domingo, 5 de julho de 2015 By: Fred

{clube-do-e-livro} NORA ROBERTS - NOVOS TEMPOS, NORA ROBERTS - MESA PARA DOIS, Nora Roberts - mistérios, Nora Roberts - Noites de tentação (Reino Cordina)

Nora Roberts - Novos Tempos

1
Conhecia os riscos. E ele era um homem desejoso de corr�-los. Um passo em falso e tudo teria terminado quase antes de come�ar. Sempre tinha pensado que a vida
era como um jogo. Freq�entemente, possivelmente muito freq�entemente, deixou-se arrastar por seus impulsos para acabar enredando-se em situa��es potencialmente perigosas.
Mas, naquele caso em particular, tinha calculado minuciosamente todas as probabilidades.
passou-se dois anos de sua vida calculando, provando, construindo. At� o mais m�nimo detalhe tinha sido registrado, informatizado e analisado. Era um homem
muito paciente... ao menos pelo que se referia a seu trabalho. Sabia o que poderia acontecer. E tinha chegado a hora de demonstr�-lo.
mais de seu amigo suspeitava que tinha transpassado a barreira que separava o g�nio da loucura. Inclusive aqueles que mais entusiastas se mostravam com suas
teorias tinham come�ado a preocupar-se. N�o era a opini�o p�blica o que lhe importava, a n�o ser o resultado. E o resultado daquela experi�ncia, a maior de sua vida,
seria pessoal. Muito pessoal.
Instalado frente ao grande painel curvo do quadro de mandos, assemelhava-se mais a um bucanero na proa de seu navio que a um cientista na c�pula de seu descobrimento.
Mas a ci�ncia era sua vida, e era a ci�ncia o que o tinha convertido em um explorador da estirpe dos m�ticos Colombo e Magallanes.
Acreditava no azar, no mais puro sentido da palavra. Na imprevis�vel possibilidade da exist�ncia. E estava disposto a demonstr�-lo. al�m de seus c�lculos, de
seus conhecimentos e da tecnologia, necessitava um elemento mais. O fator que todo explorador necessitava para ter �xito. Sorte.
Sim. Naqueles precisos momentos, achava-se ao fim s� na imensid�o do espa�o sideral, fora das rotas interestelares mais transitadas. Saboreando aquela especial
intimidade entre o ser humano e seus sonhos imposs�vel de desfrutar em um laborat�rio. Pela primeira vez desde que come�ou sua viagem, sorriu. Muito tempo tinha
passado encerrado nos laborat�rios.
A solid�o era relaxante, inclusive tentadora. Quase se tinha esquecido do que significava estar verdadeiramente sozinho, acompanhado unicamente por seus pr�prios
pensamentos. Sim. Ali, nas �ltimas fronteiras do universo civilizado, com seu pr�prio planeta convertido em uma pequena bola brilhando na lonjura, dispunha de tempo.
E o tempo era a chave.
Registrou suas coordenadas: velocidade, trajet�ria, dist�ncia. Todas meticulosamente calculadas. Seus compridos e finos dedos se moviam correntemente por teclas
e sensores. O painel de controle se iluminou de verde, projetando um aura quase m�stica sobre seu rosto de acusados rasgos.
Foi a concentra��o mais que o temor o que o fez franzir o cenho e apertar os l�bios enquanto se dirigia para o sol. Sabia perfeitamente o que lhe aconteceria
se tinha errado em seus c�lculos pela mais estreita margem. A for�a gravitacional da brilhante estrela o tragaria. A nave e seu ocupante se desintegrariam rapidamente.
A �ltima falha, pensou enquanto contemplava a luminosa estrela que ocupava todo o campo de vis�o da cabine. Ou o �ltimo �xito. Era uma vis�o maravilhosa, com
aquela luz que banhava por completo a nave e o fazia entreabrir as p�lpebras. Inclusive a aquela dist�ncia, o sol conservava toda sua capacidade de dar vida ou morte.
Baixou a tela protetora contra a luz solar. Ativou os mandos para aumentar a velocidade ao m�ximo. Segundo o indicador de calor, a temperatura exterior se incrementou
dramaticamente. Esperou, sabendo que detr�s da tela protetora a intensidade da luz era tal que lhe teria queimado as c�rneas. Um homem viajando para o sol se expor
a ficar cego e a perecer irremisiblemente... sem ter alcan�ado nunca seu destino.
Seguiu esperando quando soou a primeira chamada de alerta, e tamb�m quando a nave deu uma sacudida sob as for�as da gravidade e de seu pr�prio impulso. A tranq�ila
voz do ordenador lhe indicou os dados de velocidade, posi��o e, o mais importante, tempo.
Embora podia escutar o batimento do cora��o de seu cora��o ressonando nos ouvidos, n�o lhe tremeu a m�o enquanto aumentava a velocidade dos motores.
Viajava disparado para o sol, mais r�pido do que nenhum homem o tinha feito jamais. Apertando a mand�bula, acelerou um ponto mais. A nave se estremeceu, balan�ou-se
e, por �ltimo, come�ou a girar uma, dois, tr�s vezes, sem que pudesse endireit�-la. aferrou-se com todas suas for�as aos mandos enquanto a in�rcia o esmagava contra
a poltrona. E a cabine explorou em meio de um mar de luzes e sons.
Por um instante lhe nublou a vis�o, e temeu que, em lugar de abrasar-se com o calor do sol, a nave arrebentaria pela for�a gravitacional da estrela. Mas n�o.
Sua nave seguia voando livre, como a flecha disparada por um arqueiro. salvou-se. Ofegando sem f�lego, voltou a revisar os controles e prosseguiu aquele viaje para
seu destino.
Foi o espa�o, a vasta amplitude o que mais impressionou ao Jacob do Noroeste. Em qualquer dire��o para a que olhasse, solo via rochas, e �rvores, e c�u. Tudo
estava tranq�ilo. N�o silencioso, a n�o ser tranq�ilo, com aquele rumor de pequenos animais movendo-se na espessura e os gritos das aves no alto, voando em c�rculos.
Uns rastros na neve ao redor da nave indicavam que animais bastante maiores tinham estado rondando o territ�rio. E, o que era mais importante: a pr�pria neve lhe
dizia que seus c�lculos tinham errado em, pelo menos, v�rios meses.
No momento, entretanto, teria que conformar-se tendo chegado aproximadamente aonde tinha querido chegar. E seguindo vivo.
T�o meticuloso como sempre, voltou para a nave para registrar feitos e impress�es. Tinha visto imagens e v�deos daquele tempo e daquele lugar. Durante o �ltimo
ano tinha estudado cada retalho de informa��o que tinha podido encontrar do final do s�culo XX. Maneiras de vestir, de falar, ambiente s�cio-pol�tico. Como cientista,
havia-se sentido fascinado. E, como homem, pela metade divertido e pela metade seduzido. E assombrado de que seu irm�o tivesse escolhido viver ali, naquela �poca
t�o primitiva. Por culpa de uma mulher.
Jacob tirou uma fotografia de um compartimento. Um bom exemplo de tecnologia do s�culo XX, refletiu enquanto examinava aquela foto instant�nea de c�mara Polaroid.
fixou-se primeiro em seu irm�o. Sim, o impenitente sorriso do Caleb sempre em seu lugar. Parecia sentir-se muito c�modo, sentado nos degraus de uma pequena estrutura
de madeira, vestido com uns velhos jeans e um su�ter. Rodeava com um bra�o os ombros de uma mulher. Uma mulher que se chamava Libby. Indubitavelmente era atrativa.
Talvez n�o t�o espetacular como as que respondiam ao tipo usual de Cal, mas, certamente, de apar�ncia completamente inofensiva.
Ent�o, o que era o que tinha essa mulher para ter persuadido a seu irm�o de que renunciasse a seu lar, a sua fam�lia e a sua liberdade?
Jacob voltou a guardar a fotografia. Veria o Libby em pessoa. E julgaria por si mesmo, sem deixar-se enganar pelas apar�ncias. Por �ltimo, faria entrar em raz�o
a seu irm�o e o levaria de volta a casa. Mas antes tinha que tomar algumas precau��es.
Abandonou a coberta de v�o para entrar em seu dormit�rio, onde se despojou de seu traje. Os jeans e o su�ter, que lhe haviam flanco uma verdadeira fortuna,
seguiam pendurados do cabide. Enquanto ficava as cal�as, pensou que eram umas reprodu��es excelentes, uma obra professora. E, al�m disso, extremamente c�modos: isso
era ineg�vel.
Uma vez que terminou de vestir-se, olhou-se no espelho. Se ia ter que mesclar-se com gente durante sua estadia ali, que esperava fora breve... queria passar
completamente desapercebido e n�o despertar a menor suspeita. N�o tinha nem tempo nem vontades de ter que explicar sua presen�a nessa �poca a uma gente que, isso
era seguro, teria as entendederas muito curtas. Assim como tampouco desejava converter-se em pasto da publicidade, que conforme tinha estudado, a essas alturas do
s�culo XX se converteu em uma verdadeira praga.
Embora detestava admiti-lo, o su�ter cinza e os jeans azuis lhe sentavam perfeitamente. Levava o cabelo algo comprido, quase at� os ombros. E um pouco descuidado,
j� que emprestava muita mais aten��o a seu trabalho que �s modas de volta. Em qualquer caso, proporcionava um excelente marco a seu rosto anguloso, de rasgos duros.
Tinha os olhos de uma cor verde escura, e sua boca de l�bios habitualmente apertados, possu�a um inesperado e sedutor encanto quando se relaxava o suficiente para
sorrir.
Naquele instante, entretanto, n�o estava sonriendo. pendurou-se sua bolsa do ombro e abandonou a nave. Orientando-se pelo sol e n�o pela hora que marcava seu
rel�gio, decidiu que seria pouco mais de meio-dia. O c�u estava absolutamente espa�oso de nuvens. Era incr�vel permanecer baixo aquela gigantesca c�pula azul, logo
que sulcada pelo fino fio de fuma�a do que devia ser um antigo transporte a�reo. Chamavam-nos avi�es, recordou vendo como desaparecia o diminuto risco branco.
Que paci�ncia devia ter aquela gente, refletiu, para sentar-se em companhia de outras centenas de passageiros, ombro com ombro, e ter que esperar horas para
fazer um trajeto t�o curto como o de Nova Iorque a Paris.
Come�ou a caminhar. Era uma sorte que luzisse o sol. Seus preparativos n�o tinham inclu�do um casaco, ou uma roupa interior t�rmica. Passaria bastante frio
antes de que a caminhada lhe esquentasse os m�sculos. Jacob era um cientista vocacional, e podia dedicar horas, e dias inteiros, a c�lculos e experimentos. Mas nunca
se descuidou fisicamente, e seu corpo estava t�o bem treinado e disciplinado como seu c�rebro.
Utilizou sua unidade de bracelete para orientar-se. Ao menos o relat�rio de Cal tinha sido bastante espec�fico na hora de descrever o lugar em que se acidentou
sua nave, assim como a localiza��o da cabana do Libby, em que terminou alojando-se.
Uns trezentos anos depois, Jacob tinha visitado esse lugar e escavado a c�psula do tempo que seu irm�o e aquela mulher tinham enterrado. Jacob tinha deixado
seu lar no ano 2255. Tinha viajado pelo tempo e pelo espa�o para encontrar a seu irm�o. E levar o de volta a casa.
Enquanto caminhava n�o viu sinal de ser humano algum. Solo havia um imenso espa�o deserto, hectares e hectares, um terreno completamente virgem, intacto. O
sol projetava sombras azuladas sobre a neve, e as �rvores se elevavam sobre sua cabe�a como silenciosos gigantes.
Apesar da l�gica do que tinha feito, dos meses de c�lculos precisos, de seus esfor�os por passar a teoria � pr�tica, estava come�ando a sentir uma estranha
mescla de medo e de j�bilo. A magnitude do que acabava de fazer, do salto no tempo que tinha dado, imp�s-se a sua consci�ncia. Ali estava, com os p�s na terra, baixo
aquele c�u imenso em um planeta que lhe resultava mais estranho que a lua. estava-se enchendo os pulm�es de ar, que voltava a exalar em brancas baforadas. Podia
sentir a mordida do frio no rosto e em suas m�os sem luvas. Sim, era como se estivesse nascendo de novo.
Teria sentido o mesmo seu irm�o? N�o. Era seguro que, ao princ�pio, n�o teria sentido j�bilo algum. Cal se haveria sentido perdido, ferido, confundido. O n�o
tinha eleito viajar at� ali, mas sim tinha sido uma v�tima do destino e das circunst�ncias. Logo, vulner�vel e sozinho, deixou-se enfeiti�ar por uma mulher. Escurecida
sua express�o por aquelas reflex�es, Jacob continuou caminhando.
Detendo-se ante o arroio, ficou a recordar. Fazia um pouco mais de dois anos, s�culos no futuro, tinha estado naquele lugar. Tinha sido em meados do ver�o,
e embora o arroio tinha trocado seu curso com o tempo, a paragem era o mesmo. Ent�o tinha pisado em erva verde em vez de neve. Mas a erva voltaria a crescer, ano
detr�s ano, ver�o detr�s o ver�o. E o arroio voltaria para circular r�pido, em vez de ver-se obrigado a sortear rochas e placas de gelo, como naqueles momentos.
Sentindo-se um pouco aturdido, agachou-se e recolheu um punhado de neve. Ent�o tamb�m tinha estado sozinho, embora por cima de sua cabe�a o c�u tinha zumbido
com o rumor do constante tr�fico a�reo. Al�m disso, um conjunto de hot�is de montanha se elevava a uns poucos quil�metros para o este. Recordava que, quando desenterrou
a caixa que seu irm�o tinha oculto, sentou-se no ch�o e ficou a meditar.
Como o estava fazendo naquele momento, mas de p�. Se ficava a escavar ali mesmo, poderia desenterrar a mesma caixa. A caixa que tinha deixado em casa de seus
pais t�o solo uns dias antes. A caixa existia ali, sob seus p�s, tal e como tinha existido no tempo de que procedia. Tal e como ele existia agora.
Se a desenterrava agora e a levava a nave, j� n�o seguiria ali para que a encontrasse aquela manh� do ver�o do s�culo vinte e tr�s. Mas se isso era certo, como
podia estar ali, naquele tempo e lugar, para desenterr�-la? Uma adivinha��o interessante, refletiu Jacob. Pensaria sobre isso enquanto caminhava.
Viu a cabana e ficou fascinado. Por muitas imagens, filmes ou hologramas que tivesse visto, aquela cabana era real. Havia placas de neve derretendo-se lentamente
no telhado. A madeira era escura, n�o muito envelhecida pelo passado do tempo. A luz do sol se refletia nos cristais das janelas. A fuma�a... sim, podia v�-lo e
cheir�-lo, elevava-se da chamin� de pedra, perdendo-se no c�u azul.
"Assombroso", pensou, e pela primeira vez em muitas horas seus l�bios formaram um sorriso. sentia-se como um menino que acabasse de descobrir um presente �nico
no mundo debaixo de sua �rvore de Natal. Um presente que era dele, no momento, para explor�-lo, para analis�-lo, para desarm�-lo e desentranhar seu funcionamento.
Subiu os degraus da entrada, talheres de neve. Para ouvir o rangido da madeira sob seu peso, seu sorriso se ampliou. N�o se incomodou em chamar. Os maneiras
se perdiam facilmente com a euforia do descobrimento. Abriu a porta e entrou na cabana.
- Incr�vel. Absolutamente incr�vel - sussurrou. Estava completamente rodeado de madeira. De aut�ntica madeira. E pedra, uma pedra tirada da terra e esculpida
para construir a chamin�. Um fogo ardia nela, crepitando e chispando detr�s de uma tela de ralo. Cheirava maravilhosamente bem. Estava em uma pequena habita��o,
abarrotada de coisas, a qual mais estranha e pitoresca.
Jacob teria podido acontecer horas s� naquela habita��o, escrutinando at� o �ltimo cent�metro quadrado. Mas desejava ver o resto. Registrando esse pensamento
em seu micrograbadora, come�ou a subir as escadas.
Sunny deu um murro contra o volante de seu todo-terreno e pronunciou uma maldi��o. Como podia haver-se acreditado que desejava realmente passar um par de meses
na cabana? Paz e tranq�ilidade! Quem necessitava isso? Trocou de marcha enquanto o ve�culo ascendia penosamente pela colina. A id�ia de que umas quantas semanas
em solid�o lhe dariam a oportunidade de refletir sobre sua vida e decidir o que queria fazer era simplesmente... rid�culo.
J� sabia o que queria fazer com sua vida. Algo grande, algo espetacular. Desgostada, soprou-se a loira franja dos olhos. O �nico problema era que n�o sabia
exatamente quando ia fazer esse algo grande e espetacular. Mas isso n�o importava tanto. J� o descobriria quando tivesse que faz�-lo.
S� que sempre descobria o que n�o tinha que fazer quando o fazia. J� sabia que n�o se tratava de pilotar avi�es de carga... ou saltar em p�ra-quedas deles.
Tampouco se tratava do bal�, nem de fazer excurs�es com uma banda de rock. Nem conduzir um caminh�o, nem escrever em haiku.
Enquanto estacionava o todo-terreno frente � cabana, Sunny se recordou que n�o todo mundo, aos vinte e tr�s anos, podia ser t�o concreto e espec�fico como ela
a respeito do que, por experi�ncia, sabia j� que n�o desejava fazer. Servindo do m�todo da elimina��o, e seguindo esse ritmo de descobrimentos, ao cabo de outros
dez ou vinte anos deveria estar bem encaminhada para a fama e o �xito...
Tamborilou com os dedos no volante durante uns segundos enquanto contemplava a cabana. Tinha uma estrutura maci�a e achaparrada, e era ao menos o suficientemente
acolhedora para n�o resultar feia. Uma velha cadeira de balan�o se balan�ava no alpendre de entrada. Seguia ali ano detr�s ano, no ver�o e no inverno, desde fazia
mais tempo de que podia recordar. Havia, isso n�o podia neg�-lo, algo c�modo e reconfortante naquela continuidade. Mas junto a aquela comodidade surgia sempre uma
inquieta��o pelo novo, pelo ainda n�o visto nem meio doido.
Com um suspiro, recostou-se no assento do todo-terreno, ignorando o frio. O que era o que queria que n�o houvesse ali, naquele lugar?Ou em qualquer outro lugar
no que tinha estado? Mesmo assim, sempre que dispunha de tempo para fazer-se essa pergunta, quando chegava a hora de refletir, sempre retornava ali, � cabana.
Tinha nascido nela. Tinha passado os primeiros anos de sua vida nela e nos bosques que a rodeavam. Possivelmente por isso voltava sempre ali quando lhe parecia
que sua vida carecia de sentido. Para recuperar embora solo fora um pouco daquela simplicidade, daquela simplicidade.
O certo era que a amava. Talvez n�o com a paix�o de sua irm�, nem com o enraizado sentimento de seus pais, mas sim com um fundo de ternura. Sentia por ela o
mesmo tipo de carinho que haveria sentido uma menina por uma velha e exc�ntrica tia.
Sunny n�o podia imaginar-se a si mesmo vivendo de novo ali, como Libby e seu marido tinham feito. Dia detr�s dia, noite detr�s noite, sem ver ningu�m. Possivelmente
suas ra�zes estivessem no bosque, mas seu cora��o pertencia � cidade, com suas luzes e suas m�ltiplos possibilidades.
"S� ser�o umas curtas f�rias", prometeu-se a si mesmo enquanto se tirava o gorrito de l� e se passava os dedos por seu curto cabelo. Tinha direito �s desfrutar.
depois de tudo, tinha ingressado na universidade a temprana idade de dezesseis anos. "� muito inteligente para seu pr�prio bem", havia-lhe dito seu pai mais de uma
vez. depois de graduar-se, pouco antes de cumprir os vinte anos, tinha come�ado mil e um projetos, e com nenhum deles se havia sentido satisfeita.
Procurava ser boa em todo aquilo que se propunha fazer. Possivelmente por isso tinha recebido classes de todo tipo de atividades, desde dan�ar claqu� at� pintar
� cera. Mas ser bom em algo n�o significava que esse algo fora o bom. Assim sempre trocava de atividade, permanentemente inquieta, sentindo-se de cont�nuo culpado
por deixar as coisas ao meio fazer.
Tinha chegado a hora de deter-se e refletir. Por isso tinha ido ali, para pensar, para refletir, para decidir. Isso era tudo. N�o se estava escondendo, nem
fugindo... solo porque tivesse perdido seu �ltimo trabalho. N�o, seus dois �ltimos trabalhos, corrigiu-se, mal-humorada.
Em qualquer caso, dispunha de suficiente dinheiro para ag�entar o resto do inverno... sobre tudo tendo em conta que n�o tinha nenhum lugar onde gast�-lo. Se
seguia suas inclina��es e tomava o seguinte avi�o para o Portland ou Seattle, ou a qualquer outro s�tio onde estivessem acontecendo coisas, arruinaria-se em menos
de uma semana. E o �ltimo que desejava fazer era arrastar-se frente a seus indulgentes e exasperados pais.
- Disse que foste ficar te - murmurou enquanto abria a porta do todo-terreno- E ficar� at� que descubra o verdadeiro destino do Sunny Stone.
Recolheu as duas bolsas de provis�es que tinha comprado na cidade e se abriu passo entre a neve. Ao menos, pensou, um par de meses na cabana a ensinariam a
ser auto-suficiente. Se antes n�o morria de puro aborrecimento, claro.
Uma vez dentro o primeiro que fez foi aproximar-se do fogo, satisfeita de que seguisse ardendo bem. Aqueles poucos anos que passou nas Girl Scouts tinham servido
para algo. Deixou as bolsas sobre o mostrador da cozinha. Sabia que Libby n�o teria perdido nem um segundo em coloc�-lo tudo em seu lugar. Mas para o Sunny guardar
algo que cedo ou tarde teria que voltar a tirar n�o era mais que uma absurda perda de tempo.
Com a mesma atitude descuidada, deixou seu casaco no respaldo de uma cadeira e se tirou as botas, que foram parar a um rinc�o. Logo tirou uma barra de chocolate
de uma das bolsas e come�ou a mordisc�-la enquanto voltava para sal�o. O que precisava era uma larga tarde dedicada ao estudo e � reflex�o. Ultimamente tinha estado
acariciando a id�ia de voltar para a universidade para licenciar-se em Direito. Resultava-lhe atrativa a id�ia de viver de sua habilidade para a discuss�o e a pol�mica.
junto com sua roupa, sua c�mara de fotos, seu caderno de notas, seu grabadora e seus sapatos de baile, tinha cheio as duas caixas que levava com livros orientativos
sobre as mais diversas profiss�es.
Durante sua primeira semana na cabana, tinha refletido em profundidade sobre a profiss�o de roteirista de cinema e tinha terminado descartando-a por inst�vel.
A medicina a assustava, e abrir uma loja de roupas antiga era algo que estava muito de moda.
Mas o Direito tinha suas possibilidades. Podia imaginar-se a si mesmo como uma fria e implac�vel fiscal, ou como uma dedicada e diligente advogada de of�cio.
Mereceria a pena provar, disse-se enquanto subia as escadas. E quanto antes localizasse seu objetivo, antes poderia voltar a fazer algo mais excitante que sentar-se
a ver cair a neve naquela cabana.
De repente, a barra de chocolate ficou a meio caminho de seus l�bios quando entrou na habita��o... e o viu. Estava de p� ao lado da cama, sua cama, obviamente
ensimismado na leitura de uma revista de modas que ela tinha deixado no ch�o a noite anterior. Deslizava os dedos pelo papel acetinado de suas p�ginas quase com
rever�ncia, como se se tratasse da mais ex�tica malha.
Estava de costas a ela. Era alto e moreno. Levava o cabelo o suficientemente largo como para que as pontas lhe tampassem o pesco�o do su�ter. Sem atrever-se
apenas a respirar, continuou observando-o. Se era um excursionista, ia muito bem vestido. As cal�as n�o estavam muito gastas. E o mesmo acontecia com suas botas.
N�o, duvidava que fora um montanh�s. E nem o montanh�s mais temer�rio se teria atrevido a aventurar-se a p� pelas montanhas em pleno inverno.
Parecia forte e musculoso. Se era um ladr�o devia ser muito est�pido para perder o tempo dessa maneira: folheando uma revista de modas quando deveria estar
procurando algo de valor na cabana.
Sunny desviou o olhar para a c�moda, onde guardava a caixa das j�ias. N�o tinha uma grande cole��o, mas cada pe�a tinha sido selecionada com delicioso cuidado,
sem reparar no pre�o. E eram delas, ao igual a aquela cabana, ao igual a aquela habita��o que tinha invadido esse estranho.
Furiosa, soltou a barra de chocolate e se procurou a arma mais pr�xima que encontrou � m�o: uma garrafa vazia de refrigerante. Blandi�ndola, deu um passo para
diante.
Jacob ouviu o movimento. Pela extremidade do olho, viu uma mancha imprecisa de cor vermelha. Um pressentimento o fez voltar-se, justo no momento em que a garrafa
passou quase lhe ro�ando a cabe�a para estelar se contra a mesinha. O cristal soou como um disparo ao romper-se.
- O que...?
antes de que pudesse pronunciar outra palavra, perdeu p� e caiu de costas. Do estou acostumado a p�de ver uma mulher alta e esbelta, de cabelo curto e loiro,
e olhos de uma cor cinza quase transparente. Com as pernas flexionadas e os bra�os em alto, movia lentamente as m�os como se estivesse praticando uma esp�cie de
arcaica arte marcial.
- Nem te ocorra-lhe advertiu ela-N�o quero lombriga obrigada a te fazer danifico, assim te incorpore lentamente. Logo baixa as escadas e te largue. Disp�e de
trinta segundos para faz�-lo.
Sem deixar de olh�-la aos olhos, Jacob se incorporou sobre um cotovelo. Quando tinha que as ver-se com um membro de uma cultura t�o primitiva, toda precau��o
era pouca.
- Perd�o?
- J� me ouviste, amigo. Sou cintur�o negro, quarto d�o. me d� a oportunidade e te esmagarei o cr�nio como se fora uma noz.
Sem uma palavra, Jacob se incorporou de um salto colocando-se em uma posi��o de luta semelhante a dela. Leu a surpresa em seus olhos. N�o era medo, a n�o ser
surpresa. Conseguiu parar o primeiro golpe que lhe lan�ou, embora sentiu a for�a de seu impacto do bra�o at� o ombro. A seguir conseguiu esquivar uma patada bem
dirigida ao queixo.
Era r�pida, advertiu. R�pida e �gil. dedicou-se a esquivar seus ataques, mantendo-se � defensiva enquanto a observava. N�o sentia o mais m�nimo temor, concluiu
com uma sensa��o de pura admira��o. Sim; parecia uma jaqueta nata. E se Jacob tinha alguma debilidade inconfess�vel, era o prazer que lhe produzia um bom combate.
N�o jogou com ela. Se o tivesse feito, estava seguro de que teria acabado no ch�o com um p� na garganta. A patada que lhe lan�ou contra as costelas, surpreendendo-o
com o guarda baixo, constitu�a uma boa prova disso. Mas Jacob era consciente de que a superava em peso e estatura, e decidiu aproveitar aquelas vantagens. Insinuou,
parou-lhe um golpe e contra-atacou com uma chave que a projetou diretamente contra a cama. antes de que pudesse recuperar-se, lan�ou-se sobre ela e lhe imobilizou
as bonecas por cima da cabe�a.
Viu que ofegava pelo esfor�o, embora ainda n�o se rendeu. Jogando fa�scas pelos olhos, concentrou toda sua for�a em um �ltimo golpe. E, felizmente, Jacob se
girou a tempo para evitar receber um joelhada nos test�culo.
- Algumas costure n�o trocam nunca - murmurou enquanto a observava, esperando a que se tranq�ilizasse um pouco.
Era impresionantemente bela. Tinha a pele ruborizada, com um delicioso tom rosado que real�ava o loiro claro de seu cabelo. O penteado, curto e austero, destacava
deste modo a formosa e elegante estrutura de seu rosto. Tinha os ma��s do rosto salientes. E uns olhos grandes, cinzas, rasgados, que brilhavam de frustra��o mas
n�o de derrota. Tinha o nariz pequeno e reta, e uma boca de l�bios cheios, com o inferior ligeiramente avan�ado. Cheirava a bosque e a folhagem.
- � muito boa - lhe comentou Jacob.
- Obrigado - n�o lutou. Sabia quando lutar e quando economizar for�as. Aquele homem a tinha vencido, mas ela n�o estava disposta a render- . Te agradeceria
que deixasse de me esmagar com seu peso. Agora mesmo.
- Tem por costume saudar �s pessoas lhe lan�ando um botellazo e atirando-a ao ch�o?
- E voc� tem por costume te colocar nas casas da gente e farejar em seus dormit�rios? - perguntou-lhe Sunny, arqueando uma sobrancelha.
- A porta estava aberta - assinalou, mas ao momento franziu o cenho. Estava seguro de encontrar-se no lugar que tinha estado procurando, mas aquela mulher n�o
era Esta Libby � sua casa?
- Assim �. Propriedade privada, lhe chama. Olhe, j� chamei � pol�cia - mentiu, j� que o telefone mais pr�ximo estava a dezenas de quil�metros dali- Se eu fosse
voc�, largaria-me imediatamente.
- Se eu queria evitar � pol�cia, seria in�til que tentasse me largar - inclinou a cabe�a, olhando-a pensativo- . Al�m disso, n�o a chamaste.
- Possivelmente o tenha feito e possivelmente n�o. O que � o que quer? Nesta cabana n�o h� nada que mere�a a pena roubar.
- Eu n�o vim a roubar.
Sunny experimentou uma r�pida pontada de p�nico, que em seguida foi afogada por outra de f�ria.
- N�o lhe porei isso f�cil.
- De acordo - Jacob n�o se incomodou em lhe perguntar pelo que tinha querido dizer- Quem � voc�?
- Acredito que sou eu a que deve te fazer essa pergunta - replicou- . Embora tampouco pode dizer-se que esteja muito interessada - o cora��o lhe tinha come�ado
a acelerar, e confiava em que ele n�o pudesse not�-lo. Estavam tombados um sobre o outro em uma cama sem fazer, em uma postura t�o �ntima como a de dois amantes.
Seus olhos, de uma cor verde profunda, cravados com tanta fixidez nos seus, estavam-na deixando sem f�lego.
Naquele instante Jacob sim que descobriu o p�nico em seu olhar, apenas um leve brilho, e afrouxou a press�o sobre suas bonecas. O pulso lhe pulsava muito rapidamente,
lhe causando a ele uma rea��o semelhante. Sim, podia sentir o acelerado pulsado de seu pr�prio cora��o enquanto seus olhos viajavam inconscientemente at� seus l�bios.
perguntou-se o que se sentiria ao beij�-la. Solo um roce, um experimento. Uma boca de aspecto t�o suave e apetec�vel parecia ter sido criada para tentar a um
homem. Lutaria ou se resignaria? Aborrecido por aquela distra��o, voltou a olh�-la aos olhos. Tinha um objetivo que cumprir. Um objetivo do que nada o deteria.
- Lamento te haver assustado, ou ter invadido sua intimidade. Estava procurando a algu�m.
- Aqui n�o h� ningu�m salvo... - interrompeu-se- A quem diz que est� procurando?
Jacob se disse que era melhor obrar com prud�ncia. Se tinha cometido algum engano de c�lculo com o tempo, ou se o relat�rio de Cal tinha sido incorreto, o melhor
seria guardar algumas precau��es.
- A um homem. Acreditava que vivia aqui, mas possivelmente minha informa��o n�o era a correta.
- Como se chama? - perguntou-lhe Sunny, soprando a franja dos olhos.
- Hornblower - respondeu Jacob, sonriendo pela primeira vez- . Se chama Caleb Hornblower - a surpresa que leu em seu olhar foi tudo o que necessitava. Instintivamente,
seus dedos se esticaram sobre suas bonecas- O conhece?
Uma multid�o de pensamentos e suspeitas sobre o misterioso marido de sua irm� assaltou a mente do Sunny. Era um espi�o, um fugitivo, um exc�ntrico milion�rio
vagando pelo mundo? Ignorava-o. Mas a lealdade familiar era o primeiro, e teria preferido a tortura antes que trair a sua irm�.
- por que deveria conhec�-lo?
- Conhece-o - insistiu Jacob. Ao ver que elevava o queixo com um gesto de obstina��o, suspirou, frustrado- Tenho feito um comprido caminho para vir a v�-lo-se
sorriu, pensando no profundo significado daquela frase- . N�o pode imaginar o comprido que foi. Por favor, pode-me dizer onde est�?
- Evidentemente, aqui n�o.
- � que n�o se encontra bem? - perguntou-lhe Jacob, lhe soltando as m�os para agarrar a dos ombros- Lhe aconteceu algo mau?
- N�o - respondeu, comovida pelo tom de preocupa��o de sua voz- . N�o, claro que n�o. N�o queria dizer que... - interrompeu-se de novo. Se aquilo era uma armadilha,
estava caindo totalmente nela- . Se quer me tirar alguma informa��o mais, ter� que me dizer quem � e por que quer v�-lo.
- Sou seu irm�o Jacob.
Sunny p�s uns olhos como pratos. O irm�o de Cal? Supunha que isso entrava dentro do poss�vel. A forma de seu rosto e a cor de seu cabelo eram similares. E certamente
aquele homem se parecia mais a seu cunhado que ela mesma ao Libby.
- Bom - pronunciou depois de um breve debate interno- O mundo � um len�o, n�?
- Certamente � mais pequeno do que voc� imagina. Ent�o conhece cal?
- Sim. E dado que est� casado com minha irm�, ent�o voc� e eu somos... Bom, acredito que seria melhor que continu�ssemos falando disto em outra postura que
n�o fora a horizontal.
Jacob assentiu com a cabe�a, mas n�o se moveu.
- Quem � voc�?
- Eu? - esbo�ou um amplo e radiante sorriso- . OH, eu sou Sunbeam - ainda sonriendo, agarrou-lhe firmemente um polegar- . E agora, se n�o querer que te desloque
um dedo... te levante de uma maldita vez de minha cama!

2

separaram-se com certo receio, como dois boxeadores dirigindo-se a seus respectivos rinc�es depois do toque de sino. Jacob n�o estava muito seguro de como conduzir-se
com ela, e muito menos depois da not�cia bomba que lhe tinha solto. Seu irm�o se casou.
- Onde est� Cal?
- Borneo. Acredito que est� na Borneo. Talvez em Bora Bora. Libby est� realizando uma investiga��o - Sunny j� dispunha de tempo para contempl�-lo com maior
objetividade. Sim, definitivamente se parecia muito a Cal: em sua forma de mover-se, de falar. Mas, inclusive apesar de ter aceito isso, ainda n�o estava disposta
a confiar de tudo nele- . Cal deveu te haver contado que � antrop�loga.
Depois de uma breve vacila��o, Jacob sorriu de novo. Naquele momento n�o o preocupava tanto o que Cal lhe havia dito ou n�o em seu relat�rio, como o que teria
podido lhe dizer a respeito dele mesmo a aquela mulher chamada Sunbeam. "Sunbeam, raio de sol", pensou distra�do. Podia algu�m chamar-se realmente assim?
- � obvio - mentiu com tom suave, sem a menor sombra de culpa- Mas n�o me avisou de que estaria fora. Quando voltar�?
- Ainda tem para umas quantas semanas mais - respondeu Sunny enquanto se alisava o su�ter vermelho. J� podia sentir os moretones que lhe estavam formando. N�o
lhe importava. Tinha-lhe feito frente, e n�o as tinha arrumado t�o mal. Esperava que pudesse ter outra oportunidade- . � curioso que n�o nos comentasse que foste
vir.
- N�o sabia - frustrado, desviou o olhar para a janela. Tinha estado t�o perto, t�o condenadamente perto... Mas teria que esperar- . Eu mesmo n�o estava seguro
de que pudesse chegar.
- J�. Como � bodas, a que ao final n�o assistiu. Sentiu saudades muito que nenhum membro da fam�lia de Cal aparecesse na cerim�nia.
Jacob captou um inequ�voco tom de censura em sua voz.
- me acredite, se tiv�ssemos podido assistir, o ter�amos feito - rep�s, quase divertido para seus adentros pela ironia da situa��o.
- Mmm. Bom, dado que j� terminamos que brigar, proponho-te que baixemos e tomemos um ch� - se dirigiu para a porta- . Como certo, o que d�o de cintur�o negro
tem voc�?
- S�timo - arqueou uma sobrancelha- . N�o queria te fazer danifico.
- Claro - bastante molesta por aquele coment�rio, come�ou a baixar as escadas- . N�o sabia que a gente como voc� praticasse as artes marciais.
- A gente como eu? - perguntou Jacob distra�damente enquanto deslizava a m�o pela Lisa superf�cie do corrim�o de madeira.
- Voc� � f�sico ou um pouco parecido, n�o?
- Um pouco parecido - sobre o respaldo de uma cadeira viu um casaco de escandalosos, mais que vivos, cores. Embora lhe recordou algo, conteve-se de lhe fazer
um minucioso exame- e voc�? A que te dedica voc�?
- A nada. Me estou pensando isso.
Nada mais entrar na cozinha, Sunny se dirigiu diretamente ao forno. De modo que n�o p�de ver a express�o assombrada do Jacob.
Enquanto observava a cozinha, pensou que parecia extra�da de algum antigo livro ou filme. Solo que aquilo era muito, muit�ssimo melhor que qualquer reprodu��o.
Absolutamente maravilhoso. Ansiava toc�-lo tudo, acarici�-lo tudo...
- Jacob? - O que?
Sunny o olhou sentida saudades. "Um tipo estranho", pensou. Muito bonito, certamente, mas tamb�m muito estranho.
- Hei-te dito que tenho muitas variedades de ch�. Prefere alguma em particular?
- N�o - n�o podia resistir. Simplesmente n�o podia.
Aproveitando que ela se voltou para p�r ao fogo a bule, aproximou-se da pia de cer�mica branca e abriu o grifo. P�s um dedo sob o jorro de �gua e descobriu
que estava fria como o gelo. Quando se levou a ponta do dedo aos l�bios, reconheceu um leve sabor a metal.
Era �gua pura, sem nenhum tipo de processamento. Assombroso. Aquela gente bebia �gua diretamente da que emanava do ch�o. Completamente esquecido do Sunny, voltou
a adiantar o dedo e descobriu que a �gua se esquentou muito, at� o ponto de que por pouco se abrasou. Ao voltar-se, viu que Sunny o estava olhando fixamente.
N�o tinha sentido amaldi�oar-se a si mesmo por sua imprud�ncia. Simplesmente teria que aprender a dominar sua curiosidade enquanto n�o estivesse sozinho.
- � muito bonito - comentou.
- Obrigado - esclarecendo-a garganta, Sunny n�o deixou de olh�-lo enquanto preparava duas ta�as- . O chamamos "pia". Na Filadelfia tamb�m se fabricam pias,
verdade?
- Sim. O que passa � que nunca tinha usado um como este.
Sunny se relaxou um tanto.
- Bom, este lugar est� um pouco antiquado.
- Eu estava pensando exatamente o mesmo.
Quando a bule come�ou a apitar, Sunny se voltou para servir o ch�. E enquanto o fazia, subiu as mangas do su�ter. Jacob advertiu que tinha uns bra�os largos,
bem torneados. De apar�ncia enga�osamente fr�gil. esfregou-se um ombro. Ele mesmo tinha experiente sua for�a em carne pr�pria.
- Possivelmente Cal n�o te contou que meus pais constru�ram esta cabana nos anos sessenta.
- Constru�ram-na? Eles sozinhos?
- Sim. At� a �ltima pedra e at� o �ltimo tronco. Eram hippies. Hippies dos aut�nticos.
- Os anos sessenta, sim. Tenho lido algo a respeito daquela era. Era um movimento contracultural. A juventude enfrentada ao sistema por meio de uma revolu��o
s�cio-pol�tica e cultural que implicava o recha�o �s riquezas, ao governo e aos militares.
- Falas como um verdadeiro cientista - "um cientista um tanto louco", acrescentou Sunny para si enquanto levava as ta�as � mesa- . Resulta curioso ouvir falar
assim dessa �poca a algu�m que nasceu por aqueles anos. � quase como se te tivesse referido a uma dinastia a China.
- Os tempos trocam - se sentou ante a mesa.
- Sim - franzindo o cenho, viu que deslizava um dedo lentamente pela superf�cie de madeira, admirado- Se chama mesa.
Recuperando-se de, sua distra��o, Jacob tomou sua ta�a.
- OH, estava admirando a madeira.
- � carvalho. Meu pai a fez. Durante um tempo lhe deu pela carpintaria. Quase tudo o que h� nesta cabana o construiu ele mesmo.
Jacob logo que podia imaginar-lhe Fazer um m�vel a partir de uma pe�a de madeira de carvalho. L� de onde vinha, solo a gente mais opulenta podia permitir-se
semelhante luxo. al�m de que estavam limitados por lei a possuir uma s� pe�a. E ali estava ele, sentado em uma casa feita inteiramente de madeira... Necessitaria
amostras. Talvez lhe resultasse dif�cil as conseguir com ela observando o de perto, com aquele olhar de desconfian�a, mas n�o imposs�vel.
Refletindo sobre isso, tomou um sorvo de ch�. E outro. E outro.
- Herbal Delight.
- Exato - pronunciou Sunny, levantando sua ta�a a modo de brinde- Ao princ�pio, logo que pod�amos beber outra coisa sem nos arriscar a ter uma crise familiar.
Fabrica-o a empresa de meu pai. Isso tampouco lhe disse isso Cal?
- N�o - confuso, Jacob olhou fixamente o l�quido escuro, dourado, de sua ta�a. Herbal Delight. Stone, claro. A empresa, uma das mais capitalistas da federa��o,
tinha sido fundada pelo William Stone. contavam-se anedotas verdadeiramente m�ticas sobre seus come�os, t�o rom�nticas como a daquele presidente do s�culo dezenove
que nasceu em uma cabana de troncos. Mas n�o, n�o era um mito. Era realidade.
- O que � o que te disse exatamente Cal?
- OH, solo que... que se estrelou seu avi�o. Que sua irm� o esteve cuidando e se apaixonaram - de repente sentiu uma familiar pontada de ressentimento, e baixou
sua ta�a- . E que escolheu ficar aqui, com ela.
- Tem algum problema com isso? - Sunny tamb�m baixou sua ta�a. E por um instante, enquanto se olhavam, em suas respectivas express�es se refletiu tanto receio
como desgosto- . � por isso pelo que n�o te incomodou em assistir � bodas? Porque te chateou que seu irm�o decidisse casar-se sem falar antes contigo?
- Deixando a um lado a opini�o que me merecesse sua decis�o... - replicou Jacob, cada vez mais irritado- ... teria vindo se isso me tivesse resultado poss�vel.
- OH, que generosidade - se levantou rapidamente para tirar um pacote de bolachas de uma das bolsas de provis�es que tinha comprado- . me Deixe te dizer algo,
Hornblower. Para seu irm�o foi uma sorte ter conhecido a minha irm�.
- N�o sabia.
- Sim - abriu o pacote- . � brilhante, inteligente, boa, bonita e generosa - o apontou com uma bolacha- . E, se isto te interessar, o qual duvido muito, s�o
muito felizes juntos.
- Tampouco tenho maneira disso saber.
- E de quem � a culpa? tiveste tempo de sobra para v�-los juntos... se isso te tivesse importado.
Naquele instante era j� verdadeira f�ria o que ardia nos olhos do Jacob.
- O tempo era o problema - se levantou- . Qu�o �nico sabia eu era que meu irm�o tinha tomado uma decis�o dr�stica, que transtornava completamente sua vida.
E tenho inten��o de me assegurar de que n�o cometeu nenhum engano.
- Seriamente? - Sunny se engasgou com uma bolacha e teve que beber para passar o gole- N�o sei como funcionam as coisas em sua fam�lia, amigo, mas na nossa
n�o tomamos as decis�es por comit�. Consideramo-nos indiv�duos aut�nomos, com direito a decidir por n�s mesmos.
Mas ao Jacob n�o importava a fam�lia do Sunny. Solo lhe importava a sua pr�pria.
- A decis�o de meu irm�o afetou a um grande n�mero de gente.
- J�, estou convencida de que suas bodas com o Libby trocar� o curso da hist�ria - desgostada, lan�ou descuidadamente o pacote de bolachas sobre o mostrador-
. Se t�o preocupado. est�, por que diabo demoraste um ano inteiro em aparecer?
- Isso � meu assunto.
- OH, entendo. � teu assunto. Mas as bodas de minha irm� tamb�m � teu assunto. � um idiota integral, Hornblower.
- Perd�o?
- Acabo de te dizer que � um idiota - se passou uma m�o pelo cabelo- Bom, voc� segue adiante com seus planos e fala com ele quando voltarem. Mas h� uma coisa
que n�o figura em seus c�lculos. Cal e Libby se amam, e querem viver juntos. E agora, se me desculpar, tenho coisas que fazer.
E abandonou a cozinha. Momentos depois Jacob escutou o que parecia o ru�do de uma primitiva porta de madeira ao fechar-se. "Uma mulher lhe exasperem", disse-se.
Interessante, mas lhe exasperem. ia ter que encontrar alguma forma de fazer as pazes com ela, dado que resultava �bvio que teria que prolongar sua estadia ali at�
o retorno de Cal.
Como cientista, aquilo representava uma maravilhosa oportunidade para estudar de perto uma cultura primitiva, e para falar cara a cara com seus pr�prios ancestros...
Elevou o olhar ao teto. N�o. Duvidava que a imprevis�vel Sunbeam gostasse que a qualificassem de "ancestro".
Sim, era uma maravilhosa oportunidade... mas solo de um ponto de vista cient�fico. No pessoal, sua rela��o com aquela mulher t�o primitiva tinha representado
j�, e representaria, uma prova muito dura. Era uma pessoa brusca, agressiva e protestona. Possivelmente ele tivesse os mesmos defeitos, mas depois de tudo, era duzentos
e sessenta e cinco anos maior, e superior que ela.
O primeiro que faria quando voltasse para a nave seria abrir a base de dados de seu ordenador e consultar o significado da arcaica palavra "idiota".
Ao Sunny teria encantado lhe proporcionar uma defini��o ainda mais concisa. De fato, enquanto caminhava furiosa de um lado a outro de seu dormit�rio, lhe tinha
ocorrido j� pelo menos meia d�zia de descri��es de seu car�ter, a qual mais v�vida e colorida.
Diabo de homem... apresentou-se ali mais de um ano depois de que seu irm�o e Libby se casaram. E n�o precisamente para felicit�-los. Nem para manter um bonito
encontro familiar. A n�o ser para duvidar abertamente de que sua irm� fora o suficientemente boa para Cal.
Ao passar por diante da janela, viu-o abaixo. dispunha-se a abri-la para lhe soltar umas quantas coisas quando... sua f�ria se evaporou de repente.
Parecia que queria internar-se no bosque, assim sem mais, sem casaco algum. Entreabrindo os olhos, viu-o caminhar pela neve para as �rvores. Aonde diabos quereria
ir? Naquela dire��o n�o havia nada, exceto rochas e pinheiros.
Uma pergunta assaltou pela primeira vez sua mente. Como tinha chegado at� ali? A cabana se encontrava a dezenas de quil�metros da cidade e a mais de duas horas
em carro do aeroporto mais pr�ximo. Como diabos tinha podido chegar at� seu dormit�rio sem casaco, sem chap�u, sem luvas, no meio do inverno?
N�o havia carro, caminh�o ou motonieve algum na porta da cabana, salvo seu pr�prio todoterreno. E n�o podia ter chegado at� ali fazendo auto-stop. Em janeiro,
a ningu�m lhe ocorreria internar-se a p� nas montanhas. Ao menos se n�o estava louco.
Com um estremecimento, separou-se da janela. Possivelmente essa fora a resposta. Jacob Hornblower n�o era simplesmente um idiota. Era um idiota demente.
Embora talvez estivesse exagerando. Que n�o gostasse n�o significava que tivesse que supor por isso que estava louco. depois de tudo, era o irm�o de Cal, e
durante o �ltimo ano Sunny se afei�oou muito com seu cunhado. Seu irm�o Jacob talvez fora um aporrinho, mas isso n�o queria dizer que tivesse tido por for�a que
perder algum parafuso.
Embora... N�o tinha pensado ela mesma que era um tipo estranho? N�o se tinha comportado como um tipo estranho? Por outro lado, ao Sunny sempre tinha parecido
muito estranho que Cal nunca lhe tivesse falado de sua fam�lia. Voltou a olhar pela janela. Possivelmente tivesse suas raz�es para isso.
Aquele homem se comportou de uma maneira muito estranho desde o come�o. Por exemplo, tinha estado folheando uma de suas revistas de moda com a mesma venera��o
com que teria examinado os manuscritos do Mar Morto. E logo estava o da cozinha. Jogando com os grifos da pia. E olhando-o tudo com uma express�o de maravilha, como
se nunca tivesse visto um forno ou um frigor�fico. Como se n�o tivesse visto nada disso em muito tempo. Sim, como se tivesse estado muitos anos afastado da civiliza��o...
encerrado em um c�rcere. Em uma pris�o onde n�o pudesse constituir um perigo para a sociedade.
Mordendo o l�bio inferior, continuou caminhando de um lado a outro. Foi ent�o quando trope�ou com a bolsa de viagem do Jacob. A tinha deixado ali. O que queria
dizer que voltaria.
Bom, j� as arrumaria. Sabia cuidar bem de si mesmo. Esfregando-as m�os contra as coxas, contemplou a bolsa. N�o lhe faria nenhum dano tomar algumas precau��es...
Em um impulso, ajoelhou-se. Fora ou n�o uma invas�o de intimidade, registraria essa bolsa. N�o tinha nem cremalheiras nem correias. Retirou o velcro. E depois de
lan�ar um precavida olhar sobre seu ombro, dedicou-se a investigar.
Uma muda de roupa. Outro su�ter, negro nessa ocasi�o. Sem marca. Os jeans eram evidentemente caros, mas sem etiqueta alguma nos bolsos. Nenhuma s� etiqueta.
E eram novos. Teria jurado que nem sequer estavam estreados. Debaixo encontrou um frasco com um l�quido denominado "fluoratina", e um par de sapatilhas. Nem espelho
nem artigos de barbear. Nem sequer uma escova de dentes. Simplesmente uma muda de roupa e um frasco que talvez contivera alguma esp�cie de droga.
O �ltimo descobrimento foi o mais assombroso. Um engenho eletr�nico, n�o maior que a palma de sua m�o, achava-se bem guardado em uma esquina da bolsa. Tinha
uma forma circular. Quando o abriu, viu uma s�rie de diminutos bot�es. Ao pulsar o primeiro, deu um coice ao escutar a voz do Jacob.
T�o clara como o cristal, aquela voz procedia do pequeno c�rculo de metal que tinha na m�o. Estava recitando equa��es ou um pouco parecido. Nem os n�meros nem
os s�mbolos tinham o menor significado para o Sunny. Mas o fato de que fossem emitidos por aquele diminuto disco deixava o campo aberto a m�ltiplos possibilidades.
Era um espi�o. E, a julgar por seu comportamento, um espi�o bastante desequilibrado. A imagina��o nunca tinha sido o ponto fraco do Sunny. Assim que imaginou
tudo perfeitamente.
Tinham-no capturado. E os m�todos aos que lhe tinham submetido para lhe surrupiar a informa��o lhe tinham transtornado o julgamento. Cal tinha tentado encobri-lo,
inventando o conto de que seu irm�o era astrof�sico e que estava muito ocupado realizando umas investiga��es na costa Oeste, quando em realidade devia ter estado
encerrado em alguma institui��o psiqui�trica federal. E agora se escapou.
Sunny pressionou mais bot�es at� que deixou de ouvi-la voz do Jacob. Teria que levar muit�ssimo cuidado. Fossem quais fossem seus sentimentos para ele, era
da fam�lia. Teria que estar absolutamente segura de que era um lun�tico perigoso antes de fazer algo a respeito.
"Uma pessoa est�pida e freq�entemente irritante", repetia-se Jacob enquanto caminhava pelo bosque para o fino fio de fuma�a que se elevava ao longe, entre as
�rvores. Tinha consultado a defini��o de "idiota" na base de dados da nave. Que o chamassem "irritante" lhe dava igual, mas "est�pido" era outra coisa. N�o toleraria
que aquela flacucha para quem o motor de combust�o era o �ltimo em tecnologia ponta o chamasse "est�pido".
Fazia um bom trabalho durante a noite. Sua nave estava bem camuflada, e tinha registrado minuciosamente tudo o que tinha ocorrido at� ent�o. Incluindo seu tormentoso
encontro com o Sunbeam Stone. Mas tinha surto um problema: at� que saiu o sol n�o se lembrou de que se deixou sua bolsa de viagem na cabana.
Nunca a teria deixado esquecida se aquela mulher n�o o tivesse tirado tanto de gonzo. N�o continha nada de valor, mas o detalhe era importante: significava
o princ�pio de algo. Jacob n�o era avoado por natureza, e s� quando estava ocupado pensando nos grandes detalhes lhe esqueciam os pequenos.
Chateava-lhe pensar tanto nela... Aquela mulher n�o tinha deixado de deslizar-se em sua mente uma e outra vez, ao longo de toda a noite, enquanto trabalhava.
Sim, era um chateio constante. A maneira em que se plantou frente a ele, as pernas e os bra�os flexionados, disposta a lutar. E a sensa��o de seu corpo sob o seu,
tenso e firme, desafiante. O brilho de seu cabelo, t�o luminoso como seu pr�prio nome...
Furioso, sacudiu a cabe�a, como se dessa forma pudesse afugentar aqueles pensamentos. N�o tinha tempo para mulheres. Gostava, claro, mas havia um momento para
os prazeres, e aquele n�o o era. Al�m disso, se era agradar o que procurava, de seguro que n�o o encontraria com o Sunbeam.
quanto mais refletia sobre o mundo e a �poca a que tinha chegado, mais convencido estava de que Cal precisava recuperar a prud�ncia e retornar a casa. Era poss�vel
que tivesse padecido algum tipo de enfermidade espacial. Seu irm�o tinha sofrido um shock, e uma mulher, Libby, aproveitou-se disso. Quando pudesse discutir racionalmente
com Cal, voltariam para sua nave e partiriam a casa. Enquanto isso, aproveitaria a oportunidade para analisar e registrar ao menos aquele pequeno rinc�o do mundo
ao que tinha ido parar.
J� no bordo do bosque, deteve-se. Aquele dia fazia mais frio, e se resent�a j� da falta de roupa de casaco. Nuvens cinzentas, carregadas de neve, tinham terminado
por obscurecer o sol. Distinguiu ao Sunny carregando troncos de lenha do mont�o que havia detr�s da cabana. Estava cantando uma balada de certa carga er�tica, a
respeito de um homem que se partiu para n�o voltar mais. N�o o ouviu aproximar-se, mas sim continuou trabalhando enquanto cantava.
- Perd�o.
Sunny deu um coice, assustada, e a carga de lenha que levava nos bra�os voou pelos ares. Um tronco teve a m� fortuna de aterrissar sobre uma de suas botas,
e come�ou a saltar sobre o outro p�, queixando de dor.
- Maldita seja! Maldita seja! Que diabos te passa?
- Nada - Jacob n�o p�de evitar sorrir- . Te d�i?
- N�o, o que vai. Eu gosto de sofrer - apertou os dentes enquanto voltava a apoiar o p� no ch�o- . De onde vem?
- Da Filadelfia-respondeu, mas ao momento acrescentou, ao ver que o olhava entrecerrando os olhos- OH, quer dizer agora? dali - assinalou para tr�s com o polegar,
e baixou o olhar aos troncos que estavam dispersos pela neve- . Quer que te ajude?
- N�o - se agachou para recolh�-los, atenta ao menor de seus movimentos- Sabe por que estou aqui, Hornblower? vim em busca de solid�o e tranq�ilidade - se soprou
a franja quando elevou o olhar para ele- Compreende esses conceitos?
- Sim.
- Bem - voltando-se, dirigiu-se coxeando para a cabana. depois de descarregar os troncos na lenheira, voltou para a cozinha. E amaldi�oou em voz alta- E agora
o que acontece?
- Deixei-me esquecida minha bolsa de viagem- de repente Jacob elevou a cabe�a, farejando o ar- Se est� queimando algo?
Com uma exclama��o de desgosto, Sunny se equilibrou sobre a torradeira e tirou uma fatia de p�o enegrecida e fumegante.
- Este cacharro n�o funciona bem.
Desejoso de examinar de perto aquele curioso artefato, aproximou-se para jogar uma olhada por cima de seu ombro.
- N�o tem um aspecto muito apetec�vel.
- D�-me igual - e, para demonstrar-lhe mordeu a torrada.
Jacob aspirou deleitado seu perfume, a pesar da fuma�a. Sua imediata rea��o n�o p�de menos que desgost�-lo, mas por uma pura quest�o de orgulho resistiu o impulso
de apartar-se.
- me diga, sempre � assim de obstinada?
- Sim.
- E t�o hura�a?
- N�o.
Sunny escolheu aquele momento para voltar-se. Jacob n�o se apartou, como ela tinha esperado. Em lugar disso se inclinou para diante, apoiando as m�os no mostrador
e encerrando-a, com absoluta naturalidade, no c�rculo de seus bra�os. N�o a tocou.
Nada terei que lhe incomodasse tanto ao Sunny como sentir-se avassalada.
- te aparte, Hornblower.
- N�o - n�o somente n�o se apartou, mas sim se aproximou ainda mais- Me interessa, Sunbeam.
- Sunny - pronunciou de maneira autom�tica- . N�o me chame Sunbeam.
- Interessa-me, Sunny - repetiu- . Te considera uma mulher m�dio de seu tempo?
Confundida, sacudiu a cabe�a.
- Que tipo de pergunta � essa?
Advertiu que tinha d�zias de tons diferentes em seu cabelo, da loira platina at� a cor do mel escuro, levemente avermelhada.
- Uma que requer uma resposta singela. �-o ou n�o?
- N�o. A ningu�m gosta de considerar um m�dio, uma mediania. E agora...
- � formosa - percorreu seu rosto com o olhar, deliberadamente, como provando-a a ela e a si mesmo- . Mas isso � algo meramente f�sico. O que crie que � o que
te distingue do m�dio?
- Que diabos est� fazendo? Uma tese? - elevou uma m�o para apart�-lo e trope�ou com o s�lido muro de seu peito. Podia sentir o lento e firme batimento do cora��o
de seu cora��o.
- Mais ou menos - sorriu. Estava-a afetando a um n�vel muito b�sico, algo que lhe resultava tremendamente satisfat�rio.
Eram seus olhos, pensou Sunny. Aquele homem podia estar mal da cabe�a, mas tinha uns olhos incrivelmente hipn�ticos.
- Eu acreditava que voc� te relacionava com planetas e estrelas, e n�o com gente.
- A gente vive em planetas.
- Neste sim, ao menos. - Jacob voltou a sorrir-se.
- Ao menos. E de momento. Bom, acredito que poderia atribuir o motivo de minha pergunta a um interesse pessoal.
Sunny quis apartar-se, mas se deu conta de que, com isso, solo conseguiria fazer ainda mais �ntimo seu contato. Amaldi�oando-o para seus adentros, procurou
manter um tom de voz firme e equilibrado.
- N�o me importa seu interesse pessoal, Jacob.
- J.T. - percebeu o leve tremor que se transmitiu de seu corpo ao sua- Minha fam�lia est� acostumada me chamar J.T.
- De acordo - rep�s, muito consciente de que o c�rebro lhe tinha convertido em gelatina. O que precisava era espa�o, dist�ncia- . Que tal se te apartar um pouco,
J.T., e me deixa que prepare o caf� da manh�?
Felizmente para o Jacob, Sunny deixou de morder o l�bio inferior. Jamais tinha imaginado que aquele inofensivo gesto pudesse chegar a ser t�o tentador.
- Isso � um convite?
- Claro.
Jacob lhe aproximou ainda mais, desfrutando de do nervosismo que se desenhava em seus olhos. N�o era algo f�cil de resistir. Embora a brilhantismo intelectual,
a tenacidade e o car�ter constitu�am os rasgos mais definitorios de sua personalidade, n�o podia diz�-lo mesmo de seu dom�nio de si. Queria beij�-la, e n�o precisamente
para fazer prova ou experimento algum.
- vais oferecer me a torrada que acaba de queimar? - perguntou-lhe em um murm�rio.
- OH, n�o. Froot Lopps - pronunciou Sunny, sem f�lego- S�o meus cereais favoritos.
Jacob se apartou ao fim, mais por seu pr�prio bem que pelo dela. Se ia freq�entar sua companhia durante as seguintes semanas, teria que melhorar sua capacidade
de controlar-se. Porque tinha um plano.
Dizendo-se a si mesmo que se tratava de uma mudan�a de estrat�gia, e n�o de uma retirada, Sunny se voltou rapidamente para tirar duas terrinas do arm�rio. E
com as terrinas e uma colorida caixa de cereais, aproximou-se da mesa.
- Quando fomos meninas, nunca pod�amos comer estas coisas. Minha m�e era... uma apaixonada da comida s� e diet�tica. Em vez de cereais, dava-nos ra�zes e cascas
de �rvores para tomar o caf� da manh�.
- Cascas de �rvores? por que vos fazia comer isso?
- N�o me pergunte isso. Ignoro-o - tirou o leite da geladeira e encheu as terrinas- . Desde que me independic�, converti-me em uma ass�dua da comida lixo. Durante
os primeiros vinte anos de minha vida digeri tanta comida s� que me posso permitir comer veneno durante outros vinte.
- Veneno - repetiu Jacob, olhando os cereais com express�o de suspeita.
- Para os man�acos da comida s�, o a��car � veneno. Adiante - o animou, lhe oferecendo uma colherada- As torradas carbonizadas e os cereais com a��car s�o minhas
especialidades - sorriu, sedutora. Sim, ela tamb�m tinha um plano.
Sempre precavido, Jacob esperou a que Sunny come�asse a com�-los cereais antes de prov�-lo. Estavam banhados de caramelo. N�o lhe desgostava de tudo. Pensou
que aquela comida informal podia ser um bom come�o se queria reconciliar-se com ela o suficiente para lhe extrair alguma informa��o.
Resultava �bvio que Cal n�o lhe tinha contado a ningu�m de onde, e de que tempo, procedia. A ningu�m exceto ao Libby. Jacob lhe estava enormemente agradecido
por isso. Era melhor que todo aquele assunto se mantivera no mais estrito secreto. As repercuss�es seriam... bom, ainda tinha que as calcular. Mas Sunny n�o tinha
ido muito desencaminhada quando declarou que as bodas de Cal poderia chegar a trocar o curso da hist�ria.
Assim que se conduziria com extremada prud�ncia, aproveitando-se de sua situa��o. "E dela tamb�m", acrescentou para seus adentros, com uma leve pontada de culpa.
Estava decidido a averiguar o que sua fam�lia, especialmente sua irm�, pensava de Cal. E al�m disso queria obter um testemunho direto do tipo de vida que se levava
no s�culo vinte. Com um poquito de sorte, poderia inclusive convencer a de que o acompanhasse � cidade mais pr�xima, para poder completar os dados que ia recolhendo.
Sunny, por sua parte, estava decidida a n�o voltar a perder a paci�ncia com ele. Se queria averiguar exatamente o que era e a que se dedicava, teria que desdobrar
muito mais tato. Esse n�o era precisamente seu ponto forte, mas j� aprenderia. Estava completamente a s�s com aquele homem, naquela cabana. E dado que n�o tinha
inten��o de fazer as malas e partir, teria que conduzir-se com tanta cautela como diplomacia. Sobre tudo se estava t�o louco como ela acreditava.
- E bem... - come�ou a dizer, colocando a colher ao lado da terrina-O que te parece Oreg�n?
- � muito grande... e muito pouco povoado.
- Por isso n�s gostamos tanto. Chegou em avi�o at� o Portland?
Jacob vacilou entre lhe contar a verdade ou lhe mentir.
- N�o, aterrissei algo mais perto daqui - respondeu, evitando ser mais expl�cito- . Vive aqui com Cal e com sua irm�?
- N�o. Tenho um apartamento no Portland, mas estou pensando em deix�-lo.
- Deix�-lo? por que?
- Pois para trocar, por que se n�o? - olhou-o com certa surpresa, antes de encolher-se de ombros- Bom, o certo � que ando acariciando a id�ia de ir durante
um tempo ao Este. A Nova Iorque.
- A fazer o que?
- N�o o decidi ainda.
- N�o tem trabalho? - deixou a um lado a colher. Sunny quadrou imediatamente os ombros, ficando � defensiva.
- Agora mesmo, n�o. Recentemente demiti de um posto administrativo - em realidade, tinham-na despedido como diretora ajudante do departamento de lingerie de
uma cadeia de lojas- . Estou pensando em voltar para a universidade para me licenciar em Direito.
- Direito? - a express�o do Jacob se suavizou. Havia algo terrivelmente comovedor em seu sorriso- . Minha m�e � advogada.
- De verdade? N�o recordo que nos dissesse isso Cal. Qual � sua especialidade?
Como sabia que lhe resultaria um pouco dif�cil lhe explicar o trabalho de sua m�e, perguntou a sua vez.
- Que especialidade quer fazer voc�?
- Inclino-me para o Direito Penal... - deteve-se a tempo. N�o queria falar de si mesmo, mas sim dele- Agora que o penso, n�o � uma curiosa casualidade que minha
irm� se dedique � ci�ncia e que o irm�o de Cal tamb�m? me diga, o que � o que faz exatamente um astrof�sico?
- Teoriza. E faz experimentos.
- A respeito de coisas como as viagens interplanet�rias e todo isso? - esbo�ou uma careta-Suponho que voc� n�o te acreditar� realmente essas tolices a respeito
de gente que viaja a V�nus com a mesma facilidade com que o faria a Cleveland...
Era uma verdadeira sorte que Jacob tivesse uns nervos de a�o no p�quer. Imperturb�vel, continuou comendo.
- � obvio que n�o.
- N�o sente saudades - rio indulgente- . Mas n�o resulta te frustre te dedicar a fazer essas investiga��es sabendo que voc� alguma vez ver� uns resultados t�o
impressionantes? Porque � seguro que nem voc� nem eu chegaremos a presenciar umas viagens espaciais como esses.
- O tempo � algo relativo. A princ�pios do s�culo XX ningu�m acreditava que os seres humanos poderiam chegar � Lua. Mas chegaram - torpemente, acrescentou para
si, mas chegaram- No s�culo XXI se poder� viajar a Marte e a outros planetas.
- Possivelmente - Sunny se levantou para tirar duas garrafas de soda da geladeira- Mas me resultaria muito dif�cil me dedicar a algo que sei positivamente que
eu n�o o verei - baixo a fascinado olhar do Jacob, tirou um pequeno objeto met�lico de uma gaveta, aproximou-o de cada uma das garrafas e foi abrindo- Suponho que
eu gosto de ver sempre os resultados do que fa�o - lhe confessou enquanto lhe oferecia uma garrafa- A gratifica��o foto instant�nea. Talvez seja por isso pelo que
mudan�a tanto de trabalho, com vinte e tr�s anos que tenho.
Jacob descobriu admirado que a garrafa era de cristal. Do mesmo tipo que a que lhe tinha arrojado � cabe�a no dia anterior. Bebeu um sorvo, e ficou agradavelmente
surpreso pelo familiar que lhe resultava o sabor. Em sua casa tinha bebidas t�o suaves como aquela, embora n�o estava acostumado a tomar � hora do caf� da manh�.
- por que decidiu estudar o espa�o?
Olhou-a. Sabia reconhecer um interrogat�rio, por muito discreto que fora. Pensou que resultaria entretido frustrar seus prop�sitos e desfrutar de uma vez.
- Eu gosto das possibilidades que tem.
- Tem que ter estudado muitos anos.
- Os suficientes.
- Onde?
- Onde o que? - Sunny se esfor�ou por n�o deixar de sorrir.
- Onde estudaste?
"No Instituto Kroliac de Marte" pensou Jacob, divertido. "E na universidade do Birmington, de Houston, mais um intenso ano de especializa��o no Laborat�rio
Espacial do Quadrante Fordon."
- Aqui e l�. E agora mesmo vivo, estudo e trabalho em um pequeno complexo dos sub�rbios da Filadelfia.
Sunny se perguntou se a palmilha trabalhista daquele complexo levaria batas brancas. E se manteria bem vigiados aos doentes mentais.
- Suponho que o encontrar� fascinante.
- Mais ou menos. Est� nervosa?
- Eu? por que?
- N�o p�ra de dar golpecitos no ch�o com o p�. Parece como se te tremesse a perna.
ficou uma m�o no joelho para deter aquele movimento nervoso.
- OH, sou assim de inquieta. Passa-me quando fico sentada durante muito tempo - resultava �bvio, penosamente �bvio, que por aquele caminho n�o ia chegar a nenhuma
parte- . Olhe, tenho algumas costure que fazer Y... - interrompeu-se de repente quando olhou pela janela. N�o se tinha dado conta de que tinha come�ado a nevar,
mas estava nevando. E muito- . Precioso.
Seguindo a dire��o de seu olhar, Jacob ficou contemplando os grandes flocos brancos.
- Temo-me que isto vai ser um problema.
- Sim - assentiu Sunny, com um suspiro. Aquele homem tinha a virtude de enerv�-la, mas tinha que reconhecer que n�o era nenhum monstro- . Suponho que este n�o
� o tempo mais adequado para andar acampado por a�, no bosque - debatendo consigo mesma, dirigiu-se para a janela- . Olhe, sei que n�o tem nenhum lugar onde ficar.
Ontem te vi te internar no bosque.
- Tenho... tudo o que necessito.
- N�o posso consentir que durma em uma loja com toda a neve que est� caindo. Se te passasse algo, Libby jamais me perdoaria - afundando isso as m�os nos bolsos,
olhou-o carrancuda- Pode ficar aqui.
Jacob refletiu por um momento e sorriu.
- eu adoraria.

