seus pulmões e expulsando um fluxo enorme de ar. Abriu os olhos agora tingidos de carmim e os dentes explodiram a partir de suas gengivas quando ela instintivamente procurou seu companheiro. Em um padrão de comportamento que tinha sido geneticamente programado para ela durante o período de incubação, ela explodiu a partir do casulo com um rugido feroz, capaz de fazê-lo por um forro de espigas mortal que se projetava para fora das células da pele em seu antebraço.
Não era possível pensar em qualquer coisa, salvo a necessidade de proximidade com Vorik e vorazmente, depois de ter despertado não acasalando uma única vez durante toda a semana que tinha ficado amarrada, Nancy voava em alta velocidade para fora da caverna, seu olfato aguçado detectou Vorik que estava uma milha fora, em algum lugar nos arredores da foz do leito de gelo abaixo.
O cheiro dele despertou ainda mais seu desejo, induzindo os mamilos a endurecer, a barriga a dar um nó na expectativa de ser montada. No momento em que sua companheira de sangue o viu, desceu sobre ele, seus lábios formaram um rosnar quando ele mudou para a forma de alcatrão kor e rumou em direção a ela. Seus corpos prata reuniram-se em um choque no ar e Vorik imediatamente afundou seus dentes em seu pescoço.
Nancy engasgou com a excitação, precisa ser fecundada pelo macho grande, era muito instintivo para resistir a ele. Que agora ele parecia uma gárgula, que estava com presas e asas e seus olhos eram rubros, todas essas coisas suas células de memória terrena tinham receio, mas a necessidade de ser impregnada era muito urgente para dar-lhes muita atenção. Quando seu companheiro de sangue baixou a terra com um rosnado feroz, então forçou seu corpo em suas mãos e joelhos, ela não conseguia pensar em nada além de ser fodida.
Era como se ela nunca tivesse sido humana, como se seu corpo não abrigasse as memórias de uma existência antes que ela saísse do casulo.
Vorik entrou por trás dela com um rosnado perigoso, o pênis inchado espetando-lhe a carne quente num impulso. Ela sibilou em sua rudeza, olhando por cima do ombro a rosnar para ele. Ele rosnou em resposta, então beliscou seu ombro com os dentes para mostrar a ela quem estava no controle. Ele bateu em sua buceta por trás e ela empurrou em resposta, gemendo como um cachorrinho que tivesse o rabo pisado como castigo.
Vorik imediatamente a acalmava, sua língua se lançando à volta de seu ombro enquanto manteve ritmo constante de seus impulsos. Nancy engasgou de prazer, em seguida começou a cruzar com ele, jogando seus quadris para trás para aumentar o atrito e a profundidade.
-Sim, mais um pouco. - ela ouviu uma voz rouca dizer em sua mente. - Eu senti sua falta dolorosamente.
-Foda-me com esse pau doce.
Ela fez como ele pediu, jogando seu corpo de volta para ele, gemendo e gemendo quando ele bateu em seu corpo, sibilando em êxtase com as unhas afiadas escavadas na carne de seus quadris. Ela não entendia por que a sensação das unhas perfurando a pele dela se sentia tão bem, só sabia que fazia. Era como uma massagem sensual, semelhante à maneira como ela se sentia enquanto o seu clitóris era friccionado.
Suas bolas apertadas bateram contra a sua carne, enquanto ele possessivamente batia dentro e fora dela. Nancy explodiu em um rugido, uma contratação de carne úmida e gozou.
O orgasmo era mil vezes mais forte do que qualquer coisa que ela tinha vivido como um ser humano. Ela gemia e gemia, se contorcia, enquanto Vorik continuava a empalar sua buceta repetidamente, uma e outra vez.
Nancy queria que ele gozasse. Seu útero estava contraído com o desespero febril.
-Vorik...
Ela podia sentir que ele estava vindo. Cada ovo em seu útero formigava.
-Eu queria ser o último. - ele gritou mentalmente. Seus dentes cerrados -Eu desejo tanto você, oh deuses...- Vorik explodiu em um grito, sentindo sua buceta contrair em torno de seu pênis forçando-o.
Tinha ouvido dizer que a buceta da companheira de sangue poderia chupar o sexo masculino Khan Gori até estar seco, mas até agora não sabia se isso era verdade. Na realidade ela apertou-lhe a carne em uma série de contrações intensas até que ele não poderia suportar mais, até que estava rugindo e rosnando de prazer. Vorik bateu em sua carne úmida mais duas vezes, em seguida agarrou seus quadris para forçá-la a um pico com ele quando esvaziou sua semente profundamente dentro dela.
Eles foderam por mais três horas. Vorik tornou-se mais animalesco com cada acasalamento, bebendo seu sangue para aumentar o êxtase delirante, arranhando seus quadris para fazê-la tremer e convulsionar em torno de seu pênis. Levou-a com a violência de sua espécie primata de uma forma que nunca poderia ser, enquanto ela estava em sua forma humanóide.
Só uma vez durante o acasalamento todo ela rosnou para ele sair dela, e que foi apenas depois que ela foi efetivamente impregnada com um filhote e queria descansar um pouco.
Vorik, um virgem há apenas uma semana, queria mais e cada vez mais de sua buceta, recusando-se a parar até que ele explodiu de novo e novamente dentro dela.
Quando Nancy protestou com um grunhido, ele rugiu em negação e em seguida deu-lhe uma mordida acentuada no ombro. Obediente, ela apertou um lado do rosto para o chão e ergueu os quadris para cima o mais que pôde e ele entrou profundamente nela como desejava.
Vorik grunhiu de satisfação, um ronco de arrogância masculina perfurando a noite, quando empalou sua carne outra vez com o seu pênis.
Em meio a um frenesi de acasalamento, ele a montou uma outra vez, jorrando semente em sua carne mais vezes do que qualquer um deles poderia contar. Quando finalmente estava saciado, quando as bolas foram drenadas de toda a semente, Vorik enrolou o corpo gigantesco em torno dela e se prepararam para dormir juntos dessa maneira, ainda na forma de alcatrão kor de modo que os elementos de gelo em torno deles não teve qualquer efeito negativo. Nancy grunhiu, querendo um contato mais próximo. Vorik deslizou seu pênis dentro dela por trás, assim ambos teriam o contato constante que eles necessitavam. Caíram no sono, dois companheiros de sangue unidos em todos os sentidos possíveis.








































