quinta-feira, 9 de setembro de 2010 By: Fred

PEGASUS LANÇAMENTOS APRESENTA - MARY WINE - DREAMS 04 - ENTREGANDO-SE AO SONHO


Entregando-se ao Sonho
DREAM SURRENDER
MARY WINE



DISPONIBILIZAÇÃO:SORYU
TRADUÇÃO E REVISÃO INICIAL: SORYU
SEGUNDA REVISÃO: MILLA
REVISÃO FINAL: MILLA
FORMATAÇÃO: EVÂNIA AMORIM


Série Dream

1 – Sonho sombrio – Distribuído RS & RTS
2 – Espectro do sonho - Distribuído RS & RTS
3 – Pagando a dívida – Distribuído RS & RTS
4 – Entregando-se ao sonho – Distribuído
5 - Dream Seduction - Sonho Sedutor – Sem data prevista de
lançamento pela autora




Pégasus Lançamentos







RESUMO


Em uma noite enluarada. Dois estranhos são envoltos por uma atração ardente que resulta em um beijo arrasador. Rourke Campbell aposta com todas as suas habilidades psíquicas que aquela mulher em seus braços é a mulher de seus sonhos. O Problema, é que ele é um soldado psíquico, casado com o Exército e ela é casada com outro homem. Um beijo roubado é tudo o que eles podiam ter... Mas o destino é o rei do mundo. Quando um dos homens de Rourke adoece com suspeita de Ebola Tai Floresta, um simples beijo tem o poder de transformar a vida de Rourke e Loren , obrigando-os a viverem juntos em quarentena em uma montanha. Mas o relógio nunca para, Loren se vê no dilema de render-se ou não a paixão fulminante que sente por Rourke. Quando seu ex-marido é assassinado, o bloqueio final é removido. Exceto a ameaça da contaminação com a doença, ou um coração partido. De qualquer maneira, ela já perdeu. Rourke está determinado a fazê-la sua, mesmo que tenha que usar seu arsenal psíquico e sensual para seduzi-la. Mas o destino esta sempre mudando as regras do jogo...


NOTA DA REVISORA SORYU:


Esse era para ser o livro, ERA. Não que o livro seja ruim, mas não se compara aos outros. Falta a magia, a emoção, e o carisma dos outros personagens. Embora a Mary Wine tente copiar a receita de bolo dos outros livros, não funcionou. Faltou a Loren, a inteligência e o charme da Roshelle, a competência e a inocência da Grace. Não que ela seja uma má pessoa, mas ela não tem o perfil para ser a mocinha desse romance. Mas no final eu não entendi o que a Mary Wine quis dizer com esse romance, muitas indagações do segundo livros ficaram em aberto, não entendi a necessidade de certos personagens como o Toby. Uma salada de fruta na cabeça do leitor, e a sensação que a Mary não escreveu esse livro.
O livro melhora do meio para o fim. Com cenas de ação, romance e aventura e bastante sexo! Mesmo a Mary Wine forçando o relacionamento entre os protagonistas, e contando algumas historias absurdas. Muitas situações prendem o leitor.
Não é um clássico, longe disso, mas chega ser uma leitura interessante, para aqueles que acompanham a Saga!



CAPÍTULO UM


Não era justo. Nem um pouco. Todo o mundo tinha suspirado junto com a noiva, encantando-se com o cheiro das flores frescas, e com o sentimentalismo que envolvia o ambiente, era comovente como o sacerdote emitiu as palavras ao casal.
Contemplando a visão da praia costeira, Loren tentou se lembrar o quanto se sentia deprimida em casamentos. Assim o que ela estava fazendo aqui?
Agora isso não tinha mais importância. Saindo para a varanda ela se movimentou sobre a praia. Seus sapatos afundaram na areia, ela os retirou dos pés. Colocando os sapatos debaixo da grade, Loren partiu novamente, enquanto seus dedos nus afundaram na areia, ela sorria.
A noite não era uma perda total. Amanda sabia como organizar um evento. A recepção estava sendo realizada em uma praia privada.
A música ecoava por todos os lugares, mesmo se afastando da cerimônia, ela ainda escutava ao longe a melodia do casamento.
A noite estava perfeita, a brisa era suave, e ninguém estava à vista!
Uma perfeição.
Mas o tempo não estava ao se lado. Virando-se, Loren pensou em suas responsabilidades sociais. Ali estava um conjunto de pequenas pessoas conversando, ela tratou de escapar, antes que ficasse presa a ao grupo.
Ela caminhou apenas dois passos antes que o visse. Não deveria ter ficado surpresa por ver outra pessoa na praia. Havia algo surrealista no seu acompanhante. O luar derramava sua luz sobre ele e seus olhos estavam presos àquela figura enigmática. Ele estava de pé, aparentemente à vontade. Um arrepio percorreu seu corpo, ela ficou mais consciente dele. Seus braços eram musculosos, seu tórax amplo, tudo grande e forte. Até mesmo sua calça jeans realçava suas pernas musculosas.
Não era só o tamanho dele que capturou sua atenção. Havia algo de selvagem no seu jeito de ser, algo indomável. De repente ela quis ser acolhida, protegida por ele. Loren balançou a cabeça para afastar aqueles pensamentos bobos. Meia taça de champanhe a fazia pensar esses tipos de bobagens, bem, isso significava que estava na hora de dormir.
Descobrir as emoções dela era pouco ético, mas no momento Rourke realmente não se preocupava com isso. Ele estava cansado de seguir um protocolo. Todo o mundo parecia ter uma idéia preestabelecida sobre o que era um psíquico, de suas funções e atitudes. O que todos não perceberam era que ele era um ser único, e com personalidade própria. Às vezes a natureza, o instinto de um homem supera a disciplina adquirida.
A culpa era dela. O modo em que ela se movia era muito erótico. Não era tanto o vestido que ela usava, mas o modo que o corpo dela se movia embaixo do tecido.
Havia uma ondulação em seus quadris que imploraram uma inspeção mais íntima. Avançando ainda mais, Rourke avaliou as emoções dela. Um sorriso formou-se nos cantos de sua boca. Ela o estava observando, percorrendo seus olhos em cima do corpo dele, ele observou como o desejo dela estimulava o seu próprio desejo.
Virando a cabeça, ele mirou os olhos dela. Aqueles olhos se mostravam surpresos, mas ela controlou suas emoções antes que ele notasse os sinais físicos que o corpo dela pudesse mostrar. Mas ele os sentia de qualquer maneira.
A Precaução se manifestava em seu corpo, ao logo que seu interesse por ele aumentava. A batalha que ela estava empreendendo pelo controle, fez Rourke jurar que a faria perder. Uma vez ela descartou seus valores morais. Eles poderiam compartilhar uma grande paixão. Loren nunca mais beberia uma taça de champanhe enquanto vivesse! Ela estava praticamente babando em cima do homem. Com a sorte que ela estava tendo hoje, ele por certo perceberia sua reação.
Loren tentou reunir todas as suas forças para caminhar a recepção. O modo que ele estava de pé enquanto a assistia, a fez desejar cruzar seu caminho para perturbá-lo. Observando o novamente, ela se encantou com a força do homem. Estava extasiada. Não era só o corpo dele, parecia ser enraizado profundamente dentro do ser dele. Ele tinha algo de magnético dentro dele. O corpo inteiro dela estava pulsando com uma necessidade que Loren tinha gastado anos expulsando.
Fascinação substituída o receio dela, Loren assistiu o modo que ele se movia. Silenciosamente. O corpo dele moveu pelo contorno da costa com uma confiança que confirmou a força dele.
Loren se encontrou assistindo a aproximação dele com uma intensidade que desconsiderou todos os avisos que seu cérebro demandava. Com extrema elegância, ele se aproximou de forma mais íntima. Inclinando a cabeça para trás, Loren conheceu o par de olhos cor de esmeraldas mais surpreendentes. Poucos segundos depois ele puxou o corpo dela para o seu com um único movimento e a boca dele se apropriou da sua .
Seus pensamentos se revoltaram como o volume de impulsos que a subjugou. Seu corpo se digladiava entre a sensação de estar nos braços dele, e o sentimento lógico que seu cérebro emitia. O corpo dele movia-se sobre o dela de forma agradável, enquanto ele virava e cercava a carne dela como os lábios, ocupado com uma agressão que exigia a complacência completa. A invasão íntima forçava a rendição, como sua língua que era tragada pela dele. Torcendo e empurrando, ele mostrava com a boca o que viria a seguir. Os quadris dele empurraram contra ela, enquanto lhe mostrando a prova das suas intenções.
– Espera... Nós não podemos fazer isto!
– Eu penso que podemos.
A voz dele emitia uma ordem de forma profunda e inquestionável como o corpo dele fazia, enquanto falava bem próximo de sua orelha.
A própria incapacidade dela de dizer não a ele, causou um tremor crescente em seu corpo.
Loren suspirou, as pontas do dedo dela se tornaram ultra-sensíveis. As mãos dela viajaram pela expansão da camisa coberta do tórax dele. Suas mãos percorreram de um lado para outro o tórax, as pontas de seus dedo se encantaram com o músculo duro que apalpavam.
Ela tentou fazer seu cérebro funcionar, mesmo com a vontade louca de se atirar na cama junto com ele.
– Eu não posso fazer isto.
Levantando a cabeça dele, Rourke observou a moça em seus braços. Ele poderia cheirar a paixão no corpo dela, sentia esta entrando em sua pele. O pânico na voz dela era a única coisa que inibia seu propósito.
Procurando os pensamentos dela, ele refletiu a situação. Se ela tivesse um namorado naquela recepção, os sentimentos dela não eram muito profundos por ele. Não, ela estava reticente por seu repentino desejo por ele.
Abaixando a boca novamente, Rourke tomou posse dos lábios dela. Ele capturou o gemido que escapou dela, ela tinha perdido a batalha de tentar ignorar a atração mútua que surgiu entre eles.
O corpo dela emanava paixão. Os quadris dela se moviam, pressionado os dele, as mãos dela acariciavam seu corpo em convite descarado.
Pensamentos recusavam a se formar. Loren não conseguia parar as mãos, mas ela nem tentou.
Ele exalava um odor muito masculino. Estava intoxicando em sua intensidade. O corpo dele era tão duro. Ela estava almejando isto. Os dedos dela arranharam a camisa dele procurando a pele que ela poderia cheirar.
– Venha comigo.
Ele a puxou pelas mãos, apenas poucos centímetros os separavam, sua mente começou a clarear o bastante para oferecer um protesto. Cavando os pés dela na areia, ela puxou a mão em uma parada.
– Estou muito bem, onde estou.
Não! O som da recepção só fez atacar sua consciência. Loren deixou sua paixão de lado, enquanto agarrava-se a tênue linha de seu controle.
– Eu não posso fazer isto. Forçando cada palavra dita, Loren usou a verdade para interromper aquela situação.
– Quem quer que seja, eu diria que está na hora de romper a relação.
– Não é tão simples assim.
– A verdade é sempre simples. Quando você começa a se enganar, é quando as coisas complicam.
As mãos deles ainda estavam unidas. Loren observou a mão dele, e lamentou as consequências que acarretariam realizar o desejo dele. Isso era o que seu corpo tinha exigido há pouco tempo.
– Eu concordo, mas algumas coisas não têm como acontecer.
O desejo nos olhos dela fez com Rourke hesitasse antes de responder. Talvez ela estivesse receosa de romper com o sujeito.
– Eu não deixarei que ele a machuque.
Se movendo mais para frente ela inspecionou seu acompanhante. Forçando-se a encará-lo de forma dura. Ela lembrou de uma lição severa que vida tinha lhe ensinado há muito tempo. Homens sempre manipularam as mulheres para realizarem suas necessidades. Ele não era diferente. Ele a protegeria até que ele ficasse entediado dela, então ela estaria novamente sozinha.
– Eu posso cuidar de mim sozinha.
– Não, querida, o que você precisa é dos meus cuidados.
Um rubor queimado sua face. Loren teve que lutar contra a propagação de calor em corpo que aquelas palavras ocasionavam. Sexo, até mesmo sexo quente, não resolveria sua vida. Apenas complicaria ainda mais.
Dando uma olhada nele, os olhos dela notaram a limpeza precisa de sua retina. Ele se vestia com as apertadas calças jeans e uma camisa simples de algodão, enquanto o cabelo preto dele era bem cortado. A posição do corpo dele traia um nível raro de agilidade achado em um homem civil.
Juntado todas as forças dela, Loren identificou o tipo masculino que sempre a atraia. Um SELO, Ranger ou talvez até mesmo um oficial das Operações Especiais Marinhas.
Os olhos dele ainda brilharam com a conquista que ele esperava fazer.
Bem, sempre havia um modo de intimidar os homens.
– Eu sou casada.


* * * * *


Ela nem se lembrou de dar boa noite aos anfitriões da festa. Loren tinha caminhando para seu carro e chegou a seu quarto antes que ela sentisse o aperto dele em seu corpo.
Afundando sobre a cama ela encarou sua vida. Fazia muito tempo que ela não bancava uma estúpida total.
Isso aconteceu na última vez que ela tinha se unido a um homem. Ela socou o travesseiro. A Frustração estava corroendo seu corpo, enquanto ela tentava se lembrar o que tinha acontecido.
Bem... Nesta noite ela agiu melhor do que quando tinha dezesseis anos. Hoje à noite ela carregava a frustração na cama em vez do marido. A segurança daquela idéia deixou Loren sem sono. Sim, frustração sexual era de longe melhor que a natureza imprevisível de um homem.



Capítulo Dois


As mãos dele estavam tremendo tanto que o Dr. Frank Rinehart não pôde entender mais o relatório de laboratório. Ele não precisou do computador gerado palavras para reforçar seu Pânico crescente. Apesar de o município ter tropas regulares, eles não estavam prontos para lidar com um desastre médico desta magnitude. O número possível de vítimas infectadas fazia seu cérebro girar desordenadamente.
? Doutor?
Frank forçou seus olhos até os homens esperando. Ele empurrou suas mãos nos bolsos de seu jaleco para aquietar o tremor crescente que a companhia atual inspirava. Vários deles estavam agitadamente compassando o confim do quarto de conferência. Seu líder permanecia mortalmente quieto como se esperando por suas informações.
? Sim.. .Bem, nós não podemos estar certos até que nós tivéssemos uma cultura mais desenvolvida mas... Talvez fosse melhor se você se sentasse.
Ponto de vista de sobrancelhas preto acima de um clarão verde penetrante em resposta.
? Não, eu suponho isso não será necessário. Nós devemos começar quarentena imediatamente. Se isto é o Floresta de Ebola Tai, a possibilidade para contaminação é imensa.
? O quão completa uma quarentena você sugere?
? Ninguém em seu time e nenhum dos cavalheiros que possa ter tomado parte em relações.
Rourke relampejou seus olhos acima de seus homens. Eles voltaram para território Americano em menos de vinte e quatro horas. A maior parte daquele tempo eles gastariam no ar. Os olhares negativos que ele recebeu disse que nenhum de seus homens tinha achado tempo para se ocupar até o momento de qualquer coisa.
Isso era só ele.
Maldição! Por que ele tinha sido tão quente para entrar nas calças dela de qualquer maneira? Ele tinha estado mais apertado antes, isso não explicou por que um passeio simples em uma praia se transformada em um encontro que ainda foi entalado na parte de trás da mente dele.
? Por que ? não importou no momento.
? Defina relações, Doutor.
? Intercurso definitivamente, mas qualquer maneira de troca de fluidos podiam se considerar para contaminação.
Rourke lança seus olhos acima de seus homens novamente. Eles agitaram suas cabeças antes deles começarem a se mover agitadamente sobre o quarto novamente. Seu próprio corpo estava gritando com tensão, mas controle era algo que ele aprendeu a puxar mais fundo. Se sua unidade estava contaminou ele os moveria imediatamente antes que os sintomas começarem a aparecer.
Foi uma droga de maldita sorte que Cal Worth não desmoronou até que estivesse fora da Base. Agora Rourke enfrentava o problema de conseguir seu homem fora de um hospital de civil antes que qualquer palavra vazasse para o público.
? Leve Worth para o pássaro e aguarde.
? Sim, senhor!
? Aquele homem precisa ficar aqui mesmo. Você não pode o remover, é contra a lei!
Os homens e Rourke em um piscar de olho executaram suas ordens. A porta balançada fechando atrás deles com o doutor estalado seus protestos.
? Isto é agora um assunto secreto, Dr. Rinehart. Nós temos procedimentos para lidar com isto. Eu estou certo que você concorda que seria melhor remover uma ameaça possível desta natureza de uma área metropolitana tão grande.
? Sim. Mas você pode estar certo de uma retenção completa?
O doutor colocou uma boa pergunta. Não saber o nome dela iria provar um pouco de engano. Rourke podia ainda senti-la. A mente dele segurou a ligação necessária para ele localizar o dela abaixo, mas se a execução da lei local decidisse o desafiar em removê-la, então Rourke preferia não ser distraído pela quantidade de atenção nele, pois iria precisar utilizar suas habilidades de rastreador.
? Existe um civil exposto.
? Eu posso ter a polícia indo buscá-lo imediatamente. Com uma doença tão mortal eu sugiro que não demorem.
O doutor já estava agarrando o telefone montado na parede. Rourke ficou carrancudo ao considerar as complicações de localizar alguém pela área de Los Angeles. Existia uma população muito grande. Arriscando uma possível exposição de sua habilidade psíquica, e mais ainda o fato de que ele operou com um time de Guardas florestais, não era aconselhável. A população civil não receberia aquele tipo de informações muito bem.
Poderia ser sábio tentar uma rota mais convencional primeiro. Os detetives locais poderiam ser capazes de localizá-la abaixo em uma quantia razoável de tempo. As mãos do doutor agitaram quando Rourke deu a ele uma descrição, e a reação física só lembrou a ele de por que ele não queria lidar com civis durante esta quarentena. Não havia razão para ficar nervoso até que eles tivessem uma prova positiva que existia uma ameaça direta para suas Vidas.
? Espere um minuto, eu estava naquele casamento ontem à noite. Era um de nossos residentes aqui que se casou. Mas eu não me recordo de quem você está descrevendo. Não existiam muitas mulheres únicas no casamento.
? Ela reivindicou ser casada.
O doutor o olhou atravessado. Rourke realmente não se importou. A paixão dentro daquela mulher era quente suficiente para ele sentir a seis metros dela. O marido dela era claramente um bobo.
? Bem, ainda existem só duas mulheres que se ajusta a esta descrição. Uma delas está grávida e a outra eu não acredito que seja casada.
? Quanto grávida?
? Avançado.
? Não é ela.
Rourke sorriu. Então a pequena raposa mentiu para cair fora do caminho? Bem, isso podia fazer uma quarentena junto bastante interessante. Afinal, ele já a contaminou. Qualquer repeteco não mudaria muita coisa.
? Talvez eu devesse pedir uma lista de convidados. Isto só não é estilo de Loren.
? Seria mais rápido trazer a mulher aqui para identificação.
? Ela já está aqui. Mas eu estou certo que é um desperdício de tempo. Loren é muito clara sobre suas visões dos homens.
Apesar da confiança do doutor, o homem começou a se mover em direção à porta enquanto falava. Rourke seguiu no encalço do homem. Se esta Loren era sua mulher então ele tinha intenção de fechar este assunto imediatamente. Quanto menos olhos que se fixarem nele melhor. Manter um perfil que passasse despercebido era essencial para sobrevivência da sua unidade. Levar um civil com eles iria produzir uma enorme pergunta de segurança. Rourke lidaria com aquilo da mesma maneira que ele a achasse. Se o doutor podia fornecer as informações para achá-la então preveniria qualquer outro de ficar envolvido.
Alcançando um dos elevadores do hospital, o doutor apertou o último andar antes de virar enfrentar Rourke novamente. Os olhos do homem tinham um olhar crítico novamente. Rourke enviou de volta um olhar penetrante. O mundo civil não tinha uma pista sobre os detalhes sua vida e assim não estava equipada para julgar suas ações. Formando qualquer tipo de vinculo permanente com uma mulher podia ter resultados mortais para ela. Ele raramente sabia muito sobre seus companheiros porque um pouco de informação derramada em orelhas erradas podia resultar na morte deles.
? Carol, acione Loren.
? Ela está vindo para cá agora. Hora prevista de chegada é dois minutos.
A enfermeira nem olhou para cima, mas passou as suas informações e continuou a vestir uma roupa cirúrgica no médico. Sua ajuda estava claramente focada no homem que permanecia com suas mãos enluvadas seguras voltadas diretamente para cima no ar para prevenir que fossem contaminadas.
Dois outros médicos estavam perto em posições semelhantes. Eles enfrentaram outro conjunto de portas de elevador enquanto esperavam que seu paciente entrasse.
? Você irá querer recuar.
? Eu sei como um centro de trauma se parece, Doutor.
? Sim, eu imagino que você sabe.
A luz vermelha acima das portas piscou em advertência. A equipe esperava atenta para iniciarem suas funções. As portas do elevador abriram em um movimento violento com o corpo do homem caindo através do limite. A óbvia vítima deu um pontapé poderoso e o para médico caindo por cima de seu próprio corpo e seu companheiro foi deixado para lutar com seu paciente que tinha intenção de sacudir.
O espaço pequeno do elevado não permitia que os médicos da emergência prestassem algum ajuda na batalha. Com o corpo do primeiro para médico espreguiçado na entrada, os médicos da emergência não podiam chegar ao paciente. Lutando com o paciente enfurecido, o segundo para médico brutalmente se jogou por cima dele antes de usar seu corpo para prendê-lo na maca. Seu companheiro recuperou seus pés e puxou a luta para fora do elevador, permitindo a equipe de emergência ajudar.
? Você está bem, Loren?
? Isso concluirá nossa demonstração de luta livre hoje à noite. Investigando ela a frente da blusa, Loren decidiu que não existiam suficientes botões para fechar seu uniforme.
? Carol, você poderia chamar a segurança. A família do sujeito é a próxima na lista.
Senhor, a estupidez de alguns dos moradores da cidade estava espantando. Agitando sua cabeça, Loren dirigiu-se a seu armário antes de seu pager tocar novamente. Responder com seu sutiã amostra apenas não ocorreu a ela.
? Então, ela não é casada.
Dr. Rinehart olhou com fascinação como olhos de Rourke ardiam. Existia uma intensa carranca exibida no rosto do homem.
? Eu só não entendo isto. Loren não se dá muito bem com os homens.
? Ela é mortal a dez passos. O segundo paramédico emitiu seu comentário à medida que ele veio atrás pela entrada, deixando seu paciente ao cuidado do pessoal da equipe de trauma.
O rosário de maldições fora do quarto de tratamento indicou a falta de agradecimento que a mocidade teve por seu cuidado.
? Jim, você precisará chamar outro companheiro. Eu tenho que por Loren de quarentena imediatamente.
? Por quê?
? Isto é secreto.
Andando de volta, o paramédico olhou fixamente para seu rosto por um momento antes de pegar seu pager e olhou de volta para o doutor com uma sobrancelha levantada. Loren voltou a visão quando o pager em seu cinto tocou acionado pelo seu companheiro.
? Eu pensei que estava uma lua cheia na semana passada ? ela murmurou quando tentou consertar o topo do uniforme.
? Você queria dizer agora mesmo?
Loren olhou para seu companheiro como se ele tivesse perdido a cabeça. O homem estava olhando para o Dr. Rinehart quando ele fez a pergunta.
? Nossos pagers conhecem algum outro período de tempo?
Loren olhou fixamente para seu companheiro quando ele deu um olhar confuso. Pegando o pager da mão dele, ela silenciou o alarme que a unidade estava emitindo, perguntando por quanto tempo Jim tinha a intenção de ficar lá olhando fixamente para ela.
? Dr. Rinehart diz que você está de folga.
? Com licença?
Sacudindo seus olhos, Loren fixou o médico com eles. Ela não teve tempo para outros dos jogos do corpo médico! Sendo o único paramédico de vôo de vida feminina estava envelhecendo.
Como ela tinha perdido notá-lo, Loren não sabia. Um homem assim não foi desenhado para se misturar. Ele estava de pé com seus braços dobrados acima de seu tórax e ela se achou inclinando seu queixo até dar uma boa olhada em seu rosto. Seu estômago deu uma três voltas completas quando ela achou os olhos verdes. Os cantos de sua boca contraíram em cima em um sorriso enquanto ele assistiu-a. Não existia absolutamente nada amigável sobre aquele sorriso. Era pura intenção.
? Eu acredito que você tenha... ah... encontrado este homem?
A indicação óbvia fez Loren eriçar. O homem em questão era dificuldade. Em Grandes letras maiúsculas, mas isso não significava que ela iria se sentar lá e deixar o Dr. Rinehart a criticar por comportamento impróprio!
? Quarentena por quê?
? Floresta de Ebola Tai.
Uma maldição deslizada da boca de Jim quando ele deu um passo longe dela. Loren iria gostar de dar um passo para longe também. A floresta de Ebola Tai não era assunto para risadinhas. Um dos quatro tipos do vírus de Ebola, a doença com certeza de oitenta por cento de taxa de fatalidade. Adicione àquele o fato que ninguém entendeu ainda por que vinte por cento das vítimas infetadas sobreviviam.
Não era algo que o município de Los Angeles via muito. Só um muito ocasional viajante era suspeito. Seus olhos vagaram acima de sua companhia novamente, e ela notou claramente o treinamento militar dele. Os detalhes eram mais fáceis ver na iluminação do corredor. O corpo do homem tinha sido moldado em uma arma. Ele também era um provável candidato para transportar uma doença como esta através do globo. Não havia razão para perguntar a ele se tinha estado na África, o fato dele estar de pé em frente a ela confirmava isso.
E o homem a tinha beijado muito profunda e completamente. Troca de fluídos era o número um no método de contaminação.
? Existem palavras para descrever homens como você.
? Bom ver você novamente, Loren.
Sórdidas, sujas, pequenas palavras e Loren verdadeiramente sentiu que este homem as vestiria bem. Era realmente muito ruim que ela tivesse apostado com ela mesma sobre não jurar. Esta noite parecia um momento perfeitamente apropriado para maldizer.
? Eu tomo isto que você não negará sua... Ah... relações com este homem?
Esqueça de jurar, Loren estava atualmente pronta para começar com agressão física! Doutor Rinehart podia se sentir agradecido por ela ter a intenção de quebrar seu pescoço em um quarto de trauma!
Jim estava sufocando em diversão e fazendo um trabalho muito pobre de manter os sons para ele mesmo.
? Sabe, eu preciso correr agora.
Loren assistiu seu companheiro apressar-se para o elevador. A boca de Jim trabalhará como horas extras para ela. Por mudança de turno, todo bombeiro no município estaria fazendo sua própria versão de seu caso amoroso.
? Bem então, eu suponho que devia deixar você com esta situação.
Assistindo o doutor começa seu caminho corredor abaixo, Loren ficou de frente para o seu dilema de olhos verdes.
? Dr. Rinehart? Loren chamou o doutor enquanto ele corria para longe de uma possível infecção. O homem ficou entre ela e o Dr. Rinehart.
? Eu sinto muito, nós esquecemos de mencionar que isto é agora um assunto secreto?
? Como secreto?
Quem ele era, ele grunhiu em sua pergunta antes de deixar seus olhos a inspecionarem.
Do topo de sua cabeça para os dedões do pé pretos de suas botas, Loren não achou que ele deixou de fora nenhum detalhe de seu corpo. Retornando para seu rosto, sua boca povoada com uma expressão satisfeita com ele mesmo, vitoriosa.
? Secreto é secreto.
? Umm humm. Bem, se isso significa que você está contando coem desaparecer sem nenhuma introdução, tenha uma vida boa. Mas se você estivesse contando com me convidar junto, você pode telefonar para meu capitão e explicar estas pequenas férias para ele. Acontece que eu gosto do meu trabalho. Um bocado.
? Rourke Campbell, e nós teremos bastante tempo para nos familiarizarmos.
? Não aposte nisto.
Mas ele estava. Loren podia ver seus olhos arderem com antecipação. O olhar em seu rosto a fez olhar mais de perto para ver se ele realmente começou a lamber os beiços em cima dela. Bem, era uma aposta que ele estaria perdendo! Precisaria um pouco mais que atração física para vê-la tirar as calças.
? Dr. Rinehart.
Loren saltou no comando que sua voz emitiu. Para registrar ele usou um tom profundamente sensual com ela. O estrondo fundo que soou corredor abaixo chamou um desejo para endireitar o dela de volta. Frank reagiu como um recruta da marinha novo. O médico prestou atenção, suas costas estavam eretas.
? Eu confio que você pode lidar com o corpo de bombeiros discretamente. Nós não queremos um público pânico.
? Não, claro que não.
? Obrigado.
Vendo este homem em seu hospital roubou de Loren sua primeira impressão dele. No segundo que ele dispensou o doutor o corpo dele executou aquela graça silenciosa que ela tinha notado primeiramente nele. Um passo rápido, e ele pegou seu braço em uma alça empurrando seu corpo em direção ao elevador. Seus pés tropeçaram para manter passo, mas se ele notou as informações nunca ganharam uma resposta. Eles já estavam dentro do elevador antes dela administrar uma réplica.
? Isto só vai para o bloco de aterrissagem no telhado.
Seus olhos verdes a considerado com diversão. O mesmo tipo usado por um gato quando estava atormentando um rato. Bem! Se o homem queria desperdiçar seu tempo, então ela parecia que tinha bastante de sobra agora também.
A porta abriu e Loren saiu sobre o telhado. Ela estava completamente em casa aqui. Seus pés localizaram um caminho que seu corpo sabia de cor. Seu passo largo hesitou quando ela viu o helicóptero que estava no bloco. Em vez de uma das unidades médicas do município, esta coisa era do mais profundo negro. As linhas macias e lustrosas gritavam em sua extrema modernidade coisa que uma aeronave civil não tinha.
? Você tem estilo, Sr. Campbell. Eu darei a você isto.
? Major.
E orgulho. Um oficial para inicializar. Que realmente não a surpreendeu. O tom que o homem era capaz de usar era aço puro. Dr. Rinehart era um dos doutores mais meticulosos do Hospital. Assistir ele saltar quase valia a pena ter que lidar com o Major Campbell.
Mas não o bastante.
? Isto é uma Panther.
As palavras saíram de sua boca como uma reflexão tardia. Loren estava muito ocupada olhando acima da aeronave altamente secreta para filtrar pela mente o que saia de sua boca. Apelidado o Olho Vermelho, estes helicópteros eram de vanguarda. Eles eram equipados com a mais nova tecnologia laser e principalmente desdobrada para procurar. Eles também levavam artilharia pesada Permita a eles completar suas buscas em céus amigáveis ou não.
Três de seus homens viraram seus olhos mortais para sua convidada. Rourke assistiu ela examinar seu pássaro com suspeita também. Nenhum civil devia até saber o nome desta
Aeronave, muito menos qualquer coisa sobre isto. Aquela suspeita crescia rapidamente nele enquanto assistiu Loren correr um olho crítico acima das áreas chave do helicóptero. Pareceria que ela sabia mais sobre ele que apenas o nome.
? Seu companheiro de quarto trabalha para a NASA. O sargento Gilmore fitou Loren à medida que falava.
O ranger não gostou claramente do modo familiar que Loren olhou para sua aeronave.
A carreira do seu companheiro de quarto estava terminada! Rourke iria cuidar pessoalmente! A mulher estava casada, mas ela era uma mentirosa. O sargento Gilmore teria declarado isto se o homem fosse seu marido. Pareceria que ela também manteve companhia com um homem que não entendia o que secreto querido dizer. Aquele tipo de descuido ocorria com homens que Rourke gostava de matar.
Seu pequeno lapso de sanidade estava se espalhando. Se Loren vivia com um homem era muito provável ele estivesse contaminado também.
? Apanhe o sujeito.
Rourke realmente não devia ter ficado desapontado, mas ele estava. Subindo a bordo de sua aeronave, ele deixou Loren para seu oficial júnior. Ele deixaria a mulher com seu adultério.
Oh, isto era inestimável. Loren achou quase impossível de conter sua diversão. Major Campbell estava claramente aborrecido com ela. Sim senhor, o homem tinha seus pugilistas em um toque com certeza.
Era o tipo certo para castigar seu ego. O homem precisava ser derrubado de seu pedestal e Loren tinha muito prazer em ajudar. Os homens sempre pensavam que o que era bom para eles era inaceitável para mulheres. Major Campbell não tinha nenhuma reserva sobre fazer uma passagem a uma completa estranha, mas o Senhor proíbe que ela tenha um namorado.
Não, ela deveria ser a virgem imaculada esperando por ele para cair a seus pés...Ha! Não no mundo real. Loren duvidava muito que ele era um virgem e ela odiou o duplo padrão que o homem tinha.
Os rotores do helicóptero começaram a sua rotação quando Loren prendeu seu equipamento no lugar. Ela iria apreciar este passeio. O município não tinha nada tão moderno. Sentindo o poder contida no Panther fez seus nervos vibrarem com a antecipação do vôo próximo.
E então ela iria ter o prazer de assistir o Major Campbell comer seu chapéu. Loren não precisava de um namorado. Afinal, era realmente muito mais gratificante assistir os homens ao seu redor fazerem papel de completos idiotas.
Rourke Campbell estava pronto para um começo maravilhoso.


* * * * *



? Eu voei em um Panther, Mãe! Uma Panther de Olho Vermelho! Você devia ver o laser mirando na telas. Eu sei os óculos, mas quando eles estiverem respondendo os sensores de gatilho a precisão é excelente!
Seu filho lançado em uma explicação técnica completa do computador as habilidades de programação do helicóptero que o transportavam. Loren forçou sua mente para tentar entender pelo menos metade das informações que estavam sendo passadas por seu filho. Aos quatorze anos, Toby já ultrapassou Loren em altura e estava bem a caminho de se tornar um gigante. Esbelto e cheio de junco, seu filho lembrava a ela um potro todo pernas e energia.
? Você é sua mãe?
? Sim, por quê? Eu estou bastante certa que eu disse a você que sou casada. As crianças às vezes vêm em tais relações. Loren tremulou seus cílios algum tempo antes de retornar sua atenção para seu filho. Oh sim. Rourke Campbell era uma diversão completa demais.
Aquela mulher precisava ser levada para a cama. Seu marido com certeza não estava cuidando dela. Se ela fosse sua, Rourke iria passar o resto da noite trabalhando em seu apertado e pequeno traseiro.
Condene!
Ela não era uma mentirosa, o que levou Rourke a achar extremamente intrigante.
A visão de seu filho o forçou a reconhecer o fato que ela pertenceu a outro homem. Ainda que o sujeito houvesse sido tolo suficiente para ausentar-se de sua cama, ela ainda era casada.
Isso era uma linha que Rourke não cruzaria.
Mas algo ainda estava fora de lugar. Não existia maneira de uma criança de quatorze anos de idade trabalhar na NASA. Rourke foi para seu gabinete para descobrir exatamente onde suas informações de campo estavam erradas. Enquanto ele estava nisto, Rourke com intenção de achar o nome do homem que era idiota de abandonar uma mulher como Loren. Talvez o sujeito não gostasse de crianças. Ela não seria a primeira esposa a descobrir aquela falha em seu marido depois que o bebê havia nascido.
Ahh, quem ele estava tentando enganar? Rourke queria acreditar que ela estava só porque ele a queria. A mulher esbanjava sexo appeal. Seu corpo estava pulsando até agora enquanto ele assistia ela seguir seu filho ao redor de um de seus helicópteros.
Ela era um inferno de um pacote. Loren não era esbelta. Ao invés seu corpo era apertado e cheio - curvilíneo. O cabelo loiro claro estava trançado em cima de sua cabeça, mas os fios rebeldes se recusaram a ficar presos e saiam para apanhar a luz do sol. Um par de olhos verde claro traia uma herança irlandesa. Sua posição no corpo de bombeiros falava muito sobre sua personalidade. Esta mulher era pura eletricidade. Essa paixão o atraíra naquela praia e era ainda mais evidente agora.
Rourke sacudiu a cabeça quando se resignou com a decepção. Outro homem tinha notado muito cedo na vida. Sortudo bastardo.
? Sua puta!
Do outro lado da pista de aterrissagem, Rourke voltou correndo morto. A violência expressa naquelas duas palavras se comunicou propriamente até sua alma. Loren era o só fêmea no local. Um de seus homens deu excessiva importância para ela. Para Rourke não importava qual era a razão, mas o homem estava furioso e mortal e era necessário interceder.
? Você disse que era uma menina!
? O doutor disse a você isto. Talvez você devesse ter esperado ao redor para ter certeza.
Loren emitiu suas palavras com pronunciação precisa. Foi uma cena que ela frequentemente considerou ter que suportar, mas era ainda um choque se ver cara a cara com o marido.
Quatorze anos não eram longos suficientes. A ira estava fervendo dentro dela tão incandescente quanto no dia em que ele a tinha abandonado.
Chris sempre recorria à violência quando palavras lhe escapavam. Hoje não era exceção. Apesar dos anos de separação, Loren lia claramente os sinais do temperamento explodindo de seu marido. Ela viu os músculos de seu peito apertar quando ele ergueu o punho para falar por ele.
Uma coisa havia mudado em catorze anos - Loren não ia ficar lá encolhida de medo enquanto o marido batia nela. Ela viu o seu braço, uma vez que balançou em seu rosto. Seu corpo respondeu com obediência bonita pelas horas de treinar que ela havia se forçado a suportar.
Chris nunca esperou que ela movesse e ela tirou toda a vantagem de sua ignorância. Levantando seu braço para bloquear seu ataque, ela executou um chute frontal sólido enviando seu marido voando para a sujeira. Chris levantou o rosto espantado e de sua boca saiu uma nova rodada de linguagem indecente que Loren muito bem lembrava.
? Eu não tenho mais dezesseis anos! E da próxima vez que você me bater, eu prometo que será a última!



* * * * *

Três horas mais tarde, Loren estava ainda olhando fixamente para seu marido. Major Campbell podia tê-la banido para a varanda dianteira de sua casa, mas não existia nenhuma maneira dela afastar seus olhos de Chris!
Mas ela realmente queria saber o que Rourke disse para ele. A noite caiu horas atrás, mas seu temperamento a estava mantendo bastante quente. A Chris parecia ter sido dado o primeiro turno e estado lá fora do lado do bloco de aterrissagem com um rifle semi-automático atirado acima de seu ombro.
Loren não era uma boba. Ela manteve um registro cuidadoso do paradeiro do marido. Era a única coisa lógica a fazer quando o homem tinha uma pequena compunção sobre tentar matá-la com seus punhos. Isso era uma das principais razões porque ela nunca iria se divorciar do homem.
O Exército tinha regras muito claras sobre cônjuges. Sendo legalmente esposa de Chris ela sempre tinha as informações dadas sobre onde seu marido estava.
? Mãe, suas mãos estão ficando azuis.
? Toby, eu estou tendo um dia realmente ruim.
? Sim, eu meio que percebi isso.
O excêntrico humor do seu filho era a única coisa que podia atravessar a raiva dela. Loren balançou sua cabeça de lado e olhou seu filho. Ela realmente era sortuda de ter uma criança tão grande.
? Existe jantar do lado de dentro. É pior do que John cozinhando.
Loren fez uma careta em resposta. John Phelps foi o engenheiro em uma de suas estações. O homem estava determinado a se tornar um chef e tinha um longo caminho a percorrer.
Mas desde que ela desembarcou seu trabalho em Los Angeles County, há cinco anos, Toby esteve comendo em uma série de estações de incêndio devido aos turnos de 24 horas que ela trabalhava.
? Tudo bem, eu vou me esforçar para superar a mim mesmo.
Seu filho relampejou seu sorriso antes dele virar-se e correr para dentro da casa. Loren deu uma última olhada para Chris antes de ela forçar seu corpo a seguir. Não havia nenhuma razão em ficar lá cuidando do seu orgulho. Ela cometeu o engano estúpido de casar-se com o homem e não existia nada que pudesse fazer para consertar isto agora. Muito jovem para saber melhor, ela deixou seu jovem coração levá-la direto na cova do leão.
? Lavender Rain?
? Mamãe detesta seu nome.
Que sorte a dela. Tendo deixado um problema do sexo masculino fora, Loren agora tinha o privilégio de se ver enfrentando um segundo. Esta quarentena iria ser muito longa.
? Mamãe diz que é um efeito colateral de ter avós que frequentaram Woodstock.
Toby levantou um prato raso e começou empilhando comida.
? Você nasceu de um casal de filhos da flor?
? Não, só minha mãe sofre desta doença.
? Então, onde estava seu pai, quando ela estava assinando a certidão de nascimento?
Loren considerou ignorar pergunta de Rourke. A menos que ela houvesse perdido o sexto sentido, o homem já sabia a resposta. Mas não poderia prová-lo pelo olhar em seu rosto. Sua expressão sólida como esculpida em granito não permitia decifrar nada.
Mas ela tinha olhos no rosto. Aviões ultra-secretos, Rangers patrulhando a área - se o Major Rourke Campbell não tivesse os meios para puxar cada último pedaço de informação pessoal sobre ela, então ela comeria os sapatos. O homem estava a realizar um teste de honestidade.
? Meu papai estava perseguindo suas faixas.
? Você quer dizer que ele estava servindo seu país.
A expressão dura que cruzou seus olhos era um familiar. Loren viu isto no rosto do seu pai muitas vezes para contar. Era um olhar que somente homens que compartilhavam a experiência amarga de combate podiam usar. Existia uma fraternidade real na emoção.
Vendo isto cruzar no rosto do Rourke enviou uma picada leve abaixo sua espinha. Este homem era completamente selvagem. Ele empurrou seu corpo para os limites de resistência porque ele contava com seu condicionamento para ficar vivo.
? Antes de você dizer isto, sua informação estava correta. Toby trabalha para a NASA.
A mulher não era uma mentirosa, mas ela estava sendo provocativa. Rourke considerou como ela pegou em um prato de comida. Ela também foi muito perspicaz - ele ainda estava à espera de ouvir novamente a partir do menino superior para confirmar o seu emprego. Mas a Flórida estava ligada ao lado oposto do continente e Rourke não conseguiria aquela confirmação por mais quatro horas quando o sol surgiria no Cabo Canaveral.
Movendo seus olhos acima do menino em questão, Rourke o avaliou. A criança estava trabalhando em seu terceiro prato. Só Deus sabia onde ele estava pondo toda aquela comida. Não havia um grama de carne sobressalente no corpo desengonçada da criança. Toby enviou-lhe um sorriso quando enfiou outra garfada de frango na boca. A criança devia estar discutindo o videogame mais recente e não os pontos bons de sua Panther.
O problema era a criança saber mais sobre a aeronave que Rourke.
? Meu filho é um gênio.
? Um o que?
Loren não ficou ofendida por Rourke quase rosnar sua pergunta. Ela estava realmente bastante acostumada a descrença em relação ao nível de inteligência do seu filho. Ela ainda estava tentando se acostumar com a idéia.
? Como em um por cento da população do planeta.
? Ah ha.
Loren simplesmente sacudiu a cabeça. Não existia nenhuma razão para ela usar sua língua tentando convencer este sujeito de qualquer coisa. Rourke Campbell ainda esperaria até que ele ganhasse aquela confirmação da NASA.
Deitando seu garfo de lado, ela decidiu que era uma vergonha que alguma pobre galinha morresse para acabar tendo um sabor parecido com giz.
A aceitação de Loren de sua descrença não era o que Rourke procurava. Ela estava completamente confortável em deixar de lado o resto de assunto. Não havia provas estabelecidas para influenciar a opinião dele, nenhuma confusão sincera visando polir a imagem de seu filho. Isso o deixou com apenas uma conclusão. O menino era algum tipo de gênio.
? Por que você não está em M.I.T. ganhando vários doutorados?
Toby correu um braço pela boca antes de responder a pergunta.
? Eles têm um problema com um projeto que pensam que eu posso resolver. Quando isso é terminado que eu consigo ir para a faculdade.
? Ah ha.
? Mãe, eu vou verificar o computador de bordo para discrepâncias em tradução de programação para aplicação.
Seu filho estava a meio caminho fora na porta quando Loren o arrastou para uma parada. Rourke nem sequer suspeitava que o garoto pudesse se mover tão rápido, mas sua mãe estava acostumada com suas mudanças bruscas de foco.
? Toby, estas pessoas não compram a coisa de liberação inteira de segurança totalmente, contudo. Faça-me um favor e não leve um tiro. Eu estou de folga para uma mudança.
? Ohh. A decepção da criança não durou muito. Seus olhos vagaram por uns meros segundos antes de ele escolher outro objetivo para fixar sua atenção. Com outro lançamento de pernas longas e ele pegou a mochila da mesa e se dirigiu para o quarto.
? O que ele vai fazer?
? Ele está procurando por uma tomada para instalar seu computador.
? E então o que ele vai fazer?
Loren lentamente sorriu. Seu filho era uma pessoa complexa. Ela iria apreciar assistir o Major tentar manter o ritmo dele. O sorriso dela enfraquecido quando considerou porque ambos estavam aqui.
? Por que você não me ilumina sobre esta coisa inteira? Eu prefiro não ter Toby escute os detalhes.
? Você é um paramédica, o que mais você precisa conhecer?
? Vamos começar com o quão certo você está da contaminação. Seus lábios puxados atrás em um sorriso largo. ? Eu estava referindo-me a sua contaminação, eu lembro da minha.
? Bom.
Soltando seu prato, Loren fitou seu algoz. Encostado no balcão da cozinha, a sua postura preguiça não a enganava nem um pouco.
? Eu sou uma mulher casada, então esquece isto.
Isso conseguiu sua atenção. Meio segundo depois ele estava de pé em toda sua altura. Um passo e ele fechou a distância entre seus corpos em poucos centímetros. Sua respiração presa em sua garganta, ela inclinou a cabeça para trás para ser aprisionada em seu olhar de esmeralda. Toda diversão se foi como se nunca tivesse existido. Seu rosto estava gravado em granito sólido quando ele fixou nela seu olhar penetrante.
? Eu tenho um homem a menos. Um exame de sangue preliminar mostra a exposição ao vírus. Sete dias mostrarão se ele vai desenvolver a doença. Ele terminou de fechar a distância até que seu rosto estava um segundo de tocar o seu. Sua respiração bateu em seus lábios quando ele parou antes de completar o beijo. ? E você precisa de um divórcio.
A porta de tela bateu fechando atrás de Rourke quando ele saiu, deixando Loren desmoronar em alívio em uma cadeira. Seu corpo inteiro estava agitando. Tinha de ser impossível de ser tão consciente de um homem. Suas terminações nervosas estavam gritando e ele não deitou um dedo nela.
Sete dias poderiam também ser sete anos.



