\viewkind4\uc1\pard\lang2070\f0\fs20 SPLEB - I ENCONTRO NACIONAL SOBRE SISTEMA BRAILLE\par
DOCUMENTO II\par
SOCIEDADE PR\'d3-ESPIRITA EM BRAILLE-SPLEB\par
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Texto proveniente de:\par
Se\'e7\'e3o Braille - CAP da Biblioteca P\'fablica do Paran\'e1\par
http://www.pr.gov.br/bpp\par
e-mail: braille@pr.gov.br\par
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Permitido o uso apenas para fins educacionais de pessoas com defici\'eancia visual\par
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Texto-base digitalizado por:\par
Mar\'edlia - Curitiba - PR\par
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Este material n\'e3o pode ser utilizado com fins comerciais.\par
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SOCIEDADE PR\'d3-ESPIRITA EM BRAILLE-SPLEB\par
FONE: (021) 288-9844 -CEP: 20.540-110 - Rio de Janeiro\par
Declarada de Utilidade P\'fablica Estadual e Municipal\par
Inscri\'e7\'e3o no CGC do M.F. 33.997.560/0001-11\par
Inscri\'e7\'e3o Municipal 07.702.285\par
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HIST\'d3RICO-DIAGN\'d3STICO DO SISTEMA BRAILLE NO BRASIL\par
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I PARTE\par
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1825 (mil, oitocentos e vinte e cinco) \'e9 considerado o ano da cria\'e7\'e3o do Sistema de Louis \par
Braille. Sendo, ainda, aluno do Instituto de Jovens Cegos de Paris, Braille adaptou para o uso dos \par
cegos, um c\'f3digo de leitura criado pelo oficial do ex\'e9rcito franc\'eas Charles Barbier. Tal c\'f3digo \par
permitia aos soldados lerem no escuro, pois, era t\'e1til a leitura do referido Sistema. Antes do \par
Sistema de Braille os cegos tinham acesso apenas \'e0 leitura e, isso, com muita dificuldade.\par
Mesmo no Instituto de Paris, a implanta\'e7\'e3o do Sistema Braille n\'e3o foi pac\'edfica. Sofreu oposi\'e7\'e3o, \par
principalmente, dos professores videntes que n~/ao encontravam no novo Sistema, ao contr\'e1rio \par
dos outros que o precederam, nenhuma conota\'e7\'e3o visual, pois, o Sistema Braille era \par
essencialmente t\'e1til. Deveram-se a essa sua importante caracter\'edstica as dificuldades de sua \par
aceita\'e7\'e3o imediata. O sistema Braille chegou ao s\'e9culo XX ainda com s\'e9rios concorrentes, \par
principalmente, nos Estados Unidos da Am\'e9rica do Norte. Por outro lado, tamb\'e9m foi esta a \par
caracter\'edstica que o fez superar a todos esses concorrentes sendo, universalmente, aceito.\par
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--P\'e1gina 2 \par
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II Parte\par
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JOS\'c9 \'c1LVARES DE AZEVEDO - BRAILLE NO BRASIL - \par
INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT\par
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Em 1844 (mil., oitocentos e quarenta e quatro) ingressa no Instituto de Jovens Cegos de Paris \par
um cego brasileiro, ent\'e3o/ao, com 10 (dez) anos, Jos\'e9 \'c1lvares de Azevedo que, retornando ao \par
Brasil, em dezembro de 1850, introduz o Sistema Braille em nosso pa\'eds, al\'e9m de ter lutado \par
tenazmente pela cria\'e7\'e3o, no Rio de Janeiro, de um Instituto para jovens cegos nos moldes do da \par
Fran\'e7a. Como no Brasil, gra\'e7as a \'c1lvares de Azevedo, o \'fanico Sistema conhecido era o de Louis \par
Braille, os cegos n\'e3o sofreram aqui a influ\'eancia do confronto com outros Sistemas ficando, desde \par
o inicio, com aquele que sempre se mostrou superior a todos os que tentaram arrebatar-lhe a \par
