
É uma das melhores narrativas publicadas por Jorge Amado. Veio a lume em 1958 e conquistou desde logo a admiração de quantos dela se aproximaram. Nitidamente imbricada no Realismo Mágico, mistura sonho e realidade; loucura e racionalidade; amor e desamor; ternura e rancor...
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A vida dos trabalhadores das plantações de cacau do sul da Bahia é retratada em cores fortes e frases curtas no segundo romance do escritor baiano. Primeira tentativa de romance proletário, dentro do esquema do realismo socialista pregado pelo stalinismo.
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Escrita na primeira fase da carreira de Jorge Amado, e nota-se grandes preocupações sociais. As autoridades e o clero são sempre retratados como opressores (Padre José Pedro é uma exceção mas nem tanto; antes de ser um bom padre foi um operário), cruéis e responsáveis pelos males. Os Capitães da Areia são tachados como heróis no estilo Robin Hood. No geral, as preocupações sociais dominam, mas os problemas existenciais dos garotos os transforma em personagens únicos e corajosos, corajosos Capitães da Areia de Salvador.
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É um dos romances mais conhecidos do escritor brasileiro Jorge Amado, membro da Academia Brasileira de Letras, que o publicou em 1966.
Alternando palavras e descrições extremamente realistas da vida boêmia da Salvador dos anos 40, com passagens mais amenas sobre comida e remédios, o livro é um extenso e nostálgico painel do cotidiano e do passado da vida baiana.O romance se inicia com a morte de Vadinho, um boêmio, jogador e alcoólatra que morre subitamente em pleno carnaval de rua, vestido de baiana. Deixa viúva Dona Flor, a quem explorava e que, apesar da vida desregrada do marido, era apaixonada por ele. Na primeira parte do livro são contados os excessos de Vadinho e de todos os companheiros boêmios que lhe cercavam.
Alternando palavras e descrições extremamente realistas da vida boêmia da Salvador dos anos 40, com passagens mais amenas sobre comida e remédios, o livro é um extenso e nostálgico painel do cotidiano e do passado da vida baiana.O romance se inicia com a morte de Vadinho, um boêmio, jogador e alcoólatra que morre subitamente em pleno carnaval de rua, vestido de baiana. Deixa viúva Dona Flor, a quem explorava e que, apesar da vida desregrada do marido, era apaixonada por ele. Na primeira parte do livro são contados os excessos de Vadinho e de todos os companheiros boêmios que lhe cercavam.
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Um romance regionalista, rendeu ao autor cinco importantes prêmios e uma excepcional aceitação pelo público, sendo também êxito no estrangeiro, tendo sido traduzida em quinze línguas. Este sucesso deve se principalmente a maneira do autor, com seu espírito jovial, de escrever e trabalhar tão bem suas personagens.
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Jorge Amado conta história de Antônio Balduíno (Baldo), protegido do pai-de-santo Jubiabá. Baldo, o protagonista, aliena-se, tornando-se um arruaceiro, chefe de grupo de moleques, esquecendo-se de seus ancestrais negros e das tradições de sua raça. Oprimido pela sociedade, lidera seu grupo, rouba para viver, ao mesmo tempo em que cultua verdadeira paixão por Lindinalva.
O negro Antônio Balduíno vivencia os destinos possíveis das camadas populares da Bahia, sua trajetória de aventuras e desventuras que vão de menino de rua, vagabundo, sambista, boxeador, trabalhador rural, artista de circo, estivador até a de líder de uma greve no porto.
O negro Antônio Balduíno vivencia os destinos possíveis das camadas populares da Bahia, sua trajetória de aventuras e desventuras que vão de menino de rua, vagabundo, sambista, boxeador, trabalhador rural, artista de circo, estivador até a de líder de uma greve no porto.
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Pertence a primeira fase do autor: depoimentos líricos, com predominância do elemento sentimental, sobre rixas, e amores de marinheiros.
A história se passa no Cais da Bahia, onde viviam os marinheiros, e um dos mais antigos era Seu Francisco que criava o sobrinho Guma, ensinando-lhe as leis do mar. Guma, com o tempo, tomou conta do saveiro chamado Valente. A fama de Guma no cais ocorreu em uma noite de tempestade, onde Guma, com o seu Valente, salvou um navio (Canavieiras) que iria naufragar. Depois disso, Guma conheceu Lívia, uma das moças mais bonitas do cais, casou-se com ela e foram morar com Seu Francisco, onde ao lado deles foram morar Rufino (um grande amigo de Guma) e Esmeralda.