Capítulo 7


Nancy acordou na manhã seguinte em forma humanóide. O corpo de Vorik, ainda sob a forma de alcatrão kor, estava enrolado em volta dela, protegendo-a do frio gelado da paisagem que a prejudicaria. Sem sua pele emitindo constante calor morno aconchegante, ela imaginou que estaria morta em questão de uma hora. Estremeceu ao pensar, então se aconchegou mais perto dele, por uma questão de auto-preservação.
Preocupada, mordia o lábio inferior quando percebeu pela primeira vez que Vorik ainda estava em sua forma de gárgula. Ela o tinha visto naquela forma na noite passada, mas tinha olhado para ele através dos olhos de um predador semelhante. Esta manhã ela encontrou-se com medo de olhá-lo através dos olhos de um ser humano, pois quando ela o fizesse saberia exatamente no que foi que ela tinha evoluído. Suas memórias das mudanças metabólicas que tinha sofrido enquanto estava no casulo não eram numerosas. E aquelas que existiam não eram memórias, mas bem impressões.
Um sentimento de renascimento, de rejuvenescimento, a aquisição de sentidos aguçados, tudo a ficar mais agudo. Olhos que outrora exigiam óculos ou lentes de contato para ver agora podia digitalizar o terreno de uma milha ou mais na distância. Sua audição sempre tinha sido superior, mas agora era infinitamente melhor.
Nancy fechou os olhos brevemente, com base em uma respiração calma do ar. Ela precisava vê-lo, ela disse a si mesma. Ela precisava saber o que os olhos humanos veriam quando olhassem para ele e para ela. Como ela poderia ter a esperança de voltar para a Terra se... Meu Deus, pensou com uma pontada de emoção, porque era o pensamento de deixar Vorik, um homem que tinha conhecido há uma semana, tão horrível? Tão vazio?
Ela suspirou e pela primeira vez, sinceramente duvidava que ela fosse capaz de seguir sem ele em sua vida. Não apenas em sua vida, mas sua presença constante. A batida tranquila e constante de seu coração batendo suavemente contra as costas fez mais para dominar sua inquietação do que ela desejava. Porque isso só podia significar uma coisa: ela estava louca, mas desejava-o perto dela. Para sempre.
Nancy virou a cabeça lentamente, seus olhos castanhos a encontrar o alerta carmim de Vorik. Ele estava acordado. Acordado e em forma de gárgula. Sua respiração ofegante. Eles olharam um para o outro nos olhos. Nesse instante testemunhou a tristeza em seu olhar, ouviu um som baixo, e ela sabia o que estava pensando Vorik sem precisar que ele mentalmente ou verbalmente enviar as palavras a ela. Ele estava sofrendo por dentro, perguntando a si mesmo se ela nunca seria capaz de amar verdadeiramente um homem que também era uma besta.
Em uma corrida de impressões viu o planeta Khan Gor do passado através da sua mente, um passado que incluiu o fechamento do planeta de gelo de prata. O medo de seu povo, ou seja, o que seu povo fosse capaz de fazer geneticamente levou homens de outros planetas a procurá-los em um esforço para destruir a sua raça. Por vários milênios, o planeta tinha permanecido blindado em um manto invisível de gelo até que todos tinham esquecido da sua existência e os líderes do bloco sentiu que era seguro baixar a guarda um pouco.
Mesmo assim os Goris Khan não tinham se aventurado para fora do planeta até que a situação tinha se tornado tão desagradável que os machos de sua espécie não tiveram escolha senão procurar em outro lugar por suas companheiras, porque não era provável encontrá-las em Khan Gor.