primazia: A prova do que afirmamos \'e9 que tanto o regulamento provis\'f3rio do Imperial Instituto \par
dos Meninos Cegos de setembro de 1854 (mil, oitocentos e cinq\'fcenta e quatro), quanto o \par
regulamento definitivo do ent\'e3o Instituto Nacional dos Cegos, depois Benjamin Constant de 1890 \par
(mil, oitocentos e noventa), consagraram o uso do Sistema de Louiz Braille.\par
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PRIMEIRA TIPOGRAFIA\par
A primeira tipografia brasileira par impress\'e3o do Braille foi montada em 1857 (mil, oitocentos e \par
cinq\'fcenta e sete) no Imperial Instituto dos Meninos Cegos. A impress\'e3o de livros no Sistema \par
Braille ficou, praticamente, restrita ao Rio de Janeiro. Somente na d\'e9cada de quarenta do nosso \par
s\'e9culo, o Instituto Benjamin Constant montou sua primeira impressa Braille, com a capacidade \par
par atender a todo o pa\'eds. O exemplo do Instituto Benjamin Constant foi logo seguido pela \par
Funda\'e7\'e3o para o Livro do Cego no Brasil.\par
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NOVO IMPULSO\par
A Educa\'e7\'e3o dos cegos, no Brasil, ganhou novo impulso com o surgimento de escolas em v\'e1rias \par
capitais ( (S\'e3o Rafael em Belo Horizonte, Padre Chico em S\'e3o Paulo e outras), aumentando, \par
assim, as possibilidades criativas e profissionais dos jovens cegos.\par
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REABERTURA DO INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT\par
O Instituo Benjamin Constant esteve fechado de 1937 (mil, novecentos e trinta e sete) a 1944 \par
(mil, novecentos e quarenta e quatro). Ap\'f3s uma luta quase desigual levada a cabo por antigos \par
professores tendo \'e0 frente o professo Francisco Jos\'e9 da Silva, o Instituto Benjamin Constant foi, \par
afinal, reaberto.\par
Com isto foi, consideravelmente, ampliada sua capacidade de atendimento a todo pa\'eds, o que \par
funcionou como forte p\'f3lo de atra\'e7\'e3o.\par
Com o decorrer do tempo, o Instituto Benjamin Constant vem deixando de atender a todo o \par
territ\'f3rio nacional; as imprensas Braille do Rio e de S\'e3o Paulo diminu\'edram, sensivelmente, sua \par
capacidade produtiva em termos quantitativos e qualitativos sem deixar, em seu lugar, recursos \par
capazes de preencher o vazio provocado por esses decr\'e9scimos, mesmo com a difus\'e3o do que foi \par
chamado "educa\'e7\'e3o integrada."\par
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HIST\'d3RICO-DIAGN\'d3STICO\par
Tomando-se como ponto de partida esse sucinto hist\'f3rico-diagn\'f3stico, o pr\'f3ximo encontro sobre \par
o Sistema Braille a ser realizado pela Sociedade Pr\'f3-Livro-Esp\'edrita em Braille - SPLEB \par
privilegiar\'e1 as discuss\'f5es sobre o atual estado da educa\'e7\'e3o dos cegos no Brasil e, a conseq\'fcente \par
aceita\'e7\'e3o do Braille; a atual produ\'e7\'e3o de livros, revistas, sua distribui\'e7\'e3o e possibilidade de sua \par
amplia\'e7\'e3o; formar correntes ou complementares de acesso \'e0 informa\'e7\'e3o como grava\'e7\'e3o e \par
sintetiza\'e7\'e3o de voz, via computador. As discuss\'f5es tamb\'e9m levar\'e3o em conta nossos t\'e3o \par
propalados desn\'edveis regionais considerando sempre que as quest\'f5es ligadas aos cegos se \par
prendem, necessariamente \'e0s condi\'e7\'f5es do pa\'eds e de sua popula\'e7\'e3o.\par
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}
repasso
1 arquivo anexado:
HISTÓRICO-DIAGNÓSTICO DO SISTEMA BRAILLE NO BRASIL.rtf
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