CAPÍTULO TRÊS


? Paul tem estado tentando alcançar você, mas seu telefone não está conseguindo um sinal claro. Estas montanhas têm um núcleo de ferro grande e é produtor muito estático. Mas eu mudei a configuração de sua antena parabólica assim você deve conseguir aquele sinal agora.
O filho do Loren girou de volta para a sala de estar meio segundo depois que ele terminou de conversar.
O telefone de Rourke tocou chamando sua atenção na hora. Olhando fixamente para a entrada vazia, Rourke agarrou o celular de seu bolso.
? Campbell.
? Seu tom implica que eu peguei você em um momento ruim, Major.
? Dr. Jasper?
? Sim, sua mensagem disse que era urgente.
? É... Aguarde. Pegando uma toalha da prateleira, Rourke passou pelo seu rosto e pescoço. Três duras horas correndo, e aquela mulher ainda estava presa dentro de sua cabeça! ? Certo, Doutor, me desculpe. Eu preciso de algumas informações sobre um Tobias Loren.
? Toby. Sim, é realmente um jovem incomum.
? Quão incomum?
? Você teria que conhecer o jovem para entender, Major. Eu fiquei familiarizado com ele quando arrombou meus arquivos codificados.
? O menino é um hacker?
Lançando a toalha de lado, Rourke estreitou olhar para a entrada da sala de estar.
? Toby é um gênio. Nós não conduzimos entrevistas aqui. Se você não pode chamar nossa atenção, você não tem a inteligência necessária.
Isso era claro o suficiente. Desconectando seu telefone, Rourke considerou sua cozinha. Um passeio na praia estava ficando mais interessante a cada segundo.
O som leve de uma impressora computadorizada passou pela entrada. Ele realmente precisava de um chuveiro mas... aquela criança disse que ele ajustou a antena parabólica?
Chegando a entrada sentiu o gosto notável de uma operação secreta. Seu corpo tornou-se tenso apenas o suficiente para sensibilizar seus sentidos. Seus pés não fizeram um barulho quando ele parou atrás da parede antes de aliviar sua cabeça para olhar ao redor.
? Jesus Cristo!
A sala de estar era o escritório de Rourke. No momento estava transformada em algum tipo de núcleo eletrônico. Direito no meio disto, Toby estava sentado conduzindo uma sinfonia de movimentos. O próprio computador de Rourke teve seu plástico retirado. Existiam cabos e fios conectando ele ao pequeno laptop de Toby, que estava sentado colocando informações. A impressora estava ainda trabalhando junto em um pequeno projeto.
A criança podia ter brincado com sua antena parabólica, mas ele também tinha a sua própria sobre a estante, uma antena pequena e desmontável que estava apontada para fora da janela aberta. Era um estado da obra de arte. A unidade semelhante a que Rourke levava para combate.
Eles não estavam nem disponíveis para serem comercializadas para civis.
? Isto é para você. Dr. Jasper está enviando informações sobre mim. Ele disse que eu podia olhar o Panther mais porque há uma defasagem de informações no sistema de metas.
As mãos da criança não pararam enquanto ele falava. Ao invés elas continuaram a digitarem números e cartas semelhantes no teclado. Ele movia o mouse, mas retornava rapidamente para o teclado. Eram passos frenéticos que faziam dor os olhos se você assistia isto por muito tempo. Mas a criança parecia completamente no controle.
Uma caixa aberta de cereais foi empurrada para fora do canto de sua mesa improvisada enquanto a lata de lixo estava repleta de latas de refrigerantes vazias e impressões amassadas. Os sapatos da criança foram chutados para um canto e sua mochila estava aberta no chão.
? Você ficou acordado toda a noite?
? Sim.
O digitar e impressão continuaram.
? Gênios não dormem?
Isso conseguiu sua atenção. Ele girou com um sorriso enorme em direção a Rourke antes de enviar sua cadeira através do espaço entre os computadores. As rodas na parte inferior da cadeira deslizaram quando Toby rasgou as páginas completadas da bandeja de produção da impressora.
Outro empurrão e a cadeira deslizou de volta para seu lugar original. Toby saltou dela antes que parasse completamente.
? Aqui. Agora eu vou tocar no sistema de computador de bordo..
Toby empurrou a pilha de documentos para Rourke e foi para passar por ele na velocidade da luz. Saltando a bagunça, Rourke fez um movimento para agarrar a criança mas sua mão caiu no vazio.
? Toby.
? Tobias Kenneth Loren! Parado!
A criança congelou em seu caminho. Loren permanecia na entrada oposta que levava a cozinha com suas mãos escoradas em seus quadris.
A boca do Rourke saltou aberta. Ela obviamente salta diretamente de sua cama. Ela estava vestindo nada além de um tope e uma calcinha. Calcinha de renda azul pequena, tipo tanga.
? Eu disse para você não ser atirado enquanto eu estava descansando, jovenzinho.
? Jasper disse que eu podia Mãe!
? Tudo bem, mas você poderia esperar até que o Major Campbell dissesse ao guarda armado lá que você podia. Eu estou conversando sobre o sujeito segurando o rifle.
? Ah, certo. A criança balançou seus olhos atrás para ele fazendo com que Rourke afastasse o seu próprio para longe da tentadora barriga plana de Loren. Sendo pego examinando sua mãe fez uma sutil maré vermelha rastejar em cima seu pescoço.
? Por que você não dá a mim um momento para examinar cuidadosamente isto?
? Certo. Toby inverteu curso e voltou atrás no escritório. A cadeira fez um pequeno rangido e o som da criança digitando começou novamente.
? Isto é normal?
? Para Toby? Sim.
Loren tinha aprendido a dormir a luz do dia no momento em que seu filho aprendeu a rolar. Ele era um pacote de ação ininterrupta. Da infância até adolescente. Um segundo de desatenção era um convite para desastre. Levantando a mão para cima, ela esfregou seus olhos e afastou os últimos vestígios de sono para longe. Café. Era tempo de café! Loren esfregou seus olhos em chamas, respirou fundo para limpar as teias de aranha do seu cérebro sonolento. Ela ergueu suas pálpebras para ver Rourke que olhava fixamente para o vislumbre de pele nua que o braço erguido mostrou de sua barriga. Satisfação masculina estava escrita em seus olhos quando ele a pegou olhando para ele e sorriu para o seu temperamento.
? Porco.
O som de riso do seu comentário fez Loren quase partir para violência. Olhando para Rourke Campbell e seu tamanho superior óbvio, ela virou e para liquidar bateu a porta de seu quarto em seu rosto. Arrogante, luxúria dirigida, enrubesceu... Porco! Que convenientemente podia ser fechado em uma única palavra homem. Talvez macho. No momento, porco soava quase perfeito. Loren iria ter toucinho com aquele café.


* * * * *

? Mãe, este sujeito é meu pai?
Loren sentiu seu sangue congelar em suas veias. Ela sempre soube que o filho perguntaria pelo pai algum dia. De fato, ela estava pasma que Toby tivesse esperado tanto para perguntar alguma informação sobre seu pai ausente.
? Sim.
Girando seu rosto em direção a seu filho, Loren escolheu os detalhes de Chris que estava na face de Toby. Acabava não sendo justo que a biologia estava ditando que seu filho se olhasse como o homem que o abandonou antes dele ter nascido. Chris não quis sua criança assim acabava não sendo justo que Toby estivesse se tornando a imagem de seu pai.
? Certo.
Toby colocou suas mãos em seus bolsos e voltou para a sala de estar. Loren assisti-o ir e sentiu a boca cair aberta. Não achava que ser assim tão simples. Ela tinha esperado exigências para obter mais detalhes e talvez acusações. Em vez de suas orelhas pegando os sons de seu filho retornando ao seu frenesi de programação.
? Eu devia quebrar seu pescoço por roubar meu filho.
Chris veio até o canto e plantou seu corpo na frente dela. Era estranho o modo como seus olhos moviam-se acima dele com tal tranquilidade. A última vez que ela viu seu marido ele estava furioso e a tinha reduzida em animal bajulador que era controlada pelo medo.
Loren olhou a mancha negra marcando sua mandíbula e senti a sua confiança cresce. Ela nunca daria a seu marido, o poder do medo sobre ela novamente. Esticando seu queixo ela deixou seus olhos o dispensar. O rosto de Chris lívido de raiva, a troca de seu peso de lado enquanto lutava com seu temperamento.
Mas estava claro que seu marido não estava pronto para contrariar seu oficial comandante entrando em outra briga com ela. Pelo menos não em uma briga física.
? Eu conseguirei você, Loren, no segundo você pensar que está segura. Suas botas arrastaram e ele virou, mas parou e mandou a ela um sorriso repugnante. ? Então eu vou assistir você sangrar.
Loren não tinha medo de seu marido. Nem mesmo quando ele a ameaçou. Mas ela estava com medo dela mesma. Dentro dela existia a necessidade crescente de se vingar. Ela tinha esperança que Chris não ficasse só nas ameaças, só assim ela teria a chance de colocar para fora toda a sua ira interna.
Isso era uma idéia bastante estúpida. Talvez ela conseguisse derrubá-lo como ontem à noite, mas Chris era um Ranger do Exército, por Cristo. O fato era que ele sabia como matar de mais maneiras do que Loren podia imaginar. Adicione a isso, o fato de que o homem tinha um rancor para resolver, e Loren realmente devia ajustar seu pensamento.
Soltando seu corpo em uma cadeira perto, Loren puxou uma respiração funda em seus pulmões. Chris nunca devia ter descoberto Toby. Oh, ela sabia que ele queria um filho. Houve vezes que ela olhou para seu telefone e se imaginou discando o número que traria seu marido de volta em sua vida. Não tinha sido fácil estar sozinha aos dezessete anos de idade. Mas ela sobreviveu. E agora Chris sabia que a filha rejeitada era de fato o filho que ele ansiava. Oh sim, Chris apreciaria assistir ela sangrar. Isto com certeza.
? O que seu marido disse para você?
O medo que Loren não pôde achar contra o marido dela repentinamente torceu seu estômago, como o oficial comandante ele exigia uma resposta. Os olhos verdes de Rourke Campbell não estavam se movendo por ela em desejo esta noite. Ao invés, eles atravessavam seu rosto como esmeraldas. Existia propósito absoluto esculpido na pedra sólida de seu rosto enquanto ele permanecia acima dela.
? Responda a pergunta, Loren.
Ela empurrou para trás a cadeira de varanda e se afastou dele. Rourke assistiu sua retirada e lentamente seguiu-a.
? Nada importante.
Loren não mentiu exatamente. Chris não era importante, nem qualquer coisa que ele dissesse.
? Bom, então você não se importará de repetir.
? Era pessoal, Major.
A extremidade da varanda forçou Loren a parar. Existia uma grade na altura da cintura que ela tentou passar deslizando, mas Rourke fechou deixando muito estreita para ela passar. Ele se aproximou e apontou diretamente para os olhos dela. Existia o intenso sentimento de escrutínio que veio com seu olhar fixo. De fato, era mais como uma sonda, o modo como seu olhar atravessou por seu rosto. Ele agarrou a grade e enrolou seus punhos ao redor, formando uma gaiola com seu corpo.
? Diga a mim o que seu marido disse para você, agora.
Suas palavras eram sussurros suaves e sua pele rubra se arrepiou em resposta. Existia um nível tão intenso de consciência do seu corpo para ele. Loren tentou suprimir isto. Chris ensinou o quão perigoso ficar perto de um homem podia se tornar. O importante aqui era um animal mais alto em cima na cadeia alimentícia que seu marido.
? Não é da sua conta.
Rourke manteve com cuidado seu temperamento sob controle. No momento, ele estava dividido entre arrancar a verdade de seu homem e sacudir Loren. Existia algo acontecendo entre o casal e ele queria saber o que era.
Era mais que simples atração agora. Este podia sentir o doce cheiro da pele dela. O peito dela subiu e desceu tão rapidamente que ergueu os cantos da boca dele em um sorriso. O nível de excitação que o atingiu era tão forte como na noite em que eles se encontraram. Era um pedaço intoxicado de informação.
Mas nada estaria acontecendo até que seu marido estivesse fora da jogada. Rourke focou sua atenção na barreira apresentada seu estado civil: casada. Ela ao menos havia sido abandonada. O que ele queria saber agora era do que ela havia fugido.
? A maioria de mulheres não foge de seus maridos quando estão grávidas. Por que você o fez?
? Não é da sua conta.
? Por que você chutou seu marido ontem à noite?
? Ele avançou para cima de mim primeiro!
Loren cuspiu sua resposta antes de pensar melhor.
O horror a inundou como o sorriso que surgiu no rosto do Major alargado para mostrar uma fila de dentes brancos. Ela tinha a pouco dado exatamente o que ele queria. Rourke Campbell não testemunhou o ataque e ela apostaria que nenhum Ranger companheiro de Chris estava disposto a dizer a seu comandante que um deles tinha levantado a mão contra sua esposa.
Mas agora, ela abriu sua grande boca e o Major tido todas as informações que precisava para abrir uma investigação contra seu marido. Isso seria um desastre para ela. Desde que Chris estava fora como um Ranger ele não teve tempo para aborrecê-la.
Se ele fosse expulso por abuso conjugal, bem, o homem não teria nada melhor para fazer do que vir procurá-la.
? Divorcie-se dele, Loren.
? Eu não posso.
? Você quer dizer que você não irá.
Rourke moveu seu corpo mais perto e escutou a afiada respiração ela. Existia uma corrente saltando entre seus corpos que fazia seu cabelo arrepiar na nuca. Ela o queria e ele não iria deixá-la se esconder atrás de um casamento que estava morto a muito tempo.
? Está bem. Eu cometi um engano e eu viverei com isto, Rourke.



Capítulo Quatro


Ela o chamou Rourke.
Olhando fixamente para seu reflexo no banheiro na manhã seguinte, Rourke estava quieto rindo. Certo, ele estava agindo como um adolescente, mas inferno, ele gostou do som seu nome saindo de sua boca doce.
Levantando sua navalha, ele a passou por sua mandíbula com golpes firmes. Seus pensamentos estavam completamente concentrados em sua hóspede. Isso não o aborreceu em nada. Um homem tinha sorte por ter uma mulher tão adorável dormindo em um beliche debaixo do telhado dele, ainda que ela não fosse adorável no quarto certo ainda.
Uma carranca leve cobriu acima de seu rosto. Ele queria Loren. A atração sexual era intensamente aguda por alguma razão. O problema era que ele só tinha seis dias até que ela estivesse livre para voltar para casa.
Agora isso o aborreceu. Esfregando uma toalha em seu rosto, Rourke girou em direção a seu armário. Puxando uma camisa, Rourke passou por seu tórax e começou a empurrar os botões por seus buracos.
Talvez ele devesse deixar isto de lado. Ele achou Loren muito intensa. A idéia da relação deles terminar o aborreceu. E isso era a real razão para que Rourke deixasse isto ir agora, antes dele até mesmo iniciar.
Pela primeira vez em sua vida, Rourke achou sua genealogia aborrecida. Ele iria sempre ser um psíquico. Sua mãe era psíquica, seus irmãos eram e eles viviam em completa aceitação daquele fato. Nunca existiu um tempo quando Rourke se ressentiu de suas habilidades.
Ele não se ressentia disto agora. Mas ele foi encontrá-la estalando acima em sua mente. Loren era uma civil. Suas habilidades psíquicas eram secretas. Isso significava que existia uma parede sólida de pé entre eles.
Rourke considerou o desejo que estava ativo só com a ajuda de sua imaginação. Pareceria que os duros fatos não iriam se intrometer em sua atração na mulher.
Mas ele não queria que a atração parasse. Rourke estava apreciando isto. Tinha sido um longo tempo desde que uma mulher teve tal significado para ele. De fato, ele não podia lembrar disto ter acontecido antes. Seis dias era um tempo longo, bom para explorar coisas. Além disto, bem, Além isso, bem, Loren não podia se dar conta de quem ele realmente era. Isso era tanto para o bem dela como também o seu. Mas Rourke se achou considerando a idéia mesmo assim.
Era pouco provável que uma mulher pudesse agarrar o macho – dominar o campo de combate a incêndios não correria gritando para um padre no segundo que ela descobrisse que tinha sido beijada por um psíquico. Até mesmo se ela tivesse corrido para longe do homem.


* * * * *


? Bem! Vá em frente e envie o xerife para cima para me alcançar! Ele dirá a você a mesma coisa!
Um dos principais problemas com um telefone celular era que você não podia bater ele estrondosamente quando a situação pedia isto. Só desligar o botão era bastante insatisfatório.
Loren fitou o pequeno pedaço de tecnologia e deu um pequeno grunhido.
? Há pouco quem estava tentando iluminar seu temperamento hoje?
Loren saltou. Cristo! Devia ter uma lei sobre um homem se movendo tão silenciosamente! O café dela assaltou e foi avançando pelo balcão da cozinha deixando uma trilha de líquido fumegante para trás. Empurrando o telefone em seu bolso, Loren agarrou um pano de prato para conter o derramamento antes de ela ter a gratificante satisfação de adicionar a limpeza do chão a sua manhã.
Rourke dobrou seus braços em frente ao peito e esperou. Loren o estava ignorando. Os lábios dela estavam apertados em uma linha firme enquanto ela permanecia enxugando o café. Ela esfregou o balcão até que teria passado por uma inspeção antes de desistir e levantou seu olhar para o dele.
? Bom dia, Loren.
Ela devia ter deixado o café cair sobre o chão. A limpeza teria sido melhor do que enfrentar Rourke Campbell. Existia um calor que corria por sua espinha toda vez ela examinava o rosto do homem. O tipo de calor que deixaria uma menina em dificuldade se ela não fosse esperta o suficiente para correr dele na direção oposta.
O problema era que, Loren estava presa, presa, presa na casa do homem pelos próximos seis dias. Seus lábios erguidos em um sorriso largo.
? Eu acredito em que você esteja corada.
Loren estalou seus dentes juntos antes de sua boca saltar aberta. Oh Deus! Ela estava corada. Ela podia sentir o calor que explodia em seu rosto enquanto o sorriso de Rourke se alargava.
? Eu estou só um pouco furiosa!
? Assim, eu ouvi. Mas ela estava ainda corada. ? Tanto como eu apreciaria uma visita de meu pai, talvez eu o devesse chamar e o advertir antes daquele telefonema bater no seu escritório.
? Seu pai é o xerife local?
? Xerife Brice Campbell do Município de Benton. Eu o chamo Pai.
? Oh.
Loren sentiu o calor em seu rosto escapar. Eles podiam conversar sobre o trabalho. Era um assunto bom, seguro, estéril.
? Eu tenho uma intimação para comparecer a corte hoje e o centro de testemunhas não está levando a quarentena muito a sério. Eles pensam que eu devia comparecer apesar de quaisquer doenças fatais eu pudesse estar contaminada.
? Bem, meu pai ficará contente em corrigi-los. Esta área está fechada hermeticamente.
? Eu imagino que isto é normal, não só em resposta para o problema atual. Isso poderia não ter sido a coisa mais sábia que ela pudesse ter dito. Loren assistiu o homem na frente dela ficar com o rosto tão branco quanto um pedregulho de granito. Nem mesmo a sugestão de uma emoção permaneceu. Loren sentiu que ela revelava um estremecimento de lábios em um sorriso.
? Você quer saber algo, Rourke Campbell? Meu pai nunca foi um oficial, mas ele pode fazer aquele rosto melhor que você. As sobrancelhas pretas de Rourke se rebelaram, mas Loren decidiu terminar seu pensado. ? O que você pensa que eu sou? Estúpida? Cega? Ou eu só estou esperado para acreditar que a maioria das pessoas viaja ao redor em helicópteros de alta tecnologia?
Loren pegou sua xícara de café do balcão e dirigiu-se à cafeteira. Se Rourke Campbell pensava que ela se faria de boba para ele estava tristemente enganado.
Onde quer que eles estivessem era secreto.
? Você pode relaxar, Major. Eu não vou abrir minha boca, só não espere que eu me faça de idiota não vendo o que está na frente do rosto.
Rourke não quer apenas a mulher, agora ele estava começando a gostar dela. Ele não tinha tempo para jogos femininos, romances. A franca honestidade de Loren foi um tapa em seu rosto como exatamente convinha.
? Negócios.
Rourke empurrou seu corpo para longe do balcão da cozinha e despejou seu próprio café. Ele deu a ela uma piscada antes de andar a passos largos e confiantes para fora da cozinha.
Loren deixou sua respiração escapar em um movimento lento. Ela prendeu outra respiração funda e segurou.
Isso tinha sido descarado. Lançando fora um desafio assim para um homem como Rourke Campbell podia ter aterrissado direto em uma panela de água fervente. Ao invés o homem tinha confiado em sua palavra. Isso não era nada para desprezar. A idéia que Rourke Campbell considerava sua palavra confiável, batia nela como um elogio.
Ele não era um homem que colocava sua fé ao acaso. A mesma idéia irritante para confiar no homem veio flutuando através de seu cérebro. Loren bufou com desprezo. Isso era algo que ela nunca poderia permitir que acontecesse.
Passando pela porta da frente, ela assistiu manhã. Rourke Campbell certamente vivia em paraíso. A enorme estrutura da casa era tão robusta quanto prática. Eles estavam cercados de todos os lados por floresta. As árvores estendiam até as montanhas que estavam à vista. Parecia não existia outra viva alma em qualquer lugar para ser achado.
O ar fresco da montanha estava um pouco frio, uma vez que atingiu sua pele fina da Califórnia. Abraçando os braços perto, Loren tomou outro gole de seu café. Uma bolsa apareceu com a roupa nela, mas seu guarda roupa não era adequado para o clima das montanhas.
Loren encolheu os ombros. Ela só teria que vestir mais roupas. A lavanderia poderia se tornar sua melhor amiga, mas isto era uma permanência limitada. No momento, ela tinha a intenção de apreciar isto.
Afastando-se da casa, ela vagou para os três helicópteros que estavam em silêncio na clareira em frente a casa.
Agora que tipo de homem tinha helicópteros de combate pousados em seu jardim? Era extremamente estranho o modo que as máquinas pretas estavam lá. Bem, era tudo provavelmente só uma precaução contra uma erupção de Floresta de Ebola Tai.
Ela devia ter pensado sobre isto mais cedo. Ninguém levava para casa seus helicópteros. Nem mesmo oficiais.
Bem, existia um lado brilhante para as máquinas estarem lá. Seu filho estava no céu.
Toby atualmente estava sentando na frente de uma das máquinas com um laptop equilibrado em seus joelhos e fios esparramados por suas pernas.
O rosto de Chris apareceu na entrada da aeronave. A caneca escorregou de sua mão e se espatifou no chão de pedra da floresta. Loren não se importou. Chris murmurou algo e Toby ergueu sua cabeça para olhar fixamente para o homem. Seu filho depressa retornado ao seu computador e Chris ergueu seu rosto para pegá-la observando-os. Sua boca torcida num esgar, antes que ele retomou a falar com Toby.
Sua mão era congelada acima de sua garganta enquanto Loren lutava contra o desejo lançar-se entre eles. Ela não podia, não devia fazer isto. Era escolha de Toby. Tinha que ser escolha de Toby porque era sua culpa que Chris fosse seu pai.
Era surpreendente de uma maneira horrível de como os seus enganos adolescentes estavam afetando a vida de outra pessoa. Casar com Chris tinha sido imaturo na melhor das hipóteses. Muito jovem para saber, ela tem seguido direto o seu coração para os braços dele. Mas seu filho era uma bênção brilhante disto Loren nunca lamentaria.
Outro calafrio cruzou seu peito e Loren girou abruptamente e voltou para a casa. Nenhum sofrimento é permitido! Isso era uma de suas regras absolutas. Nenhuma auto-piedade. Sem limite. E nenhum HOMEM!
Tudo que ela precisava era de um bom exercício. Toby era uma grande criança e longe mais esperto que ela. Ele faria uma boa escolha. Loren levantou seu rosto para o sol matutino e silenciosamente rezou.
Por favor Deus, deixe que ele seja mais esperto do que eu.



* * * * *



? Oh, sim. Agora está é uma cadela doce se eu já houvesse visto uma.
? Avalia o asno.
Aquele tipo de conversa de seus homens não era realmente algo que Rourke levava a sério.
Homens, seus homens eram ásperos ou eles foram transferidos de sua unidade. Não existia espaço para um homem que ser muito delicado. Era apenas um efeito colateral de seu treinamento nenhum deles saber algo sobre boas maneiras.
Não existia qualquer necessidade para refinamentos sociais fora daqui de qualquer maneira. Nunca foi permitido mulher no composto. Exceto hoje existia uma.
Girando a cabeça ao redor, Rourke fixou sua atenção em seus homens. Ambos os rangers tinham seus óculos de campo fora e apontavam para o declive da montanha na frente deles.
? Eu digo a você, Chris é um cretino. Eu a faria mais algumas vezes antes de me livrar dela.
Rourke bateu a cabeça e pegou Loren fazendo seu caminho ladeira abaixo. Ela cortou através da floresta com uma velocidade constante. Seu início foi marcado com o suor que correu para sua cintura. Ela atravessou as árvores e continuou a correr até que ela chegar a casa.
Loren não deixe seu corpo parar até que ouviu a porta de tela bater no batente da porta atrás dela. Em seguida, ela inclinou-se e apoiando as mãos sobre os joelhos e tentou respirar.
Oh sim. Não existia nada como correndo para conseguir clarear a sua mente de tudo. Era um exercício que a impedia de desmoronar. Não existia qualquer espaço para deixar ser dirigido pela confusão de emoções.
Um aperto sólido pegou seu antebraço e Loren girou como um pião. Ela tropeçou antes de recuperar seu equilíbrio. O rosto de Rourke Campbell era uma máscara de raiva enquanto ele esperava ela se firmar.
? Para alguém que disse não ser estúpida, você está agindo como tal.
? Qual exatamente é seu problema, Campbell? Livrando seu braço do aperto, Loren o apoiou sobre seu quadril.
Ele não gostou dela o chamando por seu sobrenome, mas existia um problema maior que precisava lidar primeiro.
? Desfilando ao redor naquela desculpa de roupa você só pode conseguir ser estuprada. Aqueles homens lá fora não são nenhum pouco gentis! Você tem sorte dos guardas do perímetro não pensarem que você era um presente da fada de dente.
? Se seus homens são realmente tão selvagens, você tem minha condolência. Mas é seu problema, Major.
Loren usou seus dedos para pentear seu cabelo para trás, fora de seu rosto.
Os olhos de esmeralda de Rourke estavam afiados quando se fixaram nela, mas ela não iria engolir isto.
? Qual é o grande problema, de qualquer maneira? Está tentando me dizer que vocês não correm? Tenho certeza que vi você em um par de shorts correndo esta manhã.
? Isto é muito diferente, Loren.
Rourke disse as palavras com muito cuidado. Ele era louco. Existia uma onda de emoção que viaja por seu corpo ameaçado dominar toda última gota de controle que ele tinha. Um de seus homens podia tê-la arrastado para o chão da floresta e ele nunca teria ficado sabendo. Ele não a deixaria expor-se para aquele tipo de perigo novamente.
? Porque eu sou uma mulher?
A cabeça dele deu um aceno afiado e Loren sentiu seu próprio temperamento aquecer, mas isto era uma batalha que ela estava bastante acostumada a lutar. As mulheres não eram exatamente bem-vindas na academia do corpo de bombeiros.
? Olha Campbell, minha desculpa para a roupa é que no corpo de bombeiros não foi aprovado terno no treinamento. Os sujeitos usam isto e assim fazem as meninas. Se correr é bom para você, então é bom para mim. Eu não vou deixar minha resistência cair durante estas curtas férias. Levantando a mão dela, Loren impediu Rourke de interrompê-la. ? E se existe qualquer parte desta montanha que você prefere que eu fique longe, então é melhor você ficar por perto para explicar as regras para mim.
? Isto não é uma democracia, Loren, eu estou no comando aqui.
? Você é um chauvinista! Você pode vestir shorts, mas eu não posso? Loren balançou a cabeça em negação. ? Desculpe camarada, mas eu sou fresca fora do saco de batata!
? Bem! Você pode vestir o short.
Ela estava certa. Os shorts azuis escuros dela eram semelhantes, se não igual ao verde dele. Rourke puxou uma respiração profunda de seus pulmões e procurou por controle. Ela não entendia a extremidade afiada em que seus homens estavam equilibrados. Nem ela entendeu a realidade severa de sua vida.
Aquele pensado resmungão que bateu esta manhã estava certamente ganhando força. Sua vida não era a que um homem podia compartilhar. Fato claro era que Loren não pertencia a ali. Toda a atração sexual no mundo não podia mudar aquele fato.
No momento, seria melhor ele manter suas idéias fora de suas calças porque era sua culpa que ela estava no composto. Isso fazia de sua segurança sua responsabilidade exclusiva.
? Você correrá comigo. Nascer do sol. Não se atrase.
Rourke a despediu. Loren assistiu o modo como ele virou o corpo com uma precisão muito afiada e então ele partiu. Sua retirada era mais que apenas física - bateu bem emocionalmente também. Ela sempre estava muito ciente dele, aquela sua dispensa direta sentiu muito bem como uma rejeição.
Apertando os lábios firmemente, Loren olhou para a porta do quarto. O homem acabou de deixá-la em paz e pela maneira das coisas ele pretendia manter-se dessa maneira.
Bem... Bem... Isto é o modo que tinha que ser.
Então por que ela não estava se sentindo aliviada?


CAPÍTULO CINCO


Loren chegou até os dedos dos pés e rangeu os dentes juntos, devido aos seus músculos doloridos.
Oh... Rourke Campbell com certeza era um mau perdedor! Avançando, ela não poderia ajudar mas rir. Para ser completamente correto, ela era a pessoa que estava dolorida, mas o orgulho do Campbell era tão grande que ela não podia entender como o homem caminhou sem que o seu ego o derrubasse.
Correr com o homem tinha sido uma pura batalha de vontades. Loren não estava certa se ela tinha ganho, mas ela ainda estava de pé.
Sacudindo as pernas, ela deu uma volta lenta ao redor da casa. Correndo tão duro esta manhã transformou suas pernas em gelatina. Ela escapou da fadiga muscular por meio de mergulho em seu computador e relatórios de e-mails, mas depois de se sentar em um computador a maior parte do dia, os músculos das pernas abusados tinham se contraído e estavam duros.
Bem, um pouco de caminhada resolveria aquele dilema. O sol estava afundando abaixo da Floresta agora. Todas as árvores estavam banhadas de ouro carmesim. Loren puxou o ar fresco para seus pulmões e saboreou-o. A poluição na bacia de Los Angeles devia tê-la deixado extramente sensível ao cheiro do ar fresco da montanha. Porque era mesmo muito bom.
? Seu condicionamento é bom.
Loren conseguiu manter seu sorriso dentro de sua boca como ela saltou ao redor para enfrentar a companhia. As pessoas por aqui não pareciam fazer contato com o chão da floresta ao caminhar. Ou ela precisava fazer um teste de audição.
? Entretanto, qualquer fêmea que pode se tornar um bombeiro teria que saber algo sobre resistência.
Um par de olhos verdes esmeralda prosseguiu para parar em seu corpo. Loren assistiu o homem a quem eles pertenciam. Ele estava em condição privilegiada, apenas como Rourke. Quando ele ergueu a face notou o mesmo corte de mandíbula que Rourke tinha. Mas o modo como seu olhar seu olhar verde inspecionou-a faltou a faísca de eletricidade que seu corpo sentia toda vez Rourke olhava-a de cima.
Era realmente chato descobrir que ela tinha olhar fixo de Rourke gravado na memória.
? Você usa suas emoções em seu rosto.
? A maioria das pessoas fazem. Mas isso era um comentário muito estranho. De fato, Se Loren fosse algum Juiz, ela diria que o homem estava criticando-a. Havia uma necessidade um pouco irritante passando por seu cérebro mandando endireitar as costas como resposta.
? Eu sou Loren, e você é?
Loren estendeu sua mão com sua saudação, mas sua companhia simplesmente olhou fixamente para sua mão. Ele manteve as suas próprias mãos enganchadas em seu cinto. Seus olhos voltaram para sua mão antes de retornar para seu rosto como ele esperou para ver o que ela faria.
? O nome dele é Jared.
A pulsação de eletricidade veio só com sua voz. Loren dobrou seus braços acima do peito e tentou forçar seu corpo a se tranquilizar. Seus nervos se recusaram a escutar. Ela não podia ouvir Rourke surgir atrás dela, mas ela podia senti-lo. Seu rosto veio em visão, mas ele estava olhando para seu companheiro em vez dela.
? Ele é meu irmão.
? Não me diga. Dois pares de olhos verdes dispararam em linha reta para o rosto, mas Loren simplesmente sorriu. ? Eu acho que só vou conseguir me mover antes de os níveis de testosterona chegar a mim.
Jared considerou Loren enquanto ela voltava para casa e Rourke estreitou os olhos. Seu irmão terminou de examinar Loren e levantou um divertido olhar para o irmão.
? Cuidado, Rourke, eu diria que você está com ciúmes.
? Nós estamos debaixo de quarentena, Jared.
Jared grunhiu e deslizou outro olhar para a casa.
? Então, não me beije.
Rourke levantou um punho e enviou isto em direção a seu irmão.
? Ei, se vocês dois forem lutar, eu posso assistir? Toby se debruçou acima da grade de varanda e sorriu.
Rourke puxou seu braço para trás e girado em direção a seu jovem hóspede. A culpabilidade pulou em cima em resposta a deixar a testemunha adolescente presenciar seu comportamento bastante questionável.
Jared virou se voltando e riu. Rourke enrolou seus dedos atrás em um punho.
? Você são legais.
Toby desceu para os degraus e grunhiu neles. Loren fez uma meia volta imediata quando seu filho caminhou em direção a Jared. Toby parou na frente deles e estudou-os com seus olhos azuis. Era um escrutínio intenso que mostrava o nível de inteligência da criança ainda que estivesse preso no corpo desengonçado de um adolescente.
? Você sabe, porque há quatro de você com olhos verdes em sua família, se livra a média de psíquicos com olhos verdes. Faz parecer que a escala de olhos verdes são um fator no nível de efetividade psíquica, mas você tem que descartar aquele tipo de dados quando mais de um assunto vem do mesmo pool genético.
? Toby... Rourke não pôde terminar a pergunta dele totalmente. A possibilidade de a criança ter cruzado em suas informações pessoais era um desastre pessoal grande para ele absorver.
? Sabe, eu podia realmente mostrar ao Exército algumas coisas sobre manter seus arquivos codificados. Se você não mantiver abas nos hackers realmente quentes, você é um pato fácil no Espaço virtual.
Jared disparou sua mão e enganchou na blusa da criança. Rourke agarrou o pulso do irmão para afastá-lo de conectar com a mente de Toby.
? Largue meu filho! Loren não esperou para ver se o irmão de Rourke a obedeceria.
O ar era pesado com uma ameaça escondida e ela reagiu para ele em um nível instintivo. Ela não estava segura só o que estava tentando era proteger a criança dela, mas ela lançou-se em Jared Campbell antes dele terminar qualquer coisa que estivesse fazendo para Toby.
O homem caiu para trás quando o corpo dela bateu nele. Eles afundaram sobre o chão de floresta e seu corpo estalou quando uma corrente cheia de eletricidade surgiu por ela. Sua vista escureceu e Loren chupou em uma grande golfada de ar à medida que lutava contra a inconsciência. Ela lutou contra a escuridão forçando seus pulmões a continuarem trabalhando. Suas pálpebras ficaram tão pesadas quanto tijolos quanto ela tentou erguê-las.
? Ah, Mãe. Eu queria sentir isto.
O que era "isto" Loren não conseguia fazer seu corpo parar de tremer. Era uma boa coisa que ela tinha empurrado tanto ela quanto Jared para o chão porque suas pernas simplesmente não a teriam sustentado. Os músculos se contraindo e pulsando em um frenesi descontrolado do movimento.
? O que é isto?
Loren usado para controlar o seu temperamento de seu corpo. Ela enfiou suas pernas debaixo dela e se levantou. O mundo nadou antes de seus olhos, mas ela se forçou a permanecer. Apontando seus olhos em seu filho, ela levantou um dedo único nele.
? O que exatamente você está tentando descobrir agora?
? Mas, Mãe... eu nunca terei outra chance de conhecer uma das unidades psíquicas. Eles são exclusivos e totalmente confidenciais. Além disso, não estava realmente rastreando. O Dr. Jasper disse que eu podia olhar para o material secreto agora porque eu trabalho para ele. Toby embaralhados seus pés e encolheu os ombros em resposta ao estreito olhar de sua mãe. Loren sabia o que olhar muito bem. Existia uma destreza definida para criar uma criança com o nível de inteligência de Toby. Enquanto uma criança normal experimentaria testando com regra simples, Toby teve que desafiar os muitos limites de sua nação.
? Tobias, eu juro, eu vou mandar você para uma família de Amish por um ano! Lá não terá sequer um único volt de eletricidade para você conseguir por suas mãos, muito menos um computador!
Loren assistiu como um caleidoscópio de cor começou a rodar ao redor da cabeça dela. Quanto mais ela olhava para as cores, menor dor sentia.
? Mas, Mãe, estes sujeitos são realmente legais. Você devia ver o arquivo de sua mãe. A avaliação psíquica dela é fora do normal.
? Ponha uma cortiça nisto, criança.
Jared rosnou sua ordem e bateu a sujeira que decorou sua calça na queda. Loren segurava sua mão em direção ao homem. Isso foi trabalho de um pai e ela o faria.
? Toby, existe uma idéia conhecida como isolamento. Cavando ao redor das informações pessoais das pessoas as deixam irritadas. Quando são informações secretas, faz eles loucos.
? Eu não estou louco. Mas eu vou rasgar sua memória separadamente.
Loren virou sobre o seu calcanhar e enfrentou o irmão de Rourke.
? Meu filho tem liberação para obter informações secretas, mas isso não significa que ele tem um pouco de bom senso. O julgamento é algo que só a maturidade pode desenvolver. Você não deve ser um pai ou você iria entenda como crianças podem ser às vezes.
? Eu tenho um filho.
Jared Campbell emitiu aquilo com puro orgulho. Loren o assistiu antes de olhar para seu filho.
? Talvez você devesse descobrir como ele fez isto primeiro.
? O que quer dizer? Jared Campbell cruzou seus braços acima de seu tórax exatamente como Rourke faz a maior parte do tempo.
? Bem, se alguém de quatorze ano de idade pode achar aqueles arquivos, faz sentido descobrir como ele fez isto. A menos que você queira ter a chance de outra pessoa fazendo à mesma coisa.
? Idéia excelente.
O alívio a inundou porque Loren não estava muito segura sobre o que ela faria para lidar com o homem se ele fizesse algo contra Toby. O desespero tinha uma maneira de manter uma pessoa alerta na adrenalina. Uma vez que a ameaça sumia, então era isto Uma vez que a ameaça tinha ido embora, era assim uma química pouco surpreendente. Por alguma razão ela estava completamente cansada.
Suas pálpebras estavam tentando se fechar e ela não podia deixar que acontecesse. Toby era tudo que ela tinha e não podia deixar qualquer coisa acontecer para ele.
Mesmo que sua mente tivesse determinado, o seu corpo não foi capaz de continuar.
Loren não podia parar com as estridentes cores daquele caleidoscópio que a cercou e transformou seu mundo inteiro em brilhantes tonalidades de cor. Ela esqueceu sobre manter as pálpebras abertas. Elas deslizaram fechado da mesma maneira que seu corpo desmoronado sobre o chão da floresta com uma graça sem osso que só inconsciência podia produzir.



