| Fatos Históricos |
| - 1o. Concílio de Nicéia (325) - proclama que o Filho é consubstancial ao Pai. - 1o. Concílio de Constantinopla - decide que a unidade absoluta em Deus é inseparável de uma diversidade igualmente absoluta: o Pai, fonte de divindade, seu Filho e seu Espírito. Neste concílio como no anterior, a decisão é a mesma: o Espírito Santo procede do Pai através do Filho. - Concílio de Éfeso (431) - examina a questão fundamental da união em Cristo do divino e do humano, centro da discórdia entre nestorianos e monofisitas.Enquanto os nestorianos pregavam a dupla natureza de Cristo, os monofisitas acreditavam em sua natureza divina única. O concílio decide preservar o Mistério da Encarnação, que mantém a unidade do divino e do humano em Cristo. - Concílio de Calcedônia (451) - estabelece a base da cristologia ortodoxa: Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, que se apresenta em duas naturezas sem distinção, indivisíveis e inseparáveis, de tal forma que as propriedades de cada uma permanecem ainda mais firmes quando unidas numa só pessoa. Discordando das decisões desse concílio, os monofisitas afastaram-se para compor as Igrejas dissidentes da Síria, da Armênia, do Egito, da Etiópia e da Índia do Sul. - 2o. e 3o. Concílios de Constantinopla (553 e 680) - retomam a questão e confirmam a cristologia ortodoxa definida em Éfeso e na Calcedônia. Neste 2º Concílio ( de 553 ), Maria foi designada "aeiparthenos", ou seja, sempre virgem. O Segundo Concílio de Constantinopla (Quinto Concílio Ecuménico) foi um Concílio Ecuménico Cristão realizado em Constantinopla de 5 de maio a 2 de junho de 553. Foi conclamando pelo imperador Justiniano e frequentado principalmente por bispos da Igreja Católica do Oriente; apenas seis bispos cartagineses (da igreja ocidental) estavam presentes. O Presidente foi de Eutíquio, patriarca de Constantinopla. O Concílio de 680 dinamiza a noção da dupla natureza: em Cristo - pela adesão da vontade humana á divina - as energias da divindade e da humanidade se interpenetram, sem que as naturezas se misturem, e a humanidade transfigura-se, como o ferro se torna incandescente e rubro pelo fogo. Diversos estudiosos espíritas e espiritualistas defendem que, durante os seis primeiros séculos de nossa era, a reencarnação era um conceito admitido por muitos cristãos. De acordo com eles, numerosos Padres da Igreja ensinaram essa doutrina e apenas após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d.C., é que a reencarnação foi proscrita na prática da igreja, apesar de tal decisão não ter constado dos anais do Concílio. Os Padres da Igreja, também chamados Pais da Igreja, foram teólogos e mestres doutrinários dos primeiros séculos do cristianismo, eles foram responsáveis em grande parte pela definição das doutrinas cristãs como as conhecemos hoje. - 2o. Concílio de Nicéia (787) - O Sétimo Concílio Ecumênico, estabelece a veneração das imagens sagradas - os ícones. A graça divina repousa no ícone. Quem o venera, venera a pessoa que nele está representada. Ele é parte integrante da liturgia. Numa perspectiva mais ampla, a Igreja, com sua arquitetura e seus afrescos, representa no espaço o que a palavra litúrgica representa no tempo: o reflexo, a antecipação do Reino de Deus. - Concílio de Lyon (1274) - a doutrina filioquista, elaborada pela teologia latina, segundo a qual o Espírito Santo procede do Pai e do Filho como de um só princípio, é dogmatizada. - Concílio de Florença (1439) - há uma tentativa de concordância doutrinária, mas a convocação desse concílio atendia a necessidades antes políticas que religiosas. O imperador de Bizâncio se submete à autoridade do papado de Roma, numa tentativa de conseguir aliados face ao avanço turco que ameaçava Constantinopla. |
M. Loureiro
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