sábado, 28 de maio de 2011 By: Fred

<> livros-loureiro <> DRUMMOND - audiobook - poesia - Reunião [O Brasil dizendo Drummond] + vários e-books - videos - audios - pps


repassando
 
DRUMMOND
 
 
   
 
pasta geral:
PASTA  Audiobook - poesia - mp3
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1-
 
audiobook - poesia
Reunião [O Brasil dizendo Drummond]
 148 brasileiros festejam seu centenário dizendo seus versos
 
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"Poeta, Aqui 148 brasileiros festejam seu centenário dizendo seus versos. Uns foram chamados, outros se ofereceram, outros se revelaram. De pequenas e grandes cidades chegaram estas vozes de tons e timbres variados para colorir suas palavras. Muitas vão soar familiares, já ouvidas e queridas, mas outras aqui estão novas e desconhecidas, amorosas e verdadeiras.Nosso trabalho, poeta, foi uma festa. As pedras desapareceram do meio do caminho e ficou esse resíduo de tudo que você criou, conheceu, viveu e amou."
Paulinho Lima, 2002


Cd reúne poemas lidos por dezenas de personalidades de diversas áreas como:

 Chico Buarque,

Zelia Duncan,

Alcione,

Angela RoRo,

Antonio Cicero,

Miguel Falabella,

Gabriel O Pensador e outros...


CD 1
Mãos dadas - Carlos Drummond de Andrade
Poema de sete faces - Ney Latorraca
Infância - Edson Celulari
Também já fui brasileiro - José Carlos Capinam
Lanterna mágica - V/São João Del-Rei - Aécio Neves
No meio do caminho - José D'Artagnan Jr
Política - Othon Bastos
Cidadezinha qualquer - Vinicius de Oliveira
Quadrilha - Leila Del Carlo
O sobrevivente - Lavínea Fernandes
Cota zero - Roberto Drummond
Balada do amor através das idades - Alda Rezende
Cabaré mineiro - Tavinho Moura
Sociedade - Roberto Assis
Romaria - Lauro Moreira
Aurora - Marcus Alvisi
O amor bate na aorta - Isabella Campos
Poema patético - Paulo Alberto Ventura
As namoradas mineiras - Murilo Antunes
Não se mate - Cássia Kiss
Castidade - Ary de Andrade
Sentimento do mundo - Ângela Gutierrez
Confidência do itabirano - Duse Naccarati
Canção da moça-fantasma de Belo Horizonte - Malu Mendes
Menino chorando na noite - Ana Prado
Congresso internacional do medo - Sonia Robatto
Inocentes do Leblon - Norma Bengell
Os ombros suportam o mundo - Patruz Ananias
Madrigal lúgubre - Silviano Santiago
Lembrança do mundo antigo - Matilde Biadi
Elegia 1938 - Fernando Brant
Mundo grande - Ana Paula Aquino
A bruxa - Airton Gontow
O lutador - Chico Buarque
José - Miguel Falabella
A mão suja - Rita Elmôr
Viagem na família - Jorge Emil
Procura da poesia - Paulo Autran
Nosso tempo - Rodrigo Penna
Passagem do ano - Roberto Brant
Resíduo - Mauro Salles
Caso do vestido - Tônia Carrero
O elefante - Mário Chamie

CD 2
Morte do leiteiro - Carlos Thiré
Morte no avião - Adyr Assumpção
Consolo na praia - Neide Archanjo
Retrato de família - Edla Van Steen
Versos à boca da noite - Sábato Magaldi
Com o russo em Berlin - Alexei Bueno
Canto ao homem do povo Charlie Chaplin - Fábbio Perez
Canção amiga - Mariana Ximenes
Desaparecimento de Luisa Porto - Aracy Balabanian
Confissão - Ednei Giovenazzi
Memória - Emílio Santiago
Ser - Silvia Escorel
Cantiga de enganar - Lélia Coelho Frota
Oficina irritada - Ronaldo Bastos
Amar - Marina Colasanti
Entre o ser e as coisas - Lina Chamie
Tarde de maio - Giulia Gam
Canção para álbum de moça - Myriam Brandão
Rapto - Nildo Parente
Campo de flores - Affonso Romano de Sant'Anna
A um varão, que acaba de nascer - José Nêumanne Pinto
Morte das casas de Ouro Preto - Jota Dangelo