3
Jacob procurou guardar as dist�ncias. Essa lhe parecia a melhor maneira de dirigir a situa��o, ao menos no momento. Sunny se tinha instalado comodamente no
sof�, frente ao fogo, rodeada de livros e tomando notas sem cessar. Sobre a mesa havia um pequeno aparelho de r�dio, que informava do estado do tempo entre tema
e tema de m�sica, sem escapar �s interfer�ncias. Absorta em seus estudos, Sunny o ignorava.
Aproveitando aquela oportunidade, Jacob se concentrou em explorar seu novo alojamento. Lhe tinha emprestado a habita��o contig�a � sua, algo major, com duas
janelas que davam ao sudeste. A cama era de madeira, com um antiquado modelo de somier que corredor cada vez que se sentava ou tombava nele. Havia uma prateleira
cheia de livros, novelas e poesia dos s�culos dezenove e vinte. Chegou a reconhecer algum t�tulo, e os folheou com um interesse mais cientista que liter�rio. Dos
dois irm�os, Cal era o mais aficionado � literatura, que lia por puro prazer e gostava de memorizar par�grafos de prosa ou poemas. Era muito estranho que Jacob chegasse
a dedicar uma hora inteira de seu tempo a uma obra de fic��o.
Descobriu fascinado que, naquela �poca, seguiam recorrendo �s �rvores para elaborar as folhas dos livros. Por um lado, aquela gente destru�a �rvores para fabricar
casas, m�veis e papel, al�m de utilizar a lenha como combust�vel. E por outro lado os plantava, sem alcan�ar nunca um equil�brio. Era como um estranho tipo de jogo,
desses que entranhavam surpreendentes e complexos problemas meio-ambientais.
Logo, � obvio, saturavam o ar de di�xido carb�nico e furavam alegremente a capa de oz�nio, para logo rasg�-las vestimentas quando se enfrentavam �s conseq��ncias
de todo isso. perguntou-se que tipo de gente seria aquela que gostava de envenenar tanto o ar. E a �gua, recordou-se, sacudindo a cabe�a. Outro dos estranhos jogos
daquela civiliza��o consistia em atirar a �gua polu�da ao mar, como se os oceanos fossem po�os sem fundo.
Apartando-se da janela, passeou pela habita��o. Tocou e explorou as texturas das paredes, do cabecero da cama... deteve-se em seco quando viu um quadro emoldurado
no que parecia ser prata. O pr�prio marco teria chamado suficientemente sua aten��o, mas a fotografia o superou com acr�scimo, j� que nela aparecia seu irm�o, sorridente.
Levava um elegante traje, e parecia muito satisfeito consigo mesmo. Do bra�o levava ao Libby, embelezada com um vestido branco de mangas largas, cheio de bordados,
e com flores no cabelo.
Um vestido de bodas, disse-se Jacob. Em seu tempo, aquela cerim�nia se estava pondo novamente de moda depois de ter cansado em desgra�a durante as �ltimas d�cadas.
Os casais pareciam encontrar um estranho prazer em recuperar as velhas tradi��es. Era algo que n�o tinha l�gica alguma, � obvio. O matrim�nio se selava e dissolvia
por meio de um contrato. Mas as bodas por todo o alto voltavam a causar verdadeiro furor. Os desenhistas se dedicavam a copiar freneticamente os modelos de vestidos
de bodas registradas em museus e antigos filmes. O vestido do Libby teria despertado uma quebra de onda de inveja entre os novos admiradores dos antigos ritos.
Ao Jacob custava acredit�-lo. Todo aquele assunto lhe resultava assombroso, e lhe teria parecido inclusive divertido de n�o ter sido pelo fato de que seu irm�o
se deixou contagiar. Cal, que sempre tinha estado apaixonado pelas mulheres em geral mas de nenhuma em particular. A id�ia de que Cal se casou seguia lhe resultando
il�gica. E isso que, naquele preciso instante, tinha a prova na m�o.
E o desgostava. Punha-o furioso. Ter abandonado sua fam�lia, seu lar, seu mundo... E tudo por uma mulher. Jacob voltou a colocar a fotografia sobre a c�moda
e se voltou. Aquilo tinha sido uma loucura. N�o havia outra explica��o. Uma mulher n�o podia trocar a vida de uma pessoa t�o drasticamente. Y... o que outra coisa
podia ter aquela �poca que pudesse interessar a um homem? OH, sim, era um lugar interessante, isso n�o podia neg�-lo. O suficiente para passar ali v�rias semanas
dedicadas ao estudo e � investiga��o. Com toda seguran�a, � volta escreveria uma s�rie de artigos sobre sua experi�ncia. Mas, como estava acostumado a dizer-se,
uma coisa era visitar um lugar e outra muito distinta ficar a viver nele. Sim, faria entrar em raz�o ao Caleb. Ningu�m o conhecia melhor que ele. Recordou a �ltima
tarde que tinham acontecido juntos, no apartamento do Jacob da universidade. Tinham estado jogando p�quer e bebendo rum venusiano, um licor particularmente forte
elaborado no planeta vizinho. E Cal tinha terminado perdendo com grande esportividade e desenvoltura, como sempre. Para ent�o estavam bastante achispados, e os dois
se puseram um tanto sentimentais.
- Quando voltar desta viagem - lhe havia dito Cal, recostado em sua cadeira- vou passar me tr�s semanas inteiras na praia... no sul da Fran�a, acredito. Convexo
na praia e bebendo.
- Tr�s dias. Solo ag�entar� tr�s dias - tinha replicado Jacob- e depois voltar� a voar. Nos dez �ltimos anos aconteceste mais tempo no ar que em terra.
- O que passa � que voc� n�o voa o suficiente - com um sorriso, Cal lhe tinha tirado o copo para apurar o de um gole- Hermanito, est� apanhado em seu laborat�rio.
Asseguro-te que � muito mais divertido visitar os planetas que estud�-los.
- Isso depende. � uma quest�o de pontos de vista. Se eu n�o os estudasse, voc� n�o poderia visit�-los. Al�m disso, voc� � melhor piloto que eu. � o �nico que
sabe fazer melhor.
- J�. Pontos de vista. Preg�ntaselo ao Linsy McCellan.
Jacob se tinha limitado a arquear uma sobrancelha. Linsy McCellan, de profiss�o bailarina, tinha compartilhado generosamente seus dons com os dois... de um
em um, n�o de uma vez.
- OH, � uma mulher f�cil de agradar - pronunciou ao fim, com um malicioso sorriso- Em qualquer caso, agora estou aqui, em terra, com ela. E passo muito mais
tempo com ela que voc�.
- Inclusive Linsy... - Cal levantou seu copo a modo de brinde- ... que Deus a benza, nunca poder� competir com a sensa��o que te produz voar, viajar pelo espa�o.
- E seguir te dedicando aos cargueiros, Cal? Se te tivesse ficado na ISF, agora mesmo seria comandante.
- O regulamento e a disciplina lhe os sotaque a ti, doutor Hornflower. Escuta, J.T. por que n�o deixa este lugar embora solo seja por duas semanas e te vem
comigo? H� um clube na Col�nia Brigston de Marte que ter� que ver pelo menos uma vez na vida. Tem um saxofonista mutante que... mas n�o, tem que ficar aqui por for�a,
verdade?
- Tenho trabalho que fazer.
- Sempre tem trabalho que fazer - lhe recriminou Cal- S� um par de semanas, J.T. Voa comigo. Posso te ensinar os lugares mais interessantes da col�nia. Logo
iremos � praia que mais voc� goste. A que prefira. O que te parece?
A id�ia lhe tinha resultado ao Jacob muito tentadora. Tanto que tinha estado a ponto de aceitar. O impulso tinha surto, como sempre. Mas tinha obriga��es.
- N�o posso - suspirando, serviu-se mais rum- Tenho que ter terminadas essas investiga��es para primeiros de m�s.
Deveria haver partido com ele, pensou Jacob com uma pontada de tristeza, enquanto caminhava de um lado a outro da habita��o da cabana. Deveria ter mandado ao
diabo as investiga��es e subido a aquela nave com Cal. Se tivesse estado a seu lado, possivelmente nada daquilo tivesse acontecido. Ou ao menos lhe teria feito companhia.
O relat�rio em v�deo que tinha recebido da nave avariada de Cal tinha registrado o traum�tico processo do acidente. O buraco negro, o p�nico, a impot�ncia com
a que tinha sido sugado pelo vazio e sacudido por seu campo gravitacional. Era um milagre que tivesse sobrevivido, um tributo a suas capacidades como piloto. Mas
se tivesse havido um cientista a bordo, poderia haver-se evitado todo o resto. E naquele momento j� teria estado de volta em casa. Os duas estariam em casa. Que
era onde tinham que estar.
Tentando tranq�ilizar-se, separou-se da janela. Em umas quantas semanas, os duas estariam de volta. Qu�o �nico tinha que fazer era esperar.
Para passar o tempo, come�ou a brincar com o ordenador que havia sobre o escrit�rio. Durante perto de uma hora, esteve entretendo-se com ele, desarmando o teclado
e voltando-o para armar, examinando os circuitos e os chips. E por simples divers�o, introduziu um dos disquetes do Libby no ordenador.
tratava-se de um comprido e complicado relat�rio sobre uma tribo remota do sul do Pac�fico. Quase a seu pesar, Jacob n�o demorou para tirar o chap�u apanhado
pelas descri��es e as teorias do relat�rio. Libby tinha conseguido converter uma simples s�rie de feitos frios e secos a respeito de uma cultura determinada em um
rico testemunho. E em uma den�ncia atual. Resultava ir�nico que se centrou no traum�tico impacto da tecnologia moderna e ocidental sobre uma cultura milenaria, at�
ent�o harmonizada com seu entorno. Porque durante o �ltimo ano, precisamente Jacob tinha refletido com freq��ncia sobre os efeitos que a tecnologia de seu tempo
poderia ter para a �poca e o lugar ao que ela pertencia.
Era uma mulher inteligente, admitiu resistente. Em seu trabalho era precisa e meticulosa, umas qualidades que Jacob n�o podia menos que admirar. Mas isso n�o
significava que fora conveniente para seu irm�o. Apagou o ordenador e baixou ao sal�o.
Sunny n�o se incomodou em elevar o olhar quando o ouviu baixar as escadas. Queria pensar que se esqueceu de que ele estava em casa, mas n�o. Tampouco podia
queixar-se de que fizesse muito ru�do ou de que a incomodasse enquanto estudava. Incomodava-a simplesmente sua presen�a naquela cabana, com ela.
Porque desejava estar sozinha, disse-se quando levantou por fim a vista e o viu entrar na cozinha. N�o. Isso n�o era certo. Detestava estar sozinha muito tempo.
Gostava da gente, as conversa��es, as festas. Mas ele a incomodava. Tamborilando em seu caderno com a caneta, contemplou o fogo da chamin�. por que? Essa era a pergunta
do milh�o.
"Possivelmente louco", escreveu em seu caderno, e se sorriu. De fato, mais que poss�vel, era prov�vel. Tratando-se de um tipo que tinha aparecido de nenhuma
parte, que parecia ter vivido no bosque e ao que gostava de brincar com os grifos.
"Possivelmente perigoso". Quando escreveu isso, deixou de sorrir e franziu o cenho. N�o havia muitos homens capacitados para surpreend�-la em uma briga, como
tinha feito ele. Mas n�o lhe tinha feito mal, e isso que tinha tido a oportunidade. Mesmo assim, existia uma diferen�a entre ser perigoso e ser violento.
"Poderosa personalidade". Havia uma intensidade naquele homem que n�o podia ser ignorada. Inclusive quando estava quieto e silencioso, com aquela express�o
observadora que tanto o caracterizava, parecia estar carregado de uma forte tens�o. Como um cabo de a�o a ponto de estalar. Logo sorria de repente, de maneira inesperada,
comovedora.
"Grosseiramente atrativo". Ao Sunny n�o gostava dessa express�o, mas ao Jacob sentava perfeitamente. Havia algo cru e violento em seu aspecto, naquele rosto
de express�o quase depredadora, com seu cabelo negro e despenteado. E seus olhos, de uma cor verde profunda, que pareciam lhe brocar a alma.
"parece-se com o Heathcliff", pensou, e imediatamente riu de si mesmo. Das duas, a rom�ntica era Libby. Libby sempre se fixava primeiro no cora��o da gente.
Sunny, em troca, sentia-se impulsionada a analisar sua mente.
Com gesto distra�do, acariciou-se a bochecha com uma esquina do papel. Havia algo diferente no Jacob, refletiu. Algo misterioso. E a incomodava n�o poder adivinhar
o que era. mostrava-se evasivo, enigm�tico, exc�ntrico. Sunny podia aceitar todo isso... sempre e quando descobrisse o motivo. Estaria em problemas? Faria algo que
o tinha obrigado a escapar, a encontrar algum remoto lugar onde esconder-se? Evidentemente, J.T. Hornblower ocultava algo. E, mais tarde ou mais cedo, ela terminaria
descobrindo-o.
Encolhendo-se de ombros, fez a um lado, o caderno. Esse motivo se bastava e sobrava para justificar seu interesse pelo Jacob Hornblower. Solo queria saber por
que esse homem lhe produzia uma sensa��o t�o intensa de estranheza. Com esse objetivo em mente, levantou-se para dirigir-se � cozinha.
- Que diabos est� fazendo?
Jacob elevou o olhar. Frente a ele, sobre a mesa, achavam-se os diversos componentes da torradeira. Em uma gaveta tinha encontrado um chave de fenda e o estava
passando em grande.
- Ter� que arrumar isto.
- Sim, mas...
- Voc� gosta do p�o carbonizado?
- Sabe o que est�, fazendo?
- Talvez - sorriu, imaginando-a cara que poria se lhe dissesse que podia desarmar e voltar a montar uma unidade b�sica X-25 em menos de uma hora- N�o confia
em mim?
- N�o - se voltou para p�r a bule ao fogo- Mas n�o acredito que possa danific�-la mais ainda do que est� - se recordou que tinha que ser am�vel com ele. Sim,
comportaria-se com amabilidade e naturalidade, at� alcan�ar seu objetivo- . Quer um pouco de ch�?
- Sim, obrigado - com o chave de fenda na m�o, observou-a enquanto se aproximava do arm�rio e voltava para a cozinha. movia-se com gra�a e energia de uma vez,
o que constitu�a uma interessante combina��o. Sim, seus movimentos revelavam um controle corporal, uma disciplina do mesmo tipo que a dos atletas e os bailarinos.
E que al�m disso era absolutamente feminina.
Quando se fartou de sentir-se observada, Sunny se voltou para olh�-lo.
- Algum problema?
- N�o. Eu gosto de te olhar.
Como n�o tinha nenhuma resposta para isso, serve o ch�.
- Quer um pastelillo?
- Obrigado.
Lan�ou-lhe um pastelillo de chocolate envolto em papel.
- Se quiser algo mais elaborado para comer, lhe pode fazer isso voc� mesmo. Sinta-se como em casa-levou as, ta�as � mesa e se sentou frente a ele- . Que tal
te d� o encanamento?
- Perd�o?
- O grifo da banheira goteja - explicou Sunny enquanto desembrulhava seu pastelillo- Minha solu��o consistiu em envolv�-lo com um trapo para evitar que o ru�do
me torturasse de noite, mas talvez voc� possa arrum�-lo - deu o primeiro bocado v fechou os olhos desfrutando de do sabor- Assim ganharia a comida que consome. O
que te parece?
- Jogarei-lhe uma olhada - ainda tinha o chave de fenda na m�o, mas estava mais interessado na maneira que tinha de comer o pastelillo. Alguma vez lhe tinha
ocorrido que o simples ato de comer pudesse ser t�o sexy- Vive sozinha?
- Obviamente - respondeu Sunny, arqueando uma sobrancelha.
- Refiro a quando n�o est� aqui.
- A maior parte do tempo, sim - se chupou o chocolate de um dedo, um gesto que excitou ainda mais ao Jacob- . Gosta de viver sozinha, e n�o ter que dar conta
a ningu�m se gostar, por exemplo, comer �s dez da noite ou sair a dan�ar �s doze. E voc�?
- Eu o que?
- Vive sozinho?
- Sim. E a maior parte do tempo me a passo trabalhando.
- F�sica, verdade? Sinto-o - a id�ia de que fora um espi�o estava come�ando a lhe resultar cada vez mais absurda. E, isso tinha que reconhec�-lo, n�o estava
nem muito menos t�o louco como tinha acreditado em um princ�pio. Exc�ntrico, sim. Mas se havia algo no mundo que Sunny entendesse perfeitamente, era precisamente
a excentricidade- . Assim que voc� gosta de partir �tomos, ou o que seja que fa�a essa gente?
- Algo assim.
- Que opini�o te merece a energia nuclear?
A ponto esteve de tornar-se a rir, mas recordou a tempo a �poca em que estava.
- A fiss�o nuclear � como tentar matar um camundongo com um m�ssil. Perigosa e desnecess�ria.
- Minha m�e se apaixonaria por ti, mas essa n�o me parece uma opini�o que encaixe muito com seu of�cio.
- Suponho que n�o todo mundo estar� de acordo - sabendo que estava pisando em um terreno perigoso, voltou a ocupar-se da torradeira- . me Fale de sua irm�.
- Do Libby? por que?
- Interessa-me, dado que meu irm�o est� com ela.
- Diz-o como se o tivesse seq�estrado - comentou Sunny com tom seco- . De fato, Cal tinha tanta pressa por lev�-la ao altar que minha irm� logo que teve tempo
de pronunciar o "sim, quero".
- Que altar?
- � uma maneira de falar, J.T. - suspirou- . A gente se casa ante o altar da igreja.
- Ah, j� - exclamou enquanto terminava de arrumar a torradeira- . Me estava dizendo que o do matrim�nio foi id�ia de Cal.
- N�o sei de quem foi a id�ia, se � que isso importa para algo, mas ele se mostrou muito entusiasta - cada vez mais irritada, come�ou a tamborilar com os dedos
na mesa- Tenho a impress�o de que pensa que Libby empurrou a Cal a casar-se, ou que se serve de suas artes femininas para apanh�-lo.
- Tem-nas?
Uma vez que terminou de engasgar-se com seu ch�, Sunny suspirou profundamente de novo.
- Pode que isto te resulte dif�cil de entender, Hornblower, mas Cal e Libby se amam. Ter� ouvido falar do amor, verdade? Ou isso n�o o tem computado em seus
arquivos?
- ouvi falar do conceito - respondeu Jacob com um tom levemente ir�nico. Intrigava-lhe que perdesse t�o logo a paci�ncia, a menor provoca��o. Sim, seus olhos
se obscureciam, ruborizava-se, elevava o queixo. Se em estado normal j� era atrativa, naquele estado de furor contido era simplesmente devastadora- . N�o o experimentei
em mim mesmo, mas me aprecio de ter uma mente aberta.
- Me alegro por ti - murmurou. Levantando-se, colocou as m�os nos bolsos traseiros dos texanos e se dirigiu para a janela. Aquele tipo n�o podia ser mais irritante,
era imposs�vel. Seria um milagre que se contivera de assassin�-lo antes de que voltassem Cal e Libby.
- E voc�?
- Eu o que?
- Que se te apaixonaste alguma vez - explicou Jacob enquanto seguia reparando a torradeira. Sunny lhe lan�ou um olhar particularmente criminal.
- N�o te meta em minha vida pessoal.
- Sinto-o - n�o o sentia, nem o mais m�nimo- Lhe perguntei isso porque, por seu tom, parecia-me que entendia muito da mat�ria, ou ao menos que tinha certa experi�ncia.
Mas voc� ainda n�o te h� apareado, digo... casado, verdade?
Deliberadamente ou n�o, Sunny se disse que ele tinha conseguido impactar no objetivo. Tocar seu ponto d�bil. N�o tinha estado apaixonada, embora o tinha tentado
v�rias vezes. Suas pr�prias d�vidas a respeito de sua incapacidade ao respeito n�o fizeram mais que inflamar sua f�ria.
- Uma pessoa pode apreciar o valor que tem o amor embora n�o tenha estado apaixonada - se voltou de repente, desgostada consigo mesma por haver ficado � defensiva
e decidida a dar um giro � conversa��o- . E o fato de que n�o o esteja � puramente uma op��o pessoal.
- Entendo.
O tom com que pronunciou aquela �nica palavra lhe fez chiar os dentes.
- Recordo-te que est�vamos falando do Libby e de Cal.
- Eu acreditava que est�vamos falando do amor como conceito.
- Falar do amor com um zopenco insens�vel � esbanjar o tempo, e eu jamais esbanjo o tempo - apoiou os punhos nos quadris- . Mas como ambos estamos interessados
no Libby e Cal, vou esclarecer este assunto de uma vez por todas.
- De acordo - Jacob come�ou a tamborilar com o chave de fenda no bordo da mesa. N�o precisava consultar na base de dados de sua nave o significado da palavra
"zopenco"- . Esclarece-o.
- Voc� automaticamente sup�e que minha irm�, por ser precisamente uma mulher, convenceu a seu irm�o, por ser precisamente um homem, de que se casasse com ela.
E isso me parece uma teoria incrivelmente antiquada.
- Ah, sim?
- Incrivelmente antiquada, machista e est�pida. A id�ia de que qu�o �nico querem as mulheres � casar-se e ter uma casa com uma vallita branca desapareceu junto
com o espartilho vitoriano e a saia at� os tornozelos.
Embora se perguntou quem em seu s�o julgamento poderia ficar aquelas coisas, Jacob simulou uma express�o de ligeira surpresa.
- Est�pida, diz?
- Idiota - com as pernas abertas, esticando a mand�bula, plantou-se frente a ele- . Sozinho um aut�ntico idiota teria chegado aos noventa com semelhante atitude
do Neanderthal. Possivelmente os �ltimos vinte e cinco anos lhe tenham acontecido voando, amigo, mas as coisas trocaram. As mulheres, hoje, t�m op��es, alternativas.
Podem escolher. uns quantos afortunados s�o conscientes de que, precisamente por isso, inclusive os homens podem beneficiar-se a partir dessa mesma amplia��o de
horizontes. Exceto os homens como voc�, claro, que seguem deslumbrados pela import�ncia que se d�o a si mesmos.
- N�o � meu caso, asseguro-lhe isso.
- claro que sim, Hornblower. Desde que pisou nesta cabana, estiveste te convencendo a ti mesmo de que as bodas de seu irm�o n�o foi mais que uma armadilha que
lhe tendeu minha irm� - deu um passo para ele- Me d� pena. Solo um est�pido se deixaria enganar para casar-se, e Cal n�o o �. Aqui � onde se acaba a semelhan�a entre
v�s dois.
Imbecil, zopenco, idiota e agora est�pido. As ia pagar todas juntas.
- Ent�o por que se casou t�o rapidamente, sem sequer tentar ficar em contato com sua casa e ver antes a sua fam�lia?
- Isso ter� que perguntar-lhe voc� - lhe espetou ela- Talvez porque n�o queria que o pressionassem, ou que o submetessem a um interrogat�rio. Em minha fam�lia
n�o pressionamos �s pessoas que queremos. E, no mundo real, as mulheres podem sobreviver e desenvolver-se perfeitamente sem necessidade de tender armadilhas a homens
incautos. O fato �, Hornblower, que n�o lhe necessitamos.
Caleb se tinha levantado j� da mesa. E, nessa ocasi�o, foi ele quem deu um passo para ela.
- Ah, n�o?
- N�o. As mulheres n�o necessitam aos homens nem para ganhar o p�o, cortar lenha, administrar o pa�s ou atirar o lixo. Nem sequer para... para arrumar torradeiras
- acrescentou Sunny, assinalando as pe�as do aparelho dispersas pela mesa- . nos Podemos arrumar isso perfeitamente sozinhas.
- Esqueceste-te que uma coisa.
- Do que? - perguntou, elevando o queixo.
Tomou rapidamente da nuca. E Sunny nem sequer teve tempo de emitir uma exclama��o antes de receber um beijo nos l�bios.
Chegou a murmurar algo. Por um instante Jacob sentiu que seus l�bios se moviam sob os seus. Seu nome, pensou, profundamente estremecido por aquele sussurro.
Estava furioso, irado, mas at� ent�o seu irasc�vel car�ter n�o lhe tinha dado nunca tantos problemas.
Ela era seu problema. Tinha-o sabido desde o come�o. Despreocup�ndose da l�gica e das conseq��ncias daquele ato, abra�ou-a ainda com major for�a. Sunny tinha
tirado as m�os dos bolsos, e naquele momento acabava das fechar sobre seus ombros, nem resistindo nem rendendo-se. Desejava-a, ansiava-a, de uma maneira ou de outra.
Mordiscou-lhe o l�bio inferior at� lhe arrancar um gemido de desejo.
Sunny tinha acertado pouco antes, quando acreditou perceber uma estranha intensidade em sua pessoa, em sua presen�a. Tinha perdido completamente o controle
enquanto Jacob a estreitava entre seus bra�os, cada vez com mais for�a. N�o podia resistir. Seus pensamentos se estavam dissolvendo naquele mar de sensa��es. Sentia
a tens�o de seus m�sculos sob os dedos. Naquele beijo podia saborear uma turva e escura paix�o que jamais antes tinha experiente. E nem sequer estava segura de se
era a dele ou a dela mesma.
Era como senti-la ressuscitar em seus bra�os. Nunca tinha conhecido a nenhuma mulher que conectasse t�o intimamente com ele. Deslizou os dedos por seu cabelo,
fino e curto. Pura seda. At� a larga e esbelta coluna de seu pesco�o. Com a l�ngua se dedicou a provar os ricos sabores de sua boca, afogando um gemido quando ela
o animou a aprofundar aquela explora��o. Jamais antes tinha perdido o controle com tanta rapidez, nem de uma maneira t�o absoluta.
Do�a-lhe, e o desejo nunca antes lhe tinha resultado algo doloroso. enjoou-se, como um homem se teria enjoado por falta de sonho ou de comida. E sentiu medo.
Um cru e s�bito terror a que seu pr�prio destino lhe tivesse sido arrebatado das m�os. Foi isso o que o impulsionou a apart�-la bruscamente de si. Respirava rapidamente,
como se acabasse de correr a toda velocidade para o bordo de um escarpado. Olhando-a fixamente aos olhos, acreditou ver neles como uma vis�o de afiadas rochas e
espumosas e amea�adoras ondas.
Sunny n�o dizia nada; simplesmente o olhava com os olhos muito abertos, as pupilas obscurecidas. Parecia uma est�tua, absolutamente im�vel. At� que come�ou
a tremer. E Jacob a soltou imediatamente, como se seu contato o tivesse queimado.
- Suponho que... - como lhe tremia a voz, Sunny se interrompeu para aspirar profundamente- ... suponho que com isto ter� querido me demonstrar algo.
Jacob afundou as m�os nos bolsos, sentindo-se exatamente como o que lhe tinha chamado: um est�pido.
- Ou isso ou te lan�ava um gancho de esquerda.
Em qualquer caso, era ele quem tinha perdido o combate. Pelo K.O. J� mais segura de si mesmo, Sunny assentiu com a cabe�a.
- Se for ficar algum tempo aqui, teremos que fixar algumas regra.
Ao Jacob n�o aconteceu desapercebida a rapidez com que se recuperou. E tampouco a repentina amargura de seu tom.
- As tuas, suponho.
- Sim - ansiava desesperadamente sentar-se, mas se obrigou a lhe plantar cara, olhando o de frente- . Podemos discutir tudo o que queira. De fato, eu adoro
as discuss�es.
- fica muito sedutora quando discute. - Sunny abriu a boca, e a fechou ao momento. Ningu�m lhe havia dito antes isso.
- Suponho que ter� que aprender a te dominar.
- Esse n�o � precisamente meu ponto forte.
- Se n�o querer sair desta cabana e p�r-se a andar com a neve at� os joelhos.
- Tentarei-o - desviou o olhar para a janela. Seguia nevando.
- Bem - suspirou de novo- . Embora resulte �bvio que n�o nos ca�mos muito bem, tentaremos nos comportar civilizadamente.
- Muito bem expresso - ansiava lhe acariciar uma bochecha, mas resistiu a tenta��o- Posso te fazer uma pergunta?
- Sim.
- Habitualmente reage com tanta... intensidade com os homens que n�o lhe caem bem?
- Isso n�o � teu assunto - replicou, ruborizada.
- Ah, eu acreditava que era uma pergunta muito civilizada - sonriendo, Jacob trocou de t�tica- . Mas a retirarei, porque se nos pomos a discutir outra vez possivelmente
terminemos na cama Y..
- Que diabos...?
- � que quer fazer a prova? - inquiriu com tom suave, e assentiu satisfeito ao ver que n�o se atrevia a desafi�-lo- . J� sabia eu que n�o. Se por acaso te serve
de consolo, eu tampouco quero - se sentou de novo ante a mesa, para continuar com sua tarefa- Ser� melhor que esque�amos o que acaba de ocorrer. E que o consideremos
como um simples incidente sem import�ncia.
Foi por orgulho pelo que Sunny se aproximou da mesa, quando teria preferido desaparecer e lamber suas feridas.
- J�. E suponho que � pedir muito esperar uma desculpa por sua parte.
- Eu n�o a necessito, certamente.
Furiosa, tirou da mesa uma das pe�as da torradeira e a lan�ou ao ch�o.
- � um maltratador de mulheres, Hornblower. - Jacob se esfor�ou por conter-se. Se a tocava de novo, ambos terminariam arrependendo-se disso.
- Est� bem, sinto te haver beijado, Sunny. � imposs�vel te expressar o muit�ssimo que o lamento...
Sunny se girou em redondo e saiu da cozinha. Aquela falsa desculpa s� tinha inflamado sua f�ria e machucado ainda mais seu orgulho. Agarrou o livro mais pesado
que p�de encontrar e o estrelou contra a parede do sal�o. Logo, depois de dar uma patada ao sof� e amaldi�oar em voz alta, subiu as escadas a toda pressa.
Isso n�o a ajudou. Nenhuma dessas rea��es a ajudava. O furor seguia reconcomi�ndola por dentro. E, o que era pior, muito pior, era a necessidade, a crua necessidade
que seguia mesclada com aquela f�ria. Aquele tipo o tinha feito de prop�sito. Deliberadamente. Estava segura disso. Tinha conseguido enfurec�-la tanto, desenquadr�-la
tanto, que ela tinha reagido a seu beijo de uma maneira absolutamente irracional.
prometeu-se que aquilo n�o voltaria a acontecer. A humilha��o era algo t�o terr�vel como sentir-se manipulada, e ele as tinha arrumado para conseguir ambas
as coisas em quest�o de umas poucas horas. As pagaria todas juntas.
Derrubando-se sobre a cama, decidiu passar o resto da tarde concebendo maneiras de converter a vida do Jacob Hornblower em um verdadeiro inferno.
4
Nunca deveu hav�-la meio doido, disse-se uma vez mais Jacob, amaldi�oando-se. Logo descobriu que resultava muito mais conveniente, e satisfat�rio, amaldi�o�-la
a ela. Era ela quem o tinha come�ado tudo, ao fim e ao cabo. Desde o come�o tinha suspeitado que acabaria lhe ocasionando problemas.
Havia gente naquele mundo, e em qualquer outro, que tinha nascido somente para complicar as vistas de outros. Sunbeam Stone era uma dessas pessoas. Com seu
aspecto, com sua voz, com seus gestos, com sua personalidade, tinha todo aquilo que uma mulher poderia necessitar para distrair a um homem. Para transtorn�-lo. Para
desenquadr�-lo por completo.
Em cada encontro que tinham tido, ela o tinha desafiado. Com aquelas frite sorrisos, com aquele mau g�nio que tinha. Uma combina��o que Jacob n�o podia resistir.
E estava seguro de que ela sabia.
Quando a beijou, e Deus sabia que n�o tinha tido inten��o de faz�-lo, tinha sido como sair propulsado para o hiperespacio... sem nave. Como podia ter previsto
que aquela maldita sua boca podia ser algo t�o potente, t�o devastador?
Nunca lhe tinham atra�do as mulheres passivas. Mas isso dava igual. N�o tinha inten��o de sentir-se atra�do pelo Sunny. N�o podia consenti-lo. N�o se deixaria
atrair por ela, por muitos truques que se tirasse de seu chap�u do s�culo vinte.
O que tinha acontecido era culpa dela, e de ningu�m mais. Tinha-o tentado e seduzido. Tinha querido confundi-lo. Apertando os dentes, admitiu que o tinha conseguido
aos cem por cem. E depois de que ele tivesse reagido como o teria feito qualquer homem normal, tinha-o cuidadoso com aqueles enormes olhos cheios de temor e de paix�o.
Seus pr�vios estudos sobre o s�culo vinte deveriam hav�-lo alertado contra aquela classe de mulheres.
Com as m�os nos bolsos, aproximou-se da janela para ver cair a neve. Sunny era, ao mesmo tempo que ardilosa, extremamente inteligente. Sabia que algo n�o encaixava
na hist�ria que lhe tinha contado, e estava decidida a tirar a luz seu segredo. Ao igual a ele estava decidido a mant�-lo na escurid�o.
Mas, em um combate de intelig�ncias, estava completamente seguro de ganhar. Quanto esfor�o mental seria necess�rio para superar e derrotar nesse terreno a uma
mulher do s�culo vinte? depois de tudo, levava-lhe mais de duzentos anos de adiantamento na escala da evolu��o. Era uma pena, e um aporrinho, que fosse t�o misteriosa.
E t�o primitivamente atrativa. Mas Jacob era um cientista, e j� tinha previsto que qualquer tipo de rela��o emocional com ela frustraria absolutamente seus planos
e seus c�lculos.
Mesmo assim, ela tinha raz�o em algo. Estavam obrigados a suportar o um ao outro. Estavam completamente solos em meio de um nada. Pela maneira em que estava
nevando, resultava dolorosamente �bvio que aquela situa��o se prolongaria durante v�rios dias mais. Por muito irritante que pudesse ser, ao menos no momento, necessitava-a.
Dependia dela, de uma forma ou outra, para acessar a seu irm�o.
Voltando-se, examinou lentamente a cozinha. O primeiro que saltava � vista era que aquela cabana era muito pequena para que pudessem evitar o um ao outro. Podia
retornar a sua nave, mas preferia ficar ali, recolhendo observa��es de primeira m�o. Resultaria-lhe sempre mais f�cil lutar contra a atra��o que sentia Cal por aquela
�poca se compreendia e experimentava em carne pr�pria seus mecanismos. Al�m disso, dentro da nave, nunca conseguiria satisfazer sua inata e insaci�vel curiosidade.
Assim que ficaria. E se isso incomodava � formosa Sunbeam, pois pior para ela. Quanto a seu pr�prio desconforto, e o beijo que tanto o tinha inquietado... simplesmente
teria que resignar-se. depois de tudo, ele estava al�m daquelas coisas. Sentindo-se mais tranq�ilo, voltou a sentar-se � mesa para seguir arrumando a torradeira.
Enquanto trabalhava, podia ouvir ru�dos e rangidos do ch�o do piso superior. sorriu-se ao dar-se conta de que Sunny estava caminhando de um lado a outro da
habita��o. Sim, sentia-se molesta. E isso estava muito bem. Possivelmente ela mesma procurasse em adiante guardar as dist�ncias. Ou ao menos deixar de provoc�-lo.
Resultava il�gico desejar com tanta intensidade a algu�m que nem sequer gostava. Fantasiar com algu�m cuja companhia logo que podia tolerar. Sofrer por algu�m
que o irritava tanto. Quando o chave de fenda lhe escapou dos dedos e se fez mal no polegar, amaldi�oou de novo.
Sunny seguia caminhando de um lado a outro da habita��o, tentando tranq�ilizar-se. Aquele tipo a tinha abra�ado e manuseado a prazer, para logo recha��-la com
a mesma facilidade. Realmente acreditava que podia desafogar seus... suas frustra��es sexuais com ela com toda impunidade? Pois ia levar se uma boa surpresa.
Ningu�m, absolutamente ningu�m, tinha-a tratado assim para logo seguir vivo. Levava muito tempo cuidando de si mesmo. Os homens podiam pression�-la. Ela os
ignorava. Podiam tentar seduzi-la. Ela resistia, sem esfor�o. Podiam inclusive lhe suplicar. Ela...
Sorriu ao evocar a imagem do Jacob Hornblower lhe suplicando. OH, isso seria um triunfo. O enigm�tico doutor Hornblower de joelhos, a seus p�s. Com um suspiro,
seguiu passeando pelo dormit�rio. Era uma vergonha, uma verdadeira vergonha, que seu pr�prio c�digo moral n�o lhe permitisse servir-se dos t�picos e t�picos truques
e a�agazas femininas. Por muito miser�vel que fora aquele tipo, ela tinha sua �tica. Era uma mulher moderna e aut�noma, com ou sem homem ao lado. Uma mulher que
pensava por si mesmo e se defendia com seus punhos. N�o era nenhuma Dalila para servir do sexo como arma. Mas lhe teria encantado, embora solo fora por uma vez,
ignorar aqueles arraigados seus princ�pios para seduzi-lo e convert�-lo em um pat�tico ser lhe choraminguem.
Ele sim que se serviu do sexo, pensou enquanto apartava um sapato de seu caminho de uma patada. E n�o o faziam todos os homens? Mas gostavam de fingir que eram
as mulheres as que tentavam e seduziam. Os homens, todo o maldito g�nero masculino, preferiam desempenhar o papel de v�tima inocente apanhada na armadilha da mulher
fatal. Ja!
E se algu�m se atrevia a chamar mulher fatal ao Sunny Stone, levaria-se um bom tortazo.
Aquele homem a tinha for�ado. Bom, sua inveterada honestidade a obrigava a admitir que em nenhum momento se serviu da for�a. Beijando-a, tinha-a feito perder
o sentido. Detestava isso. O fato de que tivesse conseguido derret�-la por dentro, como a debilucha protagonista de algum dramalh�o rom�ntico. A melhor maneira de
lhe devolver o golpe era atentar diretamente contra seu orgulho. E, pela experi�ncia que tinha, o amor pr�prio era o ponto mais vulner�vel de um homem. Se seguia
refugiada em sua habita��o, ele se imaginaria que o que acabava de acontecer entre eles a tinha afetado muito. Assim, de momento, baixaria e se comportaria como
se nada tivesse acontecido.
Estava ainda na cozinha quando baixou Sunny. Acendeu a equipe est�reo e ajustou o volume. Se o subia o suficiente, dificultaria ou inclusive impossibilitaria
toda conversa��o. depois de jogar outro lenho ao fogo, voltou-se a instalar-se no sof� com seus livros. Transcorreu perto de uma hora antes de que Jacob sa�sse e
subisse as escadas. Ela o ignorou a consci�ncia.
Mais por aborrecimento que porque lhe tivesse aberto o apetite, foi � cozinha e se preparou um enorme s�ndwich. Sob outras circunst�ncias, teria preparado outro
para sua h�spede. Mas n�o. Que se chateasse e passasse fome.
Pouco depois, ficou o casaco e se cal�ou as botas para sair e encher o manjedoura dos p�ssaros. Aquela pequena excurs�o a fez tomar consci�ncia de que, com
aquele tempo, teria h�spede para v�rios dias. A neve cobria em quest�o de segundos seus pr�prios rastros. O vento lhe a�oitava as costas, um forte vento que assobiava
implac�vel entre as �rvores.
Com a neve at� meia altura das botas, carregou com o saco de penso at� o abrigo. Com o f�lego contido, deixava-se envolver pela magia da tormenta de neve. Via-o
tudo branco. Era magn�fica a f�ria da natureza...
Ante aquele magn�fico espet�culo, seus mais sombrios pensamentos se desvaneceram. adorava as tormentas, no inverno ou no ver�o. Ali estava, reveste frente a
toda aquela for�a, aquela energia, aquele mist�rio. A neve que cobria uma cidade n�o demorava para derreter-se. Mas a das montanhas era paciente. Podia esperar muito
tempo antes de desaparecer. Solo dependia do tempo e do sol.
Permaneceu durante uns minutos mais ali fora, enfeiti�ada por aquele violento espet�culo. Da janela de sua habita��o, Jacob a observava. Ali estava, sem gorro,
com o casaco aberto, completamente im�vel enquanto a neve ia branqueando seu cabelo. E sonriendo. O frio lhe tinha avermelhado as bochechas. Naquele momento parecia
ainda mais formosa que antes. Parecia intoc�vel. E invenc�vel. Sem deixar de olh�-la, perguntou-se como era poss�vel que a desejasse mais naqueles instantes que
quando a teve entre seus bra�os.
De repente Sunny elevou a vista, como se tivesse pressentido que a estavam observando. Atrav�s da densa cortina de neve, seus olhos se encontraram. Jacob sentiu
um punho fechando-se em suas v�sceras. Ela j� n�o sorria.
Naquele olhar que lhe estava devolvendo, o presente e o futuro se confundiam. E Jacob viu seu destino. At� que ela se moveu, sacudindo-a neve do cabelo, e o
feiti�o ficou quebrado. Uma vez mais se disse que ela sozinho era uma mulher, por certo bastante est�pida, caminhando sob uma tormenta de neve. N�o tinha por que
sentir-se t�o afetado.
Mas, depois de que a ouvisse entrar na cabana, transcorreu muito tempo antes de que se atrevesse a baixar novamente as escadas.
Estava dormindo no sof�, com os livros empilhados em torno de seus p�s e no ch�o. A pesar do alto volume da equipe de m�sica, ficou-se dormida. Crepitava o
fogo da chamin�.
J� n�o parecia invenc�vel, como antes, a n�o ser desconcertantemente serena. Supunha que era t�o absurdo como imprudente admirar a longitude de suas pestanas.
Ou a deliciosa paz que emanava de sua boca relaxada. Ou os reflexos que o fogo arrancava a seu cabelo, despenteado pelo vento.
S� eram atributos f�sicos e, na �poca da que procedia, a apar�ncia f�sica podia ser alterada a capricho e sem risco algum para a sa�de. Fazia mais agrad�vel
a vida, certamente, olhar a uma mulher formosa. Mas isso era algo superficial. Completamente superficial.
Mesmo assim, ainda ficou admirando-a durante um bom momento.
Sunny despertou como uma mola quando a m�sica deixou de sonar. O brusco sil�ncio a tinha tirado de seu sonho. Desorientada e irrit�vel, como sempre que despertava,
abriu muito os olhos e murmurou uma maldi��o. A habita��o estava quase �s escuras e do fogo da chamin� s� ficava um rescaldo. Embora lhe custava acreditar que tivesse
dormido tanto, a noite tinha cansado j�. E, evidentemente, a luz el�trica se foi. Por culpa da tormenta.
Com um suspiro, levantou-se do sof� e procurou os f�sforos. Com uma vela em uma m�o e a caixa de f�sforos na outra, voltou-se e trope�ou com o Jacob.
Para ouvir seu grito de surpresa, ele a tirou dos bra�os. Tanto para sustent�-la para tranq�iliz�-la.
- Sou eu.
- J� sei que � voc� - lhe espetou, furiosa- . O que est� fazendo?
- Antes ou depois de que se fora a luz?
Sunny podia distinguir sua silhueta. recortada contra o resplendor que projetavam as brasas da chamin�.
- � a tormenta.
- O que acontece a tormenta?
Jacob sentiu a tens�o dos m�sculos de seus bra�os. Teve que resistir o impulso de subir as mangas do su�ter e acariciar sua pele nua.
- Que a tormenta deveu que danificar o tendido el�trico. Por isso se foi a luz.
N�o a soltou. ordenou-se faz�-lo, mas suas pr�prias m�os n�o o obedeciam.
- Quer que tente arrum�-la eu?
Sunny soltou uma r�pida gargalhada, algo tremente. Estava nervosa. Jamais tinha tido medo da escurid�o. at� agora.
- Temo-me que � um pouco mais complicado que uma torradeira. os da companhia a arrumar�o quando puderem.
- Muito bem.
"Muito bem", repetiu Sunny, suspirando. Enquanto isso, ela teria que ficar a s�s com ele.
- Temos muitas velas - lhe informou, retrocedendo um passo. E, para demonstrar-lhe acendeu a que levava na m�o. O resplendor da chama lhe fez recuperar um tanto
sua confian�a- . E tamb�m muita lenha. Joga voc� um par de lenhos ao fogo enquanto eu consigo mais vela.
Por um instante Jacob ficou observando o diminuto e tremente reflexo da chama da vela em seus olhos. Estava nervosa, e o pior de tudo era que esse nervosismo
parecia aumentar seu atrativo.
- Agora mesmo.
Sunny reuniu todas as velas que p�de encontrar. E, muito tarde, deu-se conta de que se uma ou dois teriam criado um ambiente simplesmente r�stico, a d�zia que
tinha repartido por toda a habita��o tinha gerado uma atmosfera absolutamente rom�ntica. Enquanto se guardava os f�sforos em um bolso, recordou-se que a ela n�o
a afetavam esse tipo de coisas.
- N�o sabe a hora que �, verdade?
- Exatamente n�o. Devem ser perto das seis.
Sunny se sentou no bra�o do sof� mais pr�ximo ao fogo.
- dormi mais tempo de que pensava. E voc�? passaste uma tarde entretida?
- arrumei o grifo - lhe tinha levado mais tempo de que tinha previsto, mas o tinha conseguido.
- V�, � um aut�ntico manitas - como a frase tinha divulgado sarc�stica, sorriu-se. A essas alturas, e imersos naquela junta, pensou que o melhor seria que se
levassem bem. E que se tratassem com uma m�nima cordialidade- . Eu n�o sei arrumar coisas, mas poderia preparar uns s�ndwiches - se levantou, desejosa de ocupar-se
em algo- . Gosta de uma cerveja?
- Sim, obrigado.
Sunny se levou duas velas � cozinha. E estava quase convencida de que tinha tido �xito em seu intento de relaxar-se quando se deu conta de que ele a tinha seguido
at� ali.
- Posso faz�-lo sozinha.
Abriu a geladeira e amaldi�oou entre dentes ao recordar que n�o havia energia el�trica. Sem dizer nada, lhe aproximou uma vela. Lhe entregou duas cervejas.
Jacob recordou a maneira em que tinha aberto as garrafas de soda aquela manh�, e ficou muito satisfeito de si mesmo quando encontrou aquele instrumento com
o que n�o estava nada familiarizado e conseguiu fazer saltar as chapas.
- Acende a r�dio, quer?
- O que?
- A r�dio - repetiu ela- Est� no batente da janela. Talvez possamos ouvir algum parte meteorol�gico.
Jacob localizou uma caixa pequena de pl�stico. Sonriendo com express�o admirada, encontrou o interruptor e o acendeu. Solo se ouviam interfer�ncias.
- A ver se encontrar alguma emissora.
Jacob j� estava pensando em pedir emprestado aquele aparelho e em levar-lhe a casa.
- Como?
- Que lhe d� voltas � roda do sintonizador, a ver se pode encontrar alguma emissora.
Por uns segundos ficou olhando aquela r�dio port�til, assombrado. Logo, depois de assegurar-se de que Sunny estava de costas a ele, j� que aquilo lhe parecia
t�o simples como est�pido, come�ou a lhe dar voltas � roda.
- Mostarda ou maionese?
- Perd�o?
- Seu s�ndwich - explicou Sunny, esgotada j� a paci�ncia- . Que se quiser mostarda ou maionese em seu sandwich.
- � igual. O que voc� ponha - conseguiu sintonizar uma m�sica d�bil e remota. Como podia utilizar a gente um material t�o primitivo e t�o de pouca confian�a?
Em sua casa tinha uma unidade port�til que podia lhe facilitar os dados do tempo atmosf�rico em Paris, inform�-lo do resultado de um partido de beisebol, lhe dar
um relat�rio do tr�fico em Marte e lhe servir uma ta�a de caf�... simultaneamente, tudo de uma vez. Em troca, daquela quinquilharia s� estava tirando o que parecia
uma melodia de banjo executada a centenares de metros clandestinamente.
- me deixe tent�-lo -fazendo a um lado os s�ndwiches, Sunny lhe tirou a r�dio. Ao cabo de uns segundos se ouviu um verdadeiro jorro ensurdecedor de m�sica-
. Este aparatito � muito caprichoso.
- � uma m�quina - lhe recordou ele, algo molesto por seu triunfo.
- Uma m�quina caprichosa, ent�o - satisfeita, deixou-a sobre o mostrador e se levou logo � mesa seu s�ndwich e sua cerveja- . De todas formas, um parte meteorol�gico
n�o nos serviria de muito. J� sabemos que est� nevando.
Jacob picou uma batata frita da bolsa que tinha deixado sobre a mesa.
- O mais interessante seria saber quando vai deixar de nevar.
- Ora, especula��es - se encolheu de ombros quando ele se sentou � mesa, frente a ela- . Por muitos sat�lites que coloquem no espa�o, sempre ser� um problema
de adivinha��es.
Jacob abriu a boca para contradiz�-la, mas o pensou melhor e, em vez disso, deu-lhe uma dentada a seu s�ndwich.
- Voc� molesta?
- O que?
- Estar... - que palavra poderia usar?- ... incomunicada pela neve.
- Em realidade, n�o. Ao menos se for somente por um dia ou dois. depois disso come�o a enlouquecer - esbo�ou uma careta, consciente de que tinha utilizado uma
express�o muito pouco afortunada- E voc�?
- Eu n�o gosto de me sentir encerrado - declarou simplesmente. Sorriu para ouvir que tinha come�ado a dar golpecitos com o p� no ch�o. Outra vez a estava pondo
nervosa. Bebeu um gole de cerveja- Est� rica.
Segundos depois uma voz grit� interrompeu a m�sica para informar do tempo:
- Garotas e meninos do Klamagh, ides ter que lhes aproximar muito! E dados um bom apert�o para entrar em calor! At� manh� de noite, n�o vai parar de nevar.
Haver� perto do meio metro de neve, com ventos pr�ximos aos cinq�enta quil�metros por hora. Brrrr, que frio! As temperaturas baixar�o ainda mais esta noite. Vamos,
nen�m, abrigue-se bem e deixa que seu amooooor te mantenha bem calentita!
- N�o � muito cientista - murmurou Jacob. Soltando um bufido, Sunny lan�ou um carrancudo olhar a r�dio.
- Digam-no como o dizem, o significado � o mesmo. N�o estaria de mais colocar mais lenha.
- Eu irei.
- N�o necessito...
- Voc� preparaste os s�ndwiches - assinalou ele, bebendo outro gole de cerveja-Quando terminarmos, eu irei pela lenha.
- De acordo - pronunciou. N�o queria que lhe fizesse favores. Durante um momento, comeram em sil�ncio- . Teria que ter esperado � a primavera.
- Para que?
- Para dever ver a Cal.
Jacob deu outra dentada a seu s�ndwich. N�o sabia do que era, mas estava riqu�ssimo.
- Tem raz�o. De fato, tinha pensado em vir aqui... antes - "quase um ano antes", acrescentou para si- . Mas n�o pude.
- � uma pena que seus pais n�o tenham vindo contigo... j� sabe, a visitar seu irm�o.
Sunny viu ent�o algo em seus olhos. Era tristeza, frustra��o, f�ria? N�o estava segura.
- N�o foi poss�vel.
Mas Sunny se negava em redondo a sentir l�stima alguma por ele.
- Meus pais n�o suportariam estar sem ver o Libby durante tanto tempo.
Para o Jacob, o tom de desaprova��o de sua voz foi como reabrir uma velha ferida.
- N�o te pode imaginar o muito que afetou a minha fam�lia o estar separados de Cal.
- Sinto-o - mentiu- Simplesmente imaginava que, se tantas vontades tinham de v�-lo, fariam o esfor�o de visit�-lo.
- A elei��o era de Cal, n�o deles - se levantou da mesa- Vou pela lenha.
"Tocada", disse-se Sunny quando ele j� se dirigia para a porta.
- Hey.
Jacob se voltou para ela, � defensiva.
- O que?
- N�o pode sair sem casaco. Est� gelando.
- N�o tenho casaco.
- Todos os cientistas s�o t�o despistados?- murmurou, levantando-se para aproximar-se de um arm�rio- N�o concebo nada t�o est�pido como internar-se nas montanhas,
em pleno janeiro, sem casaco.
Jacob suspirou profundamente.
- Se n�o deixar de me chamar est�pido - rep�s com tom tranq�ilo- Terei que fazer algo a respeito.
- OH, estou tremendo de medo - se burlou- Toma, ponha isto - lhe lan�ou um casaco- S� me faltaria ter que te curar um resfriado - depois de uma breve vacila��o,
tamb�m lhe lan�ou um gorro de l� escura e um par de luvas- . Na Filadelfia ter�o invernos, verdade?
Jacob apertou os dentes enquanto ficava o casaco.
- N�o fazia frio quando sa� de casa - e se impregnou o gorro.
- OH, isso o explica tudo - fez uma amea�a de gargalhada quando j� a porta se fechava a suas costas. disse-se que aquele tipo n�o estava realmente louco. Possivelmente
um poquito curto de luzes. E f�cil de desenquadrar. E, se o desenquadrava o suficiente, talvez poderia lhe tirar alguma informa��o relevante.
Ouviu-o amaldi�oar e n�o se incomodou em afogar outra gargalhada. Se n�o andava muito equivocada, acabava de golpear-se em um p� com um tronco. Possivelmente
deveu lhe haver facilitado uma lanterna, mas... o merecia.
Minutos depois foi abrir lhe a porta. Para ent�o j� estava talher quase inteiramente de neve. Lhe tinha acumulado inclusive nas sobrancelhas, lhe dando uma
express�o de c�mico assombro. Mordendo-a l�ngua para n�o lhe espetar algum c�ustico coment�rio, fez-se a um lado para deix�-lo passar, carregado como ia de lenha.
Ouviu o ru�do que fez ao descarregar os troncos, esclareceu-se garganta, tomou tranq�ilamente um sorvo de cerveja e se reuniu com ele no sal�o.
- Eu irei por mais - lhe prop�s, sol�cita.
- Nem pensar - lhe do�a o p� do golpe que se deu, tinha os dedos intumescidos de frio e tinha perdido por completo a paci�ncia- . Como pode algu�m viver assim?
- Assim? Como assim? - perguntou-lhe Sunny, fingindo um tom de inoc�ncia.
- Aqui - estava farto. Estendeu os bra�os em um gesto que abrangia n�o s� a cabana, a n�o ser o mundo ao que tinha ido parar em toda sua amplitude- . N�o tem
energia el�trica, nem comodidades, nem um meio de transporte decente, nem nada. Se quer te esquentar, tem que queimar madeira. Madeira, pelo amor de Deus! Se quiser
luz, depende da inst�vel eletricidade. E o das comunica��es � uma brincadeira. Uma brincadeira de mau gosto!
Sunny sempre se considerou uma garota de cidade, mas n�o estava disposta a consentir que insultassem assim o lar de sua fam�lia. Elevou o queixo.
- Escuta, amigo, nem n�o te tivesse acolhido aqui, agora mesmo estaria congelado em metade do bosque e at� a pr�xima primavera ningu�m encontraria seu cad�ver.
Assim cuidado com o que diz.
- N�o ir�s dizer me que voc� gosta de viver aqui!
- Pois sim, eu gosto de - apoiou os punhos nos quadris- E, se voc� n�o gosta, j� sabe o que tem que fazer.
Sua breve excurs�o � lenheira o tinha convencido da inconveni�ncia de desafiar aos elementos. ficou onde estava durante um momento, refletindo sobre as op��es
que tinha. Sem dizer uma palavra, recolheu sua cerveja, sentou-se e bebeu um gole.
Dado que Sunny considerou aquilo como uma vit�ria, reuniu-se com ele. Mas ainda n�o estava disposta a lhe dar uma pausa.
- � especialmente melindroso tratando-se de um tipo que vai por a� sem nada, nem sequer uma escova de dentes.
- Perd�o?
- Hei dito que � especialmente...
- Como sabe que n�o tenho escova de dentes? - tinha lido a respeito dessas coisas. Naquele instante, jogando fa�scas pelos olhos, voltou-se para ela.
- OH, era uma frase feita - mentiu Sunny, evitando sua pergunta- . Simplesmente queria dizer que um homem que viaja com uma �nica muda de roupa n�o teria por
que resentirse da falta de comodidades.
- Como sabe que solo tenho uma...? A n�o ser que tenha estado olhando em minhas coisas...
- Voc� n�o tem coisas - murmurou, consciente de que uma vez mais tinha aberto a boca antes de pensar o que ia dizer. Quis levantar-se, mas Jacob o impediu de
lhe pondo uma m�o no bra�o- Olhe, solo joguei uma olhada a sua bolsa para ver... simplesmente para v�-la, isso � todo - se voltou para ele, decidindo que o ataque
era a melhor defesa- Como podia estar seguro de que foi o que me disse que foi, e n�o algum man�aco solto?
- E agora j� est� segura? - n�o retirou a m�o. Surpreendeu uma r�pida piscada de vacila��o em seus olhos e decidiu aproveit�-lo- N�o havia nada em minha bolsa
que pudesse corroborar nenhuma dessas duas hip�teses, verdade?
- Possivelmente n�o - tentou lhe apartar a m�o. Como ele se empenhava em n�o solt�-la, fechou um punho e esperou.
- Ent�o muito bem posso ser um man�aco, n�o? - inclinou-se lentamente para ela, at� que seu rosto ficou somente a uns cent�metros do dele. At� que solo p�de
ver seus olhos, abrangendo todo seu campo de vis�o. At� o que come�aram a mesclar-se seus f�legos- . E man�acos pode haver os de todas classes, verdade, Sunny?
- Sim - pronunciou com dificuldade. N�o era medo. Teria preferido que o fora. Era algo muito mais complicado, muito mais perigoso que o medo. Por um instante,
com o fogo da chamin� crepitando a seu lado, com a lhe pisquem luz das velas, com o vento a�oitando os cristais da janela, n�o lhe importava quem era ele. O �nico
que lhe importava era que ia beij�-la. E algo mais que isso.
Aquele "algo mais" podia ler-se em seus olhos. A imagem dos dois rodando pelo estou acostumado a assaltou a mente do Sunny. O selvagem e violento encontro de
dois corpos, em um livre e fren�tico estalo de paix�o. Estava segura de que, com ele, seria assim. Aquela primeira vez, e outra, e outra. Fazendo tremer a terra,
transbordando rios, explorando planetas. Assim seria o amor com ele.
E depois, da primeira vez j� n�o haveria volta atr�s. Estava absolutamente convencida do que se chegava a haver uma primeira vez, desejaria-o, desejaria-o com
todas suas for�as. Necessitaria-o como precisava respirar.
Jacob lhe ro�ou os l�bios com os seus. Logo que podia chamar um beijo, mas a pot�ncia daquele roce a fez estremecer-se por inteiro. E tamb�m fez soar sinos
de alarme em sua cabe�a. Assim optou pelo que teria feito qualquer mulher sensata baixo aquelas circunst�ncias. Afundou-lhe o punho no est�mago.
Jacob ofegou de surpresa. Enquanto se dobrava sobre si mesmo, a ponto de cair em cima dela, Sunny se levantou como uma mola. E se preparou para o seguinte movimento.
- � voc� a man�aca, n�o eu - as arrumou para pronunciar uma vez recuperado o f�lego- . Nunca em toda minha vida conheci a ningu�m como voc�.
- Obrigado. Merecia-lhe isso, J.T. Estava tentando me intimidar.
Para seus adentros, Jacob teve que reconhecer que essa tinha sido sua primeira inten��o. Mas ao final, quando se tinha inclinado para ela, aspirado o aroma
de seu cabelo, saboreado a tersa textura de seus l�bios... aquilo nada tinha tido nada que ver com a intimida��o e tudo com a sedu��o. E ele tinha sido o seduzido,
� obvio.
- Sabe? N�o seria muito dif�cil... - replicou ao cabo de um momento- ... aprender a te detestar.
- N�o, suponho que n�o - como viu que o estava tomando com melhor humor do que tinha previsto, Sunny lhe sorriu- . Dado que ao fim e ao cabo somos fam�lia...
Que voc� � o irm�o de Cal, quero dizer.
- Gra�as - ao fim conseguiu incorporar-se- . Muito obrigado.
- Como ia dizendo, dado que somos como familiares, por que n�o acordamos uma tr�gua? Porque, se o tempo seguir assim, vamos continuar apanhados aqui durante
v�rios dias mais.
- E agora quem est� intimidando a quem?
Sunny se p�s-se a rir. E decidiu mostrar-se am�vel com ele.
- S� estou pondo as cartas de barriga para cima. Se seguimos brigando, solo conseguiremos nos fazer danifico. E suponho que n�o merece a pena.
Jacob teve que refletir sobre isso. Rapidamente.
- Voc� crie que n�o? - brincou.
- Eu voto pela tr�gua, ao menos at� que deixe de nevar. Eu n�o te pegarei mais e voc� n�o voltar� a tentar me beijar. Trato feito?
Gostava da parte de que ela n�o fora a lhe pegar mais. E j� tinha decidido n�o tentar beij�-la mais. Beijaria-a e ponto. Quando escolhesse faz�-lo.
- Trato feito - assentiu.
- Excelente. Celebraremos a tr�gua com outra cerveja e pipocas. Tenho um velho aparelho para as fazer na cozinha. Poremo-lo ao fogo.
- Sunny.
Ela se deteve, com a vela na m�o, a meio caminho da cozinha. Jacob n�o p�de evitar admirar a beleza de seus rasgos, iluminados por seu resplendor.
- Ainda n�o estou muito seguro de que me caia bem.
- N�o importa - sorriu- . Eu tampouco.
5
Sunny poderia hav�-lo denominado r�stico. Ele o teria considerado inclusive primitivo. Em qualquer caso, Jacob estava descobrindo algo maravilhosamente relaxante
e acolhedor em fazer pipocas no fogo da chamin�.
Bastava o aroma para que lhe fizesse a boca �gua enquanto as pipocas come�avam a saltar, golpeando o ralo da panela que dirigia habilmente Sunny. Embora teria
podido explicar cientificamente o processo pelo que a semente se convertia em pipoca, era muit�ssimo mais divertido observ�-lo.
- Aqui sempre fazemos as pipocas assim - murmurou ela, contemplando as chamas- Incluso no ver�o, quando pass�vamos um calor horr�vel, mam�e ou papai acendiam
um fogo e minha irm� e eu brig�vamos por agarrar a panela e as fazer - sorriu ao record�-lo.
- Foi muito feliz aqui.
- Sim. E provavelmente o teria seguido sendo de haver ficado, mas descobri o mundo. O que pensa do mundo, J.T.?
- De qual?
Sunny soltou uma gargalhada.
- N�o me lembrava de que foi um astro... astro- loquesea. Suponho que sua mente estar� a metade do tempo no espa�o, em vez de em terra.
- Mais ou menos.
Sunny se sentou com as pernas flexionadas no ch�o. O fogo da chamin� arrancava reflexos a seu rosto e a seu cabelo. Aquela cara, pensou Jacob, com aqueles rasgos
t�o deliciosos e bem delineados, estava absolutamente relaxada. Evidentemente se tinha tomado muito a s�rio sua tr�gua, j� que tinha come�ado a conversar com ele
como se fora um velho amigo.
Bebeu outro gole de cerveja e escutou, embora n�o sabia virtualmente nada dos filmes e a m�sica das que lhe estava falando. Ou dos livros. Alguns dos t�tulos
que citava lhe resultavam vagamente familiares, mas o certo era que tinha dedicado muito pouco tempo de sua vida a ler obras de fic��o.
- Voc� n�o gosta dos filmes? - perguntou-lhe Sunny ao fim.
- Eu n�o hei dito isso.
- N�o viu nenhuma das que te mencionei, que s�o as mais famosas dos dois �ltimos anos.
Por um instante, Jacob se perguntou que cara poria ela se lhe dissesse que o �ltimo v�deo que tinha visto tinha sido editado no ano 2250.
- O que passa � que durante muito tempo estive virtualmente encerrado em um laborat�rio, trabalhando.
Sunny sentiu uma repentina pontada de l�stima por ele. N�o lhe importava trabalhar duro, mas sempre e quando ficasse algum tempo livre para divertir-se.
- � que n�o lhe davam nenhum descanso?
- Quais?
- A gente para a que trabalhava - explicou, e seguiu fazendo mais pipocas.
Aquilo o fez sorrir, dado que durante os cinco �ltimos anos tinha sido ele quem tinha contratado a seus investigadores.
- Mas bem � um problema de obsess�o pessoal com o projeto que tinha entre m�os.
- E qual � esse projeto?
Jacob refletiu durante uns segundos, at� que decidiu lhe dizer a verdade. Isso n�o lhe faria mal a ningu�m. Al�m disso, queria ver sua rea��o.
- Viajar no tempo.
Sunnny se p�s-se a rir, mas ficou s�ria ao ver sua express�o. Esclarecendo-a garganta, pronunciou
- N�o est� brincando, verdade?
- N�o - olhou a panela que ainda sustentava com uma m�o- . Acredito que as est� queimando.
- OH - a retirou rapidamente da chamin�- Te refere a viajar realmente atrav�s do tempo, como na novela do H.G. Wells?
- N�o exatamente - estirou as pernas para esquent�-los p�s- O tempo e o espa�o s�o no��es relativas, digamo-lo assim. Solo � um problema de encontrar as equa��es
adequadas e as aplicar.
- N�o pode ser t�o singelo! - sacudiu a cabe�a, assombrada- Segundo voc�, poder�amos de repente aparecer em tempos passados, como a Roma do Ner�n ou a Bretanha
do rei Arturo...
- Sim. O qual seria fascinante.
- Ora. N�o me acredito que esteja falando a s�rio, J.T.
Jacob esbo�ou um lento e enigm�tico sorriso.
- � que voc� sozinho crie no que v�?
- N�o - Sunny franziu o cenho, servindo-se de um trapo para retirar a tampa de ralo da panela- Suponho que n�o - de repente p�s-se a rir e provou uma pipoca-
. Ou possivelmente sim. Eu sou realista. Em nossa fam�lia necessitamos que algu�m desempenhe esse papel.
- Inclusive uma pessoa realista tem que aceitar que existem certas possibilidades.
- J�. De acordo, imaginemos que pudesse existir essa m�quina fant�stica, como a da novela do Wells. aonde iria? Ou mas bem deveria dizer quando. A que �poca
voc� gostaria de ir?
Jacob a olhou, sentada frente � chamin�. Um brilho de divers�o ardia ainda em seus olhos.
- As possibilidades s�o infinitas. E voc�?
- N�o sei. Imagino que ao Libby lhe ocorreria em seguida uma d�zia de lugares e �pocas. Os astecas, os incas, os maias. Papai provavelmente quereria ver Tombstone
ou Dodge City. E minha m�e... bom, ela iria aonde fora meu pai, para vigi�-lo.
- Pergunta-a ia dirigida a ti - picou uma pipoca.
- Viajaria ao futuro. Eu gostaria de saber o que vai acontecer.
Jacob ficou contemplando o fogo, sem dizer nada.
- Cem, possivelmente duzentos anos no futuro - acrescentou ela- depois de tudo, nos livros de hist�ria pode te fazer uma id�ia aproximada do que aconteceu antes.
Mas o futuro... Parece-me que seria muit�ssimo mais excitante ver como acabamos resolvendo nossos problemas atuais - a id�ia a fez rir- . me Diga, realmente lhe
pagam por trabalhar em assuntos como leste das viagens atrav�s do tempo? Quero dizer que... n�o teria mais sentido descobrir como se pode atravessar uma cidade corno,
digamos Manhattan, somente em meia hora e em uma hora ponta?
- Tenho liberdade para escolher meus projetos
- Isso deve ser estupendo - a essas alturas j� estava completamente relaxada, desfrutando inclusive de sua companhia- Sabe? Tenho a sensa��o de ter acontecido
a maior parte de minha vida tentando averiguar o que � o que quero realmente fazer. Sou uma empregada terr�vel. Eu n�o gosto que me mandem - admitiu com um suspiro-
Devo ter um gen que reage negativamente �s regras e � autoridade. Sou discutidora.
- N�o me diga!
- De verdade - sorriu- . Tenho tantas vezes raz�o que, quando n�o a tenho, custa-me admiti-lo. Algumas vezes eu gostaria de ser mais... flex�vel.
- por que? O mundo est� cheio de gente que cede e ren�ncia a coisas.
- Possivelmente sejam mais felizes por isso - murmurou- . � uma pena que a palavra "compromisso" seja t�o dif�cil de assumir. Tampouco voc� gosta de te equivocar.
- J� procuro eu que eu n�o goste.
Sunny se p�s-se a rir enquanto se tombava no tapete.
- Sabe? Acredito que est� come�ando a cair bem. Bom, vamos ter que manter aceso este fogo durante toda a noite, se n�o querermos nos gelar. Fa�amos turnos -
bocejou, apoiando a cabe�a sobre as m�os entrela�adas- . Desperta dentro de um par de horas, e logo tocar� a ti, de acordo?
- De acordo.
Quando esteve seguro de que se dormiu, Jacob a agasalhou com a manta e a deixou ali, perto do fogo. Uma vez no piso superior, demorou menos de dez minutos em
fazer alguns ajustes no ordenador port�til para conect�-lo com sua unidade de bracelete. A unidade n�o continha todos os bancos de dados de sua nave, mas podia elaborar
informe e responder a suas perguntas.
- te conecte, ordenador.
Uma fria e met�lica voz lhe respondeu:
- Conectado.
- Informando. Hornblower, Jacob. Data atual 1/20/90. Uma tormenta de neve me reteve na cabana. A estrutura carece de energia el�trica, muito inst�vel nesta
era. Ao parecer esta energia se transmite mediante tendidos de alta tens�o que s�o especialmente vulner�veis durante as tormentas. �s 18.00 horas aproximadamente,
a energia se cortou. Tempo estimado de repara��o?
- Processando... Dados incompletos.
- Temia-me isso - se interrompeu por um momento, pensando- . Sunbeam Stone � uma mulher de m�ltiplos recursos. utilizou velas, velas de cera, para iluminar
a cabana. Aqui queimam madeira para esquentar-se. Isso, � obvio, insuficiente, e s� se podem esquentar �reas pequenas. �, entretanto... - procurou a palavra- ...
agrad�vel. Cria certa atmosfera relaxante - aborrecido, deteve-se de novo. N�o queria pensar na sedutora imagem do Sunny � luz da chamin�- . Como informei previamente,
Stone � uma mulher dif�cil e agressiva, propensa a estalos de furor. Tamb�m � maravilhosamente generosa, am�vel de vez em quando Y... - tinha a palavra "desej�vel"
na ponta da l�ngua-Intrigante. Ter� que seguir investigando. Entretanto, n�o acredito que seja uma mulher m�dio de seu tempo. Ordenador, quais s�o as t�picas atitudes
das mulheres para o emparelhamento nesta era?
- Processando.
logo que teve feito a pergunta, Jacob abriu a boca para retir�-la e anular a ordem. Mas a m�quina foi mais r�pida:
- Manifestam uma cl�ssica atra��o f�sica, em ocasi�es com rea��o qu�mica. O compromisso emocional, em diversas escalas do afeto at� o amor, est� presente em
97.6 por cento dos casos. Os encontros singelos, geralmente denominados "aventuras de uma s� noite" j� n�o se achavam t�o de moda nessa �poca do s�culo XX Os sujeitos
esperavam certo compromisso de seus casais sexuais. O romance era algo ampliamente aceito e desejado.
- Define "romance".
- Processando... Dedicar uma especial aten��o, em forma de m�micos, adula��es ou presentes. � tamb�m sin�nimo de amor, aventura amorosa, intenso v�nculo entre
amantes. Tipificado por uma atmosfera de luz t�nue, m�sica rom�ntica, flores. Os gestos considerados geralmente como rom�nticos incluem...
- J� � suficiente - enquanto se passava as m�os pela cara, Jacob se perguntou se n�o teria se tornado louco. Tinha muito pouco sentido esbanjar o tempo lhe
fazendo ao ordenador pergunta t�o pouco cient�ficas. E muito menos contemplar uma poss�vel e absolutamente n�o cient�fica rela��o com o Sunny Stone.
S� tinha dois objetivos que justificassem que estivesse ali naquele momento. O primeiro e mais importante era encontrar a seu irm�o. O segundo era reunir a
maior quantidade de dados poss�vel a respeito daquela era. Sunny Stone era um dado mais, e nunca poderia ser outra coisa.
Mas a desejava. N�o era nada cientista, mas era muito real. E tamb�m il�gico. Como podia querer estar com uma mulher que o irritava tanto? Como podia preocupar-se
tanto por uma mulher com a que tinha t�o poucas coisas em comum? Separavam-nos s�culos inteiros. O mundo do Sunny, por muito fascinante que fora de um ponto de vista
cient�fico, frustrava-o de mil formas diferentes. E ela tamb�m o frustrava. Muito mais.
o melhor que podia fazer era retornar a sua nave, programar seus computadores e voltar para casa. E, se n�o tivesse sido por Cal, n�o teria vacilado em faz�-lo.
Queria, precisava pensar que solo era Cal quem o detinha.
Meticulosamente desconectou o ordenador e guardou sua unidade. Quando voltou para sal�o, ela seguia dormindo. Movendo-se com o m�ximo sigilo, jogou outro lenho
ao fogo e se sentou no ch�o, a seu lado.
Passaram as horas, mas n�o se incomodou em despert�-la. Estava acostumado a dormir pouco, ou inclusive nada. Durante mais de um ano, sua jornada m�dia de trabalho
tinha rondado as dezoito horas. quanto mais perto tinha estado de descobrir as chaves da viagem atrav�s do tempo, mais se tinha pressionado a se mesmo. E o tinha
conseguido, pensou, enquanto contemplava o fogo da chamin�. Estava ali. � obvio, apesar de seus meticulosos c�lculos, tinha chegado com v�rios meses de atraso.
Cal j� se casou. E se podia confiar-se no que lhe tinha contado Sunny, vivia feliz e contente. Assim ao Jacob resultaria muito mais dif�cil lhe fazer entrar
em raz�o. Mas o obteria de todas formas. Teria que dar-se conta. Era t�o claro como o cristal. Uma pessoa pertencia a seu pr�prio tempo. Tinha raz�es, prop�sitos
na vida. al�m do que pudesse fazer a ci�ncia, haveria um caminho, um destino, uma pauta que seguir. Se algu�m escolhia romper essa pauta, isso poderia gerar imprevis�veis
efeitos no resto do universo.
De modo que se levaria a seu irm�o ao tempo ao que ambos pertenciam. E Cal n�o demoraria para esquecer � mulher chamada Libby. Ao igual ao pr�prio Jacob estava
decidido a esquecer ao Sunbeam Stone. De repente Sunny se moveu, soltando um profundo suspiro que lhe provocou um delicioso calafrio. Apesar de si mesmo, observou-a
enquanto despertava.
Abriu e fechou os olhos, batendo aquelas maravilhosas pestanas. Seus olhos, dormitados de sonho, eram enormes e escuros. Ainda n�o o tinha visto. Com o olhar
fixo no fogo da chamin�, foi estirando lentamente, m�sculo a m�sculo. O su�ter se deslocou uns cent�metros, revelando sua fina e esbelta cintura.
Jacob sentiu que lhe secava a boca. O cora��o lhe acelerou. Naquele momento estava t�o indignantemente formosa que solo podia ficar ali sentado, tenso, e rezar
para n�o perder a prud�ncia.
Sunny gemeu fracamente e ficou tombada de costas, estendendo os bra�os por cima da cabe�a e estirando-os para o teto. Jacob esbo�ou uma careta. Pela primeira
vez em sua vida, necessitou urgentemente uma ta�a.
Ao fim inclinou a cabe�a e o viu.
- por que n�o me despertaste? - Sua voz era lenta, rouca, er�tica.
- Eu... - era rid�culo, mas logo que podia falar- . Eu n�o estava cansado.
- N�o se trata disso - se sentou no tapete- . Estamos juntos nisto, assim...
N�o pensou. N�o foi um pouco deliberado. Nem sensato tampouco. De repente, afundou uma m�o em seu cabelo para atrai-la para si e a beijou nos l�bios. Sunny
resistiu, t�o furiosa como surpreendida, mas ele se negou a solt�-la. Para ent�o o que sentia era j� aut�ntico desespero, algo que jamais recordava ter experiente
antes por nenhuma mulher. Ou saboreava sua boca ou morria no empenho. Sunny se esfor�ou por aferrar-se a sua f�ria enquanto d�zias de sentimentos distintos lutavam
por apoderar-se dela: desejo, deleite, del�rio. Tentou amaldi�o�-lo, mas de seus l�bios s� escapou um gemido de prazer. Logo enterrou as m�os em seu cabelo, quase
sem dar-se conta, com o cora��o lhe pulsando a toda velocidade.
Com um r�pido movimento, Jacob a sentou sobre seu rega�o. Respirava t�o rapidamente como ela. Sem poder evit�-lo, Sunny tomou consci�ncia de que estava reagindo
e respondendo com a mesma insist�ncia e avidez que ele. Era isso o que tinha estado procurando? A excita��o, o desafio, a maravilha daquelas sensa��es? Irresponsablemente
se deixou arrastar por aquela emo��o, por aquele poder entristecedor.
Jacob, por sua parte, tinha perdido todo controle. quanto mais tomava, mais necessitava. Uma vez saboreada sua boca, deslizou os l�bios todo ao longo da fina
coluna de seu pesco�o, lambendo-lhe E mesmo assim seguia sem ser suficiente. Com o resplendor da chamin� iluminando seu rosto, come�ou a lhe elevar o su�ter. Sua
pele nua lhe evocou imagens de p�talas de rosa, de quente cetim. Tremia-lhe a m�o quando a fechou sobre um seio. Cravados os olhos nos seus, beijou-a uma vez mais.
Era como inundar-se em um sonho. Quando ele aprofundou o beijo, Sunny o abra�ou com todas suas for�as. E suas m�os procuraram seu corpo com id�ntica urg�ncia, explorando
sob seu su�ter, encontrando os firmes planos de seus m�sculos.
Deleitada com a inef�vel car�cia de seus l�bios em seu rosto, fechou uma vez mais os olhos. De repente, como uma fant�stica revela��o, o cora��o lhe alagou
de amor. De puro amor. Essa surpreendente rea��o a deixou tremente, ofegante. E suas m�os, sempre t�o h�beis e capazes, deslizaram-se por seus bra�os como se tivessem
vontade pr�pria, impotentes.
"Impotentes", pensou. E isso foi o que a fez esticar-se, a que a impulsionou a resistir. Aquilo n�o podia ser amor. Era absurdo, e perigoso, pensar que podia
s�-lo.
- Jacob, para.
- O que pare? - inquiriu enquanto lhe mordiscava o queixo, n�o muito brandamente. Podia sentir a mudan�a, a lhe frustrem retirada- . por que?
- Porque eu...
Com um calculado movimento, acariciou-lhe lentamente as costas. Viu que seus olhos voltavam a obscurecer-se de desejo.
- Desejo-te, Sunny. E voc� me deseja .
- Sim - o que lhe estava fazendo aquele homem? Elevou uma m�o para protestar, mas ao momento a deixou cair l�nguidamente sobre seu peito- . N�o. N�o fa�a isso.
- Fazer o que?
- O que seja que esteja fazendo.
Estava tremendo, estremecendo-se. Oferecia uma imagem absolutamente vulner�vel. Jacob se amaldi�oou a si mesmo. Foi uma verdadeira surpresa dar-se conta de
que quanto mais indefesa parecia ela, mais acossado se sentia ele pelos remorsos.
- Est� bem - a agarrou brandamente dos quadris e voltou a sent�-la no ch�o.
Sunny se abra�ou os joelhos. sentia-se como se acabassem de tirar a de uma caldeira para encerr�-la em um t�mpano de gelo.
- Isto n�o deveria estar acontecendo. E, certamente, n�o t�o r�pido.
- Mas est� acontecendo - sublinhou Jacob- . E n�o tem sentido pretender o contr�rio.
Sunny elevou o olhar enquanto ele se levantava para alimentar o fogo. Ainda ardiam algumas vela. Fora seguia escuro, e o vento continuava assobiando. esqueceu-se
da tormenta. esqueceu-se de todo isso e mais. Em seus bra�os n�o tinha havido mais tormenta que a que tinha assolado seu interior. N�o tinha havido mais fogo que
o de sua pr�pria paix�o. A �nica promessa que se feito a si mesmo, a de n�o perder nunca o controle com nenhum homem, tinha sido rota.
- Para ti � f�cil, verdade? - espetou-lhe com uma amargura que a surpreendeu.
Jacob se voltou para olh�-la. N�o, n�o era nada f�cil para ele. Deveria s�-lo, mas n�o o era. Surpreendentemente.
- E por que deveria ser complicado? - pergunta-a estava dirigida tanto a ela como a ele mesmo.
- Eu n�o fa�o o amor com desconhecidos - se levantou, desejosa de tomar um caf� e de estar durante um momento sozinha. dirigiu-se � cozinha e tirou um refresco
da geladeira. Teria que conformar-se com uma dose de cafe�na fria.
Jacob, enquanto isso, dedicou-se a repassar mentalmente os dados que lhe tinha proporcionado seu ordenador. A atra��o f�sica da que lhe tinha falado estava
presente, sem lugar a d�vidas. E, por muito que lhe desgostasse a id�ia, suas emo��es estavam envoltas. Enfurecer-se n�o serviria de nada. Evidentemente Sunny estava
reagindo com normalidade, dada a situa��o. Era ele quem se viu transbordado, quem tinha perdido o passo. Isso era algo que tinha que reconhecer, e confront�-lo.
Mas seguia desejando-a. E estava decidido a insistir at� conquist�-la. L�gicamente, suas probabilidades de ter �xito se incrementariam se se conduzia como teria
sido de esperar em um t�pico homem do s�culo vinte.
Suspirou profundamente. Ignorava as conseq��ncias que poderia ter, mas acreditava compreender o primeiro passo que teria dar. Era dif�cil que as coisas tivessem
trocado tanto em duzentos anos.
Quando entrou na cozinha, ela estava olhando pela janela, vendo cair a neve.
- Sunny - decidiu ir diretamente ao gr�o- Te pe�o desculpas.
- N�o quero suas desculpas.
Jacob elevou o olhar ao teto, rezando por poder conservar a paci�ncia.
- O que quer ent�o?
- Nada - surpreendentemente, estava a ponto de chorar. Ela nunca chorava. Detestava faz�-lo, considerava-o algo t�o absurdo como vergonhoso. Sunny sempre preferia
um grito de pura raiva �s l�grimas. Mas naquele instante as l�grimas lhe estavam queimando os olhos e se esfor�ava tercamente pelas conter- . Esquece-o.
- Esquecer o que aconteceu, ou esquecer o fato de que me sinto atra�do por ti?
- As duas coisas - se voltou para ele. Embora os deixava secos, brilhavam-lhe os olhos. O qual lhe fez sentir-se terrivelmente inc�modo- . N�o importa.
- Claro que importa - muito a seu pesar, estava convencido de que n�o podia fazer absolutamente nada para evit�-lo. Para lutar contra aquela atra��o. Se Sunny
seguia olhando o daquela forma, teria que toc�-la de novo. Como medida preventiva, afundou as m�os nos bolsos.
- Olhe, J.T. os dois somos adultos. E devemos nos comportar como tais.
- Eu acreditava que j� o est�vamos fazendo - tentou sorrir- . Sinto te haver incomodado.
- N�o foi culpa tua - se obrigou a corresponder a seu sorriso- . Foram as circunst�ncias. Estamos completamente solos aqui, sem luz el�trica. Com as velas,
a chamin�... - encolheu-se de ombros, abatida- . A qualquer teria passado o mesmo.
- Se voc� o disser... - deu um passo para ela. Sunny retrocedeu. Para alcan�ar seu objetivo, refletiu Jacob, necessitaria de uma elaborada estrat�gia- Mas eu
me sinto atra�do por ti, com ou sem velas.
Sunny se disp�s a replicar algo, mas em seguida descobriu que n�o sabia o que realmente queria dizer, e se passou as duas m�os pelo cabelo.
- Acredito que deveria dormir um pouco. Vou por mais lenha.
- De acordo. Sunbeam?
Ela se voltou, olhando-o entre divertida e exasperada de que a tivesse chamado por seu nome completo.
- Encantou-me lhe beijar - lhe confessou- . Muit�ssimo.
Resmungando, Sunny ficou rapidamente o casaco e escapou fora da cabana.

O dia transcorreu lentamente. Sunny talvez teria preferido que Jacob dormisse um pouco mais, mas isso logo que importava. Dormido ou acordado, estava ali. Era
uma presen�a constante. Em v�rias ocasi�es, apesar de seus intentos por abismar-se na leitura de algum livro, tinha sido t�o dolorosamente consciente de sua presen�a
que tinha estado a ponto de grunhir, de gemer, de queixar-se.
Jacob, por sua parte, lia vorazmente novela detr�s novela. Toda atividade na cabana estava virtualmente confinada ao sal�o e ao calor do fogo da chamin�, que
alimentavam por rigoroso turno.
Na hora de comer se prepararam uns s�ndwiches frios, embora ela conseguiu ferver �gua para o ch� na chamin�. Solo se dirigiam a palavra quando n�o tinham mais
remedeio que faz�-lo.
Para quando caiu a tarde ambos estavam terrivelmente inquietos. Tanto que os dois chegaram a perguntar-se o que teria acontecido se tivessem acontecido o dia
inteiro colocados debaixo de uma manta, juntos... em vez de separados, cada um em um extremo da mesma habita��o.
Jacob se aproximou da janela. Sunny � outra, antes de remover um pouco o fogo. Ele ficou a folhear o en�simo livro. Ela foi � cozinha por um pacote de bolachas.
- Tem lido este?
Sunny elevou o olhar. Era a primeira palavra que intercambiavam desde fazia uma hora.
- Qual? Jane Eyre.
- OH, claro - era um verdadeiro al�vio voltar a conversar. Em s�o de paz, tendeu-lhe o pacote de bolachas. - O que te parece?
- Sempre me gostaram das novelas realistas do s�culo dezenove. A gente era muito contida e puritana nnaquele tempo, naquele tempo, mas com terr�veis paix�es
fervendo detr�s de seu aspecto pulcro e civilizado.
- Isso crie? - n�o p�de menos que sorrir.
- Sim. E � obvio, trata-se de uma novela belamente escrita. E maravilhosamente rom�ntica - se sentou com as pernas apoiadas em um bra�o da cadeira- A garota
pobre e singela cativando o cora��o do gal� inquietante e misterioso.
Jacob a olhou estupefato.
- Isso � rom�ntico?
- � obvio. E logo est� a trag�dia, o sacrif�cio... Faz anos, na televis�o, puseram uma s�rie muito boa apoiada na novela. Viu-a?
- N�o - apartou o livro a um lado, sem sair ainda de seu assombro- Minha m�e tem um exemplar deste t�tulo em casa. adora ler novelas.
- Provavelmente ser� porque precisa se relaxar depois de passar o dia inteiro nos tribunais.
- Provavelmente.
- A que se dedica seu pai?
- OH, a isto e a aquilo - teve de repente a sensa��o de que fazia s�culos que n�o via sua fam�lia- . Gosta da jardinagem.
- Ao meu tamb�m. Planta curativas e diet�ticas, claro - assinalou sua ta�a de ch� vazia- Mas tamb�m se ocupa das flores. Quando fomos pequenas, cultivava verduras
no horta que h� ao lado da cozinha. Isso era virtualmente tudo o que com�amos. E por isso agora as evito tanto.
Jacob tentou imaginar-lhe e simplesmente n�o o obteve.
- Como transcorreu sua inf�ncia aqui?
- me parecia algo natural - Sunny se levantou para remover um pouco o fogo e se sentou no sof�, a seu lado, esquecendo-se por um momento de suas apreens�es
anteriores- . Suponho que pensaria que todo mundo vivia como n�s, at� que um dia fomos � cidade e vi as luzes, a gente, os edif�cios. Para mim, foi como se algu�m
tivesse desarmado um caleidoscopio para me ensinar as cores. Voltamos aqui, claro - se recostou nas almofadas, afogando um bocejo- mas eu sempre sonhei retornando
a todo aquele ru�do. Neste lugar n�o trocam muitas coisas, e isso est� bem, porque te d� seguran�a. Mas na cidade sempre h� algo novo. Suponho que eu gosto de progredir.
- Mas agora est� aqui.
- Em certa maneira, � uma pena autoimpuesta.
- por que?
- � uma larga hist�ria - se encolheu de ombros- . O que me diz de ti? � um menino urbano que suspira pela tranq�ilidade da vida no campo? - Jacob desviou o
olhar para a janela.
- N�o.
Tornando-se a rir, Sunny lhe deu um tapinha na m�o.
- Seja como for aqui estamos os dois, apanhados nos bosques do Noroeste. Gosta de jogar �s cartas?
O humor do Jacob melhorou imediatamente.
- P�quer?
- P�quer.
levantaram-se o mesmo tempo e trope�aram um com outro. Jacob a sujeitou de um bra�o automaticamente. esticou-se, e ela tamb�m. N�o teria podido ser de outro
modo. Elevou a outra emano at� seu rosto, cativado pela vis�o de sua boca fresca, de l�bios cheios, sem pintar.
- � muito bela, Sunbeam.
Do�a-lhe at� respirar. Estava muito aterrorizada para mover-se.
- Hei-te dito que n�o me chame assim.
- O nome te sinta bem. Sempre pensei que a beleza era simplesmente uma casualidade gen�tica, ou algo que se consegue com cosm�ticos e artif�cios.
- � um homem muito estranho, Hornblower.
- N�o te pode imaginar quanto - sorriu levemente- . Bom, ser� melhor que joguemos �s cartas.
- Boa id�ia - comentou, suspirando, enquanto tirava o baralho de uma gaveta- . P�quer frente � chamin� - se sentou no ch�o- Isto sim que � rom�ntico.
- Seriamente? - sentou-se frente a ela.
- te prepare a perder.
Mas ganhou ele, continuadamente, at� que Sunny come�ou a suspeitar. A falta de qualquer outra coisa estavam jogando com bolachas de chocolate, e o mont�o do
Jacob n�o deixava de crescer.
- Se lhe comer isso todas ficar� feito um gordo.
- OH, n�o - sorriu- . Tenho um metabolismo excelente.
- J�, arrumado a que sim - com um corpo como o que tinha, n�o sentia saudades o mais m�nimo- . Dobro casal, de damas e cuatros.
- Mmm - ensinou suas cartas- . Ful de diz e cincos.
- Caramba! - franziu o cenho- Olhe, n�o quero parecer uma m� perdedora, mas tem ganhas dez m�os de doze.
- Esta deve ser minha noite das cartas - e come�ou �s baralhar.
- J�. - Jacob arqueou uma sobrancelha.
- O p�quer � uma f�sica ou uma qu�mica.
- te limite a jogar, Hornblower - tomou uma bolacha. - vais comer te a postura inicial?
- 0h, � verdade voltou a p�r a bolacha onde estava- � que, se n�o como v�rias vezes ao dia, ponho-me de mau humor.
- � esse seu problema?
- Basicamente eu sou uma pessoa muito simp�tica e am�vel.
- N�o, n�o o � - sorriu enquanto repartia as cartas- Mas eu gosto de todas formas.
- Sou simp�tica e am�vel - insistiu, simulando uma express�o desinteressada ao descobrir que tinha sorte, recolheu a sobrancelha ao detectar seu tom ir�nico
- lhe Pergunte a qualquer... exceto ao supervisor de meu �ltimo trabalho. Abro com dois.
Jacob aceitou a aposta e adiantou outras duas bolachas de seu mont�o. Gostava de v�-la assim: entretida, competitiva, divertida. N�o podia evitar admirar o
jogo de sombras que projetava o fogo da chamin� sobre seus fabulosos rasgos. E aquela era uma oportunidade t�o boa como qualquer outra para saber algo mais dela.
- O que era o que fazia antes de te vir aqui e tomar a decis�o de estudar Direito?
Esbo�ando uma careta, Sunny se desfez de tr�s cartas.
- Vendia roupa interior. Lingerie feminina, para ser exatos - elevou o olhar esperando ver uma express�o desdenhosa em seu rosto, e se alegrou de n�o v�-la-
. Tenho uma gaveta cheia de toda a que pude conseguir.
- OH, seriamente? - pensou nisso durante um momento, tentando inutilmente imaginar-lhe - S� - se entusiasm� al ver que hab�a conseguido otro as, pero se esforz�
para que no le se notara en la voz- . El problema fue que el supervisor quer�a que vendiera todo aquel material como fuera, enga�ando incluso a las clientes. Un
d�a, por ejemplo, me presion� para que le vendiera a una se�ora obesa un body tres tallas m�s peque�o. Apuesto tres.
- Sim - se entusiasmou ao ver que tinha conseguido outro �s, mas se esfor�ou para que n�o o notasse isso na voz- . O problema foi que o supervisor queria que
vendesse todo aquele material como fora, enganando inclusive �s clientes. Um dia, por exemplo, pressionou-me para que vendesse a uma senhora obesa um body tr�s
talhas mais pequeno. Arrumado tr�s.
- Vejo-as, e subo outras dois. O que aconteceu?
- Bom, disse-lhe � senhora o que pensava sinceramente, e o tipo me despediu. Assim, sem mais - sorriu- Subo seus dois. Sinto muito, amigo. Trio de agarra.
- P�quer - pronunciou Jacob, e Sunny amaldi�oou entre dentes enquanto ele se levava as bolachas- Tenho a impress�o de que n�o est� feita para trabalhar para
outra pessoa.
- J� me h�o dito isso antes - murmurou- V�rias vezes - olhou as cinco bolachas que ficavam, e pensou que a sorte levava j� muito tempo lhe dando as costas-
Se fosse poss�vel aprender a viver sem comer, seria primeira em faz�-lo. Mas n�o � assim. E eu n�o gosto de ser pobre.
- Sabe? Acredito que, se lhe propor isso, poderia fazer tudo o que quisesse.
- Possivelmente - esse tinha sido seu problema. N�o tinha nem id�ia do que queria fazer. Voltou a receber boas cartas e tentou reunir um p�quer. N�o o conseguiu,
e teve que renunciar a suas �ltimas bolachas de chocolate- . Diabos, realmente esta � sua noite de sorte.
- Isso � o que parece - com essas alturas, Jacob se sentia bastante animado. E a pr�pria Sunny lhe parecia muito mais apetitosa que as bolachas- . Podem jogar
uma m�o mais.
- E o que nos apostamos?
- Se vontades, far�-me o amor.
Surpreendida, mas decidida a manter impert�rrita sua cara de p�quer, tragou-se o peda�o de bolacha que acabava de mastigar.
- E se ganhar eu?
- Farei-te o amor eu.
Levando o resto da bolacha � boca, observou-o atentamente. Quase mereceria a pena ver a cara que poria se ganhava ela. Quase, recordou-se. De qualquer forma,
ela ganharia. E perderia depois.
- Acredito que vou ignorar seu desafio - pronunciou com tom ligeiro. Levantando-se, foi para o sof� com a inten��o de dormir um pouco.
6
Uma m�sica ensurdecedora foi o que tirou o Sunny de seu profundo sonho. Cegada pela luz, soltou um grunhido e se levou uma m�o aos olhos.
- O que � toda esta festa? - exclamou para ouvir tina Turner cantando a todo volume.
Jacob, que tinha estado dormitando frente ao fogo, limitou-se a cobri-la cabe�a com a manta. Quando dormia, preferia faz�-lo como um tronco.
Amaldi�oando entre dentes, Sunny se levantou do sof�, e foi cambaleando-se para o est�reo antes de dar-se conta do que tinha acontecido.
- A luz! tornou a luz! - gritou, e correu a sentar-se em cima de Jacob. O grunhido afogado procedente de debaixo da manta n�o a dissuadiu de ficar a saltar
alegremente sobre ela- Temos energia el�trica, J.T. Luz, m�sica, comida quente! Vamos, desperta, dorminhoco. N�o sabe que podem te despedir por haver ficado dormido
em seu turno de guarda?
- N�o estava dormido, a n�o ser presa de um ataque catat�nico.
- Vamos. J� estamos outra vez em funcionamento - lhe retirou a manta da cara e sorriu ao ver seu cenho franzido- . Necessita um barbeado - observou. Logo, em
sua alegria, plantou-lhe um sonoro beijo entre os olhos- . Gosta de um hamb�rguer?
Jacob a contemplou dormitado. Ali estava, com o cabelo despenteado e aquela express�o radiante. Para seu desgosto, sentiu que seu corpo reagia imediatamente.
- N�o acredito que sejam mais das seis da manh�.
- E o que? Morro de fome.
- Pois eu n�o - voltou a fic�-la manta em cima da cabe�a.
- OH OH. Acredito que necessita ajuda. Vamos, soldado.
Nessa ocasi�o Jacob se limitou a abrir somente um olho.
- Vamos, soldado? Que express�o � essa?
- Temo-me, Hornblower, que aconteceste muito tempo encerrado em um laborat�rio.
- N�o o suficiente - "ou muito", acrescentou para si, se tudo o que necessitava para excitar-se era uma mulher magricela sentada em cima- . N�o posso me levantar
contigo sentava em cima de mim. Al�m disso, acredito que me tem quebrado as costelas.
- Absurdo. Peso cinco quilogramas menos do que deveria pesar.
- De onde estou eu, parece que pesos muito mais.
Sunny se incorporou rapidamente, agarrou-o por um bra�o e, n�o sem esfor�o, conseguiu levant�-lo.
- Pode te encarregar das batatas fritas.
- Posso?
- com certeza que sim - e para lhe demonstrar a confian�a que tinha nele, tirou-o da m�o e o levou a cozinha- . Tudo o que precisa est� na geladeira. meu deus,
sim que faz frio aqui! Toma - abriu o frigor�fico e lhe lan�ou uma bolsa de batatas congeladas- Sozinho tem que as p�r em uma frigideira e as esquentar no forno.
- Ah - embora tinha algumas no��es sobre o funcionamento de um antigo forno, ignorava o que era uma frigideira.
- As frigideiras est�o... ali abaixo - assinalou vagamente o arm�rio antes de ficar a revolver entre os cacharros de cozinha. Cozinhar n�o figurava na lista
de suas afei��es favoritas, mas naquele momento estava disposta a esfor�ar-se todo o poss�vel- Tomada, usa esta mesma - lhe tendeu uma pe�a met�lica, enegrecida
pelo fogo.
"A frigideira", deduziu Jacob. E ficou m�os � obra.
- Suponho que existe a possibilidade de que tomemos caf�.
- � obvio. Sempre guardo uma provis�o de reserva - assobiando, jogou um mazacote de comida congelada em uma panela e o p�s a esquentar a fogo lento- Por fim
comida quente, de verdade... Sabe? N�o aprecia o valor das pequenas coisas at� que n�o as sente falta. N�o entendo como podia arrumar-lhe a gente antes da inven��o
da eletricidade. Imagine ter que esquentar �gua ou fritar algo sobre um fogo de lenha.
Mas Jacob estava distra�do contemplando assombrado a resist�ncia el�trica da cozinha, que j� se p�s ao vermelho vivo.
- Assombroso - pronunciou.
- Temo-me que essas batatas nunca se far�o se n�o as frita antes.
- Ah, sim.
Naquele momento teria dado um ano inteiro de sua vida por poder dispor do centro nutritivo de seu laborat�rio. .
- Passas muito tempo cozinhando? - perguntou-lhe Sunny, a suas costas.
- N�o.
- N�o sente saudades - ao ver que ficava im�vel, olhando-o tudo sem fazer nada, acendeu o forno e colocou a frigideira com as batatas- . Demorar�o dez, possivelmente
quinze, em fazer-se.
- Segundos?
- Que otimista. Minutos - lhe deu um tapinha em uma bochecha- . por que n�o te d� uma ducha? Sentir�-se melhor. Isto estar� quase terminado para quando tiver
sa�do.
- Obrigado - enquanto subia as escadas, pensou que aquele era o gesto mais am�vel que tinha tido Sunny com ele at� o momento.
Dedicou uma boa quantidade de tempo a amaldi�oar os ridiculamente arcaicos artefatos da ducha. Mas ela tinha raz�o. sentia-se muit�ssimo melhor quando terminou
de tomar banho. Utilizou seu ultra-som para barbear-se. Tomou logo sua dose di�ria de fluoratine para os dentes e, sem poder evit�-lo, dedicou-se a bisbilhotar no
pequeno arm�rio de banho.
Aquilo era o sonho dourado de qualquer cientista. Um verdadeiro tesouro. Lo��es, ung�entos, natas, p�s. Um olhar �s folhas de barbear lhe provocou um estremecimento.
A escova de dentes lhe arrancou um sorriso. Havia uma nata que tinha um nome ex�tico. Quando a abriu para cheir�-la, reconheceu imediatamente seu aroma. Era o do
Sunny. N�o perdeu o tempo em voltar a colocar o frasco onde estava.
Tamb�m havia p�lulas: havia-as para a dor de cabe�a, os dores musculares, os resfriados... Pensou em recolher uma amostra de cada. Havia uma pequena caixa de
pl�stico com um anel de pastilhas que n�o levavam nome nem indica��o alguma. Dado que faltavam perto da metade, sup�s que Sunny tomaria regularmente. Isso o deixou
preocupado. N�o gostava de pensar que pudesse estar doente. Como poderia lhe perguntar por essa medica��o sem que ela levasse a mal ou despertasse suas suspeitas?,
perguntou-se enquanto voltava a colocar a caixa em seu s�tio.
Baixou as escadas. Ainda n�o sabia o que tinha feito exatamente com aquele mazacote de comida congelada, mas cheirava deliciosamente bem. E tamb�m cheirava
a caf�. Nada mais entrar na cozinha, Sunny lhe tendeu uma ta�a.
- Obrigado.
- De nada.
Tomou um sorvo, observando-a atentamente por cima do bordo da ta�a. Seu rosto tinha uma saud�vel cor. Parecia gozar de uma estupenda sa�de. De fato, n�o podia
recordar ter visto ningu�m com t�o boa sa�de. Nem t�o excitante.
- Quando me olha assim, sinto-me como um germe sob a lente de um microsc�pio.
- Perdoa. Solo me estava perguntando como se sentia.
- OH, um poquito intumescida, e faminta, mas bem em geral - inclinou a cabe�a- . E voc�?
- Perfeitamente. Bom, como me do�a um pouco a cabe�a... - pronunciou, s�bitamente inspirado- ... tomei uma de suas p�lulas.
- Est� bem.
- Tomei as de uma pequena caixa azul, umas que n�o estavam marcadas...
Sunny abriu muito os olhos e soltou uma gargalhada.
- Duvido que lhe sirvam de algo, a verdade.
- Mas voc� sim que as tomadas, verdade?
Nessa ocasi�o, Sunny fechou os olhos e sacudiu a cabe�a.
- meu deus, e se considera um cientista - murmurou- Sim, pode dizer-se que as tomo. � melhor ser previsora que logo lamentar as conseq��ncias, n�o te parece?
Perplexo e confundido, assentiu com a cabe�a.
- Claro.
- nos sentemos.
Serve generosamente dois pratos e colocou ao lado uma terrina com as batatas fritas. Durante um bom momento n�o voltou a dizer nada.
Jacob viu que polvilhava sua comida com uns estranhos gr�os, brancos e cristalizados, e a imitou, para experimentar. Sal. Embora o sabor era maravilhoso, resistiu
a tenta��o de ficar mais. perguntou-se se Sunny teria a press�o alta.
- Suponho que, depois de tudo, sobreviveremos - comentou ela.
Jacob n�o estava muito seguro do que estava comendo, mas apesar de tudo tamb�m esperava sair com vida daquela tesitura. E n�o podia negar que a comida estava
deliciosa.
- deixou que nevar.
- Sim, j� me dei conta. Escuta, detesto te dizer isto, mas me alegro de que esteja aqui. N�o me teria gostado de acontecer sozinha estes dois dias de tormenta.
- Bom, voc� � uma mulher muito auto-suficiente.
- Mas � melhor ter perto algu�m com quem discutir. OH, por certo, antes n�o lhe perguntei isso... pensa ficar at� que voltem Cal e Libby? Possivelmente demorem
semanas em retornar.
- vim a v�-lo. Esperarei o que fa�a falta.
Sunny assentiu, arrependendo-se do muito que lhe tinha gostado de sua resposta. estava-se acostumando muito a sua companhia.
- Suponho que estar� em condi��o de tomar todo o tempo livre que queira.
- Poderia dizer-se que tempo � precisamente o que me sobra. Quanto tempo vais ficar te voc� aqui?
- N�o estou segura. J� � muito tarde para que me matricule este semestre na faculdade. pensei em escrever a v�rias universidades. Possivelmente o tente neste
Costa. Seria uma saud�vel mudan�a - lhe lan�ou um r�pido e algo vacilante sorriso- . Voc� crie que eu gostaria de Filadelfia?
- Acredito que sim - se perguntou como poderia descrever-lhe para que o pudesse compreender- . � muito bonita. O casco hist�rico est� muito bem conservado.
- O Sino da Liberdade, a casa do Ben Franklin, todo isso, verdade?
- Sim. Algumas costure duram para sempre, apesar das mudan�as que se operam seu redor - pronunciou, embora n�o podia dizer-se que isso lhe tivesse importado
grande coisa antes- . As parques s�o magn�ficos e no ver�o se enchem de meninos e estudantes. O tr�fico � terr�vel, mas isso � algo ao que ter� que habituar-se.
Do alto dos grandes edif�cios pode ver a cidade inteira, o movimento, o velho e o novo.
- A sente falta de.
- Sim. mais do que acreditava - mas a estava olhando a ela, somente a ela- . lhe Gostaria de ensinar isso - No.
- Tamb�m eu gostaria. Possivelmente poderia convencer a Cal e ao Libby de que fossem ali. Assim poder�amos ter uma grande reuni�o familiar - viu que sua express�o
trocava imediatamente, e instintivamente lhe p�s uma m�o sobre a sua- . O que acontece? Hei dito algo mau?
- N�o.
- Est� furioso com ele - murmurou Sunny. - � algo pessoal.
Mas ela n�o estava disposta a renunciar. Jacob n�o era o idiota resmung�o que ao princ�pio tinha pensado que era. Simplesmente se sentia confundido, transtornado
por algo.
- J.T. estou segura de que compreende que � absolutamente injusto culpar a Cal de haver-se apaixonado e casado. E de ter decidido come�ar uma nova vida aqui.
- N�o � t�o singelo.
- � obvio que o � - se prometeu que, nessa ocasi�o, n�o perderia a paci�ncia- Ambos s�o adultos, com capacidade para tomar suas pr�prias decis�es. Al�m disso,
levam-se maravilhosamente bem. De verdade. Eu os vi juntos. Voc� n�o.
- Nisso tem raz�o.
- Isso n�o � culpa de ningu�m mas... - conteve-se, apertou os dentes e continuou, j� mais tranq�ila- O que estou tentando te dizer � que eu n�o conhecia cal
antes de que formasse parte de nossa fam�lia, mas sei quando uma pessoa � feliz e quando n�o o �. O �. E quanto ao Libby... Cal a tem feito trocar. Sempre tinha
sido t�o t�mida, t�o retra�da... Mas com Cal � como se tivesse florescido. Possivelmente n�o seja nada f�cil assumir que a pessoa a que quer tem um amor que est�
por cima de tudo... mas, quando � certo, ter� que resignar-se.
- Eu n�o tenho nada contra sua irm� - ou, se o tinha, no momento preferia guardar-lhe para si mesmo- Mas tenho inten��o de falar com Cal sobre o mudan�a t�o
grande que h� impresso a sua vida.
- Olhe que � cabezota.
- Sim - lhe sorriu, contemplando deleitado seu gesto de desafio- Eu diria que os dois os somos.
- Ao menos eu n�o vou por a� farejando nos assuntos de outras pessoas.
- Nem sequer nos das senhoras entradas em carnes que se empenham em torturar-se com bodys v�rias talhas menores que a sua?
- Isso � algo completamente distinto - soprando de irrita��o, retirou a um lado seu prato- Pode que seja um pouco c�nica, mas acredito no amor.
- Eu n�o hei dito que n�o cria.
- Ah, sim? - sorriu, porque estava segura de hav�-lo encurralado- . Ent�o suponho que n�o te seguiria entremetendo se te convencesse de que Cal e Libby est�o
apaixonados.
- Se esse fosse o caso, dificilmente poderia faz�-lo. Mas se n�o estivessem apaixonados... bom, j� ver�amos o que acontecia.
- Sabe? Poderia te jogar daqui e te enviar agora mesmo de retorno ao bosque, e deixar que te congelasse em seu saco de dormir.
- Mas n�o o far� - elevou para ela sua ta�a de caf�, a modo de brinde- . Porque, debaixo dessa apar�ncia t�o dura e suscet�vel, se oculta um grande cora��o.
- Poderia trocar.
- N�o, n�o poderia. A gente n�o troca de boas a primeiras - de repente, em um impulso, inclinou-se para tomar uma m�o. Era um gesto que n�o fazia freq�entemente,
mas n�o p�de evit�-lo- . Sunny, eu n�o quero fazer machuco a sua irm�. Nem a ti tampouco.
- Mas nos far� isso. Se nos interpusermos em seu caminho.
- Se - pensativo, voltou-lhe a m�o. Era pequena e surpreendentemente fina e delicada para algu�m que sabia golpear t�o bem- Voc� quer muit�ssimo a sua fam�lia.
Eu tamb�m � minha. Meus pais... tentaram entender a decis�o de Cal, mas para eles � dif�cil. Muito dif�cil.
- Mas se qu�o �nico t�m que fazer � v�-lo por si mesmos para entend�-lo...
- N�o lhe posso explicar isso a olhou aos olhos- . Oxal� pudesse. Oxal� pudesse te dizer mais do que posso te dizer.
- Est� metido em algum problema?
- O que?
- Que se est� metido em algum problema - repetiu, lhe apertando a sua vez a m�o- . Com a lei, ou um pouco parecido.
Impressionado, Jacob n�o retirou a m�o. Uma express�o preocupada se refletia em seus enormes olhos... por ele. N�o podia recordar haver-se sentido nunca mais
comovido.
- por que pensaste isso?
- A forma em que veio aqui, t�o estranha... E seu comportamento. N�o sei como explic�-lo. � como se... como se aqui estivesse desconjurado...
- Possivelmente o esteja - em outras circunst�ncias essa situa��o lhe teria parecido divertida, mas n�o sorriu nem por um momento. Se n�o tivesse estado t�o
seguro de que ao final se arrependeria disso, naquele instante a teria estreitado entre seus bra�os. A teria abra�ado. Assim, sem mais- N�o estou metido em nenhum
problema, Sunny. Ao menos n�o no sentido ao que te referiste voc�.
- E n�o estiveste por acaso... - procurou encontrar a palavra mais suave para abordar um assunto t�o delicado- ... doente?
- Doente? - olhou-a, perplexo, at� que de repente compreendeu- Acreditava que eu estava... - nessa ocasi�o sim que sorriu, e a surpreendeu a ela, e a si mesmo,
ao levar-se sua m�o aos l�bios- . N�o, n�o estive doente, nem f�sica nem psiquicamente. Simplesmente estive muito ocupado - quando ela tentou retirar a m�o, a reteve-
. Tem medo de mim?
- por que deveria o ter? - replicou Sunny. O orgulho sempre tinha sido seu ponto forte
- Boa pergunta. Suspeitava que eu estava... - fez um gesto vago- ... desequilibrado. E entretanto deixou que ficasse na cabana. Inclusive me deu de comer.
Desacostumada-a ternura de seu tom a fez sentir-se algo inc�moda.
- Provavelmente teria feito o mesmo por um c�o doente. N�o � para tanto.
- Eu acredito que sim - quando Sunny se separou da mesa, Jacob se levantou com ela- . Sunbeam.
- Disse-te que n�o...
- H� vezes em que resulta irresist�vel. Obrigado.
Nesse momento se sentia j� mais que inc�moda.
- De acordo. Esquece-o.
- N�o acredito que possa - com o polegar lhe acariciou brandamente os n�dulos- . me Diga uma coisa. Se eu te houvesse dito que me encontrava em problemas, teria-me
ajudado?
- N�o sei. Depende.
- Acredito que o teria feito - tomou as duas m�os- A bondade, especialmente para algu�m que se encontra longe de casa, � algo precioso e muito escasso. N�o
o esquecerei.
Sunny n�o queria aproximar-se tanto a ele. Nem sentir-se t�o atra�da. Mas quando a olhava como o estava fazendo naquele preciso instante, com aquela serena
ternura, fraquejava em sua decis�o. voltava-se d�bil. E nada lhe resultava mais aterrador que a debilidade.
- Bem - lutando contra o p�nico, liberou as m�os- Ent�o poder� me devolver o favor lavando os pratos. vou sair a dar um passeio.
- Irei contigo.
- N�o...
- Disse que n�o me tinha medo.
- E n�o lhe tenho - suspirou isso- . De acordo, vamos.
Nada mais abrir a porta, o frio lhe cortou o f�lego. O vento tinha cessado e o sol aparecia entre as nuvens, mas o ar era como gelo vaporizado. Serviria-lhe
para limp�-la cabe�a, pensou Sunny. Por um instante, na cozinha, quando a tinha cuidadoso t�o intensamente aos olhos, sentiu como se... N�o sabia o que havia sentido.
E tampouco queria sab�-lo.
O que queria era caminhar, embora fora com a neve at� os joelhos. Outra hora de confinamento e teria se tornado louca. Possivelmente isso fora o que acabava
de lhe acontecer ali, com ele. Um momento de loucura.
- � precioso, verdade?
Sunny se deteve no que era o jardim traseiro, contemplando a imensa plan�cie geada, salpicada de �rvores.
- Sempre preferi esta paisagem no inverno. OH, v�, esqueci-me da comida dos p�ssaros. Espera.
voltou-se e come�ou a abrir-se passo pela neve. Jacob pensou que se movia mais como uma bailarina que como uma atleta. Com uma fluida gra�a. Preocupava-lhe
dar-se conta de que teria sido capaz de passar horas e horas contemplando-a. Pouco depois voltou arrastando um enorme saco.
- O que vais fazer com isso?
- Dar de comer aos p�ssaros - ofegava pelo esfor�o, mas seguia caminhando- Nesta �poca do ano necessitam de toda a ajuda que possam conseguir.
- me deixe faz�-lo .
- Sou forte.
- J� sei. Mas me deixe faz�-lo .
Jacob se carregou o saco � costas e a seguiu.
- Eu acreditava que n�o foi uma amante da natureza.
- Isso n�o significa que v� deixar morrer de fome - respondeu. - Al�m disso, o tinha prometido ao Libby.
Finalmente Sunny se deteve ao lado de uma �rvore e se dedicou a encher um grande manjedoura de madeira e cristal com parte das sementes do saco.
- J� est� - se sacudiu as luvas- . Quer que o eu carregue de volta?
- N�o, eu o farei. O que n�o entendo � por que um p�ssaro que se apreciasse m�nimamente de s�-lo teria que vir aqui, a este lugar em meio de nenhuma parte...
- Bom, n�s tamb�m estamos aqui, n�o? - replicou enquanto ele voltava a levantar o saco.
- Isso tampouco o entendo.
detr�s dele, Sunny se sorriu. E, aproveitando a oportunidade que lhe apresentava, come�ou a fazer bolas de neve. Quando j� tinha acumulada uma boa quantidade
de muni��o, e Jacob acabava de descarregar o saco, lan�ou-lhe uma bola � cabe�a.
- Toma!
Jacob se limpou a neve dos olhos.
- Antes jogamos, e perdeu.
- Isso era o p�quer - blandi� outra Isto bola � a guerra. E na guerra n�o serve a sorte, a n�o ser a habilidade.
Jacob esquivou outro proj�til, amaldi�oando entre dentes quando esteve a ponto de perder o equil�brio. A seguinte bola fez impacto em seu peito.
- Acredito que devo te advertir de que cheguei a s�-la melhor lan�adora de beisebol da universidade.
Uma nova bola o alcan�ou no ombro, mas para ent�o Jacob j� estava preparado. Em um movimento que ela n�o p�de menos que admirar, replicou com um lan�amento
r�pido e preciso. Tampouco se sentiu na obriga��o de lhe confessar que, durante tr�s anos, tinha capitaneado a equipe intergal�ctica de beisebol.
- N�o est� mau, Hornblower - Sunny lhe lan�ou outras duas bolas, e a segunda o surpreendeu enquanto esquivava a primeira. Encheu-lhe o casaco de neve. Outra
bola particularmente bem lan�ada esteve a ponto de estelar se contra seu gorro.
antes de que seu mont�o come�asse a minguar, j� ia ganhando por oito acertos contra dois e se estava confiando. Por isso n�o se deu conta de que Jacob tinha
cortado a dist�ncia que os separava.
Quando Jacob recebeu um bolada na cara, Sunny se dobrou sobre se mesma, desternill�ndose de risada. Soltou um chiado quando ele a agarrou pelas axilas e a levantou
em velo.
- M� estrat�gia a tua - comentou antes de deix�-la cair de cara ao ch�o.
Sunny rodou pelo ch�o, cuspindo neve.
- De todas formas ganhei eu.
- N�o me parece isso.
Sunny lhe tendeu a m�o. Jacob vacilou por um segundo. Ela sorriu. No preciso instante em que lhe ofereceu sua m�o, Sunny se serve de todo seu peso para derrub�-lo.
- E agora o que te parece?
- Empatados.
Jacob a agarrou pelos ombros e os dois come�aram a lutar, rendo. Sem f�lego, Sunny tentou lhe fazer uma chave, mas ele a adiantou e a volteou contra o ch�o.
- Muito h�bil - ofegou. Logo, sem pr�vio aviso, equilibrou-se para ele e foi ela quem terminou derrubando-o. Sentada em cima, esmagou-lhe a cara contra a neve.
- Dava "me rendo".
Jacob disse algo bastante mais grosseiro que isso, e ao Sunny entrou um ataque de risada t�o forte que a ponto esteve de solt�-lo.
- Vamos, J.T., um homem de verdade sabe admitir sua derrota.
- Tem que me dar a revanche - resmungou.
- Se te der a revanche, os dois morreremos de frio - interpretando seu grunhido como assentimento, ajudou-o a voltar-se. Mas seguia sentada em cima- . N�o te
defende mau, para ser um cientista.
- Em um espa�o fechado, n�o teria a menor oportunidade.
- O caso � que eu fiquei acima.
- Oxal� pudesse verte a cara - sorriu- . At� as pestanas as deixa brancas.
- E as tuas tamb�m - elevou uma m�o, com a luva cheia de neve, e a passou pela cara- . N�o v�?
- Maldito.... Bom, acredito que j� est� bem. Ser� melhor que vamos procurar mais lenha - apoiou uma m�o no ch�o para levantar-se, mas escorregou e aterrissou
sobre seu peito- . Uy! Perdoa.
- N�o passa nada. Ainda ficam algumas costelas.
Tinha-a abra�ado. Seu rosto estava muito perto do dele. Sunny sabia que era um engano ficar assim, naquela postura, embora s� fora por um momento. Mas n�o se
moveu. Pouco depois deixou de pensar. E beij�-lo nos l�bios lhe pareceu de repente o mais natural do mundo.
Beij�-lo foi como mergulhar-se de cabe�a no lago sorvete de uma montanha. Foi igual de excitante, de estimulante. E de arriscado. ouviu-se si mesmo suspirar
de prazer, antes de renunciar a suas �ltimas precau��es e concentrar-se em aprofundar o beijo.
Sunny lhe cortava a respira��o. Debilitava-o. A perda de todo controle n�o significava nada. O controle estava destinado a desaparecer frente � paix�o. Mas
aquilo... aquilo era diferente. Enquanto os l�bios do Sunny lhe abrasavam a boca, sentiu que a vontade e a for�a o abandonavam. E n�o p�de pensar em nada que n�o
fora ela.
As mulheres com as que tinha estado antes que ela n�o eram nada. Sombras, fantasmas. De repente compreendeu que nunca haveria mais mulheres depois que ela.
Sunny, naquele preciso instante, deu procura��o se de sua vida. Tinha-a rendido, invadido. Consumido.
Estremecendo-se, subiu as m�os at� seus ombros. Estava preparado, decidido a apart�-la. Mas seus dedos se esticaram ainda mais, e sua necessidade n�o fez a
n�o ser incrementar-se.
Havia como uma esp�cie de �nsia, de rabia nele. Sunny podia senti-la, porque tamb�m estava crescendo em seu interior. Uma f�ria. Uma avidez insaci�vel. Com
sua boca, solo com sua boca, estava-a arrastando at� o limite entre o c�u e o inferno. T�o perto, pensou, que podia sentir as chamas lhe lambendo a pele, tentando-a
a deixar-se consumir por aquele fogo. E temia n�o poder ficar nunca satisfeita com menos.
Elevou a cabe�a lentamente. Surpreendeu-a descobrir qu�o enjoada estava, a forma em que lhe tinha acelerado a respira��o. Solo tinha sido um beijo, recordou-se.
Um beijo, por muito apaixonado que fora, n�o podia trocar uma vida. Mesmo assim, o que ela queria era dist�ncia, apartar-se rapidamente dele, para que pudesse convencer-se
de que seguia sendo a mesma pessoa que antes.
- Realmente temos que ir por essa lenha - conseguiu pronunciar. de repente temeu n�o poder manter-se de p�. N�o lhe sentaria nada bem a seu orgulho ter que
arrastar-se at� a cabana. Cautelosa, separou-se dele rodando a um lado. Logo, aproveitando at� a �ltima gota de for�a de vontade que ficava, incorporou-se. Enquanto
se sacudia a neve do casaco, ansiou desesperadamente que ele dissesse algo. Algo.
- Olhe.
Sunny se voltou, receosa. Mas ele sozinho lhe estava assinalando o manjedoura de p�ssaros, onde umas poucas aves j� estavam desfrutando de seu caf� da manh�.
Isso a ajudou a relaxar um tanto.
- Bom, j� cumpri meu dever para com eles - estremecendo-se repentinamente de frio, acrescentou- Me volto para a cabana.
N�o voltaram a falar enquanto recolhiam lenha para conduzir a � lenheira. Sunny afogou o desejo de saborear uma ta�a de ch� bem quente. Queria estar sozinha.
Queria pensar.
- Me vou tomar banho.
- Bem - rep�s Jacob sem voltar-se, inclinado sobre a chamin�.
Esperou para ouvi-la subir as escadas antes de incorporar-se. Aquela mulher o estava voltando louco. Era muito prov�vel que ainda estivesse seriamente desorientado
por sua viagem espacial. Qu�o �nico precisava era um pouco mais de tempo para adaptar-se. E o melhor seria que se tomasse esse tempo a bordo da nave, longe do Sunny.
Lan�ou um largo e pensativo olhar a seu redor. Tinha-lhe prometido que esfregaria os pratos. Seria interessante provar a experi�ncia.
No piso superior, Sunny se tirou a roupa deixando-a descuidadamente no ch�o. Nua, abriu o grifo da ducha e esperou a que a �gua sa�sse bem quente. Logo se meteu
sob o jorro, suspirando de prazer.
"Melhor", disse-se. Essa era, certamente, uma maneira melhor de esquent�-la sangue que beijando ao Jacob. Ou n�o? N�o. Apoiou a frente contra a parede de azulejo
e fechou os olhos enquanto a �gua escorregava por seu corpo. Possivelmente tivesse estado completamente louca quando o beijou, mas nunca em toda sua vida se havia
sentido t�o viva. E, ao menos por essa ocasi�o, n�o podia jogar a culpa a ele. Era ela quem tinha levado a iniciativa. Tinha-o cuidadoso aos olhos e tinha descoberto
que era o homem de sua vida.
Mas como podia ser? Apenas o conhecia, e nem sequer confiava nele. Durante a metade do tempo que levava de conhec�-lo, Jacob a tinha irritado e aborrecido.
Mas... mas durante a outra metade tinha tido medo de estar apaixonando-se por ele. Aquilo era absolutamente irracional.
Enquanto se tornava xampu na palma da m�o, tentou pensar. Ela era uma mulher pr�tica. At� o momento, tinha sido perfeitamente capaz de cuidar de si mesmo. Os
problemas, inclusive os emocionais, sempre deviam ser superados. Se se estava apaixonando, resignaria-se a isso. O truque consistia em n�o fazer nada precipitado.
Precau��o, sentido comum e controle: isso era o que necessitava. Guardaria uma prudente distancia com o Jacob at� chegar a conhec�-lo melhor, at� estar bem
segura de seus sentimentos. Sim, isso era o razo�vel. J� mais confiada, esclareceu-se o cabelo.
Sim, aprofundaria e analisaria seus pr�prios sentimentos. N�o tinha sentido negar que Jacob era um tipo muito estranho. Interessante, certamente, mas distinto,
diferente a outros homens. Fechou o grifo. Teria que arrumar-lhe com ele. At� o momento, relacionou-se mais ou menos satisfatoriamente com os homens. E com aquele
n�o ia fazer uma exce��o.
depois de secar-se e de envolver-se em uma toalha, saiu ao corredor.