A história se passa no Cais da Bahia, onde viviam os marinheiros, e um dos mais antigos era Seu Francisco que criava o sobrinho Guma, ensinando-lhe as leis do mar. Guma, com o tempo, tomou conta do saveiro chamado Valente. A fama de Guma no cais ocorreu em uma noite de tempestade, onde Guma, com o seu Valente, salvou um navio (Canavieiras) que iria naufragar. Depois disso, Guma conheceu Lívia, uma das moças mais bonitas do cais, casou-se com ela e foram morar com Seu Francisco, onde ao lado deles foram morar Rufino (um grande amigo de Guma) e Esmeralda.
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É a história da vida do chefe da famosa Coluna Prestes que, em 1924, partindo de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, realiza uma marcha de cerca de trinta mil quilômetros pelo interior do Brasil, atravessando as regiões do Centro, do Nordeste e do Norte, até o Maranhão, daí retornando rumo Sul e Oeste, para afinal ir asilar-se na Bolívia. Mais uma exaltação í luta pela liberdade e de repúdio í opressão do que propriamente uma biografia, O cavaleiro da esperança foi escrito num momento em que as circunstâncias eram excepcionais: o Brasil estava sob a ditadura estado-novista e o mundo sofria a guerra nazifascista. Era imperioso que a dignidade humana se opusesse, de toda maneira, aos inimigos do direito, da justiça, do progresso.
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As dúvidas e descobertas do adolescente Jorge Amado se condensam neste livro - romance sobre o ceticismo dos intelectuais brasileiros, sobre um país sem princípios éticos e preocupações filosóficas ou políticas.
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O sincretismo religioso do brasileiro, especialmente do baiano, é parte fundamental da obra de Jorge Amado. Em "Os pastores da noite", o escritor chega a levar um orixá de candomblé a uma igreja, para batizar um menino.
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Os Velhos Marinheiros ou o Capitão de Longo Curso é um romance de autoria do escritor brasileiro Jorge Amado, membro da Academia Brasileira de Letras, publicado em 1961.
Chega a Periperi um certo Vasco Moscoso de Aragão, capitão de longo curso. Com suas hitórias parece convencer a todos, mas Chico Pacheco não acredita que ele seja mesmo um homem do mar. Após pesquisas, Chico apresenta sua versão da história: Vasco teria sido apenas um comerciante, que conseguira o título de capitão apenas para satisfazer seu desejo de ter um título, como todos os seus amigos o tinham.
Chega a Periperi um certo Vasco Moscoso de Aragão, capitão de longo curso. Com suas hitórias parece convencer a todos, mas Chico Pacheco não acredita que ele seja mesmo um homem do mar. Após pesquisas, Chico apresenta sua versão da história: Vasco teria sido apenas um comerciante, que conseguira o título de capitão apenas para satisfazer seu desejo de ter um título, como todos os seus amigos o tinham.
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Com "Seara vermelha", Jorge Amado discute a miséria e a fome na caatinga através da história de cangaceiros, jagunços, soldados e de camponeses nordestinos explorados por latifundiários.
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O terceiro romance de Jorge Amado se passa num sobrado da ladeira do Pelourinho, em Salvador. No prédio, antiga casa senhorial transformada em cortiço, convivem tipos pitorescos e miseráveis, com suas histórias de necessidade, cobiça e desejo.
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Jorge Amado, escreve o texto "O menino grapiúna", onde conta reminiscências da época em que viveu na região cacaueira. Daí surgiu a idéia de "Tocaia Grande", que falaria do nascimento e desenvolvimento de uma cidade naquela área. Tocaia Grande como diz o próprio Jorge Amado, foi escrito de déu em déu, entre São Luís do Maranhão, Estoril, Itapuã e Petrópolis. E quando lhe perguntaram a razão de se demorar tanto na feitura de um romance, esclareceu: "É que desta vez não estou só escrevendo um romance - estou construindo uma cidade".
Tocaia Grande narra a fundação e o desenvolvimento de uma cidade, que começa como um acampamento, pousada de tropeiros até que surge a primeira casa.
Tocaia Grande narra a fundação e o desenvolvimento de uma cidade, que começa como um acampamento, pousada de tropeiros até que surge a primeira casa.
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Postado por M. Loureiro no Livros ** Loureiro em 1/09/2011 02:38:00 AM --
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