CD 3
A mesa - Paulo César Pereio
A máquina do mundo - Antonio Cícero
O poeta vai ao jóquei - Guilherme Vergueiro
Caso pluvioso - Ângela Vaz Leão
Para cinquentões - Sérgio Cabral
Uma canção - Chico Amaral
Brinde no banquete das musas - Myriam Fraga
O quarto em desordem - Abel Silva
O enterrado vivo - Cacá Mourthé
Escada - Antônio Carlos Secchin
Elegia - Bianca Byington
Especulações em torno da palavra homem - Gabriel o pensador
Prece de mineiro no Rio - Leda Nagle
Carta - Fernando Pimentel
Para sempre - Karin Rodrigues
F - Arnaldo Antunes
Descoberta - Inez Cabral de Melo
Apelo - Léo Jaime
O novo homem - Nevolanda Pinheiro
Atriz - Nonato Freire
Discurso - Marcelo Bones
O homem; as viagens - Zélia Duncan
Confissão - Sérgio Machado
Declaração em juízo - Ítalo Mudado
Amor o seu tempo - Martha Overbeck
Quero - Marília Gabriela
Ainda que mal - Claudia Alencar
Receituário sortido - Paulinho Lima
Visão de Clarice Lispector - Jacqueline Laurence

CD 4
Um lírio, por acaso - Sérgio Mamberti
Receita de ano novo - Odete Lara
Aos namorados do Brasil - Elisa Lucinda
Concerto - Rosana Lanzelotte
Suas mãos - Claudia Pfeifer
Didática - Ritchie
Saber incompleto - Geraldo Brandão
Esplendor e declínio da rapadura - Conceição Rios
Nascer de novo - Sérgio Fonta
A morte a cavalo - José Midlin
A metafísica do corpo - Ricardo Kosovski
Ausência - Mamélia Dornelles
História natural - Claudius Portugal
As sem-razões do amor - Maria Carmem Barbosa
O seu santo nome - Isolda Cresta
Mortos que andam - Vanessa Esteves
Deus esuas criaturas - Nely Rosa
Canção de Itabira - Jackson de Pinho Tavares
Eu, etiqueta - Ludmila Rosa
Lembrete - Cristiane de Andrade Carvalho
O mundo é grande - Raquel Stivelman
Amor - Marta Suplicy
Lira ao amor romântico - Carlos Petrovich
O amor antigo - Tutti Maravilha
Conversa com o lixeiro - Paulo Valente
O poema da Bahia que não foi escrito - Mário Gadelha
A Godofredo Filho - Hélio Pólvora
Visão - Tina Correia
Poema culinário - Alcione
A companheira - Carla Marins
Os nomes de amada - Renata Lima
Futebol - Pelé
Amor-pois que é palavra essencial - Ângela Mourão
O que se passa na cama - Álvaro Diniz
A moça mostrava a coxa - Pedro Paulo Rangel
A bunda, que engraçada - Nilda Spencer
O chão é cama - Ana Terra
A língua lambe - Tessy Callado
Sem que eu pedisse, fizeste-me a graça - Paulo César Oliveira
Mulher nua andando pela casa - Ezequiel Neves
Quando desejos outros é que falam - Luis Mauricio Graña Drummond
Não quero ser o último a comer-te - Walter Lima Jr.
Oh minha senhora Ó minha senhora - André Valli
O que o Bairro Peixoto - Ângela Roro
As mulheres gulosas - Nico Rezende
Aparição amorosa - José Carlos Honório
A um ausente - Anna Cotrim
Dois sonhos - Eva Leiz
Elegia a um tucano morto - Pedro Drummond
Liberdade - Elvia Castello Branco
Missão do corpo - Emanoel Araújo
Não passou - Elizabeth Orsini
O malvindo - Maria Zilda Bethlem
O rei menino - Adélia Prado
Porque - Drica Moraess
Obrigado - Carlos Drummond de Andrade

 

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2-

Audio Livro

Contos de Aprendiz - Carlos Drummond de Andrade

 

A salvação da alma:

http://www.4shared.com/file/u0BKn4z-/drummond_contos_de_aprendiz_1.html
http://www.4shared.com/file/DGF9qjap/drummond_contos_de_aprendiz_2.html


