Repassando:
| A Arte do Gerenciamento de Projetos – Scott Berkun Scott Berkun reúne nesta obra o aprendizado de mais de 10 anos na Microsoft como gerente de projetos, participante de iniciativas como Internet Explorer, MSN e Windows. Apesar do passado do autor, hoje consultor, ser focado na área de software, o livro foi concebido para todo o mundo empresarial, pois os desafios de organizar, liderar, criar designs e entregar o trabalho independem do domínio. Nº de páginas:390 Tamanho:292 MB Formato:pdf Idioma:Português Português e Redação Empresarial – Sérgio Contente http://www.megaupload.com/?d=SM8ZDASJ Encontramo-nos mergulhados em um mar de informações, num contínuo e rápido avanço tecnológico o que provoca intensas mudanças na organização e hábitos do cotidiano social e empresarial. Uma dessas mudanças foi a valorização da palavra escrita, através da informatização e da comunicação via Internet, exigindo dos profissionais um aprimoramento na capacidade de expressão tanto oral como escrita. No linear desse processo a Redação Empresarial sofreu alterações, sem perder as qualidades essenciais de um bom texto: coesão, clareza e concisão. O texto empresarial moderno prioriza a objetividade, para tanto, a escolha do vocabulário deve ser simples e formal, frases curtas e a gramática correta. Nº de páginas:32 Tamanho:434 KB Formato:pdf Idioma:Português Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial – Lyndon LaRouche http://www.megaupload.com/?d=GQFC6OPT O livro "Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial" foi publicado pela revista-editora, Executive Intelligence Review. Consta como seu editor, Lorenzo Carrasco, seu diretor no Brasil, mas a responsabilidade intelectual pela obra é atribuída ao empresário norte-americano Lyndon LaRouche, proprietário da Revista. Dono também de idéias controvertidas e contestadas por facções ambientalistas do mundo inteiro. O texto denuncia fortemente o que há um "viciado radicalismo ambientalista imposto ao Brasil, com conivência do Governo Federal". Sustenta que no Brasil, a própria palavra "madeireiro" virou sinônimo de criminoso. Em decorrência disso e através de uma "intensa lavagem cerebral promovida por um catastrofismo ambientalista que faz acreditar que as atividades humanas, principalmente as industriais, estão levando o mundo a um beco sem saída ambiental". Argumenta se tratar de uma guerra (entraves) contra o desenvolvimento (não só o econômico, mas principalmente o desenvolvimento social) e a soberania nacional. Chegando a ser uma calamidade social, pois, além das pessoas que estão sendo desempregadas apenas nas cadeias produtivas florestais, agregam-se os outros setores produtivos diretamente afetados pelo radicalismo ambientalista-indigenista e os milhões de empregos que se estão deixando de produzir nas incontáveis obras de infra-estrutura paralisadas por exigências ambientais disparatadas e um irracionalismo que não responde às necessidades nacionais e pelas pressões internacionais dos grupos que agendam a pauta das principais ONGs no país. Defende também que as políticas ambientalistas de Lula não passam de miragem para enganar incautos que ainda restam dentro do próprio setor florestal. Destacando-se políticas de perseguição contra o setor madeireiro, que só confirmaram o alinhamento incondicional ao ambientalismo internacional, passando por cima do próprio Congresso Nacional. O editor do livro, Lorenzo Carrasco, subordinado do senhor Lyndon LaRouche, sendo aqui seu chefe-de-escritório desde 1985, foi convocado para depor na CPI das ONG´s do Senado Federal. Mas, não foi só isso que as idéias contidas no seu livro suscitaram. Despertaram a ira do Fundo Mundial para a Natureza, o WWF, tida como a principal ONG ambientalista do mundo, que insurgiu-se contra tais argumentos e proveu ações judiciais para impedir que o livro fosse vendido, pois, atinge a sua imagem institucional. A ação foi impetrada pelo escritório de advocacia Barbosa, Müssnich e Aragão, do qual um dos sócios, Francisco Müssnich (envolvido no escândalo de espionagem do Banco Opportunity, de seu cunhado Daniel Dantas), ocupava um lugar na diretoria do WWF-Brasil, tida no texto como controladora de grupos oligárquicos que manipulam o poder econômico do "Governo Mundial". No livro, os autores apontam que a Rede Globo de Televisão tem aderido às campanhas ambientalistas da WWF-Brasil, sendo que, até há pouco tempo, José Roberto Marinho, vice-presidente da Fundação Roberto Marinho, era o seu Presidente no Brasil. De qualquer modo, a controvérsia está sob judice. De um lado, dissimulados protetores dos madeireiros, do delito ambiental e da exaustão sem limites dos recursos nacionais. De outro, uma ONG multinacional que vive das benesses do capital mundial sob o pretexto de proteger o que não lhe pertence. No meio, a natureza nacional (e mundial), cada vez mais desprotegida. Nº de páginas:302 Tamanho:80,14 MB Formato:pdf Idioma:Português | |||
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M. Loureiro
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