Tinha desfrutado esfregando. Era o tipo concreto de tarefa que necessitava para relaxar a mente. E o corpo. al�m de que aquela distra��o lhe tinha permitido
contemplar o problema do Sunny com certa perspectiva. O fato de que se sentisse atra�do por ela era algo natural, inclusive prim�rio. Mas ele era o suficientemente
inteligente para controlar suas necessidades mais b�sicas. Sobre tudo quando lhe estavam criando semelhantes complica��es.
Sunny era formosa, desej�vel, mas tamb�m era inalcan��vel. A id�ia de conquist�-la tinha sido um engano desde o come�o. Naquele momento se dava perfeita conta
de que um encontro f�sico com ela n�o seria nada singelo. Solo seria problem�tico. E Jacob poderia resolver aquele problema pelos dois recolhendo suas coisas e passando
a maior parte do tempo a bordo da nave. Quando Cal retornasse, convenceria-o de que tinha cometido um grave engano. Logo retornariam a casa, aonde pertenciam. E
esse seria o final da hist�ria.
Ou deveria hav�-lo sido. Mas n�o. Porque quando subiu as escadas e se encontrou com o Sunny saindo do banho, ficou sem f�lego. estava-se sujeitando uma toalha
em cima dos seios, com as duas m�os. Os dedos do Jacob se fecharam com tanta for�a sobre o corrim�o, que por um instante se surpreendeu de que n�o se quebrado.
Um encontro pouco oportuno: os dois pensaram o mesmo. Ou possivelmente o mais oportuno de todos. A ocasi�o perfeita.

7
Foi para ela lenta, sigilosamente. Indevidamente. Em seus olhos Sunny viu refletidas suas pr�prias necessidades. O reflexo de um desejo, cru e violento, que
at� ent�o ela se negou a reconhecer. Inclusive agora, enfrentada a esse desejo, ansiava negar sua exist�ncia. Ao menos, com tanta intensidade.
Podia ter elevado uma m�o, ter pronunciado uma simples palavra. N�o. Possivelmente isso o teria detido. Ou possivelmente n�o. Mas n�o disse nada. limitou-se
a cravar os olhos nos seus, em sil�ncio.
Jacob n�o a tocou. Ao menos ao princ�pio. Uma parte de seu ser ansiava dar marcha atr�s e continuar com os planos que se riscou. Ela era um atraso, uma perigosa
distra��o que podia consumi-lo. Mas, ao olh�-la, ao ver aqueles olhos de escuro e penetrante olhar, sabia que isso era imposs�vel. Que j� tinha queimado as naves
a suas costas.
Acariciou-lhe o rosto. Embalou-o entre suas m�os, moldou-o, delineando todos seus �ngulos e contornos, como se o estivesse memorizando para sempre. Para record�-la
durante toda a vida como era naquele preciso instante, para record�-la por cima de todos os s�culos que os separavam.
Ouviu-a conter o f�lego, e logo solt�-lo. Sentiu o leve e delicado tremor de sua paix�o contida. E durante todo o tempo a esteve observando, analisando o olhar
que via em seus olhos, em parte de medo, em parte de desafio. Resistir ante ela resultava t�o imposs�vel como deter vontade os batimentos do cora��o de seu pr�prio
cora��o.
Sunny, por sua parte, tampouco deixava de olh�-lo. N�o p�de evitar um ofego de temor quando Jacob lhe elevou a cabe�a, tornando-lhe para tr�s. Entreabriu os
l�bios invitadoramente enquanto ele se inclinava para ela, cada vez mais perto.
Com sua boca apenas a uns cent�metros da sua, Jacob se deteve de repente, esperando. Aquilo nada tinha que ver com a vacila��o. Havia tanto desafio em sua express�o
como na dela. At� que Sunny imprimiu um leve balan�o a seu corpo, indo a seu encontro e cobrindo a dist�ncia que os separava.
- Sim - pronunciou.
Nenhuma outra palavra teria podido inflamar mais seu desejo. Nenhum elaborado exerc�cio de sedu��o teria podido romper as �ltimas cadeias de seu controle. E
por fim p�de saborear a maravilha de seus l�bios. Sua boca era como um o�sis. Um o�sis salvador entregando-se a um homem a ponto de morrer de sede sob o sol do deserto.
Satisfazia e provocava de uma vez, prometia ao tempo que demandava. Era rica e saborosa como o mel derretido, e enfeitada com um pingo de risco. Um risco que ado�ava
ainda mais a recompensa.
As m�os do Sunny tinham ficado apanhadas entre seus corpos, sujeitando ainda o bordo da toalha. M�os que flexionavam os dedos, impaciente, nem tanto por liberar-se
mas sim por tomar o que lhe estava oferecendo. Por fim se deslizaram livres por seu largo peito, acariciando, explorando.
antes de que pudesse dar-se conta, Jacob a elevou em bra�os. Com m�sculos duros como o a�o, estreitou-a contra si e se dirigiu ao dormit�rio. Sunny j� estava
lutando por lhe tirar o su�ter quando ambos ca�ram na cama. Com um movimento fren�tico, despojou-a da toalha e tomou as m�os entre as suas, entrela�ando os dedos.
Um raio de luz se derramou sobre seu corpo nu. Ali estava, esbelta, perfeita. Capitalista com uma for�a que radicava em sua pr�pria feminilidade. E enquanto Jacob
a olhava extasiado, absorto, ela come�ou a tremer.
Tinha o cabelo �mido, penteado para tr�s. Naquele instante, ao igual a quando se enfurecia, a cor de seus olhos se tornou escuro, de uma cinza fuma�a.
Sem lhe soltar ainda as m�os, inclinou-se para beij�-la. Sunny se arqueou para ele, �vida de seu contato. Quando aquele beijo destilou o mesmo efeito que uma
droga, lutou para liberar-se. Mas Jacob o impediu, implac�vel, como temendo perder todo poder sobre ela uma vez que a soltasse. N�o para domin�-la, a n�o ser para
agrad�-la e incrementar seu prazer, reteve-a cativa.
Sunny gemeu ao sentir o leve roce de seu su�ter contra sua pele nua. Queria sentir sua pele contra a sua. Queria sentir suas m�os em seu corpo, e as suas no
seu. Mas Jacob parecia querer servir-se somente de sua boca para desenquadrar a de desejo. R�pida, quase grosseiramente, come�ou a deslizar os l�bios por seu corpo:
sua cara, seu pesco�o, seus ombros. Gemeu seu nome, retorcendo-se freneticamente, mas ele seguia acariciando-a sem cessar, implac�vel.
Beijo a beijo foi rodeando seus seios. Logo se levou um mamilo aos l�bios, lambendo-o e sugando-o. Tinha estado antes com muitas mulheres, mas aqueles aromas
e aqueles sabores eram t�o novos, t�o sugerentes, que estava seguro de que jamais ficaria satisfeito. Era perfeita. E queria sabore�-la por inteiro, todo seu ser.
- Jacob - gemeu de novo- . me Deixe...
Mas aquelas palavras terminaram em um sufocado grito de assombro.. Acreditava estar voando, como se seus pensamentos e sensa��es se enredaram em um confuso
matagal. Ainda conservava as m�os entrela�adas com as suas. Ofegando, fechou os olhos. Se aquilo era prazer, prazer verdadeiro, ent�o nunca antes o tinha experiente.
Se aquilo era paix�o, agora compreendia por que uma mulher podia morrer por ela.
Aturdida, abriu os olhos. A express�o triunfal que viu nos seus lhe acelerou o cora��o.
- N�o posso... eu n�o hei....
- Pode, e o far�. Outra vez - e a observou, �vido, deleitando-se com seus gemidos.
Sunny se estremeceu violentamente. Cada convuls�o de seu corpo arrastava mais e mais ao Jacob ao outro lado da fronteira da raz�o, da prud�ncia. At� que ao
fim lhe soltou as m�os.
- me toque.
N�o sabia se Jacob tinha chegado a pronunciar essa palavra ou se aquele desejo se viu refletido em sua mente. Elevou os bra�os para atrai-lo para si. E sua
boca foi ao encontro da sua.
Pouco a pouco foi tirando for�as de fraqueza, recuperando-se de sua anterior debilidade. Uma nova classe de desespero a impulsionou a despojar o de seu su�ter.
E come�ou a acarici�-lo e a explor�-lo com a mesma meticulosidade que Jacob tinha exibido com ela. Catapultada por um anseia insaci�vel, rodou com ele pela cama,
sua boca fundida com a sua, manipulando seu jeans com dedos fren�ticos at� encontrar sua pele c�lida, ardente.
Jacob nunca tinha experiente nada parecido. Aquela mulher o enchia por completo, em corpo e alma. Era tudo o que tinha sonhado encontrar em algu�m sem haver-se
dado conta de que o tinha sonhado. Enquanto Sunny deslizava seus l�bios por seu corpo, rasgados gemidos escaparam de sua garganta, incontenibles, com o desejo convertido
em uma pura raiva.
Uma e outra vez rodaram pela cama, liberando uma guerra particular salpicada de beijos, roce, car�cias. Enlouquecido de prazer, agarrou-a firmemente dos quadris.
Mas ela se dirigia a seu encontro, desejosa de receb�-lo em seu interior.
Seu desejo n�o demorou para ver-se satisfeito, e enredou as pernas em torno de sua cintura. Jacob cravou os dedos nos len��is. De repente tirou o chap�u a si
mesmo navegando atrav�s do espa�o e do tempo. E, a partir de ent�o, solo p�de pensar em uma coisa: que ela o acompanhava naquela viagem.
Jazia na cama, l�nguida e relaxada, com a cabe�a do Jacob reclinada entre seus seios. Pesava-lhe seu corpo. Mas n�o lhe importava. Parecia-lhe perfeitamente
normal que pudesse passar o resto de sua vida assim, naquela posi��o, escutando o r�tmico rumor de sua respira��o acompanhado do leve rangido da neve ao derreter-se
sob o sol.
Assim que isso era o amor. At� esse momento n�o tinha tomado consci�ncia de que era precisamente isso o que tinha estado esperando toda a vida: Tinha-o estado
esperando sem sab�-lo, sem imagin�-lo sequer. At� ent�o, a id�ia de compartilhar uma vida, ou de precisar compartilh�-la porque n�o pudesse imaginar-se a si mesmo
vivendo sem uma determinada pessoa, tinha-lhe parecido simplesmente uma estupidez rom�ntica, absurda.
Mas j� n�o.
E Jacob era um homem t�o maravilhoso... Forte e inteligente. Tenaz e teimoso. Exatamente o tipo de homem que necessitava. Sim. A seu lado, seria enormemente
feliz. Com um sorriso, surpreendeu-se a si mesmo lhe acariciando meigamente o cabelo. E depois de soltar um leve suspiro, obrigou-se a deter-se. Que fazia uma mulher
como ela experimentando uma ternura semelhante? Compreendia a paix�o. Ou, ao menos agora, sim que a compreendia. Mas o que significava aquela aterradora e inef�vel
sensa��o, aquela depend�ncia, aquela necessidade de venerar, entesourar e simplesmente amar a aquele ser? Como reagiria um homem como Jacob Hornblower ante aquela
corrente de emo��es?
Antes a tinha desprezado, desdenhado. Fechando os olhos, admitiu que ela mesma o tinha desprezado apenas umas quantas horas antes. Mas tudo tinha trocado. "Para
ela", precisou Sunny. Se era sincera, teria que aceitar o fato de que tinha come�ado a apaixonar-se pelo Jacob do primeiro momento em que se enfrentou com ele, disposta
a lutar, naquela mesma habita��o.
Mas Jacob... Sabia que tinha um carapa�a muito duro. Romp�-lo, descobrir o ser tenro, sens�vel e generoso que se escondia debaixo constituiria uma tarefa muito
dif�cil. Requereria esfor�o, mas isso n�o era nenhum problema. A paci�ncia, pelo contr�rio, sim.
Alheio ao rumo dos pensamentos do Sunny, Jacob voltou a cabe�a e lhe beijou a curva de um seio.
- Seu sabor - murmurou. - Mmmm?
- Seu sabor me d� fome - sorriu- . Assim � como mais eu gosto de - se incorporou sobre um cotovelo, contemplando deleitado seu rosto- . Nua e na cama.
- Uma t�pica atitude machista - deliberadamente deslizou os dedos por seu quadril nu, e viu aparecer um escuro brilho de desejo em seus olhos- Embora acredite
que eu tamb�m prefiro a ti no mesmo estado.
- Menos mal que ao final nos pusemos de acordo em algo - se apartou levemente para poder delinear o contorno de seus l�bios com a ponta da l�ngua- . Eu gosto
de sua boca, Sunbeam. � obstinada e sexy de uma vez.
- Eu poderia dizer o mesmo da tua.
- Outra coisa em que estamos de acordo.
- Um novo recorde - capturou seu l�bio inferior entre os dentes- Podem seguir tentando � sorte. Que mais voc� gosta de mim?
- Voc�... - seu sorriso se ampliou- ... energia.
- Outro �xito.
Jacob se p�s-se a rir e aprofundou o beijo.
- Seu corpo - acrescentou- . Definitivamente eu gosto de seu corpo.
- Isto � ins�lito, J.T. N�o te detenha.
Jacob deslocou sua aten��o ao l�bulo de sua orelha.
- Bom, suponho que, dadas as circunst�ncias, posso te confessar que encontro sua mente bastante... fascinante.
- Fascinante - repetiu, estremecendo-se deliciosamente sob suas car�cias- Uma interessante elei��o de palavras.
- Neste preciso momento, parece-me particularmente adequada. Y... - interrompeu-se ao descobrir um rastro de pequenos rastros avermelhados em seu ombro- V�,
marquei-te a pele - pronunciou, surpreso e inclusive um pouco consternado. Se lhe tivesse feito esses machucados durante a briga, n�o lhes teria emprestado muito
aten��o. Mas na cama, enquanto faziam o amor... isso era distinto- . O lamento.
Sunny girou a cabe�a para ver-se os rastros. N�o se tinha dado conta de que as tinha. Nem sequer as havia sentido.
- Lamenta-o? - N�o viu que estava sonriendo
- Suponho que n�o.
- Dadas as circunst�ncias - acrescentou ela.
- Em efeito - quis seguir falando, fazer alguma brincadeira, mas de repente se ficou sem palavras. Era como se algo naquele sorriso, na forma que tinha de olh�-lo,
tivesse-lhe derretido o c�rebro.
"Rid�culo", disse-se enquanto continuava olhando-a. Absoluta e completamente rid�culo. Fora o que fora que estivesse sentindo, n�o podia ser amor... ao menos
n�o o tipo de amor que enlouquecia aos homens e os impulsionava a tomar decis�es dr�sticas, de incalcul�veis conseq��ncias. Era afei�oado. Atra��o, desejo e paix�o,
enfeitada possivelmente com uma certa dose de carinho. Mas amor... n�o. N�o havia espa�o em sua vida para o amor. Nem tempo tampouco.
Tempo. A realidade o golpeou como se tivesse recebido um murro. O tempo era o obst�culo maior de todos. Come�ou a retirar-se, a p�r certa dist�ncia entre eles,
at� que voltou a pensar com certa claridade. Sem deixar de sorrir, Sunny o abra�ou. Parecia que n�o queria deix�-lo escapar.
- � que vai a alguma parte?
- Temo-me que devo te pesar bastante.
- Pois sim - continuou sonriendo, antes de lhe delinear o contorno dos l�bios com a l�ngua. E o sentiu excitar-se, agradada- Albergava a esperan�a de realizar
certo experimento.
- Um experimento?
- Um experimento de f�sica - deslizou um dedo todas ao longo de suas costas- Voc� � um perito em f�sica, verdade, J.T.?
Jacob pensou que estava acostumado a s�-lo. at� agora.
- Professor Hornblower, para servi-la no que goste de - murmurou, e enterrou a cara em seu pesco�o.
- Bom, professor... n�o h� uma teoria que diz que um objeto em movimento se mant�m constantemente em movimento?
- Efetivamente. me permita demonstrar-lhe Se movi� otra vez, tropez� nuevamente con aquella muralla que se le opon�a y entrecerr� los ojos.
Tinha dolorido todo o corpo. Mas nunca em toda sua vida se havia sentido t�o bem. Entreabriu as p�lpebras, cegada pela luz. Come�ava outra manh�. De novo.
Jamais teria acreditado que fora poss�vel passar quase um dia inteiro na cama, de dia ou de noite. Com um suspiro, voltou-se para topar-se com a s�lida muralha
do corpo do Jacob. Pensou que tinha estado muito ocupado do amanhecer. Ocupado arrastando-a at� as mais altas c�pulas do prazer. Mas naquele momento se achava profundamente
dormido e o que estava ocupando era perto de noventa por cento do colch�o, junto com seus correspondentes len��is e mantas. Qu�o �nico tinha evitado que ca�sse ao
estou acostumado a era o peso da perna que tinha apoiada sobre seus quadris. E o bra�o com que, descuidada e pouco carinhosamente, rodeava-lhe o pesco�o.
moveu-se outra vez, trope�ou novamente com aquela muralha que lhe opunha e entrecerr� os olhos.
- Muito bem, amigo - murmurou- Acredito que j� � hora de estabelecer certas regras. Advirto-te que n�o tenho inten��o de rodar ao ch�o cada noite durante o
resto de minha vida, sabe?
E o propin� uma muita pouco amorosa cotovelada no est�mago. Jacob amaldi�oou entre dentes e a empurrou um pouco mais fora da cama.
Sunny decidiu ent�o trocar de t�tica deslizando intimamente uma m�o entre sua coxa e o quadril do Jacob.
- J.T. - sussurrou, semeando um atalho de beijos por sua bochecha- . Carinho.
- Mmmm?
- Jacob? - mordiscou-lhe brandamente o l�bulo da orelha- . Cora��o?
Jacob emitiu outro vago e indefin�vel som e lhe cobriu um seio com uma m�o. Sunny arqueou uma sobrancelha. O movimento lhe tinha suposto perder outros escassos
mas apreciados cent�metros.
- Desperta, carinho. Quero fazer algo - suave, seductoramente, ro�ou-lhe o ombro com os l�bios- . Algo que necessito realmente.
Finalmente j� n�o p�de mais. Mordeu-lhe. Com for�a.
- OH - abriu muito os olhos, entre irritado e perplexo- . Que diabos...?
- Se referir a por que diabos te mordi, foi para recuperar minha parte correspondente da cama - satisfeita, agarrou a por��o de travesseiro que ele tinha deixado
livre- Ningu�m te havia dito alguma vez que dorme como um maldito tronco? E al�m disso � um ladr�o de len��is.
- Pois voc� � a primeira que se queixa.
Sunny se limitou a sorrir. Franzindo o cenho, Jacob se esfregou o ombro. Viu que tinha olheiras. E isso lhe dava um aspecto vulner�vel. Embora a dor que lhe
tinha produzido sua dentada lhe recordava que n�o o era absolutamente.
dentro daquele corpo fino e esbelto se ocultava uma verdadeira corrente de energia. Verdadeiros po�os de paix�o que, estava seguro disso apesar da maratoniana
jornada que tinham acontecido fazendo o amor, ainda n�o estavam nem muito menos cheios. Sunny lhe tinha feito experimentar sensa��es que nem sequer tinha sabido
que existiam. Sensa��es que j� estava desejando voltar a viver. Em certo momento da noite se mostrou verdadeiramente insaci�vel e insoportablemente generosa. Solo
tinha tido que toc�-la para lhe provocar uma ardente resposta. E ela sozinho tinha tido que toc�-lo a ele para abras�-lo a sua vez.
E agora, a plena luz do dia, Sunny estava tombada a seu lado em meio de uma confus�o de len��is e mantas. E a desejava. Que diabos ia fazer com ela? N�o tinha
nem a menor ideia.
perguntou-se como reagiria se o contava tudo. Voltaria a pensar que estava louco. Ele, entretanto, poderia demonstrar-lhe Uma vez que o fizesse, ambos teriam
que enfrentar-se com o fato de que algo que tivesse acontecido entre eles durante as �ltimas vinte e quatro horas era algo transitivo, que n�o estava destinado a
durar. E ainda n�o estava preparado para isso.
Por uma vez em sua vida desejava enganar-se a si mesmo. Fingir. Como muito, solo dispunham de umas poucas semanas para estar juntos. Mais que muitos outros
homens, ele sabia de primeira m�o o muito inconstante e vol�vel que podia chegar a ser o tempo. Assim que o melhor que podia fazer era desfrutar de do pouco que
tinha.
Mas... como poderia faz�-lo? Sentando-se na cama, esfregou-se a cara com as duas m�os. N�o seria justo para o Sunny. Seria terrivelmente injusto, sobre tudo
se suas impress�es n�o o enganavam e ela j� se envolveu sentimentalmente com ele. Se n�o lhe revelava a verdade, feriria-a quando tudo terminasse. E se o revelava
agora, feriria-a antes inclusive de come�ar. Possivelmente isso fora o melhor.
- Est� muito calado. No que est� pensando? - perguntou-lhe ela.
Jacob sabia que era uma mulher inteligente. Ele sozinho tinha que lhe apresentar os fatos.
- Sunny.
- Sim? - incorporou-se o suficiente para lhe beijar o ombro que antes lhe tinha mordido.
- Possivelmente tudo isto n�o deveria ter acontecido - pela maneira que tinha deixado de sorrir, compreendeu que n�o tinha come�ado nada bem.
- Entendo.
- N�o, n�o o entende - aborrecido consigo mesmo, agarrou-a por um bra�o antes de que pudesse levantar-se da cama.
- N�o se preocupe por isso - lhe disse, estica- . Quando lhe despediram t�o freq�entemente como a mim, acostuma-te a que lhe rechacem. Se lamentar o que aconteceu...
- N�o o lamento - a interrompeu, lhe atirando do bra�o.
- N�o volte a fazer isso - um brilho de f�ria apareceu de repente em seus olhos.
- N�o o lamento - repetiu Jacob, esfor�ando-se por recuperar a calma- . Deveria lament�-lo, mas me � imposs�vel. N�o posso, porque solo posso pensar em uma
coisa: em voltar a te fazer o amor.
- N�o sei o que � o que est� tentando me dizer.
- Nem eu tampouco - a soltou para enterrar os dedos em seu cabelo- O que passou entre n�s... importou-me muito, muit�ssimo - lhe espetou. Isso n�o era o que
tinha querido lhe dizer, mas tamb�m era um fato incontest�vel- . E n�o acreditava que fora a me importar tanto.
O gelo que se formou ao redor do cora��o do Sunny come�ou a derreter-se.
- Est� zangado porque o nosso... foi algo mais que sexo?
- Estou zangado porque foi muit�ssimo mais que sexo - e ele era um covarde, disse-se, porque n�o podia lhe dizer que o que tinham nesse momento terminaria antes
de que qualquer dos dois pudesse estar preparado para aceit�-lo- . E porque n�o sei o que fazer com isso.
Por um momento Sunny ficou calada. Parecia t�o furioso consigo mesmo... E t�o confundido como ela pelo que acabava de acontecer, ou mas bem explorar, entre
eles.
- Que tal se lhe toma com tranq�ilidade?
Olhou-a. Queria acreditar que podia ser assim de singelo. Necessitava-o.
- E que passar� quando for? - Definitivamente o gelo se derreteu.
- J� confrontaremos isso quando chegar o momento - Sunny procurou escolher com cuidado suas palavras- . Eu tamb�m sei que nenhum de n�s queria envolver-se nisto.
Mas o certo � que aconteceu. E n�o me arrependo de nada.
- Est� segura?
- Estou-o - elevou uma m�o para lhe acariciar uma bochecha. Logo, temerosa de falar muito em t�o pouco tempo, amassou-se sob as mantas- . E agora que j� esclarecemos
isto, comunico-te que toca a ti preparar o caf� da manh�. me d� um grito pelas escadas quando estiver preparado.
Jacob n�o disse nada. Havia uma infinidade de coisas que ansiava lhe dizer. Mas se tinha que escolher entre falar muito ou muito pouco, por for�a tinha que
decantar-se pela �ltima op��o. levantou-se da cama, recolheu sua roupa e saiu da habita��o.
Uma vez sozinha, Sunny enterrou o rosto no travesseiro, ainda impregnada de seu aroma. Soltando um comprido e profundo suspiro, tentou relaxar-se. Tinha-lhe
mentido. Os numerosos recha�os que tinha sofrido lhe tinham deixado profundas feridas, uma imensa tristeza e a desagrad�vel tend�ncia a autocompasi�n. E um recha�o
do Jacob lhe faria muito mais danifico que a simples perda de um emprego.
O que faria se Jacob a abandonava? recuperaria-se. Precisava convencer-se disso. Mas sabia que, se ele se afastava dela, esse processo de recupera��o talvez
durasse toda uma vida. A sua.
Assim n�o podia deix�-lo partir.
Resultava imperativo n�o pression�-lo. Sunny era muito consciente de que exigia muito �s pessoas a que queria. Muito amor, muita aten��o, muita paci�ncia, muita
f�. Mas, nessa ocasi�o, seria diferente. Seria paciente. Teria f�.
Sabia que seria mais f�cil porque Jacob se sentia t�o inseguro como ela. E quem n�o se haveria sentido assim, dada a rapidez e a intensidade de seu encontro?
Se podiam progredir tanto em t�o pouco tempo, quanto mais poderiam avan�ar durante as semanas que tinham por diante?
Qu�o �nico precisavam era um pouco de tempo para chegar a conhecer-se melhor, para acostumar-se ao que tinha acontecido entre eles, para aceitar e confiar em
que tudo sairia bem. sorriu-se, j� mais confiada. Por fim sabia exatamente o que queria. E isso era um princ�pio. Queria ao Jacob Hornblower. E se, depois de que
Jacob tivesse visto cal e falado com ele, recolhia seus escassas pertences e retornava a Filadelfia, ela o acompanharia. Ou sairia em sua busca.
N�o se livraria dela t�o facilmente. Sunny lutaria por ele, e lutar era o que melhor sabia fazer.
- Sunny! O caf� da manh� j� est� servido, mas n�o consigo encontrar o maldito caf�.
Sorriu. Ah, a doce voz de seu amante ressonando no ar da manh�. Como m�sica, como os gorjeios dos pajarillos...
- N�o me ouviste? N�o consigo encontrar o maldito caf�.
Ou como o relincho de uma mula velha.
- Est� no arm�rio, em cima do forno, tolo. Agora mesmo baixo.
8
Outra semana desfrutando da paz e tranq�ilidade da natureza e Sunny acabaria voltando-se louca. Inclusive o amor n�o bastava para faz�-la suportar aquelas eternas
horas de sil�ncio, logo que salpicado pelo ocasional canto de um p�ssaro ou a mon�tona destila��o da neve derretida no telhado. Uma garota como ela podia ter nascido
no bosque, mas isso n�o significava que tivesse que passar-se toda a vida ali.
Jacob representava certamente uma distra��o, e muito excitante. Mas conforme transcorriam os dias ia resultando cada vez mais clara uma coisa: que estar encerrada
em uma cabana em meio de nenhuma parte n�o se correspondia absolutamente com o que ela entendia por "divers�o".
Tentavam manter-se ocupados. Geralmente discutindo, tanto na cama como fora da cama. Dois caracteres como os seus, confinados em um espa�o t�o pequeno, tinham
por for�a que chocar. Como suas mentes eram t�o inquietas como seus corpos, necessitavam de uma estimula��o constante.
Sunny procurava compensar essa car�ncia hibernando. Seu racioc�nio era que nunca poderia aborrecer-se estando dormida. Assim tinha desenvolvido o h�bito de
dormir largas sestas �s horas mais estranhas. Quando estava seguro de que se dormiu, Jacob aproveitava aqueles momentos para utilizar o importante recurso que tinha
encontrado no abrigo contig�o � cabana: o aerociclo de Cal. Com aquele aparelho podia deslocar-se rapidamente a sua nave e introduzir novos dados em seu ordenador
principal.
Procurava dizer-se que n�o a estava enganando, a n�o ser simplesmente executando as tarefas que se imp�s. E, se era engano, nada podia fazer para evit�-lo.
J� quase se convenceu de que o que ela ignorava nunca poderia lhe fazer danifico. Ao menos no momento.
Embora se sentia t�o inquieto e impaciente como ela, freq�entemente tirava o chap�u a si mesmo tentando memorizar lembran�as, imagens, momentos. O rosto do
Sunny quando despertava, sonolenta e irrit�vel como uma menina. A maneira que tinha de rir, os reflexos que o sol arrancava a seu cabelo quando passeavam pelo bosque.
Ou o ardor de sua paix�o quando faziam o amor frente ao fogo da chamin�.
Necessitaria tudas essas lembran�as. Cada vez que voltava para sua nave, pensava no muito que ia necessitar os. dizia-se que somente se estava preparando para
seguir adiante com sua pr�pria vida. E ela tamb�m.
Sunny tinha redigido solicitudes de ingresso para o punhado de universidades que tinha selecionado. Mas o mau tempo a tinha dissuadido de aproximar-se do Medford,
a popula��o mais pr�xima, para as jogar ao correio. Tinha lido cria novelas, tinha perdido jogando p�quer com o Jacob, inclusive tinha recheado p�ginas e p�ginas
de seu bloco de papel de notas, em seu desespero. Quando se cansava de contemplar a paisagem da neve e as �rvores pela janela, dedicava-se a desenhar o interior
da cabana, ou inclusive caricaturas do Jacob e dela mesma.
Jacob, por sua parte, lia incesantemente, e se tinha animado inclusive a escrever suas impress�es em um caderno que descobriu em uma gaveta. Quando Sunny lhe
perguntou se estava preparando um experimento, n�o lhe facilitou nenhuma explica��o concreta. E, quando insistiu, simplesmente a sentou em seu rega�o e a obrigou
a esquecer-se de qualquer pergunta que tivesse desejado lhe fazer.
Em duas ocasi�es voltou a danific�-la luz, e chegaram a fazer o amor com a mesma freq��ncia com que discutiam. Isto �, muito freq�entemente.
Em certo momento, quando se surpreendeu a si mesmo fazendo a cama a falta de outra coisa melhor em que ocupar-se, Sunny chegou por fim a uma conclus�o. Se n�o
faziam algo, e logo, ambos terminariam voltando-se loucos. Estava segura disso. Deixando a cama ao meio fazer, apareceu ao alto da escada.
- J.T.!
Convexo no ch�o, Jacob se achava ocupado levantando um complexo castelo de naipes como terapia para conservar a prud�ncia.
- O que?
- Vamos ao Portland.
Jacob estava absolutamente concentrado em sua tarefa. A estrutura que estava levantando come�ava a parecer-se com o horizonte da Omega 11.
- O que te parece a id�ia, J.T.?
- De acordo - respondeu, distra�do. Com pulso firme, colocou uma nova carta.
- Suponho que j� � muito tarde - murmurou Sunny sentando-se frente a ele, abatida- . J� se tornou louco de tudo...
- Temos mais cartas?
- N�o - respondeu, suspirando.
- Estava pensando em jogar uma partida de bridge.
- Uma boa terapia para deixar de pensar.
- Ou possivelmente um skybelt.
- Um qu�?
Amaldi�oando para seus adentros, Jacob coloco outra carta no castelo de naipes.
- OH, nada. Estava divagando. O que era o que havia dito antes?
- Nada. Sabe? �s vezes penso que n�o pertence ao mesmo planeta que outros.
- Pois te equivoca. Respira para outra parte, quer? Pode me derrubar acidentalmente meu castelo de naipes.
- Jacob, poderia compartilhar comigo sequer uma m�nima parte de seu prezado tempo?
Ao fim levantou o olhar, e n�o p�de menos que sorrir.
- Tem a careta mais sexy que vi nunca.
- Eu n�o fa�o caretas - como ele a surpreendeu fazendo justamente isso, soprou e derrubou sua constru��o de naipes.
- Era uma cidade em miniatura. Acaba de assassinar a milhares de pessoas inocentes.
- S� vou assassinar a uma pessoa - se desesperada, agarrou-o por su�ter- . meu Deus, Portland. Gente, tr�fico, restaurantes.
- Quando quer sair?
- Assim que me estava escutando.
- � obvio que te estava escutando. Sempre escuto. Quando quer sair?
- Levo uma semana desejando sair. Em dez minutos posso estar preparada.
- N�o nevou nos tr�s �ltimos dias. Al�m disso, dispomos de um todoterreno. Se conseguimos encontrar a auto-estrada n�mero cinco, n�o teremos nenhum problema.
A perspectiva de sair dali quase obteve que Jacob se esquecesse de suas prioridades.
- E se retornar Cal?
- N�o os esperamos at� dentro de um par de semanas - explicou Sunny- . E eles vivem aqui. J.T., pensa um pouco. Realmente deseja ver uma mulher adulta converter-se
em uma lun�tica furiosa?
- Possivelmente - tomando a dos quadris, atraiu-a intimamente para si- . Eu gosto quando te zanga.
- Ent�o te prepare para desfrutar.
- J� o estou - e a arrastou ao ch�o consigo. Sunny resistiu... brevemente.
- Eu vou - informou enquanto come�ava a desaboto�-los bot�es de sua camisa de flanela.
- Bem.
- Falo a s�rio.
- Estupendo - e a ajudou a despir-se lhe tirando a camiseta interior por cima da cabe�a. Sunny se esfor�ou por n�o sorrir. At� que j� n�o p�de mais e come�ou
a despojar o de seu su�ter. - Voc� te vem comigo.
- � obvio. logo que voc� tenha terminado de te zangar - e a beijou nos l�bios.
Sunny guardou uma pequena bolsa de viagem na parte traseira do todoterreno. Nela tinha metido sua escova de dentes, uma escova para o cabelo, sua camiseta de
dormir e um l�pis de l�bios.
- � no caso de temos que fazer uma escala t�tica no caminho - explicou.
- por que ter�amos que faz�-la?
- N�o sei quanto demoraremos para sair das montanhas - se sentou ao volante- . Quando o conseguirmos, ainda ficar�o umas cinco horas de viagem.
"Cinco horas", repetiu-se Jacob, surpreso. Demoravam cinco horas em deslocar-se de um extremo a outro do mesmo Estado. Durante os �ltimos dias quase se esqueceu
do muito diferentes que eram ali as coisas.
- Preparado? - inquiriu Sunny com os olhos brilhantes, sonriendo.
- Adiante.
Dissimulou uma express�o de assombro ao ver que girava uma pequena chave para p�r em marcha o motor de combust�o. Podia sentir a vibra��o no assento, no ch�o.
Pensou que bastariam simplesmente alguns pequenos ajustes para que inclusive um ve�culo t�o arcaico como aquele funcionasse mais correntemente, e sem tanto ru�do.
Estava a ponto de destacar-lhe quando Sunny conectou a tra��o �s quatro rodas e os pneum�ticos come�aram a salpicar neve.
- Magn�fico! - exclamou ela.
- Voc� crie?
- Estou segura. Este traste � mais s�lido que um tanque - pronunciou, feliz, enquanto se afastavam da cabana.
- Aparentemente - sabia que era rid�culo temer por sua pr�pria integridade a bordo daquele ve�culo... quando tinha realizado tantas viagens pelo espa�o sideral-
. Suponho que saber� o que est� fazendo.
- claro que sim. Aprendi a conduzir em um jipe - explicou enquanto come�ava a subir por uma costa recubierta de gelo- . Est� um poquito p�lido - p�s-se a rir-
. � que voc� alguma vez conduziste nenhum destes?
Jacob pensou em seu ve�culo TMA, capaz de deslocar-se por terra, mar e ar.
- N�o, o certo � que n�o.
As rochas ocultas pela neve n�o conseguiam entorpecer a marcha do todoterreno.
- N�o sente saudades.
Pouco a pouco Jacob come�ou a relaxar-se. Segundo todos os ind�cios, Sunny sabia dirigir bem aquele ve�culo.
- Que tal um pouco de m�sica?
Jacob franziu o cenho, sem compreend�-la, e rep�s cautelosamente:
- Bem.
- A r�dio - pronunciou, concentrada em baixar com extremo cuidado uma escorregadia costa.
- N�o a trouxemos.
- A r�dio do carro, J.T. Que sintonize uma emissora.
Por um instante tinha retirado uma m�o do volante para lhe assinalar o tabuleiro de mandos. Entrecerrando os olhos, Jacob o estudou. At� que ao fim se atreveu
a girar uma pequena roda, parecida com a do aparelho port�til que havia na cabana.
- Seria desej�vel que primeiro a acendesse antes de tentar sintonizar.
Amaldi�oando para seus adentros, pulsou o bot�o de aceso. depois de regular o volume, dedicou-se a encontrar alguma emissora. Primeiro encontrou uma melodia
instrumental, terrivelmente desafinada, e olhou ao Sunny.
- Se essa for sua elei��o, teremos que replantearnos nossa rela��o imediatamente-declarou ela
Desapareceu aquele som e Jacob seguiu dando voltas � roda at� que encontrou uma melodia de rock.
- Hey, isso est� bem - lhe sorriu- . me Diga, qual � seu m�sico favorito?
- Mozart - respondeu, em parte porque era verdade e em parte porque era uma reposta c�moda, pouco comprometedora.
- Gostar� a minha m�e. Quando era pequena, estava acostumado a nos arrulhar com seu Concerto para clarinete na menor. "Pela pureza de sua m�sica", estava acostumado
a dizer. � uma apaixonada de todo o puro: sem conservantes nem corantes.
- Como se pode conservar fresca a comida sem conservantes?
- Isso mesmo � o que eu lhes dizia. O que � a vida sem um pouco de adultera��o, de impureza? Mas em momentos como esses meu pai reagia me pondo ao Bob Dylan
- p�s-se a rir- . Em uma das primeiras lembran�as que conservo dele, eu o observava enquanto trabalhava no jardim, em cal�as curtas, com o cabelo comprido at� os
ombros e os temas do Dylan soando em sua pequena grabadora.
Uma inc�moda imagem assaltou naquele instante a mente do Jacob. a de seu pr�prio pai vestido com sua pulcra roupa de jardineiro, tudo de azul, com o cabelo
cuidadosamente recolhido sob a boina... trabalhando com express�o s�ria enquanto escutava ao Brahms em sua unidade de divertimento pessoal.
E outra de sua m�e, sentada � sombra de uma �rvore um domingo pela tarde, lendo uma novela enquanto Cal e ele jogavam beisebol.
- Acredito que voc� gostar�.
- O que? - perguntou-lhe Cal, distra�do.
- Meu pai - repetiu- . Estou segura de que te cair� bem.
Teve que lutar contra a irrita��o que de repente se deu procura��o dele. Evidentemente, Sunny estava decidida a que conhecesse seus pais.
- Seus pais vivem no Portland?
- Sim. A uns vinte minutos de minha casa - suspirou satisfeita quando tomou a auto-estrada n�mero cinco e enfiou para o norte- . adorar�o te conhecer, sobre
tudo tendo em conta o mist�rio que at� agora rodeou � fam�lia de Cal...
O simp�tico sorriso que lhe lan�ou se apagou imediatamente ao ver sua express�o. Desesperada-se, mais que furiosa, apertou com for�a o volante.
- N�o � para tanto. Que conhe�a meus pais n�o entranha um compromisso para toda a vida.
Sua voz era j� tensa e fria. Se n�o tivesse estado t�o ensimismado em suas pr�prias desgra�as, Jacob teria podido detectar a dor que tentava esconder.
- N�o me falou de visitar seus pais - o fato era que n�o desejava conhec�-los. Nem sequer pensar que existiam.
- N�o acreditei que fora necess�rio. Dou-me conta de que seu conceito de fam�lia difere do meu, mas jamais poderia retornar ao Portland e n�o v�-los. Simplesmente
n�o o concebo.
Jacob sentiu um sabor amargo na boca ao escutar aquelas palavras.
- Voc� n�o sabe o que significa a fam�lia para mim.
- N�o? Pois, por isso parece, n�o te importa muito cortar o contato com um membro da mesma durante compridos per�odos de tempo. OH, de acordo, j� sei que isso
solo � assunto teu - se apressou a dizer antes de que ele pudesse replicar algo- . Ah, por certo, recordo-te que n�o est� obrigado a me acompanhar quando for visitar
minha fam�lia. De fato, eu adorarei n�o lhes mencionar sequer seu nome.
Jacob foi o bastante prudente como para n�o voltar a dizer nada. Para ela tudo era t�o f�cil, t�o simples... Sunny sim que podia ver sua fam�lia. Quando quisesse.
Nada sabia de separa��es, de perder uma parte fundamental de si mesmo e n�o saber sequer por que. Como reagiria se se visse enfrentada � possibilidade de n�o voltar
a ver jamais a sua irm�? Seguro que ent�o n�o se mostraria t�o satisfeita de si mesmo.
Durante a seguinte hora, Jacob se dedicou a observar a outros ve�culos da estrada. Todos eram ridiculamente lentos e ineficazes. E polu�am a atmosfera de anidrido
carb�nico. Alegremente se envenenavam seu pr�prio ar. N�o tinham nenhum respeito: nem por eles mesmos, nem por seus recursos, nem por seus descendentes.
E ela que pensava que ele era um homem insens�vel, sem sentimentos... perguntou-se pelo que aconteceria se um dia entrava em um de seus arcaicos laborat�rios
e lhes mostrava os rudimentos do processo de fus�o. Provavelmente sacrificariam um cordeiro em sua honra e o adorariam como se fora um deus.
Franziu o cenho ao ver que se desviava da auto-estrada. N�o tinha posto muita aten��o, mas estava seguro de que ainda n�o tinham transcorrido as cinco horas
que ela tinha calculado.
- O que est� fazendo?
- vou comer um pouco e a jogar gasolina - respondeu sem olh�-lo.
Tragando-se seu ressentimento, entrou em um posto de gasolina, desceu do todoterreno e fechou de uma portada. Enquanto enchia o dep�sito se dedicou a amaldi�oar
entre dentes.
esqueceu-se do pat�tico funcionamento da mente do Jacob. Evidentemente temia que lhe estivesse tendendo alguma esp�cie de armadilha. Era insultante.
Possivelmente estivesse apaixonada por ele, mas ela n�o tinha feito o mais m�nimo para pression�-lo. Ou para lhe fazer acreditar que estava esperando a que
lhe fizesse uma peti��o de matrim�nio em toda regra, com um joelho cravado no ch�o. Se pensava que tinha inten��o de presumir de noivo diante de seus pais, estava
muito, mas que muito equivocado. O muito canalha...
Jacob ficou sentado durante um momento, at� que decidiu sair a estirar as pernas. E a jogar uma olhada pelos arredores.
Assim que aquilo era um posto de gasolina. Por sua express�o, Sunny n�o parecia muito satisfeita ali de p�, a um lado do todoterreno, introduzindo a mangueira
no dep�sito enquanto passava frio. detr�s dela, o fornecedor tilintava conforme foram trocando os n�meros. Havia um forte aroma de gasolina por toda parte.
Outros ve�culos se detiveram ao lado de outros tantos fornecedores. Alguns esperavam dentro a que um empregado meio doido com uma boina fizesse qu�o mesmo Sunny
estava fazendo sozinha. Outros se resignavam a passar frio e faziam o que ela. Viu uma mulher com um trio de meninos, ao outro lado da estrada. Os pirralhos gritavam
e se queixavam, lhe suplicando que lhes comprasse algo. Jacob sorriu. Ao fim e ao cabo, entre sua �poca e aquela, n�o tinham trocado tantas coisas.
Perto do posto de gasolina havia numerosos edif�cios. Uns altos, outros esmagados, e todos muito juntos, como se temessem cair se se distanciavam muito entre
si. De repente, a uns cinq�enta metros rua abaixo, viu algo que lhe produziu uma pontada de nostalgia... de sua �poca. Um par de altos arcos dourados. Pensou que
aquela gente n�o devia estar t�o pouco civilizada como tinha acreditado em um princ�pio. Sonriendo, voltou-se para o Sunny.
Mas Sunny n�o correspondeu a seu sorriso. Ignorando-o, tirou a mangueira do dep�sito e a colocou em seu lugar. Jacob se disse que n�o se desculparia por algo
do que t�o claramente ela tinha a culpa, tanto se o castigava com seu sil�ncio como se n�o. De todas formas a seguiu ao interior do edif�cio, e ali sua aten��o se
viu atra�da pelas prateleiras cheias de barras de chocolate e bebidas, todo isso em meio daquele penetrante aroma de gasolina.
Quando viu que Sunny tirava uns bilhetes de papel moeda, teve que afundar as m�os nos bolsos para resistir a tenta��o de toc�-los. O empregado da boina deslizava
os gordurentos dedos pelo teclado de uma m�quina. Sunny entregou os pap�is e recebeu em troca umas pe�as met�licas, redondas.
Isso tamb�m era dinheiro, recordou-se Jacob, e se ficou frustrado quando Sunny as guardou na bolsa, antes de que pudesse as ver mais de perto. De repente, a
mulher com os tr�s meninos que antes tinha visto Jacob entrou no edif�cio. Tudo se encheu de ru�do. Os tr�s pirralhos se equilibraram avidamente sobre as prateleiras
das barras de chocolate.
- S� um - lhes advertiu a mulher com tom severo- Falo a s�rio - e come�ou a procurar algo em sua bolsa.
Os meninos, providos de gorros e casacos, cercaram entre si uma acalorada discuss�o por uma barra de chocolate que terminou em aberta briga. A menina mais pequena
caiu de costas, aterrissando com o traseiro no ch�o, e come�ou a chorar. Jacob se ajoelhou automaticamente frente a ela e lhe ofereceu a j� m�dio esmagada barra
de chocolate. A pobrecilla tremia o l�bio inferior, e em seus enormes olhos azuis se refletia uma funda pena.
- Sempre me fazem isso - se queixou.
- OH, logo ser� t�o grande como eles - lhe assegurou Jacob- N�o se preocupe.
- Perdoe - suspirando, a mulher elevou a sua filha em bra�os- foi uma viagem muita comprido. Scotty, te vais inteirar desta...
Quando Jacob se voltou para partir, descobriu que a menina lhe estava sonriendo. E Sunny tamb�m.
- vais voltar a me dirigir a palavra? - perguntou-lhe quando se aproximavam do todoterreno.
- N�o - se,sent� ao volante e ficou as luvas. Lhe teria resultado muito mais f�cil segui-lo odiando se n�o se mostrou t�o tenro com aquela menina- . Eu sou
bastante mais dif�cil de deslumbrar que uma menina de tr�s anos.
- Poder�amos escolher um tema inofensivo de conversa��o.
- Entre n�s n�o h� temas neutros - arrancou o motor.
Jacob voltou a guardar sil�ncio enquanto Sunny se incorporava ao tr�fico. E esteve a ponto de beij�-la nos l�bios, de pura felicidade, quando se desviou para
entrar sob os arcos dourados que tinha visto antes. Seguiu logo uma indica��o que rezava Comida em rota, e se deteve ante um p�ster no que figurava uma larga lista
de nomes.
- O que gosta?
Jacob se disp�s a pedir um hamb�rguer McGalaxy e uma boa quantidade de an�is laser, mas n�o viu nada disso no menu. Assim que uma vez mais voltou a p�r seu
destino em suas m�os.
- Dois do que queira - e, sem poder resisti-lo, ficou a brincar com uma mecha de seu cabelo. Desgostada, Sunny o separou de um tapa. Disse algo pelo intercomunicador
e se alinhou detr�s da fila de carros que esperavam a ser atendidos. Economizaremos tempo se comermos no caminho. - � que temos pressa?
- Eu n�o gosto de esbanjar o tempo.
Ao Jacob tampouco, e al�m n�o sabia quanto ficaria de estar juntos.
- Sunny? - Nenhuma resposta. - Amo-te.
Sunny pisou a fundo o freio. O todoterreno ainda estava cambaleando-se quando se voltou para olh�-lo.
- O que?
- Hei dito que te amo - n�o lhe do�a tanto como tinha temido. De fato, a sensa��o era prazenteira. Muito prazenteira- pensei que seria melhor que pus�ssemos
as cartas de barriga para cima.
- OH - n�o sabia o que dizer. ficou-se olhando fixamente o carro que tinha diante. O carro que tinha detr�s lhe recordou com um forte buzinada que se ficou
parada, obrigando-a a acender de novo o motor. Nervosa, uns metros mais adiante voltou a deter-se ao lado do guich� de servi�o.
- � isso o �nico que te ocorre? - perguntou-lhe Jacob, aborrecido, quando ela se voltou para olh�-lo com a mesma express�o aniquilada- . Simplesmente "OH"?
- Eu... n�o sei o que � o que...
- S�o doze e setenta e cinco - gritou um jovem empregado pelo guich� ao tempo que lhe tendia um par de bolsas de papel.
- O que?
- S�o doze e setenta e cinco - elevou os olhos ao c�u- . Vamos, senhora, por favor...
- Perd�o - tomou as bolsas e as lan�ou descuidadamente sobre o rega�o do Jacob. Enquanto ele resmungava entre dentes, entregou um bilhete de vinte ao menino
e, sem esperar a que lhe devolvesse a mudan�a, dirigiu-se ao primeiro espa�o livre dispon�vel para estacionar.
- Acredito que me h� ...
- Sinto-o - lhe espetou, interrompendo-o- . Mas � tua culpa, Senhor Romance, por me haver solto essa bomba enquanto eu aguardava meu turno tranq�ilamente em
um restaurante de comida r�pida. O que esperava que fizesse? O que lan�asse a seus bra�os?
- Contigo nunca sei o que esperar - tirou um hamb�rguer de uma das bolsas e a entregou de mau humor.
- Comigo? - desembrulhou o hamb�rguer e lhe deu um enorme bocado, que n�o conseguiu acalmar seus nervos- . Comigo? Voc� � o �nico que come�ou isto, Hornblower.
T�o logo me rompe a cabe�a como me diz que me ama...
- Come e cala - lhe p�s na m�o um copo de papel.
Jacob pensou que antes se deixaria cortar a l�ngua que dizer-lhe outra vez. Devia haver-se voltado louco. Nenhum homem em seu s�o julgamento se teria apaixonado
por uma mulher t�o obstinada.
- Faz uns minutos me suplicava que te dirigisse a palavra - lhe recordou ela.
- Eu jamais suplico.
Sunny se voltou para ele, furiosa.
- Teria-o feito se eu tivesse querido.
Jacob sabia que tinha raz�o, mas n�o o teria reconhecido por nada do mundo.
- Eu acreditava que �amos comer em marcha.
- Pois troquei que id�ia - replicou, tensa. T�o estremecida estava por dentro que duvidava que fora capaz de conduzir. Mas morreria antes que reconhec�-lo.
Continuou comendo mecanicamente e o amaldi�oou por lhe haver quebrado o apetite.
lhe confessar que a amava enquanto estavam esperando a que lhes servissem uns hamb�rgueres! Que estilo, que delicadeza! Tamborilando com os dedos no volante,
reprimiu um suspiro. Que incrivelmente doce...
Receosa, o olhou de esguelha. Estava olhando � frente, com express�o p�trea. Algo naquele frustrado sil�ncio a fez ficar, contra todo progn�stico... terrivelmente
sentimental. Estava segura de que, vinte anos depois, evocaria aquele recordo com humor. A lembran�a da primeira vez que tinha pronunciado aquelas m�gicas palavras.
Em um impulso, ficou de joelhos no assento e estendeu os bra�os para ele. E como n�o soltou o copo de cart�o, derramou-lhe a metade do refresco em cima.
- Maldita seja, Sunny, puseste-me perdido... - disp�s-se a apartar-se, mas ficou im�vel quando ela o beijou nos l�bios. Atraiu-a com for�a para si.
- Falava a s�rio? - perguntou-lhe ela, jogando a um lado os restos de comida.
Mas Jacob n�o estava disposto a ficar o f�cil.
- A que te refere?
- Ao que me disse antes.
Sentou-a em seu rega�o, assegurando-se de que seu traseiro entrava em contato direto com suas cal�as empapadas de refresco.
- Quando?
Suspirando, rodeou-lhe o pesco�o com os bra�os.
- Disse-me que me amava. Falava a s�rio?
- Talvez sim - deslizou as m�os debaixo de seu casaco- Ou talvez simplesmente estava tentando cercar conversa��o.
Sunny se mordeu o l�bio inferior, irritada.
- Esta � sua �ltima oportunidade, Hornblower. Falava ou n�o a s�rio?
- Sim - afirmou- . Quer que nos voltemos a brigar por isso?
- N�o - apertou a bochecha contra a sua- N�o, n�o quero brigar. Agora mesmo n�o. Sabe? Assustou-me.
- J� somos dois.
depois de beij�-lo no pesco�o, apartou-se.
- Eu tamb�m te amo.
Jacob o tinha sabido, mas mesmo assim, o fato de ouvir o dizer, de ver seus olhos enquanto o dizia, de contemplar como seus l�bios articulavam as palavras...
Nada o tinha preparado para a entristecedora emo��o que o assaltou. Uma verdadeira catarata de emo��es. Abra�ando-a, beijou-a nos l�bios.
Era como se n�o pudesse aproxim�-lo bastante a ela. N�o lhe resultava estranho que estivessem beijando-se em meio de um estacionamento, ao lado de uma buli�osa
rua, a plena luz do dia. Porque muito mais estranho era que estivesse ali, naquela �poca, e que tivesse encontrado ao Sunny, apesar dos s�culos que os separavam.
Ela n�o podia viajar a seu tempo. E ele n�o podia ficar no tempo do Sunny. E entretanto, durante aquele breve lapso, estavam juntos.
Mas o tempo n�o detinha sua marcha.
- N�o sei o que vamos fazer - murmurou. Tinha que haver algum meio, alguma f�rmula, alguma teoria. Mas... que ordenador teria podido processar uns dados que
eram t�o puramente emocionais?
- Pouco a pouco, recorda? - Sunny se apartou, sonriendo- . Temos muito tempo - e voltou a abra��-lo, de modo que n�o p�de ver a express�o de preocupa��o que
se desenhou em seus olhos- . Como certo, falando de tempo... ainda ficam quase duas horas para chegar ao Portland.
- Muito.
- Eu estava pensando o mesmo - rep�s, rendo. Segundos depois sa�a do estacionamento. E, com um enorme sorriso de satisfa��o, deteve-se no primeiro motel que
encontrou.
- Acredito que poder�amos descansar um pouco - depois de recolher sua bolsa, entrou no escrit�rio para registrar-se.
Jacob advertiu que nessa ocasi�o Sunny se serve de um cart�o de pl�stico, um meio de pagamento que n�o lhe resultava t�o estranho como os bilhetes ou as moedas.
Depois de uma breve conversa��o, o empregado lhe entregou uma chave.
- De quanto tempo dispomos? - perguntou-lhe Jacob, lhe passando um bra�o pelos ombros.
- Ou�a, pode que isto seja um motel... - replicou enquanto se dirigia para a porta marcada com o n�mero nove- ... mas aqui n�o alugam as habita��es por horas.
Assim dispomos do resto do dia, e de toda a noite, se gosta de - introduziu a chave na fechadura
- Gosta de - deteve no preciso instante em que entrou. Logo a obrigou a voltar-se para ele e fechou a porta com o p�.
- Espera, J.T.
- por que?
- Preferiria que antes corr�ssemos as cortinas.
Jacob deslizou a palma da m�o pela parede procurando um bot�o, sem solt�-la.
- O que est� fazendo? - Procurando o interruptor.
- Temo-me que, por trinta e cinco d�lares por noite, as cortinas s� se podem abrir e fechar � m�o - p�s-se a rir- . eu adoraria ver o tipo de mot�is aos que
est� acostumado.
Fechou por fim as cortinas e tudo ficou sumido na penumbra, com uma fina greta de luz no meio, ali onde se encontravam. E Sunny ficou de p� justamente ali,
no centro, iluminada por aquele raio de luz. Como uma m�gica vis�o.
- Conhe�o um hotel, em uma ilha perto de Maine - depois de despojar do casaco, sentou-se para tir�-las botas- Onde as habita��es est�o edificadas sobre um promont�rio,
frente ao mar. As ondas rompem abaixo, ao lado, diante, por toda parte... As janelas s�o... - perguntou-se como podia explicar o s�o feitas de um material especial
atrav�s do qual voc� pode ver o mar e o horizonte, mas ningu�m pode verte a ti... assim detr�s solo v� as rochas, e o oceano. E as habita��es disp�em de enormes
banheiras, com �gua perfumada - se levantou lentamente, imaginando-lhe E imaginando-lhe a ela ali, com ele- Pode escutar m�sica, a que queira, a seu capricho. Se
quiser luz de lua, ou o rumor da chuva, solo tem que tocar um sensor. As camas s�o grandes e c�modas. Tombar-se nelas � como flutuar. - Excitada, Sunny soltou um
tremente suspiro.
- Lhe est� inventando isso.
- N�o - sacudiu a cabe�a- . eu adoraria te levar ali, se pudesse.
- OH, n�o se preocupe. Tenho uma boa imagina��o - rep�s Sunny enquanto lhe tirava o casaco. estremeceu-se de agradar ao sentir suas m�os em seu corpo- . Finjamos
que estamos ali. Mas n�o escolheria a luz da lua. Nem o rumor da chuva.
- O que escolheria ent�o? - sonriendo, ajoelhou-se para descal��-la.
- O som do trov�o. E os rel�mpagos. Porque isso � o que sinto quando me toca.
Jacob sentiu ent�o que uma tormenta estalava em seu interior, e viu seu poder refletido nos olhos do Sunny. antes de que pudesse apoderar-se de seus l�bios,
ela j� os estava deslizando por seu pesco�o. O pulso acelerado que ali descobriu a excitou ainda mais. O sabor de sua pele a inflamava de desejo. Apressadamente
lhe tirou o su�ter, deixando-o cair ao ch�o.
Com um leve gemido de prazer come�ou a semear um atalho de beijos por seu peito, explorando e saboreando a �ntima textura de sua pele. Seu aroma, t�o viril
e penetrante, enlouquecia-a.
Ressonou um trov�o. Sim, p�de senti-lo enquanto deixava vagar os l�bios por seu torso, justo em cima de seu cora��o, que pulsava por ela. Fulgurou um rel�mpago.
Viu o resplendor de seu poder quando o olhou aos olhos.
Jacob estava surpreso de poder manter-se ainda de p�. O que lhe estava fazendo o estava desenquadrando, desesperando-se. Aqueles compridos e finos dedos j�
conheciam seu corpo t�o bem... Mas cada vez que o exploravam descobriam novos secretos.
E sua boca... Agarrou-a pelos ombros quando os l�bios do Sunny iniciaram um caminho descendente assumo abaixo, pelos tensos m�sculos de seu abd�men. Sua l�ngua
ia deixando um �mido rastro. Sentiu logo seus dedos nos bot�es de seu jeans, e o objeto escorregou por sua cintura, at� o quadril. O prazer o atravessou como se
fora um dardo ardente.
longe de deter-se, o tempo come�ou a retroceder vertiginosamente at� convert�-lo em um ser selvagem, primitivo. Gemendo, obrigou-a a incorporar-se e a beijou
na boca como se queria marc�-la a fogo.
Imediatamente Sunny tirou o chap�u tombada sobre a cama, debaixo dele. O ar lhe escapava dos pulm�es enquanto Jacob deslizava as m�os por todo seu corpo, amassando-o,
possuindo-o. Podia ouvi-lo falar, mas o ensurdecedor batimento do cora��o de seu pr�prio cora��o afogava suas palavras. Desesperado, rasgou-lhe a camisa por diante,
fazendo saltar os bot�es, e o mesmo fez com o objeto que levava debaixo.
Sunny gritou ent�o seu nome, euf�rica, jubilosa e de uma vez aterrada pela viol�ncia com que se via atra�da, arrastada para ele. Pouco depois solo p�de ofegar,
lutando por recuperar o f�lego, a prud�ncia, atravessada pelo primeiro cl�max. Mas nessa ocasi�o n�o sentiu j� debilidade alguma.
Estimulada, cheia de renovadas energias, incorporou-se e o fez incorporar-se de maneira que os dois ficassem ajoelhados sobre a cama. Torso contra torso, quadril
contra quadril. E jogando a cabe�a para tr�s, desfrutou da car�cia de seus l�bios em seu corpo, entregando-se por completo.
Como um possesso, Jacob a despojou dos jeans at� deix�-la t�o nua como o estava ele. Quando voltou a atrai-lo para si, Sunny descobriu que estava tremendo,
vibrando com uma necessidade que lhe resultava desconhecida, ins�lita. disp�s-se a pronunciar seu nome, mas para ent�o Jacob j� estava dentro dela, enchendo-a, inflamando-a,
deixando que seu delirante orgasmo os alagasse a ambos.
cada vez mais r�pida, mais profundamente, foram-se acontecendo as ondas de prazer. A paix�o se converteu em puro abandono quando Sunny arqueou o corpo para
tr�s, tentando-o. As sensa��es se foram acumulando uma atr�s de outra, a qual mais intensa, at� que seus corpos se fundiram em uma ardente massa de luzes, cores,
sons.
9

Sunny abriu a porta de seu apartamento ignorando o leve chiado que ressonou a suas costas, sinal de que a senhora Morgenstern tinha aberto a sua para espiar
as entradas e sa�das no terceiro piso.
Tinha escolhido o terceiro piso, apesar dos caprichos do elevador e dos ru�dos dos vizinhos, porque o min�sculo apartamento dispunha do que acontecia ser uma
terra�o. Uma terra�o com logo que espa�o suficiente para uma cadeira. E com vistas ao estacionamento do edif�cio. Mas lhe bastava.
- Por fim. Outra vez em casa - exclamou, um pouco surpreendida pela pontada de nostalgia que sentiu nada mais transpor a soleira.
Jacob entrou detr�s dela. A sua direita, a luz do sol entrava atrav�s das portas da terra�o. uns quantos quadros decoravam as paredes: fotografias, esbo�os,
�leos e p�steres. Mont�es de coloridas almofadas se empelotavam sobre um velho e desbotado sof�, diante de uma mesa coberta com revistas, livros e cartas abertas
e sem abrir.
Ao outro lado da habita��o havia outra mesa que Jacob reconheceu como um produto t�pico de um h�bil artes�o da madeira. Sua superf�cie estava coberta por uma
fina capa de p�, al�m de por um par de sapatilhas de bal�, um mont�o de cintas azuis e uma lascada bule. Em uma gaveta havia uma cole��o de �lbuns de discos. Encarapitado
em um alto tamborete, um louro de brilhante porcelana parecia contemplar toda aquela desordem.
- Interessante.
- Bom, � meu lar. Ao menos durante a maior parte do tempo - lhe tendeu a bolsa de papel que levava nas m�os. Continha uma nova ra��o de bolachas e refrescos,
que tinham comprado no caminho- . Deixa isto na cozinha, quer? Quero revisar minha secret�ria eletr�nica telef�nica.
- Bem. Onde est� a cozinha?
- por ali - assinalou a sua esquerda, e desapareceu detr�s de outra porta.
Uma vez na cozinha, percebeu algo estranho. As bules. Estavam por toda parte, ocupando qualquer superf�cie livre. De todas as formas e tudas as cores. Nunca
lhe tinha ocorrido pensar que Sunny pudesse colecionar algo. Sempre lhe tinha parecido muito inquieta e desarraigada para dedicar seu tempo a colecionar coisas.
Curioso, fixou-se em uma bule em particular. Era baixa e ventruda, de porcelana a China de baixa qualidade, com um p�ssaro sobre a tampa e as paredes decoradas com
grandes margaridas.
Seguiu explorando. Os la�os azuis que antes tinha visto eram pr�mios, trof�us: de nata��o, h�pica, xadrez... Era como se Sunny tivesse dedicado toda sua vida
a diversificar seus talentos e habilidades. Alguns dos quadros das paredes estavam assinados com seu nome. Eram desenhos de cidades, paisagens de praias. Imaginou
que muitas das fotografias tamb�m seriam delas.
Havia tanto talento naquelas obras... Se alguma vez Sunny se concentrava em uma �nica coisa, em uma s� atividade, n�o tinha nenhuma d�vida de que alcan�aria
rapidamente a c�pula. Era estranho, mas Jacob a preferia assim, diversificando suas habilidades, experimentando, procurando novos conhecimentos. N�o queria que trocasse.
Mas ela o tinha trocado a ele. N�o resultava f�cil aceit�-lo, mas o fato de estar com ela, de quer�-la, tinha trocado algumas de suas convic��es mais b�sicas.
J� sabia, por exemplo, que podia estar conforme e satisfeito com uma mulher, possivelmente para sempre. Que os compromissos n�o sempre entranhavam uma rendi��o.
Que o amor n�o tinha por que significar a cess�o de uma parte do ser de uma pessoa: mas bem significava ganhar muito mais.
E al�m disso, Sunny lhe tinha feito perguntar-se como ia poder suportar viver o resto de sua vida sem ela. Voltando-se para o dormit�rio, foi em sua busca.
achava-se de p� ao lado da cama, em uma habita��o min�scula. Min�scula nem tanto por seu tamanho original mas sim porque estava quase inteiramente cheia de
coisas: mais livros, um grande urso de peluche cor laranja, patins de gelo, esquis. A c�moda estava abarrotada de frascos, com ao menos vinte marcas diferentes de
perfumes e natas. Tamb�m havia uma fotografia emoldurada de sua fam�lia.
Mas lhe resultava dif�cil concentrar-se em todo isso com ela ao lado da cama, nua de cintura para acima. tirou-se o su�ter que lhe tinha emprestado Jacob durante
o resto da viagem, um gesto obrigado j� que tinha sido ele quem lhe tinha quebrado a camisa no motel. depois de conectar a m�quina que lhe servia de r�dio, despertador
e secret�ria eletr�nica telef�nica, achava-se ocupada procurando uma camiseta em uma gaveta do arm�rio.
- Hey, carinho - ressonou uma voz masculina e sedutora, procedente do aparelho- Sou Pete. Suponho que n�o seguir� zangada, n�, nen�m? Vamos, Sunny, me perdoe
e esquece-o j�, quer? me chame e sairemos a dan�ar. Sinto falta dessa preciosa tua carita.
Fazendo uma careta, Sunny encontrou por fim uma sudadera.
- Quem � Pete?
- OH! - levou-se uma m�o ao peito- Me assustaste!
- Quem � Pete? - repetiu.
- S� um tipo - respondeu enquanto se vestia. sentou-se na cama para tir�-las botas.
- Sunny - nessa ocasi�o, a voz que escapou da m�quina era suave e feminina- . Recebemos uma postal do Libby e de Cal. nos chame quando voltar � cidade.
- � minha m�e - explicou. Sonriendo, devolveu-lhe o su�ter- . Obrigado por me emprestar isso - Otro tipo - respondi�, y arque� las cejas cuando �l la tom� de
un brazo y la hizo levantarse.
N�o muito seguro do que estava sentindo naqueles momentos, Jacob se tirou o casaco. Debaixo levava o torso nu. Enquanto ficava o su�ter, a secret�ria eletr�nica
telef�nica anunciou a seguinte mensagem.
- Ol�, Sunny, sou Marco. Onde diabos te colocaste, riqueza? Levo uma semana inteira te chamando. me avise quando voltar - e seguiu o som de um forte beijo antes
de pendurar.
- Quem � Marco? - inquiriu Jacob com uma calma mortal.
- Outro tipo - respondeu, e arqueou as sobrancelhas quando ele a tirou de um bra�o e a fez levantar-se.
- Quantos h�?
- Mensagens?
- Homens.
- Sunny... sou Bob - ressonou de novo outra voz masculina- . Pensei que talvez voc� gostaria...
Deliberadamente, Sunny apagou a m�quina.
- � que quer que comparemos nossos respectivos passados, J.T.?
Jacob n�o respondeu, porque descobriu que n�o podia. Soltou-a e saiu da habita��o. Ci�mes. Eram ci�mes o que sentia. Como lhe chateava. N�o se tinha por um
homem muito razo�vel, mas inteligente sim. Sabia que Sunny n�o tinha come�ado a viver do momento em que entrou em sua vida. Uma mulher como ela, formosa, radiante,
fascinante, atra�a aos homens. A numerosos homens. Se tivesse sido poss�vel, teria sido capaz de assassinar a todos e cada um desses tipos por haver meio doido o
que era dele. E n�o era dele.
Amaldi�oou entre dentes e se voltou para descobri-la observando-o da soleira.
- vamos brigar nos?
Do�a-lhe. O simples feito de lhe olh�-la do�a. Por isso era e pelo que nunca poderia ser.
- N�o.
- Bem.
- N�o os quero perto de ti - lhe espetou.
- N�o seja tolo.
colocou-se frente a ela com grande rapidez.
- Falo em seriou.
- E eu tamb�m. Maldita seja, crie que algum deles pode significar algo para mim depois de ter estado contigo?
- Se voc� n�o... - interrompeu-se no instante em que assimilou suas palavras. Elevando as m�os, retrocedeu um passo. E ela avan�ou outro.
- Se eu n�o... o que? Se crie que pode, me dar ordens, amiguito, ser� melhor que lhe pense isso melhor. N�o tenho por que...
- N�o, n�o tem por que - de novo se recordou que n�o era dela. ia ter que come�ar a acostumar-se a isso- N�o o estou fazendo nada bem, e o sinto. Nunca antes
tinha estado apaixonado.
O brilho de furor desapareceu dos olhos do Sunny.
- Eu tampouco. Ao menos, n�o assim.
- N�o, n�o assim - tomou uma m�o e a levou aos l�bios- . Pode revisar o resto de suas mensagens mais tarde. Far�-o?
- Claro - sorriu- Olhe, te sirva o que queira na cozinha. A televis�o est� no dormit�rio, a equipe de m�sica no sal�o.
- aonde vai?
Recolheu do ch�o um par de sapatilhas e as p�s.
- A ver meus pais. Se quiser, quando voltar podemos sair para jantar fora, ou a dan�ar.
- Sunny - tomou uma m�o quando ela j� se estava pondo o casaco- . Eu gostaria de ir contigo.
- N�o tem por que faz�-lo, Jacob - rep�s, olhando-o muito s�ria- De verdade.
- Sei. Mas eu gostaria. - Deu-lhe um beijo na bochecha. - Recolhe seu casaco.