Na verdade, nascidas Khan Goris foram poucas, seus números esparsos. A Natureza, ao que parece, nunca tinha destinado para o sexo masculino Khan Gori uma companheira de sangue dentro de sua própria raça, um fenômeno que, sem dúvida, manteve o gene da combinação arejadas e saudável, e manteve as mulheres que se transformaram em predadores dominantes de reprodução, os filhos robustos. A raça com a raça poderia causar loucura entre os descendentes, e em um caso fatal, criar um monstro.
Ela abriu a mente para uma cena que se repetia nas memórias dele. A lembrança foi do pai de Vorik transmitindo a seu filho a narração de uma lenda, como ele tinha sido o primeiro Khan masculino Gori em três mil anos a se aventurar fora do planeta em busca de sua companheira de sangue, como ele tinha encontrado Jana, a mãe de Vorik, e como ele a tinha trazido para casa. Mas nada, claro, tinha sido assim tão simples.
O coração dela se apertou quando viu sua primeira memória, uma memória que tinha ocorrido apenas momentos após seu nascimento. Sua mãe, Jana, tinha fugido do pai dele na época e tinha tido seu filho sozinha. Então, com medo, ela recusou-se a segurá-lo nos braços ou alimentá-lo em seu peito depois dele ter nascido.
O lábio inferior de Nancy tremia enquanto a cena continuava. Jana, que se recusou a mudar para a forma Tari kor além de sua primeira emergência do casulo, passou os próximos dias olhando para o espaço sem pestanejar, uma expressão vazia no rosto. Vorik tinha chorado muitas vezes de dentro de seu esconderijo, o choro de um bebê recém-nascido que necessita de alimentos.
Mas ela ignorou-o, não ouvindo nada, não vendo nada, sem reconhecer a sua existência. E então um dia, felizmente antes de Vorik ter morrido de fome, sua mãe tinha recuperado a sua mente quebrada. Jana tinha ido fora da caverna que eles estavam escondidos, vagando sem rumo, quando um intruso mortal apareceu com a intenção de matar seu filho pequeno.
Sua mãe, que estava enfraquecida na época pelos dias sem comer, tinha percebido a intrusão na caverna e, em uma explosão de potência e velocidade, tinha mudado para sua forma de gárgula e matou o intruso com uma batida rápida com as costas das mãos voltadas para frente. Por causa das pontas que sobressaem fora dos braços de uma mulher, quando em forma de animal, a matança foi rápida e eficiente, empalando o inimigo e matando-o instantaneamente. Quando finalmente terminou e Jana soube que a ameaça ao seu filho tinha passado, ela havia voltado a chorar e recuperou sua sanidade no processo. Perdoe-me, Vorik, ela chorou, ao colocar o recém-nascido em seu peito. Pelo amor da deusa, por favor, perdoe-me, meu filho.
Nancy abriu os olhos lentamente, as lágrimas causando-lhe chicotadas quando seu olhar chocou-se com seu companheiro de sangue. Vorik tinha, é claro, perdoado sua mãe, a quem ele amava intensamente. Mas o seu coração nunca esqueceu a rejeição.
Vorik não fez nenhum movimento para forçar Nancy a ficar perto dele. Ele simplesmente estava lá e esperou seu julgamento, com os seus tristes olhos vermelhos mexendo em seu rosto.
-Você pode me amar?- ela achou que o ouvi dizer baixinho em sua mente- Você pode me aceitar como sou?