* * * * *


? Toby.
Seu último pensamento tinha estado em seu filho, e ele foi a primeira palavra que pulou de sua boca quando ela acordou. Loren Lançou seu corpo acima e tentou chutar os cobertores longe de suas pernas. Mas eles foram dobrados no colchão da cama e segurou contra suas lutas.
Aquela demora leve era bastante tempo para seu cérebro estalar para a atenção. Los Angeles o município correu turnos de vinte e quatro horas para seus bombeiros. Loren tinha aprendido a saltar da cama e deixar para trás o sono, tal como todos os outros membros do departamento.
Além disso, a visão que saudou seus olhos definitivamente valeu a sua atenção total. A parede na frente dela era uma cadeira de janela enorme. Agora mesmo, uma brilhante meia lua estava pendurada no canto direito dela. As estrelas estavam estendidas acima do resto da visão e isto era literalmente atordoante. Loren não podia lembrar daquela última vez em que viu todo o brilho do céu noturno. Existia luz artificial demais na cidade e as estrelas perderam uma grande parte do seu brilho.
Como ela se sentou em cima, o acolchoado espesso que estava na cama deslizou até sua cintura. Uma onda de calor intenso banhou seu ombro direito e braço. Girando sua cabeça, Loren olhou para a lareira ao lado dela. Estava longe 3 metros e começava a estudar a maior parte da parede.
O fogo aquietou, mas os carvões estavam ardendo vermelhos.
? Toby está bem.
Loren estalou sua cabeça ao redor e achou Rourke esticado acima de um sofá que estava concentrado no lado oposto do quarto do chefe. Seu quarto. Seus olhos alargaram quando ela notou a cor muito masculina da forragem que ela atualmente estava deitada.
? Eu quero saber como eu entrei em sua cama? Loren deslizou seus olhos atrás para Rourke e assistiu o modo como sua boca aumentou ligeiramente em um sorriso. Seus olhos moveram-se para cima dela em um movimento preguiçoso que fez um calor viajar em cima em seu rosto novamente.
? Eu dobrei você, bem e apertado.
Rourke mostrou uma fila de dentes enquanto disse isto. Ele levantou seus braços e dobrou-os atrás de sua cabeça. O sofá era enorme, mas ele ficou pequeno com o corpo dele. Seus pés estavam cruzados e sustentados no canto longe. Existia um cobertor cobrindo suas pernas e um travesseiro com o mesmo projeto de metal laminado empurrado debaixo de seu pescoço.
Ele estava dormindo no sofá? Loren piscou seus olhos em movimento rápido antes de corrê-los acima de Rourke novamente. O homem estava verdadeiramente dormindo naquele sofá enquanto ela estava em sua cama. Isso não fazia absolutamente nenhum sentido. Nenhum.
? Por que eu estou em sua cama?
Rourke deixou escapar uma risada baixa. Ele simplesmente não poderia ajudá-la. Ela parecia muito nervosa... sentada em sua cama. Seus olhos de um pálido verde estavam concentrados nele, enquanto ela esperava ouvir apenas porque se encontrava no lugar que ele havia apostado que nunca pensaria ir.
? Meu quarto é o único com uma lareira próxima a cama e você está sofrendo de choque. Rourke abaixou seus pés e levantando do sofá tomou um momento avaliando a condição de Loren. Ela estava rosada agora. Mas existiam círculos escuros tocando ambos seus olhos do choque da sondagem que seu irmão havia deixado para trás.
Choque? Loren entendia aquilo bem o suficiente, mas por que ela tinha sofrido disto?
Sua memória recordou o incidente com claridade surpreendente um segundo mais tarde.
? Onde está Toby?
Desta vez, o chute que visava a coberta era forte o suficiente para rasgá-lo facilmente. Rourke se sentou na extremidade da cama e pousou suas mãos sobre os ombros dela, firmemente apertar seu corpo atrás sobre sua cama.
? Ele está corredor abaixo adormecido.
? É melhor seu irmão não ter tocado nele.
Rourke sentiu a emoção que passou por ela e a apertou abaixo novamente.
? Jared não sabia que Toby tinha permissão. Ele não aborrecerá seu filho agora.
Loren deitou e parou de lutar para escapar de suas mãos. Rourke saboreou o momento de aceitação. Ele gostava de tocá-la, mas seu tema atual da conversa foi um exemplo brilhante de porque ele não podia deixar que seu desejo saísse da mão. Sua vida era muito perigosa para a sua maldição.
Loren realmente devia estar muito cansada. Isso tinha que ser a razão pela qual ela estava gostando tanto das mãos de Rourke. Ela podia sentir cada dedo que foi fechado sobre seus ombros nus. Suas mãos eram muito maiores do que sua estrutura e suas garras prendiam ligeiramente baixo os braços. Era um cabo sólido e ela gostou.
Uma mão moveu e viajou o comprimento abaixo de seu braço. Loren virou a cabeça para vê-lo sobre sua pele lisa. A diferença no seu tom de pele pegou os olhos enquanto Rourke fez a viagem de volta para trás até o braço. Propagando um calor a partir desse ponto de contacto para o resto do corpo.
Ele não parou em seu ombro. Ao invés aquela mão firme subiu seu pescoço e tocou seu rosto trazendo ela para perto dos olhos dele. A intensidade esmeralda a fascinou.
Loren olhou fixamente em seus olhos e reconheceu o quão agressivo ele cheirava. Parecia ser a própria definição do conceito de masculinidade.
A ponta áspera de seu dedo polegar apertado sobre seus lábios. A pele sensível de sua boca sentiu a calorosa superfície de sua mão. A sensação intensificou sua atração, porque ele não era suave. Ao invés suas mãos refletiam sua força. Sua mão voltou ao seu rosto, e estabeleceu a sua boca sobre a dela. Seus lábios eram firmes com eles suavemente exploraram.
O calor aumentou ainda mais, uma vez que procurou a companhia de seu corpo. Levantando suas mãos, Loren as deslizou sobre os planos rígidos de seu peito e suspirou. Sua boca arrastou para longe da sua quando ele moveu coluna abaixo de seu pescoço.
Rourke pressionou seu corpo na direção dele. Havia uma centena de lugares que ele queria provar um de cada vez. Subindo, ele juntou seus dedos em seu cabelo. Os fios rebeldes ficaram livres e caíram para frente. Torcendo seus dedos nisto, Rourke puxou o cheiro dele em seus pulmões. Era o cheiro forte da mulher que ele queria fazer sua.
? Eu quero fazer amor com você, Loren.
Oh Deus. Ela sabia disto. Podia senti-la, saboreá-lo mesmo direito no momento. O som rouco de sua voz absolutamente apavorada dela. Ela simplesmente não podia deixar um homem chegar tão perto.
Memória cortou toda a sua mente e invadiu a felicidade do seu corpo. As mesmas mãos que seguravam tanta força poderiam causar tanta dor.
O medo evoluiu rapidamente para pânico e Loren empurrou contra seu companheiro. Ela não podia, não iria sobreviver novamente. Nem nunca mais.
Suas mentes foram fundidas tão firmemente como os seus corpos. Rourke sentiu emoções e teve dificuldades para entendê-las. Emoções eram coisas complicadas para um vidente. Os fluxos de sensação raramente eram fáceis de entender, mas ele entendeu medo quando ele sentiu.
Loren lutou contra seu abraço quando Rourke sentiu o pânico dela. Era mais que sua consciência. Ele cometeu aquele engano atrás na praia. Pretensiosa sua relutância para responder sua atração era devido a sua moralidade. Supondo que sua relutância em responder a sua atração era devido a sua moral. Pegando a parte traseira de sua cabeça, ele segurou-a firme, enquanto ele procurou os olhos para a resposta.
? Fácil, Loren, relaxe.
Sua voz perdeu sua extremidade áspera e Loren empurrou contra seu tórax para adicionar distância. Os braços de Rourke relaxaram seu abraço, mas a manteve firme dentro de seu círculo.
Loren apertou suas palmas contra seu tórax quando ela tentou quebrar o abraço. Ela podia ainda sentir o calor que emanava de seu tórax e ela tinha que se mover para longe disto e longe da própria fraqueza feminina dela.
? Deixe me ir.
Suas palavras estavam cortadas pelo medo. Rourke sentiu seu rosto definir em uma carranca à medida que ele considerou isto. A atração sexual era básica e parte de todo humano no planeta. A puberdade liberava os hormônios que fazia com que os sexos procurassem-se mutuamente. A sociedade ensinou as mulheres a sentirem vergonha associada a sua conduta sexual.
Rourke assistiu a maneira tensa de Loren contra seu abraço. Seu corpo torcido apenas como um animal preso em uma armadilha. Isto era definitivamente mais que a consciência de Loren. Ela tinha medo dele. As mulheres não temiam homens a menos que tivessem aprendido do modo mais duro.
? Você me beijou, Loren.
Seus olhos voaram para seu rosto em horror. Loren cobriu sua boca com a mão e sentiu o tremor de seu corpo. Ela o beijou. A idéia virou seu medo e fez com que ela simplesmente olhasse Rourke em confusão. Ela não entendeu.
? Eu sinto muito. E ela estava. Loren olhou fixamente para o homem na frente dela e se sentiu desintegrar. Não querendo um homem em sua vida era uma coisa. Provando que ela podia fazer isto sozinha era importante, mas Chris realmente tinha feito isso para que ela não pudesse ter um homem se ela decidisse que queria um?
Ela estava tão cansada. Todo último suspiro de energia fluiu para longe de seu corpo, deixando sua carne frágil. Ela relaxou no abraço de Rourke porque ela não podia a segurar seu corpo longe por mais tempo. Seus olhos viram o corte em seu rosto antes dela desistir e deixá-los deslizar fechados.
Tudo se dissipou e Loren foi de bom grado o suficiente para o esquecimento do sono. Ela não tem que pensar mais. Por agora, isso era suficiente.
Rourke não liberou seu corpo. Ao invés ele apreciou o peso dela em seus braços. Ele podia ainda a cheirar. Ele deixou a sensação cruzar seus sentidos. O desejo esfriou em sua mente procurando a razão atrás de suas emoções. Loren podia suprimir sua sensação natural de medo suficientemente para se formar em uma academia de fogo, mas a idéia de fazer sexo a lançou em um pânico. Isso não acontecia sem uma razão.
Deitando seu corpo atrás na cama, Rourke colocou o acolchoado de volta no lugar antes de retornar ao sofá. Sustentando os braços atrás do pescoço, ele mudou de idéia em foco.
Ser psíquico era uma coisa interessante. Uma diferença importante foi Rourke haver explorado a gama de emoções humanas mais detalhadamente mais do que qualquer pessoa pudesse entender. As emoções o fascinaram. O pensamento não-lógico poderia conduzir os homens a atos de bravura inacreditável. A emoção também pode resultar no mais brutal dos horrores.
As cicatrizes que marés sentimentais deixavam para trás, pessoas mudadas e fizeram deles o que eles eram. Loren murmurou em seu sono e chutou o acolchoado novamente. Raiva rastejou em cima de sua espinha quando Rourke a considerou. Loren não era uma mulher que deixava o medo paralisá-la. Não, ela lidou com seus demônios e seguiu em frente.
Com exceção de uma coisa. Ela nunca desistiria de seu casamento. Ao invés, ela cavou um buraco e enterrou isto. A suspeita queimava pelo cérebro enquanto Rourke somente considerava o porquê dela permanecer casada com um homem que a deixou. Talvez tivesse sido o instinto da mãe. Se seu marido soubesse sobre Toby, ele teria aparecido para ver o garoto.
Isso fazia sentido. Rourke não podia deixar de sorrir um pouco. Chris poderia ser seu homem, mas isso não mudou o fato dele ter abandonado sua esposa grávida. Até onde Rourke estava preocupado, ele tinha adquirido o que estava vindo a ele exatamente. Nenhuma mulher devia ter que tolerar um marido imaturo. Eles foram casados e Chris devia ter sido um pai para sua criança, qualquer que fosse o sexo.
Ahh, caramba.
Rourke afastou seus olhos de Loren e olhou fixamente para o teto. Ela era casada! Ele teve que começar pela sua cabeça dura. Talvez ela não estivesse com tanto medo dele quanto com medo de quebrar um dos Dez Mandamentos. Adultério era ainda uma palavra forte até hoje.
Psíquica ou não psíquico, o metal sob o qual vivia o esfolaria vivo se eles o pegassem em uma relação com a esposa dos seus homens. Então Chris era um asno e tinha abandonado ela. Isso não fazer qualquer relação entre eles direito.
Mesmo que ele a convencesse obter um divórcio que realmente não era uma resposta para Loren. Então o que ele iria fazer? Rourke sentiu uma torção de estômago quando considerou o fato que ele teria que se afastar para longe dela também. Talvez não imediatamente, mas não havia qualquer espaço em sua vida para um relacionamento.
A vida estava dando lições severas esta noite. Seu corpo ainda estava pulsando de desejo quando Rourke se forçou a engolir o fato de que ele não tocaria Loren novamente. Ela era um civil e ele teria que a enviar de volta ao seu mundo antes que ela descobrisse alguma coisa sobre ele.


* * * * *


Acordar nunca tinha sido tão duro antes. Loren correu sua mão por seu cabelo e puxado as mechas para tentar despertar seu cérebro. Tudo que ela conseguiu foi seus olhos rasgando de dor.
Chutando a manta ela meneou em direção à extremidade da cama. A coisa deve ter sido enorme porque ela estava suando quando ela fez isto. Seus pés ardiam quando ficou em cima deles. A corrida de cem agulhadas ao longo de sua sola quando ela forçou o corpo para levantar-se sobre os pés que tinham ficado em paralelo por muito tempo.
? Você só espera até que eu consiga colocar as minhas mãos em você, Jared Campbell.
A voz do Loren estava abafada por seus lábios cerrados quando suas pernas começaram a encher. Ela alcançou o chuveiro e ligou a torneira antes de tentar arrancar sua roupa. Seu corpo inteiro estava duro e dolorido do excesso de sono. O sol no meio da tarde foi fluindo através da janela do banheiro fazendo Loren emitir um rosnado baixo na perda completa de um dia inteiro.
Ela não podia lembrar da última vez que ela dormiu tanto. Era um desperdício apavorante de tempo!
? Você só espera.
Arrancando uma meia do seu pé, Loren tropeçou, fora de equilíbrio, antes de pegar o corpo dela.
Ela olhou para seu reflexo. O espelho lhe mostrou uma pessoa de aparência patética. Os círculos escuros sentados debaixo de seus olhos a fizeram começar a resmungar novamente.
Pelo menos a água perseguiu as teias de aranha de seu cérebro. Loren favoreceu seu dolorido corpo na água quente. Ela sentiu a dureza derreter longe quando ela girou no chuveiro para que o jato de água pudesse bater em seus ombros.
Saindo do chuveiro, ela se sentiu infinitamente melhor. Loren agarrou uma toalha e puxou isto através de seu rosto. Lá! Agora ela era humana novamente!
O reflexo do espelho capturou sua atenção novamente. Sua memória clareou agora. Loren olhou fixamente para seus olhos e procurou seu rosto. Não existia uma única contusão deixada pelas mãos do seu marido. As marcas tinham enfraquecido ao longo dos quatorze anos de separação.
Pela primeira vez, Loren olhou para a cicatriz mental que ela levou todos aqueles anos. Ela estava realmente com medo de sexo? Talvez fosse uma questão absurda, mas ela entrou em pânico nos braços de Rourke. Enquanto sua mente lógica disse-lhe que beijar o homem era um problema, isso não significa que entrar em pânico fosse a resposta. Longe disso. Loren precisava de todo seu juízo, a fim de lidar com Rourke. O homem tinha uma incrível capacidade de reduzi-la a uma pilha de emoções. Era estúpido. Ela não tinha medo de sexo. Como ela podia ter? Ela teve um filho e a cegonha não entregou Toby para ela. A parte sexual de sua relação com Chris nunca tinha sido o problema. De fato, seus hormônios eram uma dos principais razões do casamento deles quando ela era ainda tão jovem.
Chris tinha recém saído do treino básico e maior que vida. Ele faiscou a primeira paixão em seu corpo jovem. Mas só as esposas se mudam para a base, então eles tinham se casado.
Realmente não tinha sido tudo o que original. Metade dos indivíduos na turma que se formou com Chris se casou dois meses depois de começar suas primeiras ordens. Os seus problemas internos não haviam sido únicos também.
Deixando um suspiro escapar, Loren girou em direção a sua roupa. Não havia razão para reavivar a memória. O que era - era. Chris tinha sido uma criança mimada e Loren tinha há muito se esforçado para crescer.
Ela tinha um péssimo marido. Bem. Culpa dela e ela seguiu em frente. Rourke Campbell a fez suor em lugares que ela tinha esquecido que existiam. Bem. Esse era o seu problema. Tentar colocar a culpa em Chris seria, bem, imaturo.
Ela precisou dirigir suas energias para o que ela faria e Toby o melhor. Isso era a fundação de sua vida. Enfoque no presente não no passado. Levante e avance porque a vida de ninguém era perfeita.
Além disso, uma boa xícara de café pode fazer maravilhas para sua perspectiva de vida. Um furtivo pequeno sorriso aumentou os cantos de sua boca quando Loren rumou em direção à cozinha. Suas orelhas captaram dois machos conversando dentro da casa. Talvez ela conseguisse a chance de tirar suas frustrações em Jared Campbell afinal.
Loren sentiu um sorriso largo substituir seu sorriso, como ela chegou perto o suficiente para ver Rourke e seu irmão compartilharem café. No sul da Califórnia hora do café, era de manhã. Mas o clima alegre da montanha tornou apropriado para a tarde também.
Vapor foi subindo de canecas de homens como eles continuaram a conversa. Os homens tinham uma única maneira de socializar. Loren reconheceu a linguagem do corpo imediatamente. Não poderia ter sido um monte de conversa, mas eles estavam definitivamente se comunicando.
Alguém deitou um punho na porta da frente com a força de trovão. Ambos os homens se posicionaram imóveis. Loren assistiu do corredor quando eles giraram em direção à porta sem derramar uma única gota de seu café. Foi maravilhoso testemunhar o controlo absoluto que tinham sobre seus corpos. Era quase como ela entendia a diferença entre as forças civis e especiais naquele momento. Os homens não se moviam apenas, seus movimentos eram executados com total controle e precisão. Não havia dúvida em sua mente que poderia e iria usar a força letal em um piscar de olhos.
O fato de que partirem da postura relaxada de tomar café juntos às suas posições atuais tornava muito mais surpreendente para ela.
Aquele mesmo punho bateu na porta outra vez quando Rourke pôs os olhos nela. Sua cabeça fez um movimento acentuado na direção dela, apontando de volta para o local de onde ela veio.
A ordem era muda, mas Loren sentiu as orelhas tocadas com isto. A autoridade absoluta do homem tinha projetado de tal forma que seu corpo respondeu até antes dela reconhecer o que estava fazendo.
Rourke mandou outro aceno de aprovação afiada antes que desse dois passos com as pernas longas e abrisse a porta da frente. Não do jeito que ela teria feito isso. Rourke não ficou na frente da porta aberta. Em vez disso, enviou a porta balançando para dentro, enquanto seu corpo estava contra a parede.
? Eu quero ver minha esposa!
Mesmo sabendo que Chris era uma criança mimada, Loren foi ainda surpreendida ao ouvir exatamente a forma beligerante que ele decidiu usar com o seu comandante. Ela deu um passo em direção à porta e pegou o olhar severo que Rourke deu ao seu homem.
? Você parece ter esquecido como são as coisas no Exército, soldado.
Chris levantou o queixo e tentou fazer muito barulho ao seu superior hierárquico. Rourke não admite a insubordinação por muito tempo. Ele pegou o centro da camisa de Chris e atirou-o de volta para a porta da frente. Loren correu para a cozinha, mas parou de supetão quando Jared entrou no seu caminho. O homem literalmente usou seu corpo como uma barricada sólida impedi-la de seguir os dois para a varanda. Loren saltou para trás e imediatamente tentou contornar o homem. Mas ela não precisou. Uma fração de segundo depois Rourke tinha empurrado Chris para baixo aos tropeções para a clareira em frente à casa. Jared mudou-se com seu irmão em quase perfeita sincronização, na sequência de Rourke como ele a mantinha atrás de seu corpo.
Loren seguiu e encontrou o irmão de Rourke propositadamente bloqueando seu caminho novamente. O homem pisou na frente dela enquanto ela tentava se mover em torno dele. O olhar que ele lançou por cima do ombro era tão cheio de autoridade, como o do seu irmão tinha sido. Loren sentiu as cerdas do orgulho, mas presa à mandíbula fechada. Rourke tinha problemas suficientes para lidar com o momento.
? Ela é minha esposa. Senhor!
Chris cuspiu o título esperado de senhor e tropeçou de volta no corpo de Rourke tentando empurrar seu oficial comandante, mas achou Rourke imóvel.
Loren tinha decidido naquela praia que Rourke parecia indomável. Agora ela estava certa de que o homem estava completamente incivilizado. Seu corpo permanecia firme a agressão controlada. O tipo que você vê em um predador selvagem. Os olhos do Chris ficaram grandes, mas ele se recusou a voltar para baixo.
? Não existe nenhuma moradia para casado aqui. Rourke usou uma voz bem controlada com o homem. Ele podia sentir o cheiro da bebida no homem. Mas isso não fez Rourke se irritar. Longe disso. Chris estava cavando sua própria cova com a sua insubordinação e Rourke ficaria feliz em vê-lo fazer isso. Não havia lugar para Chris em sua unidade. Este pequeno incidente com álcool – salvava Rourke de apenas chutar o homem para fora o trabalho.
? Por Deus nem mesmo um maldito oficial vai se enroscar ao redor com minha esposa! Eu quero o divórcio. Chris zombou em desprezo antes de levantar um braço e apontado para Loren. ? E eu quero meu filho também! Você é uma adúltera e eu vou conseguir a custódia de meu filho.
? Eu não viverei com você. Todas as cabeças giraram quando Toby apareceu de dentro de um dos helicópteros. Os três Panthers negras estavam sentados em repouso no centro da calçada e Rourke levou Chris em direção à aeronave.
Toby saltou de uma Panther e ficou de frente para seu pai.
? Você é menor e meu filho. Aquela cadela envenenou você contra mim. Você vai ver tão logo fiquemos juntos. Você vai ver.
Toby considerou seu pai em silêncio antes dele levantar seus olhos azuis em direção a Loren. Ela mandou ao filho uma piscada quando ele enfiou suas mãos em seus bolsos e voltou em direção ao seu trabalho. Toby saltou de volta no helicóptero e levantou seu laptop novamente.
? Toby, você é meu filho e você fará o que eu digo!
Chris não soube que estava lutando uma batalha perdida. Quando Toby decidia algo não valia a pena perder seu tempo, seu filho tinha esquecido. Toby prontamente começou a digitar linhas de código em seu teclado.
? Nenhum tribunal dará a você a minha custódia. Você tentou me matar antes de eu nascer.
Toby levantou seu rosto e fitou seu pai.
? Minha mãe quase morreu tentando me manter vivo. Isto é tudo que eu preciso conhecer.
? Isto é besteira! Ela é um mentirosa.
Toby fixou o olhar em seu pai com um rosto claro.
? O interessante é que a minha mãe nunca disse uma palavra para mim sobre você. Então, eu decidi procurar e descobrir. No departamento do xerife há um grande arquivo sobre você. Eu vi o que você fez para ela com seus punhos.
Loren sentiu o sangue drenar de seu rosto. Todos os pares de olhos girados em direção a ela, mas ela não se importou. Seu filho olhou para ela e simplesmente sorriu. Sua mão subiu para cobrir sua boca com a simples verdade que bateu nela.
Toby tinha invadido o Pentágono, invadiu a NASA e invadiu os arquivos do departamento do xerife também. Quando ela se recusou a fazer um aborto, Chris recorreu a bebida e depois ele tentou espancá-la o suficiente para que ela abortasse a filha indesejada.


CAPÍTULO SEIS


? Por que você não me contou?
Loren sentiu os músculos tensos. Rourke estava usando o mesmo tom baixo que tinha usado com Chris. Movendo os olhos ao redor, ela estudou o rosto de Rourke.
Mas ele não conseguia esconder a raiva nos olhos dele. Loren revirou os ombros e tentou relaxar. Ela sentiu os lábios secos e passou a língua sobre eles. Os olhos de Rourke imediatamente focada no sinal indicador de seus nervos.
? Não havia nenhuma razão.
? Errado. Rourke cruzou a cozinha e puxou Loren fora de sua cadeira. Ele segurou-a com cuidado, mas com firmeza, puxou o corpo dela em direção ao seu. Ele tinha uma profunda necessidade de tocá-la logo em seguida. Sentir sua pele e se assegurar de que ela estava bem. Puxando uma respiração funda em seus pulmões, ele apreciou seu odor e o pulsar ativo em seu corpo.
Loren simplesmente não conseguia lidar com essa atração agora. Sua mente estava cheia de muitas lembranças. Ela precisava de espaço e Rourke tinha apenas que dar a ela.
? Deixe me ir, Rourke. Loren colocou uma única mão sobre seu tórax com suas palavras.
Ela não gostou do fato de não estar no controle absoluto do seu pedido. Se Rourke decidisse que não iria soltá-la, ela não seria capaz de libertar-se.
Ele lhe deu exatamente os dois pés. Mas ele se apoiou em um ângulo contra o balcão da cozinha que a bloqueou solidamente contra a parede.
? Ele tentou matar você?
Isso era uma pergunta que Loren ruminou durante anos dentro de sua cabeça. Certo, isto soava simples o suficiente, mas certamente não era. Admitir que Chris tivesse tentado matá-la também era admitir que ela houvesse feito uma horrível escolha em só considerar o seu coração.
Isso foi um erro que poderia assombrar a alma de uma mulher para sempre. Se você estava tão errado em escolher um homem, como você poderia tomar a decisão de ter outro homem em sua cama?
Loren fixo seus olhos em Rourke. Se ela admitisse estar tão errada em seu julgamento sobre Chris, então sua atração atual por Rourke teria que ser questionada também, talvez até mesmo rejeitada.
Ela encolheu-se quando considerou a idéia. Havia algo em Rourke que a fazia senti tão segura. Toda vez que ela olhava para o homem sentia mais do que puxar. Fraqueza e desejo foi corroendo sua auto-disciplina.
Mas existia definitivamente uma coisa que ela não faria, até para Rourke Campbell.
? Esqueça isto.
Loren foi muito rápida. Rourke sentiu a raiva tensa porque ela se deteve sobre o verdadeiro motivo de sua pergunta. Ele só precisava ouvir a acusação de sua boca.
Se Loren apontasse o dedo, ele poderia fazer alguma coisa. Até que ela fizesse isso, Chris era um homem inocente porque não tinha o nome de seu agressor. O detetive que tinha escrito o relatório tinha suspeitado que era o marido, mas não havia nenhuma evidência sem a declaração de Loren.
? Certo. Rourke cruzou seus braços acima de seu tórax e a considerou. Ele queria Chris e estava indo buscá-lo. Se Loren queria jogar duro, seria este o jogo. Mas não ia ser qualquer fuga para o marido canalha dela.
? Desde que você não parece disposta a deixar Chris ter o que está vindo para ele, talvez nós devemos deixá-lo ter o seu caminho.
Uma picada rastejada em cima sua espinha quando os olhos do Loren voaram para do Rourke. A expressão apontada Em seus feitos seus pés coçavam para recuar embora ela não tivesse nenhum espaço para recuar.
Rourke desdobrou seus braços e sentiu sua onda de emoções. Deixar de lado sua disciplina foi intensamente agradável.
? Chris quer o divórcio por adultério. Mas você não é culpada disto. Ainda.
A compostura voou direto para fora pela janela. Loren sentiu cada nervo terminar em estalo um segundo antes dela tentasse mergulhar ao redor de Rourke. Ela não fez isto até metade de um pé.
O homem era verdadeiramente o predador que ela sentiu. Ele a puxou fora de seus passos e embrulhou-a em um abraço de aço contra um tórax que era completamente inflexível.
Mas ela não estava assustada e isso era a pior parte. Loren sentiu um gemido subir para sua boca enquanto seu corpo implorava que ela se rendesse.
Isso tudo seria muito mais simples. Chris tinha ido e ela não teria que se preocupar sobre o medo que a impede de ir para outro homem. Ela queria Rourke de uma maneira dolorosa, nada importava mais do que o desejo queimando vivo. Seu corpo era puxando em direção a ele porque não estava perto o suficiente. Existiam muitas barreiras entre eles. Sua camisa escondia a pele morna que ela almejava tocar. Ela desejava rasgar sua camisa, afastá-la até que suas mãos pudessem tocar e sentir a força dura dele.
Qualquer que fosse sua razão, Rourke não se importou. Ele podia senti-la render. Seus peitos apertados contra seu tórax com os mamilos apunhalados nele. Seu quadril virou adiante em um convite descarado e ele simplesmente não deu mais a mínima!
Ele a levou em direção a seu quarto e chutou a porta fechando com seu pé. Seus olhos estavam vítreos quando ela olhou fixamente para ele. Rourke deu um olhar longo em sua piscina borbulhante antes dele abaixar sua boca para dela. A paixão não desapontou qualquer um deles - estava queimando com sua intensidade. Ele a deitou no centro de sua cama. Ele suportou um momento enquanto os olhos dela viajavam acima de seu corpo. A necessidade estava escrita em seu rosto quando ele agarrou os botões de sua camisa. Rourke tirou sua camisa e lançou-a pelo quarto.
Suas mãos estavam incrivelmente quentes em sua pele. Isto não durou mais que alguns segundos antes que ele arrancasse a roupa intima dela. Loren viu a maneira como ele deslizou as mãos sobre seus seios.
Seus dedos suavemente roçaram seus mamilos, a sensação centrada no ponto único de toque. Rourke moveu suas mãos completamente para taça de cada seio antes de recuar em direção a seus mamilos uma vez mais. A cama moveu quando ele subiu e ajoelhou acima dela. Seus joelhos bem espalhados bem na frente dela, provocando-a com a grossa da protuberância da calça.
Havia calor no toque, mas era infinitamente mais. Rourke queria amá-la. Ia muito além do sexo. Isto não era algum frenesi de apalpação que iria crescendo em uma pancadaria frenética de órgãos genitais.
Poderia ser tão profundamente correto. Mas não era. Não deste modo. Enquanto ele embalava seus seios, Loren em forma concha tocou ambos os lados de seu rosto e levou-o até o seu. Seus olhos queimados com paixão, mas isso não escondeu o prazer enorme que ele estava experimentando. O homem queria tocá-la. Ele queimou diante dos olhos dela enquanto ela segurava o seu rosto. Faltava-lhe o egoísmo gritante da luxúria. Ao invés, a necessidade floresceu em cores totalmente tridimensional.
Rourke absorveu os últimos segundos da sensação antes de afastar suas mãos para longe da tentação. Ele a queria intensamente, mas ela estava certa. Sentando sobre os joelhos, ele a considerou como estava deitada em sua cama. Os globos dos seios brilharam contra o azul-marinho de seu lençol. Seus mamilos eram duas contas duras, como pequenas protuberâncias, que fizeram sua boca salivar em desejo.
E ele iria conseguir aquele sabor.
? De uma forma ou de outra, Loren. Aqui mesmo nesta cama, eu terei você. Logo.


* * * * *


? Sem auto-piedade ? era definitivamente uma de suas regras, mas Loren não pensou que se aplicava a contemplação de suas tentações. Vinte e quatro horas depois, ela ainda estava pensando sobre isso. Bem, ele. Eles. Loren já não sabia mais.
Era possível que ela fosse um dos mais estúpidos seres humanos no planeta. Bastante irônico quando você tem alguém com o nível de inteligência do Toby.
Aos trinta anos de idade, você acha que ela teria conseguido ganhar algum nível de conforto com sua própria sexualidade. Tudo que Loren sentiu foi o embaraço da inexperiência.
Seus seios estavam ainda sensíveis. Claro que só poderia ser devido ao fato de que tudo o que ela tinha feito durante toda a noite era sonhar com Rourke e a maneira como ele corria as mãos sobre ela.
Sua cabeça ia matá-la e existia só a ajuda que uma menina podia esperar de café. Loren esfregou seu rosto, mas voltou para a cozinha para outra xícara de café de qualquer maneira.
Seu telefone celular tocou perturbando o silêncio. Loren agarrou isto felizmente. Talvez o problema dela fosse realmente o tédio. Quatro dias na montanha estava ficando velha. Existia um limite para a quantia de e-mails que ela recebeu. Até os anúncios de Spam estavam interessantes esta manhã.
Nada além de estática foi o que veio através do telefone. Loren apertou o botão de desligar e foi em direção à cozinha. A maior parte de seus telefonemas veio com estática. O elemento militar em torno dela parecia cortar o sinal do satélite em seu celular civil. Ela estava até mesmo com vontade de ouvir sua mãe lhe dizer o quanto ela estava errada.
Derramando o café fumegante em sua caneca, Loren sorriu quando sentiu o rico aroma. Rourke Campbell sabia o valor de um bom café. Sua cozinha não tinha material de qualidade ruim, não senhor. Era torrado colombiano puro. Existiam mais ou menos cinquenta bombeiros em Los Angeles que pensaram que café ruim era um teste de masculinidade.
Andando sobre a varanda, Loren considerou seu filho. Toby estava ainda apaixonado pelos Panthers. Isso não era algo para se preocupar ainda. De fato, Loren estava bastante agradecida à aeronave. Quando Toby estava chateado, era melhor correr para se esconder.
Toda gama de coisas interessantes tendiam a acontecer quando seu filho estava procurando por algo interessante. Coisas como o FBI apareceu à sua porta. Toby tinha invadido em muitos arquivos altamente secretos para poder contar, e ele raramente era capturado. Tinha sido um alívio quando Dr. Jasper pegou seu filho. O cientista da NASA tido muito em comum com seu filho. O homem deu uma direção para Toby.
Um movimento pegou seu olho e Loren girou em direção a dois Rangers que estavam de guarda. Um terceiro foi lentamente se movendo em direção a ela. Ele caminhava com o pesado passo de um homem agonizante. Loren soube imediatamente o motivo. Era um arrastar e puxar, como se a pessoa estivesse tentando torcer seu corpo para longe do chão.
Seu rosto estava branco como giz. Ele tinha todas as peças da engrenagem amarradas em suas costas e os olhos olhando para frente. Ele embaralhou novamente quando seu companheiro Rangers notou-o, mas eles não romperam o choque do homem.
? Não toquem nele. Loren emitiu seu comando quando ela saiu do caminho do homem. O sangue vermelho claro escorria por seu rosto como lágrimas. Seus dentes estavam manchados de vermelho.
Ele tropeçou adiante novamente e parou diretamente na frente da casa. Seu braço subiu e cortou em uma perfeita saudar em direção à porta da frente antes dele cair no chão em uma pilha de carne sem ossos.
Os Rangers se moveram adiante e Loren se lançou neles. A surpresa deu a ela a habilidade de empurrar ambos os homens para longe. Mas aquela mesma queda a levou abaixo com eles. Um punho sólido bateu em sua mandíbula e sua cabeça estalada atrás com o golpe.
? Ele está infetado. Ambos os homens olharam para seu camarada antes deles começarem a xingar.
Eles levantaram em um segundo antes se afastarem do homem caído. Loren foi erguida do chão por seus antebraços e lançada depois que os Rangers se afastaram. Ela não teve que se virar para saber o que a estava lançando ao redor.
Rourke permaneceu olhando para seu homem caído. Sua postura era dura com seu rosto esculpido em uma máscara de granito adotada pelos militares para lidar com a morte. Loren recuou, porque existia certo nível de respeito comum que você deve a um chefe quando ele está perdendo um de seus próprios homens.
Cal Worth estava morto. A realidade horrível da doença bateu sobre Loren quando ela olhou para o corpo. Era oitenta por cento fatal. A pior parte era o quão pouco realmente se sabia sobre Floresta de Ebola Tai. Os melhores médicos do mundo pensavam que tinha que ser transmitido pelo contato do líquido com uma pessoa infectada. Mas isso foi baseado em dados limitados.
Loren não estava interessado em se tornar algum dos que os dados necessários. Seus olhos foram para o barracão usado pelos homens para dormir. Sentou-se a 90 metros da casa principal.
A porta da frente estava aberta e Loren podia ver o sangue espalhado nas mãos de Cal. Ninguém tinha assistido o ranger e ele voltou para o prédio familiar nas últimas horas de sua vida, apesar do fato de que ele estava dormindo em um pequeno barracão no lado norte do complexo. Sem evidência sólida de infecção, todo mundo caiu em uma falsa sensação de facilidade durante o passar dos dias.
Seus olhos voaram em direção ao chão e procurou por qualquer gota daquele mesmo sangue.
O chão da floresta não apresenta nenhuma, mas o homem foi sangrando e seu sangue contaminado podia estar em qualquer lugar.
? Queime isto.
Suas palavras eram ignoradas pelos Rangers. Loren olhou Rourke e pegou o brilho severo de seu olhar de esmeralda. Queime tudo. Qualquer coisa que ele tocou.
Esse era o único modo segundo os africanos de parar a doença. Aldeias inteiras eram queimadas para controlar Floresta de Ebola Tai. Rourke considerou antes de menear a cabeça em acordo.
? Pendergast, em que pássaro voou Worth? Autoridade irradiava de Rourke quando ele assumiu o comando. Seus homens ficaram em absoluta obediência.
? Sandy. O nome não surpreendeu Loren. Os pilotos tinham uma necessidade implícita de nomear suas aeronaves com nomes de mulheres.
? Retire toda a munição viva e consiga os outros dois fora do chão. Toby, feche e saia daquele helicóptero .
? Sim, senhor.
Loren ficou surpreendido por ouvir seu filho estalar em atenção, mas seu tempo foi impecável. Isto era uma corrida para sua sobrevivência. Ou todos na montanha trabalhavam juntos ou eles podiam muito bem morrem juntos. A mocidade de Toby podia não protegê-lo.
? Loren, suba para a casa.
O protesto imediatamente surgiu. Os olhos do Rourke pegaram isto e emitiu uma advertência clara.
? Você está sangrando.
Sua mão voou para seu rosto e pegou o deslizamento molhado de sangue. O Ranger que tinha batido nela começou a xingar novamente. Ele estava inspecionando sua mão com escrutínio intenso. Loren afastou sua mão longe e deixa o fluxo de sangue. Se existiam quaisquer germes em seu rosto a última coisa ela queria fazer era apertá-los no tecido rasgado que estava sangrando.
? Ponha um curativo nisto, Wenton. A senhora salvou sua pele batendo-lhe. O Ranger Wenton estalou sua boca fechando-a e deu um longo olhar para Loren. Seus olhos perdidos nos extremos do corte dele soltar sua mão e dar sua atenção completa para seu Oficial comandante.
Loren girou em direção à casa. Tinha que haver obediência agora. Se não, a suspeita pô-los uns contra os outros antes da doença poder matar qualquer eles. O próprio fato de que esta era uma unidade de Rangers do Exército fez essa ameaça muito real.
Todo homem aqui tinha mais que só uma arma de fogo. As possibilidades horríveis que o pânico podia produzir fizeram seu sangue gelar.
Seu telefone celular zumbiu novamente e Loren agarrou-o como de hábito.
? Loren? Seus pés parados na trilha, porque ela tinha medo de perder o sinal do satélite. A voz do pai dela estava baixa devido a estática.
? Papai? E ela queria desesperadamente ouvir a voz de seu pai. Havia uma dura realidade mostrando que poderia ser a última vez que falava.
? Existe alguma prova da doença? Loren sentiu uma risada subir por seu peito.
Seu papai podia juntar mais informações que alguém que ela conhecesse. Era incrível como ele sabia das coisas no segundo que aconteciam. Seu silêncio era tudo o que ele precisava de confirmação. Ela ouviu a maldição que ele não tentou abafar.
? Aguente firme.
A linha ficou muda e Loren virou o telefone desligado com uma carranca. Esse foi seu pai para você. Foi todo o negócio, o tempo todo. Ela marchou para dentro da casa em direção ao banheiro.
O espelho mostrou-lhe uma divisão dos lábios. Loren agarrou a água oxigenada e não estremeceu com o ardume. Ao invés ela deu boas vindas a dor afiada. A queimadura deu algum garantia de que os germes estivam sendo mortos.
Fumaça entrava pela porta aberta, mas isso não lhe dar a mesma confiança.
Ao invés o cheiro severo aumentava sua preocupação. Eles podiam queimar a doença dos pertences mundanos, mas eles não podiam parar qualquer infecção que já estivesse se movendo por alguns de seus corpos.
Cal Worth era agora a principal fonte de preocupação. Qualquer homem que tinha estado no mesmo helicóptero com ele podia estar infetado. Qualquer um deles podia ter infetado qualquer um do outros.
E se Chris estivesse infetado, seu marido podia ter infetado Toby.
Loren andou em direção à porta aberta e assistiu Rourke comandar seus homens. O estômago dela apertou enquanto ela o assistiu caminhar sobre a terra que poderiam estar contaminada com sangue infectado. Ele não vacilou. Ao invés ele avançou e carregou outro par de latas de combustível para o Panther que ainda estava sentado na calçada da frente.
Ele examinou o interior da aeronave antes de se virar. Ele parou a nove metros de distância e puxou sua arma a arma do coldre. Ele nivelou a pistola preta no combustível.
? Fogo no buraco.
O afiado estalar da arma de fogo atingiu suas orelhas segundos antes do combustível explodir. As chamas laranja dispararam e rasgaram o helicóptero.
Assistindo a máquina de milhões de dólares queima deveria ter a feito chorar para o dinheiro dos impostos, que subiram com ele. Em vez disso Loren estava preocupada que eles houvessem esperado muito tempo para esterilizar qualquer ameaça em potencial que poderia ter havido.


CAPÍTULO SETE


A casa estava em silêncio. Loren vagou para as janelas da frente e olhou para a terra arrasada. A casca metálica do Panther ainda estava sentada onde havia queimado. Além de que o esqueleto enegrecido de um barracão marcava o seu momento final.
Cada centímetro de terra havia queimado. Foi chocante ver quão competente o pessoal do Exército tinha sido. A casa foi poupada apenas porque era a residência pessoal de Rourke e os soldados nunca haviam estado no interior.
Mas ficou claro que a casa seria incendiado no segundo que houve qualquer indício de infecção. O som áspero de um lança-chamas atingiu seus ouvidos. Eles ainda estavam queimando a terra que descia do morro.
Vinte e quatro horas de gravação ininterrupta. Ela deveria ter sido mais usada para isso.
A Brushfire da temporada no sul da Califórnia significava semana de incêndios, mas o cheiro constante de folhas e queima de combustível ainda revirou o estômago.
Loren viu as equipes pararem seu trabalho. Era fácil vê-los. A equipe de materiais perigosos tinham descido do helicóptero uma hora depois da morte de Cal. Eles vinham com suas roupas especiais, com ar puro contido dentro de um tanque em suas costas. Eles levaram para casa a realidade assustadora da contaminação.
Um helicóptero se aproximou da casa e as janelas tremeram. Os demais membros da equipe fizeram o seu caminho em direção a ela. Eles eram lentos e desajeitados em suas roupas amarelas infladas e isolados. O último homem subiu a bordo e o helicóptero levantou imediatamente.
Então, agora eles foram deixados para esperar.
O tempo pode mover-se em passo de caracol, quando a mente está tão cheia. Loren sacudiu a cabeça e usou os dedos para pentear o cabelo para trás. O som de socos no teclado de Toby tocou-lhe as orelhas e sorriu levemente.
Seu filho tinha ido imediatamente para a sala e calculado as suas chances de uma possível infecção. Ele apresentou suas possibilidades numéricas para ela com um sorriso adolescente. Ah, ser um adolescente e invencível!
Loren virou-se e deixou cair o copo. Ela saltou para trás em puro estado choque e Rourke chegou com seus braços para impedi-la de bater na parede.
? Pode respirar pesado se você não vai fazer qualquer outro som quando você se mover... - Loren bateu na boca fechada. O homem na frente dela estava exausto.
Extrema fadiga estava esculpida em seu rosto. Ficou claro que ele não tinha dormido.
? Papai vai apreciar o elogio. Ele me ensinou a ser ágil. Rourke deixar suas palavras saírem lentamente. Ele queria apenas olhar para ela e gravar o rosto em sua mente. Loren era tão viva. Seus olhos verdes claro brilhavam e gritavam sua energia para ele. Avançando, ele alisou suavemente a mão sobre sua face. Sua pele era sedosa e quente.
? Eu sinto muito, Loren.
Ele se afastou silenciosamente segundos mais tarde. Loren sentiu um vazio nela porque acabava de sentir que ele era uma parte dela. Existia um desejo que grita com ela para seguir o homem e afastar um pouco de sua culpa para longe.
Ela permaneceu no lugar ao invés. Verdade tinha um jeito de bater diretamente entre os olhos quando você finalmente conseguia enfrentá-la. A verdade era que ela queria ficar com aquele homem. Para arrancar suas roupas e deixá-lo fazer tudo o que seu instinto lhe disse para fazer com ela. Enfrentar sua própria mortalidade deve ter enfatizado o quão precioso realmente era o tempo. Ela tinha lançado as oportunidades para longe. Agora mesmo, Loren estava olhando para um relógio que só fazia o tempo dela escoar.
Mas não era sua própria morte que a estava realmente aborrecendo. Era a idéia da morte de Rourke. Ele sempre tinha sido tão forte. Ele ainda era. Mesmo com a fadiga tentando derrubá-lo, o homem ainda estava completamente viril.
Silenciosa como a casa estava Loren encontrou-se prestando atenção aos seus passos enquanto ela seguiu Rourke. Cada som minúsculo fez parecia tão alto como um trovão. Ela não tinha certeza por que estava seguindo-o, mas se senti bem.
Ela deu uma parada súbita no corredor. Rourke deixou sua porta aberta. A porta do quarto principal nunca tinha estado aberta. Hoje estava. Um passo à frente ela pegou a visão de Rourke deitado em sua cama. A coisa parecia enorme quando ela estava deitada na nela. Mas ela era do tamanho certo para seu dono.
Rourke tinha tirado botas e tudo. Seus pés estavam cruzados nos tornozelos e os braços estavam sobre seu peito. Loren deixou os olhos deslizarem sobre ele quando ela olhou para o corpo que ele tinha sobre total controle.
Havia apenas algo sobre o seu olhar direto que faziam as coisas permanentes. Ela pode deixar os pequenos sinais de paixão mover sobre a pele dela agora porque Rourke não podia vê-los. Se ele pegasse os olhos agora, não haveria como negar seus anseios, os mais básicos. Rourke iria pregar a morte dela e seu corpo não lhe ajudaria esconder a verdade.
Loren se debruçou contra a porta e deixou seus olhos deslizarem a distância toda abaixo seu tórax para seu abdômen. Suas pernas eram poderosas, como seus braços. Seus lábios ficaram secos e Loren deixou sua língua deslizar sobre sua superfície antes dela se afastar da entrada e caminhar em direção a seu próprio quarto.
Seu corpo inteiro protestou, mas ela foi. Loren correu sua mão por seu cabelo e suspirou.
Rourke ouviu o som feminino e enrolou seus dedos em punhos. Ele a queria. Mesmo agora, quando a dura verdade estava batendo nele, ele simplesmente não ligava. Ele podia sentir seu perfume delicado que vinha do quarto e tudo que ele queria era puxar sua roupa para longe até ele achar a fonte do cheiro.
Era básico e primitivo e tudo consumia. Rourke deixou seus olhos fecharem novamente. Era uma boa coisa que ele estivesse tão cansado ou Loren não estaria dormindo corredor abaixo mais.