Eram cinco filhos, quatro meninos e uma menina. Moravam em uma cidadezinha onde brigar era coisa comum e questão de fazer valer sua honra. Os meninos mesmo brigavam muito entre si. O filho mais velho, Miguel, tinha ido pra cidade grande fazer o colegial deixando os outros irmãos que sempre imaginavam que com o irmão mais velho ali as coisas seriam diferentes. Ester, a única filha mulher, era o meio dos rapazes conseguirem dinheiro, vendiam a ela coisas que encontravam e ela sempre comprava, pois o pai sempre lhe dava dinheiro. Com a chegada de alguns padres na região os meninos foram levados pra confessar. Depois disso Tito, que era o penúltimo filho, chegou ao seu irmão mais novo com quem sempre brigava e humilhava nas lutas e pediu perdão, ofereceu-se a fazer qualquer coisa, primeiramente o menino disse que já tinha o perdoado, mas depois deu a ele pra se redimir a pena de levá-lo montado em suas costas e a cada distância gritar que era um burro. Como o irmão passara a andar devagar com ele em cima o mais novo lhe chutou as virilhas. Rolaram no chão em brigas e no outro dia não puderam comungar.

 

 

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3-

AudioVerso

 Drummond na Voz de Drummond 38 Poesias

 

http://rapidshare.com/files/249543457/Audiolivro_-_Carlos_Drummond_De_Andrade_-_38_Poesias_Recitadas_Por_Ele_Mesmo.rar

 

  

 

 

 

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4-

Audio Livro

Carlos Drummond de Andrade por Paulo Autran

pasta:

http://www.4shared.com/dir/6ZgzbNXV/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_P.html

 

 

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5-

Audio Poema

Em Prosa e Verso Visita - Drummond


http://www.4shared.com/audio/0TrLmgkE/carlos_drummond_andrade_-_visi.html


 

O passado ressurge muitas vezes na poesia de Drummond e sempre como antítese para uma realidade presente. A terra natal - ltabira - transforma-se então no símbolo da atmosfera cultural e afetiva vivida pelo poeta. Nos primeiros livros, a ironia predominava na observação desse passado; mais tarde, o que vale são as impressões gravadas na memória. Transformar essas impressões em poemas significa reinterpretar o passado com novos olhos. O tom agora é afetuoso, não mais irônico.
Da análise de sua experiência individual, da convivência com outros homens e do momento histórico, resulta a constatação de que o ser humano luta sempre para sair do isolamento, da solidão. Neste contexto questiona-se a existência de Deus.
Nos primeiros livros de Drummond, o amor merece tratamento irônico. Mais tarde, o poeta procura capturar a essência desse sentimento e só encontra - como Camões e outros - as contradições, que se revelam no antagonismo entre o definitivo e o passageiro, o prazer e a dor. No entanto, essas contradições não destituem o amor de sua condição de sentimento maior. A ausência do amor é a negação da própria vida. O amor-desejo, paixão, vai aparecer com mais freqüência nos últimos livros.

 

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6-

Audio Livro:

Prosa e Verso Alguma Poesia - Carlos Drummond de Andrade

http://www.4shared.com/audio/S2jLCakc/Prosa_e_Verso_-_Alguma_Poesia_.html

 

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7-

video

Arquivo N - Globo News - Drummond

pasta:

http://www.4shared.com/dir/hOl11qWm/Arquivo_N_-_Globo_News_-_Drumm.html

 

 

Especial sobre a vida e obra de Carlos Drummond de Andrade exibido no canal Globo News, programa Arquivo N, em 08/2007

Paulo Jobim e companheiros relembram histórias dos bastidores da carreira e da vida do compositor. Os 15 anos de morte de Tom Jobim são lembrados com muita música e depoimentos emocionantes.

http://www.4shared.com/video/kdCEKyie/Arquivo_N_-_Globo_News_-_Drumm.html
http://www.4shared.com/video/3vv29AEQ/Arquivo_N_-_Globo_News_-_Drumm.html
http://www.4shared.com/video/n-EowzKq/Arquivo_N_-_Globo_News_-_Drumm.html

 

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8-

video

Carlos Drummond de Andrade revela seus gostos e fala de Itabira (1981)

http://www.4shared.com/video/gG0AJI3J/Carlos_Drummond_de_Andrade_rev.html

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, noJornal do Brasil.

