Quatro velas estavam a queimar calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam.
A primeira disse:
- Eu sou a Paz!
Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me,
acho que vou apagar.
E diminuindo devagarinho,
apagou totalmente.
A segunda disse:
- Eu me chamo Fé!
Infelizmente sou muito supér-flua.
As pessoas não querem saber de Deus.
Não faz sentido continuar a queimar.
Ao terminar a sua fala,
um vento levemente bateu sobre ela,
e esta, se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor!
Não tenho mais forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado,
só conseguem ver-se, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam.
E sem esperar, apagou-se.
De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficarem acesas até o fim.
Dizendo isso, começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenhas medo criança,
enquanto eu queimar, podemos acender as outras velas,
eu sou a Esperança!
A criança com os olhos brilhantes agarrou a vela que restava e acendeu
todas as outras!"
QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE NÓS...
--
Regina Equileprote
Um povo calado será sempr enganado
Magnificent
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