Nancy travou a respiração quando olhou para ele através dos seus olhos de humanóide, estudou suas feições e encontrou sua mão subindo suavemente para decorar o seu rosto com a palma da mão e dedos. Seus olhos se fecharam rapidamente ao contato e abriram-se novamente para ver por si mesmo como se sentia. Neste momento todos os pensamentos da Terra, todas as lembranças de sua antiga vida e amigos, esmaeceram em importância até que tinha tudo desapareceu.
Nancy sorriu suavemente para seu companheiro de sangue, percebendo como ele era a forma de vida mais poderosa e gloriosa que já tinha tido o privilégio de ver. Foi esculpido de prata lustroso, seus músculos abundantes e feroz. Seu rosto, mesmo em forma de kor,era duramente bonito. Embora ele fosse careca como qualquer gárgula seria nesta forma, ela descobriu que ele parecia ainda mais formidável e viril, para não mencionar terrivelmente sexy.
-Sim. - ela murmurou, seus olhos encontrando os dele. Ela sorriu, procurando seu rosto- Eu posso te amar.
Sua respiração parou enquanto olhava para ela, mas não falou uma palavra. E então, num piscar de olhos, ele a pegou nos braços e saiu voando em alta velocidade, sem abrandar até que chegaram à caverna que ela incubou em evolução, enquanto no casulo.
Ele a deitou delicadamente sobre uma cama de peles de animais, em seguida, veio de joelhos à sua frente, ainda na forma de alcatrão kor. Nancy experimentou um momento de pânico quando ele deslocou as suas coxas largas à sua frente e, em seguida abaixou a cabeça e lambeu do ânus para o clitóris molhado tudo. Lembrou-se violentamente como eles acasalaram como gárgulas na noite anterior, assim sentiu uma ligeira hesitação quando se tornou evidente que ele queria montá-la enquanto ela ainda estava em forma humana. Seus olhares se encontraram.
-Eu nunca iria magoá-la, em momento algum. - disse ele suavemente. Ele tomou uma respiração calmante - Por favor, faça isso por mim, para eu saber no meu coração, que você me aceita como homem e besta.
Nancy sorriu, sem medo. Ela sabia que ele nunca iria machucá-la. Ela só precisava de tranquilidade.
-Ok. - ela sussurrou de volta em sua língua. Sua respiração saiu correndo quando ele baixou o rosto entre as pernas dela e rodou na buceta dela com sua língua áspera. Ela engasgou imediatamente, pois sua língua em forma de alcatrão kor foi ainda mais abrasivo do que era em forma humanóide, e imediatamente enviou tremores através dela. A visão de uma mulher humana que foi de bom grado para uma gárgula de más intenções sexuais era pecaminosa e provocante e seus mamilos endureceram em picos dolorosamente apertados.
Nancy olhou para baixo, onde sua boca estava dobrando a sua carne e tremia com a excitação. Seu rosto prata de gárgula estava pressionado contra a sua buceta, seus olhos carmins a vê-la enquanto ele amamentava seu clitóris. Ele construiu-a para um pico em questão de momentos, sugava o clitóris tão rápido que parecia que ele estava mastigando sua carne.
Ela gemeu, sua cabeça caiu para trás contra as peles de animais e seus mamilos se projetavam em excitação.
-Vorik.
Ele chupava seu clitóris com sua língua áspera e simultaneamente sacudia a cabeça em um show de realização sensual como nenhum macho humano poderia dominar. Ela pulou acima em um gemido, então rodeou suas pernas em volta do pescoço e apertou o rosto mais perto de sua buceta. Vorik rosnou contra o clitóris, vibrando-o quando o chupou.