Descal�o, William Stone se dirigiu a abrir a porta de seu elegante casa de uso Tudor. Vestia uma sudadera que ficava muito grande e uns jeans velhos e quebrados.
Em uma m�o levava um telefone m�vel, e na outra um pl�tano.
- Olhe, Preston, quero que a nova campanha publicit�ria seja sutil. Nada de bolsitas de ch� dan�antes, nem de heavy-metal, nem de ositos faladores - resmungando
de frustra��o, abriu bruscamente a porta- . Sim, e isso inclui coelhos dan�ando valsas, pelo amor de Deus. Quero... - sorriu de brinca a brinca ao ver sua filha-
. lhe Arruma isso Preston - lhe ordenou, e cortou a comunica��o- . Ol�, mucosa - e abriu os bra�os para lhe dar uma carinhosa bem-vinda.
Sunny lhe plantou um par de sonoros beijos nas bochechas antes de lhe roubar o pl�tano.
- Ol�, magnata.
William olhou com uma careta o telefone m�vel, como se estivesse arrependido.
- S� estava... - interrompeu-se ao descobrir ao Jacob na soleira.
- Este � J.T. - informou-lhe Sunny entre dentada e dentada de pl�tano, agarrando a seu pai da cintura.
"S�o como duas gotas de �gua", pensava Jacob, olhando-os. A mesma cor, a mesma complei��o, a mesma express�o sincera e inteligente... Avan�ou um passo e lhe
tendeu a m�o.
- Senhor Stone...
- Hornblower - acrescentou Sunny- . Jacob Hornblower. O irm�o de Cal.
- Est� de brincadeira? - o saudou do William se tornou ainda mais afetuoso, ao igual a seu sorriso- Bom, me alegro muit�ssimo de te conhecer. Est�vamos come�ando
a pensar que a fam�lia de Cal era de mentira. Adiante. Caro deve andar por alguma parte.
Soltou a m�o do Jacob mas n�o se separou do Sunny enquanto os levava a sal�o. Era uma habita��o ampla e elegante, decorada com tons bolo. Jacob n�o p�de menos
que admirar a singela e austera eleg�ncia daquela casa: deliciosas pe�as de cristal esculpido, m�veis antigos e, � obvio, o que agora lhe revelava como a impressionante
arte t�xtil do Caroline Stone. Se se tinha ficado surpreso ao admirar suas malhas adornando as paredes, perdeu literalmente a fala ao contemplar o tapete.
- Toma assento - lhe estava dizendo William enquanto pisava em distra�do o que Jacob considerava uma obra art�stica de inestim�vel valor- . Gosta de uma ta�a,
algo de beber?
- N�o, obrigado - estava contemplando um jovem e formoso exemplar de limoeiro. Seu pai tinha esse mesmo tipo de �rvore em seu jardim.
- Ter� que tomar ch� - lhe disse Sunny, lhe aplaudindo uma m�o enquanto se sentava no sof�, a seu, lado- . Se n�o o faz, conseguir� ferir os sentimentos de
papai.
- � obvio - levantou novamente o olhar para o William e o surpreendeu olhando-o com express�o especulativo.
Naquele instante soou o telefone m�vel do William, que levava em um bolso traseiro das cal�as. Ignorou-o.
- Eu tamb�m quero ch�, papai - interveio Sunny, desejosa de atrasar o interrogat�rio ao que, estava segura disso, n�o demoraria para submeter ao Jacob- �xtase
Oriental.
- Estupendo. Vou agora mesmo a prepar�-lo.
E desapareceu detr�s de uma porta, com o m�vel ainda soando em seu bolso. Sunny se p�s-se a rir, e voltou a p�r a m�o sobre a do Jacob.
- Suponho que devia haver lhe advertido isso... - inclinou a cabe�a, curiosa. Jacob estava contemplando embevecido uma das malhas de sua m�e- . J.T.?
- Sim? O que acontece?
- Que suponho que lhe devia haver isso dito antes: meu pai � muito curioso. Um intrometido, vamos. Far�-te todo tipo de perguntas, em sua maioria pessoais.
E eu n�o poderei fazer nada para evit�-lo.
- De acordo - n�o podia resistir. Levantando-se, aproximou-se do pequeno ret�ngulo de malha e tocou o suave e colorido material.
- Formoso, verdade?
- Sim, � precioso. - Sunny se levantou para reunir-se com ele.
- converteu-se em uma artista muito respeitada.
"Respeitada" era uma palavra que fazia escassa justi�a ao Caroline Stone, pensou Jacob. Em sua �poca, suas obras podiam admirar-se nos melhores museus. Era
estudada e reverenciada pelos estudantes de arte de todo o universo conhecido. E ele estava ali, tocando uma de suas deliciosas pe�as.
- Antes estava acostumado a vender mantas e adornos para conseguir um pouco de dinheiro e comprar comida.
- Isso � um mito.
- Perd�o?
- Nada - deixou cair a m�o, e a meteu em um bolso. Por primeira vez desde que saiu de sua espa�onave, sentia-se completamente desorientado. Estava entre gente
a que tinha conhecido atrav�s de seus estudos. Personagens hist�ricos. E ali estava ele, em sua casa. Estava apaixonado por sua filha. E como podia estar apaixonado
por uma mulher que tinha vivido, e morto, s�culos antes de que ele tivesse nascido?
P�nico. Sentiu nos l�bios o sabor do p�nico. Voltando-se, tomou ao Sunny dos ombros. Era realidade, s�lida, c�lida.
- Sunny.
- O que te passa? - perguntou-lhe, preocupada ao v�-lo t�o p�lido.
Jacob simplesmente sacudiu a cabe�a. N�o havia nada que pudesse dizer. N�o podia explicar-lhe Em lugar disso, beijou-a nos l�bios.
- Quero-te.
- Sei - comovida pelo desespero que trasluc�a sua voz, acariciou-lhe uma bochecha. Aquela entristecedora urg�ncia de consol�-lo seguia sendo uma novidade para
ela- . J� iremos acostumando.
- Ol�.
separaram-se ao ver o Caroline na soleira. Tinha o cabelo escuro e liso, comprido at� os ombros. Seu rosto era simp�tico e encantador, iluminado por uns olhos
enormes. Sorria. Ia vestida com uma camisa de homem que ficava muito grande, uns velhos texanos e mocasines tecidos. E nos bra�os sustentava a um beb�.
- Mam�e - Sunny se dirigiu rapidamente a eles. Era mais alta que Caroline, e teve que inclinar-se para lhe dar o mesmo beijo entusiasta que lhe tinha dado a
seu pai. Logo, rendo, tomou ao beb�- . Ol�, Sam! Tudo bem? Quanto est� crescendo!
- Tem o mesmo apetite que sua irm� - assinalou Caroline.
Sustentando ao beb� contra seu quadril. Sunny se voltou sorridente para o Jacob.
- J.T., apresento a minha m�e, Caroline. E a meu irm�o, King Samuel.
- J.T. - o olhar de artista do Caroline j� tinha reconhecido o parecido e feito a conex�o- Voc� deve ser o irm�o de Cal.
- Sim - voltou a experimentar uma sensa��o de irrealidade enquanto cruzava a habita��o. Mais que lhe estreitar a m�o, a beijou.
- T�nhamos muitas vontades de conhecer por fim a algu�m da fam�lia de Cal. Seu irm�o est� muito orgulhoso de ti.
- Ah, sim? - inquiriu com um sotaque de ressentimento.
Caroline o advertiu, mas n�o reparou nisso.
- Sim. Seus pais fizeram a viagem contigo?
- N�o. N�o puderam vir.
- OH - exclamou, sinceramente decepcionada- Bom, espero que possamos nos reunir algum dia. Onde est� Will? - perguntou ao Sunny.
- Preparando um ch�.
- Claro. Por favor, sente-se. � astrof�sico?
- Sim - se sentou no sof�, frente a Caroline. Sunny se tinha convexo no ch�o, com o beb�.
- Atualmente J.T. est� fazendo investiga��es sobre viagens atrav�s do tempo.
- Viagens atrav�s do tempo? - Caroline cruzou as pernas, divertida- Ao Will adorar�. Embora acredite que ultimamente est� obcecado com os universos paralelos.
- O que aconteceu as reencarna��es?
- Segue sendo um crente incondicional. Est� convencido de que em uma vida anterior chegou a ser membro do primeiro Congresso dos Estados Unidos.
- Sempre t�o revolucion�rio - comentou Sunny enquanto o fazia c�cegas na tripita ao Sam, e acrescentou dirigindo-se ao Jacob- A meu pai gosta de tirar cola��o
tema controvertidos para poder discutir sobre eles. OH, olhe! Sam est� engatinhando!
- Uma habilidade rec�m adquirida - com uma express�o mesclada de orgulho e felicidade, Caroline observou como seu filho engatinhava e se arrastava pelo tapete-
Will j� a ter� registrado em uma d�zia de v�deos, pelo menos.
- Tenho direito a isso - rep�s William quando entrou empurrando um carrinho com o servi�o de ch�- Se n�o recordar mau, Sunny passou t�o rapidamente de engatinhar
a andar que logo que tive tempo de observar sua evolu��o.
- E o gravou tudo com aquela c�mara de segunda m�o que tinha - Caroline se levantou e lhe deu um beijo a seu marido antes de ajud�-lo a servir o ch�.
- Ent�o... - na cozinha, William j� tinha preparado uma lista mental de perguntas que lhe fazer ao Jacob- ... quando chegou ao Portland?
- Esta mesma tarde - respondeu Jacob, tomando a ta�a que lhe tendia.
- Suponho que estava procurando cal quando encontrou com o Sunny.
- Assim � - tomou um sorvo de ch�, tentando acostumar-se ao maravilhoso e surpreendente feito de que estava tomando Herbal Delight com o homem que o tinha inventado-
. Ele me deu as... - esteve a ponto de dizer "coordenadas"- ... a dire��o da cabana.
- A cabana? - William ficou paralisado, com a ta�a a meio caminho de seus l�bios- . estiveste na cabana... com o Sunny?
- A semana passada nos surpreendeu uma tormenta de neve tremenda - explicou Sunny, lhe pondo uma m�o no joelho com gesto tranq�ilizador- . Estivemos sem energia
el�trica durante um par de dias.
- Juntos?
- Bom, � dif�cil n�o estar juntos em um espa�o t�o pequeno como o da cabana.
Divertida, Caroline observou como seu filho chegava engatinhando at� os p�s do Jacob.
- � uma pena que n�o pudesse coincidir com Cal e Libby. Suponho que pensar� ficar at� que voltem.
depois de deixar a ta�a a um lado, Jacob se agachou para levantar o Sam e sent�-lo em seu rega�o.
- Sim. Esperarei-os.
- Onde? - quis saber William.
A maneira de advert�ncia, Sunny cravou os dedos no joelho de seu pai.
- Sabe? J.T. dedica-se a investigar as viagens atrav�s do tempo.
- As viagens atrav�s do tempo? - a fascina��o por aquele tema lutou por um instante contra sua responsabilidade paternal... que foi a que ao fim se imp�s- .
Quanto tempo estiveram juntos nas montanhas?
- Um par de semanas - respondeu Jacob enquanto jogava com o Sam.
- De verdade? - com os olhos entrecerrados, apoiou uma m�o sobre o ombro de sua filha- . Suponho que a neve lhes impediria de desfrutar de... umas m�nimas comodidades.
Sunny elevou os olhos ao c�u. Caroline suspirou. E Jacob acariciou distra�do a cabecita do Sam.
- A meu pareceram suficientes.
- Arrumado a que sim - replicou William, e soltou um grito de dor quando sua filha lhe cravou as unhas no joelho, aproveitando do quebrado que levava nas cal�as.
- Sabia, J.T., que meu pai se fugiu com minha m�e quando ela sozinho tinha dezesseis anos?
- Dezessete - a corrigiu William.
- N�o tantos- replicou a sua vez Caroline enquanto bebia um sorvo de ch�.
- Isso foi algo completamente distinto. N�o tinha nada que ver.
- Claro, � obvio - pronunciou Sunny, ir�nica.
- Eram outros tempos - insistiu William- Os anos sessenta.
- J�, isso o explica tudo.
- Al�m disso, n�o nos ter�amos visto obrigados a escapar se o pai de Caro n�o se mostrou t�o intrometido, suscet�vel e pouco razo�vel.
- Nisso tem raz�o - rep�s Sunny, simulando uma c�ndida e inocente express�o- N�o h� nada pior que um pai que coloca os narizes onde n�o lhe importa.
William reagiu lhe agarrando o nariz com dois dedos e fazendo a amea�a de retorcer-lhe - Excepto cuando se deshace en elogios de Sam. Y lo mismo con la abuela
- terci� Caroline- . Casi han logrado superar que no pudieran malcriaros a tu hermana y a ti cuando erais peque�as. Si quieres que tome a Sam, d�melo, J.T.
- Vigia voc� a tua.
Sunny se limitou a sorrir.
- me diga uma coisa, o av� te segue dirigindo a palavra?
- Apenas.
- Exceto quando se desfaz em elogios do Sam. E o mesmo com a av� - atravessou Caroline- . Quase conseguiram superar que n�o pudessem lhes malcriar a sua irm�
e a ti quando foram pequenas. Se quiser que tome ao Sam, diga-me isso J.T.
- OH, n�o, n�o faz falta - o beb� estava jogando com os dedos do Jacob, muito entretido- . Se parece com ti - murmurou, voltando-se para o Sunny.
Sorriu. Nunca teria podido lhe explicar com palavras o que estava sentindo naquele instante ao v�-lo balan�ar a um menino em seu rega�o.
- Me alegro.
William tamborilava com os dedos sobre o bra�o de sua cadeira. Os homens da fam�lia Hornblower pareciam exercer algum tipo de encanto especial sobre suas filhas.
E embora j� tinha aceito que Cal sim era o suficientemente bom para o Libby, ainda se reservava sua opini�o respeito a seu irm�o.
- Assim � cient�fico... - William guardava um imenso respeito aos cientistas, mas isso n�o significava que tivesse que aceitar a imagem de sua filha deitando-se
com um. Em sua cabana. E sem luz el�trica.
- Sim.
- Astrofisico?
- Assim �.
- Onde estudaste?
- Possivelmente voc� gostaria que te ensinasse o diploma e as notas - murmurou Sunny, molesta.
- te cale - William lhe deu um tapinha na cabe�a- Sabe? Sempre me hei sentido fascinado pelo espa�o - e esbo�ou um sorriso af�vel, embora ainda algo receosa-
Por isso te fa�o estas perguntas que talvez lhe possam parecer um tanto... indiscretas. Porque me interessa.
Se esse era o jogo, pensou Jacob, ele tamb�m podia jogar. Com muito prazer.
- Graduei-me em Direito em Princeton.
- Direito? - exclamou Sunny- N�o me havia isso dito.
- N�o me perguntou - explicou isso, antes de voltar a concentrar-se em seu pai- E comecei Ci�ncias F�sicas como hobby.
- Um hobby um pouco estranho - comentou William.
- Sim - reconheceu Jacob, sonriendo- . Como o de cultivar ervas medicinais e diet�ticas.
William n�o p�de menos que tornar-se a rir...
- E sobre essas viagens no tempo...
- Date uma pausa, Will - o interrompeu Caroline- J� poder� acribillarlo a perguntas mais tarde. Ter� que lhe trocar o fralda a seu filho.
- E me toca .-William se incorporou para tomar ao beb� em bra�os- V�em com papai, peque�ajo. te sirva mais ch� - disse ao Jacob- . J� falaremos depois desses
teus experimentos.
- Vou contigo - pronunciou Sunny, levantando do ch�o- Assim poder� me ensinar todos os brinquedos que lhe compraste no que levamos de m�s.
- Espera a ver o trem que... - dizia-lhe quando j� partiam.
- Ao Will gosta de fingir que os brinquedos s�o para o Sam - sorriu Caroline enquanto se levantava para preencher a ta�a ao Jacob- . Espero que n�o te tenha
zangado.
- por que?
- Pelo processo inquisitorial ao que te submeteu - se sentou no bra�o de sua cadeira, um gesto que recordou ao Sunny- De fato, n�o foi grande coisa ao lado
do que lhe fez padecer a Cal.
- Aparentemente Cal o passou com �xito.
- Queremo-lo tanto... Nada teria feito mais feliz ao Will que coloc�-lo em seu neg�cio. Mas Cal tem que voar, como estou segura de que j� sabe.
- Nunca desejou outra coisa.
- O mesmo acontece com Libby. Sempre soube o que queria fazer na vida. Em troca, com o Sunny a coisa � mais dif�cil. �s vezes me pergunto se o fato de ter tanta
energia e intelig�ncia n�o ter� sido uma desgra�a, pelas numerosas op��es que lhe t�m aberto. Suponho que voc� o compreender� - ao ver sua express�o interrogante,
acrescentou- Passou do Direito � astrof�sica, n�o? Essa � uma mudan�a importante.
"Com uma breve incurs�o no boxe profissional entre meias", disse-se Jacob. encolheu-se de ombros.
- Alguns demoramos mais que outros em descobrir o que queremos realmente fazer.
- E esse tipo de gente � especial. Como Sunny.
Jacob se disse que Caroline era mais sutil que seu marido. E mais dif�cil enfrentar-se a ela.
- Sunny � a mulher mais fascinante que conheci.
"E ele est� apaixonado por ela", pensou Caroline. Talvez n�o estivesse muito satisfeito disso, mas estava apaixonado.
- Sunny � como uma tape�aria malha de muitas cores. Alguns dos fios s�o incrivelmente fortes e resistentes. Outros s�o terrivelmente finos e delicados. O resultado
� admir�vel. Mas uma obra de arte necessita amor tanto como admira��o - elevou as m�os- . meu Deus, temo-me que n�o gostaria de nada que a descrevesse dessa maneira...
- Ao menos o de "fina e delicada" - rep�s enquanto desviava o olhar ao colorida tape�aria que pendurava na parede.
- Tem raz�o - Caroline sentiu uma pontada agridoce, de tristeza e al�vio de uma vez. Sim, aquele homem conhecia bem a sua filha- . J� sei que sonha antiquado,
mas o �nico que Will e eu queremos � que seja feliz.
- Isso n�o � antiquado - Jacob recordou que sua m�e lhe havia dito o mesmo sobre Cal, pouco antes de partir na nave.
Com um suspiro, Caroline olhou a obra que ele seguia contemplando.
- � uma de minhas obras mais antigas. Fiz-a quando estava gr�vida do Sunny. Nnaquele tempo naquele tempo vendia a maior parte de meu trabalho, mas por alguma
raz�o nunca me desprendi dessa tape�aria.
- � precioso.
Em um impulso, Caroline se levantou pata desprend�-lo. Deslizou os dedos pelo tecido. recordava-se sentada ante seu tear, contemplando o reflexo dos raios do
sol sobre os fios de cores enquanto ia escolhendo, tecendo uns com outros. Com o Will trabalhando no jardim, Libby dormindo em uma manta na grama e uma criatura
movendo-se em seu ventre. Uma imagem t�o mais doce quanto mais long�nqua no tempo.
- Eu gostaria de lhe dar de presente o Pero Jacob no quer�a sentirse un familiar. Necesitaba aferrarse a su resentimiento, seguir pensando en Caroline y en
William Stone como los personajes hist�ricos que ser�an en un futuro. Y sin embargo, se sorprendi� a s� mismo aceptando aquella hermosa obra.
Se lhe tivesse devotado um Rembrandt, Jacob n�o se haveria sentido mais assombrado.
- N�o posso aceit�-lo.
- por que?
- Tem um valor incalcul�vel. - Caroline se p�s-se a rir.
- OH, � meu agente quem taxa minhas obras. Uns pre�os rid�culos, a maioria. Eu n�o gostaria que minhas pe�as terminassem um dia em uma galeria, ou em um museu
- o dobrou cuidadosamente- Para mim seria muito mais importante saber que est�o em m�os de minha fam�lia - como ele n�o dizia nada, o entregou- . Minha filha j�
tomou o sobrenome de seu irm�o. Assim que isso nos converte em familiares.
Mas Jacob n�o queria sentir um familiar. Precisava aferrar-se a seu ressentimento, seguir pensando no Caroline e no William Stone como os personagens hist�ricos
que seriam em um futuro. E entretanto, surpreendeu-se a si mesmo aceitando aquela formosa obra.
- Obrigado.
A habita��o do beb� estava grafite em verde bolo. Em uma esquina havia um antigo ber�o de ferro, de cor branca, com uma manta de cores que tinha tecido a pr�pria
Caroline. Estava cheia de brinquedos, muitos dos quais n�o suscitariam o interesse do Sam durante anos, at� que fora muito major. E havia d�zias de animais de peluche,
desde grandes elefantes at� o tradicional osito. Sunny tomou um e esperou a que seu pai tombasse na mesa ao Sam, para lhe trocar o fralda.
- � pat�tico.
- Possivelmente te tenha esquecido do castigo que recebem as meninas descaradas - rep�s Will enquanto lhe tirava os pantaloncitos a seu filho.
- Sou um pouco major para que me obrigue a ficar sentada em uma cadeira at� que te pe�a desculpas.
- N�o te cria.
- Papai - suspirando, deixou a um lado o urso de peluche- Desde que cumpri os treze anos, interrogaste a todos e cada um dos homens que trouxe para esta casa.
- Eu gosto de saber com quem se relaciona socialmente minha filha. Isso n�o � nenhum crime.
- N�o, o mau � a maneira que tem de faz�-lo.
Sam ria e esperneava enquanto Will lhe tirava o fralda e lhe jogava os talco.
- Sabe? Eu gostava mais quando tinha este tamanho.
- Suponho que seguir� submetendo a interrogat�rio �s garotas que Sam traga para esta casa quando come�ar a sair com elas.
- � obvio. N�o sou sexista - "e est�pido tampouco", acrescentou para si- . Pretende me dizer que J.T. e voc� mantivestes um rela��o estritamente plat�nica durante
os dias que acontecestes encerrados na cabana?
- N�o.
- J� sabia eu - terminou de ajustar o fralda- Sunny, faz apenas um par de semanas que conhece esse homem.
- Quer isso dizer que trocaram seus pontos de vista sobre o amor livre?
- A revolu��o sexual j� terminou - replicou enquanto vestia ao Sam- Por v�rias e boas raz�es. antes de que comece �s enumerar, eu gostaria de te advertir que
nisso estou de acordo contigo.
- Bem. Ent�o come�amos a nos entender. Eu nunca fui uma mulher prom�scua.
- Me alegro de ouvir isso - vendo que ao beb� lhe ca�am os olhos de sonho, deitou-o no ber�o e fez girar o m�vel de cores que pendurava do teto. - Mas tampouco
hei dito que fora virgem.
Will esbo�ou uma careta, devido ao muito que lhe desgostava passar por um pai puritano e antiquado.
- Suponho que isso j� o suspeitava - rep�s suspirando.
- E agora, quer que fique sentada em uma cadeira at� que te pe�a desculpas?
- A estas alturas, n�o acredito que isso tivesse muito sentido. Olhe, Sunbeam, n�o � que n�o confiei em seu bom julgamento...
Era simplesmente enternecedor. Sem poder evit�-lo, Sunny lhe embalou o rosto entre as m�os e o beijou.
- Mas seu bom julgamento � muito melhor que o meu, verdade?
- Naturalmente - sorriu- Essa � uma das vantagens de ter passado dos quarenta.
- Voc� nunca passar� dos quarenta - procurou dissimular um sorriso- Papai, quero que me escute. J� antes tinha estado com homens. Mas quando o tenho feito,
foi porque sentia afeto por essa pessoa, porque existia um respeito e uma responsabilidade m�tua. Isso � o que mam�e e voc� sempre me ensinastes.
- E agora me vais dizer que n�o tenho por que me preocupar de sua rela��o com o J.T.
- N�o, n�o vou dizer te isso. Mas sim estou apaixonada por ele.
Will a olhou aos olhos. Quando um homem tinha estado apaixonado por uma mesma mulher durante toda sua vida, sabia reconhecer os sintomas. E tinha chegado o
momento de aceitar que tinha visto esses mesmos sintomas no rosto de sua filha desde que transp�s a soleira de sua casa.
- E?
- E o que? - desafiou-a ela.
- O que vais fazer a respeito?
- me casar com ele - aquela confiss�o a surpreendeu tanto que p�s-se a rir- Ele ainda n�o sabe, porque acabo de decidi-lo agora mesmo. Quando retornar ao Este,
irei com ele.
- E se ele se op�e? - Sunny elevou o queixo.
- Ter� que aprender a resignar-se.
- Suponho que o problema � que te parece muito a mim.
Jogou os bra�os ao pesco�o, emocionada.
- Sei que o quero. Quero viver com ele.
- Se te fizer feliz... - William a apartou para olh�-la- Ser� melhor que te fa�a feliz... por seu pr�prio bem.
- Sabe uma coisa? N�o pretendo lhe dar a escolher.
10

- Ser� divertido - Sunny conseguiu estacionar sob um grande letreiro de n�on com as palavras Clube Rendezvous. Ao ver que Jacob olhava as intermitentes luz
de cores com duvidosa express�o, deu-lhe um tranq�ilizador tapinha na m�o- . me Acredite, isto � justo o que necessitamos.
- Se voc� o disser...
- Digo-o. Al�m disso, se descobrir que n�o sabe dan�ar, antes me desfarei de ti e economizarei tempo - p�s-se a rir quando ele fez um intento de lhe retorcer
a orelha- E me deve isso.
- Como que lhe devo isso? por que?
Em um impulso, tirou o carmim da bolsa e se pintou os l�bios.
- Porque se n�o tivesse esgrimido t�o r�pido uma desculpa, agora mesmo estaria jantando com meus pais.
- Eu gosto de seus pais.
Comovida, inclinou-se para beij�-lo na bochecha. E ao ver que lhe tinha deixado rastro, apressou-se a limpar-lhe com o polegar.
- Maldita seja...
- Merece-lhe isso. J� sei que voc� gosta de meus pais. A mim tamb�m. Mas voc� nunca comeste nachos e margaridas em casa do Will e Caro - baixando a voz, acrescentou
com tom conspiratorio- Minha m�e cozinha.
- Isso � um crime neste Estado?
- � que cozinha coisas como fondue de alfafa.
- Ah. Ent�o suponho que sim te devo uma.
- Deve-me a vida - saiu do todoterreno- Bom, depois de ter acontecido um par de semanas desfrutando da natureza mais selvagem e virgem do mundo, acredito que
nos merecemos um pouco de m�sica em vivo, quanto mais alta melhor, muita gente e o ar viciado da fuma�a do tabaco.
- Soa a cen�rio paradis�aco - brincou- Mas Sunny, n�o me parece correto que voc� o pague tudo. E eu... eu n�o tenho dinheiro.
Sunny pensou que era uma pena que um homem t�o evidentemente inteligente e preparado ganhasse um sal�rio t�o pequeno.
- N�o se preocupe por isso. J� me convidar� voc� quando for a Filadelfia.
Jacob precisava trocar de tema a toda costa.
- Por certo, queria te perguntar uma coisa. Como chamaste antes a esse vestido que leva?
- A este? - baixou o olhar ao vestido curto de couro vermelho, sem suspens�rios, que levava debaixo do casaco- Sexy - respondeu, umedecendo-os l�bios com a
ponta da l�ngua
- Como o chama voc�?
- OH, n�o importa.
Tirou-o do bra�o e entraram no local. esqueceram-se do frio da rua quando abriram a porta e se inundaram em uma onda de m�sica e calor.
- Ah... a civiliza��o.
Jacob s� p�de ver uma escura sala iluminada por luzes de alerta faz de luz. A m�sica soava t�o alta como lhe tinha garantido Sunny. Cheirava a fuma�a, a �lcool,
a suor, a perfume. E, como fundo, um rumor constante de vozes e risadas.
Sunny entregou seus casacos na entrada e se guardou uma pequena chapa na bolsa. Em seu foro interno, Jacob lhe deu a raz�o. Ele tamb�m necessitava isso: n�o
s� a estimula��o sensorial, nem a an�nima multid�o, mas tamb�m uma experi�ncia direta dos h�bitos de socializa��o de finais do s�culo vinte.
Em geral, era escassa a diferen�a com a �poca da que procedia. A gente, em todo tempo e lugar, tendia a reunir-se para divertir-se. Desejavam m�sica e companhia,
comida e bebida. Os tempos podiam trocar, mas as necessidades humanas eram basicamente as mesmas.
- Vamos - Sunny atirou dele e se abriu passo entre a multid�o para o espa�o onde estavam as mesas, repartidas em dois pisos.
No primeiro havia uma larga barra, detr�s da qual um gar�om servia bebidas e pratos de comida. A gente se formava redemoinhos frente a ele. Em um segundo n�vel
se encontrava o cen�rio onde estavam tocando os m�sicos. Jacob contou at� oito, todos vestidos de maneira diferente e tocando arcaicos instrumentos cujo som se projetava
desde umas altas caixas negras, situadas a cada lado.
Frente a eles, em um pequeno espa�o, a gente se movia, retorcia e convulsionava ao som daquela m�sica. A roupa que levavam n�o podia ser mais variada. Cal�as
ajustadas ou soltos, saias largas ou curtas, vestimentas de rigoroso negro ou de v�vidas cores. Imediatamente gostou daquela heterogeneidade, aquela livre e saud�vel
express�o de gostos pessoais.
Enquanto o observava tudo com uma mescla de assombro e maravilha, umas quantas gar�onetes foram de um lado a outro sustentando bandejas com bebidas ou gritando
umas a outras. Ineficiente, pensou, mas ao mesmo tempo interessante. Era muito mais singelo pulsar um bot�o e receber o pedido em quest�o de m�os de um veloz andr�ide.
Mas dessa maneira era muito mais simp�tico.
Sunny lhe fez subir por uma curta escada curva e continuou abrindo-se passo lentamente at� uma mesa vazia, que tinha divisado ao fundo.
- Tinha-me esquecido de que est�vamos a s�bado - gritou, porque n�o havia outra maneira de fazer-se ouvir- . Este local, os s�bados, � como uma casa de loucos.
- por que?
- A gente sai de noite - lhe explicou, e se p�s-se a rir- . Bom, o que te parece? Os Marauder est�o bem - ao ver seu gesto de estranheza, acrescentou- Me refiro
� banda. S�o muito quentes.
- Suponho que ter�o calor. Faz muito calor aqui.
- OH, n�o referia a isso, a n�o ser A... N�o importa - de repente algu�m a empurrou por detr�s, e se agarrou ao Jacob para sujeitar-se- . Mmmm. Recordo-te que
esta � nossa primeira entrevista. Nossa primeira sa�da juntos.
Beijou-a. E seu satisfeito suspiro de prazer desencadeou uma esp�cie de rea��o em cadeia em seu interior.
- Bom, se n�o conseguir avan�ar, sempre podemos ficar aqui - a atraiu ainda mais intimamente para si- N�o acredito que ningu�m se desse conta.
- Acredito que antes tinha raz�o... com o do calor- rep�s Sunny, suspirando de novo- Possivelmente dever�amos...
- Sunny! - sem pr�vio aviso algu�m a tirou da cintura, fez-a girar e lhe plantou um sonoro beijo na boca- Carinho, tornaste!
- Ol�, Marco.
- Onde te tinha metido? - perguntou-lhe enquanto lhe acontecia um bra�o pelos ombros.
- Nas montanhas - sorriu, contente de v�-lo. Era um homem singelo, nada pretensioso e de tudo inofensivo. Apesar daquele teatral beijo, fazia anos que ambos
tinham decidido n�o complicar sua amizade com uma rela��o sexual- . Que tal no mundo real?
- Isto � uma selva, carinho - olhou por cima de seu ombro e se resinti� do impacto de um par de olhos verdes que o olhavam fixamente- . Ah... quem � seu amigo?
- J.T. - Sunny apoiou uma reconfortante emano sobre o bra�o do Jacob- Apresento a Marco, um velho amigo e companheiro de timbas de p�quer. N�o acredito que
voc� goste de jogar com ele, Marco. � criminal.
Marco n�o tinha nenhuma d�vida disso.
- Tudo bem? - perguntou-lhe, sem atrever-se a lhe dar a m�o.
- Muito bem - Jacob o olhou de cima abaixo, decidido a lhe romper o pesco�o se se atrevia a voltar a beijar ao Sunny.
- J.T. � o irm�o do marido de minha irm�.
- Estraguem - se Marco tivesse levado gravata, a teria afrouxado imediatamente- Er... necessitam uma mesa?
- Absolutamente.
- Reunimo-nos uns quantos l� ao fundo, se querem nos acompanhar.
- De acordo - rep�s Sunny, e olhou ao Jacob- De acordo?
- Sim, claro - j� estava aborrecido consigo mesmo. Para ele, o ci�mes sempre tinham sido uma rea��o emocional, mais que intelectual. Contemplou suas largas
pernas enquanto se abria passo entre as mesas. Uma rea��o inteiramente justificada. Naquele instante, n�o havia nada que lhe parecesse mais l�gico e razo�vel.
Meia d�zia de pessoas saudaram o Sunny por seu nome quando se aproximou da mesa. Como a maior parte das apresenta��es resultou inaud�vel com o estrondo da m�sica,
Jacob simplesmente assentiu com a cabe�a enquanto se sentava.
- Esta ronda a pago eu - anunciou Marco quando conseguiu chamar a aten��o de uma gar�onete- O mesmo - lhe pediu- Mais uma ta�a do Chardonnay para a dama Y...
- arqueando as sobrancelhas, olhou ao Jacob.
- Uma cerveja. Obrigado.
- De nada. Hoje vendi tr�s carros.
- Me alegro - comentou Sunny, e explicou ao Jacob- Marco � vendedor de carros.
- Parab�ns.
- Me as acerto bem. me avise quando quiser comprar algo. Esta semana recebi um lote fant�stico.
Jacob advertiu que a jovem mor�ia que estava sentada ao lado de Marco se aproximava significativamente a ele, lhe ro�ando o bra�o.
- Farei-o
Aliviado de que o novo amigo do Sunny n�o mostrasse j� uma apar�ncia t�o fera como antes, Marco se atreveu a lhe perguntar com tom interessado
- Assim... que carro tem voc�, J. T.?
Um geral rumor de desaprova��o se elevou por toda a mesa. Marco o encaixou, resignado, enquanto se levava um punhado de am�ndoas � boca.
- O que querem que fa�a? � meu trabalho.
- J�. Como o de levar a pobres viejecitas a fazer provas de condu��o para convencer as de que adquiram um carro - brincou algu�m.
- � um meio de vida - sorriu Marco- Nenhum de n�s � cient�fico espacial.
- J.T. sim o �.
- Seriamente? - a morenita aproximou sua cadeira a do Jacob. Tinha uns enormes olhos castanhos... brilhantes de promessas.
- � uma maneira de diz�-lo.
- OH, eu adoro os homens inteligentes.
Divertido, Jacob tomou a cerveja que lhe oferecia a gar�onete e surpreendeu, ao mesmo tempo, o olhar que lhe lan�ou Sunny do outro lado da mesa. Reconheceu-a.
Eram ci�mes. Nada podia hav�-lo agradado mais. Bebeu um bom gole e tolerou resignado a baforada de fuma�a que a mor�ia lan�ou em sua dire��o.
- S�rio?
A jovem n�o deixou de olh�-lo aos olhos enquanto esmagava lentamente seu cigarro.
- OH, sim. A intelig�ncia me atrai muit�ssimo.
- vamos dan�ar - imediatamente Sunny se colocou detr�s do Jacob e o obrigou a levantar- Um bom intento, Sheila - murmurou antes de levar-lhe � pista de baile.
- Assim se chama? Sheila?
Sunny se voltou para ele, elevando o queixo.
- A quem lhe importa como se chame?
- N�o quer que seja am�vel com seus amigos? - p�-lhe as m�os nos quadris. Com os saltos que levava ela, ambos ficavam ao mesmo n�vel.
- N�o - fez uma panela enquanto jogava os bra�os ao pesco�o- Ao menos n�o com os que n�o jogam limpo.
Curioso, Jacob desviou o olhar para a mesa.
- Refere a Sheila?
- Como se n�o o tivesse notado. Por desgra�a, seu coeficiente intelectual est� em propor��o inversa � medida de seu busto.
- Eu prefiro voc�... coeficiente.
- Me alegro - rep�s, sonriendo- Embora n�o posso culp�-la por hav�-lo tentado. � muito bonito. E sexy - lhe mordiscou o l�bio inferior- E inteligente - "e
� meu. Todo meu", acrescentou para si- . me Diga, o que significa a inicial "T"?
- O que "T"?
- a do J.T.
- Nada.
- Algum sentido ter�. Mmmm. Dan�a muito bem.
O saxo da banda estava tocando um blues. Apenas se moviam, encerrados na multid�o de corpos que os rodeava. Desfrutando da car�cia de sua m�o nas costas e a
de seus l�bios no pesco�o, ao Sunny n�o teria importado ficar assim para sempre. Para toda a eternidade.
Jacob podia sentir o roce de suas coxas contra os seus. O vestido de couro se atia a seu corpo como uma segunda pele, e n�o demorou para imaginar-se a si mesmo
tirando-lhe lentamente. Baixou a cabe�a para lhe beijar um ombro nu.
- Cheira maravilhosamente bem. Como um manancial verde no meio do deserto.
Incapaz de resistir, beijou-o nos l�bios. At� perder quase o sentido.
- J. T.?
- Sim?
- N�o estou muito segura, mas acredito que poderiam nos prender por isso.
- Mereceria a pena.
- Vamos a casa. Acredito que as multid�es j� n�o eu gosto tanto como antes.
ficaram no Portland durante uma semana, e Sunny p�de lev�-lo a mais locais noturnos, a centros comerciais, ao cinema. Atribu�a a constante fascina��o que demonstrava
ao feito de que nunca antes tivesse estado no Noroeste. Cada vez que sa�am a alguma parte, era como se ele o estivesse vendo tudo pela primeira vez. E era por isso
pelo que Sunny desfrutava daquelas sa�das como nunca antes o tinha feito.
Quando estavam sozinhos, quando se estremecia de agradar em seus bra�os, dava-se conta de que n�o lhe importava onde pudessem estar... enquanto estivessem juntos.
A cada momento se sentia mais e mais profundamente apaixonada, o qual a enchia de felicidade. Pela primeira vez em sua vida come�ava a pensar em um futuro com um
homem. Um sozinho, o �nico. imaginava passando o resto de sua exist�ncia com ele. imaginava um lar, e meninos. Podia visualizar e escutar as discuss�es, o alvoro�o,
as risadas.
Decidiu que, antes de que passasse muito tempo, falariam sobre isso. E come�ariam a planejar. Jacob se tinha dado o prazo de uma semana. Um punhado de dias
era algo min�sculo frente � imensid�o de tempo e, entretanto, significava tanto para ele... Gravava e registrava tudo o que podia, e entesourava o resto em sua mem�ria.
N�o queria esquecer nem um s� instante.
Mas, quando partisse, como poderia lhe revelar a verdade lhe causando ao mesmo tempo o menor dano poss�vel? Ignorava-o. E o pior era que j� n�o acreditava ter
a coragem e a for�a necess�rios para viver sem o Sunny.
Quando empreenderam a volta � cabana, disse-se que aquilo era o princ�pio do fim. Se aquilo tinha que terminar, e ele n�o via alternativa alguma, terminaria
honestamente. O contaria tudo.
- Est� muito calado - observou Sunny quando enfiaram a larga e acidentada estrada que levava a cabana.
- Estava pensando.
- Bom, isso est� bem, mas levamos cinco horas sem discutir. Isso me tinha preocupada.
- Eu n�o quero discutir contigo.
- Agora sim que tenho motivos para me preocupar - sabia que estava refletindo algo. Algo que lhe inspirava um fundo temor. Deliberadamente procurou adotar um
tom de voz alegre, desenvolto- N�o demoraremos para chegar. Uma vez que te encontre apanhado na cabana, conduzindo lenha e todo isso, voltar� a ser o resmung�o de
sempre.
- Sunny, temos que falar.
- De acordo - tinha os nervos a ponto de estalar quando estacionou diante da cabana- Antes ou depois de que descarreguemos as coisas?
- Agora - tinha que ser ent�o. Tomou uma m�o e pronunciou as primeiras palavras que lhe vieram � cabe�a- . Quero tanto...
O n� de terror que Sunny sentia na boca do est�mago se afrouxou um tanto.
- Acredito que nunca voltaremos a discutir se segue me dizendo estas coisas - se aproximou para beij�-lo na bochecha. Foi ent�o quando advertiu que sa�a fuma�a
da chamin�- Jacob, h� gente na cabana.
- O que?
- Na cabana - viu que se abria a porta- . Libby! - soltando uma gargalhada de gozo, baixou a toda pressa do todoterreno- Libby, deste-me um susto de morte!
- abra�ou-a emocionada- Hey! Que mor�ia est�!
- Em Bora-bora esquenta muito o sol - Libby beijou a sua irm� nas bochechas- Quando retornam ontem � noite, ao princ�pio pensamos que te tinha escapado para
n�o nos ver.
- OH, solo foi uma breve viagem ao mundo real para recarregar as baterias.
A risada do Libby era poda e clara. notava-se que conhecia muito bem a sua irm� pequena.
- Isso mesmo foi o que lhe disse eu a Cal. Todos seus livros seguiam aqui - de repente tomou as duas m�os com for�a, comovida- OH, Sunny, me alegro tant�simo
de verte. N�o posso esperar mais para lhe dizer isso Eu... - de repente um movimento captou sua aten��o, e viu o Jacob descendo do todoterreno. Quando seus olhares
se encontraram, o sorriso se apagou rapidamente de seus l�bios.
- O que acontece? OH - sonriendo, Sunny se voltou- Adivinha quem se deixou cair por aqui. Jacob, o irm�o de Cal.
- Sei - de repente, Libby teve a sensa��o de que o estou acostumado a tinha cedido sob seus p�s. Tinha visto aquele rosto antes, no retrato que Cal tinha conservado
em sua nave. olharam-se o um ao outro durante uns segundos, em sil�ncio. "veio a levar-se a Cal", pensou enquanto afogava o grito de protesto que lhe subiu pela
garganta.
Jacob compreendeu que estava aterrada. E em seu interior se removeu algo que procurou ignorar, teimoso. N�o sentiria piedade por ela. N�o pensaria naquela mulher
mais que como um obst�culo que impedia a volta de seu irm�o a casa.
- Como que sabe? - instintivamente, Sunny rodeou os ombros de sua irm� com gesto protetor. Detectava algo estranho entre eles. E ela era qu�o �nica n�o estava
no secreto- Libb, est� tremendo. N�o deveria ficar parada aqui fora, sem casaco. Vamos dentro. E seu tamb�m, J.T.
- Estou bem - estremecida, Libby entrou na cabana e aproximou suas m�os geladas ao fogo da chamin�. Nenhuma fonte de calor f�sico poderia abrigar seu tremente
cora��o. N�o voltaria a olh�-lo, n�o at� que tivesse recuperado m�nimamente o controle. Durante todo o tempo, o germe do medo tinha estado habitando em um remoto
rinc�o de sua mente. Durante todo o tempo tinha sabido que algum dia iriam por ele. Mas n�o tinha imaginado que fora a ser t�o logo. Dispunham de t�o pouco tempo...
"O tempo", refletiu com amargura. Uma palavra que tinha aprendido a odiar.
Sunny permanecia de p� entre um e outro, perplexa. A tens�o na min�scula sala era t�o densa que teria podido cortar-se com uma faca.
- Muito bem - olhou as r�gidas costas do Libby e logo a p�trea express�o do Jacob, n�o sabendo a quem dirigir-se primeiro- . Importaria a algu�m me dizer o
que � o que est� passando?
- Hey, Libby, se tiver sido essa irm� t�o sexy que tem, eu gostaria de lhe dizer que...
Descal�o, e com a sudadera rota, Cal saiu da cozinha. Todo mundo se voltou para olh�-lo. O sorriso lhe gelou na cara. Todo mundo ficou paralisado onde estava,
como se o tempo se deteve de repente.
- J.T. - pronunciou com uma voz que era pouco mais que um sussurro, enquanto a alegria e a incredulidade batalhavam em seu interior- . J.T. - repetiu. Logo,
soltando uma exclama��o de j�bilo, correu a abra��-lo- OH, Meu deus, Jacob! � voc� de verdade!
Libby ficou olhando-os at� que as l�grimas lhe nublaram a vista e teve que voltar-se. Sunny, em troca, estava radiante de alegria. O reencontro dos dois irm�os.
Era maravilhoso ver tanta ternura e emo��o no rosto do Jacob.
- N�o posso acredit�-lo - murmurou Jacob, escrutinando, devorando seu rosto
- Como chegaste? - Jacob seguia agarrando o dos bra�os, necessitado de seu contato, de sentir que era real e que estava ali, com ele.
- Da mesma maneira que voc�, mas com algo mais de delicadeza. Tem bom aspecto - de alguma forma, tinha esperado encontrar a Cal p�lido, magro e cansado de andar
brigando com o s�culo vinte. Mas, em lugar disso, tinha uma apar�ncia absolutamente saud�vel. E feliz.
- Voc� tamb�m - deixou de sorrir- . E mam�e e papai? Como est�o?
- Bem.
Cal assentiu. Aquela era uma dor com o que tinha tido que aprender a viver.
- Recebeu minha mensagem. N�o podia estar seguro.
- Recebemo-lo - afirmou Jacob.
- Ent�o j� conhece o Libby - o arrependimento se evaporou de repente. Voltando-se, tendeu a m�o a sua mulher. Ela n�o se moveu.
- Sim, conhecemo-nos - Jacob assentiu com a cabe�a e esperou a que ela desse o primeiro passo.
- Suponho que os dois ter�o muitas coisas que falar - pronunciou Libby, recorrendo a toda sua for�a de vontade para manter um tom de voz firme, sereno.
- Libby - murmurou Cal enquanto se aproximava dela, e lhe acariciou a bochecha at� que levantou o olhar para ele. Em seus olhos viu tanto amor como medo- .
N�o.
- Estou bem - rep�s- Tenho algumas costure que fazer acima. Assim poder�o falar os dois tranq�ilamente - olhou ao Jacob- Sei o muito que lhes sentistes falta
de.
E, voltando-se, subiu apressada as escadas. depois de ver desaparecer a sua irm�, Sunny olhou o rosto s�rio de Cal e o mal-humorado do Jacob.
- Insisto: que diabos est� acontecendo aqui?
- V� com ela, quer? - p�-lhe uma m�o no ombro- . N�o quero que fique sozinha.
- De acordo - j� podia dar-se conta, com solo olh�-los, de que no momento n�o ia conseguir nenhuma explica��o satisfat�ria. Assim tentaria tirar-lhe ao Libby.
Cal esperou at� que Sunny terminasse de subir as escadas. Enfrentando-se de novo a seu irm�o, leu a f�ria, a paix�o e a dor em seus olhos.
- Temos que falar.
- Sim.
- Aqui n�o - declarou. Pensava em sua mulher.
- N�o, aqui n�o - Jacob, a sua vez, pensou no Sunny- Iremos a minha nave.

Sunny se deteve na porta do dormit�rio. Suspirando profundamente, abriu-a. Libby estava sentada no bordo da cama, as m�os entrela�adas no rega�o. N�o chorava.
As l�grimas n�o teriam sido t�o dilaceradoras como o desespero que trasluc�a seu rosto.
- Carinho, o que acontece?
Libby acreditava estar vivendo um sonho. Um pesadelo. Elevou o olhar.
- Quanto tempo leva aqui?
- Umas tr�s semanas - Sunny se sentou na cama e tomou as m�os entre as suas- me Fale. Eu acreditava que foste p�r te muito contente de conhecer irm�o de Cal.
- E o estou... por ele - esperando que isso fora verdade, levou-se uma m�o ao est�mago- Te explicou por que est� aqui? Contou-te de onde vem?
- Claro - assombrada, sacudiu-a brandamente dos ombros- V�o, Libby, volta em ti. Pode que J.T. tenha uma apar�ncia um tanto �spera, mas n�o � nenhum monstro.
Simplesmente esteve muito preocupado por Cal, e possivelmente um tanto do�do de que seu irm�o te escolhesse e se estabelecesse aqui.
- OH, Deus - incapaz de permanecer sentada, Libby se levantou para aproximar-se da janela. Ouviu o ru�do de um motor e viu o todoterreno desaparecer no bosque-
Eu o teria deixado ir - pronunciou em voz baixa, e fechou os olhos- . Nnaquele tempo naquele tempo estava preparada para faz�-lo. N�o podia lhe pedir que renunciasse
a sua fam�lia, a sua vida. Mas agora n�o posso deix�-lo partir. N�o o permitirei.
- aonde partiria?
Libby apoiou a frente no frio cristal da janela.
- Jacob tem que te haver contado o terrivelmente complicado que � tudo isto.
Levantando-se, Sunny se reuniu com sua irm� e lhe p�s as m�os sobre os ombros. Deixava-os tensos, como cabos de a�o. Come�ou a lhe dar uma massagem para relax�-los.
- Cal � uma pessoa adulta, Libby, e o de ficar aqui foi elei��o dela. J.T. simplesmente tem que aceit�-lo.
- Mas o aceitar�?
- A primeira vez que chegou aqui, J.T. estava furioso e ressentido. Simplesmente n�o era capaz de entender os sentimentos de Cal. Mas as coisas trocaram. Para
ele e para mim.
Lentamente, Sunny se voltou para ela. O que havia no cora��o de sua irm� estava claramente escrito em seus olhos. Sentiu uma pontada de p�nico.
- OH, Sunny...
- Hey, n�o me olhe assim - sorriu- . Estou apaixonada, n�o doente terminal.
- O que vais fazer?
- vou voltar com ele.
Soltando um inarticulado gemido, Libby a abra�ou. Desesperada-se.
- Pelo amor de Deus, Libby, est�-te pondo t�o dram�tica como Jacob. Solo se trata da Filadelfia. Est�-te comportando como se fora a me instalar em Plut�o.
- N�o h� col�nias humanas em Plut�o. - Reprimindo uma gargalhada, Sunny se apartou.
- Bom, ent�o suponho que ter� que descartar essa possibilidade. Teremos que nos conformar alugando um apartamento na Filadelfia.
Libby olhou fixamente ao Sunny, e sua express�o foi trocando pouco a pouco. As l�grimas que antes tinham brilhado em seus olhos se secaram.
- N�o o entende, verdade?
- Entendo que amo ao J.T. e que ele me ama . Ainda n�o falamos a s�rio de um compromisso duradouro, mas solo � quest�o de tempo - se interrompeu, receosa- Libby,
por que me est� olhando agora como se queria me retorcer o pesco�o?
- O tua n�o - a voz do Libby tinha recuperado sua firmeza. Talvez fora a de car�ter mais apraz�vel das duas, mas quando a gente a que amava se via amea�ada,
at� a rainha das amazonas teria empalidecido a seu lado- . O muito canalha...
- Perd�o?
- Hei dito que � um canalha.
- Escuta, Libby...
Negou com a cabe�a. N�o estava disposta a que a interrompessem agora.
- Disse-te que te amava?
Sunny suspirou, a ponto de perder a paci�ncia.
- Sim.
- E te deitou com ele.
- estiveste tomando li��es com papai? - perguntou-lhe, entrecerrando os olhos.
- Claro que te deitaste com ele - murmurou Libby, caminhando de um lado a outro da habita��o- . Te apaixonou, deitou-se contigo, e nem sequer teve a dec�ncia
de lhe dizer isso Cuando Cal entr� en el puente de la nave, se vio invadido por una oleada de nostalgia. Las aeronaves de carga que sol�a pilotar siempre hab�an
satisfecho su pasi�n por el vuelo, pero aquella era especial. Incapaz de resistirse, desliz� los dedos por la mesa de controles.
- me dizer o que?
- Que Cal e ele procedem do s�culo vinte e tr�s.
No meio do s�bito sil�ncio que seguiu a aquelas palavras, Sunny a olhou de marco em marco. "Muito sol", pensou imediatamente. Seu pobre irmana se chamuscou
o c�rebro em Bora-bora. Lentamente se aproximou dela.
- Lib, quero que te tombe agora mesmo enquanto eu te trago um trapo frio para a cabe�a.
- N�o - ainda furiosa, negou com a cabe�a- Sente-se voc� enquanto eu te trago um brandy. me acredite, vais necessitar o.

Quando Cal entrou na ponte da nave, viu-se invadido por uma quebra de onda de nostalgia. As aeronaves de carga que estava acostumado a pilotar sempre tinham
satisfeito sua paix�o pelo v�o, mas aquela era especial. Incapaz de resistir, deslizou os dedos pela mesa de controles.
- � uma beleza, J.T. Um novo modelo?
- Sim. Pensei que era prefer�vel desenh�-la especificamente para esta viagem. Tivemos que fazer alguns ajustes para melhorar sua capacidade de manobra e de
resist�ncia ao calor.
- eu adoraria pilot�-la, para ver o que � capaz de fazer.
- Adiante - Cal p�s-se a rir.
- N�o ter�amos mais que voar algumas centenas de quil�metros para sair na capa do National Enquirer.
- O que � isso?
- Ter� que v�-lo por ti mesmo - resistente, separou-se da mesa de controles e da tenta��o que entranhava. De novo contemplou ao Jacob, detendo-se em cada rasgo-
meu Deus, me alegro tanto de verte...
- Como p�de faz�-lo, Cal?
- � uma larga hist�ria - suspirando, sentou-se no assento do piloto.
- Li o informei.
- H� coisas que n�o podem registrar-se em um relat�rio. Voc� a viu.
- Sim, vi-a.
- A amo, J.T. N�o sabe quanto a amo.
Jacob sentiu uma pontada de compaix�o, que imediatamente se esfor�ou por ignorar. Naquele momento n�o queria pensar no Sunny.
- Acredit�vamos que estava morto. Seis meses.
- Sinto muito.
- Sente-o? - Jacob se voltou para contemplar a paisagem nevada pela tela- Cinco meses e vinte e tr�s dias depois de que lhe d�ssemos por perdido, sua nave aterrissou
a uns sessenta quil�metros da base McDowell, no Baixem. Vazia. Recuperamos seus informe - olhou a seu irm�o-E tubo que ver sofrer outra vez a mam�e e a papai, rasgados
pela dor.
- Queria que soubessem onde estava. E por que. J.T., eu n�o planejei isto. Voc� viu o jornal da bordo.
- Sim, vi-o - esticou a mand�bula- Calculei as probabilidades que teria tido de sair daquele buraco negro de uma pe�a. N�o havia nenhuma - pela primeira vez,
sorriu- Sempre foste um piloto condenadamente bom, Cal.
- J�, mas n�o pode introduzir a m�o do destino no banco de dados de um ordenador - durante os �ltimos meses, tinha refletido muito sobre aquele epis�dio- o
do Libby estava escrito, J.T. Pode calcular o que acontecer� o pr�ximo mil�nio, e isso n�o trocar�. Por muito que te queira, n�o posso retornar e abandon�-la.
J.T. olhou-o em sil�ncio. Mais que compreender o que tinha passado, odiava-o. Semanas antes, t�o solo umas semanas antes, teria discutido com Cal, lhe teria
gritado, haveria-lhe inclusive obrigado a retornar com ele. N�o lhe teria dado elei��o.
- Tanto te ama?
A sombra de um sorriso apareceu nos l�bios de Cal.
- Ela nunca me pediu que ficasse. De fato, fez todo o poss�vel para me ajudar a preparar a viagem de volta. Inclusive me pediu que a deixasse me acompanhar.
Teria sido capaz de renunciar a tudo.
- Mas, em vez disso, ficou aqui. Foi voc� quem terminou renunciando a tudo.
- Crie que me resultou f�cil tomar essa decis�o? - perguntou-lhe Cal. levantou-se como uma mola da cadeira, furioso e frustrado de uma vez- � o mais dif�cil
que tenho feito em toda minha vida. Maldita seja, n�o tinha elei��o. N�o sabia se a nave ag�entaria, e n�o podia arriscar sua vida. Estava preparado para arriscar
a minha, mas n�o a sua. E n�o podia deix�-la. Era imposs�vel.
Jacob n�o queria compreend�-lo. Mas o compreendia.
- Passei-me dois anos inteiros aperfei�oando o mecanismo da viagem tempor�ria, desenhando a nave, preparando-o tudo. N�o vou afirmar que mais trabalho, mais
estudos, n�o tenham sido necess�rios, mas o consegui sem maiores problemas. O fator de �xito foi de noventa por cento. Volta para casa comigo, Cal. E com ela.
Cal contemplava em sil�ncio a paisagem nevada. Durante o �ltimo ano tinha aprendido muitas coisas. E a li��o mais importante era que a vida n�o era t�o singela.
As decis�es como aquela n�o podiam tomar-se � ligeira.
- H� outro dado que n�o consideraste, J.T. Libby est� gr�vida.

11

Sunny n�o dizia nada. Durante a �ltima meia hora, tinha passado de acreditar que sua irm� padecia um caso n�o muito grave de insola��o a perguntar-se se n�o
teria se tornado completamente louca.
O s�culo vinte e tr�s. Buracos negros. Naves espaciais. Finalmente se tinha sumido em um assombrado sil�ncio enquanto Libby lhe relatava a hist�ria de uma miss�o
a Marte e da trope��o de Cal com um buraco negro que, por meio de uma curiosa combina��o de sorte, habilidade e a misteriosa m�o do destino, tinha-o disparado atrav�s
do tempo para as postrimer�as do s�culo vinte.
E o aturdido e confundido Cal, um acostumado piloto intergal�ctico aficionado � poesia, teria se convertido em um viajante do tempo. Viajar atrav�s do tempo.
"OH, Meu deus", exclamou para si. Recordava claramente o leve sorriso que tinha visto desenhar-se nos l�bios de Cal quando lhe falou de seus atuais experimentos.
Mas isso n�o queria dizer que... N�o. Aspirou profundamente, decidida a dominar sua desatinada imagina��o.
Tinha que tratar-se de algum tipo de brincadeira. A gente n�o viajava, acidentalmente ou n�o, atrav�s do tempo. Jacob era da Filadelfia, recordou-se enquanto
tomava outro gole de brandy. Era um cientista algo exc�ntrico, isso era tudo.
- N�o me crie - pronunciou Libby com um suspiro. "Tenha muito cuidado e muita paci�ncia", ordenou-se Sunny, passando uma m�o pelo cabelo. Isso era o que precisamente
necessitava sua irm� naqueles momentos.
- Carinho, vamos mais devagar...
- Crie que me estou inventando isso.
- N�o sei muito bem o que acredito. De acordo, est� tentando me dizer que Cal era um antigo capit�o de... como era?
- For�a Internacional Espacial.
- Isso. E que se estrelou com sua nave no bosque depois de ter uma topada com um buraco negro.
Sunny tinha esperado que, ao escutar seu pr�prio relato de seus l�bios, sua irm� pudesse dar-se conta do muito absurdo que soava. Mas Libby se limitou a assentir.
- Exatamente
- Exatamente - Sunny o tentou de novo- . E que, depois, Jacob, atrav�s de m�dios mais aperfei�oados, seguiu sua mesma rota atrav�s do tempo para poder visitar
seu irm�o.
- Quer levar-se o de volta. Vi-o em seus olhos.
A tristeza que refletia a express�o do Libby a comoveu profundamente.
- Cal te ama - tomou uma m�o- . Nada do que fa�a ou n�o fa�a J.T. poder� trocar isso.
- N�o, mas... Sunny, � que n�o te d� conta? Ele n�o veio aqui movido por um simples impulso. deveu que ter trabalhado durante meses, anos incluso, para encontrar
a maneira de vir. Quando um homem se obceca com algo...
- De acordo - a interrompeu- . N�o veio aqui por um simples impulso. Por raz�es que ainda n�o fui capaz de entender, desgosta-lhe terrivelmente que Cal se casou
contigo e decidido viver no Oreg�n.
- N�o � sozinho Oreg�n - lhe espetou Libby- . � o Oreg�n do s�culo vinte.
- Hey, tranq�ila, carinho. Sei que est� alterada, mas...
- Alterada? Pois claro que estou alterada. Esse homem empreendeu uma viagem atrav�s do tempo e retrocedido mais de duzentos anos, de modo que n�o pensa voltar-se
sem Cal.
Sunny se deixou cair na cama, derrotada.
- Libby, tem que voltar em ti. Voc� � a mais sensata das duas, recorda? Tem que te dar conta de que tudo isto � um absurdo.
- Bem - decidiu seguir uma t�tica distinta- Pode me assegurar, com toda sinceridade, que n�o notaste nada estranho no J.T.? - elevou uma m�o antes de que Sunny
pudesse responder- N�o estou falando de uma excentricidade, mas sim de um pouco realmente estranho.
- Bom, eu...
- Ah - tomando a vacila��o de sua irm� por uma amostra de assentimento, insistiu ainda mais- Como chegou at� aqui?
- N�o sei o que quer dizer.
- Chegou em algum carro? Eu n�o vi nenhum.
- N�o, n�o veio em um carro. Veio... - de repente come�aram a lhe suar as m�os- Chegou caminhando do bosque.
- Caminhando do bosque - assentiu Libby, sombria- No inverno.
- Lib, reconhe�o que J.T. � um pouco estranho.
- Do tipo dos que ficam deslumbrados ou surpreendidos com as coisas mais simples e ordin�rias?
Sunny se lembrou do grifo da pia.
- Bom... sim.
- Do tipo dos que n�o entendem a express�o coloquial mais comum?
- Isso tamb�m, mas... Libby, o fato de que tenha essas raridades n�o significa que seja forzosamente um extraterrestre.
- Um extraterrestre n�o - a corrigiu Libby com tom paciente- � t�o humano como voc� ou como eu. Solo que procede do s�culo vinte e tr�s.
- S� isso?
- Tenho uma maneira muito mais singela de lhe convencer - se levantou e a tirou da m�o- Aconte�a o que aconte�a em um futuro entre Cal e eu, solucionaremo-lo
juntos. Mas voc� tem que compreend�-lo tudo. Tudo. Somente estou fazendo isto porque tem direito ou seja em que confus�o te colocaste.
Sunny assentiu em sil�ncio. N�o se atrevia a falar, porque uma grande parte do que lhe havia dito Libby tinha horr�veis reflexos de sentido. E tinha medo, muito
medo.
Do fundo de uma gaveta de seu escrit�rio Libby tirou o que parecia claramente um rel�gio. Sob o atento olhar do Sunny, conectou-lhe um cabo e juntou o outro
extremo ao ordenador.
- V�em ver isto - lhe disse depois de acender o aparelho. Receosa, Sunny se aproximou.
- Que diabos �?
- � a unidade de bracelete de Cal. Um computador.
- Processando.
Sunny deu um coice para ouvir aquela voz met�lica.
- Como tem feito isso?
- Com uma mescla de tecnologia do s�culo vinte e do vinte e tr�s.
- Mas... mas... mas...
- Ainda n�o viu nada - lhe advertiu Libby, e se dirigiu de novo � tela- . Ordenador, quero a informa��o de arquivo sobre o Jacob Hornblower.
- Hornblower, Jacob, nascido na Filadelfia, 12 de junho de 2224. Astrof�sico, atualmente respons�vel pelo departamento AP do Laborat�rio Durnam, Filadelfia.
Graduado na Universidade de Princeton com sobressalente cum sentencie em 2242, licenciado em Direito em 2244. Status AAA. Doutorado em Astrof�sicas em 2248. participou
da Liga de Beisebol Intergal�ctico MVP como lan�ador. ERA 1.28.
Sunny reprimiu uma gargalhada hist�rica.
- Para.
O ordenador ficou em sil�ncio. lhe tremendo as pernas, Sunny retrocedeu at� derrubar-se na cama.
- Ent�o � certo.
- Sim. Respira profundo v�rias vezes - lhe aconselhou Libby- Se necessita tempo para assimil�-lo.
- Disse-me que estava fazendo experimentos com viagens tempor�rias - de puro nervosismo, sentiu umas incontenibles ganha de rir- Isto sim que � bom - fechou
os olhos. disse-se que aquilo tinha que ser um sonho, um rid�culo sonho. Mas quando voltou a abri-los, tudo seguia igual. Ouviu o ru�do da porta principal ao fechar-se,
e se levantou como uma mola- . vou esclarecer isto com ele. Agora mesmo.
- por que n�o ...? - Libby se interrompeu ao ver que sua irm� passava de comprimento a seu lado- N�o importa - e se sentou na cama enquanto ela baixava as escadas
a toda pressa.
Mas era Cal quem tinha entrado na cabana, n�o Jacob.
- Onde est�? - perguntou-lhe Sunny.
- Est�... er, fora. Est� Libby acima?
- Sim - com as pernas separadas e uma express�o desafiante nos olhos, bloqueou-lhe o passo �s escadas- . Est� muito alterada.
- N�o tem por que.
Como o que viu em seu olhar resolvia algumas de suas d�vidas, relaxou-se um tanto.
- Me alegro de que te tenha dado conta de que � um parvo com sorte, Caleb.
- Eu tamb�m te quero.
Em um impulso, beijou-o em uma bochecha. "Depois", decidiu. Depois pensaria sobre tudo aquilo. E provavelmente se voltaria louca. Mas agora tinha algo que fazer.
- Quero saber onde est� esse verme que tem por irm�o. E n�o tente me deter. Libby me contou isso tudo.
Mas Cal preferia mostrar-se prudente.
- O que � o que te contou? - Sunny o olhou, inclinando a cabe�a:
- � muito tarde para te dar a bem-vinda ao s�culo vinte?
- N�o - sorriu- . J.T. est� em sua nave. A uns cinco quil�metros para o Nordeste. Solo tem que seguir os rastros do todoterreno - a sujeitou de um bra�o antes
de que pudesse O partir aconteceu muito mal, Sunny. Eu lhe tenho feito muito dano.
- N�o tanto como o que lhe vou fazer eu.
disp�s-se a acrescentar algo, mas recordou que Jacob sempre tinha sido capaz de cuidar de si mesmo. Assim subiu a ver sua mulher.
Libby seguia ainda sentada na cama, olhando sem ver a paisagem que se divisava pela janela. Tinha uma express�o tranq�ila, com as m�os entrela�adas sobre o
rega�o como se queria proteger a vida que se estava desenvolvendo em seu interior. Olhando-a, Caleb pensou que jamais amaria a ningu�m como a aquela mulher.
- Ol�.
- Ol� - deu um coice, for�ando um sorriso- Hoje tenho um dia muito ocupado - se levantou antes de que ele pudesse dizer algo- . Tenho d�zias de coisas que fazer.
Ainda n�o terminei que desfazer a bagagem e para esta noite quero preparar um jantar especial...
- Espera um momento - a tirou dos bra�os, lhe impedindo de escapar, e a atraiu brandamente para si- Te amo, Libby.
- Sei - apoiou a cabe�a sobre seu ombro.
- N�o, n�o acredito que saiba - lhe elevou delicadamente o rosto para olh�-la aos olhos- Como pudeste pensar que poderia partir ?N�o me parti ent�o nem o farei
agora.
Libby se limitou a sacudir a cabe�a, em sil�ncio.
- Sente-se - murmurou ele.
- Caleb, n�o sei o que lhe dizer - se sentou, retorcendo-as m�os- Imagino como deve te sentir, tendo a seu irm�o aqui quando j� tinha feito � id�ia de n�o voltar
a v�-lo. te recordando com sua presen�a todo aquilo ao que renunciaste, a gente que deixaste atr�s...
- terminaste?
Sua �nica resposta foi um triste encolhimento de ombros.
- J.T. deu-me uma c�pia da carta que encontrou quando esteve desenterrando nossa c�psula do tempo - se sentou a seu lado- . N�o a leu. Ainda segue em seu sobre.
- Como p�de consegui-la se ainda est� em... - interrompeu-se, rendo-se de si mesmo- Uma est�pida pergunta.
- Voc� a p�s na c�psula para que eu pudesse l�-la quando retornasse.
Tirou a carta do bolso e Libby a olhou assombrada. Tinha o mesmo aspecto que quando a meteu na caixa, e mesmo assim... o papel era diferente, advertiu nada
mais toc�-la. Mais grosso, mais forte. E, acrescentou para si mesmo, provavelmente n�o era papel. Ao menos o tipo de papel no que ela estava pensando.
- Quando voltava da nave do J.T., detive-me para l�-la-a tirou do sobre- Se tivesse estado o suficientemente louco para te deixar, isto me teria feito voltar.
Outra vez.
- supunha-se que n�o era essa a inten��o.
- Sei - tomou uma m�o e a levou aos l�bios- Por isso significa tanto para mim. Lembra-te do que escreveu?
- Algo.
- vou ler te uma parte - baixou o olhar � carta- Queria que soubesse que, em meu cora��o, sempre quis que estivesse no lugar ao que pertencia. Ali onde te correspondesse
estar. Foi sincera quando escreveu isto?
- Sim.
- Ent�o suponho que te alegrar� de saber que estou exatamente no lugar ao que perten�o, no que me corresponde estar - enquanto lhe semeava o rosto de beijos,
fez-a tombar-se brandamente na cama- Contigo.
Sunny n�o teve maior problema em encontrar os rastros do todoterreno. Umas levavam a cabana e as outras em dire��o contr�ria. Com express�o sombria agarrou
com for�a o volante, com a mente em branco.
N�o queria pensar. Ainda n�o. Uma vez que come�asse a faz�-lo, seria como lan�ar-se por um abismo. Certamente sempre tinha tido uma grande afei��o pelo incomum,
pelo ins�lito... mas aquilo era j� muito.
Quando divisou a nave, instalada comodamente em um leito de neve, freou de repente. Parecia t�o grande como uma casa. Imaginou que ainda devia ser a metade
de grande que o cargueiro que tinha pilotado Cal. Provavelmente de linhas mais elegantes, mais chamativas. Sua polida superf�cie branca refletia os raios do sol.
Distinguiu o que parecia ser uma janela que rodeava a proa. E, sem f�lego, viu o Jacob aparecendo a ela para olh�-la.
O fato de ver o Jacob dentro daquele aparelho, dentro de algo que nem sequer devia existir, transformou seu estupor em f�ria. Desceu do todoterreno e se dirigiu
decididamente para a nave.
Jacob ativou um mecanismo e a porta se abriu, adiantando ao mesmo tempo uma escalerilla de acesso. Sunny subiu por ela, j� n�o t�o decidida. Tendeu-lhe uma
m�o para ajud�-la a entrar.
- Sunny, eu... - mas o que tinha pensado dizer ficou bruscamente interrompido pelo impacto de um punho em sua mand�bula. cambaleou-se para tr�s, aturdido, at�
cair em coberta.
Sunny se ergueu sobre ele, col�rica.
- te levante, miser�vel covarde, para que possa voltar a te pegar.
Jacob ficou sentado no ch�o por um momento, esfregando-a mand�bula. N�o lhe importava o golpe; de fato, o tinha esperado. Mas n�o gostava que o chamassem covarde.
Baixo essas circunst�ncias, entretanto, seria melhor que a deixasse desafogar-se um pouco.
- Est� zangada.
- Zangada? - vaiou entre dentes- . vou demonstrar te se o estiver ou n�o... - e como evidentemente n�o parecia disposto a levantar-se, equilibrou-se para ele.
Jacob encaixou outro golpe antes de que pudesse lhe agarrar as duas m�os.
- Maldita seja, Sunny, para j�. vou ter que te fazer danifico.
- me fazer danifico? - cega de f�ria, lutou tudo o que p�de enquanto Jacob conseguia situar-se em cima dela. Mas nessa ocasi�o seu joelho tomou despreparado
e fez impacto no ponto mais vulner�vel de seu corpo.
Sem f�lego, derrubou-se sobre ela.
- te tire de cima, canalha.
Se sua vida tivesse dependido disso, tampouco teria podido mover-se. A dor, merecido ou n�o, lhe disparava da entrepierna at� o c�rebro. Sua �nica defesa consistia
em seu peso.
- Sunny... - ofegou- . Voc� ganha.
A luta tamb�m tinha consumido as for�as do Sunny. N�o queria que ele soubesse o muito d�bil e indefesa que se sentia. Tensa a mand�bula, rezou para que n�o
lhe tremesse a voz.
- Hei dito que te tire de cima.
- Farei-o, logo que me assegure de que n�o estou morto - levantou a cabe�a.
Viu ent�o que estava chorando. Grandes e silenciosas l�grimas rodavam por suas bochechas. Mais afetado por elas que pelo golpe recebido, sacudiu a cabe�a.
- N�o - as enxugou, mas seguiu chorando- . Maldita seja, Sunny, n�o chore.
- te aparte.
Rodou a um lado, decidido a deix�-la s� at� que se recuperasse. Mas antes de que pudesse dar-se conta disso j� a tinha estreitado entre seus bra�os, lhe acariciando
meigamente o cabelo.
- N�o me toque - estava tensa e r�gida. A f�ria e a humilha��o batalhavam ferozmente em seu interior- N�o quero que me toque.
- Sei. Mas n�o posso evit�-lo.
- Mentiu-me.
- Sim - lhe beijou o cabelo- . O sinto.
- Aproveitou-te de mim.
- N�o. Voc� sabe t�o bem como eu.
- N�o te conhe�o - tentou apartar-se, mas ele a abra�ou com mais for�a. Bruscamente jogou os bra�os ao pesco�o, enterrando o rosto em seu peito- Te odeio. Odiarei-te
enquanto viva.
As l�grimas n�o corriam j� em sil�ncio, a n�o ser a golpe de solu�o. Jacob n�o falava, n�o tinha nada que lhe dizer a aquela mulher que lhe tinha metido na
alma. Compreendia � mulher forte que acabava de golpe�-lo, sabia enfrentar-se � mulher que lutava, resistia, atacava. Mas aquela outra que solu�ava desesperadamente
em seus bra�os... era um mist�rio. Indefesa, fr�gil, desenganada. E dessa Sunny tamb�m se apaixonou.
aferrava-se a ele, odiando-se a si mesmo. Queria lhe pegar, castig�-lo por lhe haver quebrado o cora��o, mas solo podia abra��-lo e aceitar assim o consolo
que lhe estava oferecendo.
Brandamente Jacob a levantou em bra�os. Precisava consol�-la, proteg�-la, am�-la. Queria acarici�-la at� lhe secar as l�grimas, balan��-la at� que deixasse
de tremer e de sofrer. E por cima de tudo ansiava lhe demonstrar que, de todas as coisas que tinha feito, apaixonar-se por ela tinha sido a mais importante.
Sunny n�o podia evit�-lo, embora se desprezava a si mesmo por cada l�grima que estava derramando. Era incapaz j� de lutar contra ele. Jacob a levou a sua cabine,
onde a luz era mais t�nue. A cama era de �gua, coberta com len��is cor azul p�lida. As paredes tamb�m eram azuis. Com ela em bra�os, tombou-se na cama.
Quando os solu�os come�aram a minguar, semeou-lhe o rosto de beijos, da t�mpora at� a boca. Ainda lhe tremiam os l�bios. Recha�ando seu beijo, Sunny se voltou
e lhe deu as costas.
- Sunny - lhe acariciou um ombro- . Por favor, me fale.
N�o se incomodou em lhe retirar a m�o. Simplesmente ficou olhando a parede, ensimismada.
- Sinto-me como uma est�pida. Chorando em seu ombro depois do que me tem feito.
- Eu nunca quis te fazer danifico.
- Mentir � fazer mal.
- Eu n�o te menti. Somente n�o te disse a verdade - podia ver a l�gica de seu comportamento, precisava v�-la. Mas duvidava que ela pudesse- . Hoje mesmo lhe
ia contar isso tudo.
Sunny esteve a ponto de soltar uma sarc�stica gargalhada.
- Ainda seguem usando esse velho truque no s�culo vinte e tr�s? - havia-o dito em voz alta. No s�culo vinte e tr�s. E se encontrava em uma aeronave espacial
com um homem que n�o teria nascido at� muito depois de que ela tivesse morrido. Teria preferido acreditar que todo aquilo era um sonho, mas a dor era muito real.
- Devi buscar a meu irm�o - confessou Jacob- Nunca acreditei que terminaria me relacionando contigo, me apaixonando por ti. Tudo aconteceu t�o r�pido...
- E eu estava presente, lembra-te?
- me olhe.
Mas Sunny negou com a cabe�a.
- Simplesmente esque�amo-lo, J.T. Um homem como voc� provavelmente se cria com direito a enredar-se com uma mulher n�o em cada porto... a n�o ser em cada s�culo.
- Hei dito que me olhe - esgotada sua paci�ncia, fez-a voltar-se- Eu te amo.
Aquelas palavras pareceram debilitar a resolu��o do Sunny. Sua �nica defesa era o furor.
- Parece que a defini��o de amor trocou com o curso do tempo. N�o perca o tempo. Arrumarei-me isso perfeitamente.
- Querer� me escutar?
- N�o importa o que queira me dizer.
- Ent�o n�o te far� mal ouvi-lo.
Sunny negou energicamente com a cabe�a. Agora que j� tinha deixado de chorar, estava lista para enfrentar-se novamente com ele.
- Voc� nunca pretendeu ficar comigo, construir uma vida comigo. Para ti o nosso somente foi um acerto tempor�rio. Mas n�o posso te culpar por isso. Voc� nunca
me prometeu nada, solo te deixou levar, � certo. Em qualquer caso, eu sou a respons�vel por meus pr�prios sentimentos e te detesto por n�o ter sido sincero desde
o come�o.
- Era muito complicado. N�o sabia como foste reagir...
- sup�e-se que os cientistas fazem experimentos. E voc� o �, n�o?
- Sim. De acordo. O fato � que, quando estava contigo, n�o queria pensar em nada nem em ningu�m exceto em ti - quando lutou para voltar-se, manteve-a quieta
onde estava- Queria sinceridade, n�o? Pois me escute. Ao princ�pio fiz o que fiz porque n�o tinha outro rem�dio. N�o podia me deter. E tampouco queria. Se me equivoquei,
foi porque deixei de pensar com a cabe�a. Se o danifiquei tudo, foi porque n�o sabia como me relacionar contigo neste tempo e neste lugar, neste s�culo. Pensei que
n�o lhe podia contar isso tudo, que isso teria sido um engano. Logo, quando me apaixonei por ti, j� n�o soube o que fazer - frustrado, acariciou-lhe uma bochecha-
Sunny, n�o acreditava que fora poss�vel te revelar a verdade. E n�o sabia como... - interrompeu-se, amaldi�oando entre dentes- Se tivesse sido poss�vel, te teria
dado mais romance, mas n�o tinha nenhum presente para ti.
- Romance? Presente? - tinha pensado que estava muito esgotada para voltar a zangar-se. Mas estava em um engano- De que dem�nios est� falando?
- De romantismo - repetiu, um pouco envergonhado- De uma especial aten��o em forma de m�micos, adula��es e entrega de presentes... - repetiu a defini��o que
lhe tinha facilitado o banco de dados de seu ordenador.
- � a coisa mais est�pida que ouvi alguma vez. Romance? � essa a maneira que sua superior esp�cie tem de definir o romantismo? - apartou-lhe as m�os- Imbecil.
O romantismo nada tem que ver com a adula��o ou os presentes. Tem que ver com o carinho e a ternura, com o fato de compartilhar sonhos e esperan�as. Tem que ver
com a sinceridade.
- Isto � sincero...
E a beijou nos l�bios. Sunny se disp�s a resistir, a recha��-lo com um sorvete desd�m. Mas pela primeira vez a boca do Jacob n�o se mostrou �vida, nem apaixonada,
nem desesperada. Em lugar de todo isso, mostrou-se imensamente tenra. A beleza daquele beijo a comoveu, e sua defensiva atitude de desinteresse se derreteu como
a neve na primavera.
Olhou-a. Sunny acreditou ler a confus�o em seus olhos. disse-se que n�o importava, que n�o devia lhe importar. N�o podia permitir cair naquela armadilha pela
segunda vez. Mas lhe acariciou a bochecha e voltou a beij�-la.
At� esse momento, Jacob n�o tinha imaginado que o fato de expressar ternura pudesse ser algo t�o debilitador e satisfat�rio de uma vez. At� ent�o, sempre tinha
experiente poder quando a tocava. Um poder enorme. Mas agora solo sentia um delicioso e pl�cido calor derramando-se por todo seu ser. E queria compartilh�-lo com
ela, lhe demonstrar o muito apreciada que era e seria sempre para ele.
- Amo-te - murmurou. Quando ela tentou negar com a cabe�a, limitou-se a repetir aquelas duas palavras enquanto a beijava de novo.
Sunny n�o podia lutar contra aquilo. N�o quando seu c�rebro se achava envolto naquela n�voa, e seu corpo inundando-se naquela densa e doce escurid�o. Soltou
um tremente suspiro ao tentar pronunciar seu nome.
"Tempo", pensou Jacob enquanto aprofundava o beijo com deliciosa lentid�o. Sim. tomariam tanto tempo como necessitassem. E quando seu tempo tivesse terminado,
Sunny saberia que ele nunca voltaria a amar a ningu�m como a tinha amado a ela.
Despiu-a. Embora lhe tremiam os dedos pela intensidade de suas pr�prias emo��es, nenhum dos dois se apressou. Bot�o a bot�o foi lhe desabotoando a camisa, beijando
a pele nua que ia descobrindo. J� n�o havia desejo nem avidez, a n�o ser uma agridoce, quase dolorosa ternura.
Rendendo-se, Sunny lhe tirou o su�ter para poder sentir a calidez de sua pele contra a sua. Se solo tivesse disposto daquele dia para viv�-lo, teria esquecido
todos os ayeres, todos os manh�s. Quando seus l�bios se encontraram, foi como se se beijassem pela primeira vez. A primeira vez que se amavam.
Aqueles instantes os recordaria por sempre. O sabor de seus l�bios, aquelas doces palavras sussurradas contra sua boca. N�o eram promessas. N�o podia as haver.
Mas estava aquele verde profundo de seus olhos, nos que se afundava sem rem�dio. Aquela inef�vel ternura de suas m�os.
Jacob foi deslizando os jeans seguindo seu percurso com a boca, pelos quadris, as coxas, os tornozelos. Naquela silenciosa habita��o sumida na penumbra, n�o
existia o dia nem a noite. Solo um cora��o t�o cheio de amor que era indestrut�vel, que ningu�m poderia nunca romper.
Teve a sensa��o de que estariam para sempre assim, sozinhos, amando-se. Com o amor que sentia por ela navegando em seu sangue, infiltrando-se em seus ossos
para nunca abandon�-lo. Uma sensa��o que o enchia de gozo. Porque Sunny estaria com ele, a pesar do tempo e a dist�ncia.
Entrou nela, ofegante. Sunny o acolheu com incondicional generosidade. E o tempo se deteve, formoso em sua imobilidade.
Sunny despertou, piscando na escurid�o, e sentiu medo. A seu lado, a cama estava fria. foi-se. O p�nico lhe atendeu a garganta. Conteve as vontades de gritar
e tentou tranq�ilizar-se.
Mas n�o se partiu, ou ao menos n�o se foi muito longe, porque ela seguia na nave, em sua cama. Com o cora��o lhe pulsando acelerado, ficou tombada e tentou
pensar.
Jacob lhe tinha feito o amor com tanta do�ura, com tanta delicadeza, com tanta ternura... Como se fora uma despedida. Tentando conter as l�grimas, prometeu-se
que n�o voltaria a chorar. Chorar n�o resolvia nada. Se o amava, que o amava, qu�o �nico podia fazer ao respeito era manter-se firme. vestiu-se e foi busc�-lo.
N�o conseguia orientar-se na nave. Havia outra cabine, mais pequena que a do Jacob mas decorada com os mesmos tons de azul. Atravessou uma sala que sup�s devia
ser a cozinha, porque viu um estranho tipo de forno e uma barra de metal com uma esp�cie de cart�o vazio de bebida. Ao fim o encontrou na ponte de mando, sentado
ante a mesa de controles. Levava uns jeans como �nica roupa. A tela mostrava um panorama de bosques e a sombra de altas montanhas ao fundo. Mantinha a vista fixa
naquela paisagem enquanto falava com o computador da bordo.
- Coordenadas para mil e quinhentas horas.
- Afirmativo.
- Preferido destino o mais pr�ximo poss�vel � data, hora e posi��o da partida original.
- Compreendido.
- Estimativa aproximada de tempo de v�o e salto tempor�rio.
- Calculando... Estimativa tr�s horas e vinte e dois minutos da sa�da at� a �rbita do sol. Deseja um c�lculo mais exato?
- N�o.
- Jacob - Se girou em sua poltrona, amaldi�oando entre dentes.
- Desconex�o - A tela do ordenador ficou em branco- Acreditava que estava dormindo.
- Estava-o - acusa��es, amea�as, s�plicas estiveram a ponto de aflorar a seus l�bios. Conteve-as. prometeu-se a se mesma que seria forte- Te volta, verdade?
- Tenho que faz�-lo-se levantou para aproximar-se dela- Sunny, tentei encontrar outra maneira. N�o a h�.
- Mas...
- Quer a seus pais?
- Sim, � obvio.
- E eu a meus - tomou uma m�o- . N�o pode imaginar tudo o que passamos quando pens�vamos que Cal tinha morrido. Minha m�e... � uma mulher muito forte, mas quando
lhe comunicaram que tinha desaparecido, e provavelmente morto, esteve a ponto de consumir-se de dor. E assim dias, semanas, meses.
- Sinto-o - rep�s com tom suave.
Jacob sacudiu a cabe�a. Ainda lhe custava falar daquilo.
- Logo, quando descobrimos a verdade, tentaram aceit�-lo. Estava vivo, e isso era o importante. Mas saber que nunca mais voltariam a v�-lo, nem ou seja nada
mais dele... - interrompeu-se, frustrado- . Entretanto possivelmente possam aceit�-lo, sobre tudo quando lhes explicar que � feliz aqui, muito feliz. Quando lhes
contar o de seu filho.
- Que filho?
- que vai ter Libby. N�o lhe disse isso ela?
- N�o - estremecida, Sunny se levou uma m�o � cabe�a- Todo isto � t�o confuso. E eu... assim Libby est� gr�vida - rendo brandamente, deixou cair a m�o- V�!
Agora resulta que vou ter um sobrinho, ou uma sobrinha - lhe parecia perfeito, extra�amente adequado que quando seu pr�prio mundo se encontrava em seu momento mais
tenebroso, surgisse de repente aquela pequena fa�sca de vida, e de esperan�a, no futuro. No mesmo futuro no que n�o estaria Jacob. Bom, um beb� s� demora nove meses
em nascer - comentou, tentando adotar um tom ligeiro- . Suponho que n�o ter� pensado na possibilidade de ficar ao menos at� saber se for ser menino ou menina.
Jacob pensou em qu�o f�cil era ver atrav�s daquele sorriso. detr�s daqueles olhos, onde aninhava a tristeza.
- N�o posso me arriscar a deixar a nave aqui durante tanto tempo... e j� ultrapassei os c�lculos que tinha feito ao vir. Sunny, meus pais t�m o direito, e a
necessidade, de saber da vida de Cal, de seu filho. De seu neto.
- � obvio.
- Se pudesse ficar... ali n�o h� nada que signifique tanto para mim como o que encontrei contigo. Tem que me acreditar.
Sunny se esfor�ou por manter a serenidade enquanto seu mundo se desmoronava em sil�ncio.
- O que acredito � que me ama.
- Amo-te. Mas se n�o voltar, se n�o dou isso a meus pais, nunca poderei viver em paz comigo mesmo.
Sunny se voltou, porque o compreendia muito bem.
- Uma vez, quando tinha nove ou dez anos, perdi-me. Est�vamos passando o ver�o na cabana e eu queria explorar os arredores. Pensava que conhecia bem o bosque.
Mas me perdi. Passei uma noite inteira debaixo de uma �rvore. Quando mam�e e papai me encontraram � tarde seguinte, estavam desesperados. Nunca tinha visto nem voltaria
a ver chorar assim a meu pai.
- Ent�o saber� por que n�o posso lhes dar as costas.
- Sim, � obvio - for�ou um sorriso enquanto se voltava para ele- Sinto ter montado aquela cena antes.
- N�o...
- Sinto-o de verdade. N�o tinha direito a te dizer essas coisas. Ainda me custa me p�r em seu lugar quando chegou, imaginar o que deveu sentir enquanto esperava
a que voltasse Cal.
- N�o foi t�o duro. Tinha a ti.
- Sim - estendeu uma m�o para lhe acariciar uma bochecha, mas quase imediatamente a deixou cair- Alegro de te haver conhecido. Queria que soubesse.
- Sunny..
- Ent�o, quando te parte? - deliberadamente, colocou-se fora de seu alcance. Se a tocava, por muito leve que fora seu contato, derrubaria-se.
- Amanh�.
Teve que juntar os joelhos para evitar que lhe tremessem.
- T�o logo?
- Pensei que era o melhor. Para todo mundo.
- Acredito que tem raz�o - mentiu- Mas querer� acontecer algo mais de tempo com Cal. Fez um comprido caminho para v�-lo.
- Falarei com ele pela manh�. E com o Libby tamb�m - acrescentou- Quero me reconciliar com ela.
depois de escutar aquilo, ao Sunny j� n�o custou tanto sorrir.
- Parecem o um para o outro. Voc� tamb�m te deste conta, verdade?
- Terei que estar cego para n�o v�-lo. Deixando a um lado a ci�ncia e a l�gica, �s vezes os sentimentos s�o as f�rmulas mais precisas e exatas - sentindo-se
um pouco mais forte, tendeu-lhe a m�o- Eu gostaria de passar esta noite aqui, contigo.
Jacob a atraiu para si, emocionado.
- Voltarei - quando ela negou com a cabe�a, apartou-a para olh�-la. Em seus olhos voltava a brilhar tanta f�ria como paix�o- Voltarei. Juro-lhe isso. Necessitarei
um pouco mais de tempo, algumas prova. Em s� dois anos consegui chegar at� aqui. Em dois anos mais melhorarei a mec�nica deste viaje at� convert�-lo em um pouco
t�o f�cil como chegar a Marte.
- Chegar a Marte - repetiu ela.
- Confia em mim. Quando o conseguir, teremos mais tempo para estar juntos.
- Mais tempo... - murmurou Sunny, e fechou os olhos.
12
Sunny partiu antes de que Jacob despertasse. Pareceu-lhe o melhor. N�o tinha dormido nada. ficou-se acordada durante toda a noite tentando encontrar alguma
solu��o.
Jacob tinha deixado posta uma m�sica lenta, rom�ntica, obra de um compositor do que ela nunca tinha ouvido falar. E tinha ajustado a ilumina��o da cabine de
maneira que simulasse a luz da lua.
Para dar um toque rom�ntico, pensou. J� compreendia o que tinha querido lhe dizer, e o amava ainda mais por isso. Aquela noite lhe tinha dado tudo o que lhe
tinha resultado poss�vel lhe dar, exceto o que ela mais ansiava: um futuro.
Enquanto refletia sobre o giro que tinha dado sua vida, deu-se conta de que, at� esse momento, todas as decis�es que tinha tido que tomar tinham sido plainas,
brancas ou negras. Uma elei��o s� podia ser acertada ou err�nea. Mas nessa ocasi�o, a mais transcendental de sua vida, havia d�zias de zonas interm�dias de sombra.
Conduziu lentamente de retorno � cabana. Era imposs�vel uma segunda despedida. Havia dores que n�o podiam suportar-se duas vezes. Sunny s� podia confiar em
que Jacob compreendesse o que estava fazendo. Ou que o compreendesse ela mesma.
Estacionou detr�s da cabana e ficou sentada durante um momento no todoterreno, contemplando o brilho do gelo nos ramos das �rvores sob o sol da manh�. Escutando
o som do sil�ncio do bosque. Saboreando no ar o sabor da neve que estava a ponto de cair.
Com parcim�nia, lutando contra a dor, desceu do ve�culo e entrou na cabana pela porta que dava � cozinha.
Libby tinha deixado uma luz na janela. Ao ver o resplendor do velho abajur de querosene, os olhos lhe voltaram a encher de l�grimas. Procurando as conter, sentou-se
ante a mesa e deslizou os dedos por sua polida superf�cie, como Jacob fazia t�o solo umas semanas antes.
- Levantaste-te cedo.
Sunny elevou os olhos e se encontrou com os de sua irm�.
- Ol� - sorriu- Mam�e.
Instintivamente Libby se levou uma m�o ao ventre.
- Jacob lhe disse isso. E eu que queria ter sido primeira em lhe contar isso - Lo tumb� de un golpe.
- As boas not�cias o s�o qualquer que seja a fonte - se levantou para abra��-la. Sentia a necessidade de aferrar-se a sua felicidade- N�o tem n�useas pela
manh�?
- N�o. A verdade � que nunca me hei sentido melhor.
- Ser� melhor que Cal te mime o que te merece. Por seu bem.
- Descuida - Libby se apartou um pouco para olh�-la atentamente. Tinha olheiras, o olhar triste- Que tal est�?
- Bem - como as pernas lhe fraquejavam de novo, voltou a sentar-se � mesa- Lamento o de ontem. Quando me parti t�o bruscamente.
- N�o importa.
Libby ia vestida com um folgado e grosso su�ter e cal�as de veludo cotel�, seu traje favorito para a montanha. Observando-a, Sunny pensou que nunca a tinha
visto t�o formosa. E se perguntou se alguma vez chegaria ela a levar uma vida em seu interior, a senti-la crescer dentro de seu ser.
- Tombei-o de um golpe.
- Me alegro - rep�s Libby com tom aprobador. Logo se voltou para encher uma bule e p�-la ao fogo- Gosta de tomar o caf� da manh�?
- Mais tarde possivelmente.
- Sunny, sinto-o tanto...
- Pois n�o o sinta - lhe aproximou por detr�s, lhe pondo uma m�o no ombro- Estou bem, de verdade.
- Ama-o.
- Sim, amo-o.
Desejando poder lhe contagiar a sua irm� a felicidade que sentia, Libby apoiou a bochecha contra seu cabelo.
- Cal diz que J.T. pretende melhorar sua t�cnica de viagem tempor�ria.
- � verdade. Ele mesmo me contou isso.
- � um homem brilhante, Sunny. Verdadeiramente brilhante. Li o resto de seu curr�culum. E o fato de que pudesse fazer este viaje em t�o s� dois anos � uma prova
disso. Uma vez que termine com suas provas, voltar�.
- Espero que possa - fechou os olhos- Oxal� - logo, soltando uma nervosa gargalhada, cobriu-se o rosto com as m�os- . Se algu�m nos visse neste momento... Estamos
falando de tudo isto como se fora o mais natural do mundo. Devo seguir ainda sob os efeitos do shock.
- Ao cabo de ano e meio, ainda h� manh�s em que me acordado me perguntando se tudo o que passou neste tempo n�o ter� sido um sonho.
- Mas voc� tem a Cal - murmurou Sunny- Ele est� contigo para te demonstrar que � real, que n�o te imaginaste nada.
- Sunny, se eu... - interrompeu-se quando Cal entrou na cozinha. encolheu-se de ombros, impotente- . H� algo que eu possa fazer?
- N�o. Arrumarei-me isso. Prometo-lhe isso.
- vou sair a respirar um pouco de ar fresco - anunciou Libby-ao, quer te encarregar do ch�?
- Claro.
Sunny os conhecia o suficientemente bem para adivinhar que ambos tinham previsto que Cal tivesse umas palavras com ela a s�s.
- O que gosta? - perguntou-lhe Cal uma vez que teve sa�do Libby- Rosquinhas ou torradas carbonizadas?
- J.T. arrumou a torradeira.
- Seriamente? Sempre lhe gostou de pin�ar nos aparelhos - a bule come�ou a ferver, lhe dando uns segundos para pensar o que queria lhe dizer- Sunny... acredito
que nevar� antes de que anochezca Y...
- Cal, por que n�o te relaxa um pouco? Por muito tentadora que fora a id�ia, n�o o assassinei.
- N�o estava preocupado por isso - serve duas ta�as- Ao menos, n�o excessivamente. � dif�cil de explicar.
- O que quer me dizer? Que seu irm�o � um est�pido? J� sei.
- Tamb�m � muito sens�vel.
- Estamos falando do mesmo homem? Do Jacob Hornblower, o astrof�sico? O tipo de cabe�a dura como uma pedra e um g�nio de mil dem�nios?
"Uma acertada descri��o", pensou Cal.
- Se. Mas isso n�o tira que tenha sentimentos, que queira �s pessoas que o rodeia. Sua fam�lia. Lembran�a que de menino, sempre se estava brigando porque algu�m
havia dito algo mau de mim. Isso me chateava, porque eu queria arrumar esses assuntos por mim mesmo, mas ele sempre me adiantava. E meus pais... Nenhuma s� vez se
esqueceu de um anivers�rio, ou de um anivers�rio de bodas...
- Cal - com gesto ausente, Sunny se tornou a��car no ch�- Como decidiu ficar ?
- Eu n�o o decidi - respondeu- Quero dizer que n�o acredito que a palavra "decidir" seja muito adequada. Porque implica elei��o, e eu n�o podia deixar ao Libby.
Tentei-o. Mas nunca deixei que pensar em minha fam�lia.
- Tanto se o considera uma elei��o ou n�o, teve que ser muito dif�cil.
- Sim que foi. Nem sequer estava seguro de consegui-lo, de ter querido voltar. Enviei a nave e os informe porque existia a possibilidade de que, dessa maneira,
minha fam�lia pudesse chegar ou seja de mim - lhe p�s uma m�o sobre a sua- Com o J.T. � diferente. Ele sabe que. pode voltar. E n�o pode fazerisso a nossos pais.
- N�o, claro - levantou a cabe�a- Mas tudo isto deveu que ser terrivelmente duro para ti.
- foi o melhor ano de minha vida.
- Mas a separa��o...
- Se tivesse retrocedido outros cinco s�culos mais n�o me teria importado. Sempre e quando tivesse encontrado ao Libby.
- Ela tamb�m � muito afortunada de te ter a ti.
- Eu gosto de pensar isso - sorriu, mas de repente ficou s�rio- Ele te ama, Sunny.
Um brilho de emo��o dan�ou em seus olhos antes de que baixasse o olhar.
- Disse-lhe isso?
- Sim, mas n�o tinha nenhuma necessidade. Pude v�-lo-a primeira vez que pronunciou seu nome. Suponho que o que queria te dizer � que Jacob jamais sentou por
ningu�m o que sente por ti.
- Ajudar�-me, Cal? Parti-me da nave antes de que despertasse - apertou os l�bios para que n�o lhe tremessem- N�o posso me despedir dele.
Libby permanecia de p� ao lado do riacho, contemplando os esfor�os da �gua por abrir-se passo entre a neve. Em sua mente o via tal e como o tinha visto na primavera,
quando se deslizava l�nguidamente. pelas rochas e o canto dos p�ssaros se ouvia em qualquer parte.
Era ali onde tinha enterrado com Cal a c�psula do tempo. E onde tinha feito o amor com ele, sobre a erva, com o cora��o esmigalhado de dor ao imaginar o desenterrando
a caixa em alguma primavera centenas de anos depois.
Mas, em lugar disso, Cal se tinha ficado, e tinha sido seu irm�o quem tinha desenterrado, ou quem desenterraria, aquela caixa. E era o cora��o de seu irmana
o que estava agora esmigalhado de dor. Nenhum consolo que oferecesse ao Sunny seria nunca suficiente.
Parecia-lhe terrivelmente ir�nico que ela tivesse alcan�ado a felicidade ao mesmo tempo que sua irm� a desgra�a. Ela tinha a Cal. Um lar. E um filho. Com um
leve sorriso, levou-se uma m�o ao ventre. O filho ou a filha que viria ao final do ver�o, e que os uniria ainda mais. Sunny, em troca, solo teria lembran�as, e Libby
nada podia fazer para evit�-lo.
Foi naquele instante quando girou ligeiramente a cabe�a e viu o Jacob. Solo estava a uns metros dela. N�o tinha ouvido seus passos, afogados pelo manto de neve.
Sob as sombras projetadas pelas �rvores, podia ver o muito que se parecia com Cal. A mesma complei��o, a mesma cor de tez, os mesmos rasgos duros, fortes. Tinha
uma express�o pensativa que a fez perguntar-se quanto tempo teria estado ali, contemplando-a em sil�ncio.
N�o se aproximou dele. Embora Jacob j� n�o representava nenhuma amea�a para ela, tinha-lhe roubado o cora��o a sua irm�. E o tinha quebrado.
- Cal est� dentro - pronunciou com voz fria e tranq�ila. N�o fez intento algum por mostrar-se am�vel.
- Queria falar contigo.
- Se se tratar de Cal, a elei��o de partir ou de ficar � somente dela. Sempre o foi, tanto se lhe crie isso como se n�o.
- Sei - caminhou lentamente at� deter-se frente a ela- Isso � algo que jamais acreditei que chegaria a aceitar ou a compreender. Mas o entendo perfeitamente.
E nossos pais tamb�m o entender�o... levar�o-se uma enorme alegria quando lhes falar de ti. E de seu filho.
- Os sente falta de - rep�s Libby com voz rouca de emo��o- Eles deveriam sab�-lo.
- Saber�o.
- por que n�o o disse ao Sunny? - perguntou-lhe, sem poder evit�-lo- Como p�de deixar que se apaixonasse por ti quando sabia que te foste partir?
Jacob fechou os punhos dentro dos bolsos de seu casaco.
- Passei-me dois anos trabalhando, preparando o caminho para chegar at� aqui. Por uma raz�o. Solo uma. Encontrar a meu irm�o e levar-me o de volta a casa.
- Mas n�o lhe vais levar - declarou isso, desafiante.
- N�o - Jacob esteve a ponto de sorrir. Libby se parecia mais a sua irm� do que tinha acreditado em um princ�pio- E al�m ficarei sem o Sunny. Ela n�o � a �nica
que se apaixonou. Nem a �nica que saiu perdendo.
- Mas voc� foi consciente do que estava fazendo.
Tremendo de frustra��o, enfrentou-se a ela. E pela primeira vez Libby viu em seus olhos um olhar de absoluta dor, de imensa tristeza.
- Voc� acreditava que Cal partiria, Impediu-te isso am�-lo, ou impediu a ele que amasse a ti?
- N�o - com um suspiro, p�-lhe uma m�o no bra�o- N�o.
- Ela � forte. N�o deixar� que a dor a consuma. E se eu n�o volto... - esmigalhado de dor, aspirou profundamente- . Se eu n�o voltar, ela sobreviver�.
- De verdade o crie?
- Tenho que acredit�-lo-se passou uma m�o tremente pelo cabelo. Acabava de lhe dizer o que n�o tinha sido capaz de lhe revelar ao Sunny. Aquilo com o que ele
mesmo n�o tinha querido enfrentar-se- N�o tenho o procedimento aperfei�oado. Esta vez me equivoquei por uns meses. A pr�xima vez, se � que h� alguma, pode que sejam
anos. Possivelmente, para ent�o, Sunny tenha come�ado uma nova vida. Tenho que aceitar isso.
- Sabe? - sorriu-lhe- Meu of�cio � estudar �s pessoas. Quando converte essa atividade em uma profiss�o, aprende muitas mais costure que as tradi��es e as pautas
culturais das pessoas. Aprende que o amor verdadeiro, o duradouro, � um bem muito escasso. O amor � algo que n�o ter� que dar nunca por garantido, J.T. � algo que
deve ser reverenciado, entesourado.
Jacob percorreu com o olhar a paisagem nevada. A paisagem daquele mundo que estava come�ando a compreender.
- Pensarei nela cada dia durante o resto de minha vida.
- N�o te soa de nada a palavra "compromisso"?
- at� agora, quase n�o. Mas estou disposto a me emendar. Solo posso te dizer que, do preciso momento em que volte, dedicarei-me em corpo e alma a encontrar
uma forma de retornar aqui.
Comovida, beijou-o em uma bochecha. E ficou surpreendida quando ele a abra�ou. Sem vacilar, devolveu-lhe o abra�o.
- Cuida deles. Dos dois.
- Farei-o - Libby sorriu ao ver cal aproximar-se para eles. depois de beijar por �ltima vez ao Jacob, apartou-se e estendeu uma m�o para Cal- Me vou preparar
o caf� da manh�.
- Obrigado - Cal lhe apertou a m�o- Te quero.
E, com um sorriso, Libby se dirigiu para a cabana.
- Est� Sunny dentro?
Cal se voltou para seu irm�o.
- Sim, tornou cedo - o tirou do bra�o para ret�-lo a seu lado- . Escuta, J.T. Sunny me pediu que te dissesse que te deseja uma boa viagem, mas que n�o � capaz
de despedir-se de novo de ti.
- Ao diabo com isso.
- Jacob - Cal se moveu para lhe bloquear o passo- Precisa faz�-lo assim. me acredite, n�o a ajudar� em nada se tenta v�-la outra vez.
- E cortar assim, pelo s�o? - replicou Jacob, liberando-se- Assim de singelo?
- Eu n�o hei dito que fora singelo. N�o h� ningu�m que saiba melhor que eu o que sente. Se a amas, deixa-a assim.
Voltando-se, Jacob se afastou uns passados presa de uma terr�vel dor misturada de ressentimento. Sunny nem sequer o veria por �ltima vez. Era como se j� se
converteu em uma lembran�a. Possivelmente fora melhor assim, pensou. Melhor para que ele pudesse acreditar que ela j� estava sobrevivendo, reconstruindo sua pr�pria
vida. Se n�o podia fazer nada mais por ela, ao menos poderia satisfazer aquela �ltima peti��o.
- De acordo. lhe diga... - interrompeu-se, amaldi�oando entre dentes. Nunca seria capaz de encontrar as palavras para o que estava sentindo.
- J� sabe - pronunciou Cal- . Vamos dentro.
Pela tarde se dirigiram para a nave. Jacob se perguntou se Sunny os estaria contemplando da janela antes de desaparecer no bosque. Mas quando voltou a vista
atr�s, o sol se refletia nos vidros das janelas e n�o p�de ver nada.
Cal n�o deixava de falar, tentando encher o sil�ncio com seu bate-papo acalmado. Em certo momento Jacob viu que procurava a m�o do Libby, para apertar-lhe com
for�a.
E a ele lhe tinha negado inclusive aquilo. Inclusive um simples contato. Amaldi�oando ao Sunny, desceu do todoterreno.
- O contarei tudo a mam�e e a papai. - Cal assentiu com a cabe�a.
- Volta para laborat�rio. Oxal� pudesse voltar e lhe trazer isso contigo para que nos visitassem.
- Voltarei - abra�ou a seu irm�o. - Quero-te, J.T.
Suspirando, Jacob se apartou para voltar-se para sua irm�.
- lhe diga ao Sunny que encontrarei uma maneira.
- Eu n�o o duvido - Libby piscou para conter as l�grimas enquanto lhe tendia um sobre- Ela me pediu que te entregasse isto, mas insistiu em que te fizesse prometer
que n�o o abriria at� que retornasse a sua �poca.
Jacob foi tomar o, mas Libby se negou a entregar-lhe Encontrarse en medio del silencioso espacio sideral resultaba, de alg�n modo, relajante. Pero Jacob no
quer�a relajarse. Necesitaba aferrarse a su furia, a su frustraci�n. Tensa la mand�bula, encendi� el computador de a bordo.
- Quero sua palavra. Segundo Cal, nunca h� incumplido uma promessa.
- Prometo-lhe isso - o dobrou cuidadosamente e o guardou em um bolso. Beijou-a nas bochechas- te Cuide, hermanita.
Libby j� n�o p�de mais. A primeira l�grima rodou por seu rosto.
- Voc� tamb�m - apoiou a cabe�a no ombro de Cal enquanto Jacob j� se dirigia para a nave.
- Voltar�, Libby - Cal levantou uma m�o a modo de sauda��o, e a deixou cair. Sonriendo, beijou-a no cabelo no momento em que ela come�ava a solu�ar- Sozinho
� quest�o de tempo.
Uma vez dentro, Jacob procurou limp�-la cabe�a e ficou a trabalhar. O procedimento da decolagem era singela, mas revisou todos os controles t�o meticulosamente
como o teria feito um piloto novel. N�o queria pensar. N�o podia permitir-lhe Para cuando el salto temporal toc� a su fin, estaba sin aliento. El sudor le corr�a
por la espalda. Una mirada a los controles le confirm� que hab�a tenido �xito.
Tinha previsto que lhe doeria, mas n�o tinha podido imaginar que chegaria a sentir aquela classe de dor surda, corrosivo. iluminaram-se as luzes da mesa de
mandos quando conectou a igni��o. Na tela p�de ver como Cal afastava ao Libby a uma dist�ncia prudencial. Por �ltima vez procurou no bosque algum ind�cio da presen�a
do Sunny. Nada. Pulsou o �ltimo bot�o.
A nave se elevou brandamente, quase em sil�ncio. Sabia que n�o podia permitir uma demora, mas reduziu a velocidade at� que seu irm�o e Libby se converteram
em um par de pontos diminutos em um mar branco e verde. Com um gemido, ascendeu de repente atravessando em uns segundos a atmosfera terrestre.
Encontrar-se no meio do silencioso espa�o sideral resultava, de algum modo, relaxante. Mas Jacob n�o queria relaxar-se. Precisava aferrar-se a sua f�ria, a
sua frustra��o. Tensa a mand�bula, acendeu o computador da bordo.
- Fixa as coordenadas para o sol.
- Coordenadas fixadas.
Visto atrav�s da tela, o mundo era simplesmente uma bola de vistosos cores. Conectou o navegador autom�tico. Tudo estava muito tranq�ilo; n�o havia nenhum tr�fico,
nem comercial nem privado. Nenhuma nave patrulha com a que comunicar-se. Nem pontos de fronteira espacial.
N�o demorou para entrar no hiperespacio. Como antes, entrecerrando os olhos, tensos os m�sculos, viu-se disparado para o sol. Observou desapasionadamente como
os indicadores registravam um dram�tico incremento da temperatura exterior. Uma vez baixada a tela protetora seguiu voando �s cegas, habilmente mas sem a emo��o
que o tinha assaltado durante a viagem de ida.
Pulsou v�rias teclas do ordenador e incrementou a velocidade, ajustando a inclina��o da nave. Com movimentos r�pidos e precisos, deslizava os dedos pela mesa
de controles. Embora estava preparado, o movimento inercial o esmagou contra o assento. E murmurou uma maldi��o, col�rico e desesperado de uma vez.
J� n�o havia volta atr�s. Como uma bala sulcava, o espa�o afastando-se mais e mais do Sunny. E de seu pr�prio cora��o, que tinha deixado em suas m�os.
Para quando o salto tempor�rio tocou a seu fim, estava sem f�lego. O suor lhe corria pelas costas. Um olhar aos controles confirmou que tinha tido �xito.
"�xito", pensou entristecido enquanto se esfregava os olhos. Levantou a tela protetora para aparecer a seu pr�prio tempo. Tudo parecia similar ao anterior:
as estrelas, os planetas, o espa�o escuro... Mas havia mais sat�lites, e ao longe distinguiu a luz de um laborat�rio. Em menos de trinta minutos teria que seguir
os sinais e indica��es espaciais. J� n�o estaria sozinho. Recostando-se no assento, fechou os olhos com um gesto de calado desespero.
Sunny se tinha ido.
O destino os tinha unido para logo separ�-los. O destino, pensou, e sua pr�pria intelig�ncia. Mas usaria essa intelig�ncia. Embora demorasse anos, ou dezenas
de anos, encontraria uma maneira de unir de novo suas vidas. Sim, voltaria, e ajustaria com tanta precis�o o tempo que Sunny apenas se daria conta de que se partiu.
Lentamente se tirou a carta do bolso. Era o �nico que lhe tinha ficado dela. Provavelmente uma mensagem. Umas quantas palavras de amor, de recorda��o. Mas n�o
seria suficiente, pensou furioso enquanto rasgava o sobre.
Entretanto, solo havia uma palavra: surpresa. Surpresa? Que tipo de mensagem era esse? De repente, ao escutar um ru�do a suas costas, girou sua poltrona.
Estava na soleira da ponte de mando. Mortalmente p�lida, mas com os olhos brilhantes.
- Assim j� tem lida minha mensagem - sorriu.
- Sunny? - ao princ�pio pronunciou seu nome em um sussurro, convencido de que se achava ante uma alucina��o. Esse solo era um dos potenciais efeitos colaterais
da viagem tempor�ria. Teria que lembrar-se de registr�-lo.
Mas n�o somente podia v�-la, ou ouvi-la. Tamb�m podia cheirar seu perfume. levantou-se catapultado da poltrona para abra��-la com for�a, devorando seus l�bios.
Ent�o ficou paralisado. Apavorado.
- O que est� fazendo aqui? - perguntou-lhe, sacudindo a dos ombros- . Que diabos tem feito?
- O que tinha que fazer.
Quando viu que se cambaleava, amaldi�oou-a entre dentes.
- N�o, j� me gritar� depois - lhe disse com tom tranq�ilo- Acredito que me vou deprimir.
- N�o - embora estava furioso, levantou-a como se n�o pesasse mais que uma pluma e a levou a um assento- Est� enjoada?
- Sim - se levou uma m�o � t�mpora- foi uma viagem terr�vel.
- N�useas?
- um pouco.
Jacob pulsou um bot�o vermelho e se abriu um pequeno compartimento, de que tirou uma caixa quadrada.
- Toma - entregou uma pastilha diminuta, esmagada- Deixa que se dissolva na l�ngua. Idiota - a insultou, apesar de que o tinha obedecido- N�o est� treinada
para uma viagem tempor�ria.
O al�vio foi instant�neo. Aspirou profundamente, satisfeita de haver-se recuperado. Logo se voltou para a tela. A gal�xia se estendia ante sua vista.
- OH, Meu deus - a cor tinha voltado para suas bochechas- � incr�vel. Aquilo... aquilo � a Terra?
- Sim - lhe suavam as m�os. N�o teria faltado muito para que ele mesmo se enjoasse- Sunny, � consciente do que tem feito?
- A que velocidade estamos viajando?
- Maldita seja, Sunny.
- Sim, sou consciente do que tenho feito - se girou na cadeira para apoiar as m�os sobre seus joelhos. Seus olhos, quando se encontraram com os seus, tinham
um olhar limpa e clara- viajei atrav�s do tempo contigo, Jacob.
- Tem que ter perdido o julgamento... Como te p�de ocorrer algo t�o rid�culo?
- Cal e Libby me ajudaram.
- Que lhe ajudaram? Eles sabiam que planejava isto?
- Sim - quando as m�os lhe come�aram a tremer, entrela�ou-as sobre o rega�o. N�o queria que Jacob soubesse o muito assustada que estava- O decidi ontem � noite.
- Decidiu-o - repetiu ele.
- Isso � - elevou o queixo- Falei com Cal esta manh�, e me disse tudo o que queria saber - j� mais tranq�ila, voltou-se de novo para a tela. Havia luzes no
c�u. Estrelas. Por muito incr�vel que fora, estava sulcando o espa�o com o �nico homem ao que tinha amado. Ao que amaria.
Jacob se disse que algu�m dos dois tinha que ser sensato, que manter-se tranq�ilo. Mas n�o podia ser ele.
- Sunny, n�o acredito que compreenda o que acaba de fazer.
- Compreendo-o perfeitamente - o olhou. Sim, j� estava mais acalmada. Com a cabe�a limpa e o cora��o transbordante de gozo- Cal protestou quando lhe disse o
que pensava fazer... Embora foi um protesto simb�lico, mais em benef�cio do Libby que do meu. Mas quando falei com minha irm�, ela o compreendeu. Ela mesma me levou
a nave esta tarde, quando voc� estava falando com Cal.
- Seus pais...
- Eles sempre quiseram que fora feliz - sentiu uma pontada de dor, muito profunda, quando pensou neles- . Libby e Cal o explicar�o tudo - como j� estava segura
de que as pernas poderiam sustent�-la, levantou-se para caminhar por coberta- N�o estou dizendo que n�o v�o entristecer se, ou a me jogar de menos se n�o ser poss�vel
o retorno. Mas acredito que meu pai, sobre tudo meu pai, sentir� tamb�m uma tremenda inveja e uma tremenda alegria quando pensar onde estou... - p�s-se a rir- Ou,
melhor dizendo, quando. Nenhum dos dois nos caracterizamos por nossa capacidade de ceder, J.T. Conosco, ou � tudo ou nada. Acredito que por isso nos compenetramos
t�o bem.
- Deveu haver ficado ali e me esperar - Jacob se cobriu a cara com as m�os para depois passar-lhe pelo cabelo, com gesto nervoso- Maldita seja, Sunny, disse-te
que voltaria. Que solo demoraria um ano, possivelmente dois ou tr�s.
- Eu n�o queria esperar tanto.
- Mas se tivesse conseguido aperfei�oar o sistema, teria podido retornar cinco minutos depois de que me partisse, segundo seu tempo. N�o tinha nenhum direito
a tomar uma decis�o t�o importante como esta sem me consultar.
- � minha decis�o - irritada, aproximou-se dele- Se n�o me quiser, ent�o j� me buscarei uma companhia mais grata. Possivelmente em Marte. Posso cuidar perfeitamente
de mim mesma.
- Isto n�o tem nada que ver com o que queira ou possa deixar de querer. A n�o ser com o que � melhor para ti.
- aonde vai? Ainda ficam v�rios milhares de quil�metros antes de que cheguemos a uma atmosfera respir�vel.
- Esta � uma nave muito grande, n�o?
- Sente-se.
- N�o...
- Hei dito que se sente - e a empurrou com n�o muita suavidade contra uma cadeira- E te cale. Tenho algo que te dizer. Este viaje entranha uns riscos que voc�
n�o pode nem imaginar sequer. Se eu tivesse cometido um m�nimo engano, algum c�lculo mau feito...
- Mas n�o foi assim.
- Essa n�o � a quest�o.
- E qual � a quest�o, Hornblower?
- Que n�o deveu ter feito isto.
- Bem - pronunciou Sunny, suspirando impaciente- Mas j� n�o tem sentido que sigamos discutindo disso, porque j� o tenho feito. por que n�o olhamos para o futuro?
Jacob se deu conta de que precisava sentar-se.
- Pode que nunca volte.
- Sei. J� aceitei essa possibilidade.
- Se trocar de id�ia...
- J.T. - suspirando, levantou-se para ajoelhar-se frente a ele- N�o posso trocar de id�ia a n�o ser que troque de cora��o. E isso n�o � poss�vel.
Jacob estendeu uma m�o para lhe acariciar o cabelo.
- Eu nunca te teria pedido isto.
- Sei. E se eu lhe tivesse pedido isso, teria-me dado meia d�zia de raz�es, a qual mais l�gica, para me convencer de que ficasse. E, entretanto, teria estado
equivocado. O que n�o podia fazer era viver sem ti.
- Sunny.
- Olha o desta maneira: eu sempre tive a sensa��o de estar por diante de meu tempo, de me haver equivocado de era. Possivelmente v� melhor na tua.
- cometeste a maior estupidez do mundo, mas... - atraiu-a para si- ... como me alegro de que o tenha feito!
- Ent�o n�o est� zangado?
Jacob lhe demonstrou qu�o zangado estava ao beij�-la nos l�bios.
- Quando hoje n�o quis lombriga, foi como se me tivesse partido o cora��o com uma faca. E, de algum jeito, tive a sensa��o de que o tinha deixado ali, contigo.
Ao Sunny lhe encheram os olhos de l�grimas, mas lutou pelas conter.
- Isso foi quase po�tico.
- N�o acostume a isso - sem solt�-la, voltou-se para pulsar uns sensores na mesa de mandos.
- Ensinar�-me a dirigir esta nave?
Jacob a olhou. Estava realmente ali, com ele. E era dela. para sempre.
- claro que sim - respondeu, divertido e a beijou de novo.
- Mmmmm - suspirou de agradar- Em que ano estamos agora?
- No 2254.
- V� - exclamou, m�dio aturdida- Isso significa que tenho agora mesmo... duzentos e oitenta e sete anos de idade - arqueou uma sobrancelha- Voc� gosta das mulheres
amadurecidas?
- Enlouquecem-me.
- te lembre disso quando chegar aos trezentos e nossa rela��o comece a decair. Penso te frustrar, te irritar e em geral, converter sua vida em um caos durante
muito tempo.
- Conto com isso.
E juntos observaram como a grande esfera verdiazul que constitu�a seu lar se ia aproximando pouco a pouco...
Ep�logo

