Bendita é a dor que nos faz atravessar
a ponte da indiferença;
aquela que nos torna próximos uns dos outros.
Vivemos tão para nós mesmos,
para o nosso mundo,
para os nossos interesses,
que nos esquecemos com freqüência
dos que estão ao nosso redor,
pelo menos do que eles vivem.
É quando surgem as dificuldades
que muitas vezes acordamos,
e abrimos os nossos olhos.
Nunca estamos tão próximos da nossa família
do que quando aparecem problemas,
ou quando há uma maladia.
Nunca abraçamos tanto e com tanta freqüência,
nunca seguramos tanto as mãos,
nunca olhamos tanto nos olhos,
nunca sentimos tanto,
que, quando derramamos lágrimas juntos,
esperamos juntos,
oramos juntos...
Pode-se esquecer risos compartilhados,
mas nunca se esquece lágrimas compartilhadas;
estas, ficarão gravadas para sempre na nossa alma,
no nosso coração.
Muitas vezes quando nos sentimos distantes,
algo acontece de trágico.
Então voltamos,
nos encontramos,
falamos,
até revivemos coisas que estavam bem esquecidas
num cantinho empoeirado do nosso ser.
Pode parecer estranho,
mas uma perda é muitas vezes um ganho.
Ganhamos em humanidade,
em fraternidade.
Como se fosse sempre necessário
um sacrifício para uma libertação.
A dor nos torna humildes,
nos vemos pequenos e indefesos,
nos reconhecemos impotentes diante de forças
que não podemos controlar.
Geralmente nesses momentos,
a família ora em uníssono.
Seríamos nós,
cristãos unidos,
se não estivéssemos ligados à cruz e sofrimento de Cristo?
Morre a semente e nasce a planta;
a planta se dá e nasce a flor;
a flor se dá para que uma outra possa ver o dia...
e assim sucessivamente.
a ponte da indiferença;
aquela que nos torna próximos uns dos outros.
Vivemos tão para nós mesmos,
para o nosso mundo,
para os nossos interesses,
que nos esquecemos com freqüência
dos que estão ao nosso redor,
pelo menos do que eles vivem.
É quando surgem as dificuldades
que muitas vezes acordamos,
e abrimos os nossos olhos.
Nunca estamos tão próximos da nossa família
do que quando aparecem problemas,
ou quando há uma maladia.
Nunca abraçamos tanto e com tanta freqüência,
nunca seguramos tanto as mãos,
nunca olhamos tanto nos olhos,
nunca sentimos tanto,
que, quando derramamos lágrimas juntos,
esperamos juntos,
oramos juntos...
Pode-se esquecer risos compartilhados,
mas nunca se esquece lágrimas compartilhadas;
estas, ficarão gravadas para sempre na nossa alma,
no nosso coração.
Muitas vezes quando nos sentimos distantes,
algo acontece de trágico.
Então voltamos,
nos encontramos,
falamos,
até revivemos coisas que estavam bem esquecidas
num cantinho empoeirado do nosso ser.
Pode parecer estranho,
mas uma perda é muitas vezes um ganho.
Ganhamos em humanidade,
em fraternidade.
Como se fosse sempre necessário
um sacrifício para uma libertação.
A dor nos torna humildes,
nos vemos pequenos e indefesos,
nos reconhecemos impotentes diante de forças
que não podemos controlar.
Geralmente nesses momentos,
a família ora em uníssono.
Seríamos nós,
cristãos unidos,
se não estivéssemos ligados à cruz e sofrimento de Cristo?
Morre a semente e nasce a planta;
a planta se dá e nasce a flor;
a flor se dá para que uma outra possa ver o dia...
e assim sucessivamente.
Às vezes é necessário ver a perda de um ser querido
para que possamos reencontrarmo-nos no nosso meio,
entre os nossos
para que possamos reencontrarmo-nos no nosso meio,
entre os nossos
Agripina Ramos
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