Nancy gritou de prazer, arfando o seu nome com o seu corpo inteiro convulsionando em um gemido alto de conclusão. O sangue correu para o rosto, aquecendo-o. O sangue correu para os mamilos, alongando-as. Vorik levantou a cabeça de seu corpo molhado, enrolando em seguida sua língua áspera em torno de um mamilo saliente, acalmando-o e ainda despertando-o. Ela suspirou satisfeita, com os olhos ainda fechados, enquanto acariciava sua cabeça de gárgula. E então, oh Senhor, Vorik levantou a cabeça de prata de seu peito, lambeu o mamilo mais uma vez e estabeleceu o seu corpo de prata enorme e se sentou em seus joelhos entre suas pernas. Ele levantou seus quadris, suas unhas marcando-os.
-Oh, sim. - Nancy ficou com a respiração entrecortada, os mamilos mais duros, enquanto olhava a visão pecaminosa de uma gárgula, um ser do sexo masculino que muitos chamam de demônio montar seu corpo pálido, o corpo de uma mulher humana. Seus olhos vermelhos encontraram os seus marrons. Seus lábios entreabertos em um emaranhado ligeiro, descobrindo seus dentes. Ela lambeu os lábios, reconhecendo-o como um gesto de excitação de sua parte. Ela gemeu quando as unhas arranharam seus quadris novamente antes de chegar suas mãos grandes em suas coxas para abri-las.
Com um resmungo entrou nela plenamente, com os olhos carmim estreitados em fendas de desejo. Nancy gemeu quando ela assistiu o seu pau de prata invadir o seu corpo humano, a visão de sua buceta molhada chupando-o em sua carne num som erótico.
-Vorik. - ela suspirou correndo um dedo ao longo de seu incisivo esquerdo. Estremeceu em reação. -Foda-me - ela murmurou.
Seus olhos escarlates alargaram-se, sem esperar que ela aceitasse seu acasalamento tão cedo, tão plenamente. Ele resmungou enquanto seus dentes perfuraram a carne macia de seu pescoço, balançando os quadris para trás e para frente dentro dela ao mesmo tempo em que bebia do seu sangue. Nancy gozou violentamente, instantaneamente, os gemidos ecoando por toda a caverna enquanto ele festejava em seu pescoço, seu corpo tremia convulsionando em contrações ferozes.
-Vorik.
Sua cabeça de gárgula levantou de seu pescoço, seus olhares chocaram-se enquanto ele se concentrava em sua montagem. Ela viu seus dentes rangerem enquanto ele mitigava seu orgasmo, sabendo que ele queria um tempo de acasalamento antes de gozar. De algum lugar profundo dentro de si, ele deve ter achado o seu controle e a respiração de Nancy travou enquanto ela o olhava com olhos humanos. Ele foi selvagem, primitivo, descobrindo seus dentes totalmente enquanto afundava seu pau em sua buceta mais e mais, uma e outra vez.
Ela gritou de prazer, sabendo que cada orgasmo em erupção dentro dela era tanto por vê-lo fodendo-a como gárgula como pelo seu próprio prazer.
Vorik girou seus quadris e bateu nela, passando as unhas suavemente em seus quadris. Seu rosnado baixo durou o tempo todo, ao longo de cada um dos seus orgasmos, todo o ritual de acasalamento inteiro.
Quando ele não aguentava mais, quando pensou que ficaria louco se não gozasse, entrou nela pela última vez, em seguida, com um rugido dominante, seu jorro quente e cumulativo entrou profundo dentro dela.
Minutos mais tarde, quando a urgência passou, Nancy encontrou-se mais uma vez aconchegando-se contra seu companheiro de sangue para dormir. Só que desta vez não era o corpo de um predador do sexo feminino que procurou o calor e a segurança do animal. Era o corpo de uma mulher humanóide.