O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros deDrummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. EmSentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

 

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9-

videozinho

Conselhoas de um velho apaixonado - Carlos Drumond de Andrade

http://www.4shared.com/video/2mIJRT5v/Conselho_de_um_Velho_Apaixonad.html

 

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer
seu coração parar de funcionar por alguns segundos,
preste atenção: pode ser a pessoa
mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e, neste momento,
houver o mesmo brilho intenso entre eles,
fique alerta: pode ser a pessoa que você está
esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo
for apaixonante, e os olhos se encherem
d'água neste momento, perceba:
existe algo mágico entre vocês.

Se o 1º e o último pensamento do seu dia
for essa pessoa, se a vontade de ficar
juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
Algo do céu te mandou
um presente divino : O AMOR.

Se um dia tiverem que pedir perdão um
ao outro por algum motivo e, em troca,
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos
e os gestos valerem mais que mil palavras,
entregue-se: vocês foram feitos um para o outro.

Se por algum motivo você estiver triste,
se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa
sofrer o seu sofrimento, chorar as suas
lágrimas e enxugá-las com ternura, que
coisa maravilhosa: você poderá contar
com ela em qualquer momento de sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir
o cheiro da pessoa como
se ela estivesse ali do seu lado...

Se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos,
chinelos de dedo e cabelos emaranhados...


Se você não consegue trabalhar direito o dia todo,
ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...

Se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver a outra
envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção
que vai continuar sendo louco por ela...

Se você preferir fechar os olhos, antes de ver
a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes
na vida poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.

Às vezes encontram e, por não prestarem atenção
nesses sinais, deixam o amor passar,
sem deixá-lo acontecer verdadeiramente.

É o livre-arbítrio. Por isso, preste atenção nos sinais.
Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem
cego para a melhor coisa da vida: o AMOR !!!

 

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10-

videozinho

O melhor de Carlos Drummond de Andrade

http://www.4shared.com/video/rfPpvVuW/O_melhor_de_Carlos_Drummond_de.html

 

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Mãos Dadas - Carlos Drummond de Andrade

 

  Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considere a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.
não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.
não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.

 

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E-BOOKS:

PASTA:

http://www.4shared.com/dir/6Nx303G8/E-books.html

1-

Carlos Drummond de Andrade - 122 poemas diversos.rar

2-

Carlos Drummond de Andrade - A Magia da Poesia

3-

Carlos Drummond de Andrade - Alguma Poesia

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) é o maior poeta brasileiro deste século e um dos maiores de todos os tempos em língua portuguesa, ao lado de Camões e Pessoa, poetas que parodiou e homenageou mais de uma vez, como em "A Máquina do Mundo" e "Sonetilho do Falso Fernando Pessoa" (ambos poemas de seu livro "Claro Enigma").
Drummond é um marco inicial da segunda geração modernista, a que se projetou a partir dos anos 30. No quadro geral de nosso modernismo, porém, Drummond avulta como um dos maiores inventores e mestres, como o autor que melhor assimilou e depurou o espírito da Semana de 22 que foi a principal matriz de sua poesia, pelo menos até os anos 60, quando ele já era um "clássico" e um modelo para novos autores.
"Alguma Poesia" (1930) é o primeiro livro de Drummond e reúne sua produção em verso desde 1925. Alguns de seus 49 poemas já haviam sido publicados anteriormente, em revistas da época. O mais famoso deles, "No Meio do Caminho", estreou em 1928 na "Revista de Antropofagia" e provocou escândalos que hoje parecem inverossímeis. Drummond acompanhou atentamente a "biografia" de seu poema, selecionando e publicando mais tarde, em livro, as críticas e as tentativas de interpretação da imagem da "pedra no meio do caminho". É impossível resumir a repercussão desse poema, que foi traduzido em muitas línguas e se tornou um símbolo não só da poesia de Drummond mas de toda a "fase heróica" do modernismo.
Expressão do impasse, um dos maiores temas do poeta de "José", a "pedra no caminho" entrou na fala e na música popular: basta ouvir Tom Jobim e os versos iniciais de "Águas de Março" e "Retrato em Branco e Preto".
Também é célebre o "Poema de Sete Faces", que abre o livro, com sete estrofes que parecem desconexas, numa montagem como a da pintura cubista. Ele é um modelo do estilo joco-sério de Drummond: "Mundo mundo vasto mundo/ se eu me chamasse Raimundo/ seria uma rima, não seria uma solução". Essa dicção ao mesmo tempo leve e grave existe até nos poemas-piada do livro, como em "Cidadezinha Qualquer", "Anedota Búlgara" e "Quadrilha". Este último ("João amava Teresa que amava Raimundo...") faz uma crítica à sociedade burguesa. Nele, o "amor natural" se opõe ao casamento burguês (o de Lili e J. Pinto Fernandes, único nomeado pelos sobrenomes).
Em "Europa, França e Bahia", esse espírito de crítica e engajamento social, que se intensificou na obra posterior do poeta, se mostra mais claramente. E há ainda muito mais em "Alguma Poesia". Como disse José Guilherme Merquior, o título do primeiro livro de Drummond impressiona pela sua modéstia.