O rumor das ondas parecia encher a habita��o. A su�te estava aberta ao c�u estrelado e ao mar enfurecido, encrespado pela tormenta. Um penetrante aroma a jasmim
flutuava no ar. O sussurro de uma m�sica lenta se mesclava com o long�nquo eco dos trov�es.
- Eu tinha raz�o - murmurou Sunny.
Jacob trocou de postura na cama para aproxim�-la mais para si.
- Sobre o que... esta vez?
- A tormenta - respondeu, com o corpo vibrando ainda de paix�o- Sabia que n�o seria uma tranq�ila noite de lua de enche, nem um entardecer tropical.
- Bom, o ambiente n�o sup�e tanta diferen�a.
- � por isso pelo que me trouxeste aqui? Ao lugar que uma vez me descreveu?
- Traga-te aqui para que pass�ssemos uns dias relaxados.
- Ah, assim que me trouxe para isso. Mas ent�o... quando vamos relaxar nos? - sorriu antes de come�ar a lhe semear o peito de beijos- . V�? J� te est� excitando
outra vez.
Jacob lhe acariciou o cabelo com infinita ternura.
- Quanto tempo temos casados?
Com gesto indolente, Sunny pulsou um bot�o do lateral da cama. E no ar flutuaram por um instante uns n�meros luminosos.
- Cinco horas e vinte minutos.
- Temo-me que n�o poderemos nos relaxar at� dentro de cinq�enta anos - deslizou uma m�o por seu ombro nu- Voc� gosta?
- Estar casada?
- Isso tamb�m. Mas referia a este lugar.
- eu adoro. Sabe uma coisa? Acredito que o fato de me haver trazido aqui � o mais rom�ntico que tem feito nunca.
- Eu pensava que preferiria Paris, ou o Complexo �ntimo de Marte.
- Sempre poderemos ir a Marte - rep�s, rendo- V�, parece que me acostumei a falar assim. Uma vez te adverti de que aprendia r�pido. E o estou fazendo.
- E isso que solo leva aqui seis meses.
- Seis meses - repetiu Libby- . Muito demoraste para te casar comigo...
- Eu me teria tirado de cima esse tr�mite em cinco minutos se meus pais e voc� n�o lhes tivessem aliado...
- Tr�mite, diz? - elevou a cabe�a, com um perigoso brilho nos olhos- Caramba. Se te casar comigo foi algo t�o desagrad�vel, para que te incomodou?
- Porque voc� n�o teria deixado de me chatear at� que o fizesse - esbo�ou uma careta de dor quando lhe deu um belisc�o- Porque pensei que era o menos que podia
fazer por ti... - seguiu burlando-se, e se p�s-se a rir enquanto Sunny reagia lhe cravando as unhas nos bra�os- . N�o, perdoa, n�o � isso. Porque � maravilhosa.
- N�o � suficiente.
- E extremamente inteligente.
- Segue, n�o te detenha.
- Porque o fato de lhe amar me chamuscou os circuitos do c�rebro.
- Me alegro - Sunny jogou os bra�os ao pesco�o- Sabe? foi umas bodas preciosa. Me alegro de que seu pai nos convencesse de que nos cas�ssemos ao estilo tradicional.
- Eu tamb�m - tinha que reconhecer que quando a viu avan�ar para o altar do bra�o de seu pai, ficou-se sem fala. Absolutamente deslumbrado.
- Eu gosto de seus pais. Fazem que me sinta como se estivesse em casa. Sobre tudo quando me p�em a par de certos escuros segredos familiares...
- Como quais?
- A T. do J.T. - quando viu que fazia uma careta, come�ou a desfrutar a fundo- Parece ser que de menino foi t�o malcriado, t�o caprichoso, t�o indisciplinado...
- Simplesmente era um menino curioso.
- ... e t�o teimoso - continuou ela- Que seu pai estava acostumado a dizer que "Traste" era seu segundo nome. Muito adequado.
- Voc� ainda n�o sabe o muito "traste" que posso chegar a ser.
Sunny lhe mordiscou brandamente o l�bio inferior.
- Estou desejando sab�-lo.
depois de lhe dar um r�pido beijo, Jacob se levantou da cama. Sunny se sentou, boquiaberta, com os len��is de seda escorregando at� sua cintura.
- O que crie que est� fazendo? Ainda n�o terminei contigo.
- Tinha-me esquecido de algo - mentiu. Em realidade tinha estado esperando o momento adequado. Ajustou as luzes para produzir o efeito de d�zias de velas repartidas
pela habita��o. Momentos depois voltou com uma caixa- � um presente.
- por que?
- Porque alguma vez te tinha feito um - o depositou em suas m�os- Te vais ficar olhando-o ou vais abrir o?
- Estou desfrutando deste momento - abriu a caixa. Dentro havia uma bule de porcelana, com um p�ssaro sobre a tampa e as paredes pintadas com grandes margaridas-
. OH, Meu deus.
- Queria que conservasse alguma lembran�a de seu tempo - se sentia resistente a admitir que tinha passado meses e meses visitando lojas de antiguidades- Quando
o vi, foi como se... bom, como o destino. N�o chore.
- N�o tenho mais remedeio- elevou os olhos avermelhados para ele- Esta bule sobreviveu. Durante todo este tempo.
- As coisas melhores o fazem.
- Jacob - fez um gesto de impot�ncia, e logo entrela�ou os dedos em torno da bule- De todos os presentes que teria podido me fazer, este � o que significa mais
para mim.
- H� outro - se sentou a seu lado- . Gostaria de visitar sua fam�lia em Natal?
Por um instante Sunny foi incapaz de falar.
- Est� seguro?
- Estamos a um passo, Sunbeam - lhe enxugou delicadamente uma l�grima- . S� tem que confiar em mim um poquito mais.
- Tome todo o tempo que necessite - o abra�ou, emocionada- Temos todo o do mundo.


Mesa para Dois - Nora Roberts
Sobremesas de ver�o

Cap�tulo 1
O nome dela era Ver�o. Era um nome que suplicou vis�es de flores de petales quentes, tempestades s�bitas e noites longas, inquietas. Tamb�m trouxe imagens de prados
sol-esquentados e cochilos na sombra. A vestiu.
Como estava de p� ela, m�os equilibraram, corpo enrijeceu, olhos alertam, n�o havia um som no quarto. Ningu�m, absolutamente ningu�m, tirou os olhos dela. Ela poderia
mover lentamente, mas n�o havia uma pessoa que que quis a chance que perde um gesto, um movimento, l�. Foi rebitada toda a aten��o, toda a concentra��o, naquele
figura esbelta, solit�ria. Tens�es de Chopin flutuaram romantically pelo ar. A luz se inclinou e tiro por ela nitidamente hair-rich encadernado, marrom morno com
sugest�es e matizes de ouro. Dois cravos de esmeralda piscaram �s orelhas dela.
A pele dela era um pouco corado de forma que uma cor de rosa j� acentuou ma��s do rosto proeminentes e a estrutura de osso elegante que s� v�m de criar. Excita��o,
intensa concentra��o, afundou as manchas ambarinas nas que foram borrifadas o castanho dos olhos dela. A mesma excita��o e concentra��o a tiveram l�bios macios,
moldados que formam um fa�a beicinho.
Ela era tudo em branco, branco claro, simples, mas ela puxou t�o irresistivelmente quanto uma borboleta por completo o olho, enquanto deslumbrando v�o. Ela n�o falaria,
contudo todo o mundo no quarto puxado adiante como se pegar o som mais leve.
O quarto estava morno, os cheiros ex�tico, a atmosfera esticado com antecipa��o.
Ver�o poderia ter estado s� para toda a aten��o que ela prestou a esses ao redor dela. Havia s� uma meta, um fim. Perfei��o. Ela nunca tinha se conformado com menos.
Com cuidado infinito ela ergueu a diamante-forma final e apertou o angelica sobre o Savarin completar o des�gnio ela tinha criado. As horas que ela tinha passado
das que j� preparando e assando a sobremesa enorme, elaborada foram esquecidos, como era o calor, os m�sculos de perna cansados, os bra�os doloridos. O toque final,
o aparecimento de um Ver�o cria��o de Lyndon, era da import�ncia extrema. Sim, teria gosto perfeito, cheiro perfeito, at� mesmo perfeitamente fatie. Mas se n�o parecesse
perfeito, nenhum disso importou.
Com o ao cuidado de um artista que completa uma obra-prima, ela ergueu a escova dela para dar para as frutas e para am�ndoas uma luz, camada delicada de cobertura
de abric�. Ainda, ningu�m falou.
N�o perguntando nenhum assistance-indeed, ela n�o teria tolerado any-Summer come�aram a encher o centro do Savarin da nata rica cujo receita que ela vigiou ciosamente.
M�os firmam, cabe�a ergue, Ver�o pisou para dar para a cria��o dela um �ltimo estudo cr�tico atr�s. Este era o �ltimo teste, para o olho dela era mais agudo que
qualquer outro quando veio ao pr�prio trabalho dela. Ela dobrou os bra�os dela pelo corpo dela. A face dela estava sem express�o. Na cozinha enorme, o ping de um
alfinete derrubados no azulejo teriam reverberado como um tiro.
Lentamente os l�bios dela encurvaram, os olhos dela brilharam. Sucesso. Ver�o ergueu um bra�o e gesticulou bastante dramaticamente. "Leve embora, ela ordenou.
Como dois assistentes come�aram a rodar a mistura brilhando do quarto, aplauso come�ou.
Ver�o aceitou o louvor como a d�vida dela. Havia um lugar para mod�stia, ela soube, e ela soube n�o aplicou ao Savarin dela. Era, p�r isto suavemente, magn�fico.
Magnific�ncia era o que o duque italiano tinha querido para o festa de compromisso da filha dele, e magnific�ncia era o pelo qual ele tinha pagado. Ver�o simplesmente
tinha entregado.
"Mademoiselle." Foulfount, o Frenchman cuja especialidade era molusco levou Ver�o atrav�s de ambos os ombros. Os olhos dele eram redondos e umedecem com avalia��o.
"Incroyable. '' Entusiasticamente, ele beijou ambas suas bochechas enquanto os dedos grossos, inteligentes dele apertaram a pele dela como eles podem um p�o fresco-assado.
Ver�o come�ou primeiro nela sorriso em horas.
"Merci." Algu�m tinha aberto uma garrafa celebr�vel de vinho. Ver�o levou dois �culos, enquanto dando a pessoa ao chefe de cozinha franc�s. "Para o da pr�xima vez
n�s trabalhamos junto, ami de mon.''
Ela lan�ou o vinho atr�s, tirou o chap�u do chefe de cozinha dela, ent�o ventou fora da cozinha. No enorme m�rmore-pavimentou, chandeliered que janta quarto, o Savarin
dela estava sendo servido at� mesmo agora e estava sendo admirado. O �ltimo pensamento dela antes de deixar para was-thank Deus outra pessoa teve que limpar as bagun�as.
Duas horas depois, ela teve os sapatos dela fora e os olhos dela fecharam. Uma posi��o de mist�rio de assassinato horr�vel aberto no colo dela como o avi�o dela
viajado em cima do Atl�ntico. Ela ia para casa. Ela tinha passado quase tr�s dias cheios em Mil�o para o prop�sito exclusivo de criar aquele prato. N�o era uma experi�ncia
incomum por ela. Ver�o tinha assado Charlotte Malakqff em Madrid, Crepes ardidos Fouree em Atenas e moldou Ile Flottante em Istambul. Para as despesas dela, e uma
taxa atordoante, Ver�o Lyndon criaria uma sobremesa que viveria na mem�ria longo depois que fossem consumidos a �ltima mordida, gota ou miolo. Tenha wisk, viajar�,
ela pensou vagamente e sorriu por um bocejo.
Ela se considerou um especialista, n�o distinto cirurgi�o qualificado. Realmente, ela tinha estudado, apprenticed e praticou contanto que muitos respeitassem os
s�cios da profiss�o m�dica. Cinco anos depois de passar as exig�ncias estritas para se tornar um chefe de cozinha de bleu de cord�o em Paris, a cidade onde cozinhar
� sua pr�pria arte, Ver�o teve uma reputa��o por ser t�o temperamental quanto qualquer artista, por ter a mente de um computador quando veio a se lembrar de receitas
e por ter as m�os de um anjo.
Ver�o meio cochilou no assento de primeira classe dela e lutou fora uma apet�ncia desesperada para uma fatia de pizza de salaminho. Ela soube que o tempo de v�o
iria mais r�pido se ela pudesse ler ou poderia dormir o modo dela por isto. Ela decidiu misturar os dois, enquanto tirando a soneca clara primeiro. Ver�o era uma
mulher que quase computou o sono dela t�o altamente quanto ela computou a receita dela para musse de chocolate.
No retorno dela para a Filad�lfia, o hor�rio dela estaria melhor apressado. Havia o bombe para preparar para o banquete de caridade do governador, a reuni�o anual
da Sociedade Gourmet, a demonstra��o ela tinha concordado em fazer para televis�o p�blica... e aquela reuni�o, ela se lembrou de drowsily.
O que tinha dito aquela mulher p�ssaro-sonora em cima do telefone? Ver�o desejou saber. Drake-no, Blake-Cocharan. Blake Cocharan, HI da Cocharan hotel cadeia. Hot�is
excelentes, Ver�o pensou sem qualquer real interesse. Ela tinha patrocinado v�rios eles em v�rio comers do mundo. Sr. Cocharan o Ter�o teve uma proposi��o empresarial
para ela.
Ver�o assumiu que ele a quis criar alguma sobremesa especial exclusivamente para a cadeia dele de hot�is, algo que eles poderiam prender para o que o Cocharan nomeiam.
Ela n�o era oposta ao notion-under as pr�prias circunst�ncias. E para a pr�pria taxa. Naturalmente ela teria que investigar o empreendimento de Cocharan inteiro
cuidadosamente antes de ela concordasse em envolver a habilidade dela ou o nome dela com isto. Se qualquer um dos hot�is deles/delas fosse de qualidade inferior...
Com um bocejo, Ver�o decidiu pensar nisto later-after ela tinha se encontrado com A Terceira personalidade. Blake Cocharan, III, que ela pensou novamente com um
sorriso com sono divertido. Engorde, calvo, provavelmente dyspeptic. Sapatos italianos, rel�gio su��o, camisas francesas, car-and alem�o nenhuma d�vida ele se consideraria
o americano de unflaggingly. A imagem que ela criou pendurado na mente dela um momento, e entediado com isto, bocejou ela again-then suspiraram uma vez mais como
a id�ia de pizza invadiu os pensamentos dela. Ver�o inclinou atr�s mais longe o assento dela e determinedly se legaram dormir.
* * *
Blake Cocharan, III sentou no assento traseiro de pel�cia da limusine gunmetal-cinza e meticulosamente revisou o relat�rio no Cocharan Casa ser mais novo constru�do
em S�o Croix. Ele era um homem que poderia nos escavar umas bagun�as de detalhes se espalhados e poderia os alinhar em ordem perfeita, sistem�tica. Caos simplesmente
eram uma forma de ordem que espera ser unjumbled com l�gica. Blake era um homem muito l�gico. Aponte UM invariavelmente conduziu para apontar B, e de l� para C.
N�o importa como confuso o labirinto, com paci�ncia e l�gica, a pessoa poderia achar a rota.
Por causa do talento dele por h� pouco fazer que, Blake, �s trinta-cinco, teve controle quase completo do imp�rio de Cocharan. Ele tinha herdado a riqueza dele e,
como resultado, raramente pensamento disto. Mas ele tinha ganho a posi��o dele, e avaliou isto. Qualidade era uma tradi��o de Cocharan. Nada mais que o melhor faria
para qualquer Cocharan House, do linho nas camas para o morteiro nas funda��es.
O relat�rio dele em Ver�o Lyndon lhe falou ela era o melhor.
Pondo de lado o S�o pacote de Croix, Blake deslizou outro arquivo da pasta esbelta pelos p�s dele. Um �nico anel, oval-enfrentou, ouro e enrolou, vislumbrou estupidamente
na m�o dele. Ver�o Lyndon, ele meditou, enquanto sacudindo o arquivo aberto...
Vinte e oito, Sorbonne diplomado, chefe de cozinha de bleu de cord�o certificado. Gere, Rothschild Lyndon, s�cio respeitado de Parlamento brit�nico. M�e, Monique
Dubois Lyndon, estrela anterior do cinema franc�s. Pais se divorciaram amigavelmente durante vinte e tr�s anos. Ver�o Lyndon tinha passado os anos formativos dela
entre Londres e Paris antes da m�e dela tinha se casado um magnata de hardware americano, baseado na Filad�lfia. Ver�o tinha voltado ent�o a Paris para completar
a educa��o dela e atualmente tinha tido vivo esquarteja ambos l� e na Filad�lfia. A m�e dela teve desde casado uma terceira vez, um bar�o de papel neste c�rculo,
e o pai dela estava separado da segunda esposa dele, um corrim�o pr�spero.
Tudo de Blake est�o sondando tinha produzido a mesma resposta b�sica. Ver�o Lyndon era o melhor chefe de cozinha de sobremesa em qualquer lateral do Atl�ntico. Ela
tamb�m era um soberbo todos-ao redor o chefe de cozinha com um conhecimento instintivo de qualidade, um talento para criatividade e a habilidade para improvisar
em uma crise. Por outro lado, ela foi reputada para ser ditatorial, temperamental e brutalmente franqueie. Por�m, estas qualidades n�o a tinham alienado de cabe�as
de estado, aristocracia ou celebridades.
Ela poderia teimar em ter Chopin piou na cozinha enquanto ela cozinhou, ou summarily recusam trabalhar nada se a ilumina��o n�o fosse � prefer�ncia dela, mas a musse
dela s� era bastante para fazer um homem forte implorar conceder o desejo mais leve dela.
Blake n�o era um homem para implorar qualquer coisa... mas ele quis Ver�o Lyndon para Casa de Cocharan. Ele nunca duvidou que ele pudesse a persuadir aceitar precisamente
o que ele teve em mente.
Uma mulher formid�vel, ele imaginou, enquanto respeitando isso. Ele n�o teve nenhuma paci�ncia com testamentos fracos ou brains-particularly macio em pessoas que
trabalharam para ele. N�o muitas mulheres tinham subido � posi��o, ou a reputa��o que Ver�o que Lyndon celebrou. As mulheres poderiam ser tradicionalmente as cozinheiras,
mas os homens eram tradicionalmente os chefes de cozinha.
Ele imaginou o waisted grosso dela de provar as pr�prias cria��es dela. M�os fortes, ele pensou � toa. A pele dela estava em lugar fechado provavelmente um pouco
pastoso de todas essas horas em cozinhas. Uma mulher de nenhum-tolice, ele estava seguro, com uma vis�o inflex�vel em o que era comest�vel e por que. Organizado,
l�gico e cultured-perhaps plan�cie um pouco devido � preocupa��o dela com comida em lugar de moda. Blake imaginou que eles negociariam entre si muito bem. Com um
relance ao rel�gio dele, Blake notou com satisfa��o que ele tinha raz�o na hora certa para a reuni�o.
A limusine viajou a uma parada ao lado do meio-fio. "Eu serei n�o mais que uma hora", Blake falou para o motorista como ele escalou fora.
"Sim, senhor." O motorista conferiu o rel�gio dele. Quando Sr. Cocharan disse uma hora, voc� poderia depender disto.
Blake olhou no quarto ch�o como ele cruzou ao edif�cio velho bem tratado. As janelas estavam abertas, ele notou. Ar primaveral morno afluiu, enquanto melodia de
music-a fora a que ele n�o p�de pegar totalmente em cima dos sons de traffic-poured. Quando Blake entrou, ele aprendeu que o �nico elevador era defeituoso. Ele caminhou
para cima quatro v�os.
Depois que Blake bateu, a porta foi aberta por uma mulher pequena com uma face atordoante que foi vestida em uma Camiseta e cal�as jeans pretas esbeltas. A empregada
aceso o modo dela fora durante um dia fora? Blake desejou saber � toa. Ela n�o parecia forte bastante esfregar um ch�o. E se ela estivesse saindo, ela estava saindo
sem os sapatos dela.
Depois do sum�rio, relance objetivo, o olhar dele era irresistivelmente atr�s tirado � face dela. Cl�ssico, nu e undeniably sensual. A boca s� faria o movimento
de sangue de um homem. Blake ignorou o que ele considerou um autom�tico sexual puxe.
"Blake Cocharan para ver Sra. Lyndon."
O rose-a de sobrancelha de esquerda de ver�o assinam de surpresa. Ent�o os l�bios dela encurvaram slightly-a assinam de prazer.
Engorde, ele n�o era, ela observou. Duro e lean-racketball, t�nis, nadando. Ele era obviamente um homem mais propenso para estes que demorando em cima dos almo�os
de executivo. Calvo, n�o. O cabelo dele era preto rico e grosso. Foi nomeado bem, com ondas naturais leves que acrescentaram � atratividade de uma face fresca, sensual.
Uma varredura de ma��s do rosto, uma linha firme de queixo. Ela gostou do olhar do anterior aquele raio de for�a, e o posterior, s� apenas racha, aquele raio de
charme. Sobrancelhas pretas eram quase diretas em cima de olhos claros, �gua-azuis. A boca dele era um pouco longo mas formosamente amoldado. O nariz dele era mesmo
straight-the ordenam ela sempre tinha pensado foi feito ser olhado para baixo. Talvez ela tinha tido raz�o sobre o trimmings-the externo sapatos italianos, e assim
forth-but, Ver�o admitiu, ela tinha estado fora a marca com o homem.
A avalia��o n�o ocupou o long-three dela, talvez quatro, segundos. Mas a boca dela encurvou mais. Blake n�o p�de tirar os olhos disto. Era uma boca um homem, se
ele respirasse, quis provar. "Por favor entre, Sr. Cocharan". Ver�o pisou atr�s, enquanto balan�ando a porta mais largo em convite. "� muito considerado de voc�
concordar em se encontrar aqui. Por favor tome assento. Eu tenho medo que eu estou no meio de algo na cozinha." Ela sorriu, gesticulou e desapareceu.
Blake abriu o mouth-he dele n�o foi usado a ser fugido atrav�s de servants-then fechou isto novamente. Ele teve bastante tempo para ser tolerante. Como ele fixou
abaixo a pasta dele que ele olhou o quarto ao redor. L� foi orlado abajures, um sof� curvado em veludo azul de pel�cia, um fussily esculpiu mesa de cherrywood. Carpets-two-softly
de Aubusson enfraqueceram em bluess e grays-were esparramados em cima dos ch�os. Um vaso de Ming. Pot-pourri em o que era certamente uma compoteira de Dresde.
O quarto n�o teve nenhuma ordem; era uma mistura de per�odos europeus e estilos que nunca deveriam ter vestido, mas era imediatamente atraente. Ele viu que uma mesa
de pedestal ao fim distante do quarto estava coberta com p�ginas datilografadas confundidas e notas manuscritos. Sons de rua acumularam dentro pela janela. Chopin
flutuou do est�reo.
Como estava de p� l� ele, enquanto atraindo isto, ele tinha abruptamente certeza havia ningu�m no apartamento mas ele e a mulher que tinham aberto a porta. Ver�o
Lyndon? Fascinado com a id�ia, e com o aroma que rasteja da cozinha, Blake cruzou o quarto.
Seis massa descasca, s� tocou com ouro e umidade, sentou em uma prateleira. Um por um Ver�o os encheu a transbordar com o que parecia ser um pouco de nata branca
rica. Quando Blake olhou � face dela que ele viu a concentra��o, a seriedade e intensidade que ele poderia ter associado com um cirurgi�o de c�rebro. Deveria o ter
divertido. Ainda de alguma maneira, com as tens�es de Chopin que verte pelos oradores de cozinha, com essas m�os delicadas, esbelto-tocadas que organizam a nata
em mont�culos, foi fascinado ele.
Ela imergiu um garfo em uma panela e pingou o que ele adivinhou foi esquentado caramelo em cima da nata. Correu lavishly abaixo os lados e gelled. Ele duvidou que
fosse humanamente poss�vel n�o desejar h� pouco um gosto. Novamente, um por um, ela escavou para cima as tortas e os colocou em um prato enfileirado com um guardanapo
de papel rendilhado. Quando o �ltimo foi organizado, ela olhou para Blake. "Voc� gostaria de um pouco de caf�? '' Ela sorriu e a linha de concentra��o entre as sobrancelhas
dela desapareceu. A intensidade que tinha parecido escurecer as �ris dela iluminou.
Blake olhou ao prato de sobremesa e desejou saber como a cintura dela poderia ser m�o-spannable. "Sim, eu vou."
"Est� quente", ela lhe falou como ela ergueu o prato. "O ajude. Eu tenho que correr esta pr�xima porta." Ela estava al�m dele e para a entrada da cozinha antes de
ela se virasse. "Oh, h� alguns biscoitos no jarro, se voc� gosta. Eu voltarei em breve.
Ela teve sido, e as massas com ela. Com um encolha os ombros, ele retrocedeu para a cozinha que era um matadouro. Ver�o Lyndon poderia ser um grande cozinheiro,
mas ela n�o era obviamente uma limpa. Ainda se o cheiro e olhar das massas tivessem sido qualquer indica��o...
Ele come�ou a torcer nos arm�rios para uma x�cara, ent�o cedeu ante tenta��o. Se levantando no Saville Fila terno dele, Blake correu o dedo dele ao longo da extremidade
da tigela que tinha segurado a nata. Ele p�s isto na l�ngua dele. Com um suspiro, fecharam os olhos dele. Rich, grosso e muito franc�s.
Ele tinha jantado nos restaurantes mais exclusivos, em algumas das casas mais ricas, em d�zias de pa�ses no mundo inteiro. Logicamente, praticamente, ele n�o p�de
dizer honestamente, que ele alguma vez tinha sido melhor que o que que ele escavou agora da tigela na cozinha desta mulher. Decidindo especializar em sobremesas
e massas, Ver�o que Lyndon tinha escolhido bem, ele concluiu. Ele sentia um pesar moment�neo que ela tinha levado essas tortas ricas, gordas a outra pessoa. Este
tempo quando Blake come�ou a procura dele para uma x�cara, ele manchou o jarro de biscoito cer�mico amoldado como um panda.
Normalmente ele n�o teria estado interessado. Ele n�o era um homem com um doce dente particularmente ativo. Mas o sabor da nata demorou na l�ngua dele. Que tipo
de biscoito fez uma mulher que criou o melhor de culin�ria de haute fa�a? Com uma x�cara de porcelana de osso inglesa em uma m�o, Blake decolou o topo da cabe�a
do panda. Fixando isto abaixo, ele tirou de um biscoito e fitou em maravilha simples.
Nenhum americano poderia equivocar aquele munchie de particular. Um cl�ssico? ele meditou. Uma tradi��o? Um Oreo. Blake continuou encarando o biscoito de sandu�che
de chocolate com sua dose dobro de centro branco. Ele virou isto em cima de na m�o dele. A marca era unmistakably estampado em ambos os lados. Isto de uma mulher
que assou e chicoteou e envidra�ou para realeza?
Um riso quebrou dele como ele derrubou o Oreo atr�s no panda. Ao longo da carreira dele ele tinha tido que lidar com mais que a parte dele de exc�ntricos. Correndo
uma cadeia de hot�is n�o era s� um assunto de quem se registrou e que confirmou. Havia desenhistas, artistas, arquitetos, decoradores, chefes de cozinha, m�sicos,
representantes de uni�o,. Blake se considerou educado das pessoas. N�o o levaria aprender o que fez carrapato de Ver�o muito tempo.
Ela colidiu atr�s na cozinha da mesma maneira que ele estava vertendo o caf� finalmente. "Eu estou arrependido ter o mantido esperando, Sr. Cocharan. Eu sei que
era rude." Ela sorriu, como se ela n�o tivesse nenhuma d�vida que ela seria perdoada, como ela verteu o pr�prio caf� dela. "Eu tive que adquirir essas massas terminado
para meu vizinho. Ela est� tendo um ch� de compromisso pequeno este afternoon-with os parentes previdentes. " O sorriso dela virou a um sorriso, e tomando um gole
do caf� preto dela, ela arrancou o topo do panda. "Voc� quis um biscoito? "
"N�o. Por favor, voc� prossegue. O levando � palavra dele, Ver�o escolheu um e lambiscou. "Voc� sabe", ela disse pensativamente, "estes s�o uniformemente excelentes
para o tipo" deles/delas. Ela gesticulou com o meio biscoito que ela tinha partido. "N�s iremos sentar abaixo e discutiremos sua proposi��o? "
Ela moveu rapidamente, ele meditou com aprova��o. Talvez ele tinha estado pelo menos na marca sobre a atitude de nenhum-tolice. Com um aceno de reconhecimento, Blake
a seguiu. Ele tinha �xito na profiss�o dele, n�o porque ele era uma ter�o-gera��o Cocharan, mas porque ele teve uma mente r�pida e anal�tica. Foram resolvidos problemas
sistematicamente. No momento, ele teve que h� pouco decidir como chegar uma mulher gosta Ver�o Lyndon.
Ela teve uma face que pertenceu na sombra de uma �rvore no de de Bois Boulogne. Muito franc�s, muito elegante. A voz dela teve o c�rculo, tons claros que falaram
unmistakably de educa��o europ�ia e wisp de upbringing-a de Fran�a novamente mas com a disciplina de Inglaterra. O cabelo dela foi arrega�ado, uma concess�o para
o calor e umidade; ele imagined-though ela teve as janelas abrir, enquanto ignorando o condicionador de ar dispon�vel. Os cravos nas orelhas dela eram esmeraldas,
redondo e sem defeito. Havia uma l�grima bom-de tamanho na manga da Camiseta dela.
Sentando no sof�, ela dobrou as pernas dela debaixo dela. Os dedos do p� nus dela foram pintados com um esmalte de rosa selvagem, mas as unhas dela eram curtas e
n�o envernizado. Ele pegou o fascine do toque de scent-a dela do caramelo das massas, mas debaixo disto algo o unmistakably franc�s, unapologetically sexual.
Como a pessoa chegou tal uma mulher? Blake refletiu. Ele usou charme, lisonja ou figuras? Ela foi reputada para ser um perfeccionista e ocasionalmente um ti��o.
Ela tinha recusado cozinhar para uma figura pol�tica importante porque ele n�o voaria o equipamento de cozinha pessoal dela ao pa�s dele. Ela tinha carregado uma
celebridade de Hollywood uma fortuna pequena criar um vinte-tiered se casando composi��o extravagante de bolo. E ela h� pouco tinha m�o-assado e tinha m�o-entregado
um prato de massas a um vizinho para um ch�. Blake preferiria muito ter a chave a ela antes de ele fizesse a oferta dele. Ele soube as vantagens de levar uma rota
circular. Realmente alguns poderiam chamar isto espiando.
"Eu me familiarizo com sua m�e", Blake come�ou facilmente como ele continuou medindo a mulher ao lado dele. "Realmente? " Ele pegou divers�o e afeto na palavra.
"Eu n�o deveria ser pegado de surpresa", ela disse como ela lambiscou novamente no biscoito. "Minha m�e sempre patrocinou uma Casa de Cocharan quando n�s viajamos.
Eu acredito que eu jantei com seu av� quando eu tinha seis ou sete" anos. A divers�o n�o enfraqueceu como ela tomou um gole ao caf� dela. "Mundo pequeno."
Um terno excelente, Ver�o decidiu, enquanto relaxando contra a parte de tr�s do sof�. Estava bem cortado e conservador bastante ter ganho o aprova��o do pai dela.
A forma para a que foi moldado foi constru�da bem e ap�ia bastante ter ganho a m�e dela. Era talvez a combina��o dos dois isso puxou o interesse dela.
Deus bom, ele � atraente, ela pensou como ela levou outro considerando pesquisa da face dele. N�o bastante liso, n�o bastante �spero, o poder dele sentou bem nele.
Isso era algo ela recognized-in ela e em outros. Ela respeitou algu�m que buscou e adquiriu o pr�prio modo dele, como julgou ela que Blake fez. Ela se respeitou
pela mesma raz�o. Atraente, ela pensou again-but que ela sentia que um homem como Blake seria assim, embora aparecimento f�sico.
A m�e dela teria o chamado s�duisant, e exatamente assim. Ver�o teria o chamado perigoso. Uma combina��o dif�cil para resistir. Ela trocou, talvez inconscientemente
p�r mais dist�ncia entre eles. Afinal de contas, neg�cio era empresarial.
"Voc� est� ent�o familiarizado com os padr�es de uma "Casa de Cocharan, Blake come�ou. Bastante de repente ele desejou que o cheiro dela n�o estivesse fascinando
assim ou a boca dela tentando assim. Ele n�o se preocupou ter neg�cio confundido com atra��o, n�o importa como agrad�vel.
"Claro que." Ver�o fixou abaixo o caf� dela porque s� beber isto pareciam acentuar a pequena agita��o estranha no est�mago dela. "Eu invariavelmente fico a eles
eu."
"Me fui falado seus padr�es de qualidade s�o igualmente altos."
Este tempo quando Ver�o sorriu havia uma sugest�o de arrog�ncia a isto. "Eu sou o muito melhor ao que eu fa�o porque eu tenho nenhuma inten��o de ser caso contr�rio."
A primeira chave, Blake decidiu com satisfa��o. Vaidade profissional. "Assim minha informa��o me, Sra. Lyndon, fala. O muito melhor � tudo aquilo me" interessa.
"Assim." Ver�o apoiado um cotovelo ent�o na parte de tr�s do sof� descansou a cabe�a dela na palma. "Como eu o interesso exatamente, Sr. Cocharan? " Ela soube que
a pergunta estava carregada, mas n�o p�de resistir. Quando uma mulher constantemente estava correndo riscos e estava fazendo experi�ncias na vida profissional dela,
o h�bito escoou freq�entemente por.
Seis respostas separadas folhearam a mente dele nenhum de que teve qualquer porte no prop�sito dele por estar l�. Blake fixou abaixo o caf� dele. "Os restaurantes
nas Casas de Cocharan s�o renomados para a qualidade deles/delas e servi�o. Por�m, recentemente o restaurante aqui em nosso complexo de Filad�lfia parece estar sofrendo
de uma falta de ambos. Francamente, Sra. Lyndon, � minha opini�o que a comida se tornou perfura��o de pedestrian-too tamb�m. Eu planejo fazer alguns remodelando,
ambos em estrutura f�sica e em pessoal."
"S�bio. Restaurantes, como pessoas, ficam freq�entemente muito complacentes."
"Eu quero o melhor chefe de cozinha de cabe�a dispon�vel." Ele apontou um olhar nivelado. "Minha pesquisa me fala isso � voc�."
Ver�o ergueu uma sobrancelha, n�o em surpresa este tempo mas em considera��o. "Isso est� lisonjeando, mas eu trabalho independentemente, Sr. Cocharan. E eu especializo."
"Especialize, sim, mas voc� tem experi�ncia e conhecimento em todas as �reas de culin�ria de haute. Como pelo trabalhar independentemente, voc� seria gr�tis para
continuar isso a uma extens�o grande, pelo menos depois dos primeiros meses. Voc� precisaria estabelecer seu pr�prio pessoal e criar seu pr�prio card�pio. Eu n�o
acredito contratando um perito, enquanto interferindo" ent�o.
Ela n�o estava carranqueando again-concentration aborrecimento. Estava tentando, muito tentando. Talvez era atr�s h� pouco o cansa�o de viagem da viagem dela da
It�lia, mas ela tinha come�ado a cultivar tired-bored?-with um pouco as demandas constantes de voar a qualquer determinado pa�s para fazer para aquele prato. Parecia
ele a bateria no momento certo mexer o interesse dela concentrando em um lugar, e uma cozinha, para um lapso de tempo.
Seria work-if interessante ele estava sendo verdadeiro sobre a carta branca ela have-redoing uma cozinha e o card�pio em um velho, estabelecido e respeitou hotel.
A levaria talvez seis meses de intenso esfor�o, e ent�o... era o "e ent�o" isso a fez hesitar novamente. Se ela desse tanto tempo e esfor�o para um trabalho de tempo
integral, ela ainda reteria o talento dela para o espetacular? Tamb�m, isso era algo que considerar.
Ela sempre tinha tido uma pol�tica firme contra se cometer a qualquer uma cautela de establishment-a de ribboned de compromissos por todas as �reas da vida dela.
Se voc� se fechasse em algo, para algu�m, que voc� se abriu a toda a maneira de complica��es.
Al�m, Ver�o argumentou, se ela quisesse se afiliar com um restaurante, ela poderia abrir e poderia correr o pr�prio dela. Ela n�o tinha feito isto contudo porque
a amarraria muito longo para um lugar, a prenda muito de perto a um projeto. Ela preferiu viajar, enquanto criando um prato soberbo de cada vez, se mudando ent�o.
O pr�ximo pa�s, o pr�ximo prato. Isso era o estilo dela. Por que ela deveria considerar alterando isto agora?
"Uma oferta muito lisonjeira, Sr. Cochran-"
"Um mutuamente vantajoso", ele interrompeu, perceptivo bastante para pegar o come�o de uma recusa. Com facilidade deliberada, ele jogou fora um seis-d�gito sal�rio
anual que fez Ver�o momentaneamente speechless-not uma tarefa simples.
"E generoso", ela disse quando ela achou a voz dela novamente.
"A pessoa n�o adquire o melhor a menos que a pessoa legando pague por isto. Eu o gostaria pensar nisto, Sra. Lyndon". Ele alcan�ou na pasta dele e tirou de uma gavela
de documentos. "Este � um desenho de um acordo. Voc� poderia gostar de ter seu olhar de advogado isto em cima de, e claro que, podem ser negociados" pontos.
Ela n�o quis olhar para o contrato de maldi��o porque ela pudesse sentir, totalmente tangibly que ela estava sendo manobrada em um corner-a muito de pel�cia. "Sr.
Cocharan, eu aprecio seu interesse, mas-''
"Depois que voc� refletiu sobre isto, eu gostaria de discutir isto novamente com voc�, talvez em cima do jantar. Diga, sexta-feira? ''
Ver�o estreitou os olhos dela. O homem era um rolo compressor, ela decidiu. Um rolo compressor muito atraente, muito macio e lustroso. N�o importa como elegante
a maquinaria, voc� ainda foi aplainado se voc� estivesse no caminho. Arrog�ncia emanou dela. "Eu sinto muito, eu estou trabalhando o "afazeres de caridade de governador
de evening-the de sexta-feira.
"Ah, sim." Ele sorriu, entretanto o est�mago dele tinha apertado. Ele teve uma imagem repentinamente v�vida, completamente selvagem de fazer amor a ela no ch�o de
alguma floresta �mida, sombria. Aquele s� quase o fez considerar aceitando a recusa dela. E aquele s� lhe fez ainda mais n�o determinado. "Eu posso o escolher l�
em cima. N�s podemos tomar uma recente ceia."
"Sr. Cocharan", Ver�o disse em uma voz fr�gida, "voc� vai ter que aprender levar nenhum para uma resposta."
Goste de inferno, ele pensou severamente, mas a deu um bastante sentido, bastante sorriso encantador. "Minhas desculpas, Sra. Lyndon, se eu pare�o estar o pressionando.
Voc� foi minha primeira escolha, voc� v�, e eu tendo a ir com meus instintos. Por�m... " Aparentemente relutante, ele subiu. O n� de tens�o e enfurece no est�mago
de Ver�o come�ou a soltar. "Se sua mente fez as pazes... " Ele arrancou o contrato da mesa e come�ou a passar despercebido isto na pasta dele. Talvez voc� pode me
dar sua opini�o em Louis LaPointe."
"LaPointe? " A palavra sussurrou pelos l�bios de Ver�o como veneno. Muito lentamente ela uncurled do sof�, ent�o rosa, o cad�ver de corpo inteiro dela. "Voc� me
pergunta de LaPointe? " Em raiva, a ascend�ncia francesa dela se tornou mais pronunciada na fala dela.
"Eu apreciaria qualquer coisa que voc� poderia me" contar, Blake foi em amiably, enquanto sabendo bem cheio que ele tinha marcado o primeiro real ponto dele fora
ela. "Vendo que voc� e ele s�o os s�cios e-"
Com um lance da cabe�a dela, Ver�o disse algo curto, rude e para o ponto no l�ngua da m�e dela. As manchas de ouro nos olhos dela brilharam. Sherlock Holmes teve
Professor Moriarty. Super-homem teve Lex Luthor. Ver�o Lyndon teve Louis LaPointe.
"Porco enlodado", ela rangeu, enquanto revertendo a ingl�s. "Ele tem a mente de um amendoim e as m�os de um lenhador. Voc� quer saber de LaPointe? " Ela arrebatou
um cigarro do caso na mesa, iluminando isto como fez s� ela quando extremamente agitado. "Ele � um campon�s. Que mais � saber l�? "
"De acordo com minha informa��o, ele � um dos cinco chefes de cozinha de topo em Paris." Blake apertou porque um ponto de press�o bom era uma arma inestim�vel. O
en de Canard dele que � dito que Croute � insuper�vel."
"Couro de sapato." Ela todos menos briga fora as palavras, e Blake teve a escola todo m�sculo facial prevenir o sorriso. Vaidade profissional, ele pensou novamente.
Ela teve o dela compartilhe. Ent�o como ela atraiu uma respira��o funda, ele teve a escola o resto dos m�sculos dele evitar uma onda feroz de desejo. Sensuality-perhaps
ela teve mais que a parte dela. "Por que � voc� me perguntando por LaPointe."
"Eu estou voando para Paris semana que vem o reunir. Desde que voc� est� recusando minha oferta-"
"Voc� oferecer� isto-" ela ainda abanou um dedo ao contrato na m�o de Blake "-para ele? "
"Admitidamente ele � minha segunda escolha, mas h� esses na t�bua que sente Louis LaPointe est� mais qualificado para a posi��o."
"� que assim? " Os olhos dela eram racha agora atr�s de uma tela de fuma�a. Ela arrancou o contrato da m�o dele, ent�o derrubou isto ao lado do caf� refrescante
dela. "Os s�cios de sua t�bua s�o talvez ignorantes? '' "Eles s�o", ele administrou, "talvez equivocado."
"Realmente." Ver�o levou um arraste do cigarro dela, fuma�a ent�o libertada em um fluxo r�pido. Ela detestou o gosto. "Voc� pode me escolher em nove horas na sexta-feira
na cozinha do governador, Sr. Cocharan. N�s discutiremos este assunto mais adiante."
"Meu prazer, Sra. Lyndon". Ele inclinou a cabe�a dele, cuidadoso manter a face dele inexpressivo at� que ele tinha fechado a porta da frente atr�s dele. Ele riu
o modo dele abaixo quatro v�os de passos.