* * * * *


Seu cochilo não foi tranquilo. Ao invés Loren rolou ao redor e acordou cansada. Sua cabeça doía, mas ela saiu da cama. O sol estava se pondo como ela fez seu caminho pelo corredor.
Agora ela estava se lembrando de por que os homens só traziam dificuldades. A paixão do corpo e imprevisibilidade, Loren gostava de sua vida simples e organizada. Manter os olhos em seu filho era toda a excitação que ela precisava.
Ela parou e olhou fixamente para a porta do quarto principal fechada. Loren tinha que pensar realmente sobre os eventos da tarde. Se ela tinha apenas sonhado ou a porta realmente tinha estado aberta? Sua cabeça embaralhou e ela sacudiu as idéias.
? Você é verdadeiramente uma viciada, Loren.
Outra caneca foi em direção ao chão da cozinha. Desta vez, ela estava cheia até a borda com café fumegante. Loren ganiu quando espirrou sobre seus pés nus. Ela foi arrancada do chão segundos mais tarde e depositada no balcão da cozinha.
Rourke abafado um comentário antes de abrir a torneira e aliviar sua pele na água fria. Seus pés estavam cobertos com manchas rosadas. Ele olhou para as marcas e murmurou novamente.
Merda! Ele era apenas problema para ela.
? Então, onde está o banho de bolha, Campbell? Loren esperou que Rourke olhasse para ela antes de desatar a rir. Em sua pressa para aliviar a queimadura dela, ele a molhou até a cintura. A água estava gotejando armário abaixo e gotejando no piso porque ele girava o corpo dela para garantir que não perdeu um único pedaço minúsculo de queimadura.
Rourke apontou seus olhos de esmeralda nela antes dele examinar a bagunça que fez em apenas trinta segundos. Loren continuou a rir quando seu rosto assumiu um olhar diabólico.
Uma mão a segurou na pia enquanto Rourke levantou uma caneca de café do balcão e a encheu com água fria.
A diversão do Loren imediatamente morreu. Rourke apontou a caneca em direção a sua cabeça e ela empurrou sua mão fora se proteger. A água espirrava para fora da xícara e sobre eles.
? Está frio, Campbell!
Seu próprio riso se juntou ao dela quando Rourke tentou manter seu corpo contorcendo sobre o balcão, enquanto ele também tentava encher a caneca.
? Eu observei. Mas você precisava de um bom banho frio um par de horas atrás, senhora.
Loren ficou mortalmente quieta. Rourke retornou para seu olhar fixo e esperou. Ela estava chocada por descobrir seus próprios desejos. Aquela reação era um mistério para ele. Eles eram ambos adultos saudáveis, já tinham passado a maioridade a muito. No entanto, Loren enfrentou seu desejo como uma virgem na noite do baile de formatura. Tão surpresa ao descobrir que o tem dentro de seu próprio corpo.
? Você soube que eu estava lá. Loren agitou sua cabeça. ? Claro que você sabia que eu estava lá.
Loren tinha esquecido de considerar o que seu filho disse a ela.
Psíquico.
Agora que era uma idéia grande. De um modo muito estranho, talvez as coisas fizesse mais sentido. Rourke sempre dava a impressão de compreender exatamente como ela estava sentindo. A pergunta era, era isto instinto puro ou algo completamente diferente.
? Só porque eu ouvi você se movendo corredor abaixo.
Loren olhou em seus olhos quando ele disse isto. O homem estava esperando por algo. Ela não estava certa sobre o que. Ela não tinha dúvidas de suas palavras. Ela não tinha dúvidas de suas palavras. Rourke era apenas mais em sintonia com o senso do que qualquer homem que ela tinha conhecido. Além disso, a desonestidade era uma noção que ela não podia se aplicar a ele.
Apenas pareceu errado.
? Ok. Loren apanhou a caneca e roubou-a mantenha-a longe para distrair Rourke. Jogou toda a carga em seu rosto e ri quando a água fria escorreu pelo seu peito.
Ele apertou os lábios enquanto seus olhos brilhavam com a promessa de vingança.
? Eh, Mãe, o R.O. As meninas estão, assim, enlouquecendo tentando encontrá-la.
? Eu estarei aí! Loren gritou sua resposta e rezou para seu filho não vir procurar por ela.
? R.O. Meninas? O que é isto? Um clube?
? Sim. Loren tentou escapar de seu abraço, mas ele a segurou no lugar com uma única sobrancelha levantada.
? Para que ele é Loren?
? Você é curioso, você sabia disto?
? Eu presto atenção aos detalhes. Ele a segurou no lugar quando seus olhos foram para seus lábios.
Loren sentiu uma serpente de calor correr por seu corpo quando sua cabeça abaixou mais.
? É para dominar a ordem.
O rosto de Rourke refletiu sua surpresa e seu aperto aliviou quando ele tentou decidir se ela estava brincando ou não. Loren saltou para fora do balcão e lançou para Rourke um sorriso.
? Que inferno de clube é este?
Loren deu de ombros antes de avançar em direção à porta da cozinha.
? Soou melhor do que os homens são porcos. Ele rosnou e ela apressou-se para o escritório e para a presença de seu filho antes que Rourke tivesse a chance de interrogá-la.
Rourke assistiu ela ir e deixou uma carranca deslizar por seu rosto. O impulso de apenas colocar tudo na linha era forte. Ele queria saber exatamente o que ela faria quando se confrontasse com a realidade de suas habilidades psíquicas.
Rourke se virou e começou a limpar sua sujeira. Exatamente o que ele estava pensando em fazer sobre isso? Informar Loren que era tanto psíquico quanto permanentemente no Exército?
Existia uma grande idéia. Toby já lhe disse o fato, mas anunciar isto a ela a forçaria ou a aceitar ou a evitá-lo.
O pequeno assunto de quarentena fazia a convivência bem durar. Ele acharia. Ele iria lançar um saco de dormir fora no chão de floresta com seus homens, porque é certo como o inferno que ele não deixaria Loren lançar um saco de dormir próximo a uns únicos de seus rangers. Se ela estivesse determinada a se afastar dele, ele não a poria acampando nas montanhas de Washington.
Mas a segunda possibilidade era a que o aborreceu mais. Era possível que Loren fizesse isto sem dificuldade. Se isso acontecesse, a tentação o teria em suas garras. Loren estaria em sua cama tão rápido que ela não teria tempo para protestar.
Deixá-la ir seria o pior sofrimento que ele já havia experimentado. Rourke estava certo disso.
Então, porque diabo ele continuava pensando sobre isso?



* * * * *

Seu telefone celular havia sumido na manhã seguinte. L Loren olhou para a mesa de cabeceira vazia e sentiu seu temperamento esquentar.
Aquele homem se movia tão silenciosamente, tão calmamente ou ela estava ficando velha e fraca. Toby a ensinou a ter um sono leve. Um único som de seu filho normalmente trazia Loren para a realidade completamente atenta.
Oh Senhor.
Loren baixou a cabeça de volta ao seu travesseiro. Isto rapidamente estava ficando além de qualquer tipo de controle. Ela podia tentar raciocinar, mas havia uma verdade evidente que estava ficando grande demais para ignorar.
Confiança. Até fé. Rourke Campbell a fazia se sentir segura.
Aquilo a assustava como o inferno. Como algo assim podia acontecer? Isto foi crescendo continuamente com cada pequeno olhar ou palavra que o homem dava para ela. Claro, ele ainda estava com vontade de prosseguir, mas mesmo este método tornou-a mais à vontade com sua abordagem.
Loren sentia que ele a estava cercando e não existia nada que ela pudesse fazer sobre isto. Sua rede era muito eficaz. Mas era mais do que isso. Ter o homem perto dela era agradável. Estava até ficando confortável. Razão pela qual ele poderia andar até a sua cama sem que mexesse um músculo.
Empurrando seu corpo para fora da cama, Loren dirigiu-se ao chuveiro. Girar o quebra cabeça por sua cabeça iria dar enxaqueca. Ela estava atraída pelo homem e seu bom senso era inútil. Seu banho durou menos de quatro minutos. A tensão estava correndo em círculos hoje.
Loren olhou pela janela antes de caminhar em direção à cozinha. Estava muito quieto esta manhã. Não existia nem o cheiro de café no ar. Loren parou e considerou o balcão da cozinha. O café estava lá e a panela próxima a ele. Ambos tinham sido abandonados.
Seu pescoço amarrado em cordas porque Rourke era um homem muito detalhista. Ele havia sido chamado do lado de fora, e a razão podia muito bem ser um caso de infecção. Loren virou sobre o seu calcanhar e deixou a casa.
Ela não iria esperar. Algo estava acontecendo, ela realmente podia sentir isto flutuando no ar matutino.
? Vá para inferno, você filhote de cachorro. Se eu quisesse te matar, você estaria morto.
Loren reconheceu a voz imediatamente. Seus olhos voaram para rosto do seu pai enquanto ele discutia com dois Rangers de Rourke. Loren piscou seus olhos rapidamente e tentou dissipar a visão de seu pai de pé no jardim. Não aqui. Não agora mesmo. Seu papai somente não podia estar aqui.
Mas ele estava. Rourke tinha tomado a sua posição normal, com os braços cruzados sobre o peito, enquanto ele analisava o intruso. Dois dos rangers seguravam seu pai sob a guarda e fiel à sua natureza, ele estava se divertindo.
Os rangers seguraram seus rifles automáticos no rosto de seu pai, mas ele estava ignorando eles. Ao invés ele estava de pé em uma posição bastante arrogante enquanto ele enfrentava Rourke.
A realidade horrível da presença impactante de seu pai ocorreu um segunda mais tarde.
? Papai, você tem uma contagem de tempo terrível.
? Lavender, isto não é modo de falar com seu pai. Loren se eriçou e seu papai grunhiu.
Ele odiava seu nome mais de que ela. Ele girou com aquele sorriso em direção a Rourke e olhou o homem mais jovem pensativamente.
? Bem, agora. Eu não me importo com quem sua mãe é rapaz. Isto não te dá o direito de decolar com minha família. Seu pai considerou Rourke e apontou o dedo firme para ele. ? Parece que nós temos realmente um problema aqui.
? O problema é seu, velho. Um dos rangers cuspiu aquilo fora enquanto apontava a arma no rosto de seu pai. Loren segurou-se no chão porque ela conhecia seu papai bem o suficiente. Aquele Ranger estava para viver o inferno.
O homem mais jovem nunca tinha visto algo assim. Seu pai deu uma meia-volta para longe do homem antes de dar uma punhalada no meio do Ranger. Ele foi voando enquanto seu pai arrancava a arma do aperto do homem. Ele lançou o rifle em Rourke antes de girar em direção a sua vítima.
? Eu estava de olho antes de você parar de pensar que os seios da sua mamãe eram as melhores coisas. Seu perímetro é péssimo e, talvez seja melhor você parar de me chamar de velho, porque eu andei através da sua unidade.
Este era seu papai. Loren sentiu um riso leve escapar de sua boca, porque ela simplesmente não podia ajudá-lo. Primeiro Sean Loren teria que estar morto antes dele esquecer de falar para outro ranger que ele estava de olho nele. A correção do Ranger conhecida como guia só poderia ser obtida por um programa extra de formação intensiva. Era um grupo de elite e seu pai era um deles.
Rourke girou e pegou sua diversão. Seu rosto estava duro com pedra, mas seus olhos cintilavam. Existia uma admiração lá pela a habilidade do homem mais velho que todas as regras no Exército não poderia dispensar.
? Você tem controle?
? Inferno, sim. Seu papai sorriu em guarda quando o segundo homem abaixou seu rifle. ? Você pensou que eu aprendi como quebrar sua linha em qualquer outro lugar? O homem mais velho devolveu aos dois rangers seu orgulho com aquela declaração. Ser superado por outra Ranger era aceitável.
? Chegue aqui e dê a seu papai um abraço.
Loren escorou suas mãos sobre seus quadris ao invés. Ela iria sufocar com a fumaça de testosterona, com certeza.
? Papai, nós estamos sob quarentena. A última coisa eu preciso é que você seja infetado.
? A vida é realmente uma chatice, às vezes, minha menina.
Rourke só não podia deixar de rir. Loren ficava muito atraente quando estava frustrada. Ela passou a mão pelos cabelos em agitação e apertou seus lábios juntos. Um golpe sólido caiu sobre seus ombros e a mandou para frente meio passo.
? Oh, perdoe-me, senhor. Eu estou ficando desajeitado em minha velhice. Isto é minha pequena menina permanecendo de pé completamente.
Rourke fitou o homem quando ele ergueu uma sobrancelha cinza e sorria para ele. A mão pesada do poder paternal estava sentada no rosto do homem. Estava apontada direito para Rourke. Loren estava certo, esse cara tinha que ir imediatamente. Contornar os obstáculos em torno de Loren já era bem complicado. Rourke não precisava de seu pai aqui criticando o seu desempenho também.
Sua patrulha de fronteira surgiu no passeio e eles se afastaram para o lado para deixar o dois Hummers. O pai do Loren tomou o momento para agarrar sua filha em um abraço de urso. Ela meneou
Longe e fitou-o, mas seus olhos verdes claro estavam cintilantes.
Loren finalmente desistiu e sorriu. Seu papai era... bem seu papai. Ele deu um sorriso largo em retorno.
? Agora, esta é minha menina. Onde está meu neto?
? Puta merda!
Loren foi voando de volta quando seu pai a empurrou longe. Chris saltou do Hummer e nunca conseguiu dizer outra palavra. Chris não teve tempo de ver quem o estava abraçando, mas Sean reconheceu seu genro imediatamente.
Seu pai atacou o homem com intenção puramente mortal. Ele jogou direito Chris sobre o capô do Hummer e mergulhou depois do homem. Loren estava impotente para parar seu próprio corpo que tropeçando caiu direito sobre Rourke. Ele a ergueu no ar e a deixou seu de lado antes de se lançar na briga.
O marido dela estava deitado de costas no chão ofegante quando Rourke arrastou o seu adversário para longe.
? Eu esperei quatorze anos para matar você. O rosto do seu pai ardia com uma ira primitiva. Chris lutou para ficar de pé e andar para longe do homem.
Loren simplesmente não aguentava mais. Era sua vida! Ela entrou na frente seu pai e pôs o dedo no rosto dele.
? Pegue um número e entre na fila! Se alguém vai começar a matar meu marido, serei eu. Então vá para trás, papai.
Seu pai ficou mortalmente quieto em resposta. Loren lançou sua cabeça antes dela girar ao redor para olhar para seu marido. Talvez estar presa nesta montanha fosse uma boa coisa afinal. Estava na hora de lidar com seus enganos passados.
? Você quer um divórcio, Chris? Bem. Mas seria melhor você ser realmente cuidadoso quando você falar sobre isto.
Chris zombou dela enquanto ele tentava recuperar seu orgulho.
? O que diabos você vai fazer?
? Toque em meu filho e eu mesma matarei você.


CAPÍTULO OITO


As palavras eram finais. Loren não podia aceitar elas em devolução e a verdade absoluta era que ela não queria. Ela girou suas costas para Chris e nunca olhou para trás.
Foi há muito tempo. Finalmente deixar seu casamento ia ser a última peça da bagagem emocional que ela arrastou ao longo da vida. O peso sobre os ombros havia sido retirado. Então, ela não saberia mais onde Chris estava. Isso era uma razão banal de qualquer maneira. Se o homem quisesse realmente achá-la, ele acharia um modo.
A verdade era, que ainda existia uma parte pequena dela que realmente estava agarrada a idéia do que Chris pensava sobre ela. A dura verdade é que o homem não se importava com ela e não poupou um único pensamento desde que saiu da vida dela. Bem, agora ela o estava deixando ir completamente.
Ou ela estava? Loren parou em seu quarto e caminhado para o banheiro para se olhar. Tudo realmente estava ficando para atrás? A imagem de Rourke segurando seus seios surgiu com uma nitidez cristalina e sentiu o mesmo pânico vêm com isto.
Puxando sua camisa por sua cabeça, Loren desenganchou seu sutiã e soltou sobre o balcão. O ar bateu em sua carne nua e trouxe uma sensibilidade maior com ele. Ela assistiu os mamilos se elevarem em conta. A coisa realmente estranha era que Loren não podia realmente lembrar quando olhou para seu corpo nos últimos quatorze anos. Na realidade, ela sempre teve as roupas dela dispostas antes de ela já entrasse no chuveiro.
Ela estava se escondendo de suas próprias inseguranças. A rejeição deixava sua cicatriz em todo esposa abandonada, e com ela não foi diferente. Ela simplesmente nunca enfrentou isto.
De repente, Loren estava impaciente com ela mesma. Ela não gostava de ter medo. Uma coisa que estando sozinha ela tinha aprendido, era olhar até o último pedaço de dificuldade diretamente no rosto, porque então podia ser superado.
Abrindo sua calça, ela lançou-a de lado e tirou sua calcinha também.
Considerando seu reflexão, Loren deixou os olhos vagarem sobre cada centímetro de seu corpo.
Ela era bonita. Cada homem pode ter uma visão um pouco diferente de apenas o quanto "belo" pode ser, mas ela não era atraente.
? Você é atordoante, Loren.
Claro que Rourke tinha seguido-a. Talvez ela estivesse esperando por ele. Loren não se importava. Ela observou-o através do espelho. A confiança surgiu nela porque existia mais que simples luxúria escrita em seu rosto. Loren girou e o enfrentou porque ela queria ver seus olhos.
Assistindo um flash de paixão em seus olhos de esmeralda, as coisas ficaram totalmente claras. Este homem seria seu amante. Sua carne estava exigindo isto e Loren aceitou o fato que seu bom senso teria que ceder. Rourke foi simplesmente vê-la enquanto ela finalmente compreendia.
Ele não queria levá-la. Este homem não aceitaria nada exceto completa rendição. Todo pequeno toque tinha sido uma jogada inteligente de sedução. Complacência da carne era uma coisa, seduzir a mulher se tornou a verdadeira estratégia.
? Venha aqui, Loren.
? Ainda não. Sua mandíbula se apertou em resposta e Loren sentiu sua raiva ir em direção a ela. Ela ergueu o queixo com firme determinação.
Rourke não estava aceitando isso. Suas mãos fecharam sobre o seu pulso com um aperto de aço e puxou-a em seus braços. Sua pele nua registrou a dura realidade de seu corpo masculino quando ele deliberadamente envolveu seus braços em volta dela para prendê-la contra ele. Loren ficou contra ele sem reclamar. Ela assistiu o flash de triunfo em seus olhos antes dele abaixar sua cabeça para beijá-la.
Ele levou seu tempo, deslizando a ponta da língua sobre a superfície suave de seus lábios.
Loren ofegou com a sensação enrolada dentro de sua barriga. Ele pegou os sons de sua boca e tomou posse dela, saboreando as profundidades de sua vontade. Seu quadril impulsionou para frente com a necessidade e satisfação encontrada na presença dura de seu sexo.
? Espere.
? Por quê? Sua voz era áspera e baixa. Seus dedos se moveram para o lado do rosto enquanto Rourke esperava por sua resposta. O homem estava por um fio de cabelo de perder seu controle. Não existiria qualquer espera se ele fizesse isto. Era incrível pensar que eles estavam jogando água um no outro apenas algumas horas atrás. Rourke tinha um lado brincalhão que só surgia quando ele se sentia à vontade. Era um elogio que ele tinha compartilhado aquele jogo com ela. Loren levantou sua própria mão e deitou seus dedos em seus lábios firmes. Eles estavam ainda úmidos de seu beijo e ela estremeceu quando forçou a sua paixão de lado.
? Você nunca teria uma mulher infiel. Eu não quero enganá-lo em sua cama.
? Chris poderia ser seu marido no papel, mas é certo como o inferno que ele não é seu homem, mel. Ele se arrastou para cima de você como uma criança mimada, não é?
Seus braços apertados. Loren estremeceu como as lembranças de sua noite de núpcias bastante decepcionante. Entre a dor da virgindade e manipulação áspera Chris, não existia nada na memória que inspirasse paixão. O sexo era simplesmente... bruto.
Rourke deslizou uma mão para baixo e apertou uma de suas bochechas. Sua barriga apertada com a sensação aguda que povoava diretamente no centro de seu sexo. Isto era uma onda de prazer alimentado por seu toque. Sua carne estava pulsando com necessidade.
? Nós dois éramos crianças. Não havia nenhuma arma no nosso casamento. Eu cresci e deixei minhas desculpas para trás há muito tempo.
Sua cabeça mergulhou em um gesto firme.
? Você pertence a mim, Loren, e eu não vou esperar muito mais tempo. Divorcie-se dele ou eu apenas poderia matar o homem.
Ele a deixou e Loren afundou para o chão. Ela estava mole sem ele e ela se enrolado em uma bola protetora com sua inflamada carne gritada em protesto.
Talvez ela estivesse andando pela estrada errada novamente. Ela baixou a cabeça até os joelhos e senti as lágrimas deslizarem. Ainda que ela estivesse cometendo outro engano, Loren não achou que ela tinha vontade de parar.
E ainda que ela fizesse, Rourke passaria através de suas barreiras em segundos. Ele a teria e então ele a deixaria.
Não existia nenhuma outra solução possível.



* * * * *


Ele estava com um humor perigoso. Rourke sabia disto. Mas ele deixaria o animal dentro dele solto hoje. Era a única coisa que o impediria de arrastar Loren para seu quarto.
Ele deixou que florescesse a idéia em cores vivas dentro de sua mente. Seu corpo nu e contorcendo-se contra o seu lençol conforme ele se afundava em seu centro. Sua equipe estava rígida enquanto ele saboreava a idéia de empurrar em seu corpo e ver seu rosto enquanto ele fazia isso.
Seus dentes cerrados, e Rourke sorriu. O desejo cru estava correndo por suas veias.
Existia algo dentro dele que apreciava o primitivo desejo pulsando por seu corpo. Seduzir uma mulher, certamente tinha sua recompensa, mas agora ele queria capturar Loren e amá-la até que ela soluçasse de arrebatamento.
O som suave de sua impressora parou. Rourke olhou a pilha de folhas enroladas na bandeja de produção e crispou seus lábios de volta. Ele levantou e agarrou os documentos com um movimento fluido.
Loren estava em seu lugar normal na sua cozinha, ao lado da cafeteira. Ela estava olhando para fora da janela, sua caneca de café recém despejado esquecida em cima do balcão. Um vapor rosado subia dela, enquanto ela continuava a contemplar a vista. Rourke soltou os documentos na frente dela e pegou seu ombro à medida que ela saltou.
? Você nunca me ouvirá vindo a menos que eu queira querida.
Loren levantou os olhos para olhar para os olhos implacáveis de seu anfitrião. Do Rourke Campbell
O rosto estava esculpido com uma primitiva agressão que fez sua barriga ondular de excitação.
A necessidade de se render para ele estava ficando dolorosa agora. Dentro dela estava uma mulher furiosa contra os limites de um casamento morto que ela se forçou a se esconder atrás.
Seus olhos verdes chateados enquanto sua mão apertava em seu ombro. Ele acariciou seu rosto com um único dedo, enquanto deixava seus olhos deslizarem em sua boca.
? Assine-os. Suas palavras eram sussurros suaves. Ele a desafiava recusar sua ordem.
Movendo os olhos longe de seu rosto, ela olhou para o balcão da cozinha. A pilha de papéis arrumada já estava preenchida e pronta para sua assinatura. De alguma maneira, Loren nunca pensou que a dissolução do casamento poderia ser reduzida a uma pilha fina de papéis gerados por computador.
Ela girou para longe de seu alcance. Ela não podia olhar para Rourke ou os documentos.
Ambos olhando para ela, destaque seus defeitos.
? Eu vou dar um passeio.
Loren odiou o fato que esperar que Rourke movimentasse a cabeça em aprovação antes de ela sair.
? Loren.
Sua voz estava ainda suave. Ela mal olhou por cima do ombro porque havia demasiada promessa na sua voz. A necessidade de correr estava subindo por sua espinha enquanto ela sentiu as paredes da casa contrair ao redor ela. Seus olhos verdes quase arderam como Ela o sentiu penetrar diretamente em sua mente. Loren oscilou ligeiramente quando ela sentiu seu desejo colidir com suas próprias idéias até que eles se misturaram em uma potente combinação de extrema necessidade.
? Você tem exatamente uma hora.
Ela correu para fora da cozinha como um coelho. Rourke franziu o cenho enquanto observava-a ir. Existiam partes dele que podia assustar o homem mais forte até a morte. Ele se orgulhava de manter esse lado oculto de sua personalidade. Trancar isto para Loren era um teste. Ele levantou seu pulso e marcou o tempo.
Agora tudo que ela tinha que fazer era achar a coragem para voltar e o enfrentar. O psíquico e o homem, ela aceitaria ambos se ele tivesse levá-la para baixo.


* * * * *


Ela não estava vestida para correr. Loren parou antes mesmo de cruzar o calçamento.
Psíquico.
O homem era realmente um psíquico. Ela sentiu os cantos de seus lábios estremecerem em um pequeno sorriso quando ela considerou a idéia. Não a atingiu estranhamente. De fato, ela queria fazer a ele pelo menos vinte perguntas sobre suas habilidades. Sua curiosidade corria enquanto tentava decidir exatamente o que ele havia feito com ela na cozinha. Ela sentiu seu humor. Era como se estivessem conectados a uma mesma corrente elétrica.
Seus pés a levaram enquanto as idéias de Loren vagavam. Ela deixou uma risada cintilante escapar de seus lábios. A audácia de Rourke realmente devia ter mostrado seu erro. Seu divórcio era uma decisão dela, mas ela ainda estava com a sensação de formigamento enquanto pensava em sua determinação.
Seu marido se movia com os mesmos reflexos rápidos de Rourke. Um segundo ela estava junto da floresta. No instante seguinte Chris estava olhando para ela diretamente em seu caminho. Seu rosto era uma máscara de granito, mas seus olhos estranhamente estavam desfocados, como se não pudesse se decidir no que estava pensando.
? Você devia ter me dito sobre meu filho.
? Se você estivesse na sala de parto comigo, você descobriria ao mesmo tempo em que eu. Loren deu um longo olhar para Chris antes de notar a falta de masculinidade nele. Ele continuava tão imaturo quanto tinha sido na noite em que partiu. ? Não me culpe por suas chances perdidas. Você se afastou de nós.
? Você não costumava ser tão cadela.
? Sim. Eu era uma verdadeira molenga. Eu devia agradecer pela lição de vida.
Os olhos de Chris focados com agudez em algum ponto de seu rosto. Sua boca trançada em uma máscara de ira quando ele abaixou seu rifle em direção a seu tórax.
? Acho que você está calma, não é? Mas se você estiver morta, Toby é meu. Não importe se somos estranhos ou não.
Ele não estava blefando. Loren soube pelo seu olhar da mesma maneira que intimamente conhecia seu próprio rosto. Sua mão flexionou quando ele instalou seu dedo ao longo do gatilho da arma.
A raiva se rebelou dentro dela quando ela reconheceu exatamente o quão vulnerável estava. Mas ela não ia ficar lá e tomar isto!
? Quer me matar Chris? Bem. Mas a única coisa que darei para você são as minhas costas.
Loren girou sobre o calcanhar para apresentar suas costas como o único alvo.
? De alguma forma, eu não acho que alguém vá comprar a desculpa sobre autodefesa, se eu estou sangrando pelas minhas costas!
Seu corpo torcido em um nó apertado de tensão, enquanto esperava que Chris respondesse.
Não havia dúvida em sua mente que ele realmente queria matá-la. Mas ele não quer ser pego e esta era a única defesa que ela tinha. Os segundos rastejaram enquanto Loren firmemente se forçou a começar a caminhar de volta para casa, com o queixo firme e os olhos olhando diretamente em frente.
Dois tiros perfuraram o ar e Loren sentiu seu corpo puxar com eles. O tempo congelou enquanto esperava pela escuridão envolvê-la. Seus ouvidos ouviram todos os sons da floresta. Ela podia sentir o cheiro da terra que seus próprios passos tinham levantado.
Ela sentiu seus pulmões expandirem com uma respiração e o tempo passar adiante com o simples movimento de vida. Não existia nenhuma dor, nenhuma escuridão. Girando de volta, ela olhou para a forma amassada de seu marido. Sangue vermelho claro vazado de sua cabeça em um córrego lento, mesmo enquanto seus dedos seguravam o gatilho de sua arma.
A morte era sempre silenciosa. Loren piscou seus olhos e procurou movimentar seu tórax. Rourke explodiu dentro de sua mente um segundo depois. Ela tropeçou quando o homem brutalmente impôs sua presença em sua mente. Ela sentiu seu corpo caindo sobre ela com uma intensidade que aprisionou a sua respiração em sua garganta.
Mas os olhos estavam grudados em Chris no fio de sangue continuava a correr por seu rosto. A realidade horrível daquela trilha escarlate torcia seu intestino. O homicídio foi uma coisa terrível para adicionar à quarentena da montanha. Todo mundo era bloqueado na propriedade até a doença estar completamente eliminada.
? Loren?
Rourke pegou seu braço quando ele atravessou a floresta. Ele voou para baixo até ela como uma ave de rapina, os olhos tão vivos como um falcão. As esmeraldas procuraram seu rosto antes de se levantar para olhar atrás dela. Seu rosto caiu em uma máscara de pedra quando seus dedos prenderam seu braço. A maldição que saiu de sua boca se encaixou muito bem no momento.
? O que aconteceu? Rourke a sacudiu enquanto exigia as informações. Ele firmemente invadiu sua mente. Era completamente opressivo. Loren freneticamente empurrou contra seu corpo quando ela sentiu seus sentidos sendo rasgado.
? Saia de minha cabeça! Cada pensamento e sentimento dentro de seu cérebro. Loren estremeceu violentamente enquanto ela lutava para manter seu controle.
? Por quê? Suspeita atada a sua voz, mas ele lançou sua mente de volta para seu próprio controle. Loren ofegou para respirar enquanto ela esfregou em suas têmporas. Ela lutava para pensar além de seu próprio medo.
? O que você não quer que eu sinta Loren?
A suspeita cobrindo sua voz o fez furioso. O olhar duro sobre o seu rosto a fez empurrar para longe dele. Maldições atravessaram a floresta quando mais dos homens de Rourke responderam ao som da arma de fogo. Suas orelhas estavam preparadas para escutar mais longe e mais intensamente que a dos civis.
? Loren, o que aconteceu?
? Eu não sei.
Rourke bufou. Ele enrolou seus dedos em punhos apertados que ficaram brancos nas juntas, traindo seu desejo para agarrá-la novamente.
? Eu estava de costas para ele.
Isso foi sensação demais para Rourke. Seu corpo apertou quando ele considerou o ângulo do rifle de seu Ranger caído. Os olhos verdes de Loren estavam tão cheios de raiva que era muito intenso para dissipar. As maldições de seus homens ganham calor enquanto sobre seu companheiro.
? Volte para casa.
O desejo para proclamar sua inocência borbulhada dentro de seu peito. Loren tampou trancou seus dentes firmemente. Ela não tinha nada para provar. Pelo amor de Deus! Ela era a única pessoa presente que não tinha uma arma de fogo. Ela se recusou a começar a murmurar como uma idiota.
Girando suas costas para Rourke ela manteve seu queixo no ar à medida que partia. Lágrimas picavam seus olhos quando ela caminhou mais rápido e a casa surgiu. Não devia importar o que pensavam sobre ela. Os amigos de Chris podiam a amaldiçoar até que dia do juízo final. Isto não mudava o fato que outra pessoa puxou o gatilho.
Mas a suspeita de Rourke Campbell doía. Cortava seu coração. Lágrimas mudas corriam de seus olhos quando ela se apressou para casa e pelo corredor para se esconder atrás da porta de seu quarto. Um relacionamento não valia um níquel de madeira sem confiança.
Rourke possivelmente não podia confiar nela se ele suspeitava de assassinato.


* * * * *


Ele já estava no limite. Rourke sentiu a onda de emoção bater quando o perfume de Loren se afastou com a brisa da tarde. Ele segurou firmemente seu controle enquanto batalhado contra o perigo de fazer julgamentos precipitados.
Ele tinha um homem morto. O ferimento de tiro foi resultado direto de alguém na montanha. Adicionando o assassinato no nível atual de tensão prometia uma explosão se a disciplina não fosse absoluta.
Rourke enfrentou seus homens com enfoque mortal. Eles agarraram a atenção quando ele mudou-se para ficar sobre o corpo. Era um tiro limpo. Era também um círculo comum de munição que fez o ferimento. Alguns de seus homens podiam ter ateado fogo a rodada.
Qualquer outra pessoa na montanha podia ter acesso as suas armas do armário.
? Queime o corpo, Sargento. Imediatamente.
? Senhor?
? Você me ouviu. Aquele sangue pode estar infetado. As ordens de quarentena permanecem.
? Sim, senhor.
Rourke considerou os olhares duros de seus homens se afastaram de seu companheiro.
? Procure na área por quaisquer armas. Se você achar algo, não toque.
Suas respostas de ? Sim, senhor? traíam sua fome para descobrir alguma evidência incriminatória. Rourke não esperou. Não existiria nada para achar. A precisão do golpe traiu a habilidade do atirador. Ele cobriria seus rastros, Rourke apostaria suas folhas de carvalho sobre ele. Isso os deixaria suspeitarem uns dos outros da ação.
Isto o deixou com exatamente uma barreira de pé esquerdo na frente de reivindicar Loren. Rourke amaldiçoou baixinho quando ele considerou o obstáculo. Seria muito fácil chegar a sua mente e certificar-se. O subconsciente só segurava a verdade. Quando ele afundava na mente de outra pessoa, a decepção revestia sua própria mente como o piche.
Toby ficou no degrau mais alto de sua casa com as mãos nos bolsos empurrando as calças até o fim de seu antebraço. Foi estranho ver o jovem de pé tão completamente imóvel. Seus olhos estavam voltados para a floresta onde uma fina nuvem de fumaça negra estava apenas começando a elevar-se acima das copas das árvores.
Rourke pigarreou quando ele considerou a tarefa de contar ao menino que seu pai estava morto.
? Vovô me disse. Eu só queria ter certeza de que era verdade.
O rosto do Toby estava torcido com um sorriso irritado que fez Rourke parar. A criança não estava triste pela morte de seu pai. O ressentimento brilhava em seus olhos quando ele assistiu a fumaça subir. A culpa rastejou pela espinha de Rourke quando considerou o quão pouca simpatia tinha para o homem em questão. Um oficial se importava com cada e todo homem debaixo de seu comando. Mas a verdade plena era Rourke não se importava neste momento. Chris finalmente empurrou alguém longe demais. A parte mais dura era que o próprio Rourke estava ficando perigosamente perto da linha.
Deixando os olhos vagarem sobre Toby novamente, Rourke olhou para o jovem que Loren tinha criado. Ele era uma boa criança. Os pais passavam os seus pontos fracos para seus filhos. Isto era um ciclo que poucas pessoas superavam. Loren tinha. A prova estava lá no conjunto firme de ombros do seu filho quando ele se recusou a se esconder das realidades severas da vida.
Toby era muito honrado para falsificar pesar por um pai que ele nunca conheceria. Até para conseguir atenção. A maioria dos adultos não podia resistir a necessidade de ser o centro da atenção, ainda que isto fosse pela razão errada.
A atração por Loren tornou-se hipnótica. Havia uma atração irradiando dela que serpenteava para fora para embrear em seu corpo. Rourke crispou seus lábios para trás e apreciou a sensação de pressa. Ele viajou ao longo de sua pele, as terminações nervosas pulsando com a nítida sensação.
Não havia nada em seu caminho.
Era uma droga potente. Rourke sentiu seu sexo subir com uma dureza dolorosa. A moralidade não interferir com o nome de outro homem, pois sendo uma viúva significava que seria um jogo justo para ela.
Ao invés, Rourke considerou o sol da tarde e exatamente quantos segundos existiam até o escuro. O dever ainda agarrado em seus ombros. Abruptamente se afastou de sua casa, Rourke caminhou em direção ao depósito de armas. Ele estava no cargo até o anoitecer. A rotação de dever aplicada a todo homem na montanha. Inclusive a ele mesmo.
Os impulsos dentro dele colidiam com os limites da civilização. Ele queria a arrastar para sua cama e nem se importar com que o resto do mundo pensasse sobre isto.
Rourke agitou seus ombros quando sentiu sua ereção inchar dolorosamente dentro de suas calças.
Sua pele gritava por liberdade. Da mesma maneira que o macho dentro dele exigiu satisfação, a necessidade para acasalar pulsado por seu sangue quando ele considerou a noite que se aproximava.


* * * * *

? Vou dormir um pouco, mãe.
Loren virou-se em uma fração de segundo. Seu filho reservava essa frase para quando ele estava pronto para cair de exaustão. Seu cérebro o dirigiria durante dias sem fim.
Ele trabalhava direto até seu corpo cair de cansaço. Às vezes, ele simplesmente caia sobre seu teclado.
Toby arrastou os pés grandes quando em direção ao quarto. Seu tênis guinchou na madeira do corredor, porque ele não tinha força para levantar os pés em um passo a mais. Loren seguiu-o e olhou seu corpo com um olho crítico. Ela viu mais uma vez, seu corpo simplesmente desmoronar antes de ele encontrar uma cama.
? Noite, mãe. Eu te amo, você sabe.
Loren não disse nada enquanto ficava na porta. A cama soltou um gemido quando Toby caiu sobre isto. Ele rolou sobre seu lado quando seus pulmões começaram a respiração profunda do sono.
Um sorriso tolo ergueu seus lábios quando ela fechou a porta atrás dela. Nenhum deles lamentava por Chris e ele foi o único que se perdeu na equação. A sensação de liberdade sobre seus ombros a fazia se sentir leve como uma bailarina na ponta dos pés.
Seus olhos caíram sobre a porta fechada do quarto principal. A tentação era grande e rápida quando ela e moveu em direção a aquela porta. Loren deixar os dedos deslizarem sobre a superfície polida da porta enquanto sua mente oferecia imagens detalhadas do quarto principal.
Ela deslocou-se enquanto um calor serpenteava até sua barriga. A escuridão invadiu a casa. Loren deixou seus dedos viajarem para baixo na superfície da parede do corredor enquanto seus olhos tentavam se ajustar a ausência de luz. Ela procurou pelo interruptor.
Em vez de enfrentar o frio do plástico do controle de luz, seus dedos acharam o tecido suave de roupa. Estava quente a partir de seu portador. As pontas dos dedos registraram o ritmo profundo do coração de Rourke.
Ela sabia que era ele. Ele flutuava ao seu redor e em toda a sua mente em um cobertor das sensações que ela tinha tecido. Seus dedos acariciaram seu rosto, fazendo com que arrepiasse ao lado do pescoço. O toque era intensamente quente quando seus olhos captaram só a mais simples sombras para marcar sua posição.
Os detalhes não importavam tanto. Rourke não estaria próximo dela se ele realmente pensasse que ela era uma assassina. Além disso, nada mais importava a não ser a necessidade arranhando seu corpo e o fato de que ela estava livre para alimentar os seus desejos.
Aqueles dedos deslizando ao longo de sua garganta e ela levantou a cabeça para oferecer a pele macia ao toque dele. A mão dele viajou para o tecido do seu top e ela gemeu quando eles foram separados pela barreira. Sua pele gritou pelo contato, mas a sensação ainda se reuniu sob o seu toque, os seus dedos acariciando sua clavícula e mais baixo para os seios inchados. O mamilo erguido sob seu top, formando uma dura protuberância que levantou o tecido em direção a seus dedos.
Um pequeno suspiro escapou seus lábios quando ele pegou seu mamilo entre seus dedos.
Rourke absorveu o som que rolou no ponto. Ela ficou congelada em seus passos quando considerou suas opções. Enrolando a mão em torno do globo de seu seio, Rourke suavemente o apertou. Seu perfume flutuava de seu corpo aquecido. Seu pênis endurecido em resposta ao cheiro almiscarado de seu sexo. Escapou pelas camadas de sua roupa fazendo suas narinas reagir em uma reação primitiva.
? Ele foi para o quarto?
A preocupação em sua voz a fez se afastar de seu toque. Ela sempre estaria no papel de pai. O fato que Rourke notar Toby a deixou nervosa. Existia uma profunda intimidade lá que ela nunca tinha compartilhado antes.
? Não faça. Loren lançou a palavra como uma barreira.
Rourke moveu através de sua mente em um brilho constante de calor, ele cercava nos confins do pequeno corredor. Seus dedos enrolados ao redor de seu queixo para levantá-lo. Seus olhos não mostravam nada, exceto escuridão, mas podia senti-lo ao longo de cada centímetro de sua pele. Havia o som suave de sua respiração, mas ela sentiu seus olhos tocando seu rosto.
? Eu sinto muito, Loren.
Seu queixo de repente estava livre. De alguma forma ele foi capaz de ver através da escuridão.
Rourke capturou-lhe o pulso em um aperto firme antes de caminhar até ela. Ele a puxou para trás enquanto ele empurrava a porta aberta de seu quarto e ela rodou tanta força que a fez cair para frente.
? Desculpe o quê? Loren agarrou sua pergunta. Seu coração estava preso na garganta enquanto ela olhava o contorno sombreado da cama do quarto principal. Ela virou-se abruptamente para enfrentar Rourke enquanto ele fechava lentamente a distância entre seus corpos.
Existia um tremor em sua voz que fez Rourke dar uma pausa. Ela trocou o peso de um pé até o outro quando ela olhou para ele com os olhos ligeiramente grandes. A luz das estrelas se derramava pelo teto, banhando-a em sua luz prateada. Ele puxou uma respiração funda em seus pulmões e saboreou o cheiro forte dela.
Ela era uma viúva. Toby estava dormindo e Rourke definitivamente não se importava com o que alguém pudesse pensar disto. Seu corpo pulsando com a necessidade de reivindicá-la. O cós da calça jeans estava dolorosamente desconfortável em seu pênis inchado.
? Que eu não estou lhe dando mais tempo.
? Você não parece muito arrependido.
Ele parecia faminto. Loren sentiu isto na parte mais funda de sua barriga. Seu útero trançado em um laço quando ela sentiu o deslizamento liso de fluido dentro de sua passagem. Ela ofegou com a sensação aguda. Ele não tinha sequer a beijado. Mas seu corpo estava desesperado pelo dele.
Seus lábios sorriram para mostrar seus dentes.
? Você está certa, mel. Eu não dou a mínima para o que alguém pensa. Eu não fiz naquela praia e eu ainda não faço.
Mas ele se preocupava com ela. Loren sentiu como ele se manteve firme em vez de apressar-la. Dominar seu corpo seria simples para um homem do tamanho dele. Ao invés ele pareceu estar esperando que ela se ajustasse a sua presença. Loren, inconscientemente, esfregou seus braços nus. Um arrepio subiu por eles quando ela viu a labareda de calor em seus olhos.
Ela se sentiu tão encurralada, mas fez sua cautela queimar totalmente de prazer em resposta a sua possessividade.
? Eu não faço qualquer controle da natalidade.
Loren soltou como uma proteção. O sorriso desapareceu rápido de seu rosto quando Rourke a capturou. Seus braços se fecharam em torno dela, prendendo-a contra seu peito poderoso. Sua boca caiu, em procura dela, cruel quando ele enfiou a língua dentro para sentir seu gosto. Suas mãos em concha em sua parte inferior, erguendo-a para ajustar contra a protuberância em suas calças. Loren choramingou enquanto lutava contra o desejo de envolver as coxas ao redor seus quadris e aconchegar sua carne dura no centro de seu corpo.
? Tire suas roupas, a menos que você não se importe o que eu faço com elas. Rourke sussurrou as palavras contra sua orelha. Ela tremeu em resposta.
Ele beliscou a suave pele de seu pescoço antes de baixá-la para o chão. Suas mãos estavam trançadas ao redor de seus ombros e se arrastaram por seu peito quando ele a abaixou.
Ela não queria parar de tocá-lo. Loren descansava seus dedos em seu peito enquanto tentava se lembrar por que precisava puxar suas mãos para longe de seu corpo. Tudo que ela podia pensar era sobre o perfume de sua pele. Apenas o cheiro inebriante e a forma como ele se sentia ao toque de suas mãos. Ela não se importava mais. Encontrou um botão em sua camisa e empurrou-o através de seu buraco. Cabelos surgiram em seu peito nu quando ela mudou para o próximo botão e libertou-o. Loren sorriu com satisfação quando a camisa caiu por terra com os dedos hábeis. Ela puxou o lado aberto do vestuário para livrá-lo de suas calças. Um estrondo fundo de aprovação agitou seu tórax quando ela subiu na ponta dos pés para empurrar a camisa aberta até os ombros.
Ele cheirava tão incrivelmente forte. Loren enfiou seus dedos através da esteira de cabelos escuros expostos. Era elástico e cheio. Ela achou seus mamilos planos e enrolando-os entre seus dedos exatamente do mesmo modo que ele havia feito com ela. Seus seios incharam com a memória enquanto sentia seus mamilos apertarem ainda mais.
Ela estava insuportavelmente quente. Sua camisa arranhava sua pele. As mãos de Rourke acariciavam seu pescoço fazendo-a levantar o queixo com prazer. O contato de pele com pele era prazer puro. Um minúsculo ronronar vibrou por sua garganta quando suas mãos grandes alisaram para baixo seu pescoço.
Rourke rasgou a roupa dela. Enganchou suas mãos no decote e puxou. Os botões deram um salto se dispersando e caindo no chão. Loren ofegou com a rudeza do movimento. O controle de Rourke sobre sua força era espantoso. Ele sabia exatamente como aplicá-la. Ela deixou cair os braços se afastarem de seu peito, ele despiu a camisa por seus braços. Suas mãos seguiram para parte de trás de seu sutiã.
? Eu farei isto.
Loren pulou fora de seu aperto quando se atrapalhou com os ganchos da roupa de baixo. Era a única que ela tinha. Desfilar em torno da população masculina da montanha sem a protetora do artigo de vestuário nem pensar.
Seus olhos olhavam. Loren entendeu o sutiã por seus seios enquanto ela olhava a intensidade de seus olhos. Seus dedos flexionados enquanto ela abaixava o sutiã um milímetro de cada vez. O poder feminino a inundou quando ela assistiu seus dentes nus em resposta à sua provocação. O tecido moldou seus mamilos fazendo-os apertarem com sensação afiada.
? Solte isto.
Rourke rosnou enquanto assistiu o fragmento de renda flutuar para longe de seu corpo. Desejo cru pulsando por seu corpo. Seus mamilos estavam inchados e apertados em convite.
Puxando uma respiração funda em seus pulmões, Rourke pegou o cheiro de seu sexo. Com dois passos ela retrocedeu para mais longe. Ele agarrou sua cintura e a ergueu até que seus seios balançando em seu rosto. Aperto os lábios em torno de um botão apertado, Rourke puxou-o na boca para provar.
Seus lábios estavam abrasadores. Loren gemeu quando a ponta de sua língua passou através de seu mamilo. O prazer viajou em uma linha direta para sua barriga fazendo sua passagem se apertar de necessidade. Ela se sentiu tão vazia. Seu corpo estava incompleto. Ele segurou-a pela sua cintura, lançou seu seio e pediu seu irmão gêmeo. Saboreando e lambendo, seus braços nem tremeram quando ele a segurou em cima para seu prazer.
Rourke rosnou profundamente enquanto lambia seu mamilo uma última vez. Seguindo em frente, ele não abaixou o seu corpo até sua cama estar esperando para pegá-la. A luz do luar derramava por suas janelas e sobre seu corpo. Rourke agarrou seu cós e puxou abrindo com um estalo antes dele agarrar a parte de baixo do vestuário e arrancar de seu corpo. O triângulo de sua calcinha estava escuro com a umidade. Rourke olhou fixamente para a mancha enquanto trabalhava os botões da braguilha aberta.
Loren sentiu seus olhos ficarem redondos. Apertou os dentes juntos quando ele soltou sua calça no chão e ficou orgulhoso diante dela. Ele estava completamente nu e magnificamente esculpido à perfeição. Seu sexo estava à frente em uma haste inchada que parecia incrivelmente grande. Mas as paredes de sua passagem doíam com a necessidade de ser preenchida com o seu comprimento.
Seus dedos trançados no tecido fino que a protegia de seus olhos.
Rourke puxou a calcinha de suas pernas enquanto observava em sua face sua luta com a tentação. A necessidade e desejo misturavam-se quando ela voltou seus olhos para sua ereção. Mas ela levantou-se sobre os cotovelos olhando para seu corpo desconfiada. Ele havia polido seu exterior há anos, mas no interior era o caçador que tinha sido treinado para ser. Quando ele acasalava, ele capturava, e ele tinha a intenção de tomar Loren.
Um cacho pequeno de medo bateu sobre Loren enquanto observava o rosto de Rourke. A necessidade pulsava com desespero pelo seu sangue, mas a fome crua refletida em seu rosto a deixou cautelosa. Ela rolou para longe dele. Saltou da cama quando veio através dele. Um braço sólido a prendeu em seu lugar quando seu corpo pressionou ao longo de suas costas. O contato da pele nua era intensa. Ela podia sentir o cheiro da agressão aquecida irradiando dele.
Os lábios firmes caíram sobre seu pescoço fazendo gemer suas terminações nervosas quando ela irrompeu em sensação.
? Shh...
Apreciar seu toque era uma idéia ruim. Loren sabia, mas ela não conseguia parar de arquear o pescoço. Rourke mordiscava para baixo em seu pescoço quando ela ouviu sua própria garganta lançar um gemido de aprovação. Seu corpo se sentia tão incrivelmente sólido atrás dela.
Seguro e quente de uma maneira que não conseguia se lembrar de ter sentindo antes. Suas mãos giraram até que ela estava deitada na cama novamente. Erguendo seus cílios, Loren olhou fixamente no rosto de Rourke enquanto ele se apoiava em cima de um cotovelo.
Ela levantou sua mão para localizar o ângulo duro de sua mandíbula. A pele era dura e ligeiramente áspera com crescimento da barba do dia. A Fome correu por ela enquanto usava a mão inteira para alisar o seu rosto. Este era um homem. Na parte mais profunda ela reconheceu sua superioridade como um companheiro. A fêmea dentro dela o almejado com uma força atordoante.
Um gemido fundo se levantou de seu peito quando Loren se rendeu para ele. Rourke não conseguia pensar mais além da necessidade. Ela se pressionou nele com seus quadris levantados em um convite. O odor de estimulação inundou seus sentidos com a leve separação de suas coxas.
Embalando sua cabeça em sua mão, ele tomou fundo sua boca. Sua língua hesitante em direção ao seu impulso quando ela seguiu seu exemplo.
Mais tarde, ele saborearia cada centímetro dela. A necessidade pulsava através de seu cérebro o reduzindo aos níveis mais básicos. Ele rolou acima dela pegando mechas de seu cabelo em seu aperto.
Ele ainda controlava sua força. Loren sentiu os tremores agitando seus membros à medida que ele manteve suas necessidades de virar bruscamente. Seus quadris empurraram abertos. Espalhando sua carne como a ponta de sua arma sondado a entrada. O impulso rígido de seu corpo a fez chorar. Sua passagem picado, uma vez que se estendeu para admiti-lo.
? Você pode me levar, querida. Relaxe.
Exaltação varreu Rourke enquanto ouvia seu gemido. Puxando seu quadril para trás ele empurra diante profundamente até que sua carne agarrou todo seu comprimento. Sua passagem pulsando ao seu redor quando ela passou por baixo de seu corpo. Ela era tão apertada quanto um virgem. Agradou o inferno mesmo quando ele lutou contra a necessidade furiosa de esmurrar seu corpo até que ele estourasse dentro dela.
Alcançando entre seus corpos, Rourke achou as dobras suaves de seu sexo. Ele espalhou-as até o seu centro estar aberto para seus impulsos. Ela suspirou quando seus movimentos esfregaram o pacote de terminações nervosas sensíveis.
Loren sentiu a dor desaparecer com uma punhalada única de seus quadris. Ele puxou de volta e ela empurrou sua pélvis até capturar seu par. A pontada de prazer passou por ela à medida que ele enterrou sua dureza dentro dela. Tudo caiu por terra quando ela combinou seu ritmo e agarrado seus ombros.
Seu corpo apertou e apertou até que explodiu. Loren sentiu as paredes de sua passagem agarre seu par quando ela tentou o segurar muito mais íntimo durante seu clímax. Rourke não resistiu. Ao invés ele mergulhou seu pênis bem no fundo dela e rosnou contra seu pescoço.
Ela sentiu o jorro profundo de sua semente que bateu em seu útero.
Seus braços cerrados enquanto mantinha sob seu corpo. A grosa severa de sua respiração combinava com seus próprios corpos tensos em direção aos momentos finais de intimidade.