Acordar, viver

Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.

Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?

Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou?

Ninguém responde, a vida é pétrea.

 

4-

Carlos Drummond de Andrade - Boitempo

Carlos Drummond de Andrade acabou com a estrutura tradicional da linguagem literária quando inventou uma palavra composta para dar nome aos seus poemas memorialísticos: Boitempo.
Trata-se de um livro de recordações poéticas da infância, um momento em que o menino faz a passagem do mundo rural para o colégio interno. A roça está representada pelo boi, um animal calmo, que rumina indefinidamente os alimentos – simbolizando também a própria condição memorialística deste "eu" que não termina nunca de digerir suas recordações. O boi é a encarnação de um tempo perdido e materializa uma idade campestre que se perdeu mas que continua viva na lenta trituração da linguagem lírica de Drummond.

Os volumes I e II de Boitempo reúnem poemas de Carlos Drummond de Andrade publicados anteriormente nos livros Boitempo, Menino Antigo e Esquecer para lembrar. O autor preferiu esta reunião, uma vez que os poemas tratam da mesma seqüência de tempo, existindo nos três livros uma única temática, sua infância e adolescência, emolduradas pela tradição de tempo e de lugar.

Drummond escreve sobre a vida simples de sua família, com o pai mourejando na fazenda próxima à cidade, da qual saía todas as manhãs uma mula, guiada por um empregado, para distribuir leite em Itabira, MG. O velho continuava uma tradição rural de muitas gerações. A doçura materna e a aparente rigidez do pai também são lembradas.

Em Boitempo I e II verifica-se que, apesar da alegada incapacidade de se observar como pessoa, Drummond conseguiu flagrar instantâneos felizes de um meio urbano semi-rural do começo do século XX, fixando tipos e costumes que documentam a época. São páginas que despertam emoção e valem como testemunho social. A vida do interior ressurge com espontaneidade e graça, ora jovial ora melancólica.
Poemas escolhidos de Boitempo I

 

5-

Carlos Drummond de Andrade - Criança de Agora é fogo

 Pequeno volume que integra a coleção Verso na prosa/Prosa no verso direcionado para o público infantil. Traz quatro textos curtos escritos em prosa cujos temas são centrados no universo do cotidiano.

 

6-

Carlos Drummond de Andrade - Fazendeiro do ar & Poesia até agora.pdf

 

7-

Carlos Drummond de Andrade - Francisco Achcar (Folha Explica)

Consagrado como um dos maiores poetas do Brasil e um dos grandes do mundo em sua época, Carlos Drummond de Andrade tem o núcleo de sua obra em dez livros. Francisco Achcar, professor de língua e literatura latina da Unicamp, apresenta um roteiro de leitura tanto para quem nunca leu nenhuma obra do autor, quanto para quem já as conhece e pretende repassar sinteticamente a obra do poeta, iluminada por comentários pontuais e interpretações de contexto.