Cap�tulo 2
Fazendo uma sobremesa boa do nada n�o � um assunto simples. Criando uma obra-prima de farinha, ovos e a��car � novamente qualquer outra coisa. Sempre que Ver�o apanhou
uma tigela ou um movimento r�pido ou misturador, ela sentia isto o dever dela para criar uma obra-prima. Adequado, como um adjetivo em conjuction com o trabalho
dela, era o �ltimo insulto. Adequado, para Ver�o, era o resultado alcan�ado primeiro por um rec�m casado com um livro de receitas abriu o dia depois da lua de mel.
Ela n�o fez cozedura, mistura ou freeze-she concebidos simplesmente, desenvolveu e alcan�ou. Arquiteto, um engenheiro, um cientista fez nenhum mais, nenhum menos.
Quando ela tinha escolhido estudar a arte de culin�ria de haute, ela n�o tinha feito t�o ligeiramente, e ela n�o tinha feito assim sem a meta de perfei��o em mente.
Perfei��o ainda era o que ela buscou sempre que ela ergueu uma colher.
Ela j� tinha gastado a parte melhor do dia dela na cozinha da mans�o do governador. Outros chefes de cozinha exageraram com sopas e sauces-or um ao outro. Todo o
talento de Ver�o foram focalizados na cria��o do final, a mistura primorosa de gostos e texturas, a beleza est�tica global do bombe.
O molde j� estava forrado com o bolo �mido que ela tinha assado, ent�o sistematicamente fatiou em um padr�o. Isto tinha sido terminado com modelos t�o meticulosamente
quanto quando um engenheiro projeta uma ponte. A musse, um para�so de chocolate e p�e creme em, j� estava dentro da c�pula da sobremesa. Este deceptively que elemento
simples tinha estado esfriando como come�o matutino. Entre as prepara��es, o misturando, enquanto fazendo e construindo, Ver�o tinha estado essencialmente nos p�s
dela aquele longo.
Agora, ela teve os come�os do bombe dela em uma mesa cintura-alta, com uma tigela de a�o imaculada grande de bagas esmagadas ao cotovelo dela. �s instru��es firmes
dela,
Chopin vagueou pelos oradores de cozinha. O primeiro curso j� estava sendo desfrutado no quarto jantando.
Ela poderia ignorar a confus�o que reina ao redor dela.
Ela poderia encolher os ombros fora a press�o de ter o dela separe da refei��o complete e aperfei�oe em precisamente o momento certo. Isso era toda a rotina. Mas
como estava de p� l� ela, preparou come�ar o pr�ximo passo, a concentra��o dela se espalhou.
LaPointe, ela pensou com dentes friccionados. Naturalmente era raiva que tinha impedido a aten��o dela ser focalizado todo o dia completamente, a id�ia de ter Louis
LaPointe lan�ou na face dela. N�o tinha levado Ver�o longo perceber aquele Blake Cocharan tinha usado o nome de prop�sito. Por�m, conhecendo isto n�o fizeram o menos
mordeu de diferen�a � rea��o dela... exclui talvez que o veneno dela foi esparramado mais de dois homens em lugar de um. Oh, ele pensa que ele � muito inteligente,
Ver�o decidiu, enquanto pensando em Blake-as que ela teve muito freq�entemente aquela semana. Ela levou tr�s respira��es de limpeza como ela estudou a c�pula dourada
em frente a ela. Me perguntando, eu, dar para LaPointe uma refer�ncia. Su�nos franceses desprez�veis, ela murmurou silenciosamente, enquanto recorrendo a LaPointe.
Como ela escavou para cima as primeiras bagas que ela decidiu que Blake deve ser que um su�no igual iguala para estar considerando procedimento com o Frenchman.
Ela poderia se lembrar de todo frustrar, contato aborrecedor ela tinha tido com o pequeno-de olhos, undersized LaPointe. Como cobriu cuidadosamente ela o fora do
bolo com bagas batidas, Ver�o considerou lhe dando uma recomenda��o ardendo. Ensinaria para aquele americano furtivo uma li��o se achar preso com um asno pomposo
como LaPointe. Enquanto os pensamentos dela se enfureceram, as m�os dela estavam alisando as bagas delicadamente, arredondando fora e firming a forma.
Atr�s dela um dos assistentes derrubou uma panela com um ru�do e um estrondo e sofreu uma torrente de abuso. Nenhum pensamentos de Ver�o nem as m�os dela hesitaram.
Pux�o presumido, seguro de si, ela pensou severamente em Blake. Em um fluxo fixo, ela come�ou a estender em camadas nata francesa rica em cima das bagas. A face
dela, entretanto come�ada concentra��o, raiva no flash nos olhos dela. Um homem como ele se encantou manobrando e manobrando melhor que. Mostrou, ela pensou, naquela
entrega oh-assim-lisa, naquele lustro de sofistica��o. Ela deu um pequeno bufo desdenhoso como ela come�ou a alisar fora a nata.
Ela preferiria ter um homem com alguns extremidades �speras que um t�o polido que ele vislumbrou. Ela preferiria ter um homem que conheceu como suar e dobrar a parte
de tr�s dele que um com unhas de manicured e cinco-cem-d�lar ternos. Ela tem um homem bastante que...
Ver�o deixou de alisar a nata enquanto os pensamentos dela alcan�aram a consci�ncia dela. Desde ent�o quando ela tinha considerado tendo qualquer homem, e por que,
pelo amor de Deus, ela estava usando Blake para compara��es? Rid�culo.
O bombe era agora uma c�pula branca lisa que espera por sua camada de chocolate rico. Ver�o carranqueou a isto como um assistente bateu tigelas vazias fora do modo
dela. Ela come�ou a misturar o glac� em um misturador grande como dois cozinheiros discutiu em cima das densidades do molho para a entrada.
Quanto ao assunto, os pensamentos dela correram em, era rid�culo com que freq��ncia ela tinha pensado nele os �ltimos dias, enquanto se lembrando de detalhes tolos...
os olhos dele eram quase precisamente a sombra da �gua no lago na propriedade do av� dela em Devon. Como agrad�vel a voz dele era, fundo, com aquela inflex�o l�nguida
mas inconfund�vel do Nordeste americano. Como a boca dele encurvou em uma moda quando ele foi divertido, e outro quando ele sorriu educadamente.
Era dif�cil explicar por que ela tinha notado essas coisas, muito menos por que ela tinha continuado pensando posteriormente neles dias. Como uma regra, ela n�o
pensou em um homem a menos que ela estivesse com him-and iguale ent�o ela s� lhe permitiu uma por��o cuidadosamente regulada da concentra��o dela.
Agora, Ver�o se lembrou como ela come�ou a estender em camadas em gear, n�o era o tempo para pensar em qualquer coisa mas o bombe. Ela pensaria em Blake quando o
trabalho dela era acabado, e ela lidaria com ele em cima da recente ceia que ela tinha aceitado. Oh, yes-her declamam set-she se tratam dele.
Blake chegou cedo deliberadamente. Ele quis ver o trabalho dela. Isso era razo�vel, at� mesmo l�gico. Afinal de contas, se ele fosse contrair Ver�o a Cocharan House
durante um ano, ele deveria ver o do qual ela era capaz diretamente, e como ela fez sobre isto. N�o era incomum para ele confirmar empregados potenciais ou s�cios
na pr�pria relva deles/delas. Se qualquer coisa, era caracter�stico dele. Senso empresarial bom.
Ele continuou se falando assim, em cima de e em cima de, porque havia uma d�vida prolongada sobre as pr�prias motiva��es dele. Talvez ele tinha deixado o apartamento
dela em esp�ritos bons altos que sabem que ele tinha a manobrado melhor que no primeiro c�rculo. A face dela, � men��o do rival dela LaPointe, tinha sido inestim�vel.
E era a face dela que ele n�o tinha podido empurrar fora da mente dele durante quase uma semana.
Inc�modo, ele decidiu como ele pisou no enorme, ecoando cozinha. A mulher o fez inc�modo. Ele gostaria de saber a raz�o por que. Sabendo as raz�es e motiva��es era
essencial a ele. Com eles nitidamente listou, as respostas para qualquer problema seguiriam eventualmente.
Ele apreciou arte de beauty-in, em arquitetura e certamente na forma feminina. Ver�o Lyndon estava bonito. Isso n�o o deveria ter feito inc�modo. Intelig�ncia era
algo ele n�o s� apreciou mas invariavelmente exigiu em qualquer um com o que ele associou. Ela era indubitavelmente inteligente. Nenhuma raz�o para desconforto l�.
Estilo era qualquer outra coisa que ele olhou certamente for-he acharam isto nela. O que foi sobre ela... os olhos? ele desejou saber como ele passou dois cozinheiros
em um argumento aquecido em cima de pato apertado. Aquele estranho castanho isso n�o era precisamente umas manchas de ouro de color-those defin�veis que afundaram
ou iluminaram de acordo com o humor dela. Muito dirija, olhos muito honestos, ele meditou. Blake respeitou isso. Ainda o contraste de cor mal-humorada que realmente
n�o era uma cor o intrigou. Talvez muito.
Sexualidade? Era um homem tolo que era cauteloso por causa de uma sexualidade feminina natural e ele nunca tinha se considerado um homem tolo. Nem um particularmente
suscet�vel. Ainda a primeira vez ele tinha a visto ele tinha sentido aquele cacho de momento de desejo que imediato puxe de homem para mulher. Incomum, ele pensou
dispassionately. Algo ele teria que considerar carefully-then disp�e de. N�o havia quarto para desejo entre s�cios de neg�cio.
E eles seriam que, ele pensou como os l�bios dele encurvados. Blake contou com os pr�prios poderes dele de persuas�o, e a men��o casual dele de LaPointe para virar
Ver�o Lyndon o modo dele. Ela j� estava virando aquele modo, e depois desta noite, refletiu ele, morto ent�o parado. Para um momento sentia como se algu�m tinha
o entregado um sopro muito r�pido, muito atordoante para a base da espinha. Ele s� tinha tido que olhar para ela.
Ela estava meio-escondida pela sobremesa na que ela trabalhou. A face dela era fixa, inten��o. Ele viu a linha l�nguida que poderia ter estado abaixo temperamento
ou corrida de concentra��o entre as sobrancelhas dela. Os olhos dela foram estreitados, as chicotadas varridas abaixo de forma que a express�o eram ileg�veis. A
boca dela que boca macia, moldada que ela nunca parecia pintar, estava formando um fa�a beicinho. Era totalmente kissable.
Ela deveria ter parecido clara e eficiente, tudo em branco. O chap�u do chefe de cozinha em cima dela nitidamente cabelos encadernados poderiam ter dado um toque
quase c�mico. Ao inv�s ela olhou outrageously bonito. De p� l�, Blake poderia ouvir o Chopin que era a marca registrada dela, cheire os cheiros pungentes ex�ticos
de cozinhar, sinta a tens�o no ar como cozinheiros temperamentais exagerou e trabalhou em cima das cria��es deles/delas. Tudo que ele poderia pensar, e pensa bastante
claramente, era como ela pareceria nua, na cama dele, com s� velas competir com a escurid�o.
Se pegando, Blake tremeu a cabe�a dele. Pare, ele pensou com divers�o severa. Quando voc� misturar neg�cio e prazer, um ou ambos sofre. Isso invariavelmente era
algo que Blake evitou sem esfor�o. Ele ocupou o cargo que ele fez porque ele pudesse reconhecer, pese e despede erros antes de eles j� fossem feitos. E ele poderia
fazer assim com uma desumanidade de sangue frio como a que era limpe como seu olha.
A mulher poderia ser t�o deleit�vel quanto a mistura ela estava criando, mas isso n�o era isso que ele wanted-correction, o que ele poderia dispor a want-from ela.
Ele precisou da habilidade dela, o nome dela e o c�rebro dela. Isso era tudo. Para agora, ele se confortou com aquele pensamento como ele lutou ondas de uma necessidade
mais insistente e muito mais b�sica atr�s.
Como estava de p� ele, como longe fora do melee como poss�vel, Blake a assistiu pacientemente, methodically aplicam e alisam em camada depois de camada. N�o havia
nenhuma hesita��o no hands-something dela que ele notou at� mesmo com aprova��o como ele notou a forma elegante bom-desossada deles. Havia nenhuma falta de confian�a
na posi��o dela. Olhando em, Blake percebeu que ela poderia ter estado s� para todo o barulho e confus�o ao redor do dela importou.
A mulher, ele decidiu, poderia construir o bombe espetacular dela na Ben Franklin Parkway a hora de pressa e nunca poderia perder um passo. Bom. Ele n�o p�de usar
alguma f�mea hist�rica que dobrou debaixo de press�o.
Pacientemente ele esperou como ela completou o trabalho dela. At� que Ver�o tivesse a bolsa de massa enchida de icing branco e tinha come�ado ao decorar final, a
maioria do pessoal de cozinha estava dispon�vel a rel�gio. O resto da refei��o era um accompli de fait. Havia s� o final agora.
No �ltimo redemoinho, pisou ela atr�s. Havia um suspiro comunal de avalia��o. Ainda, ela n�o sorriu como caminhou ela completamente ao redor do bombe, conferindo,
rechecking. Perfei��o. Nada menos era aceit�vel.
Ent�o Blake viu os olhos dela clarearem, a curva de l�bios dela. Ao aplauso se espalhado, sorriu ela e era mais que beautiful-she era acess�vel. Ele achou isso o
perturbou mais at� mesmo.
"Leve dentro." Com um riso, ela estirou os bra�os dela alto trabalhar fora uma d�zia de endureceu m�sculos. Ela decidiu que ela pudesse dormir durante uma semana.
"Muito impressionante."
Bra�os acalmam alto, Ver�o virou se achar enfrentando Blake lentamente. Obrigado." A voz dela era muito esfrie, os olhos dela cauteloso. Algum dia entre as bagas
e o glac�, ela tinha decidido ser mesmo, muito cuidadoso com Blake Cocharan, III. "� significado ser."
"Em olhares", concordou ele. Olhando abaixo, ele viu a tigela grande de chocolate que geia isso teve que ainda ser removida. Ele correu o dedo dele ao redor da extremidade,
ent�o lambeu isto fora. O gosto era bastante para derreter os cora��es mais duros. "Fant�stico." Ela n�o poderia ter prevenido o smile-a o truque de pequeno menino
de um homem em um terno primoroso e gravata de seda. "Naturalmente", ela lhe falou com um pequeno lance da cabe�a dela. "Eu s� fa�o o fant�stico. O qual � por que
voc� quer me-correct, Sr. Cocharan? "
"Mmm." O s�o poderia ter sido acordo, ou poderia ter sido qualquer outra coisa. Sabiamente, ambos esquerda isto a isso. "Voc� deve estar cansado, depois de estar
em seus p�s para t�o longo".
"Um homem perceptivo", ela murmurou, enquanto puxando fora o chap�u do chefe de cozinha.
"Se voc� gostaria, n�s ceiaremos em minha cobertura. � privado, quieto. Voc� estaria confort�vel."
Ela ergueu uma sobrancelha, ent�o enviou um olhar r�pido, desconfiado em cima da face dele. Ceias �ntimas eram algo ser considerado cuidadosamente. Ela poderia estar
cansada, Ver�o meditou, mas ela ainda poderia segurar o pr�prio dela com qualquer man-particularly homem de neg�cios americano. Com um encolha os ombros, ela puxou
fora o avental manchado dela. "Isso est� bem. S� me levar� um minuto mudar."
Ela o deixou sem um relance para tr�s, mas como assistiu ele, ela foi atocaiada por um homem pequeno com um bigode escuro que agarrou a m�o dela e apertou isto dramaticamente
aos l�bios dele. Blake n�o teve que escutar as palavras para medir a inten��o. Ele sentia uma tor��o de aborrecimento que, com algum esfor�o, ele for�ou em divers�o.
O homem estava falando rapidamente enquanto trabalhando o modo dele para cima o bra�o de Ver�o. Ela riu, tremeu a cabe�a dela e suavemente o cutucou fora. Blake
assistiu o olhar de homem depois o dela como um filhote de cachorro abandonado antes de ele apertasse o chap�u do pr�prio chefe de cozinha dele ao cora��o dele.
Um real efeito que ela est� usando o macho das esp�cies, Blake meditou. Novamente dispassionately, ele refletiu que havia um certo tipo de mulher que puxou os homens
sem qualquer esfor�o vis�vel. Era um inato... habilidade, ele sup�s era o termo correto. Uma habilidade ele n�o admirou ou condenou, mas simplesmente desconfiou.
Uma mulher gosta isso poderia manipular com o estalido do pulso. Em um n�vel pessoal, ele preferiu mulheres que eram mais �bvio nos presentes deles/delas.
Ele se posicionou bem fora do modo enquanto a cacofonia e confus�o de limpar come�aram. Era uma habilidade que ele figurou n�o doeria na posi��o dela como chefe
de cozinha de cabe�a da Filad�lfia Cocharan Casa dele.
Em nove mais que o minuto que ela tinha reivindicado que ela seria, Ver�o passeou atr�s na cozinha. Ela tinha escolhido a seda papoula-colorida magra porque perfeitamente
era simple-so simples que teve uma tend�ncia para agarrar toda curva e puxar todo olho. Os bra�os dela eram nus mas porque um ornately esculpiram pulseira de ouro
que ela h� pouco usou anterior o cotovelo. Gota que brincos espirais quase derrubaram aos ombros dela. Unbound agora, os cabelos dela enrolaram um pouco ao redor
a face dela do calor e umidade da cozinha.
Ela soube que o resultado era o exc�ntrico de parte, parte ex�tico. Da mesma maneira que ela soube que transmitiu uma sexualidade primitiva. Ela vestiu como ela
cal�as jeans de did-from para silks-for o pr�prio prazer dela e ao pr�prio capricho dela. Mas quando ela viu o fogo, depressa aterrou, nos olhos de Blake ela era
perversely satisfeito.
Nenhum iceman, ela curso de mused-of ela n�o estava interessada nele de qualquer modo pessoal. Ela quis se estabelecer como uma pessoa, um indiv�duo, simplesmente
em lugar de um nome que ele quis assinado em um contrato nitidamente. As roupas de trabalho dela foram confundidas em uma carga de tela que ela levou em uma m�o,
enquanto em cima do outro ombro dela pendurado um min�sculo perfeitamente bolsa de beaded. Em um gesto bastante real, ela ofereceu para Blake a m�o dela.
"Pronto? "
"Claro que. '' a m�o dela estava fresca, pequena e lisa. Ele pensou de derramar luz solar e molhou, grama fragrante. Por causa disto, a voz dele ficou fresca e pragm�tica.
"Voc� � ador�vel."
Ela n�o p�de resistir. Humor saltou nos olhos dela. "Claro que." Pela primeira vez ela o viu grin-fast, enquanto atraindo. Perigoso. Naquele momento ela n�o tinha
bastante certeza que segurou a m�o superior.
"Meu motorista est� esperando fora", Blake lhe falou suavemente. Junto eles caminharam do brightly iluminado, cozinha ruidosa fora na rua enluarada. "Eu levo isto
voc� estava satisfeito com sua parte da refei��o do governador. Voc� n�o escolheu ficar para a cr�tica ou elogios."
Como ela entrou na parte de tr�s da limusine, Ver�o lhe enviou um olhar incr�dulo. "Cr�tica? O bombe � minha especialidade, Sr. Cocharan. Sempre � soberbo. Eu preciso
ningu�m para me contar isso." Ela entrou o carro, alisou a saia dela e cruzou as pernas dela.
"Claro que", Blake murmurou, enquanto deslizando ao lado dela, "� um prato complicado." Ele foi em conversationally, "Se minha mem�ria me servir, leva horas para
preparar corretamente."
Ela o assistiu remova uma garrafa de champanha de gelo e abra com s� um estouro amortecido. H� muito pequeno que pode ser soberbo em uma quantia curta de tempo."
"Muito verdadeiro." Blake verteu champanha em dois �culos de tulipa e, dando Ver�o um, sorriu. "Para uma associa��o prolongada."
Ver�o lhe deu um olhar honesto como as ilumina��es de rua chamejou no carro e em cima da face dele. Guerreiro escoc�s um pouco, aristocrata ingl�s um pouco, que
ela decidiu. N�o uma combina��o simples. Ent�o novamente, simplicidade sempre n�o era o para o qual ela olhou. Com s� uma hesita��o breve, ela tocou o copo dela
a seu. "Talvez", ela disse. "Voc� desfruta seu trabalho, Sr. Cocharan? " Ela tomou um gole, e sem olhar para o r�tulo, identificou a vindima do vinho que ela bebeu.
"Muito." Ele a assistiu como bebeu ele, enquanto notando que ela tinha feito n�o mais que varre algum r�mel em cima das chicotadas dela quando ela tinha mudado.
Para um momento ele estava distra�do pela especula��o do que a pele dela sentiria como debaixo dos dedos dele. "� �bvio pelo que eu peguei daquela sess�o em l� que
voc� desfruta o seu."
"Sim." Ela sorriu, enquanto o apreciando e o que ela pensou seria uma luta interessante para poder. "Eu fa�o isto uma pol�tica fazer o que eu desfruto. A menos que
eu esteja muito enganado, voc� tem a mesma pol�tica."
Ele acernar com a cabe�a, enquanto sabendo que ele estava sendo iscado. "Voc� � muito perceptivo, Sra. Lyndon".
"Sim." Ela ofereceu o copo dela para um refil. "Voc� tem gosto excelente em vinhos. Isso estende a outras �reas? ''
Os olhos dele fecharam em seu como ele encheu o copo dela. "Todas as outras �reas? "
A boca dela encurvou lentamente como ela trouxe o champanha a isto. Ver�o desfrutou a efervesc�ncia ela poderia sentir logo antes ela provou isto. "Claro que. Seria
preciso dizer que voc� um homem distintivo �? "
O que o inferno ela estava chegando? "Se voc� gosta", Blake devolveu suavemente.
Homem de neg�cios", ela foi em. Executivo. Me fale, n�o fa�a os executivos... delegue? "
"Freq�entemente."
"E voc�? Voc� n�o delega? "
"Isso depende."
"Eu desejei saber por que Blake Cocharan, o pr�prio HI levaria o tempo e aborreceria para galantear um chefe de cozinha na organiza��o" dele.
Ele tinha certeza ela estava rindo dele. Mais, ele tinha certeza ela queria que ele conhecesse isto. Com um esfor�o, ele suprimiu o aborrecimento dele. "Este projeto
� um pessoal acaricie de meu. Desde que eu quero s� o melhor para isto, eu levo o tempo e aborre�o para adquirir o melhor pessoalmente."
"Eu vejo." A limusine planou suavemente ao meio-fio. Ver�o dado para Blake o copo vazio dela como o motorista abriu a porta dela. "Ent�o como estranho que voc� mencionaria
LaPointe at� mesmo se s� o melhor o" servir�. Com a gra�a arrogante uma mulher pode nascer s� com, Ver�o desceu. Que, ela pensou smugly, deveria cutucar alguns buracos
na arrog�ncia dele.
O Cocharan House de Filad�lfia estava s� doze hist�rias e teve uma fachada de tijolo resistida. Tinha sido constru�do misturar e acentuar a arquitetura colonial
que era o cora��o da cidade. Outros edif�cios poderiam zunir mais alto, poderia vislumbrar com modernidade, mas Blake Cocharan tinha sabido o que ele tinha querido.
Eleg�ncia, estilo e discri��o. Isso era Casa de Cocharan. Ver�o foi for�ado a aprovar. Em umas grandes muitos coisas, ela preferiu o mundo velho para o novo.
O sal�o de entrada estava quieto, e se o ouro fosse um pouco entorpe�a, os tapetes olhando macio e enfraquecido um pouco, era uma escolha deliberada e sagaz. Riqueza
velha, estabelecida era o ambiente. Nenhuma quantia de lustro, vislumbre ou gilt teriam sido mais efetivos.
Levando o bra�o de Ver�o, Blake atravessou com s� um aceno aqui e l� para a muitos "boa noite, Sr. Cocharans" que ele recebeu. Depois de inserir uma chave em um
elevador privado, ele a conduziu dentro. Eles foram envolvidos por sil�ncio e copo defumado.
"Um lugar ador�vel", Ver�o comentou. "� sido anos desde que eu estive dentro. Eu tinha esquecido." Ela olhou o elevador ao redor e viu as reflex�es deles/delas apanhadas
profundamente em copo cinza. "Mas voc� n�o acha isto limitando para viver em um hotel-to viva, quer dizer, onde voc� trabalha? "
"N�o. Conveniente."
Uma piedade, Ver�o meditou. Quando ela n�o estava trabalhando, ela quis se remover das cozinhas e cron�metros. Ela nunca tinha sido one-as a m�e dela e o pai teve
been-to trazer a casa de trabalho dela com ela.
O elevador parou t�o suavemente que a mudan�a era dificilmente not�vel. As portas deslizaram aberto silenciosamente. "Voc� tem o ch�o inteiro a voc�? "
H� tr�s apartamentos de convidado como tamb�m minha cobertura", Blake explicou como eles caminharam abaixo o corredor. "Nenhum deles est� ocupado no momento." Ele
inseriu uma chave ent�o em um �nico painel de uma porta de carvalho dobro a gesticulou dentro.
As luzes j� foram. Ele tinha escolhido bem as cores dele, ela pensou como ela pisou sobre o tapete pewter-harmonizado grosso. Fica cinzento* de prateado p�lido para
esfuma�ado dominou dentro o baixo, esparramando sof�, as cadeiras, as paredes. Com as luzes muja teve um efeito como em sonho que era sensual e calmante.
Poderia ter sido sombrio, at� mesmo ins�pido, mas havia espirra habilmente de cor entremeada. A meia-noite funda azul das cortinas, o p�rola-como tons do ex�rcito
de almofadas que revestem o sof�, os ricos, verde primitivo de uma hera que enrosca abaixo os degraus de um breakfront. Ent�o havia as cores ardendo da uma pintura,
um Impressionista franc�s que dominou uma parede.
N�o havia nenhum da desordem que ela teria escolhido para ela, mas um senso de estilo que ela admirou imediatamente. "Incomum, Sr. Cocharan", Ver�o elogiou como
ela saiu automaticamente dos sapatos dela. "E efetivo."
Obrigado. Outra bebida, Sra. Lyndon? A barra proveu completamente, ou h� champanha se voc� preferir."
Ainda determinado para sair em cima da noite, Ver�o passeou ao sof� e sentou. Ela lhe enviou um sorriso fresco, f�cil. "Eu sempre prefiro champanha."
Enquanto Blake se tratou da garrafa e arrolha, ela levou um momento extra para estudar o quarto novamente. N�o um homem ordin�rio, ela decidiu. Muito freq�entemente
usual era sin�nimo com enfadar. Ver�o foi for�ado a admitir que porque ela tinha se associado com o bo�mio, o exc�ntrico, o criativo para a maioria da vida dela,
ela tinha pensado sempre nas pessoas em neg�cio como perfura��o de innately.
N�o, Blake Cocharan n�o seria sombrio. Ela quase lamentou isto. Um homem sombrio, n�o importa como atraente, poderia ser controlado com o m�nimo de esfor�o. Blake
ia ser dif�cil. Particularmente desde que ela contudo vir a uma decis�o firme na proposi��o dele.
"Seu champanha, Sra. Lyndon". Quando ela ergueu os olhos dela a seu, Blake teve que lutar uma carranca atr�s. O olhar tamb�m estava medindo, tamb�m maldi��o calculando.
At� agora h� pouco o que esteve a mulher? E por que no nome de Deus ela parecia t�o certa, assim temptingly corrigem, enrolou no sof� dele com travesseiros � parte
de tr�s dela? "Voc� deve ter fome, ele disse, surpreso que ele precisou da defesa de palavras. "Se voc� me contaria o que voc� gostaria, a cozinha preparar� isto.
Ou eu posso o adquirir um card�pio, se voc� preferisse."
"Um card�pio n�o ser� necess�rio." Ela tomou um gole de champanha franc�s mais frio, espumoso. "Eu gostaria de um hamb�rguer com queijo."
Blake assistiu a troca de seda como ela se conchegou no canto do sof�. "Um isso que? "
"Hamb�rguer com queijo", Ver�o repetiu. "Com uma ordem lateral de frituras, cadar�o de sapato." Ela ergueu o copo dela para examinar a cor do l�quido. Voc� sabe,
este era um ano verdadeiramente excepcional."
"Sra. Lyndon... " Com paci�ncia cansada, Blake imergiu as m�os dele nos bolsos dele e manteve a voz dele at� mesmo. "Exatamente que jogo est� jogando voc�? "
Ela tomou um gole lentamente, enquanto saboreando. "Jogo? "
"Voc� quer seriamente que eu acredite que voc�, um gourmet, chefe de cozinha de bleu de cord�o, queira comer um hamb�rguer com queijo e frituras de cadar�o de sapato?
"
"Eu n�o teria dito t�o caso contr�rio." Quando o copo dela estava vazio, Ver�o subiu para reencher isto ela. Ela moveu, ele notou, lazily, com nenhum daquele movimento
afiado, quase militar n�o tinha usado ela ao cozinhar. "Sua cozinha tem carne de boi principal magra, n�o faz isto? "
"Claro que." Certo ela estava tentando para o aborrecer, ou faz um bobo dele, Blake levou o bra�o dela e a virou estar em frente dele. "Por que voc� quer um hamb�rguer
com queijo? "
"Porque eu gosto deles", ela simplesmente disse. "Eu tamb�m gosto de tacos e pizza e chicken-particularly frito quando outra pessoa estiver os cozinhando. Aquele
tipo de coisa � r�pido, gostoso e conveniente." Ela sorriu, relaxou pelo vinho, divertido pela rea��o dele. "Voc� tem uma obje��o moral para jogar fora comida, Sr.
Cocharan? "
"N�o, mas eu pensaria que voc� vai."
"Ah, eu quebrei sua imagem de um "esnobe de gastronomic. Ela riu, um som muito atraente, puramente feminino. "Como um chefe de cozinha, eu posso lhe falar que molhos
ricos e natas pesadas ou n�o s�o f�ceis na digest�o. Al�m isso, eu cozinho professionally. Para per�odos longos de tempo eu sou rodeado pelo melhor de culin�ria
de haute. Delicadezas, comidas que t�m que estar preparado com perfei��o absoluta, dividir-segunda cronometragem. Quando eu n�o estiver trabalhando, eu gosto de
relaxar." Ela bebeu champanha novamente. "Eu preferiria um hamb�rguer com queijo, m�dio raro, para aux de Fil� Champignons no momento, se voc� n�o nota."
"Sua escolha", ele murmurou e moveu o telefone para ordenar. A explica��o dela tinha sido razo�vel, at� mesmo l�gico. N�o havia nada que o aborreceu mais que tendo
o pr�prio estilo dele de manobrar usado contra ele.
Com o copo dela em m�o, Ver�o vagou � janela. Ela gostou � noite dos olhares de uma cidade. Os edif�cios subiram e esparramaram ao longe e tr�fico feriu seu modo
silenciosamente nas estradas cruzando. Luzes, escurid�o, sombras.
Ela n�o poderia ter contado o n�mero de cidades ela tinha estado dentro ou tinha visto de uma mancha semelhante, mas o favorito dela permaneceu Paris. Ainda ela
tinha escolhido viver para comprimentos longos de tempo no States-she gostou do contraste das pessoas e culturas e atitudes. Ela gostou da ambi��o e entusiasmo de
americanos que ela viu tipificados no segundo marido da m�e dela.
Ambi��o era algo que ela entendeu. Ela teve muito o pr�prio dela. Ela entendeu isto para ser a raz�o ela procurou os homens com habilidade mais criativa que ambi��o
nas rela��es pessoais dela. Duas pessoas competitivas, carreira-orientadas fizeram um par intranq�ilo. Ela tinha aprendido aquele cedo em assistir os pr�prios pais
dela entre si, e os c�njuges subseq�entes deles/delas. Quando ela escolheu estadia por um Ver�o de relationship-something considerou era pelo menos um away-she de
d�cada quiseram algu�m que entendeu que a carreira dela veio primeiro. Qualquer cozinheiro, de uma crian�a que faz uma manteiga de amendoim intercale a chefe de
cozinha de mestre, tido que entender prioridades. Ver�o tinha entendido o pr�prio dela toda a vida dela. "Voc� gosta da vis�o? " Blake estava atr�s dela onde ele
tinha a estado estudando durante uns cinco minutos cheios. Por que ela deveria parecer diferente de qualquer outra mulher que ele alguma vez tinha trazido para a
casa dele? Por que ela deveria parecer mais evasiva, mais atraente? E por que deve a presen�a dela s� fa�a t�o dif�cil para ele manter a mente dele no neg�cio ele
tinha a trazido l� para?
"Sim." Ela n�o virou porque ela percebeu abruptamente s� como �ntimo ele era. Era algo antes do que ela deveria ter sentido, Ver�o pensou com uma carranca leve.
Se ela virasse, eles seriam face-para-face. H� uma escova de corpos, uma reuni�o de olhos. O passeio r�pido de nervos fez o dela tome um gole do champanha novamente.
Rid�culo, ela se falou. Nenhum homem a fez nervoso.
"Voc� viveu aqui bastante longo reconhecer os pontos de interesse", Blake disse facilmente, enquanto os pensamentos dele centraram em como a curva do pesco�o dela
provaria, sentiria debaixo da escova dos l�bios dele.
"Claro que. Eu me considero um Philadelphian quando eu estiver na Filad�lfia. Me sou falado por alguns de meus s�cios que eu fui Americanizado" totalmente.
Blake escutou o fluxo do europeu acentuou voz, atraiu o cheiro sutil, sensual de Paris que era o perfume dela. A luz escura mencionou o ouro se espalhado pelo cabelo
dela. Como os olhos dela, pensou ele. Ele s� teve que a virar e olhar para a face dela para a ver esculpiram, olhar ex�tico. E ele quis, overwhelmingly, ver aquela
face.
"Americanizado", Blake murmurou. As m�os dele estavam nos ombros dela antes de ele pudesse os parar. A seda deslizou esfria debaixo das palmas dele como ele a virou.
"Nenhum... " o olhar dele sacudiu abaixo, em cima dos cabelos dela e olhos, e demorou na boca dela. "Eu penso que seus s�cios est�o muito enganados."
"O fa�a? " Os dedos dela tinham apertado no talo do copo dela, a boca dela tinha aquecido. Dar� poder a mantido a voz dela s� firme. O corpo dela escovou o dele
uma vez, ent�o duas vezes como ele come�ou a puxar a mais �ntimo. Necessidades, firmemente controlado, come�aram a queimar sem chama. Enquanto a mente dela correu
com as possibilidades, Ver�o inclinou a cabe�a dela atr�s e calmamente falou. "O que sobre o neg�cio n�s estamos aqui para discutir, Sr. Cocharan? "
"N�s n�o come�amos em neg�cio contudo." A boca dele pairou em cima de seu para um momento antes de ele trocasse para s� sussurrar um beijo debaixo de uma sobrancelha.
"E antes de n�s fazermos, poderia ser s�bio para resolver ponto" este aqui.
A respira��o dela estava entupindo, apoiando nos pulm�es dela. Se afastar ainda era poss�vel, mas ela come�ou a desejar saber por que ela deveria considerar isto.
"Ponto? "
"Seu lips-will que eles provam como excitando como eles olham? "
As chicotadas dela estavam tremulando abaixo, o amolecimento de corpo dela. Ponto interessante", ela murmurou, ent�o inclinou a cabe�a dela atr�s em convite.
Os l�bios deles/delas eram separadamente s� uma respira��o quando a batida afiada soou � porta. Algo clareou no brain-reason-while de Ver�o que o corpo dela continuou
zumbindo. Ela sorriu, enquanto concentrando duro naquele fatia de sanidade.
"O servi�o em uma Casa de Cocharan � invariavelmente excelente."
"Amanh�", Blake disse como se afastou relutantemente ele, "eu vou despedir meu "gerente de servi�o de quarto.
Ver�o riu, mas tomou um gole tr�mulo de vinho quando ele a deixou atender a porta. Feche, ela pensou, enquanto deixando sair um longo, firmando respira��o. Muito
muito �ntimo. Estava na hora para guiar a noite em canais de neg�cio e manter isto l�. Ela se deu um momento enquanto o gar�om montou a refei��o na mesa.
"Cheiros maravilhoso", Ver�o comentou, enquanto cruzando o quarto como Blake inclinou e despediu o gar�om. Antes de sentar, ela olhou � refei��o dele. Bife, raro,
uma batata cozinhando em vapor que estoura fora de sua pele, aspargos untados com manteiga. "Muito sensato." Ela o atirou um sorriso arreliando em cima do ombro
dela como ele ofereceu a cadeira dela.
"N�s podemos ordenar sobremesa depois."
"Nunca os" toque, ela disse, l�ngua em bochecha. Com uma m�o generosa ela espalhou mostarda em cima do p�o dela. "Eu reli seu contrato."
"O feito? " Ele assistiu como ela cortou nitidamente ent�o o hamb�rguer em dois ergueu um meio. N�o o deveria pegar de surpresa, Blake meditou. Afinal de contas,
ela manteve Oreos no jarro de biscoito dela.
"Assim fez meu advogado."
Blake acrescentou um pouco de pimenta de ch�o ao bife dele antes de cortar nisto. "E? "
"E parece estar muito em ordem. Exclua... " Ela permitiu a palavra para pendurar enquanto ela levou a primeira mordida. Fechando os olhos dela, Ver�o simplesmente
desfrutou.
"Exclua? " Blake incitou.
"Se eu fosse considerar tal uma oferta, eu precisaria consideravelmente mais quarto."
Blake ignorou o se. Ela estava considerando isto, e eles ambos conheceram isto. "Em que �rea? "
"Certamente voc� est� atento que eu fa�o bastante de viajar." Ver�o colidiu sal nas frituras francesas, provou e aprovou. "Freq�entemente � uma quest�o de dois ou
tr�s dias quando eu for, diga, Veneza e prepara Honore para um St. de Gateau. Alguns de meus clientes me reservam meses com anteced�ncia. Por outro lado, h� algum
aquela transa��o mais espontaneamente. Alguns destes-'' Ver�o mordeu novamente no hamb�rguer com queijo "-eu acomodarei por causa de afeto pessoal ou "desafio de
profissional.
"Em outro palavra voc� quereria voar para Veneza ou onde quer que quando voc� sentia isto necess�rio." Por�m incongruente ele sentia a combina��o era, Blake verteu
mais champanha no copo dela enquanto ela comeu.
"Precisamente. Embora sua oferta tenha um pouco de interesse de desprezo por mim, seria imposs�vel, at� mesmo, eu sinto, pouco �tico, virar minha parte de tr�s em
clientes estabelecidos."
"Entendido." Ela era astuciosa, Blake pensou, mas assim era ele. "Eu deveria pensar que um arranjo razo�vel pudesse ser trabalhado fora. Voc� e eu poder�amos revisar
seu hor�rio atual."
Ver�o lambiscou em uma fritura, ent�o espanou os dedos dela em um guardanapo feito de linho branco. "Voc� e eu? "
"Isso manteria isto mais simples. Ent�o se n�s concord�ssemos em discutir qualquer outras ocasi�es poderia semear para cima durante o ano em uma base individual...
" Ele sorriu como ela apanhou o segundo a metade do hamb�rguer com queijo dela. "Eu gosto de pensar eu sou um homem razo�vel, Sra. Lyndon. E, para ser honesto, eu
preferiria o assinar com meu hotel pessoalmente. No momento, a t�bua est� apoiando para LaPointe, mas-"
"Por que? " A palavra era uma demanda e uma acusa��o. Nada poderia ter agradado Blake mais.
"Caracteristicamente, os grandes chefes de cozinha s�o os homens." Ela amaldi�oou, abruptamente e brutalmente em franc�s. Blake somente acernar com a cabe�a. "Sim,
exatamente. E, por algum interrogat�rio discreto, aprendemos n�s aquele Monsieur LaPointe est� muito interessado na posi��o."
"Os su�nos subiriam a uma chance para assar castanhas em um canto de rua se s� ter o quadro dele no papel." Lan�ando abaixo o guardanapo dela, ela subiu. "Voc� pensa
talvez eu n�o entendo sua estrat�gia, Sr. Cocharan". O levantamento real da cabe�a dela a acentuou pesco�o longo, esbelto. Blake se lembrou bastante vividamente
como aquela pele tinha sentido debaixo dos dedos dele. "Voc� lan�a LaPointe em minha face pensando que eu agarrarei sua oferta como um assunto de ego, de orgulho".
Ele sorriu porque ela parecia magn�fica. "Trabalhou? "
Os olhos dela estreitaram, mas os l�bios dela quiseram encurvar mal. "LaPointe � um philistine. Eu sou um artista."
"E? "
Ela soube melhor que aceitar qualquer coisa em raiva. Sabido melhor, mas... "Voc� acomoda meu hor�rio, Sr. Cocharan, o Ter�o, e eu far�o para seu restaurante o estabelecimento
melhor de seu tipo na Costa Oriental." E condena isto, ela poderia fazer isto. Ela achou ela quis fazer isto para provar isto a ambos eles.
Blake subiu, enquanto erguendo ambos os �culos. "Para sua arte, mademoiselle." Ele lhe deu um copo. "E para meu neg�cio. Possa ser uma uni�o lucrativa para ambos
n�s."
"A sucesso", emendou ela, enquanto soando copo a copo. "O qual, no fim, � isso que n�s ambos olhar para."

Cap�tulo 3
Bem, eu fiz isto, Ver�o pensou, enquanto fazendo carranca. Ela varreu o cabelo dela atr�s e afian�ou isto com dois pentes de madrep�rola. Criticamente ela estudou
a face dela no espelho conferir a maquilagem dela. Ela tinha aprendido o truque de acentuar as melhores caracter�sticas dela da m�e dela. Quando a ocasi�o pediu
isto, e ela estava no humor, Ver�o explorou a arte. Embora ela sentia que a face que foi refletida a ela faria, ela carranqueou de qualquer maneira.
Se tinha sido raiva ou ego ou h� pouco cussedness claro, ela tinha concordado em se amarrar para a Casa de Cocharan, e Blake, durante o pr�ximo ano. Talvez ela quis
o desafio disto, mas j� ela era inc�moda com o compromisso a longo prazo e as obriga��es que foram com isto.
Trezentos sessenta-cinco dias. N�o, isso era muito opressivo, ela decidiu. Cinq�enta-duas semanas quase n�o eram uma imagem melhor. Doze meses. Bem, ela h� pouco
teria que viver com isto. N�o, ela teria que fazer melhor que que, Ver�o decidiu como ela vagou atr�s no est�dio onde ela estaria gravando uma demonstra��o para
TELEVIS�O p�blica. Ela teve que cumprir o voto dela para dar para a Filad�lfia Cocharan Casa o restaurante melhor na Costa Oriental.
E assim ela vai, ela se falou com um estalido do cabelo dela em cima do ombro dela. Assim ela condena bem v�. Ent�o ela folhearia o nariz dela a Blake Cocharan,
III. O covarde.
Ele tinha a manipulado. Duas vezes, ele tinha a manipulado. Embora ela tivesse estado perfeitamente atenta disto na segunda vez, ela tinha passeado de qualquer maneira
abaixo a al�ia. Por que? Ver�o correu a l�ngua dela em cima dos dentes dela e assistiu a televis�o gritou de alegria fixado para cima pelo gravar.
O desafio, ela decidiu, enquanto a torcendo tran�aram cadeia de ouro ao redor um dedo esbelto. Seria um desafio para trabalhar com ele e ficar em cima. Competir
era a maior fraqueza dela, afinal de contas. Isso era uma raz�o que ela tinha escolhido superar em uma carreira que foi macho-dominada caracteristicamente. Oh, sim,
ela gostou de competir. Melhor de tudo, ela gostou de ganhar.
Ent�o havia aquela masculinidade madura seu. Modos polidos n�o puderam esconder isto. Roupas costuradas n�o puderam encapotar isto. Se ela fosse honest-and que ela
decidiu que ela seria para o moment-Summer tido que admitir que ela gostaria de explorar isto.
Ela soube o efeito dela em homens. Um presente gen�tico, ela sempre tinha pensado, da m�e dela. Era raro que ela preste muita aten��o � pr�pria sexualidade dela.
A vida dela tamb�m estava cheio das press�es do trabalho dela e o relaxamento completo que ela exigiu entre clientes. Mas poderia estar na hora, Ver�o meditou agora,
alterar coisas um pouco.
Blake Cocharan, III representou um desafio definido. E como ela amaria tremer para cima aquela arrog�ncia masculina presumida. Como ela gostaria do reembolsar pela
manobrar precisamente para onde ele tinha a querido. Como ela considerou modos variados e meios para h� pouco fazer que, Ver�o assistiu o arquivo de audi�ncia de
est�dio � toa dentro.
Eles tiveram a capacidade por aproximadamente cinq�enta, e aparentemente eles teriam uma casa cheia esta manh�. Pessoas estavam falando em meia-vozes, os resmungos
e evasivas associaram com teatros e igrejas. O diretor, um homem pequeno, excit�vel antes de quem Ver�o tinha trabalhado com, apressado de aperto a gaffer, ilumina
a m�quina fotogr�fica, enquanto lan�ando os bra�os dele em gestos que sinalizaram prazer ou medo. S� extremes. Quando ele veio para ela, Ver�o escutou as instru��es
nervosas r�pidas dele com meio uma orelha. Ela n�o estava pensando nele, nem ela estava pensando no vacherin ela era preparar em m�quina fotogr�fica. Ela ainda estava
pensando no melhor modo para controlar Blake Cocharan.
Talvez ela deveria o procurar, subtly-but n�o t�o sutilmente que ele n�o notaria. Ent�o quando o ego dele foi inchado, ela... ela totalmente o ignoraria. Uma id�ia
fascinante.
"A primeira concha assada est� no "gabinete de armazenamento de centro.
"Sim, Simon, eu sei." Ver�o bateu levemente a m�o do diretor enquanto ela revisou o plano para falhas. Teve um grande. Ela poderia se lembrar de tudo muito claramente
aquela sensa��o vertiginosa que tinha varrido em cima dela quando ele barely-kissed de nearly-just as alguns noites dela antes de.
Se ela jogasse o jogo que modo, ela h� pouco poderia se achar confundindo as regras. Assim...
"O segundo � certo em baixo disto."
"Sim, eu sei." Ela n�o tinha posto isto ela l� esfriar depois de assar? Ver�o deu para o diretor fren�tico um sorriso ausente. Ela poderia ignorar Blake corrigem
desde o come�o. Trate him-not com desprezo, mas com desinteresse. O sorriso se tornou amea�ando um pouco. Os olhos dela refletiram. Isso deveria o dirigir louco.
"Todos os ingredientes e equipamento s�o exatamente onde voc� os" p�s.
"Simon", Ver�o come�ou amavelmente, "deixe de preocupar. Eu posso construir um vacherin em meu sono."
"N�s rodamos fita em cinco minutos-"
"Onde � ela! "
Ver�o e Simon deram uma olhada � voz berrando. O sorriso dela j� estava formando antes de ela visse seu dono. "Carlo! "
"Aha." Escuro e de arame e t�o flex�vel quanto uma cobra, Carlo Franconi feriu o modo dele ao redor de pessoas e em cima de cabo agarrar Ver�o e puxar o jarringly
dela contra o t�rax dele. "Minha pequena massa francesa." Ternamente ele bateu levemente o fundo dela.
Rindo, ela devolveu o favor. "Carlo, o que est� fazendo voc� no centro da cidade a Filad�lfia em uma manh� de quarta-feira? "
"Eu estava em Nova Iorque que promove meu livro novo, Macarr�o pelo Mestre". Ele retirou bastante para menear as sobrancelhas dele a ela. "E eu disse, Carlo, voc�
h� pouco est� ao redor do canto da mulher mais sensual que j� segurou uma bolsa de massa. Assim eu venho."
"H� pouco ao redor do canto", Ver�o repetiu. Era t�pico dele. Se ele tivesse estado no Los Angeles, ele teria feito a mesma coisa. Eles tinham estudado junto, cozinhou
junto, e talvez se a amizade deles/delas n�o tivesse ficado t�o s�lida e importante, eles poderiam ter dormido junto. "Me deixe olhar para voc�."
Obligingly, o Carlo pisou para posar atr�s. Ele usou cal�as jeans diretas, apertadas que lisonjearam quadris estreitos, uma camisa de seda salm�o-colorida e um federa
de pano que foram inclinados rakishly em cima da escurid�o dele, olhos amendoados. Um diamante ultrajante refletiu no dedo dele. Como sempre, ele estava bonito,
macho e atento disto.
"Voc� parece fant�stico, Carlo. Fantastico."
"Mas claro que." Ele correu um dedo abaixo a borda do chap�u dele. "E voc�, minha massa folhada deleit�vel-" ele levou as m�os dela e apertou cada palma aos l�bios
dele ''-esquisita. ''
"Mas claro que." Rindo novamente, ela o beijou cheio na boca. Ela soube centenas das pessoas, professionally, socialmente, mas se tivessem lhe pedido que nomeasse
um amigo, teria sido Carlo Franconi que vieram � mente dela. "� bom o ver, Carlo. O que � sido? Quatro meses? Cinco? Voc� estava na B�lgica a �ltima vez eu estava
na It�lia? "
"Quatro meses e doze dias", ele disse facilmente. "Mas quem conta? S� � que eu desejei seu Napoleans, suas bombas, seu-" ele a agarrou novamente e lambiscou nos
dedos dela "-"bolo de chocolate.
"� vacherin esta manh�", ela disse secamente, "e voc� � bem-vindo a alguns quando o espet�culo acabou.
"Ah, seu merengue. Morrer para." Ele sorriu wickedly. "Eu sentarei na fila dianteira e cruzarei meus olhos a voc�."
Ver�o beliscou a bochecha dele. "Tente iluminar para cima, Carlo. Voc� � t�o sufocante."
"Sra. Lyndon, por favor".
Ver�o olhou a Simon cujo respirar era shallower vistoso como a contagem regressiva come�ou. "� certo, Simon, eu estou pronto. Adquira seu assento, Carlo, e rel�gio
cuidadosamente. Voc� poderia aprender algo este tempo."
Ele disse algo curto e rude e facilmente traduzido como eles foram os modos separados deles/delas. Relaxado, Ver�o estava atr�s da superf�cie de trabalho dela e
assistiu a conta de diretor de ch�o fora os segundos. Ignorando a face facilmente o Carlo a atacaram, Ver�o come�ou o espet�culo, enquanto falando diretamente com
a m�quina fotogr�fica.
Ela levou esta parte da profiss�o dela t�o seriamente quanto ela levou criando o bolo de casamento real para uma princesa europ�ia. Se ela fosse ensinar para a pessoa
comum como fazer algo elabore e excitando, ela faria bem isto.
Ela parecia primorosa, o Carlo pensou. Ent�o ela sempre fez. E confiante, competente, fresco. Em uma m�o, ele estava alegre de achar isto verdadeiro, porque ele
era um homem que repugnou coisas ou as pessoas que mudaram quickly-particularly tamb�m se ele n�o tivesse nada que ver com isto. Por outro lado, ele preocupou sobre
ela.
Contanto que ele tivesse conhecido Summer-good Deus, teve isto nunca sido dez years?-she se permitiram um envolvimento pessoal. Era dif�cil para um homem vol�til,
emocional o goste entender a qualidade dela de reserva completamente, o desinteresse aparente dela em encontros rom�nticos. Ela teve paix�o. Ele tinha visto isto
explodir em temperamento, em alegria, mas nunca tinha o tido visto dirigiu para um homem.
Uma piedade, ele pensou como ele assistiu a constru��o dela os an�is de merengue. Uma mulher, ele sentia, estava perdido sem um man-just como um homem estava perdido
sem uma mulher. Ele tinha se compartilhado com muitos.
Uma vez em cima de bolo de kircsh e Chablis, ela tinha relaxado bastante para lhe falar que ela n�o pensou que foram queridas dizer os homens e mulheres para rela��es
permanentes. Matrim�nio era muito facilmente uma institui��o dissolvida e, ent�o, n�o uma institui��o a todos menos uma hipocrisia perpetuada por pessoas que quiseram
fingir que eles poderiam fazer para compromissos. Amor era uma emo��o inconstante e, ent�o, indigno de confian�a. Era algo explorado por pessoas como uma desculpa
agir tolamente ou unwisely. Se ela quisesse agir tolo, ela faria assim sem desculpas.
Na ocasi�o, porque ele tinha sido no abaixe fim de um afazeres com uma herdeira grega, o Carlo tinha concordado com ela. Depois, ele tinha percebido que enquanto
o acordo dele tinha sido o resultado tempor�rio de uvas azedas, Ver�o tinha significado o que ela tinha dito precisamente.
Uma piedade, ele pensou novamente como Ver�o levou fora os an�is previamente assados de em baixo do contador e come�ou a construir a concha. Se ele n�o sentisse
sobre ela que como ele vai sobre uma irm�, seria um prazer para mostrar para ela o... lado atraente do mystique de man/woman. Ah, well-he resolveram back-that era
para outra pessoa.
Mantendo um mon�logo f�cil com a m�quina fotogr�fica e a audi�ncia de est�dio, Ver�o passou pelas fases da sobremesa. A concha completada, enfeitado com tiras de
mais merengue e pontilhou com violetas confeitadas foi estourado em um forno. O que ela tinha assado e tinha esfriado mais cedo foi tirado para completar a fase
final. Ela encheu isto, organizou a fruta, cobriu tudo com molho de framboesa rico e chantilly para a aprova��o murmurada da audi�ncia dela. A m�quina fotogr�fica
entrou para um close-up.
"Brava! '' o Carlo estava de p�, enquanto aplaudir como a sobremesa sentaram, enquanto tentando e completa no contador. "Bravissima! ''
Ver�o sorriu e, bolsa de massa em m�o, levou um arco fundo como a m�quina fotogr�fica clicada fora.
"Brilhante, Sra. Lyndon." O Simon se apressou at� ela, enquanto chicoteando fora os fones de ouvido dele como veio ele. "H� pouco brilhante. Como sempre, e perfeito."
Obrigado, Simon. N�s serviremos isto � audi�ncia e tripula��o? "
"Sim, sim, id�ia boa." Ele rompeu os dedos dele ao assistente dele. "Adquira alguns pratos e distribua isto antes de n�s tiv�ssemos que clarear para o pr�ximo espet�culo.
Dan�ando aer�bio", ele murmurou e saiu apressado novamente.
"Bonito, cara", o Carlo lhe falou como ele imergiu um dedo no chantilly. "Uma obra-prima." Ele levou uma colher do contador e levou um servi�o forte diretamente
do vacherin. "Agora, eu o levarei almo�ar e voc� pode me preencher em sua vida. Meu-" ele encolheu os ombros, enquanto ainda comendo "-est� excitando assim levaria
dias. Talvez semanas."
"N�s podemos agarrar uma fatia de pizza ao redor do canto." Ver�o puxou fora o avental dela e lan�ou isto no contador. "Como acontece, h� algo eu gostaria de seu
conselho aproximadamente."
"Conselho? " Embora a id�ia de Ver�o esteja perguntando que conselho dele, de qualquer um, o aturdiu, o Carlo s� ergueu uma sobrancelha. "Naturalmente", ele disse
com um sorriso sedoso como ele a puxou junto. A "quem mais viria uma mulher inteligente para advice-or para anything-but o Carlo? "
"Voc� � tal um porco, bem".
"Cuidadoso." Ele deslizou em �culos escuros e ajustou o chap�u dele. "Ou voc� paga pela pizza."
Dentro de momentos, Ver�o estava a levando primeiro morda e se suportando como Carlo zuniram o Ferrari alugado dele em tr�fico de Filad�lfia. O Carlo conseguiu guiar
e comer e troca engrenagens com habilidade man�aca. "Assim me" fale, ele gritou em cima do estrondo do r�dio, o que est� em sua mente? "
"Eu levei um trabalho", Ver�o gritou atr�s a ele. Os cabelos dela chicotearam pela face dela e ela lan�ou atr�s novamente isto.
"Um trabalho? Assim, voc� leva muitos trabalhos? "
"Isto � diferente." Ela trocou, enquanto cruzando as pernas dela em baixo dela e se ficando de lado como ela levou a pr�xima mordida. "Eu concordei consertar e administrar
um restaurante de hotel durante o pr�ximo ano."
Restaurante de hotel"? " O Carlo carranqueou em cima da fatia dele de pizza como ele cortou um vag�o de esta��o. "Que hotel? "
Ela tomou um gole fundo de refrigerante por uma palha. "O Cocharan House aqui na Filad�lfia."
"Ah." A express�o dele clareou. "Primeiro classifique, came. Eu nunca deveria o" ter duvidado.
"Um ano, Carlo".
"Vai depressa quando a pessoa tem a "sa�de da pessoa, ele terminou blithely.
Ela deixou o sorriso vir primeiro. "Condene isto, Carlo, eu me pintei em um canto porque, bem, eu h� pouco n�o pude resistir a id�ia de tentar isto e this-this rolo
compressor americano lan�ou LaPointe em minha face."
"LaPointe? " Carlo rosnou como s� uma lata italiana. "O que tem aquela bala gaulesa para ver com isto? "
Ver�o lambeu molho do dedo polegar dela. "Eu ia dobrar a oferta no princ�pio, ent�o Blake-that � o steamroller-asked eu para minha opini�o em LaPointe, desde que
ele tamb�m estava sendo considerado para a posi��o."
"E voc� deu isto a ele? " Carlo perguntou com prazer.
"Eu fiz, e eu mantive o contrato para examinar isto. O pr�ximo arranco era que era uma tremenda oferta. Com o or�amento tenho eu, eu poderia me transformar uma favela
de dois-quarto em um pal�cio gourmet." Ela carranqueou, enquanto n�o notando quando o Carlo zuniu ao redor de um p� compacto com pouco mais que vento entre metal.
"Al�m disso, h� o pr�prio Blake."
"O rolo compressor."
"Sim. Eu n�o posso controlar a necessidade para adquirir o melhor dele. Ele � inteligente, ele � presumido, e condena isto, ele � sensual como inferno."
"Oh, sim? "
"Eu tenho este tremendo desejo para o p�r no lugar" dele.
O Carlo ventou por uma luz amarela como estava se ficando vermelho. "O qual �? "
"Debaixo de meu dedo polegar." Com um riso, Ver�o terminou a pizza dela. "Assim por causa dessas coisas, eu me fechei em um compromisso ano-longo. Voc� vai comer
o resto disso? ''
Carlo olhou at� os restos da pizza dele, ent�o levou uma mordida saud�vel. "Sim. E o conselho voc� quis? ''
Depois de puxar novamente pela palha, descobriu Ver�o ela bateria fundo. "Se eu vou ficar s�o enquanto fechou em um projeto durante um ano, eu preciso de uma divers�o."
Sorrindo, ela estirou os bra�os dela para o c�u. "O que � o modo mais simples para fazer Blake Cocharan, III rastejam? "
"Mulher insens�vel", o Carlo disse com um sorriso. "Voc� n�o precisa de meu conselho para isso. Voc� j� tem homens que rastejam em vinte pa�ses."
"N�o, eu n�o fa�o. "
"Voc� simplesmente n�o olha atr�s de voc�, "mia de cara.
Ver�o carranqueou, n�o certo ela gostou afinal de contas da id�ia. "Volta partiu ao canto, Carlo, que n�s derrubaremos dentro em minha cozinha nova."
As vis�es e cheiros estavam bastante familiarizados, mas dentro de momentos, viu Ver�o uma d�zia de muda ela faria. A ilumina��o era boa, ela meditou como ela caminhou
bra�o-em-bra�o com Carlo. E o espa�o. Mas eles precisariam de um there-brick de parede-forno de olho-n�vel enfileirado. Uma substitui��o para o forno el�trico, e
certamente mais ajuda de cozinha. Ela olhou ao redor, enquanto conferindo os cantos do teto para oradores. Nenhum. Tamb�m, isso mudaria.
"N�o ruim, meu amor." O Carlo tirou a faca de um chefe de cozinha grande e conferiu isto para peso e equil�brio. "Voc� tem os rudimentos aqui. � um pouco goste de
adquirir um brinquedo novo para Natal e ter que ajuntar isto, si? "
"Hmmm." Absently que ela apanhou uma frigideira. A�o imaculado, ela notou e fixou isto novamente abaixo. As panelas teriam que ser substitu�das com cobre lavado
com lata. Ela virou e estrondeou firmemente no t�rax de Blake.
Havia uma fra��o de um segundo quando ela amoleceu, enquanto desfrutando a sensa��o de corpo contra corpo. O cheiro dele, sofisticado, ligeiramente indiferente,
a agradou. Ent�o vindo o aborrecimento que ela n�o o tinha sentido atr�s dela que como sentia ela que ela deveria ter. "Sr. Cocharan." Ela se afastou, enquanto mascarando
a atra��o e o aborrecimento com um sorriso cort�s. "De alguma maneira eu n�o pensei o achar aqui."
"Meu pessoal me mant�m bem informou, Sra. Lyndon. Me fui falado que voc� estava aqui."
A id�ia de ser informado em poderia ter rangido, mas Ver�o s� acernar com a cabe�a. "Este � Carlo Franconi", ela come�ou. "Um dos chefes de cozinha melhores na It�lia."
"O chefe de cozinha melhor na It�lia", o Carlo corrigiu, enquanto estendendo a m�o dele. "Um prazer para o conhecer, Sr. Cocharan. Eu desfrutei freq�entemente a
hospitalidade de seus hot�is. Seu restaurante em Mil�o faz um linguini muito pass�vel."
"Muito pass�vel � um grande elogio de Carlo", Ver�o explicou. "Ele n�o pensa que qualquer um pode um prato italiano mas" se fazer.
N�o pense, saiba." O Carlo ergueu a tampa em uma panela cozinhando em vapor e cheirou. "Ver�o me fala ela ser� associada com seu restaurante aqui. Voc� � um homem
afortunado."
Blake olhou para baixo a Ver�o, enquanto olhando � inclina��o, m�o bronzeada que o Carlo tinha colocado no ombro dela. Ci�me � uma sensa��o que pode ser reconhecida
at� mesmo se nunca foi experiente antes. Blake n�o quis isto, ou a causa. "Sim, eu sou. Considerando que voc� est� aqui, Sra. Lyndon, que voc� poderia gostar de
assinar o contrato final. Nos salvaria ambos uma reuni�o depois."
"Certo. Carlo? "
"V�, fa�a seu neg�cio. Eles fazem uma prateleira de cordeiro em cima de there-it me" interessa. Sem um relance para tr�s, ele foi somar os dois centavos dele.
"Bem, ele est� contente", Ver�o comentou como ela caminhou pela cozinha com Blake.
"Ele est� na cidade em neg�cio? "
"N�o, ele h� pouco quis me" ver.
Foi dito negligentemente, e truthfully, e teve o efeito de amarrar os m�sculos de est�mago de Blake. Assim ela gostou de italiano lisos, ele pensou severamente,
e deslizou uma m�o propriet�rio em cima do bra�o dela sem estar atento disto. Isso era certamente o neg�cio dela. O seu era a entrar t�o depressa quanto poss�vel
nas cozinhas.
Em sil�ncio ele a conduziu o sal�o de entrada entretanto e nos escrit�rios de hotel. Quieto e eficiente. Essas eram impress�es breves antes de ela fosse conduzida
em um quarto grande, privado que era obviamente Blake.
As cores eram ossos e natas e marrom, a decora��o um pouco mais moderno que o apartamento dele, mas ela poderia reconhecer o selo dele nisto. Sem ser perguntado,
Ver�o caminhou em cima de e levou uma cadeira. Era dificilmente �ltimo meio-dia, mas a ocorreu que ela tinha estado nos p�s dela durante quase seis horas sucessivas.
"� m�o que eu aconteci para derrubar por que quando voc� era ao redor", ela come�ou, enquanto deslizando os dedos do p� dela fora dos sapatos dela. "Simplifica este
neg�cio de contrato. Considerando que eu concordei em fazer isto, n�s podemos bem como � come�ado." Ent�o haver� s� trezentos e sessenta-quatro dias, ela somou silenciosamente,
e suspirou.
Ele n�o gostou da atitude descuidada dela sobre o contrato qualquer mais que ele gostou do afeto descuidado dela para o italiano. Blake caminhou em cima de para
a escrivaninha dele e ergueu um pacote de documentos. Quando ele olhou atr�s para ela, alguma da raiva dele escoaram. "Voc� parece cansado, Ver�o".
As tampas que ela permitiu se inclinar ergueram novamente. O primeiro dele, o �nico dele, uso do determinado nome dela a intrigou. Ele disse isto como se ele estava
pensando no calor e as tempestades. Ela sentia o t�rax dela aperte e culpou isto em fadiga. "Eu sou. Eu estava assando merengue �s sete horas esta manh�."
"Caf�? "
"N�o, obrigado. Eu tenho medo eu j� excedi isso hoje." Ela olhou aos documentos que ele segurou, ent�o sorriu com um rastro de presun��o. "Antes de eu assinar esses,
eu deveria o advertir eu vou ordenar algumas mudan�as extensas na cozinha."
"Um das raz�es essenciais voc� � os" assinar.
Ela acernar com a cabe�a e ofereceu a m�o dela. "Voc� poderia n�o ser t�o am�vel quando voc� adquirir a conta."
Levando uma caneta de um propriet�rio na escrivaninha dele, Blake deu isto a ela. "Eu penso que n�s buscamos ambos a mesma coisa, e ambos concordariam custo � secund�rio."
"Eu poderia pensar assim." Com um adorno, ela deu la�ada o nome dela na linha. "Mas eu n�o estou assinando os cheques. Assim-" ela passou o contrato atr�s a ele
"-� oficial."
"Sim." Ele fez nem mesmo relance � assinatura dela antes de ele derrubasse o papel na escrivaninha dele. "Eu gostaria do levar hoje � noite" ao jantar.
Ela subiu, entretanto ela achou as pernas dela um pouco relutante segurar peso novamente. "N�s teremos que p�r o selo em nossa pechincha outro tempo. Eu serei o
Carlo divertido." Sorrindo, ela ofereceu a m�o dela. "Claro que, voc� � bem-vindo para nos" unir.
"N�o tem nada que ver com neg�cio." Blake levou a m�o dela, ent�o os pegou de surpresa ambos levando o outro dela. "E eu quero o ver s�."
Ela n�o estava pronta para isto, Ver�o percebeu. Era suposto que ela come�ava as manobras, no pr�prio tempo dela, na pr�pria relva dela. Agora ela foi for�ada a
realign a estrat�gia dela e lidar com o sangue que s� esquenta debaixo da pele dela. Determinado para n�o ser flanqueado este tempo, ela a inclinou encabece e sorriu.
"N�s estamos s�s."
A sobrancelha dele ergueu. Isso era um desafio, ou ela estava o escarnecendo claramente? De qualquer modo, este tempo, ele n�o ia deixar isto ir. Deliberadamente
ele a puxou nos bra�os dele. Ela ajustou l� suavemente. Era algo cada deles notou, algo eles ambos acharam perturbando.
Os olhos dela estavam nivelados em seu, mas ele viu, fascinou, que as manchas de ouro tinham afundado. �mbar agora, eles pareciam arder contra o nublado, mut�vel
castanho das �ris dela. Dificilmente atento do que ele fez, Blake escovou o cabelo longe da bochecha dela em um gesto que era como do�ura e t�o �ntimo quanto era
uncharacteristic. Ver�o lutou para n�o ser afetado por algo t�o casual. Cem homens tinham a tocado, cumprimentando, em amizade, em raiva e desejando. N�o havia nenhuma
raz�o por que a mera escova de uma ponta do dedo em cima da pele dela deveria ter o dela encabece girando. Um esfor�o de v� a mantido de derreter nos bra�os dele
ou de empurrar fora. Ela ainda permaneceu, enquanto o assistindo. Esperando.
Quando a boca dele abaixou para seu, ela soube que ela estava preparada. O beijo seria diferente, naturalmente, porque ele era diferente. Seria novo porque ele era
novo. Mas isso era tudo. Ainda era uma forma b�sica de comunica��o entre o homem e mulher. Um toque de l�bios, uma press�o, uma prova de outro gosto; era nenhum
diferente do beijo do primeiro par, e assim passou por cultura e tempo.
E o momento ela experimentou aquele toque de l�bios que press�o, aquele gosto, que ela soube que ela estava enganada. Diferente? Novo? Essas palavras eram muito
muito moderado. A escova de l�bios, para isto era nenhum mais no princ�pio, mudou o tecido de tudo. Os pensamentos dela mudaram de dire��o fora em uns caos que pareciam
direito de alguma maneira. O corpo dela cresceu quente, de dentro e sem, no espa�o de uma batida do cora��o. A mulher que pensou ela soube o que esperar exatamente,
suspirou com o inesperado. E alcan�ou fora.
"Novamente", ela murmurou quando os l�bios dele pairaram uma respira��o de seu. Com as m�os dela em qualquer lateral da face dele, ela o atraiu a ela, pela fuma�a
e no fogo.
Ele tinha pensado que ela estaria fresca e lisa e fragrante. Ele tinha estado t�o seguro disto. Talvez isso era por que a chama de calor tinha o batido atr�s nos
saltos de sapatos dele. Alise ela era. A pele dela estava como seda quando ele correu as m�os dele para cima a parte de tr�s dela para x�cara o pesco�o dela. Fragrante.
Ela teve um cheiro que ele vai, daquele momento em, sempre associe com mulher. Mas n�o esfria. N�o havia nada esfrie sobre a boca que agarrada dele, ou a respira��o
com a que misturou o dele como dois pares de l�bios separados. Havia algo descuidado aqui. Ele n�o p�de agarrar isto, n�o p�de analisar isto, poderia experimentar
s� isto.
Com um som fundo, quase felino de prazer, ela correu as m�os dela pelo cabelo dele. Deus, ela tinha pensado n�o havia um gosto que ela j� n�o teve conhecido, uma
textura ela j� n�o teve feltro. Mas seu, o seu estava al�m da extens�o dela e agora, agora mesmo, dentro do alcance dela. Ver�o se espojou nisto e deixou os l�bios
dela e l�ngua atra�rem a do�ura.
Mais. Ela nunca tinha sabido gan�ncia. Ela tinha crescido em um mundo de afluxo onde bastante sempre estava dispon�vel. Pela primeira vez na vida dela, Ver�o soube
verdadeira fome, verdadeira necessidade. Essas coisas trouxeram dor, ela descobriu. Um fundo bem disto isso esparramou do caro�o. Mais. O pensamento traspassou a
mente dela novamente com o conhecimento que o mais que ela levou, o mais para o que ela doeria.
Blake a sentia endure�a. N�o sabendo a causa, ele apertou o cabo dele. Ele a, imediatamente, quis agora mais que ele alguma vez tinha querido ou tinha concebido
de querer qualquer mulher. Ela trocou nos bra�os dele, enquanto resistindo pela primeira vez desde que ele tinha a puxado aqui. Atrasando a cabe�a dela, ela observou
na paix�o e impaci�ncia dos olhos de Blake.
"Bastante."
"N�o." A m�o dele ainda foi enroscada possessively no cabelo dela. "N�o, n�o �.
"N�o", ela concordou em uma respira��o inst�vel. "Isso � por que voc� tem que me deixar ir."
Ele a libertou, mas n�o retrocedeu. "Voc� ter� que explicar isso."
Ela teve mais now-barely de controle, Ver�o percebeu shakily, mas era melhor que nenhum. Estava na hora para estabelecer o rules-quickly de rules-her e precisamente.
"Blake, voc� � um homem de neg�cios, eu sou um artista. Cada um de n�s tem prioridades. Isto-'' ela levou de volta um passo e estava de p� diretamente "-n�o pode
ser um deles."
"Queira apostar? "
Os olhos dela estreitaram mais em surpresa que aborrecimento. Estranho que ela tinha perdido a desumanidade nele. Seria melhor se ela considerasse aquele depois,
quando havia um pouco de dist�ncia entre eles. "N�s estaremos trabalhando junto para um prop�sito espec�fico", ela foi suavemente em. "Mas n�s somos duas pessoas
diferentes com duas perspectivas muito diferentes. Voc� est� interessado em um lucro, naturalmente, e na reputa��o de sua companhia. Eu estou interessado em criar
o pr�prio mostru�rio para minha arte, e minha pr�pria reputa��o. N�s ambos querem ter �xito. N�o o assunto."
"Aquele assunto perfeitamente claro", Blake se se opor a. "T�o este aqui. Eu o" quero.
"Ah." O som saiu lentamente. Deliberadamente ela alcan�ou para a bolsa negligenciada dela. "Diretamente e para o ponto."
"Seria um pouco rid�culo levar uma rota mais circular no momento." Divers�o estava colhendo frustra��o. Ele agradeceu isso porque lhe daria a extremidade que ele
tinha come�ado a perder o minuto que ele tinha a provado. "Voc� teria que estar inconsciente para n�o perceber isto."
"E eu n�o sou. Ainda, ela retrocedeu, enquanto confiando em porte para a adquirir fora que antes de ela perdesse qualquer vantagem esbelta que ela teve. "Mas � seu
kitchen-and ser� meu kitchen-that minha preocupa��o principal agora mesmo. Com a quantia de dinheiro voc� est� me pagando, voc� deveria agradecer eu entendo as prioridades.
Eu terei uma lista tentativa de mudan�as e equipamento novo voc� ter� que ordenar na segunda-feira."
"Multa. N�s iremos para "s�bado de jantar.
Ver�o pausou � porta, virou e tremeu a cabe�a dela. "N�o."
"Eu o escolherei em oito."
Era raro que qualquer um ignorou uma declara��o que ela tinha feito. Em lugar de temperamento, Ver�o tentou o tom paciente do que ela se lembrou da governanta dela.
Foi ligado para enfurecer. "Blake, eu disse que n�o."
Se ele estivesse enfurecido, ele escondeu bem isto. Blake somente sorriu a her-as a pessoa poderia sorrir a uma crian�a exigente. Dois, parecia, poderia jogar o
mesmo jogo com habilidade igual. "Oito", ele repetiu e sentou no canto da escrivaninha dele. "N�s podemos ter tacos at� mesmo se voc� gostar."
"Voc� � muito teimoso."
"Sim, eu sou."
"Assim � eu."
"Sim, voc� �. Eu o verei s�bado."
Ela teve que investir muito esfor�o no clar�o porque ela quis rir. No fim, Ver�o achou satisfa��o batendo a porta, bastante ruidosamente.

Cap�tulo 4
Nervo incr�vel", Ver�o resmungou. Ela levou outra mordida do cachorro quente dela, fez carranca e engoliu. "O homem tem coragem."
"Voc� n�o deveria deixar isto afetar seu apetite, cara". O Carlo bateu levemente o ombro dela como eles passearam ao longo da cal�ada para os tijolos orgulhosos,
resistidos de Corredor de Independ�ncia.
Ver�o mordeu novamente no cachorro quente. Quando ela lan�ou a cabe�a dela, o sol pegou aos fins do cabelo dela e os sacudiu com ouro. "Se cale, Carlo. Ele � t�o
arrogante." Com a carta branca dela, gesticulou ela de modo selvagem enquanto continuando mastigando, quase vengefully, no cachorro e p�o. "Carlo, eu n�o levo ordens
de qualquer um, especialmente alguns costuraram, executivo polido, americano com tend�ncias ditatoriais e olhos azuis incr�veis."
Carlo ergueu uma sobrancelha � descri��o dela, ent�o tiro um olhar aprovando a um de pernas bonitas loiro em uma saia rosa curta que os passou. "Claro que n�o, "amore
de mi, ele disse absently, enquanto i�ando o pesco�o dele para seguir o progresso loiro rua abaixo. "Esta Filad�lfia seu tem as atra��es tur�sticas mais fascinantes,
si? "
"Eu tomo minhas pr�prias decis�es, corridas minha pr�pria vida", que Ver�o murmurou, enquanto empurrando o bra�o dele quando ela viu onde a aten��o dele tinha vagado.
"Eu levo pedidos, Franconi, n�o ordens".
"Sempre � sido assim." Carlo deu um �ltimo olhar saudoso em cima do ombro dele. Talvez ele poderia falar Ver�o em parar em algum lugar, um banco de parque, um caf�
ao ar livre onde ele poderia adquirir um mais... vis�o completa das atra��es de Filad�lfia. "Voc� deve estar cansado de caminhar, ame", ele come�ou.
"Eu definitivamente n�o estou jantando hoje � noite" com ele.
"Isso deveria lhe ensinar a empurrar Ver�o ao redor" Lyndon. O parque, o Carlo pensou, poderia ter o mais interessante de possibilidades.
Ela lhe deu um olhar fixo perigoso. "Voc� � divertido porque voc� � um homem."
"Voc� � divertido", o Carlo corrigiu, enquanto sorrindo. "E interessado."
"Eu n�o sou.
"Oh, sim, mia de cara, voc� �. Por que n�s n�o sentamos assim eu posso levar dentro o... beleza e atra��es de sua cidade adotada? Afinal de contas-" ele inclinou
a borda do chap�u dele em resumo a uma morena passeando shorts "-eu um turista �, si? "
Ela pegou o vislumbre nos olhos dele, e a raz�o para isto. Depois de deixar sair um acesso de ira de respira��o, Ver�o virou um � direita afiado. "Eu lhe mostrarei
atra��es tur�sticas, amico".
"Mas Ver�o... " o Carlo pegou vis�o de um ruivo em cal�as jeans justas que caminham um poodle. "A vis�o de fora aqui � muito educacional e enaltecendo."
"Eu o erguerei para cima", ela prometeu e ruthlessly o arrastaram dentro. "O Segundo que Congresso Continental se encontrou aqui em 1775, quando o edif�cio era conhecido
como a Pennsylvania Casa Estatal."
Havia um ecoando de p�s, de vozes. Um grupo de schoolchildren se reuniu por conduziu por um professor afetado, duro-enfrentado que usa sapatos pr�ticos. "Fascinando",
o Carlo murmurou. "Por que n�o faz n�s vamos para o parque, Ver�o. � um dia bonito." Para joggers feminino em shorts min�sculos e camisas min�sculas.
"Eu me consideraria um amigo pobre se eu n�o lhe desse uma li��o de hist�ria breve antes de voc� partir hoje � noite, o Carlo." Ela uniu o bra�o dela mais firmemente
por seu. "Era de fato 8 de julho, n�o 4 de julho de 1776, que a Declara��o de Independ�ncia foi lida � multid�o na jarda fora deste edif�cio."
"Incr�vel." Aquela morena n�o tinha estado rumo ao parque? "Eu n�o lhe posso falar como interessante eu acho esta hist�ria americana, mas algum ar fresco talvez-"
"Voc� n�o pode deixar a Filad�lfia sem ver o "Sino de Liberdade. O levando pela m�o, Ver�o o arrastou junto. "Um s�mbolo de liberdade � internacional, Carlo". Ela
fez nem mesmo ou�a o consentimento murmurado dele como os pensamentos dela come�ou a balan�ar atr�s novamente a Blake. "H� pouco o que estava tentando ele para provar
com aquele lustro e machismo? " ela exigiu. Me "falando ele me escolheria em oito depois que eu tivesse recusado ir." Friccionando os dentes dela, ela p�s as m�os
dela nos quadris dela e luziu a Carlo. "Men-you tudo s�o basicamente o mesmo, voc� n�o �? "
"Mas n�o, carissima." Divertido, ele lhe deu um sorriso encantador e correu os dedos dele abaixo a bochecha dela. "N�s somos todo sem igual, especialmente Franconi.
H� as mulheres em toda cidade do mundo que pode atestar a isso."
"Porco", ela disse abruptamente, enquanto recusando ser balan�ado com humor. Ela se se mover para o lado mais �ntimo a ele, desinteressado que havia um grupo de
tr�s estudantes de faculdade femininos que esperam toda palavra. "N�o lance suas mulheres at� mim, voc� o devasso italiano."
"Ah, mas, Ver�o... " Ele trouxe a palma dela aos l�bios dele, enquanto assistindo as tr�s mulheres jovens em cima disto. "A palavra �... o conhecedor."
O coment�rio dela era um bufo de unladylike. "You-men, '' ela corrigiu, enquanto empurrando a m�o dela de seu, "pense em mulher como algo que brincar com, desfrute
durante algum tempo, ent�o descuido. Ningu�m j� vai jogar aquele jogo comigo."
Sorrindo de orelha a orelha, o Carlo levou as m�os dela e os beijou. "Ah, n�o, n�o, mia de cara. Uma mulher, ela est� como o mais primoroso de refei��es."
Os olhos de ver�o estreitaram. Como as tr�s meninas afiaram mais �ntimo que ela lutou com um sorriso dela pr�prio. "Uma refei��o? Voc� ousa comparar uma mulher com
uma refei��o? "
"Um primoroso", o Carlo a lembrou. "Um que voc� se antecipa com grande excita��o, um em cima do que voc� demora, saboreia, at� mesmo adora��o."
As sobrancelhas dela arquearam. "E quando seu prato limpo, Carlo? "
"Fica em sua mem�ria." Tocando o dedo polegar dele e dedo indicador junto, ele os beijou dramaticamente. "Lucros em seus sonhos e o mant�m procurando uma experi�ncia
igualmente sensual" sempre.
"Muito po�tico", ela disse secamente. "Mas eu n�o vou ser qualquer um entrada."
"N�o, meu Ver�o, voc� � os mais proibidos de sobremesas, e ent�o, o mais desej�vel." Irreprim�vel, ele piscou ao trio de meninas. "Este Cocharan, voc� n�o pensa
que a boca dele molha sempre que ele olha para voc�? "
Ver�o deu uma risada curta, tomou dois passos, ent�o parou. A imagem teve uma atra��o estranha, primitiva. Intrigado, ela examinou o ombro dela atr�s. "Faz isto?
"
Porque ele soube que ele tinha a distra�do, o Carlo deslizou um bra�o ao redor a cintura dela e come�ou a conduzir a do edif�cio. Havia ainda cronometre para ar
fresco e joggers de pernas bonitas no parque. Atr�s deles, as tr�s meninas murmuraram em decep��o. "Cara, eu sou um homem que fez um estudo de amore. Eu sei o que
eu vejo nos "olhos de outro homem.
Ver�o lutou fora uma onda de prazer e encolheu os ombros. "Voc� os italiano teimam em dar um bonito r�tulo a lux�ria b�sica."
Com um suspiro enorme, Carlo a conduziu fora. "Ver�o, para uma mulher com sangue franc�s, voc� n�o tem nenhum romance."
"Romance pertence em livros e filmes."
"Romance", o Carlo corrigiu, "pertence em todos lugares." Embora ela tivesse falado ligeiramente, o Carlo entendeu que ela estava sendo perfeitamente franqueie.
O preocupou e, do modo de amigo para amigo, o desapontou. "Voc� deveria tentar luz de vela e vinho e m�sica macia, Ver�o. O deixe experimentar isto. N�o o" ferir�.
Ela lhe deu um sorriso lateral estranho como caminharam eles. "N�o v�? "
"Voc� pode confiar em Carlo como voc� confie em ningu�m mais."
"Oh, eu fa�o." Rindo novamente, ela balan�ou um bra�o ao redor os ombros dele. "Eu confio em ningu�m mais, Franconi".
Que tamb�m, era a verdade n�o envernizado. Carlo suspirou novamente mas raio com leveza igual. "Ent�o confie em voc�, cara. Seja guiado por seus pr�prios instintos."
"Mas eu confio em mim."
"O fa�a? " Este tempo era Carlo que se inclinou um olhar a ela. "Eu penso que voc� n�o confia em voc� estar s� com o americano."
"Com Blake? " Ele poderia a sentir endure�a com afronta debaixo do bra�o ele ainda segurou ao redor a cintura dela. "Isso � absurdo."
"Ent�o por que voc� � t�o chateado sobre a id�ia de tomar um jantar simples com ele? "
"Seu ingl�s est� sofrendo, Carlo. Transtorne a palavra errada. Eu estou aborrecido." Ela se fez relaxar novamente debaixo do bra�o dele, ent�o inclinou o queixo
dela. "Eu estou aborrecido porque ele assumiu que eu jantaria com ele, ent�o continuou assumindo eu igualaria depois que eu tivesse recusado. � uma rea��o normal."
"Eu acredito sua rea��o a ele � muito normal. A pessoa poderia dizer even-ah-basic. " Ele tirou os �culos escuros dele e os ajustou meticulosamente. Talvez linhas
de piscadela acrescentaram car�ter a uma face, mas ele n�o quis nenhum em seu. "Eu vi o que estava bem em seus olhos como aquele dia na cozinha."
Ver�o fez carranca a ele, ent�o ergueu o queixo dela um pouco mais alto. "Voc� n�o sabe o sobre" o qual voc� est� falando.
"Eu sou um gourmet", o Carlo corrigiu com uma varredura do bra�o gr�tis dele. "De comida, sim, mas tamb�m de amor."
"H� pouco adira a seu macarr�o, Franconi".
Ele s� sorriu e bateu levemente o flanco dela. "Carissima, meu macarr�o nunca adere."
Ela proferiu uma �nica palavra francesa nos mais doces tons. Geralmente era visto rabiscado em betesgas Parisienses. Afinado entre si, eles caminharam em, mas ambos
estavam especulando sobre o que aconteceria aquela noite �s oito.
Era bastante delibere, bem ideou e mesmo satisfazendo. Ver�o vestiu as cal�as jeans mais rotas dela e uma Camiseta enfraquecida que foram desvendadas � bainha em
uma manga. Ela n�o aborreceu com at� mesmo uma pretens�o de maquilagem. Depois de despedir o Carlo no aeroporto, ela tinha ido pelo dirigir-em janela em um restaurante
de r�pido-comida local e tinha apanhado um recipiente de papel�o de galinha frita, complete com frituras francesas e uma tigela de pl�stico min�scula de salada de
repolho cru.
Ela abriu uma lata de refrigerante de dieta e sacudiu a televis�o em para uma reprise de syndicated de uma com�dia de costumes.
Apanhando uma coxa de ave, Ver�o come�ou a lambiscar. Ela tinha considerado que penso matou, enquanto ventando ent�o por ele quando ele veio � porta com o coment�rio
descuidado que ela teve uma data. Mesmo ego-satisfazendo. Mas deste modo, Ver�o decidiu como ela sustentou os p�s dela, ela poderia estar confort�vel e poderia o
insultar ao mesmo tempo. Depois que um dia gastasse caminhando ao redor da cidade que enquanto o Carlo cobi�ou e paquerou com toda f�mea entre seis e sessenta, conforto
era todo peda�o t�o importante quanto o insulto.
Satisfeito com a estrat�gia dela, Ver�o resolveu atr�s e esperou pela batida. N�o seria longo, ela meditou. Se ela fosse qualquer juiz de car�ter, ela cavilharia
Blake como um homem que era lembrete de obsessively. E meticuloso, ela somou, enquanto levando uma pesquisa contente dela atravancada, apartamento confortavelmente
desorganizado,
N�o esque�amos presumido, ela se lembrou como ela terminou a coxa de ave. Ele chegaria em um terno macio e lustroso, costurado com a camisa encaracolado e monogramed
nos punhos de manga. N�o haveria uma mancha no couro italiano dos sapatos dele. N�o um cabelo fora de lugar. Contente, ela olhou abaixo � bainha esfarrapada nas
cal�as jeans mais velhas dela. Uma piedade eles n�o tiveram alguns buracos bons neles.
Gleefully sorrindo, ela alcan�ou para o refrigerante dela. Buracos ou n�o, ela n�o se parecia uma mulher que espera impressionar um homem ansiosamente certamente.
E que, Ver�o concluiu, era o que um homem como Blake esperou. O pegando de surpresa lhe dariam muito prazer. O enfurecendo lhe dariam at� mesmo mais.
Quando a batida veio, Ver�o olhou ao redor � toa antes de desdobrar as pernas dela. Levando o tempo dela, ela subiu, esticado, ent�o moveu � porta.
Durante a segunda vez, desejou Blake que ele tinha tido uma m�quina fotogr�fica para pegar o olhar de surpresa em branco na face dela. Ela n�o disse nada, s� fitou.
Com uma sugest�o de um sorriso nos l�bios dele, Blake comprimiu as m�os dele nos bolsos das cal�as jeans justas, enfraquecidas dele. Havia ningu�m, ele refletiu,
quem ele alguma vez tinha sa�do mais prazer de burlar. Tanto assim, estava tentando para fazer uma carreira disto.
O "jantar pronto? " Ele levou uma inala��o apreciativa do ar. "Cheiros bom."
Condene o arrogance-and dele a percep��o dele, pensamento de Ver�o. Como ele conseguiu sempre ficar um passo � frente dela? Com exce��o do fato que ele usou que
ones-he de shoes-tattered de t�nis foi vestido quase identicamente a ela. S� era mais aborrecedor que ele olhou todo peda�o como natural, e todo peda�o como atraente,
em cal�as jeans e uma Camiseta como ele fez em um terno empresarial elegante. Com um esfor�o, Ver�o controlou o temperamento dela, e ondas g�meas de humor e desejo.
As regras poderiam ter mudado, mas o jogo n�o terminou.
"Meu jantar pronto", ela lhe contou coolly. "Eu n�o recordo o" convidando.
"Eu disse oito."
"Eu disse que n�o."
"Desde que voc� contestou a sair-" ele levou ambas suas m�os antes de ventar dentro "-eu pensei que n�s h� pouco comer�amos dentro."
Com as m�os dela pegadas em seu, Ver�o estava entrada ao ar livre. Ela poderia ordenar que ele partisse, ela considerou. Exija... E ele pode. Embora ela n�o prestou
aten��o a ser rude, ela n�o viu muita satisfa��o ganhando uma batalha t�o diretamente. Ela teria que achar outro, m�todo mais desviado, mais agrad�vel para sair
em cima.
"Voc� � muito persistente, Blake. A pessoa poderia dizer pigheaded" at� mesmo.
"A pessoa pode. O que � para o jantar? "
"Muito pequeno." Uma m�o livrando, Ver�o gesticulou para a caixa de levar-exterior.
Blake ergueu uma sobrancelha. "Sua propens�o para fast food � muito intrigando. J� pensamento de abrir seus pr�prios Croissants de chain-Minute? Dirija Por Massas?
"
Ela n�o seria divertida. "Voc� � o homem de neg�cios", ela o lembrou. "Eu sou um artista."
"Com o "apetite de um adolescente. Passeando em cima de, Blake arrancou uma coxa de ave da caixa. Ele concordou no sof�, ent�o apoiou os p�s dele no mesa de centro.
"N�o ruim", ele decidiu depois da primeira mordida. "Nenhum vinho? "
N�o, ela n�o quis ser divertida, era determinado n�o ser, mas o assistindo se fazem em casa com o jantar dela, Ver�o lutou fora um sorriso. Talvez o dela planeje
o insultar n�o tinha trabalhado, mas havia nenhum revelador o que a noite poderia trazer. Ela s� precisou um abrindo para lhe dar um bem, s�lido espeta. "Refrigerante
de dieta." Ela se sentou e ergueu a lata. H� mais na cozinha."
"Isto est� bem." Blake tomou a bebida dela e tomou um gole. "Isto � como um dos maiores chefes de cozinha de sobremesa passa as noites dela? "
Erguendo uma sobrancelha, Ver�o levou de volta a lata dele. "O maior chefe de cozinha de sobremesa passa as noites dela como agrada" ela.
Blake atravessou um tornozelo o outro e a estudou. As manchas nos olhos dela eram mais sutis este evening-perhaps porque ela era relaxada. Ele gostou de pensar ele
poderia os fazer arder novamente antes da noite terminou. "Sim, eu estou seguro voc� faz. Isso estende a outras �reas? "
"Sim." Ver�o levou outro peda�o de galinha antes de dar para Blake um guardanapo de papel. "Eu decidi o tolerable-for de sua companhia o momento."
A assistindo, ele levou outra mordida. "O tenha? "
"Isso � por que voc� est� aqui comendo meio minha refei��o." Ela ignorou o dele ria e apoiou os pr�prios p�s dela na mesa ao lado de seu. Havia algo confort�vel
sobre a coloca��o que atraiu a her-something intime isso a fez cauteloso. Ela era muito cautelosa uma mulher se permitir esquecer do efeito aquele beijo tinha a
estado usando. Ela era muito teimosa uma mulher desistir.
"Eu sou curioso aproximadamente por que voc� teimou em me ver hoje � noite." Um comercial em cera de ch�o sacudida pela tela de televis�o. Ver�o olhou a isto antes
de virar a Blake. "Por que voc� n�o explica? "
Ele levou um garfo de pl�stico e provou a salada de repolho cru. "A raz�o profissional ou o pessoal? "
Ele respondeu muito freq�entemente uma pergunta com uma pergunta, ela decidiu. Estava na hora para o fixar abaixo. "Por que voc� n�o leva isto um de cada vez? "
Como ela comeu esta mat�ria-prima? ele desejou saber como ele derrubou o garfo atr�s na caixa. Quando voc� olhou para ela que voc� poderia a ver no mais elegante
de restaurants-flowers, vinho franc�s, starchily os gar�ons corretos. Ela seria seda cansativa e brincando com alguma sobremesa ex�tica.
Ver�o esfregou o fundo de um p� nu em cima do topo do outro enquanto ela levou outra mordida de galinha. Blake sorriu at� mesmo como ele se perguntou por que ela
o atraiu.
"Neg�cio primeiro ent�o. N�s estaremos trabalhando junto de perto pelo menos durante v�rios meses. Eu penso que � s�bio se n�s conseguirmos saber cada other-find
fora como os outros trabalhos assim n�s podemos fazer os pr�prios ajustes quando necess�rio."
"L�gico." Ver�o arrancou fora um par de frituras francesas antes de oferecer a caixa a Blake. "� da mesma maneira que bem que voc� descobre para cima frente que
eu n�o fa�o ajustes nada. Eu trabalho s� um modo de way-my. Assim... pessoal? "
Ele desfrutou a confian�a dela e a falta completa de acordo. Ele planejou explorar o primeiro e desfazer o segundo. "Pessoalmente, eu o acho uma mulher bonita",
interessante. Imergindo a m�o dele na caixa, ele a assistiu. "Eu quero o levar a cama." Quando ela n�o disse nada, ele lambiscou em uma fritura. "E eu penso que
n�s dever�amos conseguir saber um ao outro primeiro." O olhar fixo dela era direto e unblinking. Ele sorriu. "L�gico? "
"Sim, e egotista. Voc� parece ter sua parte de ambas as qualidades. Mas-" ela esfregou os dedos dela no guardanapo antes de ela apanhasse o refrigerante novamente
"-voc� � honesto. Eu admiro honestidade em outras pessoas." Subindo, ela olhou para baixo a ele. "Terminado? "
O olhar dele permanecido como esfria como seu enquanto ele lhe deu a caixa. "Sim."
"Eu aconte�o para ter um par de bombas no fridge, se voc� est� interessado."
"Supermercado especial? "
Os l�bios dela encurvaram, lentamente, ligeiramente. "N�o. Eu tenho alguns padr�es. Eles s�o meus."
"Ent�o eu poderia o insultar quase n�o os rejeitando.
Este tempo riu ela. "Eu sou diplomacia segura seu �nico motivo."
"Que, e glutonaria b�sica", ele somou como caminhou fora ela. Ela � uma fresca, Blake refletiu, enquanto se lembrando da rea��o dela, ou falta de um, para a declara��o
dele sobre a levar a cama. A frieza, o controle, o intrigou. Ou talvez mais com precis�o, o desafiou.
Era um folheado? Se fosse, ele gostaria da oportunidade para tirar fora as camadas. Lentamente, ele decidiu, lazily plano, at� que ele achou a paix�o abaixo. Seria
there-he imaginados estaria como um do desserts-dark dela e proibido em baixo de um icing branco fresco. Antes de muita vez tinha passado, Blake pretendeu provar
isto.
As m�os dela n�o eram fixas. Ver�o se amaldi�oou como ela abriu o refrigerador. Ele tinha tremido her-just como ele tinha querido dizer. Ela s� esperou que ele n�o
tinha podido ver pela resposta de fora-m�o dela. Sim, ele tinha pretendido a tremer, mas ele tinha dito o que ele tinha querido dizer precisamente. Que ela entendeu.
No momento, ela n�o teve o tempo para absorver e dissecar os sentimentos dela. Havia s� o primeiro reaction-not dela chocam, n�o afronta, mas um tipo de excita��o
nervosa que ela n�o tinha experimentado em anos.
Tolo, Ver�o se falou enquanto ela organizou bombas em dois pratos de Meissen. Ela n�o era uma adolescente que se encantou em sentimentos de fluttery. Nem ela toleraria
o ser informado ela estava a ponto de se tornar algu�m o amante. Neg�cios, ela soube, era perigoso, demorado e distraindo. E l� sempre parecia ser uma festa que
era mais envolvida, ent�o, mais vulner�vel, que o outro. Ela n�o se permitiria estar naquela posi��o.
Mas as pequenas pun��es de excita��o nervosa permaneceram.
Ela ia ter que fazer algo sobre Blake Cocharan, Ver�o decidiu como ela despejou duas x�caras de caf�. E ela ia ter que fazer isto depressa. O was-what de problema?
Como Ver�o organizou x�caras e pratos em uma bandeja, ela decidiu fazer o que ela fez melhor debaixo de press�o. Ela atingiria isto.
"Voc� est� a ponto de ter uma experi�ncia memor�vel", sensual.
Blake olhou no an�ncio e a assistiu entre no quarto, bandeja em m�o. Desejo o bateu surpreendentemente duro, surpreendentemente rapidamente. O advertiu que se ele
quisesse ficar em controle, ele teria que jogar o jogo com habilidade.
"Minhas bombas n�o ser�o levadas ligeiramente", Ver�o continuou. "Nem eles sido sido comido com qualquer coisa menos que rever�ncia."
Ele esperou at� que ela sentou novamente ao lado dele antes de ele levasse um prato. Muito habilmente terminado, ele pensou novamente como o cheiro dela vagueado
a ele. "Eu farei meu melhor."
"De fato-'' ela derrubou o lado do garfo dela e sem dinheiro fora a primeira mordida "-nenhum esfor�o requereu. S� papila gustativos." Incapaz resistir, Ver�o trouxe
o garfo aos l�bios dele.
Ele a assistiu, e ela ele, como ela o alimentou. A luz se inclinou pela janela atr�s deles e pegou nos olhos dela. Mais verde agora, Blake pensou, quase felino.
Um homem, qualquer homem, poderia se perder tentando definir aquela cor, leia que express�o. A nata rica e massa escamosa derreteram na boca dele. Ex�tico, sem igual,
desirable-like seu criador. O primeiro gosto, como o primeiro beijo, exigiu mais.
"Incr�vel", ele murmurou, e como encurvaram os l�bios dela, ele os quis debaixo de seu.
"Naturalmente." Como ela rompeu outra por��o, a m�o de Blake fechou em cima do pulso dela. O pulso dela subiu brevemente, ele poderia sentir isto, mas os olhos dela
permaneceram frescos e n�vel.
"Eu devolverei o favor." Ele disse isto quietamente, e os dedos dele ficaram ligeiramente no pulso dela como ele levou o garfo na outra m�o dele. Ele moveu lentamente,
deliberadamente, mantendo os olhos dele em seu, trazendo a massa aos l�bios dela, pausando ent�o. Ele os assistiu parte, viu a gorjeta da l�ngua dela. Teria sido
t�o f�cil de fechar a boca dele em cima de seu s� then-from a batida r�pida do pulso dela debaixo dos dedos dele, ele soube n�o h� nenhuma resist�ncia. Ao inv�s,
ele alimentou a bomba para ela, os m�sculos de est�mago dele apertando como ele imaginou o gosto que estava mentindo at� mesmo agora delicadamente na l�ngua dela.
Ela nunca tinha sentido qualquer coisa assim. Ela tinha provado a pr�pria arte culin�ria dela tempos incont�veis, mas nunca tinha tido os sensos dela assim levantou.
O sabor parecia encher a boca dela. Ver�o quis manter isto l�, enquanto explorando a sensa��o que tinha se tornado t�o inesperadamente, t�o intensamente, sexual.
Levou um esfor�o consciente para engolir, e outro para falar.
"Mais? " ela perguntou.
O olhar dele sacudiu ent�o atr�s novamente abaixo dos olhos dela para a boca dela. "Sempre."
Um jogo perigoso. Ela conheceu isto, mas optou para jogar. E ganhar. Levando o tempo dela, ela alimentou a pr�xima mordida para ele. A cor dos olhos dele era mais
profundamente? Ela n�o pensou que ela estava imaginando isto, nem as ondas de deseje isso parecia bater em cima dela. Eles vieram dela, ou dele?
Na televis�o, algu�m arrombou risada rouca. Nenhum deles notou. Seria s�bio pisar atr�s agora, cautiously. At� mesmo como o pensamento atravessou a mente dela, ela
abriu a boca dela para o pr�ximo gosto.
Algumas coisas explodiram na l�ngua, outros aqueceram isto ou atormentaram. Esta era uma experi�ncia fresca, elegante, nenhum menos sensual que champanha, nenhum
menos primitivo que amadureceu fruta. Os nervos dela come�aram a acalmar, mas a consci�ncia dela intensificou. Ele estava usando um pouco de �gua-de-col�nia sutil
que a fez pense nos bosques em outono. Os olhos dele eram o fundo azul de um c�u de noite. Quando o joelho dele escovou o seu, ela sentia um calor que vazou por
duas camadas de material e tocou carne. Momento depois que momento passasse sem o ser dela atento que eles n�o eram que fala, s� lentamente, luxuriously, alimentando
um ao outro. A intimidade embrulhou ao redor dela, nenhum menos intenso, nenhum menos excitante que lovemaking. O caf� sentou, enquanto esfriando. Sombras esparramadas
pelo quarto como o sol abaixaram.
"A �ltima mordida", Ver�o murmurou, enquanto oferecendo isto. "Voc� aprova? "
Ele pegou os fins do cabelo dela entre o dedo polegar dele e dedo. "Completamente."
A pele dela formigou, muito muito agradavelmente. Embora ela n�o trocou fora, Ver�o fixou o garfo abaixo com grande cuidado. Ela estava sentindo soft-too macio.
E muito vulner�vel. "Um de meus clientes tem uma paix�o secreta por bombas. Quatro vezes por ano eu vou para o Brittany e lhe fa�o dois d�zia. Outono passado ele
me deu um "colar de esmeralda.
Blake ergueu uma sobrancelha como ele entrela�ou uma praia do cabelo dela ao redor o dedo dele. "Isso � uma sugest�o? "
"Eu estou apaixonado por presentes", ela disse facilmente. "Entretanto, aquele tipo de coisa n�o � bastante �tico entre "s�cios de neg�cio.
Como ela apoiou adiante para o caf� dela, Blake apertou os dedos dele no cabelo dela e segurou o dela ainda. No momento os olhos dela conheceram o seu, ele viu surpresa
moderada e aborrecimento moderado. Ela n�o gostou ser sujeitada por qualquer um. "Nossa associa��o empresarial � s� um n�vel. N�s somos intensamente ambos atento
disso antes deste tempo."
"Neg�cio � o primeiro n�vel, e a primeira prioridade."
"Talvez." Era dif�cil admitir, at� mesmo para ele, que ele estava come�ando a ter d�vidas sobre isso. "Em todo caso, eu tenho nem toda inten��o de ficar a n�vel
um."
Se ela j� fosse o controlar, teria que ser agora. Ver�o drapejou o negligently de bra�o dela pela parte de tr�s do sof� e desejou o est�mago dela desataria. "Eu
sou atra�do a voc�. E eu penso que deveria ser dif�cil, e interessante, trabalhar ao redor que durante os pr�ximos meses. Voc� disse que voc� quis me entender. Eu
raramente me explico, mas eu farei uma exce��o." Apoiando adiante novamente, ela arrancou um cigarro de seu propriet�rio. "O tenha uma luz? "
Era estranho como facilmente ela tirou sentimentos dele sem advertir. Agora era aborrecimento. Blake tirou o isqueiro dele e sacudiu isto em. Ele a assistiu tire
em fuma�a, ent�o apague depressa em um gesto que ele percebeu veio mais de h�bito que prazer. "V� em."
"Voc� disse que voc� conheceu minha m�e", Ver�o come�ou. "Voc� a conheceria em todo caso. Ela � uma mulher bonita, talentosa, inteligente. Eu a, ambos como uma m�e,
amo muito e como uma pessoa que est� cheio da alegria de vida. Se ela tiver uma fraqueza, � os homens."
Ver�o dobrou as pernas dela debaixo dela e concentrado em relaxar. "Ela � tida tr�s maridos, e os amantes inumer�veis. Ela sempre tem certeza cada rela��o sempre
�. Quando ela for envolvida com um homem, ela est� felizmente contente. Os interesses dele s�o os interesses dela, as antipatias dele as antipatias dela. Naturalmente,
quando terminar, ela � esmagada."
Novamente, Ver�o utilizou o cigarro dela. Ela tinha esperado que ele fizesse algum transcurso comentar. Quando ao inv�s, ele s� escutou, s� assistiu, ela foi mais
adiante que ela tinha pretendido. "Meu pai � um homem mais pr�tico, e ainda ele � sido por duas esposas e neg�cios discretos v�rios. Ao contr�rio minha m�e que aceita
flaws-even os desfruta para uns olhares de time-he curtos para perfei��o. Desde ent�o n�o h� nenhuma perfei��o em pessoas, s� em que pessoas crie, ele � desapontado
continuamente. Minha m�e procura ela��o e romance, meu pai procura o companheiro perfeito. Eu n�o procuro qualquer um desses."
"Por que voc� n�o me conta o para o qual voc� olha ent�o? "
"Sucesso", ela simplesmente disse. "Romance tem um come�o, assim segue que tem um fim. Um companheiro exige acordo e paci�ncia. Eu dou toda minha paci�ncia a meu
trabalho, e eu n�o tenho nenhum talento por acordo."
Deveria o ter satisfeito, at� mesmo o aliviou. Afinal de contas, ele quis nada al�m de um afazeres casual, nenhum fio, nenhum compromisso. Ele n�o entendeu por que
ele quis tremer as palavras atr�s abaixo a garganta dela, s� soube que ele fez. "Nenhum romance", ele disse com um aceno. "Nenhuma companhia. Isso n�o rege fora
o fato que voc� me quer, e eu o" quero.
"N�o." A fuma�a estava deixando um gosto amargo na boca dela. Como Ver�o esmagou fora o cigarro dela que ela pensou quanto pareceu a discuss�o deles/delas uma negocia��o.
Ainda n�o era que como ela preferiu coisas? "Eu disse que seria dif�cil trabalhar ao redor, mas tamb�m � necess�rio. Voc� quer um servi�o de mim, Blake, e eu concordou
em o dar que, porque eu quero a experi�ncia e a publicidade que eu sairei disto. Mas mudar o tom e face de seu restaurante vai ser um processo longo, complicado.
Combinando isso com meus outros compromissos, eu n�o terei tempo por qualquer distra��o pessoal."
"Distra��es? " Por que deva aquele palavra o enfureceu? Fez, da mesma maneira que a demiss�o eficiente dela de desejo o enfureceu. Talvez ela n�o tinha querido dizer
isto como um desafio, mas ele n�o p�de levar isto como qualquer coisa menos. "Isto o distrai? " Ele correu o dedo dele abaixo o lado da garganta dela antes de ele
cupped a parte de tr�s do pesco�o dela.
Ela poderia sentir a press�o firme de cada dos dedos dele contra a pele dela. E nos olhos dele, ela poderia ver o temperamento, a necessidade. Ambos puxaram a ela.
"Voc� est� me pagando muito dinheiro, fazer um trabalho, Blake". A voz dela era fixa. Bom. A batida do cora��o dela n�o era. "Como um homem de neg�cios, voc� deveria
querer as complica��es deixadas a um m�nimo."
"Complica��es", ele repetiu. Ele puxou a outra m�o dele pelo cabelo dela de forma que a face dela foi inclinado atr�s. Ver�o sentia um sacuda de broto de excita��o
abaixo a espinha dela. "Isto �-" ele escovou os l�bios dele em cima da bochecha dela "-uma complica��o? ''
"Sim." O c�rebro dela enviou o sinal para apartar, mas o corpo dela recusou o comando.
"E uma distra��o? "
Ele levou a boca dele em uma viagem lenta para seu, mas s� lambiscou. Havia nenhuma press�o mas o aperto leve que ele manteve lentamente na base do pesco�o dela
com mudan�a de dedos, rhythmically em cima da pele dela. Ver�o n�o se mudou, entretanto ela se falou ela ainda p�de. Ela nunca tinha se permitido ser seduzido, e
esta noite era nenhum diferente.
H� pouco uma amostra, ela pensou. Ela soube como provar e julgar, ent�o pise longe de at� mesmo o mais tentador de sabores. Da mesma maneira que ela soube absorver
toda gota de prazer daquele teste min�sculo.
"Sim", ela murmurou e deixou os olhos dela tremularem fechado. Ela precisou de nenhuma imagem visual agora, mas s� as sensa��es. Esquente, macio, moist-his declamam
contra seu. Firme, forte, persuasive-the toca contra a pele dela.
Sutil, macho, cheiro de intriguing-the que o agarrado. Quando ele falou o nome dela, a voz dele fluiu em cima dela como uma brisa, um que levou um rastro de calor
e a sugest�o de uma tempestade.
"Como simples voc� quer isto para ser, Ver�o? " Estava acontecendo novamente, ele percebeu. Aquele envolvimento de total ele nem procurou nem wanted-the envolvimento
total ao que ele n�o p�de resistir. H� s� voc� e eu."
N�o h� nada simples sobre isso." At� mesmo como discordou ela, os bra�os dela estavam o passando, a boca dela estava buscando o dele novamente.
Era s� um beijo. Ela se falou que como os l�bios dele se inclinaram ligeiramente em cima de seu. Ela ainda poderia terminar isto, ela ainda estava em controle. Mas
primeiro, ela quis justo mais gosto. Sem pensar, ela tocou a gorjeta da l�ngua dele com seu, explorar o sabor completamente. O pr�prio gemido dela soou suavemente
nas orelhas dela como ela o puxou mais �ntimo. Corpo contra corpo, firme e de alguma maneira direito. Este pensamento novo vagueou at� mesmo a ela como a sensa��o
concentrada no jogo de boca para declamar.
Por que beijos tinham parecido t�o b�sicos, t�o simplistas antes disto? Havia centenas de pontos de pulso no corpo dela ela tinha permanecido desavisada de at� este
momento. Havia prazeres mais fundo, mais rico que ela alguma vez tinha imaginado que isso poderia ser tirado e poderia ser explorado pelo gesto mais elementar entre
um homem e uma mulher. Ela tinha pensado que ela tinha sabido os limites das pr�prias necessidades dela, a profundidade das pr�prias paix�es dela... at� agora. A
tocando apenas, Blake estava rasgando algo dela isso n�o estava tranq�ilo, ordenou e disciplinou. E quando era totalmente gr�tis, isso que ent�o?
Ela se achou na beira de algo que ela nunca viria a emo��es de before-where comandado a mente dela completamente. Um passo mais adiante e ele teria tudo dela. N�o
s� o corpo dela, n�o s� os pensamentos dela, mas aquela posse mais privada, o mais bem vigiada, o cora��o dela.
Ela sentia uma gan�ncia por ele e puxou longe disto. Se ela era gananciosa, se ela levou, ent�o ele tamb�m vai. Ele ainda a segurou, facilmente bastante para ela
se retirar, firmemente bastante manter o fim dela. Ela era ofegante, moveu. Como ela lutou pensar claramente, Ver�o decidiu que seria tolo para tentar negar qualquer
um.
"Eu penso que eu provei meu ponto de vista", ela administrou.
"Seu? " Blake se se opor a como ele correu uma m�o para cima a parte de tr�s dela. "Ou meu? "
Ela levou uma respira��o funda, enquanto expelindo isto lentamente. Aquele espet�culo pequeno de emo��o teve desejo que arranha novamente a ele. "Eu misturei bastante
ingredientes para saber que neg�cios empresariais e neg�cios pessoais n�o s�o saborosos. Na segunda-feira, eu vou trabalhar para Cocharan. Eu pretendo lhe dar o
valor de seu dinheiro. N�o pode haver qualquer outra coisa."
H� outro j�" bastante. Ele cupped o queixo dela na m�o dele de forma que os olhos deles/delas segurados firma. Dentro dele estava uma massa de necessidades doendo
e confus�o. Com aquele beijo que beijo longo, lento, ele todos menos esquecido da regra mais r�gida dele. Mantenha as emo��es arreadas, ambos em neg�cio e em prazer.
Caso contr�rio, voc� comete erros que n�o s�o retificados facilmente. Ele precisou de tempo, e ele percebeu ele precisou de dist�ncia. "N�s sabemos melhor agora"
um ao outro, ele disse depois de um momento. "Quando n�s fizermos amor, n�s entenderemos um ao outro."
Ver�o permaneceu sentado quando ele subiu. Ela n�o estava completamente segura ela poderia estar de p�. "Na segunda-feira", ela disse em uma voz mais firme, "n�s
estaremos trabalhando junto. Isso � h� entre n�s deste ponto em."
"Quando voc� lida com tantos contratos quanto eu fa�a, Ver�o, voc� aprende aquele papel � h� pouco isso: papel. N�o vai fazer qualquer diferen�a."
Ele caminhou � porta que pensa que ele precisou de algum ar fresco para clarear a cabe�a dele, uma bebida para resolver os nervos dele. E distancia, muito dist�ncia,
antes de ele esquecesse tudo menos a necessidade furiosa para a ter.
Com a m�o dele na ma�aneta, Blake virou ao redor de para um �ltimo olhar a ela. Havia algo do modo que ela carranqueou a ele, com os olhos dela focalizados e s�rio,
os l�bios dela macio em um meio fa�a beicinho isso o fez sorrir.
"Segunda-feira", ele lhe falou, e teve sido ido.

