A Dieta do Tipo Sanguineo - Dr. Peter J. D´Adamo
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Não há modo de vida ou dieta certos ou errados; o que há são escolhas certas ou erradas baseadas em nosso código genético individual.
Talvez a única regra verdadeira para a combinação de alimentos seja evitar comer proteína animal com grandes quantidades de amidos.
A chave para o significado do tipo sangüíneo pode ser encontrada na história da evolução humana: o tipo O é o mais antigo; o tipo A evoluiu com a sociedade agrária; o tipo B surgiu quando os humanos migraram para o norte, penetrando em territórios mais frios e sombrios e o tipo AB é uma adaptação moderna, resultado da miscigenação de grupos diferentes.
Essa evolução relaciona-se diretamente com as necessidades nutricionais de cada tipo de sangue atual, pois quando os humanos migraram, adaptaram sua dieta às novas condições, o que provocou adaptações no aparelho digestivo e no sistema imunológico.
Essa evolução relaciona-se diretamente com as necessidades nutricionais de cada tipo de sangue atual, pois quando os humanos migraram, adaptaram sua dieta às novas condições, o que provocou adaptações no aparelho digestivo e no sistema imunológico.
Lectinas são enzimas encontradas em alimentos de origem animal (ovos) e vegetal (soja), com propriedades estimulantes do sistema imunológico e do metabolismo. Muitas pessoas com artrite sentem que evitar solanáceas como batata, berinjela e tomate as faz melhorar.
É que a maioria das solanáceas tem alto teor de lectina.
As disfunções relacionadas ao estresse causam de 50 a 80% de todas as enfermidades da vida moderna.
Aos 72 anos os rins funcionam com apenas 25% de sua capacidade. A diferença entre um cérebro idoso e um jovem é que no idoso muitos elementos dos neurônios se emaranharam.
Quando envelhecemos, temos maior dificuldade de absorver e metabolizar nutrientes.
Todas as drogas são venenos. As boas drogas são venenos seletivos.
Os antibióticos basicamente cortam a reação imunológica: a responsabilidade de lutar contra a infecção passa do corpo para o remédio. Eles apenas diminuem o nível de infecção.
Se precisar tomar, tome também bromelina, encontrada no abacaxi. O extrato de calêndula é usado para cicatrizar cortes e mantê-los limpos.
A erva collinsonia (raiz de pedra) ajuda a tratar a sinusite.
Somente 3% do álcool consumido passa pelo corpo e é eliminado.
O restante é metabolizado pelo fígado e processado no estômago e no intestino delgado. O óleo de coco é rico em gordura saturada, que pode prejudicar o sistema cardiovascular.
O azeite de oliva tem demonstrado ser a mais tolerada e benéfica das gorduras.
Uma dieta rica em gordura, combinada com o fumo e o consumo de álcool cria o ambiente ideal para os cânceres do aparelho digestivo.
Já o câncer de pulmão é causado, em todos os tipos de sangue, basicamente pelo fumo.
CLASSIFICAÇÃO RACIAL BASEADA NO TIPO SANGÜÍNEO (Laurance Snyder, 1929):
TIPO EUROPEU (alemães, belgas, escoceses, franceses, ingleses e italianos): alta freqüência do tipo A, baixa de tipo B.
TIPO INTERMEDIÁRIO (árabes, armênios, finlandeses, judeus espanhóis, lituanos e russos):
espécie de miscigenação entre europeus ocidentais (alta incidência de tipo A) e centrais (alta de tipo B). Incidência maior de tipo O, no total.
TIPO HUNANO (coreanos, chineses meridionais, húngaros, japoneses, judeus romenos, poloneses, romenos e ucranianos): alta incidência de tipo A.
TIPO INDOMANCHURIANO (chineses setentrionais, ciganos, indianos e manchus): alta incidência de tipo B.
TIPO AFRO-MALASIANO (africanos, javaneses, marroquinos e sumatras): incidência moderadamente alta dos tipos A e B e normal do tipo O.
TIPO PACÍFICO-AMERICANO (esquimós, filipinos, índios norte e sulamericanos): altíssima incidência do tipo O, pequena do A e quase ausência do B.
TIPO AUSTRALISIANO (aborígenes australianos): alta incidência dos tipos A e O e quase nula do tipo B.
OUTRA CLASSIFICAÇÃO RACIAL (William Boyd, 1950):
GRUPO EUROPEU PRIMITIVO (bascos): alta incidência de tipo O e quase nula de tipo B. 30% de Rh-.
GRUPO EUROPEU (caucasóide): alta incidência do subtipo A2 e Rh-.
GRUPO AFRICANO (negros): relativamente alta incidência do subtipo A2 e tipo B. Moderada freqüência de Rh-.
GRUPO ASIÁTICO (mongol): alta freqüência do ripo B e muito baixa do subtipo A2 e Rh-.
GRUPO ÍNDIO AMERICANO: muito alta incidência do tipo O e muito baixa dos tipos A e B e Rh-.
GRUPO AUSTRALÓIDE: alta incidência do subtipo A1.
Boa leitura
Abraços
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M. Loureiro
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