CAPÍTULO NOVE


Ela devia se sentir culpada. Loren olhou para o espelho do banheiro. Ela se sentia muitas coisas, mas culpa não era uma delas. O quarto estava iluminado só com o luar. Mas o brilho prateado era o bastante para poder ver. O banheiro do quarto principal era grande com duas pias e um armário duplo espelhado na frente.
Seus mamilos ainda estavam frisados. Loren sentiu seu corpo doído. Suas roupas estavam dispersas ao redor da cama. Ela assistiu a ascensão e queda profunda do peito de Rourke, antes de ela pegar uma toalha e enrolá-la em torno de seu corpo.
Ela precisava pensar. Seu corpo ainda estava radiante com os restos do prazer de seu toque. Sua passagem doía, mas ainda estava molhada e sensível. Enquanto andava, as dobras de seu sexo esfregando contra o clitóris dela, lembrando-lhe o quão intenso foi o seu clímax.
Loren movimentou seus pés em silêncio enquanto caminhava de volta para o quarto. Nada se mexeu quando ela deixa seus olhos pousarem sobre o homem adormecido. Seu tórax e braços eram esculpidos a perfeição. A tentação lhe pediu para largar a toalha e se esfregue contra o músculo firme. Loren foi até a porta em vez disso. Ela não podia ouvir seus impulsos.
A maçaneta girou silenciosamente. Houve um pequeno clique, uma vez que se abriu e Loren envolvido dedos apertados em torno do botão para poder abri-la. A mão de Rourke aterrissou na porta bem em frente de seus olhos e manteve-a fechada. Sua respiração bateu em sua orelha quando ela sentiu o toque muito pessoal contra sua parte inferior.
? Eu estou cansada, Rourke, eu quero ir dormir.
Um puxão preciso enviou sua toalha em direção ao chão. Suas mãos grandes fecharam acima de seu quadril quando ele a ergueu do chão e a girou para enfrentá-lo. Loren freneticamente agarrou seus ombros quando foi erguida como uma criança. Rourke se moveu entre suas coxas quando pressionou suas costas contra a porta. Suas coxas avidamente embrulharam ao redor de seu quadril quando suas mãos em concha seguraram as bochechas de seu bumbum.
? Você pode dormir aqui mesmo em meu quarto. A cabeça dura do seu sexo sondou o seu corpo. Loren ofegou quando seu corpo se abrir para ele. Foi pura reação. Uma vez mais seu corpo enviou o fluido corrediço para dentro de sua passagem recebê-lo em seu corpo. Seus olhos olhavam atentamente enquanto ele lentamente empurrou a cabeça do seu sexo nela. Ela pendurada ali com seu corpo fechado em torno dele. Sua respiração subiu por seu peito em pequenos soluços enquanto ela ansiava por ele para enchê-la completamente. Suas mãos em concha na parte inferior de seu corpo, segurou-a absolutamente imóvel enquanto os olhos continuavam a observá-la.
Seu corpo tremeu, mas Rourke esperou. Seu sexo doía com a necessidade de empurrar em seu corpo, mas ele queria que ela exigisse isto. Ela tentou balançar seus quadris, mas ele segurou-o firmemente em seu lugar.
? Diga Loren, diga a mim o que você quer.
Sua voz era áspera com a ordem. Suas mãos eram implacáveis quando elas a agarraram e a mantinha sobre completa possessão. Loren apertou seus dentes juntos quando ela se recusou a se render a vontade dele. Sua mandíbula se apertou antes dele se retirar de seu corpo. Loren sentiu profundamente sua perda em sua passagem dolorosamente apertada.
? Tudo bem, Rourke. As três palavras soaram como uma rendição aos seus ouvidos.
? Tudo bem, o quê?
Não existia qualquer generosidade em sua voz. Loren tremeu quando ela contemplou o quão básica sua atração era. Seus corpos colidiram um contra o outro com uma força que arrancou a qualquer sinal de civilização. Agora eram macho e fêmea unidos pela necessidade de se acasalar.
Embrulhando suas pernas mais firmemente ao redor seus quadris, Loren se debruçou em direção ao seu pescoço. Ela beliscou a pele firme que cobria seu corpo antes dela lamber o lugar e mover-se ligeiramente mais para cima do pescoço. Seus dedos estavam espalhados sobre os ombros, absorvendo a força imensa de seu companheiro. Ele emitiu um grunhido baixo de aprovação antes de deixar seu sexo penetrá-la novamente.
Seu impulso foi suave e lento neste momento. Loren sentiu seu corpo tremer quando ele controlou a posse. Seu corpo estirado em torno dele com seu quadril incentivando a mais profunda sondagem.
Ela se sentiu muito bem, muito quente, muito apertada. Mas Rourke não se importou. Seu corpo exigia mais e ele empurrou nela com um ritmo que fez seu corpo se submeter ao seu. Seu quadril inclinado para frente em rendição. Ele rosnou em aprovação quando escutou os sons minúsculos de prazer que vinham de sua garganta.
? Olhe para mim, Loren.
Era uma intimidade final que ela resistiu. Loren apertou seus olhos fechados quando ela sentiu o clímax no auge. O corpo dele acalmou a urgência pendurada acima de sua cabeça. Ela precisava mover suas mãos, mas ele as segurou cativas.
? Loren, deixe-me ver seu prazer. Compartilhe isto. Sua voz era um sussurro escuro que a atraiu em como um viciado. Erguendo suas pálpebras, Loren ofegou enquanto ele impulsionava forte seu corpo no dela. A sensação começou como uma onda, enquanto seus olhos afundaram diretamente em sua alma.
Eles se tornaram uma pessoa naquele momento enquanto ela sentiu o aperto em torno de seu corpo e o empurrão profundo de seu sexo, uma vez que sua semente bombeava para dentro dela.
Seus lábios pousaram sobre os dela em um beijo delicado. Sua língua traçou o lábio inferior, antes de ele aprofundar o beijo. Ele se afastou da porta e caminhou de volta para a cama com ela ainda se juntou a ele. Não importava. Seu corpo permaneceu nas ondas de prazer que nasceram lá no fundo do seu corpo satisfeito. Sentiu-o envolver seu corpo em torno dela a fez sentir tão completa. Seu braço a prendia no peito enquanto ele colocava sua cabeça em seu ombro. Suas pernas trançadas quando Rourke puxou o lençol por cima de seu corpo.
Rourke assistiu ela dormir. De algum lugar dentro dele veio a necessidade de apenas vê-la. Seu corpo estava muito excitado para dormir, seu sexo ainda duro. O cheiro doce de seu corpo o manteve despertado até depois de tê-la duas vezes. Ele alisou a mão sobre as costas dela quando ela mudou em seu sono. Sua cabeça levantou e ele apertou-a de volta para o centro de seu peito. Loren estava exatamente onde ele a tinha estado imaginando desde que ele a tinha visto pela primeira vez. Ela estava lá.
Erguendo seus olhos, Rourke pegou as estrelas e sua posição. Ele conhecia o céu noturno intimamente. Ele podia achar sua direção ou o tempo só olhando para cima. Logo em seguida, ele percebeu que poucas horas existiam entre a exploração de Loren e a madrugada.
O amanhecer traria a realidade que desabaria sobre seus ombros. Ter Loren em sua cama não ia fazê-lo ganhar pontos de popularidade com seus homens. Rourke não se importou.
Havia sempre certa distância que um comandante devia manter de seus homens. Mas aquela separação não iria resolver o assassinato.
Sua montanha estava carregada com suspeitos inclusive a mulher em seus braços.
Passando a mão sobre sua cabeça, Rourke considerou seu rosto. Seria muito simples sondar sua mente, procurar qualquer culpa que pudesse estar enterrada dentro dela. Mas a verdade é que ele não queria saber.
Então no amanhecer, Rourke Campbell tinha a intenção de achar o assassino. Ele ia passar o resto da noite esperando que a pista não o levasse de volta para Loren.


* * * * *
Loren esfregou a testa pela centésima vez e tentou encontrar algum desvio de seus pensamentos. Nada surgiu em sua mente cansada para resgatá-la. A tensão foi laçada em torno de sua garganta como um nó.
Ela deu uma risada seca naquela idéia. Existia mais de uma pessoa que adoraria ver um laço ao redor seu pescoço hoje. O olhar letal vinda dos amigos de Chris era suficiente arrancar sangue.
Bem, ela não o matou. Ainda que ela não sentisse muito por ele estar morto. A culpa veio à tona logo em seguida. Loren sentiu seu rosto em chama quando considerou suas ações.
Ela era uma completa idiota.
Imprudente e insensata simplesmente não pareciam duras o suficiente para descrever suas ações. Quando ela finalmente estava livre de um homem, caia na cama de outro na mesma noite?
Levou a palavra estúpida para um novo nível.
Caminhando pelo corredor, Loren olhou Toby. Seu filho estava ainda dormindo e ela sabia que ele estaria ali mesmo até a amanhã de manhã. Bem, pelo menos alguém estava descansando. Seu corpo doía de cansaço. Mas era a dor dentro dela que realmente incomodava hoje.
O pequeno desconforto lembrou a ela exatamente onde Rourke tinha estado à noite anterior. Era a evidência cega que ela não tinha um fragmento de força de vontade. A atração estava profundamente enraizada dentro de si para ser ignorada.
Loren sibilou baixinho quando ela se virou. O quarto principal estava bem na frente dela. Ela se apressou em passado por ele, mas o odor leve de seu dono passou por seu nariz.
Não havia nada a fazer senão esperar. Ela despertou para uma cama vazia e uma breve nota. Bem, não era uma nota. Rourke tinha deixado suas ordens ao lado de sua cabeça.
Loren eriçou novamente, mas ela não era tola o suficientemente para desobedecer ao homem. Ela estava restrita a casa. Período. Isso incluía a varanda. Mas os olhares entrando pelas janelas da cozinha diziam que ela as evitasse até aquelas paredes que limitavam a casa.
Então, ela girou em outro círculo e rumou para seu quarto. O medo a seguiu quando ela considerou o fato muito real que iria existia mais morte na montanha. O assassinato juntou a doença tentavam reivindicar mais vítimas.



* * * * *


Sean Loren sabia como lidar com uma arma. Rourke assistiu o movimento firme das mãos do homem mais velho quando ele montou o rifle automático que lubrificava. Não vacilou, nem mesmo o mais leve tremor nos movimentos do homem. Era tudo feito com silenciosa eficiência.
? Eu não matei o bastardo. O pai do Loren ergueu olhos azuis para olhar Rourke antes de voltar a polir o rifle em suas mãos. ? Desejava ter.
Rourke bufou. Sean Loren ergueu um sorriso convencido para seu rosto frustrado.
? Eu quis matar aquele filho da mãe por anos. Mas eu queria despedaçá-lo com minhas próprias mãos. Uma bala era muito boa para ele.
? Então por que você não levou Chris para um passeio quando você teve a chance?
Sean balançou sua cabeça quando considerou olhar de Rourke afiado como uma navalha.
? Eu não queria que meu neto tivesse vergonha de mim. Tinha que dar um bom exemplo para o menino, vendo como seu pai não iria fazer o trabalho. Mas eu teria cuidado dele se Chris voltasse a rondar minha família.
Rourke movimentou a cabeça com compreensão. Às vezes um homem tinha que escolher entre o que ele queria e o que sua família precisada. Mas Rourke acreditou no homem e isso o deixou com um suspeito a menos em sua lista.
Sean carregou seu rifle e apoiou a arma em seu corpo. Sua mão estava embrulhado em torno do gatilho na posição perfeita para ser usada. A posição falou mais sobre a familiaridade do homem com o combate. Ele mantinha sua arma quente e seu corpo pronto. Sean Loren esperava dificuldade e Rourke concordava com ele.
? Assista seu seis.
Sean Loren assentiu com a cabeça em resposta, mas levantou um dedo para Rourke antes de emitir sua própria advertência.
? Estou pensando em ver o seu, senhor. O rosto do Sean Loren estava esculpido em pedra quando Rourke ergueu uma sobrancelha para ele.
? Não vale a pena matar. Mas é difícil para um poderoso homem provar-se inocente, quando ele está morto. Não seria muito difícil ligar aquela morte a você, Major.
Rourke movimentou a cabeça e se virou. O homem mais velho estava certo. Levaria mais ou menos cinco minutos de investigação para determinar que ele tinha ambos o motivo e a arma para dispara o tiro que matou seu homem.
O assassinato não fazia sentido. Chris era razoavelmente bem quisto em sua unidade. O homem era Ranger puro, ele vivia pela próxima missão. Isso deixou Rourke com somente Loren em sua lista de suspeitos com motivo.
O motivo ela tinha, mas os fatos não sustentavam sua culpa completamente. Talvez se ela tivesse desistido de sua briga e se rendido a sua perseguição antes de seu marido estar morto, ela tivesse a razão. Mas ela não cometeu adultério.
Ela nem mesmo tinha assinado aqueles documentos de divórcio. Rourke considerou sua casa com os olhos duros. A necessidade de conhecer estava queimando um buraco em sua mente. A idéia de que alguém podia remover Loren de sua vida fez aquela chama queimar mais alto. Ninguém ia ficar entre eles. Loren estava presa a ele até ele compreendeu exatamente que ela estava completamente ligada a ele.
O sol estava se pondo e Rourke subiu ainda mais na floresta. Seus sentidos estavam afiados hoje. As regras da quarentena não pareciam manter o irmão longe.
Rourke podia sentir Jared quando o homem se aproximou dele.
Escorando seus ombros contra uma árvore, Rourke puxou sua arma de fogo de seu suporte e verificou a câmara. A floresta estava silenciosa. Rourke levantou sua cabeça quando Jared deslizou calmamente por seu campo de visão. Os olhos de seu irmão passaram por seu corpo antes dele retornar para o rosto do Rourke. Uma caixa pequena veio para voando pelo ar. Rourke a pegou com sua mão esquerda quando ele guardou sua arma de fogo atrás em seu suporte com a mão direita.
Deslocando a caixa para pegar o primeiro luar da noite, Rourke leu o rótulo nela.
? Você tem um péssimo senso de humor, Jared. Rourke lançou a caixa de preservativos de volta para seu irmão.
? Eu estou falando sério. A caixa voltou para Rourke enquanto ele franzia o cenho para Jared. Então, talvez ele não tivesse considerado a proteção na noite passada. Isso não significa que ele precisava de Jared para lembrá-lo.
? Eu lembro da intensidade, Rourke. Eu me surpreenderia se você se lembrasse de usá-los até depois que eu os trouxe para você.
Rourke abaixou seus olhos para a caixa em questão antes de colocá-la em seu bolso.
Jared teve um ponto. A esposa do seu irmão concebeu sua criança quando a suspeita ainda nublava seu relacionamento. Ele e Loren não precisavam mais de complicações neste momento.
? Não existe nada errado com meu cérebro, Jared. Minha memória não é presa aos meus órgãos genitais.
Jared sorriu lentamente, e Rourke bufou da expressão presunçosa. Os lábios de Jared continuaram a subir até ele sorrir como um espertalhão.
? Você entendeu mal, Rourke. É o final a menos que eu perca o meu palpite.
? Calado.
Jared balançou a cabeça, mas manteve a boca fechada. O fluxo de tensão de seu irmão roubou o seu humor. As emoções extremas nunca podiam ser completamente escondidas um do outro. Ainda que seu talento verdadeiro estivesse em acompanhamento, eles eram psíquicos.
Ah inferno. Rourke amaldiçoado novamente, sentia que seu irmão peneirava através de sua mente. Ele era forte o suficiente para lançar uma barreira, mas Jared não toleraria isso por muito tempo.
A suspeita era um demônio do mal. Certo, então foi mastigando seus pensamentos enquanto seu irmão tentava descobrir a causa.
? Deixem ele em paz, Jared.
? Eu prefiro resolver isso. ? Rourke afastou-se da árvore. ? Eu lidarei com Loren.
? Deixe-me sondar a mente dela. Ela não precisa gostar de mim. ? Jared enfrentou seu irmão. ? Além disso, ela pode chegar a me perdoar mais tarde.
Rourke enganchou suas mãos em seu cinto. A oferta o tentou por mais ou menos três segundos. Sondagem da mente era um assunto brutal. Um único contato havia deixado Loren em estado choque na primeira vez. De nenhuma maneira Rourke permitiria uma repetição do incidente.
? Ela é minha mulher, Jared.
O sorriso rastejado sobre o rosto de seu irmão quando Rourke gemeu silenciosamente. As palavras acabaram de escapar. Ele não tinha certeza exatamente de onde elas vinham só que, ele queria dizê-las.
? Definitivamente é o fim.

* * * * *
Ela deveria ter sido capaz de cair em um sono, pois estava exausta. Em vez disso Loren se encontrava se deliciando com seu chuveiro. Sua pele estava sensível. Ela franziu a testa, mas levantou a perna e correu a barra de sabão ao longo do seu comprimento antes passar o barbeador pela pele.
Os pêlos de dois dias a incomodavam imensamente esta noite. Ela queria estar lisa. Levantando a outra perna, ela aplicou a mesma lâmina afiada. O vapor de água subiu enquanto ela sentia seus pensamentos girarem ao redor de sua cabeça.
Não, não fazia sentido. A razão não estava em qualquer lugar para ser encontrada, e bem, o bom senso tinha sumido no segundo que tinha posto os olhos em Rourke Campbell. Tomando o jato final de água, Loren desligou o chuveiro e saiu do box.
A noite estava fresca. Ela devia estar sentindo frio, mas não estava. Ao invés, a idéia de colocar a roupa era um pouco desagradável. Ela se sentia livre. Levantando uma escova para os cabelos, Loren tentou desembaraçar os fios.
Pelo menos o pôr do sol trouxe um pouco de informação calmante. Ninguém morreu hoje.
A cada dia que passava o perigo de infecção ficava ainda mais fraco. Na outra semana, ela estaria livre para voltar à sua vida.
Retornar? Isso era hilário. Muito engraçado, realmente. Ela nunca seria a mesma mulher que tem sido antes de encontrar Rourke Campbell. Mas isso não era uma coisa ruim. A vida era sobre a jornada, não sobre o destino.
Sobreviver à semana passada foi um teste para sua força interna. Ela não era uma pessoa orgulhosa, por natureza, mas ser persistente o suficiente para não entrar em pânico foi a verdadeira recompensa para Loren.
Ela se tornaria uma molenga no dia que eles a enterraram, nem um segundo mais cedo.
Agarrando uma camisa, ela abotoou a quantia necessária para cobrir seus seios. Ela não se incomodou com um sutiã. Ela só queria uma xícara de café. Colocando sua calça jeans, Loren a fechou antes de passear pelo corredor.
O odor de café passou por seu nariz fazendo Loren acelerar seu passo. Ela estava com frio agora que tinha deixado o banheiro cheio de vapor para trás. A promessa de algo quente a fez sorriso. Mas o balcão da cozinha estava vazio. Coberto com azulejo branco, não havia uma mancha sobre ele e nem se quer café.
Loren franziu a testa e cheirou o ar novamente. O cheiro de rico, escuro, café acabado de fazer era forte. Ela piscou seus olhos e examinou o balcão vazio novamente.
Mas o odor estava lá. Girando, Loren considerou o cheiro. Ela seguiu em direção ao quarto principal. A casa foi construída em uma praça, ou seja, havia dois corredores levando de volta para os quartos. Um terceiro corria em toda a parte de trás da casa. A cozinha pegou um canto da frente e uma sala pegou o outro.
O quarto principal ocupava o canto traseiro inteiro do lado direito. Existia um conjunto de escadas que levavam ao segundo andar, mas a porta que conduzia às escadas estava trancada com uma fechadura eletrônica. Havia um conjunto de escadas externa que levava ao segundo andar e os Rangers subiam para usar o segundo andar como ninho de vigia para proteger o complexo. Era apenas outro detalhe que diferenciava a casa de uma da vida normal.
Loren considerou o corredor quando sua memória ofereceu um retrato vívido da noite anterior.
Inteligente, tão inteligente. Rourke Campbell conhecia-a bem demais. Loren sacudiu a cabeça. Bem, o que ela esperava? O homem era um caçador. Ele levou a cafeteira para o quarto principal só para ver se ela seguiria a trilha e morderia a isca.
Loren riu. Ela iria se lembrar disto. Os sujeitos do quartel de bombeiros local estariam se afinando de rir. Agitando sua cabeça novamente, Loren voltou em direção à cozinha. Ela podia apreciar a piada, mas não tinha nenhuma intenção de se tornar o alvo dela. Mas ela ainda deu uma risadinha quando apreciou a sugestão brincalhona de charme a Rourke.
De vez em quando ele deixa cair a extremidade dura de sua masculinidade para mostrar a ela o menino escondido dentro dele.
? Valia a pena tentar.
Rourke materializou-se na escuridão novamente. Loren gritou quando ele embrulhou um cobertor de alguma forma ao seu redor. Ela freneticamente tentou evitar o confinamento do tecido, mas ele foi mortal eficiente empacotando-a em um casulo apertado.
? Ei! O que você está fazendo?
Rourke levantou o corpo dela se contorcendo do chão e deu a extremidade inferior da manta de um puxão apertado para prender as pernas. Apenas os pés escaparam do confinamento, mas não havia nenhum uso para eles com as pernas unidas. Rourke selou seu corpo contra o peito, antes de dar uns poucos passos entre eles e a porta do quarto principal.
? Se a armadilha não funcionar, vá para a captura.
Sua voz era funda, mas brincalhão. Loren sentiu seus lábios estremecerem em um sorriso antes de ela franzir o cenho quando ele depositou-a em sua cama. A cafeteira estava borbulhando longe no banheiro fazendo o espesso aroma de café inundar o quarto.
? Atraente. Muito atraente, meu jovem. Agora tire minhas roupas.
Ele seguiu-a para baixo na cama. Uma grande mão estava trançada no cobertor para mantê-lo fechado. O luar derramava por cima de seu rosto dando-lhe um vislumbre de um sorriso juvenil.
? Você se rende?
? Desculpe-me?
? Rende. Rendição. Sua voz ficou mais baixa quando ele aninhou sua orelha. ? Submeta-se a minha autoridade.
? O inferno!
? Hmmm... Seus dentes beliscaram seu lóbulo da orelha fazendo-a saltar. A sensação bateu em seu pescoço e estômago. Lábios mornos suavemente se embrulharam em torno da área sensível e sugou, fazendo-a se contorcer contra o confinamento do cobertor.
? Então você é minha prisioneira.
Sua respiração escapou em uma corrida. Loren chupou o ar quando os lábios de Rourke começaram a deixar uma trilha de beijos descendo por seu pescoço. Sua pele ganhou vida sob a sua boca quando o sangue correu por sua pele para ajudar a intensificar a sensibilidade das terminações nervosas. Sua mão livre em concha sob sua cabeça e virou-a para permitir que seus lábios se deslocassem até a clavícula. O calor corria por seu corpo como uma onda. Loren estremeceu quando ele afastou a gola da sua camisa para fora do caminho.
A prisão do cobertor e seu aperto combinados, davam resultados perversos dentro dela. O corpo dela saltou à consciência aguda quando a sua imaginação considerou apenas o que Rourke poderia fazer com sua... cativa.
? Um pouco dramático, você não acha?
Rourke levantou a cabeça para examinar seus olhos. Havia muitas emoções à deriva partindo dela. Deixou sua mente relaxar e se mesclar com a dela em um toque de luz que era mais íntimo do que qualquer coisa que eles tinham compartilhado na noite anterior.
Loren não fugiu dele. Seus olhos se arregalaram um pouco, mas ela nunca desviou o olhar.
O alívio surgiu nele enquanto Rourke sorria com seus olhos. Assim sendo, ser aceito como ele era, bateu no peito quadrado com uma emoção que ele não conseguia reconhecer.
Mas parecia incrivelmente bom.
? Lei da selva. Eu peguei você, faço a festa em você.
Desta vez, ela estremeceu. Rourke sentiu com as mãos, bem como com a sua mente. Ela chutou contra o cobertor e ele apertou seus braços.
Seu coração estava acelerado. Loren finalmente ouviu o barulho frenético de seu corpo e sorriu. A fome corria desenfreada entre os dois, só que não era o pulso rígido que tinha sido na noite anterior. Em vez disso, foi aumentando constante o calor que derretia de dentro para fora. Como um par de brasas, aquecidas em si e brilhando com a intensidade das mesmas.
Um puxão rápido, e Loren ficou livre quando ele arrancou aquele cobertor. Ela a deixa
Ela deixou seus ombros seguir o movimento que ele começou até que ela rolou livre do confinamento do tecido e direito para a extremidade da cama. Ela caiu sobre seus pés e sorriu. Rourke Campbell era um dos mais poderosos homens que ela já encontrara, mas ele ainda não sabia como jogar. Isso era algo que muitas pessoas perdiam de vista quando a maturidade os forjava em adultos. Erguendo sua cabeça, ela olhou através da superfície da cama para encontrá-lo sorrindo como um menino. Ele ergueu a mão e seu dedo torto para ela.
Seu corpo saltou quando ela considerou exatamente o que aconteceria se ela voltasse para a cama. As idéias eram tão viciantes como o homem que as inspiravam. Seu corpo apertou quando ela sentiu seus seios se elevarem com a excitação. Suas narinas tremularam ligeiramente quando ela pegou a sugestão da agressividade dos machos que se misturava ao cheiro de café.
Ele tinha realmente tido tempo para preparar uma armadilha para ela. Talvez fosse arrogante, mas a natureza possessiva da ação fez sua passagem se apertar com a necessidade.
Seu corpo parecia relaxado, mas como todo predador, ele ficaria alerta em um instante, se quisesse. Loren se levantou como ela considerava o poder contido dentro de seu corpo. Seus olhos estavam mais nítidos à medida que a olhava. Erguendo as mãos, ela trabalhava lentamente os botões de sua camisa até estar pendurada nos ombros.
Os dois lados caíram abertos para pegar seus mamilos frisados. Toda sugestão de diversão evaporou de seu rosto. Em seu lugar surgiu o ângulo severo de agressão que sabia vivia dentro dele. Loren estudou sua boca quando ela rolou seus ombros até que a camisa deslizou seus braços. Seus lábios apertados, levantando-se em um quadril.
? Venha aqui, Loren. Sua voz era profunda e afiada como aço.
Em vez disso, Loren deixou seus dedos tocarem acima do botão da calça jeans. Seus dentes apareceram quando seu rosto se apertou ainda mais. O poder feminino era forte como surgiu nela. Ela sentiu seus lábios se elevarem em um sorriso quando ela notou exatamente quanta diversão ela estava tendo. Ela nunca associaria a palavra diversão com fazer amor antes. Existia uma riqueza de outras emoções sussurrando junto a seu corpo, mas ela também estava tendo muita diversão.
E a calça jeans estava fazendo loucura. O tecido roçando a sua pele ultra-sensível até que com um estalo foi aberto. Um rápido puxar no zíper e Loren deixou a roupa não desejada deslizar abaixo por suas pernas. Suas recentemente pernas barbeadas estavam incrivelmente lisas quando ela deixou o fluxo de ar da noite sobre elas.
Loren assistiu seus olhos viajarem por cima dela. Eles estavam afiados e ansiosos, mas ela permaneceu orgulhosa diante dele. Sua temperatura corporal aumentou quando ela percebeu o bojo grosso pressionando contra suas calças. Ele ainda estava deitado de lado enquanto seus olhos viajavam de volta até seu rosto.
Um pouco de sua confiança fugiu quando ela enfrentou a emoção crua ardente naqueles mortais olhos de esmeralda. A diversão tinha dado lugar a intenção pura. Seu corpo deixou a cama em um movimento rápido. Ele ficou em pé em um movimento silencioso, que enviou um arrepio pelo corpo.
Ele estava completamente rígido, cada movimento de seu corpo preciso. A maneira como ele se moveu
Para fora com a eficiência do caçador que ele era.
Suas botas não pareciam tocar o chão. Ele estava em frente dela. Uma mão morna em concha tocou seu queixo quando seu dedo polegar ligeiramente correu o comprimento de seus lábios. Sensação se abateu sobre seu corpo, aumentando a pele arrepiada e os mamilos se desenhando em pontos mais apertados.
Seus olhos fixos sobre aquelas duras protuberâncias. Um segundo mais tarde a ponta de sua língua passou sobre seu mamilo esquerdo, fazendo-o saltar. O toque foi muito quente, queimando com uma intensidade que a fez apertar a barriga com a necessidade.
Sua retirada não o agradou. Um estrondo baixo veio de seu tórax. Seus olhos foram direto para o seu rosto para julgar sua expressão. Ela sentia a mesma escova de sua mente contra a dela, mas desta vez a borda dura da sua necessidade a fez deslocar para trás.
Mas sua própria necessidade era grande demais para o medo que realmente emergia. Loren trocou novamente, mas não retrocedeu nada. Seu corpo ansiava pelo dele de uma forma primitiva.
O calor líquido fluiu de sua passagem, enquanto observava o modo como seus olhos desceram para os seus seios novamente. Suas mãos grandes começaram um movimento constante que retirou suas roupas em segundos. Loren agarrou seus movimentos quando recompensada com a visão de seus ombros firmes.
? Venha aqui, querida. Toque-me como você fez ontem à noite.
Rourke pode sentir as emoções conflitantes dentro dela. Ele iniciou uma reação perigosa em seu cérebro. Necessidade estava estourando com abundância dolorosa dentro da cabeça dele. O cheiro do sexo dela se moveu para cima, fazendo seu pênis saliente, rijo e duro.
O odor de sua passagem fez seu nariz queimar. Um único toque de mão no peito não era suficiente. Ele precisava estar mais íntimo dela, dentro dela, corpo e mente.
Mas primeiro Rourke tinha a intenção de saborear. A hesitação derivada de suas emoções fez o seu corpo tenso por capturá-la.
Loren ofegou quando ele a ergueu. Ele fez isto muito facilmente. Ela sabia em primeira mão, o que o tipo de força superior do corpo podia fazer a outro ser humano. Rourke puxou de seus pés como uma criança.
Ela sentiu a cama deslocar sob suas costas. Rourke veio através de seu corpo em um movimento contínuo que assustava com sua intensidade. Ele estava capturando-a, assegurando seu corpo. Ela sentiu o tom agressivo de suas emoções que irradiavam de sua mente diretamente para ela. Foi avassalador, fazendo sua mudança enquanto ela se esforçava para manter certa medida de controle.
? Não.
Seus lábios estavam a uma polegada de sua boca quando ele rosnou a palavra. Ele colocou a mão em forma de concha atrás de sua cabeça antes de seus lábios envolverem sua boca em um único movimento de conquista. Ele empurrou sua boca e exigiu uma resposta.
Era uma mistura potente de dominação e intimidade. Loren não podia separar os dois. Deslocaram juntos como duas cores diferentes de luz no interior de um cristal. Ela ergueu sua cabeça para saboreá-lo. Seu corpo se contorcia sob o dele enquanto ela se esforçava para se aproximar. Suas coxas se separaram quando seu corpo implorou pelo toque mais fundo de macho para fêmea.
? Não ainda, querida. Hoje à noite, eu vou saborear você.
Sua cabeça de repente estava livre quando Rourke tocou em seus seios. Suas mãos seguravam cada um e levantou os mamilos para serem saboreados. Ela estremeceu quando ele ficou entre suas coxas espalhadas. Essa era a posição de controle, mas ele a fez estremecer com a necessidade também.
O luar derramado acima dele quando ele estendeu sua língua para lamber o topo de um mamilo. Ela estremeceu quando a carne gritou com o toque um segundo antes de sua boca fechar sobre o ponto frisado. Ele chupou fortemente em sua boca enquanto seu dedo suavemente massageava o globo de seu seio.
? Jesus! Eu queria chupar estes pequenos mamilos. Não era um comentário lascivo.
Em vez disto sua voz era um murmúrio profundo de agradecimento que fez Loren sinalizar. Sua boca foi para seu seio oposto e ele arrastou beijos de luz através de seu seio para tratá-lo com a mesma atenção. Loren ergueu a mão para acariciar os músculos definidos de seus braços. Seus dedos se tornaram receptores detalhistas, transmitindo cada ondulação de carne firme ao seu cérebro.
Rourke sacudiu um mamilo novamente quando chupou a dura protuberância completamente em sua boca.
Mas o cheiro de excitação pesados cresceu entre eles fazendo-o soltá-la do peito. Os sons minúsculos de prazer vieram de sua garganta, mas não eram suficientes. Queria ouvi-la chorar, sentir seu corpo se contorcer em resposta ao seu toque.
Aquela boca quente viajou até a barriga. Loren sentiu o aperto dos músculos à medida que ele arrastava pequenos beijos sobre o seu abdome e em toda a sua barriga. Suas coxas estavam ainda espalhadas. Era uma posição vulnerável que ela mudou. Sua cabeça escura passou a olhar através de seu corpo com firme determinação.
? Deixe-me ver-te, querida.
O luar reluzido fora de seus olhos antes dele retornar ao seu beijo. Seria bastante simples para ele manter suas coxas exatamente onde ele queria. Mas isso não era o que ele queria dela. Loren forçou seu corpo para concordar quando ele acariciou suavemente seu montículo. Um tiro de fogo disparou diretamente em seu núcleo quando ela choramingou e quis mais do seu toque.
A confiança cedeu contente ao inferno fora dele. Rourke assistiu o tremor minúsculo de suas pernas quando ela lutou para relaxar. Levá-la seria muito simples, mas ele muito mais com um inferno. Mais que sexo, ele queria que ela se rendesse de todas as maneiras. O que ele procurava era confiança completa.
Sua boca estava abrasadora. Loren escutou seu próprio grito quando pertenceu a outra pessoa. Seus lábios firmados sobre seu sexo e puxando tecido delicado em sua boca. O calor fluiu diretamente em seu útero quando fluidos pareceram encharcar sua passagem como lava.
? Eu não posso tomar isto!
? Sim, você pode. Era uma ordem neste momento. Rourke apoiou seus antebraços em suas coxas, antes de gentilmente lancear as dobras de seu sexo. Sua língua sacudiu acima do broto pequeno que ele revelou antes de aplicar a sua boca a ele.
Ela resistiu em baixo dele e ele chupou mais duro. Seu pênis pulsou dolorosamente quando ele escutou a aproximação de seu clímax. Rourke forçou suas próprias necessidades de lado quando ele empurrou um único dedo em seu corpo. Ela ficou tensa e congelou na orla de um caleidoscópio de sensações antes de cair em seu clímax. As paredes de sua passagem contraídas em torno de seu dedo fazendo-o rosnar.
O prazer primitivo estava gravado em seu rosto quando ele se levantou. Loren não pôde ir além da ascensão e queda de seu peito e ela não queria. Ela ainda estava espalhado à sua frente e não havia nada, nada mais além da necessidade a dirigia.
O impulso do seu corpo era duro e rápido. As paredes da passagem rapidamente esticadas em memória de sua última posse. Ela gemeu um pouco quando o sexo enviou outro solavanco de sensações. Seu quadril recuou e enviou o seu sexo para fazer frente acariciando, um suspiro de prazer correu de volta até seu corpo e em seu centro de novo. Ela torceu em seus movimentos quando um outro clímax ameaçou quebrar em cima dela.
? Está certo. Deixe vir, querida. Venha comigo.
Sua voz era severa, mas hipnótica. Tudo ligado ao impulso poderoso de seu corpo contra o dela. Eles estavam derretendo em uma única poça de líquido. O prazer cobriu seus corpos, como prata derretida. Loren levantou os olhos enquanto suas mãos agarravam a cabeça dela. O som severo de sua respiração bate em seus lábios quando seus olhos se fixaram nos olhos dela. Foi uma concentração final de intimidade. Seu corpo se lançou e se ergueu para enviá-lo mais fundo. Seus dedos agarrados em seus braços, pois ambos caíram em um vórtice onde a única coisa sólida era o outro. Existia a punhalada funda de seu corpo antes de seu sexo empurrar e estourar dentro dela. Estava completo e cumprido quando Loren enviou seus quadris pressionando mais tentando aprofundar o contato.
Intenso. Seu irmão usou aquela palavra, mas isto superou muito mais do simplesmente intenso. Rourke virou e puxou Loren com ele. Seu corpo estava pulsando quando sua cabeça flutuou ligeiramente em uma onda atordoada de conclusão. Seu braço apertou seu corpo úmido mais perto quando ele se recusou a se separar completamente dela. Havia uma necessidade profunda dentro de si para mantê-la apertada. Ela meneou sua mente tentada recuperar sua personalidade. Rourke a segurou e alisou seu corpo contra o dele. Amanhã chegaria logo o bastante para eles retomarem sua batalha para permanecer indiferente um ao outro. Hoje à noite eles estavam presos na intimidade e era exatamente onde Loren ficaria.
? Durma, Loren. Nós podemos discutir sobre o que estamos fazendo de manhã.
Seus tornozelos estavam presos quando ela empurrou contra a força sólida dos braços que a prendiam ao seu peito. Ela não podia dormir lá. Não novamente. Loren levantou sua cabeça, mas abandonou a idéia quando a fatiga a envolveu. Talvez eles só se preocupassem com isto amanhã... o que fosse.