Cap�tulo 5
Por que em inferno ele n�o pudesse deixar de pensar nela? Blake sentou � escrivaninha dele examinando os detalhes de um contrato de vinte-p�gina em prepara��o para
o que prometeu ser uma reuni�o longa, tensa no boardroom. Ele n�o estava levando em uma �nica palavra. Uncharacteristic. Ele conheceu isto, se ressentiu com isto
e n�o poderia fazer nada sobre isto.
H� dias Ver�o tinha estado passando despercebido na mente dele e tinha aglomerado outro fora tudo. Para um homem para que levou ordem e autocontrole concedido, estava
nervo-atormentando.
Logicamente, n�o havia nenhuma raz�o para a obsess�o dele com ela. Blake chamou isto obsess�o, por falta de um termo melhor, mas n�o o agradou. Ela estava bonita,
ele meditou como os pensamentos dele vagueados mais adiante longe de cl�usulas e condi��es. Ele tinha sabido centenas de mulheres bonitas. Ela era as mulheres inteligentes,
mas inteligentes tinham estado na vida dele antes. Desirable-even agora no escrit�rio limpo, quieto dele ele poderia sentir o primeiro stirrings de necessidade.
Mas ele era nenhum mais estranho desejar.
Ele desfrutou as mulheres, como amigos e como amantes. Prazer, Blake refletiu, era talvez nunca o word-he fundamental procuraram qualquer coisa mais fundo em uma
rela��o com uma mulher. Mas ele n�o tinha certeza era a pr�pria palavra para descrever o que j� estava entre ele e Ver�o. Ela moveu him-too fortemente, tamb�m quickly-to
o ponto onde o controle inato dele era abalado. N�o, ele n�o desfrutou que, mas n�o o parou de querer mais. Por que?
Utilizando o m�todo habitual dele de resolver um problema, Blake apoiou atr�s e apanhando uma caneta, come�ou a listar as possibilidades.
Talvez parte da atra��o consistente era o fato que ele gostou da manobrar melhor que. N�o foi feito facilmente, e levou pensamento e planejamento cuidadoso rapidamente.
At� este ponto, ele tinha a se se opor a a toda volta. Blake era real�stico bastante saber que que n�o duraria, mas ele era o humano bastante querer tentar. H� pouco
onde eles colidiriam logo? ele desejou saber. Em cima de neg�cio... ou em cima de algo mais pessoal? Em qualquer embale ele quis ir de cabe�a para encabe�ar com
ela da mesma maneira que much-well, quase como much-as ele quis fazer amor com ela.
E talvez outra raz�o era que ele soube que a atra��o era da mesma maneira que forte no part-yet dela ela continuou recusando isto. Ele admirou aquela for�a de v�
nela. Ela desconfiou intimidade, ele meditou. Por causa do registro de rasto dos pais dela? Sim, parcialmente, ele decidiu. Mas ele n�o pensou que isso era tudo.
Ele h� pouco teria que cavar um pouco mais fundo adquirir o quadro inteiro.
Ele quis cavar, ele percebeu. Pela primeira vez na vida dele Blake quis conhecer uma mulher completamente. O processo de pensamento dela, as excentricidades dela,
o que fez o riso dela, isso que aborrecido, o para o qual ela realmente quis e na vida dela. Uma vez ele soube havia saber... Ele n�o p�de ver passado isso. Mas
ele quis a conhecer, a entenda. E ele a quis como um amante como ele nunca tinha querido qualquer outra coisa.
Quando a cigarra na escrivaninha dele soada, Blake respondeu isto automaticamente com os pensamentos dele ainda centrando em Ver�o Lyndon.
"Seu pai no modo dele atr�s, Sr. Cocharan."
Blake olhou abaixo ao contrato na escrivaninha dele e mentalmente arquivou isto. Ele ainda precisou de uma hora com isto antes da reuni�o da diretoria. "Obrigado."
At� mesmo como ele libertou o bot�o de interfone, a porta balan�ou aberto. Blake Cocharan, II passeou no quarto e assumiu isto.
Em constru��o e colorindo, ele era semelhante ao filho dele. Exerc�cio e atletismos tinham o mantido apare e duro durante os anos. Havia linhas de cinza no cabelo
escuro que estava coberto pelo chap�u de um capit�o de mar branco. Mas os olhos dele eram jovens e vibrantes. Ele caminhou com a andadura rolante f�cil de um homem
mais acostumado para cobertas que ch�os. Ele usou tela nos p�s de sockless dele, e um rel�gio su��o no pulso dele. Quando ele sorriu, as linhas cauterizaram antes
de tempo e piscando ao sol abanaram fora dos olhos dele e boca. Como ele se levantou o cumprimentar, Blake pegou o cheiro salgado, mar-arejado que ele sempre associou
com o pai dele.
"A.C." as m�os deles/delas apertaram, um mais velho e mais �spero que o outro, ambos firme. "H� pouco transcurso por? "
"Em meu modo para o Taiti, indo fazer alguma navega��o." A.C. sorriu novamente, appealingly, como ele correu um dedo ao longo da borda do bon� dele. "Queira tocar
hookey e tripula��o para mim? "
"N�o possa. Eu sou s�lido reservado durante as pr�ximas duas semanas."
"Voc� trabalha muito duro, menino". Em um h�bito velho, A.C. caminhou em cima de para a barra ao lado ocidental do quarto e verteu u�sque, limpo, para ele.
Blake sorriu ao pai dele atr�s como A.C. lan�ou abaixo tr�s dedos de licor. Ainda era t�mido de meio-dia. "Eu vim isto honestamente."
Com um ria, A.C. verteu uma segunda bebida. Quando tinha sido o escrit�rio dele, ele tinha provido s� o melhor u�sque. Ele estava alegre o filho dele continuado
a tradi��o. "Maybe-but que eu aprendi jogar da mesma maneira que duro."
"Voc� pagou suas d�vidas, A.C."
"Sim." Vinte e cinco anos de dias de dez-hora, ele refletiu. De quartos de hotel, aeroportos e reuni�es da diretoria. "Assim fez o man-so velho o" t�m. Ele retrocedeu
ao filho dele. Como olhar em um espelho que � vinte passado de anos, pensou ele, e sorriu em lugar de suspirou. "Eu lhe falei antes, voc� n�o pode embrulhar sua
vida para cima em hot�is." Ele tomou um gole de appreciatively ao u�sque este tempo, ent�o rodou isto. "Lhe d� �lceras."
"N�o t�o longe." Sentando novamente, steepled de Blake os dedos dele, assistindo o pai dele em cima deles. Ele o conheceu muito bem, teve apprenticed debaixo dele,
o assistiu roda e transa��o. O Taiti poderia ser o destino dele, mas ele n�o tinha parado fora na Filad�lfia sem uma raz�o. "Voc� entrou para a reuni�o da diretoria."
A.C. acernar com a cabe�a antes de ele achasse que alguns salgaram am�ndoas debaixo da barra. "Tenha que p�r de vez em quando" em meu dois centavos valor. Ele estourou
dois louco na boca dele e mordeu abaixo com prazer. Ele sempre agradeceu que os dentes ainda eram o dele e a vista dele era aguda. Se um homem tivesse esses, e um
quarenta-p� escaler, ele precisou pouco outro. "Se n�s compramos que o Hamilton encadeiam, vai significar vinte mais hot�is, mais de dois mil mais empregados. Um
passo grande."
Blake ergueu uma sobrancelha. "Muito grande? "
Com um riso, A.C. derrubou abaixo em uma cadeira em frente � escrivaninha. "Eu n�o disse que, n�o pense that-and que voc� t�o ou" n�o pensa aparentemente.
"N�o, eu n�o fa�o. " Blake ondulou fora o pai dele est� oferecendo de am�ndoas. "Hamilton � uma cadeia excelente, simplesmente administrou mal neste momento. Os
edif�cios eles valem o desembolso." Ele deu para o pai dele um olhar moderado, educado. "Voc� poderia confirmar o Hamilton Taiti enquanto voc� estiver l�."
Sorrindo, A.C. apoiou atr�s. O menino era afiado, ele pensou, contente. Entretanto ele veio que honestamente, tamb�m. "Pensamento cruzou minha mente. A prop�sito,
sua m�e envia o amor" dela.
"Como ela est�? "
"At� o pesco�o dela em uma campanha salvar outro esmigalhando ru�na." O sorriso alargou. "A evita as ruas. Indo me conhecer na ilha semana que vem. Inferno de um
primeiro companheiro, sua m�e". Ele lambiscou em outra am�ndoa, contente pensar de ter algum tempo s� com a esposa dele nos tr�picos. "Assim, Blake, como sua vida
de sexo �? "
Muito usado ao pai dele ser qualquer coisa mas divertiu, Blake inclinou a cabe�a dele. "Adequado, obrigado."
Com um riso curto, A.C. abaixou o resto da bebida dele. "Adequado uma desgra�a para o nome de Cocharan. N�s fazemos tudo em superlativos."
Blake tirou um cigarro. "Eu ouvi hist�rias."
"Todo verdadeiro", o pai dele lhe falou, enquanto gesticulando com o copo vazio. "Um dia eu terei que lhe falar sobre este dan�arino em Bangkok em 39. Enquanto isso,
eu o ouvi planejar fazer algum face-levantamento aqui mesmo."
"O restaurante." Blake acernar com a cabe�a e pensou em Ver�o. "Promete ser... trabalho fascinante."
A.C. pegou o tom e come�ou a suavemente sonda. "Eu n�o posso discordar que o lugar precisa de um pequeno glitzing para cima. Assim voc� contratou em um chefe de
cozinha franc�s vigiar a opera��o."
"Meio franc�s."
"Uma mulher? "
"Isso � certo." Blake apagou fuma�a, atento qual caminho que o pai dele estava tentando para o conduzir abaixo.
A.C. esticado fora as pernas dele. "Sabe o neg�cio dela, faz ela? "
"Eu n�o a teria contratado caso contr�rio."
"Jovem? "
Blake utilizou o cigarro dele e suprimiu um sorriso. "Moderadamente, eu suponho."
"Atraente? "
"Isso depende de seu definition-I n�o chamaria o atraente" dela. Tamb�m domestique uma palavra, Blake pensou, muito, muito muito d�cil. Ex�tico, alluring-those a
vestiram mais. "Eu posso lhe falar que ela � dedicada � profiss�o dela, um perfeccionista ambicioso e que as bombas dela... " os pensamentos dele vaguearam atr�s
a isso intoxicando interl�dio. As bombas dela s�o uma experi�ncia a n�o ser perdida."
As bombas" dela, A.C. repetido.
"Fant�stico." Blake apoiou atr�s na cadeira dele. "Absolutamente fant�stico." Ele manteve o sorriso sob controle como a cigarra dele soada novamente.
"Sra. Lyndon est� aqui, Sr. Cocharan".
O segunda-feira pela manh�, ele pensou. Neg�cio como sempre. "A envie dentro."
"Lyndon." A.C. jogo abaixo o copo dele. "Isso o cozinheiro �, n�o �? "
"Chefe de cozinha", Blake corrigiu. "Eu n�o estou seguro se ela responder ao termo 'o cozinheiro'. "
A batida era breve antes de Ver�o entrasse. Ela levou uma pasta de pap�is de couro esbelta em uma m�o. O cabelo dela foi tran�ado e rolou � nuca do pesco�o dela
de forma que as sugest�es de ouro enfiadas pelo marrom. O terno dela em uma cor de ameixa funda era Chanel, simples e primoroso em cima de um alto-beijou ate blusa
que subiu para moldar a face dela. O profissionalismo r�gido do traje dela feito Blake imediatamente especular em o que ela usou beneath-something faz resumo de,
sedoso e sensual, a mesma cor como a pele dela.
"Blake." Seguindo a pr�pria ego-confer�ncia dela em prioridades, Ver�o ofereceu a m�o dela. Impessoal, eficiente e formal. Ela n�o ia pensar em o que aconteceu quando
a boca dele tocou o sua. "Eu trouxe a lista de mudan�as de equipamento e sugest�es sobre" a que n�s falamos para voc�.
"Multa." Ele viu o dela vire a cabe�a dela como A.C. rosa da cadeira dele. E ele viu o vislumbre iluminar o olhos do pai dele como fez sempre quando ele estava na
companhia de uma mulher bonita. "Ver�o Lyndon, Blake Cocharan, II. A.C., Sra. Lyndon estar� administrando a cozinha aqui na Filad�lfia Cocharan Casa."
"Sr. Cocharan." Ver�o achou a m�o dela envolvida dentro um grande, calloused um. Ele olha, ela percebeu com um sacuda, exatamente como Blake vai em trinta anos.
Distinto, resistiu, com aquele toque perene de polimento. Ent�o A.C. sorriu, e ela entendeu aquele Blake ainda seria perigoso em tr�s d�cadas.
"A.C.", ele corrigiu, enquanto erguendo os dedos dela aos l�bios dele. "Bem-vindo � fam�lia."
Ver�o atirou Blake um olhar r�pido. "Fam�lia? ''
"N�s consideramos qualquer um associado com Cocharan House parte da fam�lia." A.C. gesticulou � cadeira que ele tinha desocupado. "Por favor, se sente. Me deixe
o adquirir uma bebida."
Obrigado. Talvez algum Perrier." Ela assistiu A.C. cruz o quarto antes de ela sentasse e p�s a pasta de pap�is no colo dela. "Eu acredito voc� se familiariza com
minha m�e, Monique Dubois".
Isso o parou. A.C. virou, a garrafa de Perrier ainda na m�o dele, o copo no outro sil�ncio esvazia. "Monique? Voc� a menina de Monique �? Eu serei condenado."
E assim ele poderia ser, A.C. pensamento. Before-was de anos isto quase vinte now?-during um per�odo de motim matrimonial em ambos os lados, ele tinha tido um sum�rio,
enquanto queimando afazeres com a atriz francesa. Eles tinham separado em condi��es amig�veis e ele tinha reconciliado com a esposa dele. Mas as duas semanas com
Monique tinham sido... memor�vel. Agora, ele estava no escrit�rio do filho dele que verte Perrier para a filha dela. Destino, ele pensou wryly, era um sonofabitch
enganador.
Se Ver�o tivesse suspeitado antes que a m�e dela e o pai de Blake tinham sido uma vez os amantes, ela tinha agora certeza disto. Os pensamentos dela em destino diretamente
refletido o dele como ela cruzou as pernas dela. Goste de m�e, como filha? ela desejou saber. Oh, n�o, n�o neste caso. A.C. ainda estava a encarando. Por uma raz�o
n�o entendeu ela completamente, ela decidiu fazer isto f�cil para ele.
"M�e � uma cliente leal de Casas de Cocharan; ela ficar� em nenhuma outra parte. Eu j� mencionei a Blake que n�s jantamos uma vez com seu pai. Ele era muito cort�s."
"Quando o" veste, A.C. devolveu, aliviou. Ela sabe, ele concluiu antes do olhar dele vagueou a Blake. L� ele viu uma carranca de concentra��o que era tudo muito
familiar. E assim vai ele se eu n�o assisto meu passo, A.C. decidiu. �gua quente, ele meditou. Depois de vinte anos eu poderia vem ainda em �gua quente. A esposa
dele era o amor da vida dele, o melhor amigo dele, mas vinte anos n�o era bastante longo para estar protegido de uma transgress�o.
"Assim-" ele terminou de verter o Perrier, ent�o trouxe isto a ela ''-voc� decidiu contra seguir no passos de sua m�e e se tornou um chefe de cozinha ao inv�s."
"Eu sou Blake seguro concordaria aquele partid�rio nos passos de um pai � freq�entemente trai�oeiro."
Instinto contou para Blake que n�o era empresarial que ela falou agora de. Um olhar passou entre o pai dele e Ver�o que ele n�o p�de compreender. "Depende onde o
caminho conduz", Blake se se opor a. "Em meu caso eu preferi olhar para isto como um desafio."
"Blake puxa ao av�" dele, A.C. ponha dentro. "Ele tem aquele tipo cuidadoso de l�gica."
"Sim", Ver�o murmurou. "Eu vi isto em a��o."
"Aparentemente voc� fez a escolha certa", A.C. foi em. "Blake me falou sobre suas bombas."
Lentamente, Ver�o virou a cabe�a dela at� que ela estava enfrentando Blake novamente. Os m�sculos no est�mago dela, nas coxas dela, apertado com a mem�ria. A voz
dela permaneceu tranq�ila e esfria. "Sim? De fato, minha especialidade � o bombe."
Blake conheceu o olhar dela diretamente. "Uma piedade voc� n�o teve um dispon�vel a outra noite."
Havia vibra��es l�, A.C. pensamento que n�o precisou saltar fora um terceiro. "Bem, eu o deixarei dois seguem com seu neg�cio. Eu tenho algumas pessoas para ver
antes da reuni�o da diretoria. Um prazer que o conhece, Ver�o". Ele levou a m�o dela novamente e segurou isto como os olhos dele segurou o seu. "Por favor, d� meu
melhor para sua m�e."
Ela viu os olhos dele estavam como Blake, em cor, em forma, em atra��o. Os l�bios dela encurvaram. "Eu vou."
"Blake, eu o verei esta tarde."
Ele s� murmurou um consentimento, enquanto assistindo Ver�o em lugar de o pai dele. A porta fechou antes de ele falasse. "Por que eu sinto como se havia mensagens
que s�o passadas em frente a mim? "
"Eu n�o tenho nenhuma id�ia", Ver�o disse coolly como ela ergueu a pasta de pap�is. "Eu gostaria que voc� olhasse em cima destes documentos enquanto eu estou aqui,
se voc� tiver tempo." Fechando aberto a pasta de pap�is, ela os arrancou. "Aquele modo, se houver qualquer pergunta ou qualquer discord�ncia, n�s podemos os consumir
agora antes de eu come�asse escada abaixo."
"Certo." Blake apanhou a primeira folha mas a estudou em cima disto. "� suposto que aquele terno me persiste em uma dist�ncia? "
Ela lhe enviou um olhar arrogante. "Eu n�o tenho nenhuma id�ia o sobre" o qual voc� est� falando.
"Sim, voc� faz. E outro tempo eu gostaria de descascar isto fora voc�, estenda em camadas atrav�s de camada. Mas no momento, n�s tocaremos isto seu modo." Sem outra
palavra, ele abaixou o olhar dele ao papel e come�ou a ler.
"Su�nos arrogantes", Ver�o disse distintamente. Quando ele fez nem mesmo preocupa��o para a observar dobrou os bra�os dela em cima do t�rax dela. Ela quis um cigarro
para lhe dar algo que ver com as m�os dela, mas se recusou o luxo. Ela sentaria como uma pedra, e quando o tempo veio, ela discutiria para todo um das mudan�as que
ela tinha listado. E ganha todo um deles. Naquele n�vel ela estava em controle completo.
Ela quis o odiar por perceber ela tinha usado o terno elegante, carreira-orientado para fixar um certo tom. Ao inv�s, ela teve que o respeitar por ser perceptivo
bastante apanhar em detalhes pequenos. Ela quis o odiar por fazer o desejo dela t�o mal com s� um olhar e alguns palavras. N�o era poss�vel quando ela tinha gastado
o resto do fim de semana que deseja alternadamente que ela nunca tinha o conhecido e desejando ele voltaria e a traria que excita��o novamente. Ele era um problema;
n�o havia nenhum negando isto. Ela entendeu que voc� resolveu que problemas um pisam de cada vez. Pise um, o kitchen-accent dela no pronome pessoal.
"Dois fornos de g�s novos", ele murmurou como ele esquadrinhou a folha. "Um forno el�trico e duas mais gamas de cada am�vel." Sem abaixar isto, ele olhou a ela em
cima do topo da p�gina.
"Eu acredito eu expliquei a voc� antes da necessidade por g�s e fornos el�tricos. Primeiro, os seus est�o antiquados. Segundo, em um restaurante deste tamanho a
necessidade para dois fornos de g�s � imperativa."
"Voc� especifica marcas."
"Claro que, eu sei o que eu gosto de trabalhar com."
Ele s� ergueu uma sobrancelha, enquanto pensando que obten��o ia murmurar. "Todas as panelas novas e panelas? "
"Definitivamente."
"Talvez n�s dever�amos ter uma jarda venda", Blake resmungou como ele voltou para a folha. Ele n�o teve a id�ia de vaguest o que um sautoir era ou por que ela requereu
tr�s deles. "E este misturador industrial particular? "
"Essencial. O que voc� tem � adequado. Eu n�o concordo adequado."
Ele sufocou um riso como ele recordou a vis�o do pai dele em adequado em rela��o a vidas de amor. "Voc� listou tanto disto em franc�s me confundir? ''
"Eu listei em franc�s", Ver�o se se opor a, "porque o franc�s est� correto."
Ele fez um som indefin�vel como ele ignorou a pr�xima folha. "Em todo caso, eu tenho nenhuma inten��o de discutir em cima de equipamento em franc�s ou ingl�s."
"Bom. Porque eu tenho nenhuma inten��o de trabalhar com qualquer menos que o melhor." Ela sorriu a ele e resolveu atr�s. Primeiro ponto levado.
Blake sacudiu em cima da segunda folha e foi em para o ter�o. "Voc� pretende arrancar os contadores existentes, tenha as gamas novas embutidas, some uma ilha e uns
seis p�s adicionais de "espa�o de contador.
Mais eficiente", Ver�o disse facilmente.
"E demorado. "
"Em uma pressa? Voc� me, Blake, n�o o Chefe de cozinha Minucioso", contratou. O sorriso r�pido dele fez os olhos dela estreitar. "Minha fun��o � organizar sua cozinha
que significa fabrica��o isto t�o eficiente e criativo quanto sei eu como. Uma vez as nozes e parafusos disso s�o terminados, eu vou carne de boi para cima seu card�pio."
"E isto-" ele sacudiu pelas cinco folhas digitadas "-� todo necess�rio para isso? "
"Eu n�o aborre�o com nada que n�o � necess�rio quando vier a neg�cio. Se voc� n�o concorda", ela disse como subiu ela, "n�s podemos terminar o acordo. Contrate LaPointe",
ela sugeriu, enquanto incendiando para cima. "Voc� ter� um ostentoso, sobrevalorizou, cozinha de segunda categoria que produz igualmente ostentoso, sobrevalorizou
e refei��es de segunda categoria."
"Eu tenho que conhecer este LaPointe", Blake murmurou como estava de p� ele. "Voc� adquirir� o que voc� quer, Ver�o". Como um sorriso satisfeito formou nos l�bios
dela, ele estreitou os olhos dele. "E voc� condena bem melhor entregue o que voc� prometeu."
O fogo saltou atr�s, enquanto acentuando o ouro nas �ris dela. E como ele viu isto, ele quis.
"Eu lhe dei minha palavra. Seu restaurante de classe-m�dia com sua costela principal med�ocre e massas encharcadas estar�o servindo o melhor em culin�ria de haute
dentro de seis meses."
"Ou? "
Assim ele quis colateral, Ver�o pensou, e levantou uma respira��o. "Ou meus servi�os para o termo do contrato s�o gratis. Isso o satisfaz? "
"Completamente." Blake ofereceu uma m�o. "Como disse eu, voc� ter� o qual voc� pediu, at� o �ltimo "misturador de ovo, precisamente.
"Um prazer que negocia com voc�." Ver�o tentado afastar a m�o dela e achar isto pegou empresa. "Talvez voc� n�o faz, ela come�ou, "mas eu tenho trabalho para fazer.
Voc� vai com licen�a? "
"Eu quero o" ver.
Ela deixou o dela d� permane�a passivamente dentro o dele em lugar de risco uma luta que ela poderia perder. "Voc� me" viu.
"Hoje � noite."
"Arrependido." Ela sorriu novamente, entretanto os dentes dela estavam come�ando a apertar. "Eu tenho uma data."
Ela sentia o aumento r�pido em press�o dos dedos dele em cima de seu e era perversely agradado. "Certo, quando? "
"Eu estarei diariamente na cozinha, e algumas noites, vigiar o remodelando. Voc� precisa de s� passeio o elevador abaixo."
Ele a puxou mais �ntimo, e entretanto a escrivaninha permaneceu entre eles, feltro de Ver�o que o ch�o em baixo de era um pouco menos firme. "Eu quero o ver s�",
ele disse quietamente. Erguendo a m�o dela aos l�bios dele, ele beijou os dedos dela, um por um, lentamente. "Longe daqui, fora de horas empresariais".
Se Blake Cocharan, II tinha sido qualquer coisa como Blake Cocharan, III na mocidade dele, Ver�o poderia entender como a m�e dela tinha se tornado t�o depressa,
assim heatedly envolveram. O anseio estava l�, e o temptation-but ela n�o era Monique. Neste caso, estava ela determinada hist�ria n�o se repetiria. "Eu expliquei
a voc� por que isso n�o � poss�vel. Eu n�o gosto de cobrir o mesmo ch�o duas vezes."
"Seu pulso est� correndo", Blake mostrou como ele correu um dedo pelo pulso dela.
"Geralmente faz quando eu sou aborrecido."
"Ou despertou."
Inclinando a cabe�a dela, ela lhe enviou um olhar mortal. "Voc� se divertiria deste modo com LaPointe dentro? "
Temperamento mexeu e ele suprimiu isto, enquanto sabendo que ela queria que ele estivesse bravo. "No momento, n�o me preocupo eu se voc� � chefe de cozinha ou encanador
ou um cirurgi�o de c�rebro. No momento", repetiu ele, "eu s� me preocupo que voc� � uma mulher, e um que eu desejo muito."
Ela quis engolir porque a garganta dela tinha ido seca mas tinha lutado fora a necessidade. "No momento eu sou um chefe de cozinha com um trabalho espec�fico fazer.
Eu lhe perguntarei novamente para com licen�a assim eu posso come�ar a fazer isto."
Este tempo, pensou Blake como ele libertou a m�o dela.
Mas, por Deus, este tempo foi a �ltima vez. "Cedo ou tarde, Ver�o."
"Talvez", ela concordou como ela apanhou a pasta de pap�is de couro dela. "Talvez n�o." Em um gesto r�pido, fechou ela fechou. "Desfrute seu dia, Blake". Como se
as pernas dela n�o fossem fracas e aguadas, ela passeou � porta e fora.
Ver�o continuou calmamente caminhando pelo escrit�rio exterior, em cima do tapete de pel�cia, al�m dos secret�rios ocupados e pela �rea de recep��o. Uma vez no elevador,
ela apoiou atr�s contra a parede e deixou sair o f�lego longo, tenso que ela tinha estado prendendo. Nervos saltando, ela come�ou o passeio abaixo.
Isso terminou, ela se falou. Ela tinha estado em frente dele no escrit�rio dele e tinha ganho todo ponto.
Cedo ou tarde, Ver�o.
Ela deixou sair outra respira��o. Quase todo ponto, ela corrigiu. A coisa importante era agora concentrar na cozinha dela, e manter ocupado. N�o ia ajudar assuntos
se ela se permitisse pensar nele como ela teve durante o fim de semana.
Como os nervos dela come�aram a acalmar, Ver�o endireitou longe da parede. Ela tinha se controlado bem, ela tinha se feito claro e ela tinha caminhado fora nele.
Ao todo, uma manh� pr�spera. Ela apertou uma m�o contra o est�mago dela onde alguns m�sculos ainda estavam saltando. Condene, coisas seriam mais simples se ela n�o
o quisesse t�o mal.
Quando as portas deslizaram aberto que ela saiu, ent�o fira o modo dela ao redor para a cozinha. No alvoro�o de prelunch, ela entrou desadvertida. Ela aprovou o
barulho. Uma cozinha quieta para Ver�o significado n�o havia nenhuma comunica��o. Sem isso, n�o havia nenhuma coopera��o.
Para um momento, ela se levantou h� pouco interior a entrada assistir.
Ela aprovou os cheiros. Era uma mistura de aromas de hora do almo�o em cima dos odores ainda-prolongados do caf� da manh�. Toucinho, ling�i�a e caf�. Ela pegou o
cheiro de assar galinha, de carne grelhada, de bolos fresco do forno. Estreitando os olhos dela, ela pressentiu o quarto como estaria pouco tempo dentro. Feito �
ordem dela. Melhor, Ver�o decidiu com um aceno.
"Sra. Lyndon."
Distra�do, ela carranqueou em um homem grande em avental branco e bon�. "Sim? "
"Eu sou o Max." O t�rax dele se expandiu, a voz dele endureceu. Chefe de cozinha de cabe�a."
Ego em perigo, ela pensou como ela estendeu uma m�o. "Como voc� faz, Max. Eu senti falta de voc� quando eu estava em semana" passada.
"Sr. Cocharan ensinou que eu lhe d� coopera��o completa durante "per�odo de this-transition.
Maravilhoso, ela pensou com um gemido dentro. Ressentimento em uma cozinha era como dif�cil de negociar com como um sufl� esvaziado. Deixado a ela, ela poderia ter
podido manter sentimentos feridos a um m�nimo, mas o dano j� tinha sido terminado. Ela fez uma nota mental para dar para Blake a opini�o dela do tato dele e diplomacia.
"Bem, Max, eu gostaria de revisar as mudan�as estruturais propostas com voc�, desde que voc� sabe melhor que qualquer um outro" a rotina aqui.
Mudan�as estruturais"? " ele repetiu. A face cheia, redonda dele corou. O bigode em cima da boca dele tremeu. Ela pegou o vislumbre de um �nico dente de ouro. "Em
minha cozinha? "
Minha cozinha, Ver�o corrigiu mentalmente, mas sorriu. "Eu estou seguro voc� ser� agradado com o improvements-and o equipamento novo. Voc� deve ter achado isto frustrando
tentando criar algo especial com eletrodom�sticos antiquados."
"Este forno", ele disse e gesticulou dramaticamente para isto, "este range-both estiveram aqui desde que eu comecei a Cocharan. N�s n�o somos nenhum de n�s antiquado."
Tanto para coopera��o, Ver�o pensou wryly. Se estivesse muito tarde para uma transi��o amig�vel de autoridade, ela teria que ir com o golpe s�bito. "N�s estaremos
recebendo tr�s fornos novos", ela come�ou vivamente. "Dois g�s, um el�trico. O el�trico ser� usado exclusivamente para sobremesas e massas. Este contador", ela continuou,
enquanto caminhando para isto sem olhar ver atr�s que se o Max estava seguindo, ser� "removido e as gamas que eu especifiquei constru�do em um bloco de counter-butcher
novo. O grelhe restos. Haver� uma ilha aqui prover �rea de funcionamento mais e fazer uso do que � desperdi�ado agora essencialmente espa�o."
N�o h� nenhum espa�o perdido em minha cozinha."
Ver�o virou e apontou o olhar fixo mais arrogante dela. "Isso n�o � uma quest�o para debate. Criatividade ser� a primeira prioridade desta cozinha, efici�ncia o
segundo. Ser� esperado que n�s produzamos refei��es de qualidade durante o remodeling-difficult mas n�o imposs�vel se todo o mundo faz os ajustes necess�rios. Enquanto
isso, voc� e eu revisaremos o card�pio atual com um olho para acrescentar excita��o e talento ao que � agora pedestre."
Ela o ouviu chupar na respira��o dele mas continuou antes de ele pudesse se enfurecer. "Sr. Cocharan me contraiu virar este restaurante no estabelecimento melhor
na cidade. Eu pretendo fazer h� pouco isso completamente. Agora eu gostaria de observar o pessoal em "prepara��es de almo�o. Abrindo a pasta de pap�is de couro dela,
Ver�o tirou de um bloco de nota e caneta. Sem outra palavra ela come�ou a caminhar pela cozinha ocupada.
O pessoal, ela decidiu depois de alguns momentos, foi treinado bem e mais ordenadamente que muitos. Credite o Max. Limpeza foi obviamente uma primeira prioridade.
Outro ponto para Max. Ela assistiu um cozinheiro habilmente osso uma galinha. N�o ruim, Ver�o decidiu. O grelhe estava chiando, panelas cozinhando em vapor. Erguendo
uma tampa, ela ladeled fora uma por��o pequena do jour de du de sopa. Ela provou isto, enquanto segurando o gosto na l�ngua dela um momento.
"Manjeric�o", ela simplesmente disse, ent�o caminhou fora. Outro cozinheiro tirou tortas de ma�� de um forno. O cheiro era forte e saud�vel. Bom, ela meditou, mas
qualquer av� experiente poderia fazer o mesmo. O que foi precisado era algum pizzazz. Pessoas viriam para este restaurante para o ao qual eles n�o chegariam casa.
Charlottes, Clafouti, flambees.
As mudan�as estruturais vieram do lado pr�tico dela, mas o card�pio de menu-the originou de da criatividade dela que sempre era suprema.
Como inspecionou ela que a cozinha, o pessoal, atraiu os cheiros, absorvido os sons, Ver�o sentia o primeiro real stirrings de excita��o. Ela faria isto, e ela faria
isto para a pr�pria satisfa��o dela da mesma maneira que muito como em resposta para o desafio de Blake. Quando ela era acabado, esta cozinha ag�entaria a marca
dela. Seria completamente diferente de sair a jato de um lugar para o pr�ximo a crie um �nico prato memor�vel. Isto teria continuidade, estabilidade. Um ano de agora,
cinco anos de agora, esta cozinha ainda reteria o toque dela, a influ�ncia dela.
O pensamento a agradou mais que ela tinha esperado. Ela nunca tinha procurado continuidade, s� o flash de um triunfo individual. E ela n�o estaria atr�s das cenas
aqui? Ela poderia estar na cozinha em Mil�o ou Atenas, mas os convidados no quarto jantando souberam que estava preparando o Charlotte Royal. Clientes n�o entrariam
no restaurante que se antecipa um Ver�o sobremesa de Lyndon, mas uma Cocharan Hotel refei��o.
At� mesmo como ela ponderou o pensamento em cima de na mente dela, ela achou n�o importou. Por que, ela ainda era insegura. Para agora, ela s� soube a excita��o
apraz�vel de planejar. Pense depois nisto, ela se aconselhou como ela fez uma nota final. Havia meses para preocupar sobre conseq��ncias, raz�es, armadilhas. Ela
quis come�ar, adquira cotovelo profundamente em um projeto ela agora, por qualquer raz�o, considerou peculiarmente o pr�prio dela.
Deslizando a pasta de pap�is dela debaixo do bra�o dela, ela caminhou fora. Ela n�o p�de esperar come�ar funcionamento em card�pios.

Cap�tulo 6
Beluga Malasol Caviar-that russo deveria estar dispon�vel do almo�o para tarde-noite jantar. Toda a noite por servi�o de quarto.
Ver�o fez outro rabiscou nota. Durante as �ltimas duas semanas, ela tinha mudado o uma d�zia de de card�pio projetado tempos. Depois de uma sess�o abortiva com Max,
tinha optado ela ir voar sozinho na tarefa. Ela soube o ambiente que ela quis criar, e como fazer assim por comida.
Se salvar tempo, ela montaria um escrit�rio pequeno em um quarto de armazenamento fora a cozinha. L�, ela poderia vigiar o pessoal e os come�os do remodelar enquanto
tendo bastante privacidade para trabalhar em o que era agora ela acariciarem projeto.
Evitando Blake tinham sido f�ceis porque ela tinha se mantido t�o completamente ocupado. E se apareceu ele era da mesma maneira que envolvido em alguma transa��o
incorporada complicada.
Resgatando outra cadeia de hotel, se rumor fosse fato. Ver�o teve pouco interesse nisso, porque a concentra��o dela focalizou em artigos como medalh�es de carne
de vitela em molho de champanha.
Contanto que o remodelar fosse em, o pessoal permaneceu em um estado constante de p�nico ou pr�ximo p�nico. Ela viria aceitar isso. A maioria das cozinhas no que
ela tinha trabalhado estava cheio da tens�o e terror que s� um cozinheiro entenderia. Talvez era aquela tens�o criativa, e o terror de fracasso que ajudou forma
as melhores refei��es.
A maior parte, ela deixou a supervis�o de pessoal a Max. Ela interferiu com a rotina que ele tinha estabelecido o menos poss�vel, enquanto incorporando as mudan�as
que ela tinha iniciado unobtrusively. Ela tinha aprendido as qualidades de diplomacia e tinha dado poder a do pai dela. Se aplacasse o Max nada, n�o era aparente
na atitude dele para Ver�o. Isso permaneceu friamente cort�s. Ver�o encolheu os ombros isto fora e concentrado em aperfei�oar as entradas a cozinha dela ofereceria.
O F�gado de bezerro Berlinoise. Uma entrada excelente, n�o como popular certamente como um fil� grelhado ou costela de in�cio, mas excelente. Contanto que ela n�o
tivesse que comer isto, Ver�o pensou com um sorriso como ela anotou isto.
Uma vez ela tinha organizado a carne e av�cula, ela se concentraria a mente dela no frutos do mar. E naturalmente l� teve que ser um buf� frio vinte e quatro horas
dispon�veis por dia por servi�o de quarto. Isso era qualquer outra coisa para trabalhar fora. Sopas, aperitivos, salads-all desses tiveram que ser considerados,
decidiu em e confirmado antes de ela come�asse nas sobremesas. E no momento, ela teria comerciado quaisquer dos oferecimentos elegantes anotado em frente a ela para
um hamb�rguer com queijo em um p�o de semente de gergelim e um saco de batatas fritas.
"Assim isto � onde voc� tem escondido." Blake apoiou contra a entrada. Ele tinha completado h� pouco uma quatro-hora de grueling que se encontra e tinha pretendido
subir para o apartamento dele para uma chuva longa e uma refei��o quieta, solit�ria completamente. Ao inv�s, ele se fundaria rumo � cozinha, e Ver�o.
Ela olhou como ela teve na primeira vez que ele tinha visto cabelo de her-her abaixo, os p�s dela descobrem. Na mesa em frente a ela resmas eram de rabiscar-em papel
e um copo meio-vazio de refrigerante dilu�do. Atr�s dela, foram empilhadas caixas, sacos empilharam. O quarto cheirou fracamente de limpador p�neo e papel�o. Do
pr�prio modo dela, ela parecia competente e completamente em custo.
N�o escondendo", ela corrigiu. "Trabalhando." Cansado, ela pensou. Ele parecia cansado. Mostrou ao redor dos olhos. "Estado ocupado? N�s n�o o vimos abaixo aqui
para o par passado de semanas."
"Se atarefe bastante." Pisando dentro, ele come�ou a cutucar pelas notas dela.
"Wheeling e negociando do que eu ou�o." Ela apoiou atr�s, enquanto percebendo tudo de uma vez que os atr�s doeram dela. "Assumindo a "cadeia de Hamilton.
Ele olhou para cima, ent�o encolheu os ombros e olhou atr�s novamente para as notas dela. "� uma possibilidade."
"Discreto." Ela sorriu, enquanto desejando que ela n�o esteja alegre de isso mesmo o ver novamente. "Bem, enquanto voc� tiver jogado Monop�lio, eu tenho lidado com
assuntos mais �ntimos." Quando ele olhou novamente a ela, com a sobrancelha dele elevada exatamente como ela tinha esperado isto para ser, ela riu. "Comida, Blake,
� o mais b�sico e pessoal de desejos, n�o importa o para o qual qualquer um poderia dizer o contr�rio. Para muitos, comer � um ritual sofreu tr�s vezes por dia.
� o trabalho de um chefe de cozinha para fazer cada experi�ncia memor�vel."
"Para voc�, comendo um jaunt por adolesc�ncia."
"Como disse" eu, Ver�o continuou suavemente, "comida � muito pessoal."
"Concordado." Depois de outro relance ao redor o quarto, ele olhou atr�s para ela. "Ver�o, n�o � necess�rio voc� trabalhar em um quarto de armazenamento. � uma quest�o
simples para o montar em um apartamento."
Ela empurrou pelos documentos, enquanto procurando a lista dela em av�cula. "Isto � conveniente para a cozinha."
H� nem mesmo uma janela. O lugar � acumulado com caixas."
"Nenhuma distra��o." Ela encolheu os ombros. "Se eu tivesse querido um apartamento, eu teria pedido um. Para o momento, isto me" veste. E � v�rios cem p�s longe
de voc�, ela somou silenciosamente. "Considerando que voc� est� aqui, voc� poderia querer ver o que eu tenho feito."
Ele ergueu uma folha de papel que listou aperitivos. St. de Coquilles" Jacques, Escargots Bourguignonne, de de Pat� Campagne. � muito pessoal uma pergunta perguntar
se voc� j� comer o que voc� recomenda? ''
"De vez em quando, se eu confio no chefe de cozinha. Voc� ver�, se voc� passa mais completamente por minhas notas que eu quero oferecer um card�pio mais sofisticado,
porque o paladar americano est� ficando mais sofisticado."
Blake sorriu ao termo americano, e o modo que ela disse isto, antes de ele sentasse em frente a ela. "�? "
"� sido um processo lento", ela disse secamente. "Hoje, voc� pode achar um processador de comida bom em quase toda cozinha. Com um, e um livro de receitas competente,
at� mesmo voc� poderia fazer uma musse aceit�vel."
"Pasmando."
"Ent�o", ela continuou, enquanto o ignorando, atrair as pessoas em um restaurante onde eles pagar�o, e paga bem para ser alimentado, voc� tem que os oferecer o soberbo.
Alguns blocos rua abaixo, eles podem adquirir um saud�vel, enchendo refei��o para uma fra��o do que eles pagar�o na "Casa de Cocharan. Ver�o dobrou as m�os dela
e descansou o queixo dela neles. "Assim voc� tem que lhes dar um ambiente muito especial, servi�o incompar�vel e comida primorosa." Ela apanhou o refrigerante dela
e tomou um gole. "Pessoalmente, eu preferiria apanhar uma pizza de levar-exterior e comeria isto em casa, mas... " Ela encolheu os ombros.
Blake esquadrinhou a pr�xima folha. "Porque voc� gosta de pizza, ou voc� gosta de ser s�? "
"Ambos. Agora-"
"Voc� fica fora de restaurantes porque voc� passa tempo tanto em uma cozinha atr�s deles ou porque voc� simplesmente n�o gosta de estar em um grupo? "
Ela abriu a boca dela para responder e achar ela n�o soube. Inc�modo, ela brincou com o refrigerante dela. "Voc� est� se pondo mais pessoal, e fora o ponto."
"Eu n�o penso assim. Voc� est� me falando n�s temos que atrair a pessoas que est�o ficando sofisticado bastante fazer pratos que eram uma vez quase exclusivamente
professionally preparado, como tamb�m atraia clientela que poderia preferir uma refei��o r�pida, menos cara ao redor do canto. Voc�, devido a sua profiss�o e seu
gosto, entra em ambas as categorias. O que teria um restaurante para n�o s� oferecer a trazer o, mas o fazer querer voltar? "
Uma pergunta l�gica. Ver�o carranqueou a isto. Ela odiou perguntas l�gicas porque eles o deixaram nenhum escolhido mas responder. "Privacidade", ela respondeu a
comprimento. "N�o � uma coisa f�cil para realizar em um restaurante, e claro que, n�o todo o mundo procura isto. Muitos saem para comer para ver e sejam vistos.
Alguns, como eu, preferem a ilus�o de solid�o pelo menos. Para realizar ambos, voc� tem que ter um certo n�mero de mesas situado de tal um modo que eles parecem
afastados do resto."
"Facilmente bastante terminado com a ilumina��o certa, um arranjo inteligente de folhagem."
"As palavras chaves s�o certas e inteligentes."
"E privacidade � sua condi��o pr�via escolhendo um restaurante."
"Eu geralmente n�o como neles", Ver�o disse com um movimento inquieto dos ombros dela. "Mas se eu fizer, privacidade enfileira igualmente com atmosfera, comida e
servi�o."
"Por que? "
Ela come�ou a empurrar os documentos junto na escrivaninha dela e os empilhar. "Isso definitivamente � uma pergunta pessoal."
"Sim." Ele cobriu as m�os dela com um seu os acalmar. "Por que? "
Ela o encarou um momento, certo ela n�o responderia. Ent�o ela se achou puxado pelo olhar quieto e o toque suave. "Eu suponho origina de atr�s a comer em tantos
restaurantes como uma crian�a. E eu suponho um das raz�es eu fui interessado primeiro cozinhar era como uma defesa contra o ritual intermin�vel de comer fora. Minha
was-is-of de m�e o tipo que sai para ver e seja visto. Meu pai considerando freq�entemente comendo fora um neg�cio. Tanto das vidas de meus pais, e ent�o mina, era
p�blico. Eu prefiro meu pr�prio modo" simplesmente.
Agora que ele estava a tocando, ele quis mais.
Agora que ele estava aprendendo dela, ele quis tudo. Ele deveria ter sabido melhor que acreditar isto seriam caso contr�rio. Ele tinha quase se convencido que ele
teve os sentimentos dele sob controle para ela. Mas agora, sentando no quarto de armazenamento espasm�dico com cozinha h� pouco soa externo a porta, ele j� a quis
como much-more-than.
"Eu n�o o consideraria um pessoa introvertido, ou monge."
"N�o." Ela fez nem mesmo nota que ela tinha atado os dedos dela com seu. Havia algo t�o confort�vel, assim corrija sobre o gesto. "Eu simplesmente gosto de manter
minha vida privada s� isso. Meu e privado."
"Ainda, em seu campo, voc� � uma real celebridade." Ele trocou e debaixo da mesa a perna dele esbarrou dela. Ele sentia o brilho de calor por ele e a necessidade
dobra.
Sem pensar, ela moveu a perna dela de forma que isto escovou o dele novamente. Os m�sculos nas coxas dela soltas. "Talvez. Ou voc� poderia dizer que minhas sobremesas
s�o as celebridades."
Blake ergueu as m�os unidas deles/delas e os estudou. O seu era isqueiro de sombras que seu, polegadas menor e mais estreito. Ela usou uma safira, oval, profundamente
azule em uma coloca��o antiga ornato que fez os dedos dela pare�a tanto mais elegante. "� que o que voc� quer? "
Ela umedeceu os l�bios dela, porque quando os olhos dele voltaram a seu que eles eram intensos e como darkly azulam como a pedra na m�o dela. "Eu quero ter �xito.
Eu quero ser considerado o muito melhor ao que eu fa�o."
"Nada mais? "
"N�o, nada." Por que ela era ofegante? ela se perguntou frantically. Meninas jovens adquiriram romantics de breathless-or. Ela era nenhum.
"Quando voc� tem que? " Blake subiu, enquanto a atraindo aos p�s dela sem esfor�o. "Que mais? "
Porque eles estavam parados, ela teve que pescar a cabe�a dela para manter os olhos dela nivele com seu. "� bastante." Como ela disse isto, Ver�o a teve d�vidas
da verdade daquela declara��o primeiro. "O que sobre voc�? " ela se se opor a. "Voc� n�o est� procurando nenhum sucesso de success-more? Os hot�is melhores, os restaurantes
melhores".
"Eu sou um homem de neg�cios." Lentamente, ele caminhou ao redor da mesa at� que nada os separou. As m�os deles/delas ainda foram unidas. "Eu tenho um padr�o para
manter ou melhorar. Eu tamb�m sou um homem." Ele alcan�ou para o cabelo dela, ent�o deixe fluir pelos dedos dele. "E h� coisas diferente de livros de conta em" os
que eu penso.
Eles eram agora �ntimos. O corpo dela escovou o dele e fez a pele dela zumbir. Ela esqueceu de todas as regras ela partiria para ambos eles e alcan�aria at� toque
a bochecha dele. Em "que mais pensa voc�? "
"Voc�." A m�o dele estava � cintura dela, enquanto deslizando suavemente ent�o para cima a parte de tr�s dela como ele a puxou mais �ntimo. "Eu penso muito em voc�,
e isto."
Touched-softly de l�bios. Olhos permaneceram abertos e atentos. Pulsos pulsaram. Desejo arrastou.
Parted-slowly de l�bios. Um olhar disse tudo havia dizer. Pulsos martelaram. Desejo rasgou livre.
Ela estava nos bra�os dele, adesivo, ganancioso, ardente. Todas as horas das �ltimas duas semanas, todo o trabalho, o planejamento, as regras, derretidas fora debaixo
de uma chama de paix�o. Se ela sentisse impaci�ncia nele, s� a emparelhou pr�prio. O beijo era duro, longo, desesperado. Corpo puxou contra corpo em tormento primoroso.
Mais apertado. Se ela disse em voz alta ou somente para a palavra pensamento isto, ele parecia entender. Os bra�os dele encurvaram ao redor dela, enquanto a esmagando
a ele como ela quis ser. Ela sentia as linhas e avi�es do corpo dele moldam at� mesmo a seu como a boca dele moldada a seu, e de alguma maneira ela parecia mais
macio que ela alguma vez tinha se imaginado ser.
Feminino, abafador, delicado, apaixonado. Era poss�vel ser tudo de uma vez? A necessidade cresceu e him-for de expanded-for um gosto e toca ela fundaria em nenhuma
outra parte. O som que ela fez contra os l�bios dele veio como muito de confus�o como de prazer.
Deus bom, como uma mulher pudesse o levar t�o longe com s� um beijo? Ele j� era mais que meio-furioso para ela. Controle estava perdendo seu significado em uma necessidade
que era muito mais imperativa. A pele dela deslizaria como seda debaixo do hands-he dele conheceu isto. Ele teve que sentir isto.
Ele deslizou uma m�o debaixo do su�ter dela e a achou. Em baixo da palma dele, bateu a batida do cora��o dela. N�o bastante. O pensamento correu pela mente dele
que nunca seria bastante. Mas perguntas, argumente, era depois para. Enterrando a face dele contra a garganta dela ele provou a pele dela. O cheiro do que ele se
lembrou demorado l�, enquanto o atraindo mais adiante, o atraindo mais �ntimo � extremidade onde n�o poderia estar nenhum torneamento de volta. A fadiga que ele
tinha sentido quando ele tinha entrado que o quarto desapareceu. A tens�o ele sentia sempre que ela estava pr�xima evaporado. Naquele momento, ele a considerou o
seu completamente sem perceber ele tinha querido posse exclusiva.
Os cabelos dela escovaram em cima da face dele, nuvem macio, fragrante. O fez pensar em Paris, corrija antes do calor de ver�o assumiu de primavera. Mas a pele dela
estava quente e vibrando, enquanto o fazendo pressentir noites �midas muito tempo quando lovemaking estariam lentos, eternamente lentos. Ele a, no pequeno quarto
espasm�dico onde o ch�o foi coberto de lixo com caixas, quis l�.
Ela n�o p�de pensar. Ver�o poderia sentir os ossos dela dissolvem e a mente dela vazio. Sensa��o depois que sensa��o vertesse em cima dela. Ela poderia ter se afogado
neles. Ainda ela quis more-she poderiam sentir o corpo dela almejando mais, enquanto querendo tudo. Fa�a temporal, calor. H� pouco uma vez... o desejo vazou nela
com sussurrar promessas e prazer escuro. Ela poderia se deixar ser dele, o leve como seu. H� pouco uma vez. E ent�o...
Com um gemido, ela rasgou a boca dela do dele e enterrou a face dela contra o ombro dele. Uma vez com Blake a assombraria para o resto da vida dela.
"Venha escada acima", Blake murmurou. Inclinando a cabe�a dela atr�s, ele correu beijos em cima da face dela. "Me proponha onde eu posso fazer amor corretamente
com voc�. Eu o quero em minha cama, Ver�o. Macio, nu, meu."
"Blake... " Ela se virou a face dela e tentou firmar a respira��o dela. O que tinha acontecido a her-when-how? "Este � um mistake-for ambos n�s."
"N�o." A levando pelos ombros, ele a manteve estando em frente dele. "Este � right-for ambos n�s."
"Eu n�o posso ser envolvido-"
"Voc� j� �."
Ela deixou sair uma respira��o funda. "Nenhum adicional que isto. J� � mais que eu pretendi."
Quando ela come�ou atr�s fora para, ele a segurou firmemente em frente a ele. "Eu preciso de uma raz�o, Ver�o, uma maldi��o bom."
"Voc� me" confunde. Ver�o disse bruscamente isto antes de ela percebeu isto, ent�o xingou a admiss�o. "Condene, eu n�o gosto ser confundido."
"E eu para voc�." A voz dele era t�o impaciente quanto seu, o corpo dele como tenso. "Eu n�o gosto de doer."
"N�s temos um problema", ela administrou, enquanto arrastando uma m�o pelo cabelo dela.
"Eu o" quero. Algo do modo ele disse que fez o dela d� pause em pleno ar e o olhar dela ergue a seu. N�o havia nada casual nessas tr�s palavras. "Eu o quero mais
que eu alguma vez quis qualquer um. Eu n�o estou confort�vel com isso."
"Um problema grande", ela sussurrou e sentou unsteadily na extremidade da mesa.
H� um modo para resolver isto."
Ela administrou um sorriso. "Dois modos", ela corrigiu. "E eu penso que o meu � o mais seguro."
Mais "seguro." Alcan�ando abaixo, ele correu uma ponta do dedo em cima da curva da bochecha dela. "Voc� quer seguran�a, Ver�o? "
"Sim." Foi dito facilmente porque ela tinha descoberto que era verdade. Seguran�a era algo que ela nunca tinha pensado aproximadamente at� Blake, porque ela nunca
tinha sentido ent�o em extin��o at�. "Eu me fiz muitas promessas, Blake, jogo muitas metas. Instinto me fala voc� poderia interferir. Eu sempre vou com meus instintos."
"Eu tenho nenhuma inten��o de interferir com suas metas."
"N�o obstante, eu tenho alguns regras muito r�gidas. Um deles nunca � ficar �ntimo com um s�cio empresarial ou um cliente. Em um ponto de vista, voc� entra em ambas
as categorias."
"Como voc� pretende impedir isto de acontecer? Intimidades entram em muitos graus, Ver�o. Voc� e eu j� alcan�amos alguns deles."
Como ela poderia negar isto? Ela quis correr disto. "N�s conseguimos manter fora de um ao outro modo durante duas semanas", ela mostrou. "Simplesmente � uma quest�o
de continuar fazendo assim. Ambos n�s est�o muito ocupados no momento, assim n�o deveria ser muito dif�cil."
"Eventualmente um de n�s vai quebrar as regras."
E poderia ser eu da mesma maneira que facilmente como pudesse ser ele, ela pensou. "Eu n�o posso pensar eventualmente aproximadamente, s� sobre agora. Eu ficarei
escada abaixo e farei meu trabalho. Voc� fica do andar superior e faz o seu."
"Goste de inferno", Blake murmurou e deu um passo adiante. Ver�o era mediano aos p�s dela quando uma batida soou na porta dela.
"Sr. Cocharan, h� um telefonema para voc�. Seu secret�rio diz que � urgente."
Blake controlou a f�ria dele. "Eu estarei l�." Ele deu para Ver�o um olhar longo, duro. "N�s n�o somos acabado."
Ela esperou at� que ele tinha alcan�ado a porta. "Eu posso me transformar este lugar em um pal�cio ou uma colher gordurosa", ela disse quietamente. "� sua escolha."
Se virando, ele a mediu. "Chantageie? "
"Seguro", ela corrigiu e sorriu. "Toque meu modo para isto, Blake e todo o mundo est� contente."
"Seu ponto, Ver�o", que ele reconheceu com um aceno. "Este tempo."
Quando a porta fechou atr�s dele, ela sentou novamente. Ela pode o ter manobrado melhor que este tempo, ela meditou, mas o jogo terminou longe de.
Ver�o se deu outra hora antes de ela deixasse o escrit�rio tempor�rio dela para voltar para a cozinha. Busboys que tem rodas em e fora com bandejas de pratos sujos.
A lavadora de lou�a zumbiu busily. Panelas chiaram. Algu�m cantou como ela alinhavou uma galinha. Duas horas para a pressa de jantar. Por outra hora, come�ariam
o p�nico e confus�o.
Era ent�o, quando o cheiro de golpe de comida ela, aquele Ver�o percebido n�o tinha comido ela. Decidindo matar dois p�ssaros com uma pedra, ela come�ou a arraigar
pelos arm�rios. Ela acharia algo para um recente almo�o, e h� pouco v� como provid�ncias eram organizadas.
Ela n�o p�de reclamar aproximadamente o posterior. Os arm�rios n�o s� foram providos bem, eles foram providos sistematicamente. Max teve v�rias qualidades excelentes,
ela pensou. Uma piedade que uma mente aberta n�o estava entre eles. Ela continuou esquadrinhando estante depois de estante, mas o artigo ela n�o estava procurando
em nenhuma parte seria achado.
"Sra. Lyndon? "
Ouvindo a voz de Max atr�s dela, Ver�o lentamente fechado a porta de gabinete. Ela n�o teve que se virar ver a cortesia fria nos olhos dele ou a desaprova��o apertada
da boca dele. Ela ia ter que fazer algo sobre esta situa��o antes longo, ela decidiu. Mas no momento ela era um pouco cansado, bastante faminto e n�o no humor lidar
com isto.
"Sim, Max." Ela abriu a pr�xima porta e inspecionou a a��o.
"Talvez eu posso lhe ajudar a achar o para" o qual voc� est� olhando.
"Talvez. De fato, eu estou conferindo para ver como bem proveu n�s somos enquanto procurando fora um jarro de manteiga de amendoim. Aparentemente-" ela fechou aquela
porta e foi em para o pr�ximo "-n�s somos muito bem providos realmente, e muito bem organizou."
"Minha cozinha � completamente organizada", o Max come�ou stiffly. "At� mesmo no meio de toda a "carpintaria de this-this.
"A carpintaria quase terminou", ela disse facilmente. "Eu penso que os fornos novos est�o trabalhando bem" fora.
"Para alguns, novo sempre � melhor."
"A alguns", se se opor a ela, "progresso sempre � um toque de morte. Onde eu acho a manteiga de amendoim, Max? Eu realmente quero um sandu�che."
Este tempo virou ela, a tempo ver as sobrancelhas dele elevarem e a bolsa de boca dele. "Debaixo de", ele disse com uma sugest�o de um sorriso como apontou ele.
"N�s mantemos tais coisas dispon�vel para o "card�pio das crian�as.
"Bom." Unoffended, Ver�o se agachou e achou isto. "Voc� gostaria de me unir? "
Obrigado, n�o. Eu tenho trabalho para fazer."
"Multa." Ver�o levou duas fatias de p�o e come�ou a esparramar a manteiga de amendoim. "Amanh�, nove horas, voc� e eu entrar� em cima dos card�pios propostos em
meu escrit�rio."
"Eu estou muito ocupado �s nove."
"N�o", ela corrigiu suavemente. "N�s estamos muito ocupados de sete a nove, ent�o coisas tendem a aliviar fora, particularmente no meio da semana, at� a pressa de
almo�o. Nove horas", ela repetiu em cima do acesso de ira dele de respira��o. "Com licen�a, eu tenho que adquirir um pouco de gel�ia para isto."
Max partindo que fricciona os dentes dele, Ver�o foi para um dos refrigeradores grandes. Asno pomposo, tacanho, ela pensou como ela achou um jarro restaurante-de
tamanho de gel�ia de uva. Contanto que ele continuasse sendo n�o cooperativo e duro, coisas iam ser dif�ceis. Mais de uma vez, ela tinha esperado que o Max virasse
no resignation-and dele havia tempos, entretanto ela odiou ser linha t�o dura que ela desejou que ele vai.
As mudan�as na cozinha j� estavam fazendo uma diferen�a, ela pensou como ela fechou a segunda fatia de p�o em cima da gel�ia e manteiga de amendoim. Qualquer bobo
poderia ver que a gama extra, o equipamento mais eficiente, apertou o fluxo de prepara��o e melhorou a qualidade de comida. Aborrecido, ela mordeu no sandu�che dela
da mesma maneira que entusiasmado tagarele sem dinheiro fora atr�s dela.
"Max estar� furioso. Pele-i-ous. "
"Nada que ele pode fazer agora" sobre isto.
"Menos grito e lan�a coisas."
Talvez era o glee subjacente na �ltima declara��o que fez volta de Ver�o. Ela viu dois cozinheiros se precipitados em cima do fog�o. "O que ser� o Max furioso aproximadamente?
" ela perguntou em cima de outro bocado de sandu�che.
As duas faces viraram a ela. Ou foram corados ambos do calor do fog�o ou excita��o. "Talvez voc� deveria lhe, Sra. Lyndon", falar um dos cozinheiros disse depois
de um momento de indecis�o. O glee ainda era l�, ela notou, apenas suprimiu.
"Lhe conte isso que? "
O "Julio e eloped-we de Ge�rgia h� pouco obtiveram palavra do irm�o de Julio. Eles se foram para o Hava�."
O Julio e Ge�rgia? Depois de um pulo r�pido pelo arquivo mental dela, Ver�o os colocou como dois cozinheiros que trabalharam a quatro-para-onze troca. Um relance
ao rel�gio dela lhe falou eles j� eram tarde quinze minutos.
"Eu levo isto eles n�o estar�o entrando hoje."
"Eles deixaram." Um dos cozinheiros mordeu os dedos dele. "H� pouco assim." Ele olhou pelo quarto onde o Max estava mimando uma prateleira de cordeiro. "Max bater�
o telhado."
"Ele n�o resolver� nada l� em cima", ela murmurou. "Assim n�s somos dois curto para a "troca de jantar.
"Tr�s", o segundo cozinheiro corrigiu. "Charlie chamou doente uma hora atr�s."
"Maravilhoso." Ver�o acabou com o sandu�che dela, ent�o arrega�ado as mangas dela. "Ent�o o resto de n�s melhora trabalhar."
Com um avental que cobre as cal�as jeans dela e su�ter, Ver�o levou mais de uma se��o do contador novo. Talvez n�o era o estilo habitual dela, ela meditou como ela
come�ou a misturar a primeira tigela enorme de massa de bolo, mas circunst�ncias pediram a��o imediata. E, ela pensou como ela lambeu alguma massa da junta dela,
eles condenam bem melhor entre os oradores de est�reo antes do fim da semana. Ver�o poderia assar uma vez sem Chopin em uma emerg�ncia, mas ela n�o faria isto duas
vezes.
Ela estava organizando v�rias camadas de bolo de Floresta Preto no forno quando o Max falou em cima do ombro dela.
"Voc� est� se fazendo agora alguma sobremesa? " ele come�ou.
"N�o." Ver�o fixou o mais min�sculo, ent�o moveu atr�s ao contador come�ar prepara��es em musse de chocolate. "Parece � havido um casamento e um illness-though que
eu n�o penso que o primeiro tem qualquer coisa que ver com o segundo. N�s somos esta noite sem m�o-de-obra. Eu estou assumindo as sobremesas, Max, e eu n�o troca
nenhuma conversa fiada quando eu estiver trabalhando."
"Se casando? O que que se casa? "
O "Julio e Ge�rgia escaparam para o Hava�, e o Charlie est� doente. Eu tenho esta musse para negociar com no momento."
"Escapado! " ele explodiu. "Escapado sem minha permiss�o? "
Ela levou o tempo para examinar o ombro dela. "Eu suponho o Charlie deveria ter perguntado a voc� antes de ele se adoecesse como bem. Economize as histerias, Max,
e tenha algu�m me descascar algumas ma��s. Eu quero fazer um de de Charlotte Pommes depois disto."
"Agora voc� est� mudando meu card�pio! " ele explodiu.
Ela girou, incendeie nos olhos dela. "Eu tenho uma d�zia de sobremesas diferentes fazer em um tempo muito curto. Eu lhe aconselharia que ficasse fora de meu modo
enquanto eu fizer isto. Eu n�o sou conhecido por graciosidade quando eu estiver cozinhando."
Ele chupou no est�mago dele e retirou os ombros dele. "N�s veremos o que Sr. Cocharan tem que dizer sobre isto."
"Maravilhoso. O mantenha de meu modo, tamb�m, do lado de fora durante as pr�ximas tr�s horas ou algu�m vai terminar com uma face cheio de meu melhor chantilly."
Girando atr�s ao redor, ela foi trabalhar.
N�o havia tempo, ela n�o p�de levar o tempo, estudar e aprovar cada sobremesa como foi completado. Depois, Ver�o pensaria nas horas como trabalho de linha de montagem.
No momento, ela foi apertada para pensar tamb�m. O Julio e Ge�rgia tinham sido as chefes de cozinha de sobremesa. Estava agora at� ela fazer o trabalho de duas pessoas
na mesma quantia de tempo.
Ela ignorou o card�pio e foi com o que ela soube que ela poderia fazer de mem�ria. O diners que noite seja dentro para uma surpresa, mas como ela terminou de tampar
o segundo bolo de Floresta de Preto, Ver�o decidiu que seria um agrad�vel. Ela organizou o cheeries depressa, enquanto amaldi�oando a necessidade para apressar.
Imposs�vel criar quando a pessoa estava em tal um hor�rio rid�culo, ela pensou, e murmurou ruim suavemente debaixo da respira��o dela.
Antes das seis, o tamanho do assar era terminado e ela concentrou nos �ltimos retoques de uma linha de sobremesas projetou para satisfazer um ex�rcito. Icing de
chocolate l�, uma pincelada de nata aqui, uma guarni��o, uma colher de aperto ou gel�ia. Ela tinha calor, a dor de bra�os dela. O avental uma vez-branco dela era
listrado e espirrado. Ningu�m falou com ela, porque ela n�o responderia. Ningu�m a chegou, porque ela tendeu a rosnar.
Ocasionalmente ela indicaria com uma onda do bra�o dela uma se��o de pratos que seriam tomados. Isto era imediatamente terminado, e sem um som. Se havia conversa,
era terminado em meia-vozes e fora da audi��o dela. Nenhum deles alguma vez tinha visto qualquer coisa bastante como Ver�o Lyndon em um rolo.
"Problemas? "
Ver�o ouviu Blake falar quietamente em cima do ombro dela mas n�o virou. S�o feitos "carros deste modo", ela resmungou, "n�o sobremesas."
Relat�rios cedo" do quarto jantando s�o mais que favor�vel."
Ela grunhiu e rolou fora massa de massa para tortas. "O da pr�xima vez eu estou no Hava�, eu vou observar o Julio e Ge�rgia e bater as cabe�as deles/delas junto."
"Um pouco irrit�vel, voc� n�o �? " ele murmurou e ganhou um clar�o letal. "E quente." Ele tocou a bochecha dela com uma ponta do dedo. "Quanto tempo voc� esteve
a isto? "
"Desde ent�o um pouco depois das quatro." Depois de encolher os ombros a m�o dele fora ela come�ou a recortar conchas de massa rapidamente. Blake assistiu, surpreso.
Ele nunca tinha visto depressa o trabalho dela antes. "Movimento."
Ele pisou atr�s mas continuou a assistindo. Pelos c�lculos dele, ela tinha trabalhado nos card�pios no quarto de armazenamento de windowless para mais de seis horas,
e tinha estado agora nos p�s dela para quase tr�s. Muito pequeno, ele pensou como um desejo protetor movido por ele. Muito delicado.
"Ver�o, outra pessoa n�o pode assumir agora? Voc� deveria descansar."
"Ningu�m toca minhas sobremesas." Isto foi dito em tal uma voz forte, autorizada que a imagem de uma flor delicada desapareceu. Ele sorriu apesar dele.
"Qualquer coisa eu posso fazer? "
"Eu quererei um pouco de champanha por uma hora. Dom Perignon, 73. "
Ele acernar com a cabe�a como uma id�ia come�ou a formar na mente dele. Ela cheirou como as sobremesas enfileiradas no contador em frente a ela. Tentando, delicioso.
Considerando que ele tinha a conhecido, Blake tinha descoberto ele possuiu um doce dente muito exigente. "Voc� comeu? "
"Um sandu�che alguns horas atr�s", ela disse testily. "Voc� pensa que eu pudesse comer de cada vez assim? "
Ele olhou � ordem suntuosa de bolos e massas. Ele poderia cheirar carnes assadas, molhos picantes, delicadamente. Blake tremeu a cabe�a dele. "N�o, claro que n�o.
Eu estarei de volta."
Ver�o murmurou algo, ent�o flauteou as extremidades das conchas de massa dela.

Cap�tulo 7
Antes de oito horas, Ver�o era acabado, e n�o no melhor de humores. Durante quase quatro horas, tinha chicoteado ela, rolou, tocou flauta e assou. Freq�entemente,
ela tinha gastado aquele tempo duas vezes, e duas vezes aquele esfor�o, aperfei�oando um �nico prato. Isso era arte. Por outro lado, este tinha sido trabalho, plan�cie
e simples.
Ela sentia nenhum flash de triunfo, nenhum brilho de presun��o, mas simplesmente fadiga. Cozinheiro de ex�rcito, ela pensou desdenhosamente; era dificilmente diferente
de produzir o mais r�pido e mais f�cil para as massas. No momento, se ela nunca visse o novamente, dentro de outro ovo estaria muito cedo.
"L� deveria ser feito as pazes nos adquire pela hora de jantar bastante, e servi�o de quarto hoje � noite", ela falou vivamente para o Max como ela puxou fora o
avental sujo dela. Criticamente ela carranqueou a uma linha de tortas de fruta. Mais que um deles era menos que perfeito em forma. Se havido tempo, ela teria os
descartado e teria feito outros. "Eu quero algu�m em contato com pessoal primeira coisa pela manh� cuidar de contratar dois mais "chefes de cozinha de sobremesa.
"Sr. Cocharan j� contatou pessoal." Max estava de p� stiffly, enquanto n�o querendo dar uma polegada, entretanto ele tinha sido impressionado com como depressa e
eficazmente ela tinha evitado o que poderia ter sido facilmente uma cat�strofe. Ele agarrado o ressentimento dele firmemente, embora ele tivesse a himself-that de
admit-to que ela assou o melhor abric� azedo ele alguma vez tinha provado.
"Multa." Ver�o correu uma m�o em cima da parte de tr�s do pesco�o dela. A pele havia �mido, os m�sculos puxados esticado. "Nove horas amanh�, Max, em meu escrit�rio.
Vejamos se n�s podemos ser organizados. Eu vou para casa para saturar em uma banheira quente at� manh�."
Blake tinha estado apoiando contra a parede, assistindo o trabalho dela. Tinha sido fascinante h� pouco ver como depressa o artista temperamental tinha posto o nariz
dela ao rebolo e tinha produzido.
Ela tinha lhe mostrado duas coisas ele n�o teve expected-a acelerar e falta de histrionics quando ela tinha sido for�ada a negociar com um menos que situa��o ideal,
e uma aceita��o tranq�ila do que era obviamente uma �rea sens�vel com Max. Por�m muito que ela tocou para o papel de prima-dona, quando o dela de volta estava contra
a parede, ela se controlou muito bem.
Quando ela removeu o avental dela, ele pisou adiante. "Lhe d� uma carona? "
Ver�o olhou em cima da ele como ela puxou os alfinetes do cabelo dela. Caiu aos ombros dela, amarrotou, e umidade um pouco aos fins do calor. "Eu tenho meu carro."
"E eu tenho o meu." A arrog�ncia, com aquele rastro de indiferen�a ainda era l�, at� mesmo quando ele sorriu.
"E uma garrafa de Dom Perignon, 73. Meu motorista pode o apanhar pela manh�."
Ela se falou ela s� estava interessada no vinho. O sorriso fresco n�o teve nada que ver com a decis�o dela. "Corretamente esfriado? " ela perguntou, enquanto arqueando
a sobrancelha dela. "O champanha que �."
"Claro que."
"Voc� � em, Sr. Cocharan. Eu nunca dobro champanha."
"O carro fora na parte de tr�s." Ele levou a m�o dela em lugar de o bra�o dela como tinha esperado ela. Antes de ela pudesse fazer qualquer contador mover, ele estava
a conduzindo da cozinha. "O envergonharia se eu dissesse que eu era muito impressionado com o que voc� fez hoje � noite? "
Ela foi usada a louvores, at� mesmo os esperou. De alguma maneira, ela n�o p�de se lembrar de obter tanto j� prazer de um antes. Ela moveu os ombros dela, enquanto
esperando iluminar a pr�pria resposta dela. "Eu fa�o isto meu neg�cio ser impressionante. N�o me" envergonha.
Talvez se ela n�o tivesse estado cansada, ele n�o teria visto t�o facilmente pela resposta lisonjeira. Quando eles alcan�aram o carro dele, Blake virou e a levou
pelos ombros. "Voc� trabalhou muito duro em l�."
"S� parte do servi�o."
"N�o", ele corrigiu, enquanto acalmando os m�sculos. "Isso n�o � o para" o qual voc� foi contratado.
"Quando eu assinei o contrato que se tornou minha cozinha. O que sai disto tem que satisfazer meus padr�es, meu orgulho".
"N�o um trabalho f�cil."
"Voc� quis o melhor."
"Aparentemente eu adquiri isto."
Ela sorriu, entretanto ela mal s� quis se sentar. "Voc� definitivamente adquiriu isto. Agora, voc� disse algo sobre champanha? "
"Sim, eu fiz." Ele abriu a porta para ela. "Voc� cheira de baunilha."
"Eu ganhei isto." Quando ela sentou, ela deixou sair um suspiro longo, apraz�vel. Champanha, ela pensou, um banho quente com montanhas de bolhas, e alisa, folhas
frescas. Naquela ordem. "Chances s�o", ela murmurou, "at� mesmo como falamos n�s, algu�m em l� est� levando a primeira mordida de meu bolo de Floresta Preto."
Blake fechou a porta do motorista, ent�o olhou a ela como ele come�ou a igni��o. "Sente estranho? " ele perguntou. Estranhos tendo" comem algo voc� gastou tempo
e cuidado que criam tanto? "
"Estranho? " Ver�o estirou atr�s, enquanto desfrutando o luxo de pel�cia do assento e a vis�o do c�u fusco pelo telhado de sol. "Um pintor cria em tela para quem
olhar�, um compositor cria uma sinfonia para quem escutar�."
"Retifique bastante." Blake manobrou o modo dele sobre a rua e no tr�fico. O sol era vermelho e baixo. A noite prometeu estar clara. "Mas n�o estaria satisfazendo
para haver mais quando suas sobremesas s�o servidas? "
Ela fechou os olhos dela, completamente relaxado pela primeira vez em horas. "Quando a pessoa cozinha na pr�pria cozinha da pessoa para amigos, parentes, que pode
ser um prazer ou um dever. Ent�o poderia haver a satisfa��o de assistir algo voc� cozinhou ser apreciado. Mas novamente, � um prazer ou um dever, n�o uma profiss�o".
"Voc� raramente come isso que voc� o cozinheiro."
"Eu raramente cozinho para mim", ela se se opor a. "Exclua as coisas mais simples."
"Por que? "
"Quando voc� cozinhar para voc�, h� ningu�m l� para limpar as bagun�as."
Ele riu e se transformou em um lote de estacionamento. "De seu pr�prio modo estranho voc� � uma mulher muito pr�tica."
"Em todos os sentidos eu sou uma mulher pr�tica." Lazily, ela abriu os olhos dela. "Por que n�s paramos? "
"Faminto? "
"Eu sempre tenho fome depois que eu trabalhar." Virando a cabe�a dela, ela viu o sinal de n�on azul de uma sala de estar de pizza.
"Sabendo seus gostos at� agora, eu pensei que voc� acharia este o acompanhamento perfeito para o champanha."
Ela sorriu como a fadiga foi substitu�do com o primeiro real stirrings de fome. "Absolutamente perfeito."
"Espere aqui", ele lhe falou como ele abriu a porta. "Eu tive algu�m chamar � frente e ordeno isto quando eu vi que voc� era quase acabado."
Grato, e tocou, Ver�o apoiou atr�s e fechado os olhos dela novamente. Quando a �ltima vez era ela tinha permitido qualquer um para levar ao cuidado dela? ela desejou
saber. Se mem�ria a servisse, a �ltima vez que ela tinha sido amimalhada ela tinha tido oito anos, e torcido com um caso de catapora. Sempre tinham sido esperadas
independ�ncias dela, pelos pais dela, e por ela. Mas esta noite, este aqui tempo, era um bastante docemente sentimento para deixar outra pessoa fazer os arranjos
com o conforto dela em mente.
E ela teve que admitir, ela n�o tinha esperado considera��o simples de Blake. Nomeie, sim, cr�dito onde cr�dito era devido, yes-but n�o considera��o. Ele poria em
um dia duro ele, ela pensou, enquanto se lembrando como cansado ele tinha olhado aquela tarde. Ainda, ele tinha esperado muito tempo al�m do tempo quando ele pudesse
ter tomado o pr�prio jantar dele em conforto, relaxado do pr�prio modo dele. Ele tinha esperado at� que ela era acabado.
Surpresas, ela meditou. Blake Cocharan, III definitivamente teve algumas surpresas para cima a manga dele. Ela sempre tinha sido uma ventosa para eles.
Quando Blake abriu a porta de carro, o cheiro de pizza rodou pleasurably dentro. Ver�o levou a caixa dele, ent�o se inclinou e beijou a bochecha dele. "Obrigado."
"Eu deveria ter tentado pizza antes", ele murmurou.
Ela resolveu atr�s novamente, enquanto deixando os olhos dela fecharem e a curva de l�bios dela. "N�o esque�a do champanha. Esses s�o dois de minhas fraquezas maiores."
"Eu fiz uma nota disto." Blake arrancou do lote de estacionamento e uniu o tr�fico novamente. A gratid�o simples dela n�o o deveria ter pegado de surpresa. N�o o
deveria ter movido certamente. Ele teve o sentimento ela teria tido o mesmo baixo-chave, rea��o contente se ele tivesse a apresentado com uma zibelina de corpo inteiro
ou uma pulseira de diamantes azul-brancos. Com Ver�o, n�o seria o presente, mas a natureza do dar. Ele achou ele gostou muito daquela id�ia. Ela n�o era uma mulher
que foi impressionada facilmente, ele meditou, contudo ela era uma mulher que poderia ser agradada facilmente.
Ver�o fez algo que ela raramente fez a menos que ela estivesse completamente s�. Ela relaxou, completamente. Embora os olhos dela estivessem fechados, ela era nenhum
mais longo sonolento, mas atento. Ela poderia sentir o movimento liso do carro em baixo dela, ou�a o estrondo de tr�fico fora das janelas. Ela s� teve que atrair
uma respira��o para cheirar o cheiro penetrante de molho e tempero. O carro era espa�oso, mas ela poderia sentir o calor do corpo de Blake pelo assento.
Agrad�vel. Isso era a palavra que vagueou pela mente dela. T�o agrad�vel, l� parecia n�o ser nenhuma necessidade por precau��o, para defesas. Era uma pena, ela refletiu,
que eles n�o eram � toa motrizes...
Estranho, ela nunca tinha escolhido fazer qualquer coisa � toa. E ainda, hoje � noite, dirigir... ao longo de um beach-with longo, deserto a lua cheio, lustrando
fora a �gua, e a areia branco. Voc� poderia ouvir a rebenta��o vazar e fluiria, e t�o raramente v� as centenas de estrelas que voc� notou na cidade. Voc� cheiraria
o sal e sentiria o spray. O ar �mido, morno fluiria em cima de sua pele.
Ela sentia o balan�o de carro fora a estrada, ent�o ronrone a uma parada. Para um momento extra, Ver�o se agarrou para a fantasia.
"O que est� pensando voc�? "
"Sobre a praia", respondeu ela. "Estrelas." Ela se pegou, surpreso que ela tinha se viciado em o que poderia ser s� romanticismo de termed. "Eu levarei a pizza",
ela disse, enquanto endireitando. "Voc� pode trazer o champanha."
Ele p�s uma m�o no bra�o dela, ligeiramente mas a parou. Lentamente ele correu um dedo abaixo isto. "Voc� gosta da praia? "
"Eu nunca realmente pensamento sobre isto. No momento, achou ela ela n�o gostaria nada melhor que descansar a cabe�a dela contra o ombro dele e assistir onda de
ondas contra a costa. Estrela contando. Por que ela deveria querer se viciar agora em algo t�o tolo quando ela nunca teve antes? "Por alguma raz�o, parecia h� pouco
como a noite para isto." E ela desejou saber se ela estivesse respondendo a pergunta dele ou o pr�prio dela.
"Desde ent�o n�o h� nenhuma praia, n�s h� pouco teremos que propor qualquer outra coisa. Como sua imagina��o �? "
"Bem bastante." Totalmente bem bastante, Ver�o pensou, ver onde ela terminaria se ela n�o mudasse o mood-hers como tamb�m seu. "E no momento, imagino eu a pizza
est� se pondo fria, e o champanha morno." Abrindo a porta, ela escalou fora com a caixa em m�o. Uma vez dentro do edif�cio, Ver�o come�ou os degraus.
"O elevador j� trabalha? " Blake trocou a bolsa no bra�o dele e a uniu.
"Fora e on-mostly fora o que �. Pessoalmente, eu n�o confio nisto."
"Naquele caso, por que voc� escolhe o quarto ch�o? "
Ela sorriu como eles arredondaram a segunda aterrissagem. "Eu gosto do view-and o fato que os vendedores est�o normalmente desanimados quando deles s�o em frente
com mais de dois v�os de passos."
"Voc� poderia ter escolhido um edif�cio mais moderno, com uma vis�o, um sistema de seguran�a e um "elevador de funcionamento.
"Eu olho para ferramentas modernas como essencial, um carro novo, bem afinou, como imperativo." Tirando as chaves dela, Ver�o gingou eles ligeiramente como eles
chegaram a porta dela. "Sobre arranjos vivos, eu sou um pouco mais compreensivo. Meu apartamento em Paris tem encanamento temperamental e as cornijas mais primorosas
que eu alguma vez vi."
Quando ela abriu a porta, o cheiro de rosas estava subjugando. Havia uma d�zia de branco em uma cesta de palha, uma d�zia de vermelho em um Corta vaso, uma d�zia
de amarelo em um jarro de cer�mica e uma d�zia de rosa em copo veneziano.
"Corra em um especial ao floricultor? "
Ver�o elevou as sobrancelhas dela como ela fixou a pizza no dinette. "Eu nunca compro flores para mim. Estes s�o de Enrico."
Blake fixou a bolsa pr�ximo � caixa e tirou o champanha. "Tudo? "
"Ele � flamboyant-Enrico um pouco que Gravanti-you poderia ter ouvido falar dele. Sapatos italianos e bolsas."
Duzentos milh�es de d�lares valor de sapatos e bolsas, como recordou Blake. Ele sacudiu um dedo abaixo uma p�tala de rosa. "Eu n�o tinha ouvido Gravanti era na cidade.
Ele regularmente fica na "Casa de Cocharan.
"N�o, ele est� em Roma." Como falou ela, Ver�o entrou na cozinha para pratos e �culos. "Ele telegrafou estes quando eu concordei em fazer o bolo para o anivers�rio
dele m�s" que vem.
"Quatro d�zia rosas para um bolo? "
"Cinco", Ver�o corrigiu como ela voltou dentro. H� outra d�zia no quarto. Eles s�o bastante ador�veis, um tipo de "cor de p�ssego. Em antecipa��o, ela ofereceu ambos
os �culos. Afinal de contas, "e � um de meus bolos."
Com um aceno de reconhecimento, Blake soltou a corti�a. Ar assobiou fora enquanto o champanha borbulhou para o l�bio da garrafa. "Assim, eu levo isto voc� ir� para
a It�lia para assar isto."
"Eu n�o pretendo transportar isto frete a�reo." Ela assistiu o ouro p�lido eleva��o l�quida no copo como Blake verteu. "Eu s� deveria estar em Roma dois dias, tr�s
no m�ximo." Elevando o copo aos l�bios dela, ela tomou um gole, olhos fecharam, sensos agudo. "Excelente." Ela tomou um gole novamente antes de ela abrisse os olhos
dela e sorriu. "Eu estou sofrendo fome." Depois de erguer a tampa na caixa, tomou f�lego ela profundamente. "Salaminho."
"De alguma maneira eu pensei que o" vestiu.
Com um riso, um f�cil, ela se sentou. "Muito perceptivo. Eu servirei? "
"Por favor." E como ela come�ou, Blake sacudiu no isqueiro dele e fixou o tr�s cambaleante-comprimento se afila ela estava usando o mesa queimando. "Champanha e
pizza", ele disse como ele apagou as luzes. "Isso exige luz de vela, voc� n�o pensa? "
"Se voc� gosta." Quando ele sentou, Ver�o a ergueu primeiro peda�o. O queijo estava quente bastante fazer o dela pegue a respira��o dela, o molho penetrante. "Mmmm.
Maravilhoso."
"O ocorreu que n�s gastamos muito nosso tempo comendo junto? "
"Hmm-well, � algo que eu desfruto completamente. Eu sempre tento olhar para comer como um prazer em lugar de uma necessidade f�sica. Soma algo."
"Libras, normalmente".
Ela encolheu os ombros e alcan�ou para o champanha. "Claro que, se a pessoa n�o � nenhum modo bastante levar o prazer da pessoa em doses pequenas. Gan�ncia � o que
soma libras, ru�nas a apar�ncia e faz um miser�vel."
"Voc� n�o sucumbe a gan�ncia? "
Ela se lembrou abruptamente que h� pouco tinha sido que, exatamente que, que ela tinha sentido para ele. Mas ela tinha controlado isto, Ver�o se lembrou. Ela n�o
tinha sucumbido, "N�o." Ela comeu lentamente, enquanto saboreando. "N�o. Em minha profiss�o, seria desastroso."
"Como voc� mant�m seu prazer em doses pequenas? "
Ela n�o estava segura ela confiou no modo do que a pergunta saiu. Levando o tempo dela, ela fixou um segundo peda�o em cada prato. "Eu preferiria ter uma colherada
de um sufl� de chocolate soberbo que um pratada inteiro de comida que n�o tem talento."
Blake levou outra mordida de pizza. "E isto tem talento? "
Ela sorriu porque era t�o obviamente n�o o tipo de refei��o que ele foi usado. "Um equil�brio excelente de spices-perhaps s� um tad pesado no oregano-a matrim�nio
bom de molho e encrosta, a pr�pria manipula��o de queijo e a mordida de salaminho. Quase com o pr�prio uso dos sensos, qualquer refei��o pode ser memor�vel."
"Com o pr�prio uso dos sensos", se se opor a Blake, outras coisas" podem ser memor�veis."
Ela alcan�ou novamente para o copo dela, os olhos dela rindo em cima da beira. "N�s estamos falando de comida. Prove, claro que, � supremo, mas aparecimento... "
Ele uniu a m�o dele com seu e ela se achou o assistindo. "Seus olhos lhe contam primeiro o desejo para provar." A face dele estava magra, os olhos um fundo azul
ela achou compelindo continuamente...
"Ent�o um cheiro o arrelia, o" atrai. O seu era escuro, woodsy, tentando...
"Voc� ouve o champanha de modo borbulha em um copo e voc� quer experimentar isto." Ou o modo que ele disse para o nome dela, quietamente.
"Afinal de contas isto", ela continuou em uma voz que estava come�ando a assumir um huskiness l�nguido, um rastro l�nguido de sentir, "voc� tem o gosto, a textura
para explorar." E a boca dele segurou um sabor do que ela n�o p�de esquecer.
"Assim-" ele ergueu a m�o dela e apertou a boca dele � palma "-seu conselho � saborear todo aspecto da experi�ncia para absorver todo o prazer. Ent�o... " Invertendo
a m�o dela, ele escovou os l�bios dele, ent�o a gorjeta da l�ngua dele, em cima das juntas dela. "O mais b�sico de desejos fica sem igual."
Em um seta-diretamente linha, o calor atirou o bra�o dela. "Nenhuma experi�ncia � caso contr�rio" aceit�vel.
"E atmosfera? " Ligeiramente, com s� uma ponta do dedo, ele localizou a forma da orelha dela. "Voc� n�o concordaria que a pr�pria coloca��o pode aumentar a mesma
experi�ncia? Luz de vela, por exemplo".
As faces deles/delas eram agora mais �ntimas. Ela poderia ver a luz inconstante macia que lan�a sombras, mist�rios. "Fora de dispositivos mais intensidade pode acrescentar
freq�entemente a um humor."
"Voc� poderia chamar isto romance." Ele levou a ponta do dedo dele abaixo o comprimento do jawline dela.
"Voc� p�de." Champanha nunca foi para a cabe�a dela, contudo a cabe�a dela estava clara. Lentamente, luxuriously, o corpo dela estava amolecendo. Ela fez um esfor�o
para se lembrar por que ela nem n�o deveria permitir acontecer, mas nenhuma resposta veio.
"E romance, para alguns, � outro necessidade muito elementar."
"Para alguns", murmurou ele quando os l�bios dele seguiram o rastro da ponta do dedo dele.
"Mas n�o para voc�." Ele beliscou aos l�bios dela e os achou macio, e morno.
"N�o, n�o para mim." Mas o suspiro dela era como macio e esquenta como os l�bios dela.
"Uma mulher pr�tica." Ele estava a elevando aos p�s dela de forma que os corpos deles/delas poderia tocar.
"Sim." Ela inclinou a cabe�a dela atr�s, enquanto convidando a explora��o dos l�bios dele.
"Luz de vela n�o o move? "
"� s� um dispositivo atraente." Ela encurvou os bra�os dela para cima a parte de tr�s dele o trazer mais �ntimo. "Como chefes de cozinha, somos ensinados n�s que
tais coisas podem emprestar o humor certo a nossas refei��es."
"E n�o importaria se eu lhe falasse que voc� estava bonito? No sol cheio onde o luz de vela de flawless-in de sua pele que vira isto a porcelana. N�o importaria",
ele continuou como ele correu uma linha de calor �mido abaixo a garganta dela, "se eu lhe falasse que voc� j� me excita como nenhuma outra mulher tem? H� pouco olhar
para voc� me faz querer, enquanto o tocando me dirige furioso."
"Palavras", ela administrou, entretanto a cabe�a dela estava girando. "Eu n�o preciso-"
Ent�o a boca dele cobriu o sua. O um beijo longo, fundo fez mentiras de todas suas reivindica��es pr�ticas. Hoje � noite, entretanto ela tinha querido nunca tais
coisas antes, ela quis o romance de palavras macias, luzes macias. Ela quis o lento, saboreando amando isso esvaziaram a mente e fizeram um forno do corpo. Hoje
� noite ela quis, e havia s� um homem. Se amanh� havia conseq��ncias, amanh� estava fora horas. Ele estava aqui.
Ela n�o resistiu como ele a ergueu. Hoje � noite, se s� para um tempo curto, ela fosse fr�gil, macia. Ela o ouviu apagar as velas e o cheiro claro de cera derretida
os seguiu para o quarto.
Luar. A feiti�aria prateada de luar deslizou pelas janelas. Rosas. A fragr�ncia fr�gil de rosas flutuou no ar. M�sica. A magia emudecida de Beethoven acumulou dentro
do apartamento abaixo.
Havia uma brisa. Ver�o sentia isto sussurro em cima da face dela como ele a colocou na cama. Atmosfera, ela pensou hazily. Se ela tivesse planejado em uma noite
de amor-fazer, ela poderia ter fixado a fase nenhum melhor. Talvez... Ela o puxou at� a una... Talvez era destino.
Ela poderia ver os olhos dele. Profundamente azule, dirige, enquanto envolvendo.
Ele a assistiu enquanto fazendo n�o mais que localizando a forma da face dela, dos l�bios dela, com o dedo dele. Qualquer um alguma vez tinha mostrado para ela aquele
am�vel de ternura? Ela alguma vez tinha querido isto?
N�o. E se a resposta fosse nenhum, a resposta tinha mudado abruptamente. Ela quis esta experi�ncia nova, a do�ura que ela sempre tinha desconsiderado, e ela quis
o homem que traria ambos para ela.
Levando a face dele nas m�os dela, ela o estudou. Este era o homem ela compartilharia momento completamente privado este aqui com, o que saberia o corpo dela logo
como tamb�m as vulnerabilidades dela. Ela poderia ter oscilado em cima da confian�a, se fez lembrar do pitfalls-if ela tinha podido resistir � necessidade, e a for�a,
ela viu nos olhos dele.
"Me beije novamente", ela murmurou. "Ningu�m j� me fez sentir o modo que voc� faz quando voc� me" beija.
Ele sentia uma onda de prazer, intenso, aturdindo. Abaixando a cabe�a dele, ele tocou os l�bios dele a seu, enquanto brincando com eles, a assistindo como ela o
assistiu enquanto as emo��es deles/delas levantaram e a necessidade deles/delas afiou. Ele deveria ter sabido que ela estaria at� mesmo mais bonita no luar, com
o cabelo dela esparramado em cima de um travesseiro? Ele poderia ter sabido que desejo para ela seria uma dor distinto qualquer desejo que ele tinha sabido? Estava
im�vel t�o simples quanto desejo, ou ele tinha cruzado alguma linha ele tinha sido desavisado de? N�o havia nenhuma resposta agora. Respostas eram para a luz do
dia.
Com um gemido, ele afundou o beijo e sentia o rendimento de corpo dela abaixo o plano dele como a boca dela cresceu �vido. Pequenas l�nguas de paix�o chamejaram,
ainda subjugou em baixo de uma bondade eles ambos pareciam precisar. Estranho, porque nenhum deles tinha precisado isto antes, ou freq�entemente pensou mostrar para
isto.
As m�os dela estavam claras na face dele, em cima do pesco�o dele, penteando lentamente ent�o pelo cabelo dele. Embora o corpo dele fosse duro em seu, ainda n�o
havia nenhuma demanda.
Me saboreie. O pensamento correu silkily at� mesmo pela mente dela como os l�bios de Blake viajados em cima da face dela. Lentamente. Ela nunca tinha conhecido um
homem com tal paci�ncia ou uma estimula��o t�o precipitado. Declame contra boca, ent�o declame contra skin-each a puxou mais fundo e ainda mais fundo em um langor
que cercou corpo e mente.
Me toque. E ele parecia entender esta necessidade fresca. As m�os dele moveram, mas ainda sem pressa, em cima dos ombros dela, abaixo os lados dela, ent�o para cima
novamente sussurrar em cima do breasts-until dela era nenhum mais longo bastante para qualquer um deles. Ent�o wordlessly que eles come�aram a despir um ao outro.
Dedos de luar ca�ram por flesh-a exposto assuma, o comprimento de um bra�o, um torso magro. Luxuriously, Ver�o correu as m�os dela em cima do t�rax de Blake e instru�do
o m�sculo e forma. Lazily, ele explorou o comprimento dela e instru�do as curvas sutis e seda. At� mesmo quando a �ltima barreira de vestir estava fora tirada, eles
n�o apressaram. Tanto para tocar, tempo de taste-and n�o teve nenhum significado.
O flitted de brisa em, mas eles cresceram mais mornos. Onde quer que os dedos dela vagassem, a carne dele queimaria, ent�o s� esfrie para queimar novamente. Como
ele levou os l�bios dele em cima dela, enquanto achando prazer, aprendendo segredos, ela come�ou a aquecer. E demanda rastejou em ambos eles.
Mais urgentemente agora, com gemidos r�pidos, respira��es tr�mulas, eles levaram um ao outro mais adiante. Ele n�o tinha sabido ele poderia ser conduzido, e ela
sempre tinha recusado ser, contudo agora, a pessoa guiou o outro ao mesmo destino.
Ver�o sentia realidade que desliza longe dela, mas n�o teve nenhum testamento para parar isto. A m�sica s� penetrou fracamente na consci�ncia dela, mas os murm�rios
dele foram ouvidos facilmente. Era o cheiro dele, nenhum mais longo as rosas que excitaram. Ela sentiria tudo que que ela foi querida dizer sentir, vai onde quer
que ela fosse querida dizer ir, contanto que ele estivesse com ela. Junto com o desejo f�sico mais forte que ela alguma vez tinha sabido estava uma necessidade emocional
que explodiu dentro dela. Ela n�o p�de questionar isto, n�o p�de recusar isto. O corpo dela, mente, cora��o, doeu para ele.
Com o nome dele tremendo nos l�bios dela, ela o levou nela. Ent�o, para ambos eles, o prazer era t�o agudo que de sanidade foi esquecida. Sensation-waves, inunda��es,
storms-whipped por ela. A calma tinha se tornado um furac�o para se divertir dentro. Junto, eles foram varridos.
Horas tinham passado ou minutos? Posi��o de ver�o no luar filtrado e tentou se orientar. Ela nunca tinha sentido totalmente goste isto. Sated, alegre, exausto. Uma
vez ela teria dito que era imposs�vel ser tudo de uma vez.
Ela poderia sentir a escova do cabelo de Blake contra o ombro dela, o sussurro da respira��o dele contra a bochecha dela. O cheiro dele e os seus estavam agora misturados,
s� de forma que as rosas esteja um acento. A m�sica tinha parado, mas ela pensou que ela ainda pudesse ouvir o eco. O corpo dele foi apertado em seu, mas o peso
dele era um prazer. Ela soube, sem esfor�o, ela poderia embrulhar os bra�os dela ao redor dele e h� pouco poderia ficar assim para o resto da vida dela. Assim pelo
prazer nebuloso passaram o primeiro stirrings de medo.
Oh, Deus, como distante a teve entrado tal pouco tempo? Ela sempre tinha tido t�o certeza as emo��es dela estavam perfeitamente seguras. N�o foi a primeira vez que
ela tinha estado com um homem, mas ela estava muito atenta que foi a primeira vez que ela tinha feito para amor no verdadeiro senso da palavra.
Engano. Ela for�ou a palavra at� mesmo na cabe�a dela como o cora��o dela tentou bloquear isto. Ela teve que pensar, tido que ser pr�tico. Ela n�o tinha visto que
emo��es descontroladas e sonhos tinham feito a duas pessoas inteligentes? Ambos seus pais tinham gastado anos movendo de rela��o a rela��o que procura... isso que?
Isto, o cora��o dela lhe falou, mas novamente ela empediu isto. Ela soube melhor que procurar algo ela n�o acreditou existido. Perman�ncia, commitment-they eram
ilus�es. E ilus�es n�o tiveram nenhum lugar na vida dela.
Fechando os olhos dela um momento, ela esperou por ela resolver. Ela era uma mulher crescida, sofisticado bastante para entender e concordar m�tuo deseja isso n�o
segurou nenhum fio. Trate ligeiramente, ela se advertiu. N�o finja � mais que �.
Mas ela n�o p�de resistir a alisar o cabelo dele como falou ela. "Estranho como pizza e champanha me" afetam. Elevando a cabe�a dele, Blake sorriu a ela. No momento,
sentia ele ele poderia ter assumido o mundo. "Eu penso que deveria ser sua dieta principal." Ele beijou a curva do ombro dela. "Vai ser meu. Queira um pouco mais?
"
"Pizza e champanha? "
Rindo, ele fossou o pesco�o dela. "Que, tamb�m." Ele trocou, enquanto a puxando contra o lado dele. Era um mais gesto de intimidade que teve algo dentro do tremer
dela.
Parta as regras, Ver�o se falou. Fa�a agora, antes de... antes de fosse muito muito f�cil esquecer.
"Eu gosto de ser com voc�", ela disse quietamente.
"E eu voc�." Ele poderia ver as sombras jogarem no teto, ou�a o som emudecido de tr�fico fora, mas ele ainda foi saturado com ela.
"Agora que n�s estivemos junto assim, vai afetar nossa rela��o um de dois modos."
Confundido, ele virou a cabe�a dele para olhar para ela. "Um de dois modos? "
"Ou vai aumentar a tens�o enquanto n�s estamos trabalhando, ou alivia isto. Eu estou esperando que alivie isto."
Na escurid�o ele carranqueou a ela. O que aconteceu agora mesmo n�o teve nada absolutamente que ver com neg�cio."
"Tudo que que voc� e eu fazemos � ligado para afetar nossa "rela��o de funcionamento junto. Umedecendo os l�bios dela, ela tentou continuar do mesmo modo claro.
Amor fazendo" com voc� era... pessoal, mas amanh� de manh� n�s somos atr�s a ser os s�cios. Isto n�o pode mudar that-I pensam que seria um engano para deixar isto
mudar o tom de nossos procedimentos empresariais." Ela estava vagueando? Ela estava fazendo sentido? Ela desejou desesperadamente que ele dissesse algo, qualquer
coisa nada. "Eu penso n�s ambos souberam que isto foi ligado para acontecer. Agora que tem, � clareado o ar."
"Clareado o ar? " Enfurecido, e para a surpresa dele, doa, ele subiu no cotovelo dele. "Fez uma vis�o de maldi��o mais que que, Ver�o. N�s ambos sabem que, tamb�m."
Mantenhamos em perspectiva." Como ela tinha come�ado isto t�o mal? E como ela pudesse continuar vagueando em quando ela s� quis se enrolar pr�ximo a ele e esperar?
"N�s somos ambos os adultos soltos que s�o a um ao outro. Naquele n�vel, n�s n�o dever�amos esperar qualquer mais de um ao outro que razo�vel. Em um n�vel empresarial,
n�s ambos t�m que esperar envolvimento total."
Ele quis empurrar o n�vel empresarial abaixo a garganta dela. Violentamente. A emo��o n�o o agradou, nem fez a realiza��o s�bita que ele quis envolvimento total
em um n�vel muito pessoal. Com um esfor�o, ele controlou a f�ria. Ele precisou perguntar, e responde, algumas perguntas para himself-soon. Enquanto isso, ele precisou
manter uma cabe�a fresca.
"Ver�o, eu pretendo fazer freq�entemente amor com voc�, e quando eu fizer, neg�cio pode ir para inferno." Ele correu uma m�o abaixo o lado dela e sentia o corpo
dela responda. Se ela quisesse regras, ele pensou furiosamente, ele daria as regras dela. Seu. "Quando n�s estivermos aqui, h� nem todo hotel ou qualquer restaurante.
H� h� pouco voc� e eu. Atr�s a Cocharan House, n�s seremos t�o profissional quanto voc� quer."
Ela n�o tinha certeza se ela quisesse calmamente concordar com ele ou gritar em protesto. Ela permaneceu calada.
"E agora", ele continuou, enquanto ainda a puxando mais �ntimo, "eu quero fazer amor novamente com voc�, ent�o eu quero dormir com voc�. �s nove horas amanh�, n�s
voltaremos a neg�cio."
Ela poderia ter falado ent�o, mas a boca dele tocou o sua. Amanh� estava fora horas.