Capítulo 8


Uma semana depois Nancy acordou primeiro, levantando-se lentamente após desembaraçar os seus corpos. Na noite passada ela tinha jogado de Fay Wray com seu King Kong de novo, querendo-o em sua forma de alcatrão kor em vez de sua forma humanóide. Ela tinha apreciado cada momento com ele. Ela não estava certa porque, na verdade não conseguia explicar o que foi que a levou a se sentir tão excitada por algo tão simples como o seu acasalamento com seu companheiro de sangue em sua forma de besta. Fazer amor com uma gárgula, pensou em um sorriso, era muito recomendável.
Nancy soltou um suspiro resignado, sorrindo para si mesma. Ela amava Vorik. Ele era apaixonado por ela também. Não tinha uma parte dela, tão irrealista quanto ela sempre soube que era, que secretamente desejava ser Fay Wray que caia de amor por um macaco gigante e vice-versa, cada vez que o velho filme em preto e branco tinha sido mostrado na TV? Sempre desejara um final diferente cada vez que o filme passou. E uma hora depois, o animal amado estava morto, tendo caído do alto do Empire State Building, em seu desespero para reconquistar a mulher que ele amava.
Nancy fechou os olhos quando a verdade se abateu sobre ela. Se ela não aceitasse Vorik, o mesmo destino cairia sobre ele. Ele faria qualquer coisa, inclusive dar sua vida, apenas para ser capaz de a segurar em seus braços. O pensamento de outro macho perto dela iria matá-lo de uma maneira fundamental que nenhuma mente humana podia realmente compreender. Mas por causa de sua ligação de sangue, devido ao fato de sua genética ter sido alterada, ela era capaz de entender. E porque ela o entendia sabia que nunca iria abandoná-lo.
Não que ela tinha planejado deixa-lo de qualquer maneira. Tão assustador como este novo mundo era, Gor Khan era agora a sua casa e Vorik era seu companheiro. Apavorada como estava em encarar o que o futuro reservava, ela percebeu que o seu futuro não estava mais na Terra.
Além disso, ela pensou com um suspiro, tinha presas agora. Presas e asas. Ela poderia se transformar em uma gárgula. E tinha orgasmos toda vez que bebia sangue. Merda! Como se ela pudesse voltar para casa! Ela haveria de ser trancada em um hospital psiquiátrico ou estudada em algum laboratório esquisito para o resto de seus dias. Os olhos de Nancy voltaram-se para onde Vorik dormia, seu corpo humanóide relaxado em sono profundo. Ela sorriu. Seu gigante gentil. Ele parecia tão inocente dormindo, mesmo sabendo que quando acordado ele era tão feroz como um raptor.
Estudou-o por mais um instante, depois olhou para longe de seu companheiro, sua mente se encaminhando para mais tarde no dia em que chegaria nas terras F'al Vader. Eles tinham tomado o seu tempo para ficar ali, querendo explorar mais um do outro, mentes e corpos, antes de Vorik a levar de volta para seu covil.
Talvez, apenas talvez, Nancy disse a si mesma, não seria tão assustador como ela pensava que seria. Ela sabia que, afinal, Vorik nunca ira magoá-la. Nem permitiria que outro pudesse fazê-lo. Ele a amava, ele estava apaixonado por ela. A última semana que passaram juntos, fazendo amor e caçando, falando sobre tudo e nada, rindo juntos, tudo isso só tinha solidificado mais a sua ligação especial. E fazer amor. Oooh, o amor!
Com a necessidade em cima dela, Nancy permitiu se transformar em Tari kor. Ela sorriu, seus dentes explodindo de sua gengiva quando ela o fez.
Ela ouviu seu companheiro despertar atrás dela, despertado pelo cheiro de sua excitação. Seus lábios formaram um rosnar quando ele descobriu seus dentes rosnando quando ele explodiu no ar em direção a ela, seus corpos em choque.
Nancy não tinha acasalado Vorik em sua forma Tari kor desde a noite que ela saiu do seu casulo. Ela assobiou quando suas unhas afiadas cavaram sua carne, decidindo imediatamente remediar essa situação.
Para o inferno com o voltar para a Terra. As sobrancelhas se retorceram.
Nancy estava em casa.
