* * * * *

Ela iria ficar grávida.
Loren olhou fixamente para seu rosto horrorizado na manhã seguinte. Ela arrastou seu corpo para fora da cama de Rourke e dirigiu-se ao banheiro. A cafeteira ainda estava lá, no balcão do banheiro, mas com uma panela fresca no bloco de aquecimento.
Era a caixa pequena sentando no azulejo branco do balcão que a aterrorizou. A caixa de preservativos estava aberta, mas cada pequeno pacote metálico hermeticamente fechado estava nela, até o último deles.
Oh Deus!
Loren sentiu um aperto em seu estômago quando ela olhou para aquela caixa estúpida. Pelo menos Rourke havia pensado o suficiente para conseguir as coisas. Ela, por outro lado, nem considerou o controle da natalidade.
? Eu acho que este rosto me diz que você falou a verdade sobre não tomar pílula.
Ela gemeu e se virou para ver Rourke caminhando de volta para o banheiro principal. A única bolsa de viagem que chegou com ela estava pendurada em sua mão direita. Colocou a sacola sobre o balcão, antes de pegar a caixa de preservativos.
? Eu penso que estes ficarão melhor próximos à cama de agora em diante.
Loren olhou fixamente para sua bolsa quando Rourke virou e levou a caixa para seu quarto. Os pensamentos dela zumbiam por sua cabeça na velocidade da luza, mas não um lote inteiro deles fazia qualquer sentido.
Rourke voltou a vê-la de pé no centro do banheiro com a bolsa abraçada ao peito. Sua relutância em abaixar a bolsa fez seu temperamento florescer.
Até mesmo no quarto de hóspedes, ela tinha estado sobrevivendo da bolsa. A coisa estava completamente lotada, exceto quando ela ia tomar banho. Em um segundo tinha terminado, ela restabeleceu as engrenagens firmemente.
? Desfaça a bolsa e adapte-se, Loren.
Seus olhos se arregalaram quando ela apontou um furioso olhar para ele. Rourke sentiu seus dentes moerem junto quando ela apertou seus lábios em uma linha de recusa.
? Não empurre isto, mel. Eu ficarei mais que feliz para provar a você quanto irá apreciar ficar em meu quarto.
Ele enganchado suas mãos em seu cinto e olhou fixamente para ela. Loren estava presa entre o desejo de rir e a necessidade de grunhir. Todas as atitudes de Cro-Magnon!
? Só porque nós fizemos sexo não significa que eu estou me mudando para seu quarto.
Rourke assentiu com a cabeça suavemente. Ele moveu em direção a ela com pés silenciosos. Sua atitude esfregou o orgulho que era indispensável para provar o problema para ela. Os espelhos do banheiro refletiam sua expressão severa quando ele se aproximou dela.
A bolsa voou sobre o balcão. Loren engasgou com o poder exercido por seu braço. Ele a embrulhou em uma alça irrompível e com sua mão capturou sua cabeça e virou seu rosto em direção ao seu.
Loren sentiu seus joelhos ficarem fracos quando olhou fixamente em seus olhos. Eles ardiam com uma ira primitiva. Ela jogou a luva e ele aceitou o desafio. Rourke Campbell tinha completa intenção de provar a questão.
Sua boca colidiu com a dela um segundo mais tarde. Ele atravessou os lábios e penetrou profundamente sua boca com a língua. Mas não era brutal. Ao invés a ponta aveludada sua língua alisou o comprimento da sua fazendo sensações estourarem dentro dela. Ele explorou a boca em um movimento fundo que enviou um calor que despeja correu em direção a sua barriga. Loren agarrou seus ombros quando ele alisou acima da superfície delicada de seus lábios.
Seu equipamento endureceu contra sua barriga, fazendo-a tremer. O braço atrás dela a puxou para seu comprimento, certificando-se que sentia o aumento de suas intenções. Sua pele recém lavada tornou-se ultra-sensível para cada e todo toque.
Rourke alisou suas costas quando ele pegou o perfume de seu corpo. O cheiro doce de sua passagem aquecida e umedecida para ele. Ele a ergueu e a fez se sentar no balcão como enquanto usava seu corpo para espalhar suas coxas e admitir seu quadril entre elas. Em um modo básico e primitivo ele a faz se submeter. Forçá-la a enfrentar sua necessidade mútua. Ele queria escutar sua choradeira de prazer.
? Oh Deus... Rourke... Não. Sua garganta contraiu sobre o resto de suas palavras. Ela não podia pensar além do grito da carne entre suas pernas. Rourke se deixou cair sobre o joelho e capturou a pequena protuberância de nervos em sua boca. Sua língua sacudiu acima disto com pressão firme, fazendo seu corpo empurrar.
Sua passagem apertou em necessidade quando um gemido minúsculo escapou de seus lábios. Ele lambeu seu broto antes de ir a todo o comprimento do seu sexo. Ele parou na entrada para seu corpo e suavemente sondou a abertura. As paredes de sua passagem se contraíram dolorosamente quando impulsionou seu quadril em direção a sua boca, ansiando por um toque mais firme, uma punhalada mais funda.
Rourke lhe negou isto. Ao invés ele lambeu e chupou ao longo das dobras de seu sexo nunca ficando em um lugar muito tempo. Loren simplesmente tentou resistir a ondas de necessidade e prazer que vieram muito juntos para ela se separar. Ela contorceu-se à beira do clímax e Rourke segurou lá seu controle de ferro.
Rourke escutou seu gemido e maldição. Seu corpo era furioso com a necessidade. Ele queria montá-la, fazê-la implorar, mas mais do que qualquer outra coisa ele precisava que ela se rendesse. Ele não a deixaria guiar sua relação na categoria de sexo casual.
Ele empurrou para seus pés em um movimento fluido que fez Loren clamar. Ela precisava chegar, estava desesperada para libertar as demandas agudas do corpo. Seus quadris apertaram em direção à protuberância dura de seu sexo e ela gemeu novamente quando o embalou entre suas coxas. O severo tecido da calça dele não rendeu ao toque quente da pele nua que ela almejava.
? Você me quer, Loren?
Seu rosto era inumano. Suas ações feriram seu orgulho. Loren respirou fundo quando seus quadris trançaram novamente e a necessidade arranhava.
? Sim, Deus sim!
? Então tome o que você quer.
Ele andou de volta, deixando a aérea de seu sexo exposta ao ar fresco. Loren seguiu-o.
Ela saltou fora do balcão e pegou a braguilha. Ele gemeu com funda aprovação quando ela desabotoou sua calça. O comprimento espesso de seu pênis caiu pela abertura e ela gentilmente agarrou. Sua passagem enviou outra onda de umidade em resposta ao odor pesado de seu sexo. A barra pulsava em sua mão enquanto ela examinava o ardente olhar de seu companheiro.
? Vire-se.
A complacência parecia ser o preço para sua determinação de deixar o quarto principal. Loren girou quando o braço dele saltou através de seu meio. Ele se debruçou adiante até que seus seios pendurados livres e seu quadril aconchegado contra sua parte inferior.
? Agora espalhe seus pés separadamente e erga sua parte inferior para mim.
Seu temperamento atravessou a necessidade furiosa quando ela considerou o abandono da posição. Rourke assistiu seu rosto no espelho.
? Faça isto, Loren. Eu quero que você assista eu tomar você.
A idéia roubou sua respiração. Loren olhou para o espelho de comprimento total e espalhou seus pés.
Ela estava completamente desnuda. A ponta de seu pênis apareceu entre suas pernas. A cabeça rubi se moveu ao longo das dobras de seu sexo fazendo sua passagem gritar para ser preenchida. Ela empurrou sua parte inferior para cima e o sentiu movimentar em seu corpo.
Rourke não fez bateu nela. Ele queria estirar centímetro por centímetro enquanto ele assistia seu rosto. O corpo dela apertou o seu, fazendo o suor cobrir sua testa, mas ele estava fascinado pelo seu reflexo. Empurrando para casa, ele ouviu seu suspiro antes que ele definir um mesmo ritmo para sua união.
Loren ainda esperou na extremidade de clímax. A punhalada dura de seu corpo satisfez as necessidades de sua passagem, mas por detrás o pequeno broto de seu sexo não recebeu suficiente atenção para deixar cair em liberação. Loren levantou sua parte inferior mais alta enquanto tentava tomar sua barra fundo o suficiente para satisfazer sua necessidade.
Ele suavemente curvou suas costas em sua posição original. Seus peitos nus saltados com cada punhalada como ele suavemente os tomou em concha. Sua mão viajou abaixo por sua barriga em direção ao broto quando seu corpo começou a empurrar mais duro nela por detrás.
? Eu vou fazer você vir agora, Loren. Um único dedo achou seu broto e avançou isto. Seus quadris empurram adiante quando ele esfregou e apertou novamente. Loren ficou congelado em lugar quando sentiu a punhalada e assistiu seu dedo esfregar seu sexo no espelho.
Sua respiração era uma lima severa quando ele empurrou e esfregou novamente. Desta vez, ela fragmentou-se em pedaços quando o seu corpo caiu em êxtase.
Rourke a ergueu imediatamente de seus pés e inclinou-a completamente para frente no momento em que ele enterrou seu eixo em seu corpo. As paredes de sua passagem apertaram agarrou-o enquanto ele empurrou com a liberação. Seu corpo ordenhou seu pênis enquanto ele a segurou acima de seu braço para receber sua semente.
Loren ofegou quando seu corpo caiu. Rourke sentiu suas emoções rolarem enquanto a colocava em seus pés. Ele pegou sua cabeça e levantou seus olhos ofuscados em direção aos seus. Ele suavemente beijou sua boca antes de erguer seu rosto do dela.
? Desempacote a bolsa, Loren.


CAPÍTULO DEZ


? Vamos, Toby. Acorde!
Loren sabia como mover um corpo inconsciente quando precisava, mas o corpo magro de seu filho não era fácil de levantar. Mas ela tinha que acordá-lo. Toby iria até a exaustão e dormiria por dias. Dr. Jasper tinha advertiu a ambos que Toby precisava aprender a administrar seu poder mental. Dormir por dois dias diretos não servia para o corpo.
? Tobias Loren! Em pé!
Loren saltou quando Rourke usou sua voz como um chicote. Ele permaneceu na entrada com suas mãos em seus quadris, ele olhava seu filho.
? O quê? Toby levantou suas pálpebras em resposta, fazendo Loren bufar.
? Levante desta escrivaninha e de pé, senhor!
A voz do Rourke era aço sólido. Toby rolou e tropeçou quando tentou levantar-se. Loren o assistiu com um olhar crítico. Mas ela deixa seus olhos vagarem acima do homem de pé na entrada. Rourke Campbell estava assistindo seu filho com aqueles afiados olhos também. Ele pisou mais no quarto quando ele percebeu o quão instável estava Toby.
? Tobias Loren, endireite suas costas.
? Uh... Certo.
? Com licença?
? Eu quero dizer, sim senhor.
Rourke suavizou sua voz quando ele se aproximou para examinar os olhos de Toby. Ele grunhiu como a mocidade conseguia para trazer seus olhos em foco.
? Arranje um chuveiro, rapaz.
Toby assentiu com a cabeça e olhou para a porta do banheiro enquanto a sua mente tentava escapar de seu sono profundo. Loren agitou sua cabeça em maravilha. Rourke estava assistindo seu filho tropeçar no banheiro com preocupação verdadeira. Ela sempre foi uma mãe sozinha.
Testemunhar Rourke dar um passo no lugar sem ser perguntado a atingiu profundamente. Este era um homem com uma ligação de valor a sua vida. O tipo de homem que uma garota poderia sonhar dizer que ela estava grávida, em vez de temer o que aconteceria quando ela foi pega pela necessidade da natureza para procriar.
Rourke era o tipo de homem que as meninas sonham mais nunca encontram. Uma dor centrada direitamente sobre o coração, quando ela o viu entrar no dever do pai de Toby, embora não fosse seu filho.
Loren girou abruptamente afastando-se dos olhos afiados de Rourke que estavam nela. Ela estava babando em cima dele. Patético como era, era verdade. Ela agarrou os lençóis da cama e começou puxá-los gratuitamente.
? Deixe eles para Toby lidar.
Sua voz tinha perdido sua borda de comando, mas ainda era temperado com um bilhete que dizia Rourke deverá ser obedecido.
? É uma coisa de mãe. Nós fazemos isso todo o tempo.
? Não hoje. ? Rourke pegou sua mão e puxou para longe da cama. Ele levantou uma sobrancelha quando uma respiração rota escapou de seus pulmões. A cena no banheiro estava ainda muito fresca em sua memória.
? É hora de cortar o cordão umbilical. A rotina o ajudará a administrar o cérebro dele. Confie em mim, Loren. Eu sei como lidar com um cérebro que quer anular o corpo.
A palavra ? psíquico ? se moveu através de sua memória novamente. Loren agitou sua cabeça no momento em que Rourke fixou seus olhos nela. O homem era completamente confiante em seus métodos.
? Bem, eu acho que talvez você esteja certo.
? Eu estou. Toby está reagindo com instinto puro para suas habilidades. Ele precisa aprender a controlar.
Loren lutou com seu orgulho. Rourke não estava sugerindo qualquer coisa, ele estava dizendo a ela. Ele tinha intenção de andar direto no papel de instrutor e ele queria que ela andasse do lado.
? Não é seu trabalho.
? Errado. ? Seu rosto congelou em pedra sólida. ? Entenda algo, Loren, se você estiver levando minha criança, você fará melhor contando comigo como sendo parte de sua família.
Seu braço serpenteou ao redor sua cintura e a puxou contra sua armação sólida. Sua boca colidiu sobre ela em um beijo duro que a fez gemer. Rourke empurra sua língua na boca dela e corajosamente localizou cada centímetro. Saboreando e alisando até que ela beijou-o. Abruptamente ele a soltou. Ele ajustou suas calças em um movimento descarado fazendo seu rosto se inundar de cor.
? Eu tenho algum trabalho para fazer agora mesmo, mel. Nós teremos que terminar isto hoje à noite.


* * * * *


Rourke foi embora com passos firmes. Loren ficou caída contra o corredor. Seus lábios enrolados atrás em um sorriso maroto quando ele sentiu a punhalada de seu corpo contra sua centro. Maldição, ele apreciava o modo que seu pequeno corpo ficava contra o dele.
O primitivo desejo para derramar sua semente dentro o fez dobrar seu passo. Ele não estava só apertado. Ele estava quente por ela. O cheiro, o gosto, o modo que ela movia sua parte inferior quando ele a pegava.
Ele queria atirar aquela caixa de preservativos no rosto do seu irmão e esquecer tudo sobre controle da natalidade. A idéia de ligar Loren à sua vida tentava cada instinto sábio que ele tinha.
Mas primeiro ele tinha que descobrir quem matou seu marido. A ameaça de ter que levar Loren por suspeita de assassinato abria um buraco em seu intestino. A sugestão de Jared estava soando cada vez melhor para Rourke, tocar Loren e sentir seu corpo tremer em seus braços.


* * * * *

Os homens eram porcos.
Loren esmurrou outra oração em seu teclado e franziu a testa quando leu a tela. Ela estava digitando de modo tão lamacento que havia significados extras em quase toda palavra.
Ela silvou debaixo de sua respiração. Isto era tão estúpido. A tensão devia estar chegando. Loren consideradas as probabilidades de transformar o sexo, quando a morte era iminente para você. Havia especialistas que concordariam que ela estava sofrendo com isso. Mas isso não era verdade e ela sabia disso.
Um pequeno fato não se ajustou aquela cena. Rourke capturou seu corpo naquela praia. Ela respondeu completamente para um estranho. Bem, para Rourke. Mas Rourke não era um homem normal. Ela sorriu quando o considerou. Ele se moveu por sua alma e ela gostou disto. Loren agitou sua cabeça, mas ainda riu um pouco dela mesma.
Ela estimou sua independência. Ainda, existia algo tão erótico sobre o modo que Rourke tocou em seus pensamentos. Seus mamilos realmente enfeitados em contas, a fazendo empurrar seus lábios em um beicinho. Só pensar sobre o homem fazia seu corpo responder. O que exatamente psíquico significava de qualquer maneira?
Toby sabia.
Loren lançou um olhar para o computador do seu filho e mordeu seu lábio. Era tão tentador, ela não bisbilhotaria por informações pessoais do Rourke. Ela estava só tinha que reunir coragem para perguntar a ele ou viver sem as respostas.
Que deixou de considerar ou não que ela realmente queria saber. Seria certamente mais fácil de ir embora, se ela se recusasse a aprender mais sobre o homem. Até agora, tudo sobre ele fez com que se interessasse em agarrar o seu tempo juntos.
Até a cena no banheiro a desenhou para Rourke. Não devia ter. A sua mulher moderna rebelou-se, mas isso não mudou o que ela sentia. Chris teria batido em face pela sua recusa infantil de desempacotar.
olhou direto nos olhos dela antes de dobrar a sua vontade. Loren não estava certa por que ela apreciou a dominação do encontro, mas ela tinha. A excitou ele tê-la capturado daquela maneira.
Ela tinha estado tão impotente em seu abraço. De alguma maneira, Loren suspeitou que tivesse sido sua intenção. Ela desnuda, ele vestido. A idéia de que ele poderia ter gozado sem conceder-lhe a mesma versão. Mas o fato era que ele despertou-a primeiro de forma que ela estava disposta a erguer sua parte inferior para ele ou ela não ganharia essa versão final. Ela tinha estado tão desperta que qualquer contato tinha sido desejado.
Loren suspirou quando seu corpo suavemente começou a pulsar com suas memórias. O nível de intensidade confundiu-a. Era sexo, ainda que três pequenas palavras não parecessem ser grandes o suficiente para manter a profundidade de seu relacionamento com Rourke.
De alguma maneira, ela tinha que achar a força de vontade para parar. Isto parecia estar crescendo tão fundo que ela iria se afogar nisto.


* * * * *


A bolsa de Loren não estava no banheiro. Rourke olhou para os azulejos reluzentes, em busca de qualquer indício de que ela os tinha usado. Ele se debruçou no armário, mas a bolsa não estava à vista. Ao invés ela limpou toda e qualquer impressão digital.
Abrindo sua mente que ele procurou por ela. Ele podia senti-la muito intensamente, o vínculo rendeu o local imediatamente. Rourke sentiu seus dentes moerem junto à medida que ele considerou suas ações. Ela voltou para o quarto de hóspedes.
Tocando sua mente lançou uma onda de conscientização por todo o corpo. Calor percorreu seu corpo enquanto ele sentia a pele apertar com excitação. A tentação para simplesmente caminhar pelo corredor abaixo e juntar-se ela estava dizendo a ele para lançar os lençóis de lado.
Mas isso não era o que ele estava procurado. Rourke queria quebrar a barricada que ela estava tentando construir. Lançando o chuveiro, ele manteve sua mente ligada a ele tirando sua roupa fora.
Seu equipamento endureceu e chamou a atenção quando ele considerou o quanto apreciava assistir seu corpo enquanto ele a levava. Correndo uma mão segura sobre sua ereção, ele sorriu quando sondou Loren empurrando-a de sua soneca.


* * * * *

Loren sentou-se repentinamente em sua cama. Ela não sabia por quê. Sua respiração era irregular quando ela tentou deixar o sonho para trás. Em vez de dissipar, as imagens de Rourke seguiram. Calor cobrindo seu corpo enquanto sentia o gozo completo de sua mente.
Prazer cravado em seu cérebro fazendo-a apertar a barriga com a necessidade. Seus mamilos protestaram contra o top que ela vestiu para a cama. Pequenos pontos apunhalados pela camiseta suave no momento em que Loren ofegou quando outra onda de calor derreteu em sua mente. Era surpreendente sua intensidade. Seu corpo respondeu como se Rourke estivesse lá com ela. Ao invés ela sentiu a contração de seus quadris com o tiro de prazer em seu cérebro.
Era o prazer do sexo masculino. Loren sentiu a mordida de sua estimulação quando seu sexo pulsou e exigiu atenção. Ela estremeceu quando sentiu aquela ira de necessidade e queimou junto de sua ereção até que estourou.
Um som severo veio dela quando ela caiu na cama. Ela se torceu em frustração quando a satisfação pesada movida em seus pensamentos a partir dele. Loren chutou a coberta quando seu corpo gritou para ela responder a sua convocação.
Oh, era uma convocação. Psíquico... Bem, o mistério estava verdadeiramente concluído agora. A mente do homem era mortal em sua precisão.
Bem, ela não iria ser atraída para sua cama. Loren chutou a coberta novamente quando sua pele reclamou sobre o algodão áspero dos lençóis. Ela odiou sua roupa, mas forçou-se a rolar acima e ignorar o pulsar de necessidade que estava em seu sangue.
Porco psíquico!


* * * * *

Rourke se debruçou contra a parede do chuveiro e rosnou. Seu pênis pulsou muito mais duro.
O físico lance que ele forçou com sua mão não era o que ele procurava. A fome comeu em sua mente tentando reduzi-lo para um nível primitivo. Transformá-lo em um animal que não se importaria se ele arrastasse sua fêmea para seus braços. Da mesma maneira que longo que ele podia enterrar seu rosto em sua pele e empurrou seu corpo no dela.
Pegando uma toalha da prateleira, ele correu por cima de seu corpo. Seus dentes estavam apertados quando ele pisou em um novo conjunto de uniformes. O sono não era uma opção. Rourke considerou a noite e então deixou a casa com passos silenciosos. Ele precisava rodar, manter seu corpo em movimento até que seu raciocínio anulasse a inundação de necessidade que encharcava sua mente.
A pulsação de seu sexo disse a ele que poderia tomar na noite toda.



CAPÍTULO ONZE

A manhã demorou a chegar. Loren se viu esperando por isto, para a desculpa para sair de sua cama. O sono foi cheio com imagens de Rourke, e só mantendo seus olhos abertos conseguiu banir a imagem cristalina do homem. Nada impediu seu corpo de pulsar e sentir saudade.
O segundo o horizonte virou rosa, Loren satisfeita deixou sua cama. O horário de verão era crítico. Se alguém foi infectado, a doença deve se manifestar hoje.
Os rangers companheiros de Chris podiam não gostar dela, mas hoje eles lidariam com ela. Loren não estava pensando em se esconder na casa quando sua sobrevivência estava em jogo. Ela tinha que saber e os homens patrulhando o complexo só teriam que lidar com ela.
Rourke Campbell podia ter suas ordens e enchê-los.
A manhã estava fresca. Loren virou a cabeça para trás para olhar a floresta. Todas as árvores em Los Angeles eram mantidas boas e aparadas. A natureza não tinha permissão para crescer livremente. Ao invés era cercada por concreto e edifícios.
Era realmente bastante surpreendente testemunhar o modo que as árvores assumiram o comando da paisagem. As árvores tinham sido retiradas do complexo para permitir os helicópteros, mas elas cresceram densamente em torno da área, silenciosamente, prometendo tomar as terras de volta, se o homem fosse negligente em seu empenho para manter o solo.
A marca queimada na zona de aterragem ainda estava negra. Os restos do helicóptero foram embora, mas a sujeira ainda estava escura e descorada do fogo. Era humilhante ver isto. A vida podia se prolongar por um tempo infinito se você estivesse cansado disto. Tão rapidamente, podia se tornar o mais passageiro dos momentos quando você estava assistindo os grãos de areia deslizar pelo centro da ampulheta.
Esta era a razão de Rourke afetá-la tão completamente? Loren desejou saber.
Talvez ela estivesse sendo uma boba obstinada para dormir em uma cama só quando ele iria descaradamente acenando ela para se juntar a ele. Quando ela olhou para a Terra enegrecida novamente, Loren sentiu sua razão desintegrando. Em uma semana, ela estaria morta ou a caminho de casa. Era duro reconhecer que a morte de Cal deu a eles uma semana extra juntos. O homem podia ter contaminado alguém só uma hora antes de sua morte.
? Loren.
Ela não saltou. Ao invés Loren posicionou seus ombros antes de girar e enfrentar Rourke. Os pensamentos dela tinham estado tão cheios do homem pareceu certo para ele escolher aquele momento para confrontar sua fuga de sua casa.
A fadiga cobria seu rosto dizendo a ela que não era a única vítima de seu orgulho teimoso.
Loren ergueu seu queixo quando ele enganchou suas mãos em seu cinto.
? Eu disse que você ficasse na casa.
Erguendo seu ombro, com muita precisão Loren olhou para a manga de sua camisa.
? Hmm... Eu não vejo quaisquer faixas. Acho que significa que eu não sou sua serva.
Ele resmungou e Loren sorriu diante do seu temperamento masculino. Ela foi empurrando a sua sorte. Rourke Campbell era cada centímetro o chefe esta manhã. O uniforme de serviço verde e marrom estava côncavo em seu corpo e pareceu fazê-lo parecer muito maior.
Poder radiava dele.
? Eu não vou ser sua prisioneira, Campbell.
? A última vez que você veio aqui, alguém morreu.
? Eu não o matei.
? Isso seria bom saber... ? Loren saltou ao redor quando outra voz velejou para fora da luz da manhã. Outro homem enorme andou firmemente em direção a ela enquanto seus olhos a inspecionavam. Os olhos eram verdes esmeralda, mas diferentes de Rourke. Eles eram uma máscara mais profunda, de cor marrom, porém, ainda tão difícil de ignorar. Eles cortam direito para a cabeça. ? ... Com certeza.
Ele parou na frente dela quando Loren forçou suas costas a ficarem eretas. O homem tinha de estar relacionado com Rourke, ela podia sentir ele alcançando em seus pensamentos com aqueles olhos escuros de verde da floresta.
? Eu sou Clay, irmão mais novo do Rourke.
? Claro que você é.
Ele enrolou seus lábios atrás para mostrar seus dentes e ofereceu a ela sua mão. Loren olhou para ele como se fosse uma cascavel. Jared Campbell não se ofereceu para tocar-lhe e ao fato de que seu irmão sim, era completamente ameaçador.
? Você não vê a semelhança de família?
? Na verdade, foi a pequena palavra que eu não estava comprando. Você pode ser jovem, mas é pouco e nem sequer estão no mesmo patamar. A não ser que esteja compartilhando algumas informações pessoais comigo.
Clay deixou cair a mão, como um pequeno sorriso em seu rosto. A expressão foi longe de ser agradável. Em vez disso, enviou um frio abaixo de sua espinha. Este homem era implacável.
? Bem, eu não preciso de sua ajuda, pequeno irmão.
Rourke adiantou-se para enfrentar seu irmão. Ambos os homens ergueram suas cabeças quando
Jared saiu da floresta. Seu rosto foi definido em linhas duras como ele se juntou a Clay em sua posição contra Rourke.
? É hora de resolver isto.
? Eu serei o juiz disto.
A expressão dura no rosto de Rourke despertou seu temperamento. O homem foi rasgado. Metade dele queria que um desses homens sondasse em sua mente. A atitude de Rourke bateu nela com a força da traição.
? É bem para mim.
Todos os três homens voltaram o olhar surpreso para ela. Loren só tinha olhos para Rourke.
? Mas você vai fazê-lo, Rourke. Minha mente não está aberta para os visitantes.
O alívio cruzou seu rosto, fazendo seu temperamento inflamar. Loren soltou sua voz antes que suas emoções fossem derramadas em suas palavras.
? Você sabe, eu não entendo exatamente o tipo de psíquico você é, mas uma coisa eu sei com certeza. Se a minha palavra não é boa o suficiente para você, então não se incomode me oferecendo seu. A confiança é um primo da fé. ? Loren balançou em seu calcanhar, mas voltou ao redor. ? Família agradável.


* * * * *


? Você se transformou em uma mulher dura, Lavender. ? Sean Loren clicou sua língua antes dele erguer sua boca em um sorriso para sua filha. ? Às vezes um homem precisa ser objetivo. Mesmo com sua namorada.
Loren não tinha certeza se era a palavra "objetivo" ou namorada que não gostava mais. Mas ela manteve a boca fechada, porque este ainda era seu pai.
? Eu cresci forte, Papai. Talvez isso signifique que eu tenho que ser dura às vezes também.
Seu papai grunhiu e movimentou sua cabeça.
? Você tem um ponto.
Loren considerou a fonte de seu dilema. Rourke estava ainda de pé no meio do complexo com seus irmãos. Suas palavras movidas em cima, mas eram muito baixas para entender. Loren escorou seus pés contra a grade de varanda e muito justamente olhou fixamente para eles. Jared simplesmente levantou uma sobrancelha para ela. Clay a fitou. Ela não se importou. Loren se obrigou a lançar seus olhares de volta para eles. Se Rourke queria atirar-se com seus irmãos e usar suas habilidades psíquicas para ela, ele sabia onde encontrá-la.
? Esse é um bom moço que arranjou.
? Ele não é meu, Papai!
Sean Loren sorriu um sorriso torto no seu temperamento. Ele piscou para ela antes de agitar um único dedo para ela.
? Você cresceu fora de sua infância muito bem, Lavander. Não vá ser estúpida agora. Um pouco menos orgulho de você e aquele homem estaria embrulhado ao redor de seu dedo.
Ela cortaria seu dedo fora primeiro! Loren fitou em seu pai, mas ele sorriu aquele sorriso doce paternal para ela. Seus dentes juntos quando Loren sentiu seu temperamento puxar contra a amarra que a ligava a ele.
As emanações de testosterona estavam indo matá-la com certeza!
Jogando os braços para o ar, Loren voltou para a casa. Rourke e sua família feliz de predadores poderiam vir encontrá-la. Lançando seu laptop aberto, ela conectou ao programa de educação de município on line. Pelo menos seu distintivo
Pelo menos requisitos seu crachá não esbanja uma grande agressividade. Manter o distintivo de paramédico ativo tomava centenas de horas contínuas de Educação. No momento presente, Loren estava agradecida ao município que mudou para treinamento computadorizado para muitas dessas classes. Entre os fatos médicos e estudos de caso, ela poderia ignorar seu apelo sexy de seu anfitrião.
Pelo menos temporariamente, de qualquer maneira.

* * * * *



? Não me faça passar por mentiroso, senhor.
Rourke congelou quando a voz movida de Sean Loren veio de um canto. O homem mais velho intensificado pela varanda e deu-lhe um olhar pesado. O fato que o homem aposentado ainda o tratou como senhor disse que o pai de Loren o respeitava.
? Você tem um problema comigo?
? Não. Como eu disse, eu estou esperando que você não me faça passar por mentiroso.
Rourke considerou o homem mais velho e o brilho de aprovação que estava em seus olhos. Rourke não precisava da bênção do homem, mas mesmo assim bateu-lhe no estômago que foi uma beleza.
A família era a única coisa na vida que um homem tinha verdadeiramente de seguro. Bem, talvez o amor também.
Estendendo a mão, ele sorriu quando Sean tomou.
? Eu vou tentar não te decepcionar.
As palavras ecoaram dentro de seu crânio quando Rourke considerou o silêncio de sua casa.
Ele não tinha nenhuma pista do que fazer agora. Seu nariz se contraiu com um aroma que flutuava no ar. Rourke cheirou novamente e escutado seu estômago roncar.
A cozinha era iluminada e cheirava gosto de céu. Rourke perscrutou ao redor um canto da mesma maneira que Loren soltou um riso prateado. Toby estava equilibrando uma tigela em sua cabeça jovem desengonçadamente em direção à mesa de jantar. Ele agarrou a tigela de sua cabeça quando chegou ele e curvou-se profundamente.
? Obrigado. Obrigado. Eu tenho equilibrado tigelas desde que eu tinha três anos.
? Que você tem! Loren deu outro olhar para o jantar e sorriu quando pegou o sentimento um pouco familiar de Rourke que se moveu através de sua mente. Ela girou o achou equilibrado na porta com um sorriso bastante tolo em seu rosto.
? Eh, ligado no jantar.
Rourke levantou uma sobrancelha e Loren simplesmente sorriu. Ela estava muito feliz para se preocupar sobre qualquer coisa hoje à noite. O sol se pôs e ninguém mais morreu. Estava na hora de contar com algumas benções.
? Espero que você goste de comida italiana.
Loren girou e curvou para abrir a porta do forno. Um aroma rico se moveu para fora em uma onda de calor. Bateu-lhe praça no tórax.
Existiam quatro lugares postos na mesa da cozinha. A emoção ameaçou afogá-lo.
Sua cozinha nunca tinha sido anfitrião para uma ceia de família. Rourke se debruçou contra a porta quase com medo de se mover e deteriorar a imagem. Ele não queria que se dissipasse, caso fizesse uma jogada errada.
? Você vai lavar-se? Toby perscrutou em torno da porta de geladeira à medida que ele alcançou algo dentro. Loren dobrou dois panos de prato improvisando um pegador de panela antes de voltar para trás no forno.
O convite para se juntar a eles foi demais. Rourke entrou na cozinha e sentiu a rachadura em seu rosto de um ridículo sorriso. Ele abriu a torneira enquanto Loren e Toby terminavam de pôr a mesa. Sean entrou e começou a passar a tigela de salada em volta da mesa. Sua mesa.
Mas no momento era a mesa deles.


* * * * *

? Vamos lá, Campbell, estabelecer em baixo.
O rosto do Loren era uma máscara de ferro. Ela estava até conseguindo erguer uma parede bastante crua para manter sua mente escondida. Nada que ele não pudesse atravessar, mas manteve suas emoções sangrando fora.
? Eu não tinha nenhuma idéia que o cartão especializado era um requisito para bombeiros.
Loren riu. As regras de posto de bombeiros diziam que no pôquer o perdedor lavava a louça. Ela fez um montão de pratos sujos também. Os lábios firmes de Rourke se contraíram um pouco quando ela olhou-o sobre as suas cartas.
O calor fluiu através de suas bochechas como ela considerou a boca dele. O homem pode beijar. Suas bochechas picadas, fazendo-a morder seu lábio. Ela tinha sido capaz de manter o jantar em um nível puramente divertido. Mas com seu apetite para comida satisfeito, seu corpo estava completamente disposto a lembrá-la da substância que ela se negou a noite anterior.
Os olhos verdes de Rourke ficaram afiados quando ela o sentiu escovar ligeiramente por sua mente. O limite de fome que os pensamentos dele deixaram para trás fez os mamilos dela apertarem. Seu olhar agudo se deteve sobre os indicadores de sua camisa levantados antes de deixar um sorriso maroto levantar os lábios.
? Chamada. Sua mão golpeou a mão de cartas sobre a mesa em um movimento acentuado.
Loren gemeu como ela leu as cartas. Os pratos sujos estavam chamando seu nome.
Ela deixa suas cartas se juntarem as dele quando ela suspirou e empurrou sua cadeira para trás. Toby riu contente enquanto continuou a comer. Os olhos de Rourke se tornaram navalhas afiadas quando ele lançou um olhar de lado para seu filho.
Ele moveu com graça fluida. Loren não ouviu seus pés baterem o chão, mas o homem estava fora de sua cadeira e a meio caminho através da mesa antes dela até piscar. Ele capturou seu queixo em um aperto firme antes daqueles lábios tomarem sua boca com um beijo firme.
Loren ofegou e ele empurrou profundamente em sua boca para um momento de funda penetração. Sua língua alisou a sua em um movimento longo antes dele quebrar o contato e levantar-se.
? O jantar estava delicioso. Eu tenho que ver alguns detalhes antes de nos deitarmos.
A promessa pura estava escrita em seu rosto. Ele girou para enfrentar Toby. Loren sentiu seu rosto explodir de calor. Ele beijou-a na mesa bem na frente do filho e do pai. Levou selvageria a níveis novos.
? Tobias, eu quero que você tome banho e desligue tudo antes de eu voltar. Você manterá o mesmo horário que o resto de nós de agora em diante.
? Eu não estou cansado.
? Seu corpo está e é hora de aprender a transformar sua mente. Rourke parou na porta e fixou em Toby um olhar duro. Seu filho soltou seu garfo antes de tragar. Rourke levantou uma sobrancelha para a juventude.
? Sim... Senhor?
? Isto é correto.
Loren empurrou sua cadeira para trás em afronta. Toby bateu em cima da mesa.
? O jantar foi ótimo, mamãe! Eu preciso desligar o meu sistema e tomar banho. Amo-te!
O prato do seu filho bateu o contador da cozinha um segundo antes dele passar sem tocar a porta.
Loren assobiou. Seu pai seguiu Rourke, deixando-a com seu temperamento. Ela realmente pisou o pé e ganiu quando seu calcanhar nu bateu no azulejo muito duro.
Porco... Porco... Porco!
Não era justo. A mãe Natureza era uma cadela!
Loren abriu a torneira e começou a esfregar os pratos com toda força de sua frustração. Por que o homem tinha que estar certo com tanta freqüência? Devia ter uma lei contra isto. Pelo menos ela devia ser capaz de parar de corar como uma rainha do baile de formatura.
Mas não! Seu corpo respondia para Rourke até quando ele não estava tentando seduzi-la. Ela apenas tinha que olhar para ele. Ia além do rosto ou a cor do cabelo. Atração em todos os seus movimentos.
A cozinha estava brilhando no momento em que Loren finalmente ficou sem razões para ficar longe da idéia de ir para a cama. Seu estômago estava trançado em um laço no momento em que ela tentou decidir exatamente qual era o seu problema.
Bem, Rourke não retornou e isso era sua preocupação principal. Às vezes manter aquele homem a vista era bastante confortante. Por outro lado, o homem tornou-se ousado ao extremo. Se ele estivesse em pé na frente dela, ela só poderia encontrar-se em sua cama antes de até mesmo perceber.
Oh, inferno!
Loren lançou o pano de prato em cima da lavadora de roupa e dirigiu se ao chuveiro. Ela sentiu sua raiva chiar quando ela viu por um momento Toby já em sua cama.
Empurrando a porta do quarto de lado, Loren entrou. Respirou fundo até atingir seus ouvidos fazendo-a sacudir a cabeça. O filho dela estava apagado como uma luz. Estava espantada. Rourke sabia exatamente sobre o que estava falando.
Bem, talvez ele devesse. Quem melhor para lidar com um gênio que um psíquico?
Loren parou abruptamente quando ela fez isto em seu banheiro. Ela virou-se sobre o seu calcanhar e olhou para o quarto. Presa em seus pensamentos ela caminhou por ele e não percebeu.
O quarto estava vazio. Nem um pedaço único de mobília remanescente. Seu queixo realmente caiu. Loren agitou sua cabeça, mas nada mudou. Um som estranho se moveu pelo corredor.
Caminhada atrás em direção à entrada, Loren escutou a casa. Estava surpreendentemente tranqüilo aqui. Ela estava acostumada a cidade. Os sentidos se tornaram finamente afinados quando todo o barulho de fundo foi removido. O chuveiro estava correndo no quarto principal.
Loren corou novamente.
Ela gemeu quando o calor correu através de seu rosto. Mas ela simplesmente não podia evitar o sorriso que chegou a seus lábios em seguida. Rourke Campbell poderia ser um porco aborrecedor, mas sua persistência era certamente um caminho para a felicidade. Nenhum homem já se importou suficiente para preparar uma armadilha para ela.
Examinando seu ombro, Loren olhou para o quarto vazio.
? Você vai tomar um banho frio se você não descer para meu quarto logo.
Sua voz era um sussurro suave. Loren sentiu seu estômago soltar um centímetro cheio quando ela olhou para o homem que se debruçou contra o corredor. Rourke estava na direção oposta de seu quarto. Um calafrio realmente viajou abaixo por suas costas no momento em que ela examinou seus olhos.
Ele a estava seguindo agora. A água brilhava por sua pele Loren deixar os olhos rastrear cada cume do músculo tenso em seu peito. Ele tinha um par de calças verdes e marrons fadigas. Era isso. Seu estômago torcido mais uma vez reunido na forma de calor na barriga.
Seu corpo parecia irradiar a agressão à noite. Era como se tivesse derramado sua imagem civilizada e agora enfrentava o núcleo do predador. Havia um efeito primitivo reluzindo em seus olhos.
Seus olhos afundaram nos dela quando aquele calafrio percorreu cada centímetro de sua pele.
Razões fugidas de seus pensamentos. Agora mesmo Loren simplesmente procurava. Ela queria a força sólida daquele tórax nu apertado contra ela. A fome estourou dentro dela fazendo sua freqüência cardíaca dobrar, sua roupa sufocava.
Rourke sentiu seu corpo responder ao dela nos mais primitivo nível. A sensação foi intensa pela forma como ele considerou Loren. Ele pegou o rubor em seu rosto e seus lábios de volta enrolados em um sorriso.
Ela andou para trás em resposta. Rourke lentamente agitou sua cabeça. A necessidade era dolorosa hoje à noite. A hesitação da parte dela fez a besta dentro dele ficar com raiva. Rourke se afastou da parede e fechou a distância. Ela ergueu um pé, mas colocou-o firmemente sob o dele um segundo mais tarde. Rourke sentiu o alargamento das narinas. Sua coragem a fez ainda mais atraente.
Loren não entendia suas emoções. Medo cravado em seu coração. Ela ofegou e forçou seus pés a permanecerem no lugar. Ela estava sendo subjugada. Mas ela não era uma covarde.
As mãos mornas em forma de concha em sua mandíbula com o odor de um macho a cercando. Seus olhos cortando seus pensamentos quando Rourke diminuiu a distância entre eles a um centímetro.
Era uma distância muito grande. Loren sentiu a fuga de um pequeno grito de seus lábios quando ela ergueu as mãos para tocá-lo. As pontas do dedo se tornaram intensamente sensíveis no momento em que ela traçou a força encerrada em seu corpo.
? Toque-me, Loren.
Sua mão deslizou através de seu tórax, e Rourke sentiu seu sexo inchar violentamente. Seus mamilos apunhalando sua camisa fazendo batalha contra o desejo para rasgar o tecido. Mas ele tinha uma necessidade mais forte hoje à noite. Rourke precisava que ela se rende para ele.
Sua boca a capturou, fazendo Loren gemer. Seus lábios eram firmes e determinados. Ele Localizou o contorno de sua boca antes de uma de suas mãos deslizar para a parte de trás sua cabeça e inclinou-se. O impulso de sua língua na boca dela enquanto ele pisou em contato com ela completamente. Ele encontrou a sua língua e acariciou-a com um golpe profundo.
Deixando cair seu braço oposto, ele pegou sua parte inferior e apertou-lhe a direção da prova inchada de sua fome. Seus quadris realmente inclinados para frente quando Loren colocou a língua na sua com ousadia.
Loren sentiu um calafrio pelo corpo quando ele apertou contra ela. Ela precisava daquele corpo duro de tantos modos diferentes. Seu sexo queimando em sua barriga fazendo sua passagem doer para ser totalmente preenchida. Não era sobre sexo. Foi a necessidade de aprofundar a intimidade em todos os níveis que o corpo humano era capaz.
Sua respiração era áspera quando Rourke ergueu lábios dela. Loren pegou em seus ombros e tentou erguer seu corpo do chão. Ela queria ser capturada.
Segura em seus braços e tomada imediatamente. Um grunhido fundo agitou seu tórax quando Rourke agarrou seus quadris e ajustou o seu entre eles.
? Aqui mesmo, Loren?
? Sim.
Suas coxas avidamente abertas em convite. Rourke empurrou seu corpo em direção ao dela e sentiu o calor de seu centro queimando direto em sua roupa. Sua mão estava quieta trançada em seu cabelo. Ele virou seu rosto até seus olhos bloqueados.
? Não bom o suficiente. Rourke sentiu seu corpo puxar contra e o atar prendendo mais de si mesmo. Ele podia cheirar o calor nela. Uma necessidade selvagem estava subindo dentro dele e ameaçou o topo da represa que ele construiu com seu orgulho. Um gemido escapou de Loren quando Rourke esfregou sua ereção contra sua barriga.
? Em minha cama ou não.
Ele enganchado sua mão livre atrás de sua camisa. Um puxão afiado e os botões dispersos sobre o chão. Seu corpo a bloqueou contra a parede. O ar da noite acariciava sua pele nua só ligeiramente antes de seu tórax esfregar contra ela. O contato pele a pele a fez gemer profundamente, seu corpo freneticamente tentava absorver a força de seu companheiro. Loren sentiu seus mamilos gritarem em protesto contra seu sutiã que impedia que a parte mais sensível dos seios o tocasse.
Sua boca pousou sobre a dela e empurrou os lábios abertos para o seu beijo. Rourke controlava sua cabeça enquanto ele acariciou-lhe a língua com a ponta aveludada da sua. Seu equipamento quieto queimando contra seu corpo quando ela torceu debaixo do beijo duro.
De repente ele se foi. Loren abriu seus olhos, freneticamente procurando por seu companheiro.
Seu corpo lamentou a perda de contato direto, mas ele ainda estava completamente ligado ao seu pensamento. Eles pareciam ter se unido em uma única idéia de necessidade.
Rourke permaneceu com punhos apertados enquanto ela tentava focar seus olhos. Ela o achou três passos longes, a assistindo morder seu lábio inferior para conter seu gemido.
Rourke ofereceu a sua mão para ela.
? Você está vindo para a cama, Loren?
O termo de sua rendição fez seu temperamento aquecer, mas seu corpo se recusou a escutar o orgulho. Seu perfume se moveu entre eles fazendo sua passagem se apertar de dor pelo contato que ele estava recusando. Sua mão aterrissou na dele antes dela até pensar sobre isto.
Rourke escavou fora de seus pés um segundo depois. Seus pés a levaram através do corredor escuro com um som para fora. Ele estava eufórico. Seu sangue rugindo por suas orelhas quando Loren se favoreceu em tocar o tórax nu que ela era embalada.
Ele não a pôs em sua cama. Ao invés Rourke a deixa em seus pés na frente do colchão king-size. Seus dedos foram brutalmente eficientes quando ele a despiu. Um fundo estrondo de prazer veio de seu tórax no momento em que ele descobriu cada centímetro de seu corpo.
Loren não tremeu. Ao invés ela esteve orgulhosamente ante seu olhar fixo. Ela queria ver aprovação naqueles olhos. Aquelas esmeraldas a inspecionaram enquanto suas mãos faziam o breve trabalho em suas calças.
O luar que derramava pela janela o banhou. Loren sentiu o calor do corpo ainda mais quando ela olhou para ele. Ela estava bem ciente de como seu corpo macio era comparado ao seu. Seu sexo feminino foi criado para atenuar a dureza do corpo masculino.
Seus dedos alisaram acima de seu rosto. Loren tremeu quando o sentiu fechar a distância entre eles. Ela ansiava pelo contato ainda havia a mais básica hesitação nascida de seu conhecimento certo de sua força superior.
? Shhh... ? Rourke dobrou seu corpo ao redor dela. Ele acariciou-lhe firmemente para trás quando sua pele estremeceu. Não era medo verdadeiro, reação simplesmente. A resposta feminina alimentando seu desejo primitivo de dominar.
Inclinando a cabeça para cima, Rourke capturou sua boca. Ele exigiu a entrada em suas mãos levantadas para complementar seu abraço. Suas mãos vagaram sobre o peito no momento em que ela deixou a sua língua se misturar com a dele em uma dança da intimidade.
Suas mãos em concha, sua língua dando estocadas profundas em sua boca.
Loren estava equilibrada na extremidade da necessidade. Aquele lugar onde o prazer e a dor se tornaram a mesma sensação. As mãos do Rourke em sua parte inferior fizeram sua passagem crescer até a mais faminta possessão.
Aquelas mãos seguraram e levantaram-na quando Loren deixou cair às coxas abertas. Ele a levantou até que ela estava equilibrada só acima de seus quadris. Rourke deixou seu beijo terminar quando ele girou e sentou no fim da cama. Loren ofegou quando a ponta de seu pênis cutucou as dobras molhadas de seu sexo. Ele suavemente deixou o peso de seu corpo a empalar.
Seus ombros enormes agitaram. Loren tremeu no momento em que corpo foi abastecido com o seu. O clímax era iminente ela tentou agarrar os ombros volumosos como suporte. Sua mão a ergueu quando ela deixa seus joelhos engancharem em seus quadris. Ele deixou que ela deslizasse para trás e para baixo por sua extensão, quando Loren reforçou seu controle sobre seus ombros. Desta vez, ela levantou-se fora de seu pênis e ele a empurrou de volta para baixo. Seu comprimento rígido pulsou dentro dela quando Loren subiu e atacou ele novamente. Ela suspirou de prazer apertado em um nó que apertou com cada golpe.
Suas mãos presas em sua parte inferior. Rourke rosnou no momento em que ele empurrou seu sexo pela sua passagem com movimentos rápidos. O clímax estourou por sua barriga fazendo seu grito severamente quando Rourke empurrou muito mais duro nela. Seu sexo estourou e encheu-a, seus braços amarrados ao corpo dela.
Rourke rolou seu corpo para a cama. Ele estava ainda enterrado dentro dela. Seus dedos suavemente acariciando seu cabelo para longe de seu rosto quando ele puxou seu pênis de sua passagem.
Loren engasgou quando ele empurrou-o para dentro dela. Pequenas ondas de prazer ainda irradiavam a partir do primeiro clímax. Seus quadris se moveram e empurraram novamente fazendo sua passagem pulsar com fome renovada. Seus quadris erguidos da mais pura necessidade de seu toque.
? É isto, Loren, erga para mim ? ele rosnou contra seu pescoço enquanto seu corpo possuía o dela. Profundamente e completamente, Loren se lançou no desejo furioso atual que saltava em ambos. Seus corpos fluindo em uníssono até que sua semente pulsou nela mais uma vez.