 

8-

Carlos Drummond de Andrade - História de Dois Amores

 

Além de escrever crônicas, contos e poesias, o poeta Carlos Drummond de Andrade também fez incursões na literatura infantil. Um dos resultados foi "História de dois amores" ilustrado pelo artista gráfico Ziraldo. O livro  conta a história da pulga Pul que pousa na orelha do elefante Osborne e depois de algum tempo decide ficar ali para sempre. Os dois atravessam desertos, enfrentam inimigos, e no final encontram o amor que os torna felizes para sempre. Osborne descobre a felicidade em Zanzul e Pul apaixona-se por Quéria. Drummond narra como se contasse uma história para alguém í beira da cama. O estilo é simples e tem a dose certa de poesia. O poeta de Itabira (MG) elabora um texto que elege o amor como a única forma de conquista da felicidade porque ele não move apenas pulgas e elefantes, mas igualmente o sol e as estrelas.
Ilustrado.

 

9-

Carlos Drummond de Andrade - O avesso das coisas


Em O Avesso das Coisas, Drummond reúne um conjunto de máximas com aparência de mínimas. A reunião de aforismos mostra a engenhosidade e o lirismo de Drummond num gênero tão distante da poesia que o consagrou. Como um ensejo de dicionário, mas apenas com palavras escolhidas, este livro nos apresenta definições diferentes para palavras como amor, literatura, amizade, poesia e vida, entre outras.

 

10-

Carlos Drummond de Andrade - O Observador no Escritório

Livro que condensa aspectos da vida política e literária do Brasil dos anos 40 aos anos 70. Escrito em forma de diário, "O observador de escritório" destaca importantes depoimentos de figuras como Luiz Carlos Prestes e o poeta Manuel Bandeira.

 

ENTRE VÁRIOS OUTROSS...

 

 

LINKS:

http://www.4shared.com/file/noUuA7LX/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_1.html
http://www.4shared.com/document/Pax8N1_u/A_Magia_da_Poesia_-_Carlos_Dru.html
http://www.4shared.com/document/tGaX_d96/Ebook_Alguma_Poesia_Carlos_Dru.html
http://www.4shared.com/file/iWuVdL8l/Drummond_-_Boitempo.html
http://www.4shared.com/document/yrrc_yXk/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_C.html
http://www.4shared.com/document/ZU5zsoNF/Drummond_-_Fazendeiro_do_ar__P.html
http://www.4shared.com/document/1UyB2QNO/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_F.html
http://www.4shared.com/document/tYAsxB1W/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_H.html
http://www.4shared.com/document/fCSUYFS3/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_O.html
http://www.4shared.com/document/Onmi6YIP/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_O.html
http://www.4shared.com/document/yc4x3T2y/Andrade_Carlos_Drummond_de_-_O.html
http://www.4shared.com/document/6ntlEPJs/Carlos_Drummond_De_Andrade_-_P.html
http://www.4shared.com/document/dtWCVa4g/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_P.html
http://www.4shared.com/document/NDNfIoIJ/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_P.html
http://www.4shared.com/document/8Z9Sha88/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_R.html
http://www.4shared.com/document/_CW--FG6/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_S.html
http://www.4shared.com/document/6FkQsxRV/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_U.html
http://www.4shared.com/file/qEnrceL7/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_V.html
http://www.4shared.com/file/MSw2IvUt/Drummond_-_Versiprosa.html
http://www.4shared.com/document/Tp2NoYQE/Carlos_Drummond_de_Andrade_-_V.html
http://www.4shared.com/file/UETxoRMU/Especial_Carlos_Drummond_de_An.html

 

ESPECIAL COMPILAÇÃO:

http://www.4shared.com/file/UETxoRMU/Especial_Carlos_Drummond_de_An.html

Carlos Drummond de Andrade - 122 Arquivos.txt   6 kb
Carlos Drummond de Andrade - A Bomba [doc].zip   3 kb
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Carlos Drummond de Andrade - A carne é triste... [doc].zip   2 kb
Carlos Drummond de Andrade - A casa do tempo perdido [doc].zip   2 kb
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Carlos Drummond de Andrade - A câmara viajante [doc].zip   2 kb
Carlos Drummond de Andrade - A falta de Érico [doc].zip   2 kb
Carlos Drummond de Andrade - A falta que ama [doc].zip   2 kb
Carlos Drummond de Andrade - A flor e a náusea (doc poesia).zip   6 kb
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Quando encontrar alguém - C. Drummond de Andrade

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR. 

 

 
 
 
 
 
 
 
 

 

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Paz e Luz!
Abraços

Marceli


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Quando os animais são nossos amigos, são para a vida toda!

   "Animais, Ame-os, Respeite-os, Proteja-os!!"
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