Epílogo


Dez anos mais tarde Nancy F'al Vader, nome de solteira Nancy Lombardo, sorriu para o recém-nascido mamando em seu peito. Ela tinha tido cinco filhos em dez anos, embora sua primeira e última gravidez produziu apenas um filho cada. Graças a Deus.
Nancy fez uma careta enquanto se lembrava do calvário longo e doloroso do primeiro parto. Ela tinha cinco filhos. Cinco! Recordou como o seu filho mais velho tinha feito o seu caminho no mundo, seu pequeno corpo de gárgula emergindo entre suas pernas e levantando vôo. Ela sorriu com a memória, recordando a forma como seu filho pequeno tinha voado para seus braços no minuto em que ele a viu, aconchegando-se contra seu corpo com suspiros de satisfação. Do mesmo modo que sua filha caçula estava fazendo agora.
-Ela é perfeita - Vorik murmurou, seus olhos de prata encontraram sua companheira de sangue. Ele olhou para baixo na pequena Xorak e correu suavemente um dedo sobre a cabeça da pequena kor. -Assim como sua mãe.
Nancy suspirou:
-Você está apenas tentando cair nas minhas boas graças, para não jogá-lo fora da cama novamente. - brincou ela.
Ele resmungou com a memória recente.
-Na verdade, é um crime me negar teu corpo, vorah - Sua mão cortou definitivamente o ar - Eu nunca vou permitir, assim, não faça que eu ruja.
Ela pigarreou, divertindo-se com o debate.
-Você gárgulas são todos iguais. - ela cutucou - Se não pode ter amor, fica fora do prumo.
Vorik inclinou a cabeça escura e beliscou-lhe no ombro, provocando um gemido. E um arrepio. Quando seu rosto reapareceu em sua linha de visão, sua expressão era solene.
-Brincadeiras à parte, eu te agradeço por outro filho lindo. - Ele beijou a ponta do seu nariz, em seguida, sorriu. -Eu te amo, Nancy. - ele murmurou. O modo que ele pronunciava o nome dela sempre a fazia sorrir. Ela passou a mão suavemente sobre o seu maxilar.
-Eu também te amo, Vorik.
Mais tarde naquela noite, quando todos os filhotes foram para cama, Vorik se juntou a ela em sua cama com um bobo sorriso no rosto, uma covinha de cada lado do rosto.
-Vamos jogar o jogo anon yenni, um pouco?
Nancy passou a língua sedutoramente em seu lábio inferior. Ela sabia o quanto ele amava o jogo. Ela fingia ser uma faminta yenni alfa no mercado voraz, enquanto seu companheiro de sangue desempenhava o papel do excitado virgem desesperado para alimentá-la. Não muito longe de como eles originalmente se encontraram, ela pensou. Ela mexeu as sobrancelhas para ele.
-Eu acho a espada velha por aqui em algum lugar. Você se lembra de minha espada? A que você confundiu com uma cauda yenni dez anos Yessat atrás?
Vorik riu com a lembrança.
-Sim.
Nancy sorriu para o seu companheiro de sangue. Era muito feliz. Com ele. Com seus filhos. Com sua vida. Com ela mesma. Estava contente por não ter feito aquele trabalho no Alasca. Muito feliz de fato.
Fará uma longa jornada, murmurou a velha bruxa enquanto a mão descansava na testa de Nancy e estudava seu rosto. Mas fará valer a pena o sacrifício quando tudo estiver dito e feito. E o amor será verdadeiro. A bruxa tinha razão. O amor foi o mais definitivamente possível. E, caramba, era bonito. E nesse pensamento, seu sorriso se transformando em riso quando Vorik assumiu o papel de virgem e ela de sua voraz yenni.