* * * * *

Loren acordou com um sobressalto. Consciência bateu em seu cérebro. Era como se ela havia esquecido algo importante. Ao invés só escuridão encontrou seus olhos. O luar era borrifado através da cama. O brilho prateado da lua mostrou-lhe os montes nus de seus seios. Seus mamilos estavam macios agora, não frisados. Loren sentiu os olhos se abrirem com a memória impactada nela. Ela virou sua cabeça para achar Rourke dormindo a poucos centímetros dela.
O luar banhava seu corpo desnudo, fazendo a forma de lábios em uma expressão pouco encantadora. Ele parecia com algum deus romano imortalizado em mármore, o tipo de imagem que inspirou aqueles poetas e as fantasias femininas.
A ascensão e queda profunda do seu peito a fizeram suspirar. Ele era muito homem. Ela pegou o odor de sua pele quando ela deixa seus olhos vagarem acima de seu rosto. Relaxado no sono, ele lembrou a ela do homem brincalhão que a enrolou em um cobertor duas noites atrás. A dor enfadonha entre suas coxas causou um calafrio que viajou através da pele dela. Existia um lado brincalhão nele, ainda que ele fosse, em seu centro, um homem endurecido.
Loren olhou de volta através de seu próprio corpo para ver o desenho de seus mamilos em uma pequena e apertada protuberância. Se ela gostava ou não disto, a determinação severa de Rourke exercia sobre seu corpo despertou-a. Talvez existisse uma parte sua que precisava ser perseguida. Ela nunca tinha dado a idéia de dominação muita consideração antes.
Loren se sentiu exposto deitada ali. Ambos estavam em suas costas, nus como recém-nascidos.
Calor irradiado do corpo grande de Rourke, então ela não acordou devido ao frio. Rourke teve um braço em cima acima de sua cabeça com a mão debaixo de seu travesseiro.
Loren entregou-se em um outro olhar sobre o seu corpo adormecido. Para o momento ela não tinha que se preocupar sobre ele a pegar. Seu peito deu lugar ao abdômen contraído. Seu equipamento estava contra o seu baixo ventre. Mesmo mole, a arma era grande.
O calor retornou ao seu rosto fazendo ela aperta seus lábios em uma linha apertada de frustração.
O modo que seu corpo respondeu estava enfurecendo. O fato que Rourke podia sentir fez isto pior. Ela precisou de um pouco de espaço a partir dos limites sufocantes de seu quarto.
Ela já estava na extremidade da cama. Loren moveu suas pernas de forma que seus joelhos podiam se curvar. Ela enrolou seu corpo suavemente até que ela estava sentando na extremidade do colchão. Seus dedões do pé tocaram o chão de madeira.
Uma faixa de aço sólido cercou sua cintura e a empurrou para trás. Loren caiu de volta na cama em uma confusão de membros. Seu cabelo caindo acima de seus olhos quando ela passou por cima de Rourke e para o outro lado de seu corpo.
? Você devia ter me dito que você prefere o lado esquerdo da cama, querida.
Loren freneticamente empurrou seu cabelo fora de seus olhos, mesmo podendo ver não ajudou.
Rourke a tinha a seu lado quando ele esticou seu corpo sólido atrás dela. Suas pernas emaranhadas com as suas enquanto seu braço permanecia ao redor de sua cintura. Sua mão direita apareceu e mergulhou sob o travesseiro. O luar cintilou sobre uma pistola de grosso calibre, que Rourke levou acima de seu corpo. A cama deslocou quando ele colocou a arma ao seu alcance antes de ligar o corpo dela ao seu peito com o braço. Sua mão viajou até seu torso levemente em concha até seu peito. O braço deslocado para debaixo do travesseiro com a sua respiração batendo em seu pescoço.
Ela estava absolutamente imóvel. Loren passou suas pernas enquanto procurava por alguns centímetros de seu comprimento. Aqueles membros musculosos seguidos e prendeu seus tornozelos entre eles. Ela girou, mas seu domínio não permitiu sequer um centímetro de espaço entre eles. Os dedos alisaram seu peito suavemente massageando o globo tenro, fazendo ondulações pequenas de prazer fechar junto de suas terminações nervosas.
Loren torceu longe de seus quadris enquanto ele se aninhava até contra o seu fundo. Seu sexo não era suave mais. O comprimento de seu pênis estava aquecendo e endurecendo contra sua parte inferior. Rourke grunhiu em sua orelha quando ela conseguiu se afastar de sua ereção.
Seus lábios apareceram ao longo da coluna de sua garganta. Ele apertou um beijo em sua pele antes de suavemente chupar junto ao seu pescoço. Ele se debruçou acima dela com sua boca beliscando em direção ao lugar onde sua veia jugular pulsava e traiu sua alta freqüência cardíaca. Seus lábios suavemente acariciaram a veia pulsante.
? Eu podia me acostumar a ter você me despertando. ? Rourke subiu em um cotovelo enquanto chupava seu pescoço novamente. Seus quadris se movem para trás em contato com o seu fundo. Desta vez ele estava na metade sobre ela e empurrou seus quadris para a cama. Um gemido pequeno escapado seus lábios quando o comprimento de sua ereção apertou em sua vagina. Sua passagem estourou com o calor quando ela absorveu o comprimento duro de seu pênis muito perto da entrada de seu corpo.
Rourke rosnou, enquanto ela continuava a tentar fugir dele. Isso incomodava tão completamente. Mas ele não era louco. Em vez disso, Rourke sentiu o aumento da necessidade se derramar sobre seus sentidos até que nada mais importava só dominar seu corpo. Liberando seu peito, ele arrastou os dedos em sua barriga até encontrar as dobras de seu sexo. Seus quadris se agitaram quando ele mandou um dedo firme para os tecidos delicados. O fluido imediatamente facilitou sua entrada fazendo Rourke gemer.
Loren ofegante, mas seus pulmões não pareciam ser capazes de tirar do ar o suficiente em seu peito. Ela fez o tórax subir um pouco arquejante quando Rourke achou o nó sensível escondido no topo do sexo dela. A ponta do seu dedo esfregou sobre ele fazendo seu quadril estremecer. Seu quadril realmente subiu para permitir o acesso de sua ereção em seu corpo.
? Hmm... sinta-se livre para me acordar a cada hora.
Seu dedo apertou sobre sua protuberância em resposta. Loren sentiu o deslizamento espesso de fluido dentro de sua passagem. Ela estava impotente para prevenir sua vagina de subir novamente.
Buscando fora a penetração que seu corpo almejava.
Rourke suspirou profundamente. Ele soltou outro beijo sobre seu pescoço antes de começar a esfregar sua protuberância com velocidade crescente. A onda de prazer em sua barriga quando Loren encontrou seu corpo posicionado na extremidade de sua liberação. Rourke não a concedeu à pressão ou velocidade que ela precisava. Ao contrário, ela se contorceu na fronteira da dor, seu corpo pedia para a liberação.
? Rourke!
? Rourke, o que?
Seu dedo nunca parou. Aquela ereção espessa pulsando contra as bochechas de seu bumbum fazendo a fome aguda.
? Por favor. ? Ela sussurrou a palavra, a paixão mudou ao longo de sua corrente sanguínea como uma droga, puxando-a ainda em euforia.
Rourke usou a coxa para abrir a sua. Seu quadril se ergueu quando ele suavemente começou a esfregar com prazer a protuberância novamente. As paredes agarraram seu pau quando ele empurrou profundamente dentro dela. Ele ouviu seu próprio grito áspero no momento em que ele puxou e empurrou para frente novamente.
Abrindo seus olhos, Rourke olhou fixamente para a caixa de preservativos que estava na mesa do lado da cama.
O animal dentro dele rosnou quando ele empurrou em seu corpo novamente. Ele se recusou a tolerar até a mais fina das barreiras. Ele não queria vestir um preservativo... sempre.
Rourke queria sepultar seu corpo no dela mais e mais até que ela lhe deixasse seco.
Ele segurou-a absolutamente imóvel. Loren simplesmente agarrou o lençol quando o impulso do corpo se retirou. Seu dedo apertou sobre sua protuberância quando seu corpo empalou o dela. Isto era severo e básico, mas completamente satisfatória com a parte mais escura da noite em torno deles.
Seu grito fez Rourke sucumbir para suas necessidades mais básicas. Ele ergueu seus quadris e bateu em seu corpo enquanto ela gritava em êxtase. Seu corpo brutalmente agarrou seu membro quando ele empurrou profundamente nela. Um rosnar selvagem saiu de sua garganta no momento em que ele pressionou sua semente tão no fundo no corpo dela quanto ele podia.
O sono imediatamente tentado tragá-la. Loren sentiu isto a puxar para baixo em seu relaxamento, quando Rourke apertou-lhe sobre as costas. Sua boca capturou a dela em um beijo profundo que exigiu uma resposta. Seu corpo se rendendo para seu quando ela agarrou os ombros que estavam acima dela.
? Deixe minha cama, Loren, e eu seguirei você. Não me teste, querida, porque eu não dou a mínima para quem me assiste te levar. ? Ela tremeu ligeiramente e Rourke passou os dedos gentis junto sua bochecha. ? Minha arma de fogo é quente e não agarro isto a menos que eu não possa fazer eu mesmo.
Ela tremeu novamente quando Rourke girou sua cabeça sobre seu tórax. Ele lacrou seu corpo ao longo do dela enquanto ela tentava recuperar seus pensamentos. Ele empurrou em sua mente e firmemente se recusou a deixar seu retiro em sua personalidade privada.
Rourke amaldiçoou suavemente quando se aprofundou no sono. Ele estava duro novamente quando as palavras do seu irmão flutuaram por sua memória.
Intenso? Inferno. Uma palavra possivelmente não podia descrever isto.


CAPÍTULO DOZE


? Tobias, fique de pé e se prepare para o exercício matutino. Calção, camiseta e tênis. Estar à frente em dez minutos.
Rourke foi ao fundo do corredor, em frente à sala de Toby, mas Loren empurrou para fora de seu sono. Ela estava empacotada na cama como uma criança. Ela empurrou o rosto consolador, mas Rourke se inclinou sobre ela, um segundo depois.
? Bom dia, querida. Suas mãos caíram sobre o acolchoado. O tecido chamou apertado, de forma eficiente interceptação Loren na cama. Os olhos de Rourke inspecionado-a com movimentos afiados antes de um sorriso maroto surgiu em seu rosto.
Seus lábios estavam exigindo enquanto Loren se contorcia contra a cama novamente. Sua língua localizou o contorno de seus lábios fechados antes de uma mão lançar o acolchoado e capturou seu queixo. Rourke usou seu dedo polegar para puxar sua mandíbula abrindo para um beijo mais fundo. Um pequeno gemido de derrota escapou de sua garganta quando seus lábios começaram a responder ao beijo.
? Volte para dormir. Você não vai correr hoje.
? O inferno, que eu não sou! Seu temperamento acendeu quando Rourke simplesmente olhou para ela com aprazível diversão. Ele se sentou de volta no momento em que Loren deu um empurrão brutal nas cobertas. ? Eu fiz isto pela Torre, amigo, apesar de todo porco de chauvinista que disse que uma mulher não podia continuar.
Loren lançou seu corpo para fora da cama e congelou a parte inferior do corpo gritando de dor. Seus dentes bateram junto para conter seu grito.
Rourke ergueu seu queixo com uma de suas mãos enormes. Ele teve seu rosto cuidadosamente controlado em uma máscara inexpressiva. Mas seus olhos estavam acesos com prazer. Loren ergueu o punho com a explosão de seu temperamento.
Ele pegou o golpe e sorriu para ela. Rourke mandou uma piscadela brincalhona, antes dele se levantar. Suas mãos ajustando a cintura antes que ele pegasse algo atrás dele na cômoda. Voltou para ver a pistola antes de colocá-la na parte de trás da calça.
? Se você quiser ser útil, você pode fazer o café da manhã. Eu tenho uma droga de um apetite esta manhã.
Loren quase gritou. Ela estava certa de que seus olhos pulariam fora de sua cabeça. Ao invés ela congelou quando ouviu Toby passar pelo corredor. Seu temperamento se transformou em embaraço que ela freneticamente escondeu atrás das cobertas para cobrir o corpo desnudo. Rourke fechou a porta antes que seu filho desse um único passo para o corredor.
Loren lançou um travesseiro na porta fechada. Seu míssil deixou muito a desejar. Bateu no painel de madeira com um leve barulho antes de deslizar para o chão. Muito insatisfatório.
Um gemido de frustração ecoou em torno do quarto. Loren esmurrou a coberta algum tempo antes dela forçar seu corpo a levantar. Uma câimbra pequena serpenteou pelo abdômen por ela a medida que ela caminhava em direção ao banheiro. Loren silvou em resposta.
Ela nunca tinha estado dolorida depois de sexo! Nem mesmo em sua noite do casamento. O calor inundou suas bochechas enquanto ela a para o chuveiro. O que ela e Rourke tinham feito simplesmente não era o mesmo tipo de sexo que ela teve com seu marido.
Rourke a cercou. Ele era a alegria que rasgava abaixo cada e toda defesa que ela já erguera para prevenir seu corpo de favorecer sua natureza sexual.
Loren enfiou sua cabeça debaixo do chuveiro e suspirou. A confusão era seu real problema. Ela já tinha passado da idade de precisar de permissão para ter um amante. Talvez se fosse só o ato físico o conteúdo. Ao invés emoções estavam florescendo, com cada movimento feito Rourke.
Seu exterior civilizado camuflado de um núcleo de agressão pura. Rourke Campbell iria conseguir o que queria. Ele não era um homem que compreendia a derrota.
Aquele pensamento assusta-a dos pés a cabeça. Loren puxou os lençóis livre da cama antes de ir para a máquina de lavar. A única coisa que ela sabia com certeza era Rourke não era um homem normal. Seus olhos captaram a luz da manhã, uma vez que iluminou a sentinela de plantão. A memória lembrou a ela que Rourke tinha sua pistola na cama com ele. Quente. De alguma forma, ela não conseguiu realmente pensar sobre o seu lado mais duro. Mas o homem dormiu com uma arma carregada e sua casa estava cercada por sentinelas armados. Devia estar incomodado, talvez até com medo dela. Loren sacudiu a cabeça. Rourke inspirava toda uma gama de sentimentos, mas medo não era um deles.
Ela estava absolutamente segura que ele nunca a prejudicaria fisicamente.
Ela não conseguia controlar seu corpo. Rourke conquistou com determinação firme e era perfeitamente possível que seu coração fosse sua conquista final.
A certeza de sua separação próxima fez um destino pior que a morte.
? Você realmente está cozinhando para meu irmão?
Clay Campbell estava debruçando contra o balcão e a assistia com olhos escuros.
O homem parecia ter estado lá por horas. Seu corpo estava completamente relaxado quando ele olhou fixamente para ela. Loren só sabia que ele deveria ter aparecido nos últimos dois minutos.
Ser presa a capacidade de Rourke para brincar com ela era uma coisa. Sua família era outra. Loren mandou toalha de prato fechando em direção Clay. Ela segurou na extremidade distante dele. Ele imediatamente levantou a mão para desviar seu ataque. Um estalido de seu pulso empurrou a toalha atrás e o fim molhado estalado alto em sua palma aberta.
Clay rosnou para ela. Loren sacudiu a cabeça e virou-se para enfrentá-lo completamente.
? Você deve ter me confundido com alguém do sexo feminino que iria ficar impressionada com o soldado da fortuna, a imagem do homem selvagem.
? Eu assusto a maior parte deles. ? Ele levantou um dedo para ela. ? Para a morte.
Loren simplesmente ergueu suas mãos no ar. Ela conhecia o tipo de Clay - orgulhoso de bordas ásperas. Eles faziam grandes graus para parecerem selvagens.
? Mas não você? Uma risada seca veio do homem quando Loren girou suas costas para ele e foi agitar o café da manhã.
? Desculpe desapontar você. Por que você não vai polir sua arma de fogo e mastiga algumas balas?
Ele riu e moveu até que ele estava apoiado no balcão próximo a ela. Loren rolou seus olhos quando ele tentou olhar fixamente abaixo.
? Não me diga que você está liberando um pouco de tempo para a refeição familiar?
Ele grunhiu antes de cruzar seus braços acima de seu tórax. Seus olhos mudaram quando ela olhou para o que ela estava cozinhando na panela.
? Eu prefiro minha carne fresca. Nada tão bom quanto uma refeição que você pegou com suas próprias mãos.
O homem realmente apontou o facão amarrado na coxa. Mas a ação não foi uma tentativa de intimidação. Era apenas uma luz de manejo da arma do punho. Loren não tinha certeza se Clay notou que ele fez isso.
? Diga-me uma coisa, Clay. Se eu agir como eu estou impressionado, você vai embora?
Loren assistiu ele enrolar de volta seus lábios em resposta. Ela desligou o fogo e andou para verificar o forno.
? Eu podia fazer uma tentativa de rir ou tremer ou qualquer outra coisa menininha.
? Você parece poderosamente doméstica para toda a sua conversa dura.
? Não é conversa dura. Eu só sei seu tipo, e bombeiros têm que comer também.
? Você não tem nenhuma idéia que tipo de homem eu sou.
Loren girou e dobrou seus próprios braços através de seu tórax.
? Sim eu faço. Você é o tipo de homem que prefere sangrar a morte que deixar um médico prevenir isto de acontecer. Seu tipo saltará de uma ambulância em movimento se você puder e as conseqüências que se dane. Você é o tipo de homem que iria considerar sessão através de uma produção ao vivo de Annie como a pior tortura que se possa imaginar.
Clay jogou a cabeça para trás e rugiu com diversão. Sacudiu os ombros como a cozinha encheu com o som do riso macho puro. Seus olhos faiscavam de humor quando ele olhou para ela.
? Eu gosto de você.
? Agora eu tenho medo de você.
O homem fixou nela o olhar penetrante que via até demais.
? Na verdade, você não está com medo de mim, no mínimo.
Clay estava sóbrio e Loren assistiu o riso suavizar seu rosto.
? Uma pena, porque eu nunca caço.
Loren ergueu sua sobrancelha em descrença. Clay simplesmente não golpeá-la como o tipo de homem que se preocupa muito com todos os limites. Se ele quisesse alguma coisa, ele faria o seu melhor para trazer em sua morte.
? Pelo menos, não de um de meus irmãos.
? Eu comprarei isto.
? Bom. Isso fará este um lote inteiro mais fácil.
A voz de Clay cruzou perigosamente baixa. Loren levantou sua cabeça para assistir o modo que seus olhos escureceram em floresta do mais fundo verde. Ela sentiu a primeira onda de contato bater em sua cabeça, mesmo com a distância entre eles. A dor cortando nela de assalto.
Loren forçou seus pés a ficarem no lugar quando Clay começou a fechar a distância.
A precisão de sua mente era hipnotizante. A dor queimou mais fundo a cada passo que ela encontrou sua mente aberta sendo colocada para ele ver, cada detalhe do que estava exposto.
Uma parede sólida de repente bloqueou Clay fora de sua mente. Loren freneticamente atraiu respirações profundas quando a sua visão tornou-se um redemoinho de cores. Sua visão voltou a mostrar sua volta Rourke quando ele estava em frente a ela.
? Afasta-te dela, Clay.
Loren andou de volta para Rourke. Ela nunca tinha ouvido o som tão completamente letal antes.
? Este afeta todo homem na montanha, Rourke, não só sua unidade. O fato de que ela é sua mulher, é necessário ter a certeza.
? A única coisa você tem direito, Clay, é o fato que Loren pertence a mim. Rourke avançado para seu irmão quando seu corpo desenhou tão tenso quanto um arco. A ira fez seus movimentos afiados. ? E eu não compartilho.
? Você compartilha esta montanha.
Jared Campbell foi tão mortal como grave seus dois irmãos. Ele apareceu na entrada quando Rourke girou para manter ambos os homens em seu campo de visão.
Tendo Rourke dominando-a era uma coisa. Loren encontrou-se despreparada para lidar com ele, protegendo-a. Produziu emoções tenras que a fizeram considerar mais fundo.
Ao invés ela enfrentou seus irmãos.
? Então, vocês estão dizendo que todo homem que presta serviço em sua montanha acredita em suas habilidades psíquicas completamente?
Jared Campbell deslocou seu olhar penetrante para inspecionar seu rosto.
? O que exatamente você quer dizer com isso?
Loren encolheu os ombros quando ela pegou Rourke e Clay assistindo ela também.
? Só perguntando se você está realmente interessado nesta coisa de mente por vocês mesmos. O que os três de você dizem não vale muito se seus homens não acreditarem no paranormal.
Os irmãos de Rourke grunhiram, mas Loren não estava interessado em sua resposta. Seus olhos estavam colados em Rourke com seus olhos a considerar. Ela sentiu o toque muito distinto de sua mente através da sua, mas não era doloroso. Ao invés Loren simplesmente relaxou com a sensação com que já estava familiarizada. Sua memória estava cheia de dor, mas este era Rourke e Loren sabia que ele não iria machucá-la.
Ela não resistiu. Rourke olhou para a luz dos olhos verdes que lhe permitiu acesso total aos seus pensamentos. Ele poderia ter forçado a ligação a despeito de qualquer resistência por parte dela, mas Loren acabou cedendo. Confiança. Aquela palavra surgiu entre eles quando Rourke lentamente grunhiu .
? Eu disse a você dois, ninguém vai sondar Loren para qualquer coisa. ? Rourke girou para olhar para Jared. ? Seja um bom camarada e leva Clay para um passeio. Você lembra como é quando você precisa um pouco de privacidade.
Era uma declaração completamente pública de propriedade. Loren sentiu o calor sangrar em seu cheques, mas seu temperamento não apareceu. Jared Campbell inspecionou seu rosto antes de o homem muito deliberadamente sorrir para ela.
? Sim, eu sei o que você quer dizer, Rourke.
? Bem, eu não faço. ? Clay fitou ela por cima dos ombros de Rourke. Era altamente evidente no rosto do homem que ele não tinha muito prazer na mudança de planos. ? Uma mulher é um mulher, elas todas têm as mesmas partes. Uma ou outra, não importa.
Loren riu. Os três homens olharam para ela como se ela tivesse perdido a cabeça. Ela inclinou-se todo o caminho de volta para o balcão e olhou para Clay.
? Falou como um verdadeiro selvagem. Talvez você devesse se aplicar e ser um astronauta, você poderia ir para a terra em um planeta primitivo e faça você mesmo em casa.
? Existem bastantes mulheres como eu aqui mesmo na Terra. Você há pouco não os pode ver por esses óculos rosa.
? Eu gosto de minhas sombras rosadas. De fato, eu os deslizo toda vez que eu consigo uma folga e posso deixar de lado o lado feio da realidade atrás de mim. Loren decidiu que tinha acabado com a coisa inteira.
Ela se afastou do balcão e caminhou direito ao redor de Rourke. Clay Campbell imediatamente abandonada sua posição preguiçosa quando ela o enfrentou.
? Tire tudo que você quiser ou sai do meu rosto.
Os dedos enrolados de Rourke ao redor de seus bíceps e Loren teve um momento de brilho para ele. Seus olhos entraram em choque com o dela antes de ela devolver claramente sua atenção de volta para Clay.
O canto de boca erguida de Clay. Seus olhos chateados em seu crânio, fazendo sua cabeça doer, mas Loren forçou seu corpo para permanecer no lugar. Ele não empurrou em sua mente, entretanto. Ao invés ele considerou sua vontade descarada para suportar sua sondagem mental.
? Talvez eu devesse reconsiderar minha posição em caça furtiva.
Jared rido da entrada quando Clay mandou a ela um sorriso. Loren rolou seus olhos quando ela escorou suas mãos sobre seus quadris. Um sorriso bastante mal ergueu sua boca quando ela olhou atrás de Clay.
? Se destino tem qualquer sensação de justiça, você se pela filha de um pregador de Amish.


* * * * *


? Você precisa de um cochilo.
Loren saltou. Suas coxas bateram na mesa baixa que ela estava usando como escrivaninha no escritório de Rourke. Seu laptop de peso leve escorregou através da superfície lisa de madeira a tornando frenética para agarrar a coisa antes de ir para o chão.
? Eu estou bem.
? Realmente, mãe, você parece com morte requentada. Toby olhou para ela de seu ninho de cabos de computador e material impresso.
? Nossa, obrigado.
Toby lançou um sorriso antes de voltar para seu trabalho. Loren balançou sua cabeça antes de tentar resgatar seu laptop sua posição precária.
Uma mão grande caiu sobre o topo da unidade e agarrou-o fechado. O computador se desligou imediatamente.
Sua cadeira foi derrapando para trás de um chute bem colocado. Loren levantou sua cabeça para ter seu pulso capturou e puxado. Seu corpo foi caindo adiante. Rourke curvou e pegou-a acima de seu ombro. Empurrou-se para cima sobre as pernas poderosas em meio segundo.
? Ponha-me no chão!
Ele fez. Direito no centro de sua cama. Loren saltou no colchão espesso e sacudido seu corpo até o brilho de Rourke. Uma onda de dor escolhe aquele momento para serpentear por seu crânio. Ela tinha lutado contra enxaqueca o dia todo. Claramente, salto não era algo que se misturava com enxaqueca muito bem.
Duas mãos quentes apareceram em ambos os lados da cabeça. Os dedos de Rourke suavemente viraram o seu rosto para cima quando ele se inclinou para examinar seus olhos. Ele estava em suas coxas entre seus joelhos na cama quando ele trouxe seu nível de olho para o seu. Sua mente roçou no mais leve dos contatos. Outra onda de dor tentou dividir seu cérebro ao meio.
? Clay é muito cego.
? O que quer dizer? Esta foi a maneira cuidadosa que Loren achou que poderia fazer perguntas que tinham deixado de ser formuladas. Se Rourke estava indo jogar em torno de sua cabeça, ela tinha o direito de saber que tipo de psíquico ele era. As conseqüências podiam ir diretamente para inferno. Era sua cabeça afinal.
Rourke esfregou as têmporas novamente, seus olhos verdes destinadas a sua pergunta para ele. A tentação de responder apenas ela era grossa. Seria muito fácil para compartilhar a parte de si que nunca tinha sido capaz de expor a ninguém fora da sua própria família.
O rosto de Loren estava da mesma cor da neve fresca. Círculos escuros tocando seus olhos. Dor esculpindo linhas fundas ao redor sua boca quando ela obstinadamente se recusou a dobrar-se sob a tensão. Sua força bateu direto no intestino. Uma onda quente de desejo realmente varreu-o quando ele considerou quanta força havia embrulhada dentro de seu corpo. Isto o apelo que deu uma forma civilizada ele não podia explicar. Tudo que ele queria fazer era a rolar sobre suas costas e ser o companheiro dela até que sua barriga inchasse com sua criança.
Primitivo, severo, Rourke realmente não se importava. Ele gastou sua vida inteira investigando a mente humana. Emoções raramente faziam sentido. A honestidade viva era o sentimento mais verdadeiro da pessoa.
Você não podia disfarçá-los.
Loren estava vestindo apenas o par de shorts de corrida novamente. A luxúria afundou suas presas nele com o perfume de seu sexo se movendo até seu nariz. O calor aumentou dentro dele até que Rourke não estava certo se existia qualquer coisa que importou mais que se conectar a carne doce na frente dele.
Seus olhos alargados com a luxúria que correu através do seu vínculo. Uma respiração funda estremeceu fora de seu tórax quando a ponta de sua língua apareceu entre seus lábios. Assistindo sua lambida através do lábio inferior era muito tentador. Rourke apertou seus braços sobre a cabeça e inclinou-se para capturar a sua boca com a dele.
Era simplesmente o correto. Loren ofegou e abriu sua boca para ele. Seu gosto rodou ao redor de sua boca quando seu desejo flutuou em uma onda espessa por sua mente. Era a maior experiência erótica de sua vida. Seu corpo ganhou vida com a intimidade que surgiu em seu primeiro pensamento. Loren sentiu a necessidade pulsando através de seu cérebro, seu corpo protestou contra a distância entre eles. Ela enviou-lhe as mãos para dar um puxão na camisa. Pequenos sons de frustração bateram em suas orelhas quando a camisa verde e marrom resistiu a seus esforços de alcançar sua pele nua.
Rourke puxou os lábios separando-os quando Loren gemeu. Ele levantou e fez trabalho com sua roupa. Seu corpo precisava de liberdade. A roupa o enfureceu quando suas narinas puderam claramente sentir o cheiro do calor de Loren.
Loren realmente ronronou com satisfação quando deitou suas mãos seu tórax recém descoberto. A força surpreendente de seu corpo fez seu murmúrio ser de satisfação. Ela localizou o cume de músculos na frente e se inclinou adiante para inalar seu odor. A necessita evoluiu através de seu sangue quando ela encheu seus pulmões com o seu calor. Seus dedos acharam um mamilo plano. Loren sorriu ao rolar a ponta entre seus dedos. Ela se levantou sobre seus dedões do pé para pegar o mamilo entre seus lábios.
Rourke em concha no fundo de sua cabeça, ele rosnou levemente. Loren chupou a protuberância em sua boca antes de enviar sua língua para sacudir acima de seu cume. Ela estava louca pelo gosto dele. Ele encheu sua mente e ela desesperadamente precisava de sua carne para ser juntar apenas com a força.
O som metálico de seu zíper sendo abaixado golpe suas orelhas. Loren abriu seus olhos e assistiu seu órgão surgir em sua visão. Olhando para seu pênis nu não era lascivo, ela simplesmente precisava ver a prova de seu desejo na maneira mais básica. Seu equipamento estava duro e inchado quando Rourke empurrou suas calças abaixo de suas pernas. Loren suportou a separação de seu corpo enquanto ele retirava o artigo de vestuário.
Eles nunca fizeram amor em plena luz antes. Loren decidiu que ela tinha estado se enganando. Não importa o quão incrível seu corpo parecia banhado em luar, a luz da tarde era muito melhor. Seus olhos viajaram abaixo de seu tórax para o impulso brusco de seu sexo.
Num impulso, Loren chegou para ele e seus dedos enrolados em torno do seu comprimento.
A respiração dura presa em sua garganta fazendo-a mais ousada. Loren deslizou sua mão em direção a cabeça da sua arma, sua confiança cresceu. As mãos de Rourke estavam cerradas em punhos quando ela pegou a cabeça na palma da mão e moveu a mão para trás para baixo em sua extensão. As veias em seus braços se destacaram como trabalhou a mão para cima e sobre a cabeça novamente. A autoconfiança subiu por ela, mas mais importante Loren sorriu quando sentiu o puro prazer vindo da mente de Rourke.
Aquele prazer a autorizou. Loren deslizou para seus joelhos e suavemente levou a língua em direção a seu pênis. Suas mãos emaranhadas em seu cabelo quando ela experimentou com sua técnica. Tendo a mente ele dentro dela aumentou sua parte do prazer, mais calor resultou de suas ações.
Sua respiração pegou como Loren claramente sentiu a extremidade de seu controle se dissipando. Levantou-se ligeiramente e capturou a cabeça do seu sexo completamente em sua boca. Loren deixou a língua se mover em torno da sua largura enquanto seus dedos acariciavam o comprimento. Seus dedos embreados em seu cabelo quando seus quadris empurraram.
? Loren... Pare...
Ela não o fez e Loren considerou o prazer que estoura através de suas mentes unidas.
Rourke tinha passado da capacidade de pensar. O prazer cresceu acima de seu corpo à medida que ela aumentou sua atenção para seu sexo. Seus quadris empurraram adiante quando ele começou a esvaziar sua semente em sua boca. O prazer explodiu em sua mente em séries puras de sensação.
? Cristo Querido, Loren.
Rourke arrancou fora de seus joelhos como se ela fosse uma criança. Sua camiseta foi para direto por sua cabeça antes dele apertá-la firmemente contra o peito. Seus lábios suavemente beliscaram o lugar onde seu pescoço se conectava com seu corpo, fazendo explodir de prazer no local.
Loren deixa um encantador ronronar deixar sua boca.
Suas costas estavam suavemente colocadas sobre a cama antes de Rourke vir para o lado dela. Seus olhos ainda estavam vidrados com prazer fazendo-a sorrir.
? Eu nunca percebi que a capacidade paranormal podia ter tais benefícios pessoais.
? Loren, você sabe o que significa saber demais?
A nota séria em sua voz a aborreceu. Loren assistiu seu rosto fixar em uma profunda carranca. Ela agarrou o lado de seu rosto e deixou seus dedos tocarem a pele morna. Loren forçou a mente a ficar aberta enquanto ela se recusava a perder a intimidade que compartilhavam.
? A única coisa eu sei com certeza é que eu não quero pensar além do que eu sinto neste momento. Faça amor comigo, Rourke.
A compreensão da sua própria necessidade deu calafrios em Loren. Ela completamente desnudou sua alma para ele e os segundos rastejavam enquanto ele a inspecionou com seus olhos a fazendo tremer de medo. A forma mais verdadeira de emoção filtrada através de sua mente enquanto ela considerava ser rejeitada. O sexo não seria suficiente. Ela precisava dele para ficar junto com seus pensamentos quando a onda de prazer corresse por sua carne. Vivê-la de sua mente tinha sido muito feliz para ela aceitar algo menos.
Suas palavras bateram em Rourke com força letal. A intimidade era uma palavra que ele nunca iria realmente tinha entendido o significado até que aquele momento. Sua necessidade sangrava por sua mente enquanto ele absorvia o desejo que queimava cada centímetro de seu corpo. Isso tudo misturado em uma combinação que era explosiva. Ele pegou o lado de seu rosto quando abaixou sua cabeça até que meros milímetros separavam seus lábios. Sua respiração misturava-se enquanto observava as meninas de seus olhos dilatarem-se com prazer.
? Eu achei que você nunca pediria mel.
Seu beijo não foi duro. Ao invés era profundo. Loren deixou coincidir com a sua boca guiando seu impulso em direção a língua dela. Ele alisou o comprimento de sua língua, fazendo seu gemido enquanto o desejo agarrou seu corpo. Ela precisou de tantas coisas naquele momento. Loren trançou em direção a seu corpo com sua pele exigido ser tocada.
Rourke a apertou de volta. Suas mãos capturaram um seio e ele enviou seus lábios abaixo pela coluna de sua garganta. Loren ergueu seu queixo para presenteá-lo com a pele mais sensível. Seus lábios estavam quentes quando eles lamberam e mordiscaram abaixo em direção aos seus ombros. Uma mão achou suas costas quando ele se debruçou acima de seu corpo. Loren avidamente enfiou seus dedos pelo cabelo encaracolado que cobria sua pele.
Lábios mornos fechados acima do cume de seu seio pelo tecido de seu sutiã. Loren curvou suas costas para oferecer isto para ele. Rourke a recompensou com um afundar de contato.
A ponta aveludada de sua língua esfregando através de seu mamilo. Ondas de prazer viajaram através de seu corpo até que alcançaram sua barriga. Uma mão firme alisou sua pele ao longo do mesmo caminho. Sua mão acariciando sobre sua barriga enquanto seus lábios se moviam para o seio oposto.
Rourke escutou os sons minúsculos de prazer que vinham de Loren. Ligados entre si com seus pensamentos, ele sentiu o desejo montando tão severamente quanto tinha sido quando ele a levou para o quarto. O perfume de seu centro mais fundo encheu suas narinas quando ele aplicou sua língua em seu mamilo.
Rourke puxou o short para baixo das pernas. Loren riu quando ele levantou-se em um cotovelo e os jogou em toda a sala. Um sorriso brincalhão apareceu quando ela apontou a alça do sutiã.
? Qual é a sua pressa?
Rourke levantou uma sobrancelha em resposta. Diversão misturada com o odor pesado do desejo enquanto Loren sorriu em sua impaciência.
? Nenhuma pressa mesmo, querida. De fato, eu penso que eu poderia ser capaz de sobreviver a você.
Ele aterrissou entre suas coxas, fazendo Loren ofegar. Seus olhos prometendo pura diabrura quando ele empurrou suas pernas em cima de seus ombros. Seus dedos suavemente puxaram as dobras de seu sexo aberto, antes dele abaixar sua cabeça para saborear.
Loren cavou os dedos no lençol. O prazer que bateu com sua boca elaborou a proposta exata do que ela desejava. O suor escorreu por seu rosto enquanto ela torcia e resistia sob sua atenção. O clímax quebrou acima de seu corpo três vezes antes dele levantar seus olhos.
Loren não podia se mover. Seu corpo era um escravo dele. Ele subiu sobre ela em um movimento fluido que fez parar de respirar completamente. Prazer irradiando através de seu corpo, mas ela ansiava pela conclusão do seu acasalamento. Seus olhos brilhavam com a intenção mortal quando ele se estabeleceu entre suas coxas.
Sua penetração não foi dura. Ao invés era sólido, constante e profunda. Incrivelmente profunda. Loren agarrou seus quadris quando levantou os próprios para complementar seus impulsos. Seus olhos furavam em sua mente enquanto a dela afundou tão profundamente como o seu corpo. Eles não eram dois sexos naquele momento. Em vez disso, fundidos em uma única entidade que respira e se sentia bem como um.


CAPÍTULO TREZE


A floresta era atordoante de noite. Loren sorriu enquanto enchia seus pulmões com o ar fresco. Podiam chamá-la de romântica, mas o cheiro, limpo e fresco da floresta era vertiginoso. Ela não tinha pisado o pé fora dos limites da cidade de Los Angeles em quatro anos.
O sossego absoluto a cercou. Bem, era mais que isto. Ela estava emaranhada em um líquido de emoções. Só ela não se sentia presa. A única coisa que incomodava era a aproximação do final da sua quarentena.
A floresta de Ebola Tai tinha de sete a dez dias de incubação. Cal Worth havia morrido depois de quatro dias. As chances eram de que o homem era o único portador da doença.
Isso deixava Loren para enfrentar o fato de que ela estaria voltando para a sua vida no final da semana. Ela devia estar sorrindo. Em vez disso, a expressão de seu rosto derreteu.
Ela precisaria deixar Rourke. Esta montanha, para toda a sua simplicidade, esconder um segredo que era enorme. Se ela não saísse da paisagem repleta de árvores, isto ia se fechar em torno dela e prendê-la por trás da sua miragem de camuflagem.
Loren nunca pensou fora do cinema de ficção científica sobre psíquicos. Agora, ela corria diretamente na realidade deles. A forte presença de pessoal militar da operação especial disse-lhe para manter os olhos fechados, antes que ela visse algo mais.
Loren não era boba. Seu pai era uma destas pessoas. Pedaços de informação ímpar ela ouviu do pai confirmando o quão sério os militares levavam os seus segredos.
Os homens como Rourke nunca deixavam o serviço. Civis, como ela, nunca descobriam que eles existiam.
E agora ela sabia. Seu sorriso retornou quando Loren considerou o modo como Rourke se fundiu em seus pensamentos. Era completamente íntimo. Talvez algumas mulheres pudessem achar isto assustando. Loren se achou desejando isto, ele, eles.
? Você é tão bonita.
Loren congelou. As palavras eram profundamente vazias. Na escuridão, a pele negra do Ranger era quase invisível. Sua mão alcançou adiante com um dedo um pouco de seu cabelo.
? Assim, muito macio. O luar piscou fora para a arma na mão oposta. Seu estômago tinha um nó quando ela considerou a possibilidade de Chris chegar do além-túmulo para se vingar dele por ela.
Mas a arma não estabilizou em sua direção. Ao invés do soldado pisou ainda mais perto de suas costas e passou sua mão sobre seu pescoço. Loren não se mexeu. Um homem como este não precisava de uma arma para matá-la. Ele poderia agarrar o pescoço com uma única mão.
Ao contrário, ele cheirou o cabelo dela.
? Sim... As mulheres são tão boas para se cheirar. Eu devia ter casado com uma. Chris deveria ter ido para casa para você em vez de deixar Cal falar-nos dessas vagabundas. Uma prostituta não cheira bem como você.
Loren se afastou para longe do homem. Ela estava desesperada para ficar longe dele. Suas narinas notaram o cheiro metálico de sangue envolto em torno deles.
? Hey, agora, eu só quero tocar sua pele limpa. Não vou machucar ninguém.
A arma caiu de sua mão quando ele segurou seu corpo com aqueles os braços grandes. Seu corpo pressionado ao longo de suas costas enquanto Loren lutava contra o pânico. O homem estava doido. O cheiro horrível de sangue fresco bate em seus sentidos quando ele começou a acariciá-la ao lado do braço. Ela não podia ver na escuridão, mas o ar de floresta soprou contra o fluido que sua mão deixou atrás em sua pele.
? Steven, solte a senhora agora.
A voz do Rourke estava tranqüila. Mas ele não estava nada perto de calmo. Rourke prendeu seu controle no lugar enquanto ele tentava conversar com seu Ranger para soltar Loren. Quando um homem estava morrendo freqüentemente ele buscava uma mulher. Estava geneticamente codificado em seus cérebros.
? Eu não estou machucando ninguém, senhor. Ela só cheira tão doce. Não gosto de prostitutas. A última mulher que eu segurei era uma mulher relaxada, uma assassina, uma prostituta suja que espalhou seu veneno por toda parte em mim. E queria que eu a pagasse para me matar.
Ele cheirou o cabelo novamente quando Loren gentilmente tentou ir para longe do seu abraço.
Ela tinha pavor de se deslocar muito. Se ela se apertasse contra ele, sua roupa não a protegeria do seu sangue infetado. O homem emitia o cheiro forte de sangue fresco somente como uma vítima de trauma faz quando Loren estava transportando ela.
? Ei, agora, será agradável, Steven não machucará mais as meninas bonitas como você. ? Ele acariciou seu pescoço enquanto ele forçou seu corpo para trás em seu abraço. ? Veja... eu não planejo a morrer como um covarde. Seu marido pediu por aquela bala como um bebê. Enjoei de ouvi-lo lamentar.
? Ei, Steven, uísque de dez anos no armário. Quer se juntar a mim em um gole?
Seu homem se virou de forma lenta e de maneira estranha. Ele simplesmente deixou Loren ir antes de virar o rosto. Rourke olhou para a dura realidade da doença. Os olhos de Steven Nelson estavam afundados em volta da cabeça com sua pele brilhando com seu sangue. Loren silenciosamente rolou seu corpo sobre o parapeito da varanda. Rourke escutou o som suave que suas botas fizeram quando ela caiu sobre o chão. O medo corria por ele em uma onda sólida quando considerou Steven novamente.
Alguém cutucou seu cotovelo e Rourke voltou-se para encontrar seu sargento com uma garrafa de uísque na mão. Três copos estavam debaixo do braço do homem. Rourke derramou o líquido antes de entregar um para Steven. Havia um código comum entre homens que enfrentavam combates juntos. Morrer com dignidade era uma parte disso. O resto de sua unidade examinou da grade da varanda enquanto a respiração de Steven se tornava um chocalho oco em seu peito. Steven levantou seu copo para os homens de seu time antes lançá-lo para trás.
? Direito decente de você, senhor. Eu disse a Chris que ele era um bebê. Pedindo uma bala quando ele podia ter morto com uma boa bebida em sua mão. Eu não sinto muito por ter atirado. Steven alcançou seu bolso de colete e puxou um envelope. O jornal encaracolado ficou vermelho ao redor das pontas do dedo quando ele segurou-o em direção a Rourke.
? Você me entende, Campbell? Estão todos aqui, assinados e datados. Eu tenho que quebrar a minha palavra dada ao meu amigo, porque eu não posso ir diante de Deus com isso na minha consciência. O Senhor não seria demasiado bom para me perdoar se eu deixasse alguém assumir a culpa pelas minhas mortes. Ele olhou confuso quando procurou a varanda em baixo de seus pés. Ele imergiu até pegar a arma que ele segurou em sua mão, mas não pode parecer achar a força para volta para cima. O homem caiu sobre seu traseiro quando franziu a testa para Rourke. Ele ergueu a arma de fogo em direção ao seu oficial comandante, primeiro punho.
? Round ainda está na câmara.
Rourke nunca agarrou a arma. Steven caiu incapaz de manter o seu corpo.
Ele estava morto antes de seu corpo bater no chão.
Rourke pulou sobre o corpo e seus trilhos em um movimento. Loren estava virada para baixo de seus homens. Seu médico da unidade estava avançando lentamente em direção a sua posição determinado quando Rourke aterrissou na frente dela. Seu homem parou e levantou uma sobrancelha para seu chefe.
? Senhor, permissão para quebrar o código de conduta? Ela não me deixará tocá-la.
Ele não estava realmente perguntando. O homem já tinha suas mãos cobertas com o látex fino das luvas. Ele sentou sua arma principal de lado quando se preparava para enredar com Loren.
? Afaste-se de mim.
Sua voz era um sussurro fraco. Rourke usou seu corpo para engaiolá-la entre ele e seu médico. Ele sentiu o sangue congelar em suas veias quando seus olhos se ajustaram a escassa luz da varanda.
Contra a pele clara Loren, o sangue de Steven destacava-se com o efeito de um pesadelo. Ela segurou suas mãos longe de seu corpo enquanto ela tenta lidar com a situação. Ela bateu os olhos em foco.
? Eu quero dizer isto, Campbell!
? Então faço eu, Loren.
Ele empurrou diretamente em sua mente por sua determinação. Loren realmente oscilou quando sua visão ficou momentaneamente preta. Ela chupou em uma respiração funda enquanto lutava para ficar em pé. Ela não colocaria Rourke em risco também. Cada célula do seu corpo se rebelou contra a idéia de prejudicá-lo.
Virou a cabeça para cima quanto suas emoções fluíram através da sua ligação. Loren olhou nos olhos que lutavam mental e fisicamente contra a necessidade de ajudá-la.
? Tenha algumas luvas, Campbell.
Um aceno de cabeça foi a única concessão de Rourke quando Loren o assistiu ele colocar a proteção de látex em suas mãos. Não existia uma única força no planeta que iria poderia impedi-lo de lidar com ela. Ela poderia lamentar aquele fato, mas era quem ele era.
Mas ela precisava de ajuda. O sangue estava espalhado por seus braços e seu rosto. Alguns dos dedos estavam contaminados também. Ela não ousava tentar até mesmo desabotoar sua camisa. Uma extremidade afiada de um botão podia cortar com profundamente suficiente para deixar a doença entrar em seu corpo. Quanto menos ela se movesse mais segura estava.
Mas ela tinha que sair de suas roupas antes de o sangue que estava sobre o tecido atravessasse as fibras para sua pele nua. Ela precisava de ajuda, mas colocaria qualquer pessoa que oferecesse assistência em situação de risco.
Os olhos de Rourke moveram-se sobre ela em avaliação afiada. Loren reconheceu o modo do profissional, ele começou a separar o seu relacionamento pessoal com o tratamento que o corpo dela precisava. Loren sabia por que ela mesma já havia executado a ação.
Ele agarrou uma faca que estava amarrada em seu quadril. A lâmina brilhou como ele puxou-a livre. O som de velcro separando de seu homem disse a Rourke a forma sobre como conseguir a roupa fora de seu corpo. Só Rangers se sentiriam tão confiantes sobre usar uma lâmina dada às circunstâncias. Loren apertou seus dentes junto quando ela se fortaleceu para permitir a eles a desnudarem.
? Fique absolutamente quieta, Loren. Até não respire.
Ao contrário, ela se encolheu quando o sentiu se colocar em risco por ela. Loren teria morrido antes.


