A vida pode ser comparada
à conquista de uma montanha.
Como a vida,
ela possui altos e baixos.
Para ser conquistada,
deve merecer detalhada observação,
a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.
Todo o alpinista sabe
que deve ter equipamento apropriado.
Quanto mais alta a montanha,
maiores os cuidados
e mais detalhados os preparativos.
No momento da escalada,
o início parece ser fácil.
Quanto mais subimos,
mais árduo vai se tornando o caminho.
Chegando a uma primeira etapa,
necessitamos de toda a força para prosseguir.
O importante é perseguir o ideal:
chegar ao topo.
À medida que subimos,
o panorama que se descortina é maravilhoso.
As paisagens se desdobram à vista,
mostrando-nos o verde intenso das árvores,
as rochas pontiagudas
desafiando o céu.
Lá embaixo,
as casas dos homens tão pequenas...
É dali, do alto,
que percebemos que os nossos problemas,
aqueles que já foram superados,
são do tamanho daquelas casinhas.
Pode acontecer que um pequeno descuido
nos faça perder o equilíbrio,
e rolamos montanha abaixo.
Batemos com violência
nalgum arbusto
e podemos ficar presos
na frincha de uma pedra.
É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar.
Podemos estar machucados,
feridos ao ponto de não conseguir,
por nós mesmos,
sair do lugar.
O amigo vem
e cura-nos os ferimentos.
Estende-nos as mãos,
puxa-nos e auxilia-nos a recomeçar a escalada.
Os pés e as mãos vão se firmando,
a corda prende-nos ao amigo
que nos puxa para a subida.
Na longa jornada,
os espaços acima,
vão sendo conquistados dia a dia.
Por vezes,
o ar parece tão rarefeito
que sentimos dificuldade
para respirar.
O que nos salva,
é o equipamento certo
para esse momento.
Depois vêm as tempestades de neve,
os ventos gélidos
que são os problemas e as dificuldades
que ainda não superamos.
Se escorregamos numa ladeira de incertezas,
podemos usar as nossas habilidades
para parar e voltar de novo.
Se caímos num buraco de falsidade de alguém
que estava coberto de neve,
sabemos a técnica para levantarmo-nos
sem torcer o pé
e sem machucar quem esteja por perto.
Para a escalada da montanha da vida,
é preciso aprender a subir e descer,
cair e levantar,
mas voltar sempre com a mesma coragem.
Não desistir nunca de uma nova felicidade,
uma nova caminhada,
uma nova paisagem,
até chegar ao topo da montanha!
à conquista de uma montanha.
Como a vida,
ela possui altos e baixos.
Para ser conquistada,
deve merecer detalhada observação,
a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.
Todo o alpinista sabe
que deve ter equipamento apropriado.
Quanto mais alta a montanha,
maiores os cuidados
e mais detalhados os preparativos.
No momento da escalada,
o início parece ser fácil.
Quanto mais subimos,
mais árduo vai se tornando o caminho.
Chegando a uma primeira etapa,
necessitamos de toda a força para prosseguir.
O importante é perseguir o ideal:
chegar ao topo.
À medida que subimos,
o panorama que se descortina é maravilhoso.
As paisagens se desdobram à vista,
mostrando-nos o verde intenso das árvores,
as rochas pontiagudas
desafiando o céu.
Lá embaixo,
as casas dos homens tão pequenas...
É dali, do alto,
que percebemos que os nossos problemas,
aqueles que já foram superados,
são do tamanho daquelas casinhas.
Pode acontecer que um pequeno descuido
nos faça perder o equilíbrio,
e rolamos montanha abaixo.
Batemos com violência
nalgum arbusto
e podemos ficar presos
na frincha de uma pedra.
É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar.
Podemos estar machucados,
feridos ao ponto de não conseguir,
por nós mesmos,
sair do lugar.
O amigo vem
e cura-nos os ferimentos.
Estende-nos as mãos,
puxa-nos e auxilia-nos a recomeçar a escalada.
Os pés e as mãos vão se firmando,
a corda prende-nos ao amigo
que nos puxa para a subida.
Na longa jornada,
os espaços acima,
vão sendo conquistados dia a dia.
Por vezes,
o ar parece tão rarefeito
que sentimos dificuldade
para respirar.
O que nos salva,
é o equipamento certo
para esse momento.
Depois vêm as tempestades de neve,
os ventos gélidos
que são os problemas e as dificuldades
que ainda não superamos.
Se escorregamos numa ladeira de incertezas,
podemos usar as nossas habilidades
para parar e voltar de novo.
Se caímos num buraco de falsidade de alguém
que estava coberto de neve,
sabemos a técnica para levantarmo-nos
sem torcer o pé
e sem machucar quem esteja por perto.
Para a escalada da montanha da vida,
é preciso aprender a subir e descer,
cair e levantar,
mas voltar sempre com a mesma coragem.
Não desistir nunca de uma nova felicidade,
uma nova caminhada,
uma nova paisagem,
até chegar ao topo da montanha!
Agripina Ramos
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