Fim






 

 

  


 

 

 

Trek Mi Q´an 4.5 - Nancy Travessa

Jaid Black

  

 

 

 

 

Tradução: Jacky Wilson

Revisão Inicial: Rosânia

Revisão Final:  Evânia Amorim

Formatação: Evânia Amorim

 

 Resumo:

 

   Nancy vai a uma festa de Haloween vestida como Xena e uma bruxa acaba levando-a para uma outra dimensão. Aparece em um tipo de ninho em cima de um pedestal, muito, muito alto (Não há como descer).

Vorik é um metamorfo (Uma mistura de Gárgula e humano), os gritos de "ajude-me" de Nancy, soam exatamente como os gritos de fome de uma criatura yenny, uma criatura não muito brilhante que se alimenta do semen ejaculado de um metamorfo. E por coincidência, os yennys parecem bastante com humanos.

Como se fossem mulheres humanas, a não ser que possuem caudas metálicas. (daí  o costume de Xena, com sua espada, que na penumbra ele confunde com uma cauda).

Não pé novidade que terá muito sexo oral presente...

É uma mistura muito agradável de muito sexo quente e humor.

A confusão e preocupação com o pobre yenny que está tanta fome e não consegue comer e a parte romântica são bem interessantes, apesar do inicio auspicioso do casal.

 Nota:

Esta é a estória de Vorik, filho de Yorin e Jana (Casal que aparece no Trek Mi Q´an 04 - Sem Saída).

 

 Trek Mi Q´an

01 - A Roupa Nova da Imperatriz

http://www.4shared.com/document/QStwAPVr/TMQ-_01_-_A_Nova_Roupa_da_Impe.html

1.5 - Raptada

http://www.4shared.com/document/l9PlHYzJ/TMQ_15_-_Raptada___Rev_PL_.html

02 - Sem Piedade

http://www.4shared.com/document/oiDjIvrt/TMQ_-_02_-_Sem_Piedade__Rev_PL.html

03 - Escravizado

http://www.4shared.com/document/ObmT8HYz/Jaid_Black_-_Trek_Mi_Qan_-_03_.html 

04 - Sem Saída

http://www.4shared.com/document/RzTI7ZO5/Jaid_Black_-_Trek_Mi_Qan_-_04_.html

4.5 - Nancy Travessa

 http://www.4shared.com/document/-pZSC_IX/TMQ_-_45_-_Nancy_Travessa__Rev.html

 

 

   

Link do e-book em doc.

http://www.4shared.com/document/-pZSC_IX/TMQ_-_45_-_Nancy_Travessa__Rev.html

Link do e-book em txt.

http://www.4shared.com/document/xFpIGsGI/TMQ_-_45_-_Nancy_Travessa.html

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