* * * * *

? Mãe, você está bem?
Loren ergueu seu queixo para sorrir para seu filho. Duas horas depois, ela estava tão bem quanto poderia estar. Seu corpo estava tão limpo que se poderia comer nele.
? Claro que estou amigo. Melhor agora que você está aqui.
? Frio. Assim, como, estou saindo ou ficando?
Loren sentiu suas sobrancelhas se juntarem. A porta da frente se abriu para admitir Clay Campbell. Seus olhos imediatamente a esquadrinharam da cabeça aos pés antes dele apontar eles para Toby.
? Noite, companheiro de quarto.
? Com licença? Meu filho está indo em um safari com você?
Clay sorriu para ela antes que enviar um assobio por toda a casa. Ele sorriu para ela quando apontou a faca novamente.
? Eu pensei que nós iríamos caçar tigres e perseguir serpentes através do pincel. Talvez dormir fora na chuva em nada além de nosso calção. Você sabe, coisas de homem.
Rourke apareceu com o cabelo que ainda brilhavam com a água e os pés estavam descalços. A camisa que ele vestia estava marcada com manchas escuras de onde ele encolheu os ombros sem toalhas foi o primeiro.
? Não se preocupe, Mãe, eu terei certeza que ele fique fora de arquivos secretos também. Clay piscou para ela antes de sorrir para Toby.
Toby ingerido aproximadamente em resposta. Clay jogou a cabeça para trás e riu.
Loren encontrou olhos de Rourke e sorriu. Ele estava certo. Agora que o mistério da infecção estava descoberta, e estava completamente nos homens de Rourke, havia todas as razões para conseguir Toby fora de qualquer ameaça possível. Seu filho teve pouco contato com a unidade de Rourke.
Mas se Toby esperasse iria ser uma tarefa lembrar de mantê-lo ao alcance da mão. As apostas eram altas demais para deixá-lo ao acaso.
Além disso, se ela contraísse Floresta de Tai, a última coisa Loren que precisava era ter o filho testemunhando a provação.
? Leve seu avô junto. Faz muito tempo desde que ele levou você para pescar.
? Pescar, Mãe?
Loren sorriu. Se não tivesse um circuito nisto, Toby não estava interessado.
? Eu só poderia ter outra Panther em meu lugar.
Um sorriso apareceu no rosto de Toby antes de ir até o quarto e reaparecer com sua mochila e laptop. Ele lançou outro sorriso na frente de Clay avidamente seguindo porta afora. Com a confiança de imortalidade que a mocidade fornecida, Toby nunca olhou de volta.

* * * * *
Ela parecia tão malditamente bem. Rourke sentiu o aperto maxilar apertado o suficiente para quebrar os dentes. Logo em seguida, minúsculos micróbios poderiam ter excesso de velocidade através da sua intenção de destruir as veias de seu corpo. Eles iriam quebrar até as membranas celulares até que as fibras de sua carne falhariam em segurar seu próprio sangue.
Ela ergueu sua cabeça, fazendo Rourke estalar em sua mente fechada. Ele a agarraria a qualquer hora, ele estava pensando sobre ela. Era quase uma forma de saudação entre eles.
A coisa que o surpreendeu mais foi o fato que Loren não parecia preocupada sobre isto.
Ela aceitou-o como era e ele bateu-lhe com a força de um pontapé no peito. Ele não conseguiu garantir. Rourke sentiu o lapso de julgamento acertá-lo ainda mais duro. A pena foi muito alta.
? Aquela carta será suficiente resolver seus homens?
? Não.
Sua voz era severa. Loren deitou de lado quando o fitou. Ela não estava com vontade de ser intimidada. Sua mente entrou em contato com o dela antes de Rourke adiantar-se para fechar a distância entre eles.
? Você não ouse a começar a limpar os detalhes, Loren.
Seu temperamento morreu caladamente quando Loren assistiu ele se mover muito mais íntimo. Terror serpenteou por seus pensamentos quando ela reconheceu o familiar sentimento de seu desejo acariciando sua mente.
? Você não pode me tocar, Rourke. ? Manteve-se quando ela subiu para o balcão da cozinha. ? Por favor, pare.
? Nem mesmo a morte certa poderia impedir-me de tocar em você, querida.
Suas mãos fortes fecharam acima de suas bochechas antes de deslizar para baixo em sua garganta. Um gemido baixo saiu de sua garganta quando Loren caiu contra seu peito. Ela precisava tanto dele. O cheiro da sua pele, o som do seu coração batendo dentro do peito poderoso. Ela só precisava ser pressionada para ele no mais profundo abraço, nada importava, apenas um ao outro.
Um soluço minúsculo escapou quando ela percebeu que Rourke se recusou a deixá-la protegê-lo. Sua mão em concha no queixo e levantou-a para encontrar sua boca. Seus lábios estavam sólidos e exigentes. Ele empurrou a boca aberta quando o seu beijo tornou-se profundamente íntimo.
Loren agarrou-o. Nada ficou no seu caminho. Ela era simplesmente a liberdade de entrar em seu desejo. O cheiro quente de macho rodeado como ela enviou seus dedos para os botões de sua camisa.
Ele parou sua cabeça e olhou a janela atrás de sua cabeça. Loren não corar. Ela não se importava com quem pudesse ter um vislumbre deles. Na verdade, ela não se importava se alguém decidisse assistir. Apenas um dia atrás, Rourke tinha ameaçado com isso, agora ela não se importava que soubessem que ela era sua amante.
Rourke grunhiu quando pegou o vento de seus pensamentos. O deleite de alegria brilhou em seus olhos até como ela viu o vislumbre de algo mais duro cruzar seu rosto. Ele andou
Recuou quando ele memorizou o rosto dela. Um braço musculoso subiu em sua direção. Rourke voltou a palma para cima e ofereceu a ela.
? Vamos para a cama, querida.
Ela colocou a mão em cima da dele. A besta dentro dele aumentou com a vitória. Rourke voltou-se e deixe seus lábios voltarem a mostrar os dentes quando ela o seguiu. Nada que ele já houvesse feito antes poderia lhe agradar mais.
A casa estava completamente escura. Rourke deixou assim. Hoje à noite ele simplesmente queria mergulhar na sensação de sua carne, o perfume feminino que irradiava de sua pele quando o desejo fazia calor do sangue para ele. Seu pênis apertou com a necessidade assim que ele entrou pela porta de seu quarto.
Ele arrancou sua camisa novamente. Loren deu uma risadinha quando ela escutou os botões batendo no chão. A abordagem agressiva para desnudar o seu corpo era o mais profundo dos cumprimentos.
O som severo de seu zíper abaixando a fez sorrir. Sua forma curvada na escuridão quando o som de tecido sendo empurrado ao redor bateu em suas orelhas. Rourke esticado à sua frente. Ela sentiu a invasão firme de seus pensamentos quando ele os juntou antes de chegar junto dela.
Sua pele regozijou quando eles colidiram. Seus seios erguidos enquanto os mamilos desenhavam em apertados cumes contra o cabelo áspero de seu tórax. O calor caiu como uma cachoeira em sua barriga. Ela não podia esperar outro segundo para intimidade completa.
Rourke chupou sua respiração quando seu desejo o queimou. A intensidade daquela necessidade dissolvida na última ordem daquela sociedade o adiou. As regras modernas de fazer amor não significavam nada. Ele queria empalar seu corpo e nada importava, mas empurrar na passagem quente que ele podia cheirar. Sua mão puxou extremidade da renda de sua calcinha e puxou o artigo de vestuário fora de seu corpo.
Suas mãos prenderam sua parte inferior quando Loren suspirou com prazer. Rourke foi queimado tão profundamente em sua mente que seu corpo tinha inveja de aderir. Ele se virou e ergueu. A parede tocou para trás enquanto ele continuava a avançar até as coxas se separaram para os quadris.
? Enrole suas pernas em volta de mim.
Loren ergueu suas coxas altas e ele moveu mais íntimo para seu centro. As dobras de seu sexo separadas quando ela embrulhou suas pernas ao redor ele. A ponta dura de seu pênis sondou seu corpo quando ela virou seu quadril em direção a ele.
Sua punhalada era dura. Loren agarrou em seus ombros no momento em que seu corpo agitou pelo esforço de controlar suas punhaladas. Um primitivo desejo para acasalar correu através de seu vínculo para inflamar seu corpo ainda mais.
? Sim, Rourke, exatamente assim. Leve me.
Seus olhos brilharam para ela antes de os dedos enrolados nas bochechas de seu bumbum.
Loren deixou seus pensamentos voarem longe quando ele forçou sua ereção dura em seu corpo. Ele empinava e apunhalava com força motriz rígida quando ela se agarrou a ele. Prazer disparado da fricção quando ela enviou seus quadris adiante para um contato muito mais fundo.
O clímax se recusou a esperar. Ele escorregou acima dela em um dilúvio de sensações quando seu companheiro forçou solidamente em seu corpo espalhado. Era severo e duro e seu corpo contente agarrado seu sexo quando ela sentiu-o estourar dentro de sua passagem. Seu útero estava agarrando sua semente e Loren sentiu os músculos de seu sexo ordenhando seu pênis.
Seus ombros enormes estremeceram e sua mão esfregava sua parte inferior para aliviar o ardor de seu aperto severo.
? Deus Querido, Loren... Eu não queria ser tão duro.
Desta vez, ela inclinou o queixo para cima. Loren esticou-se para frente até que seus lábios se encontraram. Ele deixou um leve beijo. A ponta de sua língua suavemente localizou o esboço firme de sua boca antes dela enviar para os seus. Ele girou com seu corpo ainda embrulhou ao redor e caminhou em direção à cama. Loren deixou suas pernas relaxarem quando o colchão cedeu sob seus pesos.
Rourke rolou até se levantar ao lado de seu corpo. Ele apertou-a para trás e sorriu enquanto a luz da lua prateada iluminava seu corpo para ele. Cem diferentes lugares em sua pele imploraram por serem inspecionados. Rourke iria gastar o resto da noite achando cada um deles.
? Agora, vamos fazer amor.


* * * * *

A manhã estava fria. Loren sorriu como seus pensamentos. Ela embrulhou seus dedos de sua caneca de café e saiu ainda mais para a varanda. Metade do que estava faltando.
Ela olhou fixamente para a extremidade que acabara de ser cortada da casa. A sujeira estava inanimada porque não viu luz solar em anos. Os Rangers cortaram a varanda longe e queimaram-na com seu camarada caído.
Ela girou se debruçando acima da grade oposta. Dois sentinelas caminhavam com seus rifles sentados confiantemente em seu aperto. Seus olhos movidos acima dela à medida que eles consideraram
Seus olhos moveram-se sobre ela, por considerarem tudo o que os rodeava. Loren era usada para isso agora. A casa da montanha era muito semelhante a uma base militar. Patrulhas movimentavam-se constantemente sobre as terras. A privacidade disponível apenas dentro da própria casa. O Rangers não entravam na residência.
? Bom dia, senhora.
Loren olhou para as sentinelas enquanto lutava contra o desejo de deixar seu queixo cair. Ambos inclinaram suas cabeças à medida que eles passavam. A cortesia simples era estendida só agora.
Bem, isso disse a ela tudo que precisava saber. Chris se foi. Até sua memória não era mais aterrorizante. O último pedaço de tensão foi para longe quando o sol rastejou acima da floresta.
Um sorriso secreto ergueu seu rosto quando ela considerou Rourke. Ela conseguiu sair da cama neste momento. Nenhum feito pequeno. O homem parecido ter radar interno. Tendo sua caneca com ela, Loren desceu as escadas e ao longo da calçada.
A manhã foi impressionante e ela precisava de um pouco de exercício. Ela teceu na floresta quando ela se encantou com a beleza pura de natureza. As árvores eram espessas. Elas espalhavam seus galhos fora em um pálio que quebrava a luz solar em raios dourados. Eles choveram sobre ela enquanto enchia os pulmões com o aroma fresco de pinho.
Rourke roçou sua mente. Ela deixou um sorriso bastante satisfeito se estender através de seu rosto. Existia o rastro lânguido de orgulho que flutuava entre eles. Olhando em cima, Loren notou que ela iria quase alcançar o topo do cume.
Ela enfiou os pés no chão com a intenção de ir até o topo. Ela olhou para o pico da janela da cozinha o que pareceram horas intermináveis. Hoje, ela estava indo para ficar sobre ele e olhar para baixo para a casa.
As árvores desbastadas quando ela fez os últimos metros. Seus pulmões trabalharam no ar fino da montanha como Loren ergueu os joelhos para cobrir os últimos metros.
Um aperto sólido a arrancou fora de seu passo ao invés. Ela aterrissou contra a parede sólida de músculo e assistiu braços fechar-se ao redor dela como faixas de aço.
? Bom dia, querida.
? Como você me achou?
O silêncio encontrou sua pergunta. Loren trocou, mas Rourke não a libertou. Seu tórax inflou com uma respiração funda quando ele cortou a ligação entre as suas mentes. A rejeição a deixou com raiva quando ela empurrou contra seu aperto.
? Você só tinha que me dizer que não era da minha conta, Campbell. Seus braços libertando Loren quando se recusou a desistir da sua luta. Ela girou o olhar para a máscara de ferro que ele tinha deslizado no lugar. O homem empurrava em seus pensamentos a qualquer hora que ele quisesse, mas se recusava a compartilhar qualquer coisa sobre ele mesmo com ela. Seu temperamento rebelou-se quando Rourke permaneceu a inspecionar com olhos suspeitos.
? Bem, talvez você deva apenas ficar fora da minha cabeça. Eu disse a você antes, eu não banco a estúpida para ninguém. ? Loren esfregou seus braços quando seu temperamento não conseguiu afastar a dor que invadiu seu coração. ? Nem mesmo para você.
Mas era uma mentira. Loren sabia que ela faria papel de idiota para Rourke. Ela ergueu o queixo, virou o rosto irado. Seus olhos cortaram os dela enquanto ele empurrava com muita precisão em seus pensamentos.
? Eu quero dizer isto, Rourke! Não brinquem comigo.
Ela era tão malditamente tentadora. Rourke estava hipnotizado por ela. Loren não apenas entrou em sua vida, ela empurrou-o como um profissional.
? Eu sou um perseguidor psíquico, Loren. Eu posso achar alguém, morto ou vivo, se eu tiver algo dele. Em seu caso, eu posso ligar nossa relação e seguir você em qualquer lugar.
Seu temperamento a abandonou completamente. Ao invés Loren sentiu seu coração inchar de emoção. Rourke nunca compartilhava qualquer coisa pessoal com ela. Ele tomou seu corpo e alma ainda que nunca divulgasse sua vida privada para ela.
Sua mão em forma de concha em seu queixo à medida que ele avançou.
? A empatia é uma habilidade secundária, mas emoções podem ser enganadoras para entender.
? É por isso que eu sinto seus pensamentos às vezes?
? Sim. Eu sou o único membro de minha família que Exército de imediato. Eu comando os homens, mas sou o dispositivo também.
Rourke soltou seu queixo quando apertou seus punhos com raiva. Ele nunca se sentiu tão preso em sua vida inteira.
? Loren, eu não existo. Você pode entender isto? Eu não posso pedir-lhe para ser minha namorada, e Deus me ajude, eu estou torcendo para que você esteja grávida porque então eu posso prender você aqui comigo.
Rourke assistiu seu rosto à medida que ele falava. Suas palavras eram duras e ele sabia isto. A melhor coisa que podia fazer era fazê-la detestá-lo. Loren tinha uma vida que ela esculpiu fora de chances insuperáveis e ele não tinha o direito de pô-la em uma cadeia que não voltaria atrás em seu mundo.
? Eu não posso deixar esta vida, Loren. Meu mundo tragará o seu sem uma única vacilação. Pode ter já custado sua vida.
? Eu não vou ficar doente. A culpa em seu rosto a deixava louca. Loren sentiu raiva real subir por sua garganta. O destino tinha que pensar de outra forma se achava que qualquer força no cosmo ficaria eles. O amor não conhecia limites!
Suas emoções zipado para a direita através do ar e Rourke na frente de Loren até pensou em questionar a palavra amor. Estava simplesmente lá. Não existia outra palavra para usar e ela de modo algum iria achar um substituto. As sobrancelhas Rourke cruzamento tentando compreender os sentimentos dela, mas ela sentiu a procura dela no laço apertado que eles sempre quiseram um do outro.
? Eu não ficarei doente, Rourke. Esta não é a primeira vez que eu fui coberto com sangue infetado.
? Existe um inferno de uma diferença, Loren, e você sabe isto.
? Não tão convincente para me manter à distância, por isso não pode ser tão ruim assim.
Ele caminhou em direção a ela e capturou seu corpo contra o seu próprio. Loren deitou suas mãos em seu tórax quando sua boca foi completamente capturada em um beijo profundo.
? Nada vai me manter longe de você, querida, nem mesmo a morte.
Ele rosnou suas palavras quando Loren sentiu seu sangue começar a correr por suas veias. Ela deslizou suas mãos ao redor de seu pescoço quando seu pênis começou a endurecer contra seu estômago.
? Então eu acho que você tem uma semana para trabalhar naquele plano.
Rourke apertou seu abraço enquanto ela se rendia completamente para seu corpo. Nenhuma sugestão de luta permaneceu em seus pensamentos. Ao invés ela suavemente se esfregou contra seu corpo e levantou seus olhos para examinar o seu com expectativa.
? Que plano é este?
? Engravidar me. Seus quadris giraram e esfregaram a protuberância de seu sexo inchado. ? Você poderia querer trabalhar em aumentar as chances.
Ele a libertou, fazendo-a franzir a testa. Loren tentou conter sua decepção, mas o estrondo fundo de diversão de Rourke a fez levantar seus olhos para examinar seu rosto. O desejo quente de seus olhos quando ele abriu sua camisa. Os olhos dela caíram no tórax que ele revelou. Ele inclinou-se para lançar a camisa aberta no chão.
Subindo de volta, suas mãos trabalharam rápido em sua própria camisa. Aquele artigo de vestuário estava deitado abaixo fazendo um lugar maior. Rubor aqueceu seu rosto quando ela o considerou querendo fazer amor ali mesmo. Ela se sentiu terrivelmente exposta. Loren virou sua cabeça em ambas as direções quando ela tentou se assegurar que eles estavam sozinhos.
Rourke riu novamente quando pegou seu queixo com mão.
? Eu disse a você, querida, eu não me importo com quem nos observa.
Era uma declaração arrogante. Primitiva ao extremo, mas inundou a barriga dela de calor. Rourke tinha a intenção marcar sua reivindicação nela.
? Desenganche este maldito sutiã. Eu odeio esta coisa.
Loren chegou para os ganchos, ela olhou para a calça que ele usava.
? Desculpe, querida, eu posso ser pego com minha calça abaixada, mas não fora dela.
A declaração era uma lembrança da realidade de sua vida. Loren livrou seus seios quando suas mãos acharam seu cós e puxou a calça de moletom para baixo por suas pernas.
Ela se sentiu esquisitamente vulnerável completamente nua. A luz do sol escorria para mostrar cada centímetro atrás de seu corpo para ele. Suas mãos a ergueram fora de seus pés quando ele a ajustou em posição em sua roupa espalhada.
? Deus, eu amo seus seios. Seus olhos estavam focados nos globos gêmeos à medida que ele imergiu até chupar um mamilo em sua boca. Loren ofegou com o prazer estourando ao longo de seu corpo em resposta. Sua pele corou quando sua língua circulou a ponta do mamilo enquanto ele continuou a chupar. Uma mão suavemente agarrou seu outro seio e Loren sentiu sua passagem umedecer para ele.
O cheiro da floresta a atingiu com intensamente excitante. O odor lânguido da água no chão que ela tocou alguma necessidade profundamente enraizada de fazer parte do ciclo da natureza..
Seus lábios deixaram seu mamilo e procuraram pelo oposto. Loren gemeu quando sentiu as dobras de seu sexo inchadas. Ela deixou cair as pernas abertas, pois de repente ela precisava deixar as dobras delicadas abertas.
? Jesus, você cheira tão quente.
Rourke olhou em seus olhos quando clamou uma respiração profunda. Suas narinas ligeiramente chamejando enquanto Loren sentia os fluidos em suas paredes correm por sua passagem. Seus dedos suavemente esfregando o comprimento de seu sexo quando ele cheirou o ar novamente.
Ele não era um animal. Rourke apertou os dentes firmemente quando seu perfume fez seu corpo uivar de necessidade. Toda vez que ele sentia seu perfume, uma necessidade primitiva rugia por seu cérebro até que ele era reduzido para nada mais do que o desejo de tomá-la.
O fluido espesso de seu corpo cobriu seus dedos enquanto ela freneticamente chegava à braguilha. Rourke gemeu quando ela livrou seu sexo e embrulhou seus dedos ao redor de seu comprimento.
? Ah inferno, Loren, eu não consigo ir mais devagar.
Revertendo, Rourke capturado seus quadris e trouxe o seu corpo. Loren engasgou com prazer, como a ponta de sua equipe sondou a abertura de sua passagem. Loren ofegou com prazer quando a ponta de seu pênis sondou a abertura de sua passagem. Ela deixou suas coxas se acomodarem de ambos os lados de seu corpo enquanto sua mão baixava para o dele. O corpo dela deu boas vindas a punhalada dura de carne antes de ele a erguer e a abaixar novamente.
Ela pegou o ritmo dele. Rourke gemeu quando ela usou as coxas para montá-lo.
Seu corpo estava quente e molhado, ela se levantou e caiu. Ele agarrou seus seios quando os globos redondos saltaram com seus movimentos. Sua pele ficou corada pelo pico do clímax que caiu sobre ela. Rourke alcançou adiante para esfregar seu pequeno broto enquanto resistia em seu corpo.
Loren não pensou que ela sobreviveria. Seu corpo estava muito apertado. Estalou em uma onda de prazer tão profundo que fez seu útero contrair. Ela realmente sentiu as paredes de passagem apertarem ao redor daquela carne dura enterrada dentro dela. Uma série de fluido quente atirou em seu corpo fazendo uma segunda onda de prazer contrai ao redor de seu pênis.
Ela desmoronou sobre seu tórax. Rourke alisou sua pele, tentando absorva o último segundo de contato com ela. A separação foi perseguindo-os como um predador faminto. Abatendo seus minutos juntos um por um. Loren rendeu a tudo. Loren tinha rendido tudo. Deve ter-lhe satisfeito. Em vez disso Rourke encarou a realidade e amaldiçoou.


CAPÍTULO QUATORZE


Uma semana mais tarde, Loren despertou para as aeronaves que chegavam.
As paredes da casa realmente agitaram. Loren abriu seus olhos quando Rourke alisou seu rosto uma última vez. Ela estava envolto em seu peito nu. Erguendo a cabeça, olhou em seus olhos. Sombras escuras traiam o fato de que ele não tinha dormido muito.
O início da luz noturna filtrada através das cortinas das janelas que sacudiram violentamente mais uma vez.
? Aqui vem as tropas.
Sua roupa caiu sobre seu corpo nu quando Loren trouxe seus olhos para Rourke.
Seu rosto estava mortalmente sério quando ele vestiu seu uniforme de forma eficiente. Seus movimentos eram mais nítidos.
Chutando suas pernas acima da extremidade da cama, Loren seguido seu exemplo. O barulho vinha da frente da casa e disse a ela que eles tinham companhia e que a ampulheta havia secado. Ela manteve a palavra e não desenvolveu até mesmo a sugestão de um sintoma de Floresta de Tai.
Sua quarentena estava terminada.
Rourke a pegou contra seu corpo. Sua boca capturou a dela em um profundo que permaneceu mesmo depois que ele se afastou.
? Concluir vestir e saia. É hora de amarrar os detalhes.
Ainda lutando com seu sutiã, Loren não olhou para cima até que Rourke partiu. Ela franziu o cenho para o quarto vazio e agarrou sua camisa. O homem se transformou de amante em Major em um segundo. A semana que eles gastaram na cama evaporou com o sol da manhã.
O corredor estava cheio de sons a partir dos rotores múltiplos dos helicópteros. Loren seguiu o barulho até que ela estava no batente da porta da frente. Tecnicamente, ela ainda estava na casa. A unidade de frente agora contava três helicópteros adicionais.
Os homens que desceram das aeronaves estavam todo vestindo de verde e marrom, uniforme de serviço. Era como se ela tivesse pisado em um filme de ação. Sua camiseta branca foi a brilhante exceção para o código de vestimenta militar.
Rourke levantou a cabeça para focar os olhos nela. O homem em frente a ele se virou para olhar o seu também.
Rourke era um homem grande. Seu companheiro era um gigante. Seus olhos focaram nela antes dele virar-se para caminhar em sua direção.
? Lavander Rain Loren?
? Sim. Deus, ela odiava o seu nome! Loren olhou através do homem por um momento quando o pai dela desceu de uma das aeronaves.
As insígnias pequenas presas no colarinho do gigante disseram que ele era um Coronel-General. O grau mais alto que um Coronel obteve antes de conseguir sua primeira estrela. Era uma realização que a maioria dos oficiais nunca conseguiria alcançar.
Deixando seus olhos viajarem acima da coleção de helicópteros secretos e homens armados, Loren decidiu que achar um homem aqui com este grau não era realmente tão assombroso. Adicione a palavra psíquica e ela sentiu um calafrio agitar sua espinha. O grande segredo poderia ser usado em um filme moderno, mas isto era a coisa real.
Aquele calafrio deixou uma picada atrás de em seu cérebro. Loren considerou o sentimento quando ela procurou por Rourke. Ninguém tocava sua mente com exceção dele.
Ao invés ela examinou outro par de olhos verde esmeralda. Estes não pertenciam a outro irmão. Loren se achou olhando fixamente para uma mulher que era menor do que ela.
O cabelo preto carvão estava preso em cima de sua cabeça. Ela estava inspecionando Loren com aqueles olhos exatamente como Rourke fazia, apenas ficou claro que ela tinha uma vasta experiência na arte.
Os cantos de sua boca se ergueram quando Loren sentiu ela liberar sua mente.
Rourke passou sobre a varanda para oferecer à mulher um abraço. Loren não pôde deixar de sorrir. Ela era metade do tamanho do seu filho, porém, ficou muito claro que esta era a mulher responsável pelo homem que ele era. Ela a abraçou o filho com claro contentamento.
Um homem avançou e esperou por sua virada. Ele era o único a não vestir uniformes militares. O uniforme caqui declarou que ele do departamento do xerife local. Seu rosto disse a Loren que este era pai o de Rourke.
O homem desceu os degraus para se juntar ao grupo de militares. Loren sentiu o seu estado civil, ela ficou na varanda incerta sobre o que estava acontecendo.
Ninguém se ofereceu para esclarecê-la, ninguém. Existia uma linha clara a separando da atividade atual.
E Rourke foi embora com seus homens.
? Eu sou Grace Campbell.
Loren virou e sorriu para a primeira mulher que tinha visto em quase um mês, embora a mãe de Rourke não estava, certamente, na mesma categoria, como qualquer mulher como Loren sabia. Havia uma facilidade que ela demonstrava em torno da precisão militar que as rodeava. Ela fazia parte do grupo que excluía Loren.
? Grace! O coronel Jacobs apontou sua voz até a varanda, fazendo Grace a agitar a cabeça.
? Nós fomos chamadas.
? Eu acho que seria melhor nós irmos então.
Grace não concordava, mas manteve a boca fechada. Seu filho era teimoso e ela não queria fazer parte disto, mas as emoções freqüentemente desestabilizavam o mais básico das pessoas. Quando o amor chegava, mesmo o mais prático dos seres humanos reagia com incredibilidade.
Grace considerou Rourke por um momento, e pensou que seu filho era muito parecido com o pai. Brice Campbell já havia declarado que ela nunca iria fugir dele e Grace decidiu que Loren que iria descobrir esta faceta da personalidade Campbell... de primeira mão.
Todo mundo estava entrando na aeronave. Loren seguiu Grace quando a mulher caminhou diretamente para um dos Panthers e subiu a bordo. Um Ranger segurou a porta traseira aberta para Loren, deixando-a irritada. Ela sabia como entrar em um helicóptero sozinha!
Ela deixa seu temperamento subir quando a aeronave saiu do chão. Loren abraçou o calor de seu temperamento porque caso contrário ela só poderia lembrar que Rourke embarcou em um helicóptero diferente.
A aeronave preta subiu acima da casa onde ela tinha aprendido muito, antes que circulasse em torno e ao redor para enfrentar o composto. Duas trilhas de fumaça iam em direção a casa antes que a estrutura explodisse em uma bola de fogo. Chamas dispararam para o ar da manhã quando outra rodada de mísseis foi disparada contra ele.
Loren tapou sua boca quando ela assistiu a destruição completa da última coisa que podia lembrar a ela que Rourke Campbell realmente existiu.
O piloto virou a aeronave para longe do fogo. Loren sentiu emoções escorrerem enquanto as montanhas deram lugar aos subúrbios dos limites da cidade. Eles pousaram em um aeroporto de cidade pequena, onde o xerife do departamento local se encarregou de colocá-la em um avião comercial.
Toby não a acompanhou no vôo de volta para o sul da Califórnia. Em vez disso Loren olhou para a carta que o filho tinha escrito para ela. O Dr. Jasper tinha decidido que era hora de seu filho expandir sua mente na MIT.
Foi melhor assim. Loren dobrou a carta e reforçou a sua determinação. Ela sempre soube que tinha que acabar... e por fim tinha.


CAPÍTULO QUINZE


? Sabe, para um homem que acabou de enganar morte. Você parece olhar descontente para o resultado.
Rourke lançou uma madeira enegrecida em uma pilha crescente antes de rosnar para Clay.
? Cale a boca.
O Clay riu ao invés.
? Clay, pare de ser chato.
Jared Campbell surgiu ao lado de Rourke inspecionando o que restou da casa. A fumaça ainda subia do esqueleto enegrecido. Rourke ergueu uma sobrancelha quando ele notou que Jared estava vestindo um conjunto velho de uniforme de serviço. Um par de luvas de trabalho que estava meio escondido na cintura.
? Você planeja ajudar este idiota? Clay olhou para a bagunça que o fogo tinha deixado e depois se voltando para seus irmãos. ? Você dois não pode esperar pelo menos que esfrie completamente?
? Não. Rourke voltou para trabalhar. A loucura estava quente nele e ele precisava do trabalho para ajudar a superar isso. Havia uma caverna vazia no centro do peito que estava prestes a matá-lo.
? Certo, deixe-me pegar algum equipamento.
? Meus homens estarão aqui em vinte minutos com ele. Jared arrancou as luvas e se juntou a Rourke para começarem a quebrar alguns dos encanamentos restantes. Tudo tinha que cair antes que a construção de um novo lar pudesse começar.
Rourke considerado o olhar Jared lhe deu. Um sorriso ergueu o canto da boca como Jared levantou a sobrancelha mais alta.
? Você estava certo, é muito intenso.
Jared rido em um estrondo baixo quando Clay juntou-se ao trabalho.
? O que é intenso?
Rourke girou olhar para seu irmão mais jovem.
? Você saberá quando você se chocar com aquela filha do pastor.
? Vamos deixar uma coisa bem clara me hermanos... Devido ao bom exemplo que vocês dois bobos me mostraram, eu nunca vou me apaixonar.
? Qual é o problema com o amor?
Brice Campbell colocou uma luva do trabalho sobre sua própria mão quando a montanha foi inundada por todos os homens preparados para ajudar seu camarada.
Rourke assistiu Clay rolar seus olhos quando seu pai deu-lhe a sobrancelha levantada da autoridade. O amor era esmagador. Foi como cavar uma trincheira em sua mente quando ele procurou o toque suave que Loren tinha compartilhado apenas um dia atrás.
O amor era o medo angustiante de que ela estaria feliz de volta em sua vida.
O amor era realmente intenso!


* * * * *

Apta para o trabalho.
Uma frase tão simples. Loren arrastado seus passos enquanto ela fazia seu caminho em direção ao laboratório do centro médico. Não existia nada familiar sobre o assunto. Não deve ter sido. Um exame de rotina em sua profissão de alto risco. Exames de sangue de um evento mensal.
De repente, ela sentiu como um estranho nos corredores familiares. O azulejo branco do corredor do hospital era tão plano. A solidão embrulhou ao redor dela quando o silêncio encheu suas orelhas. Rourke Campbell enchia todo segundo do dia.
Erguendo seu queixo, ela sorriu. Não existia nenhum remorso. Ela deixaria as memórias de lado e as apreciaria uma de cada vez todas as noite de sua vida.
O laboratório foi eficiente e entregou seus resultados. Loren verificados os números antes de ela sentiu seu coração saltar novamente. Negativo. Ela estava apta para o serviço.
Ela não estava grávida. Com aquele teste de sangue simples, morreu a última esperança que ela tinha de ver Rourke novamente.
? Bem-vindo de volta, Loren, faltou você.
? Obrigado.
? O capitão já tem encomendas para você.
? É mesmo? Loren sorriu para Cammy, a enfermeira sênior do laboratório, antes de se virar em direção ao vestiário. Ordens soavam grandes. Tendo estado de folga por um mês, sua posição tinha sido preenchida no horário de vôo. Levaria outro par de semanas para girar suas costas. Existia uma lista de espera de quilômetros ansiando por sua posição no helicóptero, mas ela a buscaria de volta.
Enquanto isso, Loren temia que ela seria delegada ao dever de emergência.
Ficar presa no hospital era penoso demais. Sim, as ordens soaram muito bem! Mesmo fazendo escola primária de programas de sensibilização contra incêndios venceria o ER. Esse era um trabalho que eles enfiavam os novos técnicos de emergência médica para eles ganharem experiência em um lugar onde houvesse alguém para tomar qualquer folga que possa vir.
Ela girou em direção a seu armário. Loren abotoou seu uniforme e ajustou o distintivo antes de fazer seu caminho para o escritório do Capitão. O novo bombeiro preso no cargo de secretária sorriu enquanto seu rosto estava embriagado com o tédio. O escritório tinha que ser provido por pessoal do corpo de bombeiros. Caso contrário, eles não tinham a menor idéia de como lidar com o trabalho. O jovem de plantão estava claramente contando os dias para acabar e poder retornar ao quartel.
? Loren, elaboração de relatórios para o serviço.
Um envelope amarelo foi entregue. Loren sentiu um sorriso verdadeiro levantar sua boca enquanto ela quebrava o selo. Se as ordens eram fechadas, a tarefa prometia ser algo que valesse a pena se manter quieta.
O rosto dela caiu um segundo depois. Loren sentiu congelar o sangue em suas veias enquanto tentava absorver as três linhas impressas no papel.
? Loren! Consiga seu rabo em meu escritório!
? Sim, senhor.
Ela caminhou enquanto ainda tentava entender suas ordens.
? Quem no inferno é o xerife Brice Campbell afinal? O capitão Murray bate no topo de sua escrivaninha enquanto ele olhava para ela. ? Ele tem uma força do inferno para roubar um dos meus médicos de vôo.
Murray chutou a cadeira para trás e apontou o dedo para ela.
? Bem, você não tem que ir. Basta dizer uma palavra e eu vou chamar o fedorento do governador e dizer-lhe para ir para o inferno. Maldição! O governador pensa que ele pode designar você somente porque algum xerife de Washington quer um médico top de linha em vôo médico... Bem, ele pode achar um outro!
Loren não disse uma palavra. Ao invés ela sentiu seu corpo acender de calor. Em sua mão estava o ingresso para se juntar a Rourke... se ela tivesse a coragem para fazer isto.
? Com licença senhor, mas o helicóptero está no telhado, procurando por ela.
O bombeiro jovem curvou-se porta afora quando o Capitão Murray explodiu.
? Eles podem apodrecer lá em cima! Murray sacudiu o dedo novamente. ? As ordens do todo poderoso governador são difíceis de desobedecer... mas você me chama e eu acharei um caminho para conseguir você de volta.
? Ei, Cap, não se preocupe tanto. Vou lidar com isso.
Murray concordou enquanto resmungava sobre outros lhe dizendo como executar o seu serviço. Loren girou e enfrentou as portas de elevador. Na frente dela havia uma decisão muito grande para tomar. Se Rourke não poderia admitir amá-la, ela não podia ficar esperando por ele. A vida era muito curta para ser desperdiçada vivendo-se pela metade. Loren queria tudo ou nada.
Ela saiu do elevador para o barulho de um helicóptero na plataforma de desembarque. Seu corpo caiu entrando na memória, mas ela piscou os olhos quando viu o Panther sentado no bloco.
O piloto cortou o rotor quando Rourke saltou para o chão. Seu corpo estava ainda era a coisa mais surpreendente que ela já tinha posto os olhos. Força irradiando dele, a fazendo sorrir.
Ele parou e olhou para ela. Seus olhos eram escondidos atrás dos óculos quando ele enganchou suas mãos em seu cinto. Ele arrancou os óculos fora de antes de conversar transpor o último passo entre eles.
? Eu odeio esse uniforme sobre você.
Ele sorriu para ela como um menino, mesmo quando seus olhos voltaram a seu emblema e afiadas em fendas. Loren sentiu as emoções surgem a frente. Mas ela segurou-os firmemente dentro dela. Rourke nunca foi um homem de deixar pontas soltas.
? Eu não estou grávida.
? Você gostaria de estar?
Loren ofegou. Sua voz ofereceu uma tentação tão tentadora, ainda tão realista. Seus olhos assistindo os dela com a nitidez de uma navalha, que ela conhecia tão bem. Ele ofereceu a sua mão virada para cima.
? Meu pai é muito animado em ter um real paramédico de plantão. Benton é tão remota, que ninguém quer o trabalho. Mas nós temos a necessidade de um serviço moderno. Ele grunhiu e ofereceu a sua mão mais próxima. ? Mas eu tenho uma condição.
? Isso seria?
? Você tem que me fazer um homem honrado.
? Você está me pedindo para casar com você? - Loren sussurrou as palavras. Sua esperança cresceu com cada palavra deixou seus lábios. O rosto de Rourke caiu em uma máscara sólida à medida que ele alcançou adiante e pegou seu queixo.
? Eu estou pedindo para você entrar naquele helicóptero e seguir para casa. Deixar o posto que você trabalha para trás e juntar-se a um corpo de bombeiros de cidade pequena. Mover para a casa de meu irmão porque a minha queimou até o chão. - Seus dedos apertaram a mandíbula dela quando sua voz mergulhou em um rosnado baixo. ? Eu estou pedindo a você para me deixar passar o resto da minha vida amando você. Para dar uma chance a um casamento com um homem que é exigente e teimoso, mas que ama você mais do que ele pode dizer.
Lágrimas queimaram seus olhos. Loren tentou forçar até uma única palavra fora de sua garganta, ao invés ela simplesmente sorriu. Irradiava alegria através de seu corpo que perseguindo qualquer dúvida que pudesse estar em suas memórias mais distantes.
A vida não era justa e o amor não era previsível. Atingia sem aviso prévio.
Transformando vidas e fundindo almas.
? Mostre para mim o caminho para o pastor... homem forte.
Fim




 

 

  


 

SÉRIE DREAM 04

ENTREGANDO-SE AO SONHO

 

 

 

DISPONIBILIZAÇÃO:SORYU

 TRADUÇÃO E REVISÃO INICIAL: SORYU

SEGUNDA REVISÃO: MILLA

REVISÃO FINAL: MILLA

FORMATAÇÃO: EVÂNIA AMORIM

 

 

Série Dream

 1 – Sonho sombrio – Distribuído RS & RTS

http://www.4shared.com/document/KXqxBCFd/Sonhos_sombrios__RS__RTS_.html

2 – Espectro do sonho - Distribuído RS & RTS

http://www.4shared.com/document/lXIPfKH9/Srie_Dream_2__Espectro_do_sonh.html

3 – Pagando a dívida – Distribuído RS & RTS

http://www.4shared.com/document/4EArx5Xr/Pagando_a_divida__Rev_RS__RTS_.html

4 – Entregando-se ao sonho – Distribuído

http://www.4shared.com/document/uWOWnBXT/4_-__Entregando-se_ao_Sonho__R.html

5 - Dream Seduction - Sonho Sedutor – Sem data prevista de lançamento pela autora

RESUMO 

 

 Em uma noite enluarada. Dois estranhos são envoltos por uma atração ardente que resulta em um beijo arrasador. Rourke Campbell aposta com todas as suas habilidades psíquicas que aquela mulher em seus braços é a mulher de seus sonhos. O Problema, é que ele é um soldado psíquico, casado com o Exército e ela é casada com outro homem. Um beijo roubado é tudo o que eles podiam ter... Mas o destino é o rei do mundo. Quando um dos homens de Rourke adoece com suspeita de Ebola Tai Floresta, um simples beijo tem o poder de transformar a vida de Rourke e Loren , obrigando-os a viverem juntos em quarentena em uma montanha. Mas o relógio nunca para, Loren se vê no dilema de render-se ou não a paixão fulminante que sente por Rourke. Quando seu ex-marido é assassinado, o bloqueio final é removido. Exceto a ameaça da contaminação com a doença, ou um coração partido. De qualquer maneira, ela já perdeu. Rourke está determinado a fazê-la sua, mesmo que tenha que usar seu arsenal psíquico e sensual para seduzi-la. Mas o destino esta sempre mudando as regras do jogo...

 

 

NOTA DA REVISORA SORYU:

 

Esse era para ser o livro, ERA. Não que o livro seja ruim, mas não se compara aos outros. Falta a magia, a emoção, e o carisma dos outros personagens. Embora a Mary Wine tente copiar a receita de bolo dos outros livros, não funcionou. Faltou a Loren, a inteligência e o charme da Roshelle, a competência e a inocência da Grace. Não que ela seja uma má pessoa, mas ela não tem o perfil para ser a mocinha desse romance. Mas no final eu não entendi o que a Mary Wine quis dizer com esse romance, muitas indagações do segundo livros ficaram em aberto, não entendi a necessidade de certos personagens como o Toby. Uma salada de fruta na cabeça do leitor, e a sensação que a Mary não escreveu esse livro.

O livro melhora do meio para o fim. Com cenas de ação, romance e aventura e bastante sexo! Mesmo a Mary Wine forçando o relacionamento entre os protagonistas, e contando algumas historias absurdas. Muitas situações prendem o leitor.

Não é um clássico, longe disso, mas chega ser uma leitura interessante, para aqueles que acompanham a Saga! 

 

    

Link do e-book em doc.

http://www.4shared.com/document/uWOWnBXT/4_-__Entregando-se_ao_Sonho__R.html

Link do e-book em txt.

http://www.4shared.com/document/BC-ZOmIe/4_-__Entregando-se_ao_Sonho.html

Link do Grupo   

http://br.groups. yahoo.com/ group/Amo_ Romances_ HOT 

Link do Blog Pegasus Lançamentos 

http://pegasuslancamentos.blogspot.com

Link da Lista de Revisão 

https://spreadsheet s.google. com/ccc?key= 0AgtwrWSDY_ IedGhMVC 05ZHQybUNpSWo5dUpNU XpZX0 E&hl=pt_BR

 

 

Photobucket


 

http://br.group.yahoo.com/group/Pegasus_Lancamentos

 

 Quem quiser ajudar com tradução, revisão, formatação ou banners, basta clicar acima.

  

 

0 comentários:

Postar um comentário

Vida de bombeiro Recipes Informatica Humor Jokes Mensagens Curiosity Saude Video Games Car Blog Animals Diario das Mensagens Eletronica Rei Jesus News Noticias da TV Artesanato Esportes Noticias Atuais Games Pets Career Religion Recreation Business Education Autos Academics Style Television Programming Motosport Humor News The Games Home Downs World News Internet Car Design Entertaimment Celebrities 1001 Games Doctor Pets Net Downs World Enter Jesus Variedade Mensagensr Android Rub Letras Dialogue cosmetics Genexus Car net Só Humor Curiosity Gifs Medical Female American Health Madeira Designer PPS Divertidas Estate Travel Estate Writing Computer Matilde Ocultos Matilde futebolcomnoticias girassol lettheworldturn topdigitalnet Bem amado enjohnny produceideas foodasticos cronicasdoimaginario downloadsdegraca compactandoletras newcuriosidades blogdoarmario arrozinhoii