Cap�tulo 8
Condene, estava frustrando. Blake tinha ouvido os homens se queixarem de mulheres, enquanto os chamando incompreens�vel, contradit�rio, confundindo. Porque ele sempre
fundaria isto poss�vel lidar com mulheres em um n�vel sensato, ele nunca poria muita cren�a em qualquer disto, at� Ver�o. Agora, ele se achou procurando mais adjetivos.
Subindo da escrivaninha dele, paced de Blake para a janela e carranqueou fora � vis�o dele da cidade.
Quando eles tinham feito para amor na primeira vez, ele percebeu que ele nunca tinha sabido que uma mulher pudesse ser aquele macio, que dando. Strong-still forte,
sim, mas com uma fragilidade que teve um homem que mente em veludo. Tinha sido a imagina��o dele, ou ela totalmente tinha sido o dele em todos os sentidos uma pessoa
poderia pertencer a outro? Ele teria jurado que para aquele espa�o de tempo ela tinha pensado de nada mais que ele, querido nada mais que ele. E ainda, antes de
os corpos deles/delas tinham esfriado, ela tinha sido t�o pr�tica, assim... n�o emotivo.
Condene, n�o era suposto que um homem agradecia homem de that-a que quis o prazer e companhia de uma mulher sem todas as complica��es? Ele poderia se lembrar de
outras rela��es onde um jogo limpo de regras tinha provado inestim�vel, mas agora...
Debaixo de, um casal caminhou ao longo da cal�ada, os bra�os deles/delas atiraram ao redor de um ao outro ombros. Como assistiu ele que ele os imaginou rindo de
algo ningu�m mais entenderia. E como assistiu ele, Blake pensou na pr�pria declara��o dele dos graus de intimidade. Instinto lhe falou que ele e Ver�o tinham compartilhado
uma intimidade t�o fundo quanto qualquer dois pessoas pudesse experimentar. N�o s� uma fus�o de corpos, mas um tocando, um entrela�ando, de pensamentos e necessidades
e desejos que eram absolutos. Mas se os instintos dele tivessem lhe contado uma coisa, ela tinha lhe contado outro. O qual era ele acreditar?
Frustrando, ele pensou novamente e virou longe da janela. Ele n�o p�de negar que ele tivesse ido para o apartamento dela a noite antes com a id�ia da seduzir, e
acabando com a tens�o entre eles. Mas ele n�o p�de negar que ele tivesse sido seduzido depois de cinco minutos s� com ela. Ele n�o a p�de ver e n�o p�de querer a
tocar. Ele n�o a p�de ouvir rir sem querer provar a curva dos l�bios dela. Agora que ele tinha feito amor com ela, ele n�o tinha certeza uma noite passaria sem o
a querer novamente dele.
Deve haver um termo para o que ele estava experimentando. Blake sempre estava mais confort�vel quando ele pudesse etiquetar algo e ent�o poderia arquivar isto corretamente.
O t�tulo mais eficiente, a categoria mais l�gica. O que foi chamado quando voc� pensou em uma mulher quando voc� deveria estar pensando em qualquer outra coisa?
Que nome deu voc� a este sentimento irritado constante?
Amor... A palavra se aproximou a ele, n�o completamente agradavelmente. Deus bom. Intranq�ilo, Blake sentou novamente e encarou a parede distante. Ele estava apaixonado
por ela. Era da mesma maneira que simple-and da mesma maneira que terrifying-as que. Ele quis estar com ela, fazer o riso dela, a fazer tremer com desejo. Ele quis
ver os olhos dela arderem com temperamento, e com paix�o. Ele quis passar noites quietas, e noites selvagens, com ela. E ele era mortal seguro ele quereria a mesma
coisa vinte anos abaixo a estrada.
Desde a primeira vez que ele tinha caminhado abaixo esses quatro v�os de degraus do apartamento dela ele n�o tinha pensado em outra mulher. Ame, se j� pudesse ser
considerado l�gico, era a conclus�o l�gica. E ele estava preso com isto. Tirando um cigarro, Blake correu os dedos dele abaixo o comprimento disto. Ele n�o iluminou
isto, mas continuou encarando a parede.
Agora isso que? ele se perguntou. Ele estava apaixonado por uma mulher que se fez cristal clareie nos sentimentos dela sobre compromissos e rela��es. Ela ou n�o
quis nenhuma parte de. Por outro lado, ele acreditou na perman�ncia, e at� mesmo o romance, de marriage-though ele tinha considerado nunca isto especificamente aplicando
a ele.
Coisas eram agora diferentes. Ele era muito bem um homem ordenado, exteriormente e mentalmente, n�o ver matrim�nio como o resultado direto de amor. Com carinho,
voc� quis estabilidade, votos, resist�ncia. Ele quis Ver�o. Blake apoiou atr�s na cadeira dele. E ele acreditou firmemente sempre havia um modo para adquirir o que
voc� quis.
Se ele mencionasse o palavra amor at� mesmo, ela teria sido num instante. At� mesmo ele n�o estava como ainda completamente confort�vel com isto. Estrat�gia, ele
se falou. Era todos um assunto de strategy-or assim ele esperou. Ele teve que a convencer simplesmente que ele era essencial � vida dela, que o seu era a rela��o
projetou para quebrar o jogo dela de regras.
Aparentemente o jogo ainda era on-and que ele ainda pretendeu ganhar. Carranqueando � parede, ele come�ou a trabalhar o modo dele durante o problema.
Ver�o estava tendo problemas dela pr�prio. Quatro x�caras de caf� preto forte n�o a tinham trazido totalmente at� m�ximo que trabalha n�vel. Dez horas sono a vestiu
bem, poderiam ser tolerados oito. Com menos que que, e ela tinha tido uma transa��o boa menos que que a noite antes de, ela afiou perilously perto de sordidez. Some
que um estado de tumulto emocional, e o ressentimento fr�gido de Max, e n�o prometeu ser a manh� mais agrad�vel ou produtiva.
"Usando um do garnitures franc�s tradicional para o assado de cordeiro, n�s acrescentaremos algo europeu e atraente � entrada." Ver�o dobrou as m�os dela em alguns
dos documentos se espalhados na escrivaninha dela. Ela tinha trazido alguns das flores de Enrico e tinha os fixado em um copo de �gua. Eles ajudaram cubra algum
do cheiro pardo.
"Meu assado de cordeiro est� perfeito como �."
"Para alguns gostos", disse Ver�o uniformemente. "Para meu � s� adequado. Eu n�o concordo adequado." O warred de olhos deles/delas, violentamente. Como nem n�o deu
modo, ela continuou. "Eu prefiro ir com clamart, cora��es de alcachofra encheram de ervilhas untadas com manteiga, e batatas refogaram em manteiga."
"N�s sempre usamos agri�o e cogumelos."
Meticulosamente, ela mudou o �ngulo de um bot�o de rosa. A distra��o pequena lhe ajudou a manter o temperamento dela. "Agora, n�s usamos clamart." Ver�o anotou isto,
sublinhou isto, ent�o foi em. "Sobre a costela principal-"
"Voc� n�o tocar� minha costela principal."
Ela come�ou a estalar atr�s mas conseguiu friccionar os dentes dela ao inv�s. Era conhecimento comum na cozinha que a costela principal era a especialidade de Max,
a pessoa poderia dizer o beb� dele. O curso mais s�bio era ceder graciously neste ponto, e segura uma linha dura em outros. A heran�a brit�nica dela de jogo justo
passou.
"A costela principal permanece precisamente como �", ela lhe falou. "Minha fun��o aqui � melhorar o que precisa melhorar enquanto incorporando o Cocharan House padr�o."
Bem dito, Ver�o se felicitou enquanto o Max xingou e baixou. "Al�m disso, n�s manteremos a tira de Nova Iorque e o fil�." Sentindo ele foi molificado, Ver�o o bateu
com a entrada de av�cula. "N�s continuaremos servindo a galinha de assado muito simples, com a escolha de batatas ou arroz e os legumes do dia, mas n�s somamos pato
apertado."
Pato apertado"? " Max ventou. "N�s temos ningu�m em pessoal que � capaz de preparar aquele prato corretamente, nem n�s temos uma "imprensa de pato.
"N�o que � por que eu ordenei um, e por que eu estou contratando algu�m que pode usar isto."
"Voc� est� trazendo algu�m em minha cozinha s� para isto! "
"Eu estou trazendo algu�m em minha cozinha", ela corrigiu, preparar o pato apertado e o cordeiro serve entre outras coisas. Ele est� deixando o trabalho atual dele
em Chicago vir aqui porque ele confia em meu julgamento. Voc� poderia come�ar a fazer o mesmo." Com isto, ela come�ou a limpar documentos. "Isso � tudo para hoje,
Max. Eu gostaria que voc� levasse estas notas." Enquanto a dor de cabe�a come�ou a tocar tambor dentro da cabe�a dela, ela lhe deu uma pilha de documentos. "Se voc�
tiver qualquer sugest�o em o que eu listei, por favor os anote. Ela se agachou o trabalho dela atr�s como ele subiu e escarranchou silenciosamente fora do quarto.
Talvez ela n�o deveria ter sido t�o abrupta. Ver�o entendeu sentimentos feridos e egos fr�geis. Ela poderia ter controlado melhor isto. Sim, ela pode have-with um
suspiro cansado, ela esfregou o temple-if dela que ela n�o estava sentindo um pouco ferido e fr�gil ela. Sua pr�pria falta, ela se lembrou; apoiando os cotovelos
dela ent�o na mesa, ela derrubou a cabe�a dela nas m�os de cupped.
Agora que era amanh�, ela teve que enfrentar as conseq��ncias. Ela tinha quebrado um dela pr�prias regras prim�rias. Nunca fique �ntimo com um s�cio empresarial.
Ela deveria ter podido encolher os ombros e dizer regras foi feito ser quebrados, mas... a preocupou mais que n�o era aquela regra de particular que estava causando
o tumulto, mas outro que ela tinha quebrado. Nunca deixe qualquer um que realmente poderia importar se p�r muito �ntimo. Blake, se ela n�o atraiu as linhas agora
e os segurou, realmente poderia importar.
Bebendo mais caf� e desejando para uma aspirina, ela come�ou a revisar tudo novamente. Ela tinha certeza ela tinha sido bastante casual, e clareia bastante, a noite
antes de em cima da falta de gravatas e obriga��es. Mas quando eles tinham feito amor novamente, nada que ela tinha dito tinha feito sentido. Ela tremeu a cabe�a
dela, enquanto tentando empedir isso. Aquela manh� eles tinham sido perfeitamente � vontade com cada adultos de other-two que preparam durante um dia de trabalho
sem qualquer manh�-depois de desajeitamento. Isso � o que ela quis.
Muitos vezes, ela tinha visto a m�e dela ardendo e borbulhando no come�o de um afazeres. Este homem era o homem de man-this era o mais excitante, o mais considerado,
o mais po�tico. At� que a flor enfraqueceu. A convic��o de ver�o era que se voc� n�o ardesse, voc� n�o enfraqueceu, e vida era muito mais simples. Ainda ela ainda
o quis.
Depois de uma batida breve, um do pessoal de cozinha aderiu a cabe�a dele ao redor a porta dela. "Sra. Lyndon, Sr. Cocharan gostaria do ver no escrit�rio" dele.
Ver�o terminou o dela rapidamente caf� refrescante. "Sim? Quando? "
"Imediatamente."
Ela ergueu uma sobrancelha. Ningu�m a chamou imediatamente. Pessoas lhe, ao lazer dela, pediram. "Eu vejo." O sorriso dela estava frio bastante fazer o mensageiro
encolher atr�s. Obrigado."
Quando a porta fechou novamente que ela sentou perfeitamente im�vel. Estes eram horas de trabalho, ela refletiu, e ela estava debaixo de contrato. Era razo�vel e
direito que ele deveria lhe pedir que viesse ao escrit�rio dele. Isso era aceit�vel. Mas ela ainda era Ver�o que Lyndon-she foi imediatamente para ningu�m.
Ela passou os pr�ximos quinze minutos que vadiam deliberadamente em cima dos documentos dela antes de ela subisse. Depois de passear pela cozinha, e levando o tempo
para inspecionar os conte�dos de uma panela ou frigideira no modo, ela foi para um elevador. No passeio para cima, ela olhou ao rel�gio dela, contente notar que
ela chegaria quase vinte e cinco minutos depois da chamada. Como abriram as portas que ela sacudiu uma pinta de lint da manga da blusa dela, ent�o passeou fora.
"Sr. Cocharan gostaria de falar comigo? " Ela deu para as palavras a entona��o de uma pergunta como ela sorriu abaixo ao recepcionista.
"Sim, Sra. Lyndon, voc� � ir certo por. Ele � espera."
Inseguro se a �ltima declara��o tivesse sido censura ou advertindo, Ver�o continuou abaixo o corredor � porta de Blake. Ela deu uma batida perempt�ria antes de entrar.
"Bom dia, Blake".
Quando ela entrou, ele p�s de lado o arquivo em frente a ele e apoiou atr�s na cadeira dele. "Tenha dificuldade que acha um elevador? "
"N�o." Cruzando o quarto, ela escolheu uma cadeira e se estabeleceu. Ele olhou, ela pensou, como ele teve na primeira vez que ela entraria no office-aloof dele,
aristocr�tico. Este era ent�o o n�vel perfeito para eles negociarem em. "Isto � um dos poucos hot�is que t�m elevadores a pessoa n�o cultiva esperando velho para."
"Voc� est� atento isso que o termo imediatamente meios."
"Eu estou atento disto. Eu estava ocupado."
"Talvez eu deveria fazer isto claro que eu n�o tolero que o ser continuou esperando por um empregado."
"E eu farei duas coisas clarear", ela lan�ou atr�s. "Eu somente n�o sou um empregado, mas artista. Secundariamente, eu n�o venho ao estalo de qualquer um dedos."
"Tem onze-vinte" anos, Blake come�ou imediatamente com um Ver�o de mansid�o suspeitado. "Em um dia de trabalho. Minha assinatura est� � base de seus cheques. Ent�o,
voc� responde a mim."
O rubor l�nguido, falador rastejou ao longo das ma��s do rosto dela. "Voc� se transformaria meu trabalho em algo ser medido em d�lares e centavos e minuto antes
de minuto-"
"Neg�cio � empresarial", ele se se opor a, enquanto esparramando as m�os dele. "Eu penso que voc� estava bastante claro naquele assunto."
Ela tinha se manobrado prosperamente para aquele comer de particular, e ele tinha lhe dado um empurr�o �til nisto. Como resultado, a atitude dela s� ficou mais arrogante.
"Voc� notar� que eu estou no momento aqui. Voc� est� desperdi�ando tempo."
Como uma rainha de gelo, ela era magn�fica, pensamento de Blake. Ele desejou saber se ela percebesse como uma mudan�a de express�o, um tom de voz, poderia alterar
a imagem dela. Ela poderia ser meia d�zia as mulheres no curso de um dia. Se ela conheceu isto ou n�o, Ver�o teve o talento da m�e dela. "Eu recebi outra chamada
insatisfeita de Max", ele contou o flatly dela.
Ela arqueou uma sobrancelha e se parecia realeza aproximadamente dispensar um decapitando. "Sim? "
"Ele objects-strongly-to algumas das mudan�as propostas no card�pio. Ah-" Blake olhou abaixo ao bloco na escrivaninha dele ''-apertou pato parece ser o problema
atual, entretanto v�rios outros foram lan�ados em ao redor isto."
Ver�o sentou mais diretamente na cadeira dela, enquanto inclinando para cima o queixo dela. "Eu acredito que voc� me contraiu melhorar a qualidade de Cocharan Casa
jantar."
"Sim."
"Isso � precisamente o que eu estou fazendo." O franc�s estava come�ando a vazar na entona��o da voz dela, os olhos dela estavam come�ando a arder. Apesar do fato
o aborreceu, ela era deste modo undeniably a ela mais atraente. "Eu tamb�m o contra� administrar o kitchen-which significa voc� deveria poder controlar seu pessoal."
"Controle? " Ela era para cima, e a rainha de gelo era agora a artista enfurecida. Os gestos dela eram largos, os movimentos dela dram�tico. "Eu precisaria de um
chicote e encadearia para controlar tal uma mulher velha tacanha, doente-suave que s� preocupa sobre o pr�prio egocentricities dele. O modo dele � o �nico modo.
O card�pio dele � esculpido em pedra, sacrossanto. Pah! " Era um peculiarmente expletiva franc�s que teria sido outro vindo rid�culos de qualquer um. De Ver�o, estava
perfeito.
Blake bateu a caneta dele contra a extremidade da escrivaninha dele enquanto ele assistiu o desempenho. Ele foi tentado para aplaudir quase. "Isto � o que � conhecido
como temperamento art�stico? "
Ela atraiu uma respira��o. Esc�rnio? Ele ousaria? "Voc� ainda tem que ver verdadeiro temperamento, "ami de mon.
Ele s� acernar com a cabe�a. Estava tentando para a empurrar em neg�cio de gear-but cheio era empresarial. "Max trabalhou para Cocharan durante mais de vinte e cinco
anos." Blake fixou abaixo a caneta e dobrou o hands-calm dele, em contraste direto para o temperamento de Ver�o. "Ele � leal e eficiente, e obviamente sens�vel."
"Sens�vel." Ela desova a palavra quase. "Eu lhe dou a costela principal dele e a galinha preciosa dele, mas ainda, ele n�o est� satisfeito. Eu terei meu pato apertado
e meu clamart. Meu card�pio n�o ler� como algo do "diner de canto.
Ele desejou saber se ele registrou a conversa��o e tocou isto atr�s a ela, ela veria o absurdo disto. Entretanto no momento, ele teve que clarear a garganta dele
para disfar�ar um ria, ele duvidou isto. "Exatamente", Blake disse e manteve a face dele inexpressivo. "Eu tenho nenhum desejo para interferir com o card�pio. O
ponto �, eu tenho nenhum desejo para interferir nada."
Longe de molificou, Ver�o lan�ou o cabelo dela atr�s dos ombros dela e luziu a ele. "Ent�o por que voc� me aborrece com estas trivialidades? "
"Estas trivialidades", ele se se opor a, "� seu problema, n�o meu. Como gerente, parte de sua fun��o � fazer isso simplesmente. Administre. Se seu chefe de cozinha
de supervisory estiver constantemente insatisfeito, voc� n�o est� fazendo seu trabalho. Voc� � gr�tis fazer qualquer chega a um acordo voc� pensa necess�rio."
"Acordos? " O corpo inteiro dela endureceu. Novamente, ele pensou que ela parecia magn�fica. "Eu n�o fa�o acordos."
"Sendo cabe�udo n�o trar�o paz para sua cozinha."
Ela deixou fora a respira��o dela dentro um assobie. "Cabe�udo! "
"Exatamente. Agora, o problema de Max est� atr�s em seu tribunal. Eu n�o quero mais nenhum telefonemas."
Em uma baixa, perigosa voz, ela deixou sair um fluxo de franc�s, e entretanto ele tinha certeza era coloquial, ele pegou o vento. Com um lance da cabe�a dela, ela
come�ou para a porta. "Ver�o."
Ela virou, e a posi��o o fez lembrar de um dos arqueiros femininos m�ticos cuja pontaria era killingly retifique. Ela vai nem mesmo estremecimento como a seta dela
passou diretamente pelo cora��o. Rainha de gelo ou guerreiro, ele a quis. "Eu quero o ver hoje � noite." Os olhos dela foram para rachas. "Voc� ousa."
"Agora que n�s temos tabled o primeiro assunto, est� na hora para ir sobre o segundo. N�s poder�amos jantar.
"Voc� tabled o primeiro assunto", ela replicou. "Eu n�o fa�o coisas de mesa t�o facilmente. O jantar? Jante com seu livro de conta. Isso � o que voc� entende."
Ele subiu e a chegou sem pressa. "N�s concordamos que quando n�s estivermos longe daqui, n�s n�o somos os s�cios empresariais."
"N�s n�o estamos longe daqui." O queixo dela ainda foi pescado. "Eu estou me levantando em seu escrit�rio onde eu fui chamado."
"Voc� n�o estar� se levantando hoje � noite" em meu escrit�rio.
"Eu estou de p� onde quer que eu escolha hoje � noite."
"T�o hoje � noite", ele continuou facilmente, "n�s n�o seremos os s�cios empresariais. N�o era esse suas regras? "
Pessoal e profissional, e aquela linha tang�vel de demarca��o. Sim, isso � o modo ela tinha querido isto, mas n�o era como f�cil para ela fazer a separa��o como
tinha pensado ela que seria. "Hoje � noite", ela disse com um encolha os ombros. "Eu posso estar ocupado."
Blake olhou ao rel�gio dele. "� quase meio-dia. N�s poder�amos considerar esta hora do almo�o." Ele olhou atr�s para ela, meio sorrindo. Erguendo uma m�o, ele enroscou
isto no cabelo dela. "Durante hora do almo�o, h� nenhum empresarial entre n�s, Ver�o. E hoje � noite, eu quero estar com voc�." Ele tocou os l�bios dele a um canto
da boca dela, ent�o o outro. "Eu quero gastar muito tempo-" os l�bios dele se inclinaram em cima de seu, suavemente "-horas privadas com voc�."
Ela quis isto tamb�m, por que finge caso contr�rio? Ela nunca tinha acreditado em pretens�es, s� em defesas. Em todo caso, ela j� tinha decidido controlar o Max
e a cozinha do pr�prio modo dela. Unindo as m�os dela ao redor o pesco�o dele, ela sorriu atr�s a ele. "Ent�o hoje � noite, n�s seremos junto. Voc� trar� o champanha?
"
Ela estava amolecendo, mas n�o rendendo. Blake achou isto infinitamente mais excitante que submiss�o. "Para um pre�o."
O riso dela era mau e morno. "Um pre�o? "
"Eu quero que voc� fa�a algo para mim voc� n�o fez antes."
Ela inclinou a cabe�a dela, ent�o tocou a gorjeta da l�ngua dela ao l�bio dela. "Como? "
"Cozinhe para mim."
Surpresa iluminada os olhos dela antes da risada pulou novamente fora. "Cozinhe para voc�? Bem, isso � um pedido muito diferente do que eu esperei."
"Atr�s do jantar eu poderia vir para cima com alguns outros."
"Assim voc� quer Ver�o Lyndon preparar seu jantar." Ela considerou isto como se afastou ela. "Talvez eu vou, entretanto tal uma coisa normalmente vale muito mais
que uma garrafa de champanha. Uma vez em Houston eu preparei uma refei��o para um homem de �leo e a noiva nova dele. Eu era liquidado em cautelas de a��es. Blue
chip."
Blake levou a m�o dela e trouxe isto aos l�bios dele. "Eu lhe comprei uma pizza. Salaminho."
"Isso � verdade. Oito horas ent�o. E eu lhe aconselharia que comesse um almo�o muito claro hoje." Ela alcan�ou para a ma�aneta, ent�o olhou em cima do ombro dela
com um sorriso. "Voc� gosta de Cervelles Braisees? "
"Eu posso, se eu soubesse o que era."
Ainda sorrindo, ela abriu a porta. Os c�rebros de bezerro refogado." Revoir de Au. ''
Blake encarou a porta. Ela tinha tido a �ltima palavra certamente que tempo.
A cozinha cheirou de arte culin�ria e pareceu um quarto de desenho. Foram emudecidas tens�es de Chopin como Ver�o rodou os peitos sem ossos de galinha em farinha.
Na gama, a manteiga clarificada estava come�ando h� pouco a afundar em cor. Perfeito. Tomates enchidos j� estavam preparados e de espera no refrigerador. Ervilhas
untadas com manteiga h� pouco estavam come�ando a chiar. Ela refogaria as bolas de batata enquanto ela refogou o supremes.
Cronometrar, claro que, era cr�tico. De de Supremes Volaille um Brun teve que ser feito ao momento, at� mesmo um minuto de overcooking e ela vai, como qualquer cozinheiro
temperamental, os jogue fora em desgosto. Manteiga quente chiou como ela deslizou a galinha polvilhada nisto.
Ela ouviu a batida mas permaneceu onde ela era. "Est� aberto", ela convocou. Meticulosamente, ela ajustou o calor debaixo da frigideira. "Eu levarei o champanha
em aqui."
"Cherie, se eu s� tivesse pensado trazer alguns."
Atordoado, Ver�o virou e viu Monique, glorioso em preto de meia-noite e prateia, moldou pela entrada de cozinha dela. "M�e! " Ainda na m�o dela, com o garfo de cozinha
Ver�o fechou a dist�ncia e envolveu a m�e dela.
Com aquele parte borbulhar, parte riso abafador ela era famosa para, Monique beijou ambos as bochechas de Ver�o, ent�o retirou a filha dela. "Voc� est� surpreso,
oui? Eu adoro surpresas."
"Eu estou surpreso", Ver�o se se opor a. "O que est� fazendo voc� na cidade? "
Monique olhou para a gama. "No momento, interrompendo as prepara��es aparentemente para um t�te �ntimo um t�te."
"Oh! " Chicoteando ao redor, Ver�o colidiu atr�s � frigideira e virou a galinha enfrenta, n�o um segundo muito cedo. "O que eu quis dizer era, o que est� fazendo
voc� na Filad�lfia? " Ela conferiu a chama novamente, e estava satisfeito. "Voc� n�o disse uma vez voc� nunca fixaria novamente p� na cidade do rei de hardware?
"
"Cronometre mellows um", Monique reivindicou com um estalido caracter�stico do pulso. "E eu quis ver minha filha. Voc� n�o est� t�o freq�entemente em Paris estes
dias."
"N�o, n�o parece assim, faz isto? " Ver�o dividiu a aten��o dela entre a m�e dela e a gama dela, algo que ela teria feito para ningu�m mais. "Voc� parece maravilhoso."
O dimpled de bochechas liso de Monique. "Eu sinto maravilhoso, mignonne. Em seis semanas, eu come�o um quadro novo."
"Um quadro novo." Cuidadosamente Ver�o apertou um ringer ao topo da galinha. Quando eles pularam atr�s, ela os removeu a uma travessa quente. "Onde? "
"Em Hollywood. Eles me importunaram, e afinal eu cedo. O riso infeccioso de Monique borbulhou novamente fora. "O manuscrito � soberbo. O pr�prio diretor veio para
Paris para me galantear. Keil Morrison."
Alto, um pouco gangly, face inteligente, fiftyish. Ver�o teve um claro bastante quadro do glossies, e de uma festa para uma rainha de escrit�rio de caixa reinando
onde ela tinha preparado para Ile Flottante. Do tom da m�e dela de voz, Ver�o soube a resposta antes de ela fizesse a pergunta. "E o diretor? "
Tamb�m, "ele � soberbo. Como voc� sentiria sobre um poppa de passo novo, ch�rie? "
"Resignado", Ver�o disse, ent�o sorriu. Isso era muito duro uma palavra. "Contente, claro que, se voc� est� contente, M�e". Ela come�ou a preparar o molho de manteiga
marrom enquanto Monique exp�s.
"Oh, mas ele � brilhante e t�o sens�vel! Eu nunca conheci um homem que assim entende uma mulher. Afinal, eu achei minha partida perfeita. O homem que finalmente
traz tudo eu preciso e quero em minha vida. O homem que me faz sente como uma mulher."
Acernar com a cabe�a, Ver�o removeu a frigideira do calor e mexeu na salsa e suco de lim�o. "Quando o casamento �? "
Semana" "passada. Monique sorriu brilhantemente como Ver�o olhou para cima. "N�s est�vamos quietamente casados em um pequeno adro fora de Paris. Havia doves-a sinal
bom. Eu me rasguei longe de Keil porque eu quis lhe falar pessoalmente." Pisando adiante, ela flamejou um magro diamante-encrostou faixa. "Elegante, oui? Keil n�o
acredita em the-how o fa�a say?-ostentatious. "
Assim, para o momento, nem n�o v� Monique DuBois Lyndon Trombeta de Smith o Morrison. Ela sup�s, quando as not�cias quebraram, o glossies e com�rcios teriam um dia
de campo. Monique comeria toda linha de publicidade. Ver�o beijou o bochecha da m�e dela. "Esteja contente, ma mero."
"Eu sou ext�tico. Voc� tem que vir para a Calif�rnia e tem que conhecer meu Keil, e ent�o-" Ela rompeu como a batida a interrompeu. "Ah, este deve ser seu convidado
de jantar. Eu responderei por voc�? "
"Por favor." Com a l�ngua pegada entre os dentes dela, Ver�o verteu o molho em cima do supremes. Ela os serviria dentro de cinco minutos ou os esvaziaria abaixe
a pia.
Quando a porta abriu, Blake foi tratado um ligeiramente mais voluptuoso, ligeiramente mais lustroso, vers�o de Ver�o. A luz de vela disfar�ou os anos e aumentou
as caracter�sticas cl�ssicas. Os l�bios dela encurvaram lentamente, do modo a filha dela fez, como ela ofereceu a m�o dela.
"Oi, Ver�o est� ocupado na cozinha. Eu sou a m�e dela, Monique". Ela interrompeu um momento como as m�os deles/delas se encontradas. "Mas voc� est� familiarizado
a mim, sim. Mas sim! " ela continuou antes de Blake pudesse falar. "O
Cocharan House. Voc� � o son-B.C. 'o filho de s. N�s nos encontramos antes."
"Um prazer para o ver novamente, Mademoiselle Dubois".
"Isto � estranho, oui? E divertindo. Eu fico em seu hotel enquanto na Filad�lfia. J� minhas bolsas s�o se registradas e minha cama virou abaixo."
"Voc� me deixar� saber pessoalmente se houver qualquer coisa que eu posso fazer para voc� enquanto voc� ficar conosco."
"Claro que." Ela o estudou do modo breve mas completo que uma mulher de experi�ncia tem. Goste de m�e, como filha, que ela meditou. Cada teve gosto excelente. "Por
favor, entre. Ver�o est� pondo os �ltimos retoques em sua refei��o. Eu sempre admirei a habilidade dela na cozinha. Eu, eu sou desamparado."
"Diabolically desamparado", Ver�o p�s dentro como ela entrou com a travessa quente. "Ela sempre teve certeza ela queimou coisas al�m de reconhecimento, e ent�o,
ningu�m lhe pediu que cozinhasse."
"Um movimento inteligente, para meu pensamento", que Monique disse facilmente. "E agora, eu o deixarei a seu jantar."
"Voc� � bem-vindo nos unir, M�e".
"Docemente." Monique moldou a face de Ver�o nas m�os dela e beijou ambas as bochechas novamente. "Mas eu preciso de meu resto de beleza depois do v�o longo. Amanh�,
n�s nos por-se em dia, non? Monsieur Cocharan, todos n�s jantaremos em seu hotel maravilhoso antes de eu fosse? " Do modo extenso dela, ela estava � porta. "Appetit
de Bon."
"Uma mulher espetacular", Blake comentou.
"Sim." Ver�o voltou para a cozinha para o resto da refei��o. "Ela me" pasma continuamente. Depois de colocar os legumes na mesa, ela apanhou o copo dela. "Ela �
h� pouco a levada quarto marido. N�s beberemos a eles? "
Ele come�ou a remover a chapa da garrafa, mas o tom dela o teve pausando. "Um pouco c�nico? "
"Real�stico. Em todo caso, eu desejo a felicidade" dela. Quando ele removeu a corti�a, ela levou isto e absently renunciaram a isto debaixo do nariz dela. "E eu
invejo o otimismo perene" dela. Depois que ambos os �culos estavam cheios, Ver�o tocou o seu a seu. "Para o Sra. Morrison novo."
"A otimismo", se se opor a Blake antes de ele bebesse.
"Se voc� gosta", Ver�o disse com um encolhe os ombros como sentou ela. Ela transferiu um do supremes da travessa para o prato dele. "Infelizmente os c�rebros do
bezerro pareciam pobres hoje, assim n�s temos que se conformar com galinha."
"Uma piedade." A primeira mordida era tenra e perfeita. "Voc� gostaria algum tempo fora gastar com sua m�e enquanto ela for na cidade? "
"N�o, n�o � necess�rio. M�e dividir� o tempo dela entre fazer compras e a est�ncia termal de sa�de durante o dia. Ela me fala ela est� a ponto de come�ar um filme
novo."
"Realmente." S� o levou um minuto reunir coisas. Diretor de Morrison-the"? ''
"Voc� � muito r�pido", Ver�o reconheceu, enquanto o brindando.
"Ver�o." Ele p�s uma m�o em cima de seu. "Voc� contesta? "
Ela abriu a boca dela para responder depressa, ent�o pensamento isto em cima de. "N�o, N�o, objeto n�o � a palavra. A vida dela � o pr�prio dela. Eu simplesmente
n�o posso entender como ou por que ela mergulha continuamente em rela��es, enquanto se amarrando em matrim�nios que em m�dia duraram 5.2 anos cada. O palavra otimismo
�, eu desejo saber, ou gullibility? "
"Monique n�o me golpeia como uma mulher cr�dula."
"Talvez � um sin�nimo para rom�ntico."
"N�o, mas rom�ntico poderia ser sin�nimo com esperan�a. O modo dela n�o � seu."
Ainda n�s ambos escolheram os amantes do mesmo bloodline, Ver�o se lembrou. H� pouco o que seria a rea��o de Blake �quela pequena pedra preciosa? Mantenha o passado
no passado, Ver�o se aconselhou. E concentra no momento. Ela sorriu a ele. "N�o, n�o �. E como voc� acha minha arte culin�ria? "
Talvez era melhor deixar o assunto morrer, durante um tempo. Ele precisou a aliviar suavemente em cima daquele bloco. "Como eu acho tudo sobre voc�", Blake lhe falou.
"Magn�fico."
Ela riu como ela come�ou a comer novamente. "N�o seria aconselh�vel para voc� se tornar muito usado a isto. Eu raramente preparo refei��es para s� elogios."
"Isso tinha me ocorrido. Assim eu trouxe o que eu pensei era o pr�prio s�mbolo."
Ver�o provou o vinho novamente. "Sim, o champanha � excelente."
"Mas um s�mbolo inadequado durante um Ver�o "refei��o de Lyndon.
Quando ela o atirou um olhar confundido, ele alcan�ou em seu dentro de bolso e tirou uma caixa magra pequena.
"Ah, presentes". Divertido, ela aceitou a caixa.
"Voc� mencionou um afeto por eles." Blake viu a divers�o enfraquecer como ela abriu a caixa.
Dentro de era diamonds-elegant, at� mesmo delicado na forma de uma pulseira esbelta. Eles se deitam branco e real contra o veludo escuro da caixa.
Ela n�o foi subjugada freq�entemente. Agora, ela se achou lutando por ondas de surpresa.
"A refei��o muito simples para um s�mbolo goste isto", ela administrou. "Se eu tinha sabido, I'd prepararam algo espetacular."
"Eu alguma vez teria pensado arte simples."
"Talvez n�o, mas... " Ela observou, enquanto se falando n�o era suposto que ela era movida atrav�s de tais coisas. Eles eram afinal de contas s� bonitas pedras.
Mas o cora��o dela estava cheio. "Blake, � ador�vel, primoroso. Eu penso que voc� me levou muito seriamente quando eu falar de pagamentos e presentes. Eu n�o fiz
este esta noite por qualquer raz�o mais que eu quis fazer isto."
"Isto me fez pensar em voc�", ele disse como se ela n�o tivesse falado. "V� como fresco e arrogante as pedras s�o? Mas... " Ele deslizou a pulseira fora da caixa.
"Se voc� olhar de perto, se voc� segurar isto para iluminar, h� calor, at� mesmo fogo". Como falou ele, ele deixou a pulseira oscilar dos dedos dele de forma que
isto pegou e brilhou com as chamas das velas. Naquele momento, poderia ter estado vivo.
Tantos dimens�es", de todos os lados voc� pode ver algo diferente. Uma pedra forte, e mais elegante que qualquer outro." Pondo a pulseira em cima do pulso dela,
ele apertou isto. O olhar dele ergueu e fechou em seu. "Eu n�o fiz este esta noite por qualquer raz�o diferente de eu quis fazer isto."
Ela era ofegante, vulner�vel. Estaria toda vez assim que ele olhou para ela? "Voc� come�a a preocupar me", Ver�o sussurrou.
A uma declara��o quieta teve o chicoteamento de necessidade quase descontrolado por ele. Ele subiu, ent�o, a atraindo aos p�s dela, a esmagou contra ele antes de
ela pudesse concordar ou poderia protestar. "Bom."
A boca dele n�o era paciente este tempo. Parecia ser uma necessidade desesperada para se apressar, leve tudo, leve tudo. Fome que n�o teve nada que ainda ver com
a refei��o inacabado na mesa acelerou por ele. Ela era todo desejo, e toda resposta. Mordendo fora um juramento, ele a puxou ao ch�o.
Este era o vendaval. Ela nunca tinha estado aqui antes, apanhou, alegre. Elevado pela velocidade, enquanto tremendo do poder, Ver�o moveu com ele. N�o havia nenhuma
paci�ncia com roupas este tempo. Eles foram arrastados e foram puxados e lan�ou aparte at� que carne poderia conhecer carne. Quente e ansioso, o corpo dela arqueou
contra seu. Ela quis o vento e a f�ria que s� ele poderia lhe trazer.
Como as m�os dele aceleraram em cima dela, ela se encantou na firmeza deles/delas, na for�a de cada dedo individual. As pr�prias demandas dela se enfureceram igualmente.
A boca dela correu a garganta dele, dentes beliscando, l�ngua arremessando. Cada respira��o inst�vel lhe falou que ela o dirigiu da mesma maneira que ele a dirigiu.
Havia prazer nisso, ela descobriu. Dar paix�o, e para isto voltou a voc�. Embora a mente dela nublasse, ela soube o momento que o controle dele rompeu.
Ele era �spero, mas ela se encantou nisto. Ela s� tinha o levado al�m dos civilizaram sendo. A boca dele estava em todos lugares, enquanto provando, em uma viagem
louca dos l�bios dela para o breasts-lingering-then dela abaixe, ainda abaixe, at� que ela pegou a respira��o dela em excita��o surpresa.
O mundo descascou fora, o ch�o, as paredes, teto, ent�o o c�u e o pr�prio ch�o. Ela estava al�m de tudo aquilo, em alguns espiralando t�nel onde s� os sensos regeram.
O corpo dela n�o teve nenhum salto, e ela n�o teve nenhum controle. Ela gemeu, enquanto lutando para um momento para retirar isto, mas o primeiro cume a varreu,
enquanto a lan�ando cegamente. At� mesmo a ilus�o de raz�o quebrou.
Ele a quis assim. Alguma parte escura, primitiva dele precisou saber ele poderia a trazer a esta palpita��o, mundo descuidado de sensa��es. Ela estremeceu em baixo
dele, enquanto ofegando, contudo ele continuou a indo de carro novamente e novamente com m�os e s� declamar. Ele poderia ver o dela enfrente no candlelight-those
chameja de paix�o, de prazer, de necessidade. Ela estava �mida e aquecida. E ele era ganancioso.
A pele dela pulsou em todos lugares debaixo dele ele tocou. Quando ele tocou a boca dele � curva sens�vel onde coxa conhece quadril, ela arqueou e gemeu o nome dele.
O som disto rasgou por ele, enquanto batendo no sangue dele longo depois de l� era sil�ncio.
"Me fale voc� me" quer, ele exigiu como ele correu para cima ela estremecendo corpo novamente. "E s� eu."
"Eu o" quero. Ela n�o poderia pensar de nada. Ela teria lhe dado qualquer coisa. "S� voc�."
Eles uniram em uma viol�ncia que foi sem parar, ent�o quebrada em uma satisfa��o cristalina.
Ela se deita em baixo dele sabendo que ela nunca juntaria as for�as para mover. Havia a for�a apenas para respirar. N�o parecia importar. Pela primeira vez, ela
notou que o ch�o era duro em baixo dela, mas n�o a inspirou trocar a uma posi��o mais confort�vel. Suspirando, ela fechou os olhos dela. Sem muito esfor�o, poderia
dormir ela exatamente onde ela era.
Blake moveu, s� se aproximar e levar o peso dele nos pr�prios bra�os dele. Ela parecia t�o fr�gil de repente, t�o completamente sem defesa. Ele n�o tinha sido suave
com ela, contudo durante o amar, ela tinha parecido t�o forte, assim cheio de fogo.
Ele se deu o prazer de olhar para ela enquanto ela meio cochilou, enquanto usando nada al�m de diamantes ao pulso dela. Como assistiu ele, os olhos dela tremularam
aberto e ela o, catlike de tampas meio-abaixadas, assistiu. Os l�bios dela encurvaram. Ele sorriu a ela, ent�o os beijou.
"O que � para sobremesa? "

Cap�tulo 9
Infelizmente, Ver�o ia precisar de um telefone no escrit�rio dela. Ela preferiu trabalhar imperturbado, e telefones tiveram um h�bito de perturbar, mas o card�pio
final quase foi completado. Ela estava chegando a fase pr�tica de marketing seletivo. Com tantos things-and novo dif�cil-para-vir-por items-on a conta de tarifa,
ela teria que come�ar o processo de achar os melhores provedores. Era um trabalho que ela teria amado ter delegado, mas ela confiou nela pr�prias habilidades negociando,
e a pr�pria intui��o dela, mais que qualquer um outro. Ao escolher um provedor das melhores ostras ou quiabo, voc� precisou ambos.
Depois de limpar o trabalho da manh� dela, Ver�o deu para a pilha de documentos um aceno satisfeito. Os instintos dela sobre levar isto tipo muito diferente de trabalho
tinham sido v�lidos. Ela estava fazendo isto, e fazendo bem isto. O cozinha remodelar era exatamente o que ela tinha pressentido, o pessoal era bem cuidadosamente
trained-and com ela escondeu e selecionou adi��es s� seriam mais assim. Os dois chefes de cozinha de massa novos eram melhor que ela tinha esperado que eles fossem.
O Julio e Ge�rgia tinham enviado um cart�o postal do Hava�, e tinha sido gravado, com alguma honra, para a frente de um refrigerador. Ver�o tinha tido a tenta��o
de s� um momento para lan�ar dardos a isto.
Ela tinha interferido muito pequeno com a organiza��o no quarto jantando. A ilumina��o havia excelente, o linho impec�vel. O food-alone de food-her seriam todos
os refrescando o restaurante requerido.
Logo, ela pensou, ela poderia ter os card�pios novos impresso. Ela s� teve que fixar primeiro abaixo alguns pre�os e pechinchar durante condi��es e horas de entrega.
O pr�ximo passo era a instala��o de um telefone. Escolhendo lidar imediatamente com isto, ela foi � porta. Ela entrou na cozinha de um fim como Monique entrou do
outro. Todo o trabalho cessou.
Divertiu Ver�o, e bastante a agradou, que a m�e dela teve aquele efeito atordoante em pessoas. Ela poderia ver Max que est� de p�, enquanto fitando, com uma colher
de cozinha em uma m�o que gotejou molho despercebido sobre o ch�o. E, claro que, Monique soube fazer uma entrada. Poderia ser dito que ela era uma mulher trazida
entradas.
Ela quase sorriu slowly-it se apareceram hesitantly-as nos que ela pisou, enquanto trazendo o cheiro de Paris e fonte com ela. Os olhos dela eram mais cinza que
a filha dela e, apesar da diferen�a em anos e experimenta, celebrou mais inoc�ncia. Ver�o ainda teve que decidir se fosse calculado ou inato.
"Talvez algu�m poderia me ajudar? "
Seis homens pisaram adiante. Max veio perilously perto de permitir a a��o da colher gotejar em
O ombro de Monique. Ver�o decidiu que estava na hora para restabelecer ordem. "M�e." Ela escovou o modo dela pelo c�rculo de corpos Monique circunvizinho.
"Ah, Ver�o, s� quem eu estava procurando. At� mesmo como ela levou o m�os da filha dela, ela deu para o grupo de faces masculinas um sorriso extenso. "Como fascinante.
Eu n�o acredito que eu alguma vez estive em uma cozinha de hotel antes. Isto so-ah-large �, oui? "
"Por favor, Sra. Dubois-madame. " Incapaz para se conter, Max levou a m�o de Monique. "Eu seria honrado para lhe mostrar para tudo que voc� gostaria de ver. Talvez
voc� se preocuparia provar alguma da sopa? "
"Como am�vel." O sorriso dela teria derretido chocolate em cinq�enta jardas. "Claro que, eu tenho que ver tudo onde minha "trabalhos de filha.
"Filha? "
Obviamente, Ver�o meditou, o Max tinha ouvido nada mais que violinos desde que Monique entrou no quarto. "Minha m�e", Ver�o disse claramente, "Monique Dubois. Este
� Max que toma conta do "pessoal de cozinha.
M�e? Max pensou dumbly. Mas claro que a semelhan�a era t�o forte ele sentia como um bobo por n�o ver isto antes. N�o havia um filme de Dubois ele n�o tinha visto
tr�s vezes pelo menos. "Um prazer." Bastante gallantly, ele beijou a m�o oferecida. "Uma honra."
"Como confortante saber minha trabalhos de filha com tal um cavalheiro." Embora o l�bio de Ver�o enrolasse, ela n�o disse nada. "E eu amaria ver tudo, s� everything-perhaps
depois hoje? " ela somou antes de o Max pudesse come�ar novamente. "Agora, eu tenho que roubar fora h� pouco pouco tempo Ver�o para. Me fale, seria poss�vel ter
um pouco de champanha e caviar entregue a meu apartamento? "
"Caviar n�o est� no card�pio", Ver�o p�s dentro com um olhar de arco a Max. "Como ainda."
"Oh." Lindamente, Monique fez beicinho. "Eu suponho alguma cabe�a, ou um pouco de queijo faria."
"Eu cuidarei disto pessoalmente. Imediatamente, senhora."
"T�o tipo." Com uma agita��o de chicotadas, Monique deslizou o bra�o dela por Ver�o e varreu do quarto.
"Pondo isto em um pouco grosso", Ver�o murmurou.
Monique atrasou a cabe�a dela e deu uma risada borbulhante. "N�o seja t�o brit�nico, ch�rie. Eu h� pouco o fiz um servi�o enorme. Eu aprendi desta manh� o Cocharan
jovem encantador que n�o s� � minha filha um empregado a este mesmo hotel-which voc� n�o aborreceu para contar me-but que voc� teve alguns problemas internos na
cozinha."
"Eu n�o lhe falei porque � s� um arranjo tempor�rio, e porque me � mant�m bastante ocupado. Sobre os problemas internos... "
"Na forma de um Max muito grande." Monique planou no elevador.
"Eu h� pouco posso os controlar sozinho" bom, Ver�o terminou.
"Mas n�o d�i para o ter impressionado por sua ascend�ncia." Depois de apertar o bot�o para o ch�o dela, Monique virou estudar a filha dela. "Assim, eu olho para
voc� na luz e vejo que voc� cresceu mais ador�vel. Isso me agrada. Se a pessoa tiver que ter uma filha crescida, a pessoa deveria ter uma filha crescida bonita."
Rindo, Ver�o tremeu a cabe�a dela. "Voc� � t�o v�o quanto j�."
"Eu sempre serei v�o", Monique simplesmente disse. "Deus que lega eu sempre terei uma raz�o para ser. Agora-" ela Ver�o de motioned fora do elevador "-eu tive meu
caf� matutino e croissants, e minha massagem. Eu estou pronto para ouvir falar deste trabalho novo de seu e seu amante novo. Do olhar de voc�, ambos concordam com
voc�."
"Eu acredito que � habitual para as m�es e filhas discutirem trabalhos novos, mas n�o os amantes novos."
"Pooh." Monique lan�ou aberto a porta para o apartamento dela. "N�s nunca �ramos s� m�e e filha, mas amigos, pas de n'est-ce? E amies de ch�re sempre discutem os
amantes novos."
"O trabalho", Ver�o disse distintamente como ela derrubou em um daybed manteiga-macio e exp�s as pernas dela, est� "trabalhando bastante bem fora. Eu levei isto
originalmente porque me intrigou and-well porque Blake jogou para cima LaPointe em minha face."
"LaPointe? O pequeno homem pequeno-de olhos que voc� detesta tanto? O que contou para a Paris empapela voc� era o dele... "
"Amante", Ver�o disse violentamente. "Ah, sim, tal uma palavra tola, amante, t�o antiquado, voc� n�o concorda? A menos que a pessoa considere que aquele amante �
o termo feminino para mestre." Monique sorriu serenely como ela se drapejou no sof�. "E voc� era? "
"Certamente n�o. Eu n�o o teria deixado p�r as pequenas m�os rechonchudas dele em mim se ele tivesse sido meio o chefe de cozinha que ele reivindica ser."
"Voc� poderia ter processado."
"Ent�o mais pessoas teriam rido silenciosamente e teriam dito onde h� fume h� fogo. Os pequenos su�nos franceses teriam amado isso." Ela estava friccionando os dentes
dela, assim ela relaxou a mand�bula dela deliberadamente. "N�o me adquira come�ado em LaPointe. Era bastante aquele Blake me manobrou neste trabalho com ele como
uma extremidade."
"Um man-your muito inteligente Blake que �."
"Ele n�o � meu Blake", Ver�o disse sugestivamente. "Ele � o pr�prio homem dele, da mesma maneira que eu sou minha pr�pria mulher. Voc� sabe que eu n�o acredito naquele
tipo de coisa." A batida discreta teve Monique negligently ondulante e Ver�o que sobem para responder. Ela pensou, como a bandeja de queijos e fruta fresca e o balde
de champanha de iced era que tem rodas dentro, aquele Max deve ter colidido ao redor como um louco a isto serviu t�o prontamente. Ver�o assinou o cheque com um adorno
e despediu o gar�om.
� toa Monique inspecionou a bandeja antes de escolher um �nico cubo de queijo. "Mas voc� est� apaixonado por ele." Ocupe com a corti�a de champanha, Ver�o olhou
em cima de. "O que? "
"Voc� est� apaixonado pelo Cocharan jovem." A corti�a explodiu fora, champanha assobiou e geysered da garrafa. Monique ergueu o copo dela a ser enchido somente.
"Eu n�o estou apaixonado por ele", Ver�o disse com um desespero subjacente que a m�e dela reconheceu. "A pessoa sempre est� apaixonado pelo "amante da pessoa.
"N�o, a pessoa n�o �. Com um pouco mais controle, Ver�o verteu o vinho. "Neg�cios n�o t�m que ser rom�ntico e florido. Eu estou apaixonado por Blake, eu o respeito.
Eu o considero um homem atraente, inteligente e desfruto a companhia" dele.
"� poss�vel dizer o mesmo de um irm�o, ou um tio. At� mesmo talvez um ex-marido", Monique comentou. "Isto n�o � o que eu o penso sente para Blake."
"Eu sinto paix�o por ele", Ver�o disse impacientemente. "Paix�o n�o ser� comparada com carinho."
"Ah, Ver�o". Divertido, Monique escolheu uma uva. "Voc� pode pensar com sua mente brit�nica, mas voc� sente com seu cora��o franc�s. Este Cocharan jovem n�o � um
homem que qualquer mulher despediria" ligeiramente.
"Como pai goste de filho? " O momento que foi dito, Ver�o lamentou isto.
Mas Monique s� sorriu, suavemente, reminiscently. "Me ocorreu. Eu n�o esqueci A.C."
"Nem ele voc�."
Interessado, Monique sacudiu atr�s do passado. "Voc� conheceu o pai de Blake? "
"Brevemente. Quando seu nome foi mencionado que ele olhou como se ele tinha sido golpeado atrav�s de raio."
O sorriso macio ficou brilhante. "Como lisonjeiro. Uma mulher gosta de acreditar ela permanece na mem�ria de um homem longo depois que eles separarem."
"Voc� pode ser lisonjeado. Eu posso lhe falar eu era maldito inc�modo."
"Mas por que? "
"M�e." Inquieto, Ver�o subiu novamente e come�ou a passo. "Eu fui atra�do a Blake-very muito attracted-and ele para mim. Como voc� pensa que eu sentia quando eu
estava falando com o pai dele, e ambos A.C. e eu estava pensando no fato que voc� tinha sido os amantes? Eu n�o penso que Blake tem qualquer id�ia. Se ele fez, voc�
percebe como desajeitado a situa��o seria? "
"Por que? "
Em uma respira��o longa, Ver�o virou novamente � m�e dela. "A.C. era e se casa com a m�e de Blake. Eu adquiro a impress�o Blake bastante apaixonado pela m�e dele,
e do pai" dele.
"O que tem isso para ver com isto? " O gesto de Monique era tipicamente French-a desprezam encolha os ombros, um levantamento leve da m�o, palma fora. "Eu tamb�m
estava apaixonado pelo pai dele. Me" escute, ela continuou antes de Ver�o pudesse replicar. "A.C. sempre estava apaixonado pela esposa dele. Eu soube isso ent�o.
N�s consolamos um ao outro, fez para um ao outro riso em o que era um tempo miser�vel por ambos n�s. Eu agrade�o isto, n�o envergonhado disto. Voc� deveria" nem.
"Eu n�o estou envergonhado." Frustrado, Ver�o arrastou uma m�o pelo cabelo dela. "Eu n�o lhe pe�o que seja, but-damn isto, M�e, � desajeitado."
"Vida � freq�entemente. Voc� me lembrar� h� regras, e assim h�." Ela atrasou a cabe�a dela e assumiu a arrog�ncia real a filha dela tinha herdado. "Eu n�o jogo pelas
regras, e eu n�o me desculpo."
"M�e." Se amaldi�oando, Ver�o foi e ajoelhou ao lado do sof�. "Eu n�o o estava criticando. S� � que o que � certo para voc�, o que � bom para voc�, n�o � certo e
bom para mim."
"Voc� pensa que eu n�o sei isso? Voc� pensa que eu o teria viver minha vida? " Monique p�s uma m�o no cabe�a da filha dela. "Talvez eu vi felicidade mais funda que
voc� viu. Mas eu tamb�m vi desespero mais fundo. Eu n�o lhe posso desejar o primeiro sem o conhecer enfrentaria o segundo. Eu quero para voc� o que voc� deseja para
voc�."
"Algumas coisas voc� tem medo de desejar para."
"N�o, mas algumas coisas s�o desejadas mais cuidadosamente para. Eu lhe darei um pouco de conselho." Ela bateu levemente a cabe�a de Ver�o, ent�o a se aproximou
sente no sof�. "Quando voc� era uma pequena menina, eu lhe dei nenhum porque as crian�as pequenas sempre foram um mist�rio a mim. Quando voc� cresceu, voc� n�o teria
escutado qualquer. Talvez agora n�s nos colocamos ao ponto entre a m�e e filha quando cada entender o outro � inteligente."
Com um riso, Ver�o escolheu um morango da bandeja. "Certo, eu escutarei."
"N�o lhe faz menos de uma mulher precisar de um homem." Quando Ver�o carranqueou, ela continuou. Precisar a pessoa para existir, sim, esta � tolice. Para precisar
a pessoa para dar uma extens�o e import�ncia, isto � desonesto. Mas precisar de um homem, um homem, trazer alegria e paix�o? Esta � vida."
Pode haver alegria e paix�o na vida de uma mulher sem um homem."
"Um pouco de alegria, um pouco de paix�o", que Monique concordou. "Por que se conforme com alguns? O que � que voc� prova cortando o que uma necessidade natural
�? Talvez � uma mulher tola que leva um homem diferente como um marido, quatro vezes. Novamente, eu n�o me desculpo, mas s� o lembra que Ver�o Lyndon n�o � Monique
Dubois. N�s procuramos coisas diferentes de modos diferentes. Mas n�s somos ambas as mulheres. Eu n�o lamento minhas escolhas."
Com um suspiro, Ver�o p�s a cabe�a dela no ombro da m�e dela. "Eu quero poder dizer que para mim. Eu sempre pensei eu pude."
"Voc� � uma mulher inteligente. Que escolha que voc� faz ser� certa para voc�."
"Meu maior medo sempre foi cometer um erro."
"Talvez seu maior medo � seu maior engano." Ela tocou a bochecha de Ver�o novamente. "Venha, verta um pouco mais champanha para mim. Eu lhe contarei meu Keil."
Quando Ver�o voltou � cozinha, a mente dela ainda estava jogando atr�s a conversa��o dela com Monique. Era raro que Monique a apertou para detalhes sobre a vida
pessoal dela, e mais raro ainda para ela oferecer conselho. Era verdade que a maioria da hora que eles tinham gastado junto tinha sido dedicado a uma inscri��o das
virtudes de Keil Morrison, mas nesses primeiros momentos, tinha dito Monique que coisas projetaram para fazer think-designed de Ver�o para a fazer come�ar a duvidar
a pr�pria lista dela de prioridades.
Mas quando ela chegou as portas de vaiv�m que conduzem na cozinha, e os sons do argumento a conheceram, ela soube que o pensamento dela teria que esperar.
"Minha ca�arola est� perfeita."
"Muito leite, muito pouco queijo".
"Voc� nunca p�de admitir que minhas ca�arolas s�o melhores que seu."
Talvez a cena era laughable-huge o Max e pequeno Charlie, o undersized cozinheiro coreano que veio nenhum mais alto que o esterno do superior dele. Eles estavam
de p�, enquanto luzindo a um ao outro, enquanto ambos eles seguraram um aperto s�lido em uma ca�arola de espinafre. Poderia ter sido c�mico, Ver�o pensou wearily,
se o resto do pessoal de cozinha j� n�o tivesse estado escolhendo para cima lados enquanto as ordens de almo�o foram ignoradas.
"Trabalho inferior", o Max replicou. Ele contudo perdoar o Charlie por estar fora tr�s corrida de dias doente.
"Suas ca�arolas sempre s�o trabalho inferior. Os meus est�o perfeitos."
"Muito leite", o Max disse solidamente. "N�o bastante queijo."
"Problema? '' Ver�o pisou para cima, enquanto se revestindo entre eles.
"Este pequeno homem esquel�tico que mascara como um cozinheiro est� tentando para fazer passar esta massa de folhas encharcadas por uma "ca�arola de espinafre. O
Max tentou arrastar o prato de copo fora e achar que o pequeno homem esquel�tico era surpreendentemente forte.
"Este caro�o grande de massa que se chama um chefe de cozinha tem ci�mes porque eu sei mais sobre legumes que ele faz."
Ver�o mordeu abaixo duro no l�bio de fundo dela. Condene, era engra�ado, mas a cronometragem era toda a injusti�a. "Talvez o resto de voc� poderia voltar trabalhar",
ela come�ou coolly, "antes de que clientela que n�s partimos no quarto jantando evacua aos mais pr�ximos arcos dourados para servi�o decente. Agora... " Ela retrocedeu
aos dois oponentes. Qualquer momento, ela decidiu, l� seja descoberto dentes e rosnaduras. "Isto, eu levo isto, � a ca�arola em quest�o."
"O prato � uma ca�arola", o Max lan�ou atr�s. O que est� nisto � lixo." Ele arrastou novamente.
"Lixo! " O pequeno cozinheiro gritou em afronta, ent�o enrolou o l�bio dele. "Lixo � o que voc� se passa como costela principal. A �nica coisa comest�vel no prato
a primavera min�scula de salsa � voc� parte com." Ele arrastou atr�s.
"Cavalheiro, eu poderia fazer uma pergunta? " Sem esperar por uma resposta, ela tocou um dedo ao prato. Ainda estava rapidamente morno, mas refrescante. "Qualquer
um provou a ca�arola? "
"Eu n�o provo veneno." Max deu para o prato outro pux�o. "Eu verto veneno abaixo a pia."
"Eu n�o teria gosto de boi de this-this uma colherada de minha espinafre." Charlie arrancou direito atr�s. "Ele contaminaria isto."
"Certo, crian�as", Ver�o disse em doces tons que tiveram o aborrecimento de ambos os homens que vira nela. "Por que eu n�o fa�o a prova? "
Ambos os homens de olhos um ao outro cautelosamente. "Lhe diga que deixe v� de minha espinafre", o Charlie insistiu.
"Max-"
"Ele deixa v� primeiro. Eu sou o superior" dele.
"Charlie-"
"O �nico superior de coisa � o peso" dele. E o cabo-de-guerra come�ou novamente.
Fora de paci�ncia, Ver�o lan�ou para cima as m�os dela. "Certo, bastante! "
Poderia ter sido o choque de ter o dela levante a voz dela, algo que ela nunca tinha feito no kitchen-or que poderia ter sido que o pr�prio prato estava ficando
escorregadio de controlar tanto. De qualquer modo, � palavra dela, o prato caiu fora das m�os de ambos os homens com for�a. Golpeou a extremidade do contador, enquanto
quebrando, de forma que copo voou at� mesmo antes da ca�arola e seus conte�dos bateram o ch�o. Em harmonia, o Max e Charlie estouraram com abuso e acusa��es.
Ver�o, distra�do pela dor no bra�o certo dela, olhou abaixo e viu o sangue come�ar a vazar de uma quatro-polegada corte. Pasmo, ela encarou isto durante uns tr�s
segundos cheios enquanto a mente dela rejeitou a id�ia fora a que sangue, o sangue dela, poderia verter t�o depressa completamente.
"Com licen�a", ela administrou a comprimento. "Voc� pensa os dois de voc� poderiam terminar este c�rculo depois que eu deixar de sangrar a morte? "
Charlie examinou, uma torrente de abuso que treme na l�ngua dele. Ao inv�s, ele encarou largo-de olhos a ferida, ent�o sem dinheiro em uma perambula��o entusiasmada
de coreano.
"Se voc� deixasse de interferir", o Max come�ou, at� mesmo como ele pegou vis�o do sangue que corre abaixo o bra�o de Ver�o. Ele branqueou, ent�o para todo o mundo
surpresa, movida como raio. Agarrando um pano limpo, ele apertou isto contra o corte no bra�o de Ver�o. "Sente", ele ordenou e a cutucou sobre um tamborete de cozinha.
"Voc�", ele berrou em particular a ningu�m, "limpe estas bagun�as." J� ele estava formando um torniquete. "Relaxe", ele disse a Ver�o com bondade desacostumada.
"Eu quero ver como fundo �."
Vertiginoso, ela acernar com a cabe�a e manteve os olhos dela treinados no vapor de uma panela pelo quarto. Realmente n�o doeu t�o muito, ela pensou como a vis�o
dela toldou refocused ent�o. Ela tinha imaginado tudo aquilo provavelmente sangue.
"O que o inferno vai em em aqui? " Ela ouviu a voz de Blake vagamente atr�s dela. "Voc� pode ouvir a como��o em aqui claro fora para o quarto jantando." Ele escarranchou
em cima de, enquanto pretendendo dar para Ver�o e para Max a escolha de desemprego ou coexist�ncia calma. O pano vermelho-manchado o parou frio. "Ver�o? "
"Um acidente", o Max disse apressadamente enquanto Ver�o tremeu a cabe�a dela para clarear isto. O deep-she de "o corte precisar�o de pontos."
Blake j� estava agarrando o pano de Max e o empurrando aparte. "Ver�o. Como o inferno isto aconteceu? "
Ela focalizou na face dele e preocupa��o registrada e talvez tempera nos olhos dele antes de tudo come�ou a nadar novamente. Ent�o ela cometeu o erro de olhar para
baixo ao bra�o dela. "Ca�arola de espinafre", ela disse tolamente antes de ela deslizasse do tamborete em um morto l�nguido.
A pr�xima coisa que ela ouviu era um argumento. Isto n�o � em onde eu vim? ela pensou vagamente. S� a levou um momento reconhecer a voz de Blake, mas o outro, feminino
e seca, era um estranho.
"Eu estou ficando."
"Sr. Cocharan, voc� n�o � um parente. Est� contra pol�tica de hospital para voc� permanecer enquanto n�s tratarmos Sra. Lyndon. Me acredite, � s� uma quest�o de
alguns pontos."
Alguns pontos? O est�mago de ver�o rolou. Ela n�o gostou de admitir isto, mas quando veio a tipo de needles-the que a profiss�o m�dica gostada de cutucar em flesh-she
era uma covarde completa. E se o senso dela de cheiro n�o estivesse pregando pe�as nela, ela soube onde ela era. O odor de antiseptics era muito muito reconhec�vel.
Talvez se ela h� pouco sentou para cima e quietamente caminhou fora, ningu�m notaria.
Quando ela sentou para cima, ela se achou em um quarto examinador pequeno, encortinado. O olhar dela iluminou em uma bandeja que segurou todos o brilhante, terrificando
ferramentas do com�rcio.
Blake surpreendeu o movimento do canto do olho dele, e estava ao lado dela. "Ver�o, s� relaxe."
Umedecendo os l�bios dela, ela estudou o quarto novamente. "Hospital? "
Quarto de emerg�ncia." Eles v�o fixar seu bra�o."
Ela administrou um sorriso, mas manteve o olhar dela fechado na bandeja. "Eu da mesma maneira que logo n�o." Quando ela come�ou a balan�ar as pernas dela em cima
do lado da mesa examinadora, o doutor era a parar l�.
"Ainda minta, Sra. Lyndon."
Ver�o encarou a face feminina dura, forrada atr�s. Ela teve cabelo crespo a cor de um p�ssego, e �culos de arame-beira. Ver�o mediu a pr�pria for�a dela contra o
doutor e decidiu ela poderia ganhar. "Eu vou para casa agora", ela simplesmente disse.
"Voc� vai mentir a� mesmo e adquirir aquele bra�o costurou. Agora esteja quieto."
Bem, talvez se ela recrutasse um aliado. "Blake? "
"Voc� precisa de pontos, amor".
"Eu n�o os" quero.
"Precise", o doutor corrigiu, vivamente. "Enfermeira! " Enquanto ela esfregou as m�os dela em uma pia min�scula, ela examinou o ombro dela atr�s. "Sr. Cocharan,
voc� ter� que esperar fora."
"N�o." Ver�o conseguiu lutar atr�s em uma posi��o sentando. "Eu n�o o" conhe�o, ela falou para a mulher branco-coberta � pia. "E eu n�o a" conhe�o, ela somou quando
o enfermeira empurrado passado as cortinas. "Se eu vou ter que sentar aqui enquanto voc� costura meu bra�o com intestino de gato ou tudo que que � que voc� usa,
eu vou ter algu�m aqui que eu sei." Ela apertou o aperto dela na m�o de Blake. "Eu o" conhe�o. Ela coloca atr�s mas manteve o cabo de morte na m�o de Blake.
"Muito bem." Reconhecendo um testamento forte e medo b�sico, o doutor cedeu. "H� pouco se vire sua cabe�a, ela aconselhou. "Isto n�o levar� muito tempo. Eu j� usei
jardas de intestino de gato hoje."
"Blake." Ver�o levou uma respira��o funda e olhou diretamente nos olhos dele. Ela n�o pensaria em o que as duas mulheres no outro lado da mesa estavam fazendo ao
bra�o dela. "Eu tenho uma confiss�o para fazer. Eu n�o lido muito bem com este tipo de coisa." Ela engoliu novamente quando ela sentia a press�o na pele dela. "Eu
tenho que ser tranq�ilizado para consumir um compromisso dental."
Fora do canto do olho dele, ele viu o doutor leva o primeiro ponto. "N�s quase tivemos que fazer a mesma coisa para Max." Ele correu o dedo polegar dele ternamente
em cima das juntas dele. "Depois disto, voc� poderia lhe falar voc� vai p�r em um fog�o madeira-ardente e um forno e ele n�o lhe dariam nenhuma dificuldade."
"Um inferno de um modo para adquirir coopera��o." Ela estremeceu, sentia o rolo de est�mago dela e engoliu desesperadamente. "Fale com me-about qualquer coisa."
"N�s dever�amos levar um fim de semana, logo, e dever�amos ir para a praia. Alguns colocam quieto, corrija no oceano."
Era uma imagem boa, ela lutou focalizar nisto. "Qual oceano? "
"Qualquer um que voc� quer. N�s n�o faremos nada durante tr�s dias mas mentiremos ao sol, fa�a amor."
O enfermeira jovem olhou em cima de, e um suspiro escapou antes do doutor pegou o olho dela.
"Assim que eu voltasse de Roma. Tudo voc� tem que fazer � achado alguma pequena ilha no Pac�fico enquanto eu tenho sido ido. Eu gostaria alguns palma sobe em �rvore
e nativo amig�veis."
"Eu olharei nisto."
"Enquanto isso", o doutor p�s dentro como ela cortou fora um comprimento de bandagem. "Mantenha este penso seque, mudou em cada terceiro dia e voltou em duas semanas
para ter os pontos removido. Uma fatia s�rdida", ela somou, enquanto dando para a bandagem um �ltimo ajuste profissional. "Mas voc� viver�."
Ver�o de Cautiously virou a cabe�a dela. A ferida estava agora coberta na gaze branca est�ril. Parecia limpo, apare e de alguma maneira competente. A n�usea enfraqueceu
imediatamente. "Eu pensei que eles fizeram os pontos assim eles dissolveram."
"� um bra�o agrad�vel." O doutor enxaguarr as m�os dela na pia. "N�s n�o querer�amos uma cicatriz nisto. Eu lhe darei uma prescri��o para algumas "p�lulas de dor.
Ver�o fixou a mand�bula dela. "Eu n�o os" levarei.
Com um encolha os ombros, o doutor secou as m�os dela. "O vista. Oh, e voc� poderia tentar as Ilhas de Solomon fora Guin� Nova." Chicoteando a cortina atr�s, ela
escarranchou fora.
Uma real senhora", Ver�o murmurado como Blake a ajudou fora a mesa. Maneira de lado da cama maravilhosa." Eu n�o posso pensar por que eu n�o a contrato como meu
m�dico pessoal."
A coragem estava de volta, Blake pensou com um sorriso, mas manteve um bra�o encorajador ao redor a cintura dela. "Ela era exatamente o que voc� precisou. Voc� n�o
precisou de mais nenhuma condol�ncia, ou preocupa, que voc� estava obtendo de mim."
Ela carranqueou nele como ele a conduziu no lote de estacionamento. "Quando eu sangro", ela corrigiu, "eu preciso de muito condol�ncia e preocupa��o."
"O que voc� precisa-" ele beijou a testa dela antes de abrir a porta de carro ''-� uma cama, um quarto escuro e alguns horas resto."
"Eu volto para trabalhar", ela corrigiu. "A cozinha provavelmente caos, e eu tenho uma lista longa de telefonemas logo a make-as como voc� organize para ter um telefone
enganchado para cima para mim."
"Voc� vai para casa, para cama".
"Eu deixei de sangrar", Ver�o o lembrou. "E entretanto eu admito eu sou um beb� completo quando entrar a sangue e agulhas e doutores em casacos brancos que s�o agora
terminados. Eu estou bem."
"Voc� est� p�lido." Ele parou a uma luz e virou a ela. N�o estava completamente claro a ele como ele tinha consumido a �ltima hora nele. "Voc� bra�o est� pulsando
certamente agora, ou logo ser�. Eu fa�o isto um policy-whenever um de meu pessoal desfalece no trabalho, eles t�m o resto do dia fora."
"Muito liberal e humanit�rio de voc�. Eu n�o teria desfalecido se eu n�o tivesse olhado."
"Casa, Ver�o".
Ela sentou para cima, dobrou as m�os dela e levou uma respira��o funda. O bra�o dela estava pulsando, mas ela n�o teria admitido isto agora para qualquer coisa.
Com a dor nova, e aborrecimento, era f�cil esquecer que ela tinha agarrado a m�o dele pouco tempo antes. "Blake, eu percebo eu mencionei isto antes, mas �s vezes
n�o d�i para reiterar. Eu n�o levo ordens."
Sil�ncio reinou no carro durante quase um minuto cheio. Blake se ficava ocidental, longe de Cocharan House e para o pr�dio de apartamentos de Ver�o.
"Eu levarei h� pouco um t�xi", ela disse ligeiramente.
"O que voc� levar� � um par de aspirina, corrige antes de eu puxasse as sombras e o comprimo em cama."
Deus que pareceu c�u. Ignorando a imagem, ela fixou o queixo dela. "S� porque eu de little-while de you-a que a mulher estava manipulando a agulha dela, n�o signifique
eu preciso de um guardi�o."
Havia um modo para convencer fazer para ela como quis ele. Blake considerou isto. Talvez o modo direto era o melhor modo. "Eu n�o suponho voc� notou quantos pontos
p�s ela em seu bra�o."
"N�o." Ver�o olhou fora a janela.
"Sim. Eu os contei como coseu ela. Quinze. Voc� n�o notou o tamanho da agulha, qualquer um? "
"N�o." Apertando uma m�o ao est�mago dela ela luziu a ele. Piscina suja", Blake".
"Se trabalha... " Ent�o ele deslizou uma m�o em cima de seu. "Um cochilo, Ver�o. Eu ficarei com voc� se voc� gostar."
Como era suposto que ela lidava com ele quando ele foi de ser am�vel, para imundo, para suave? Como era suposto que ela lidava com ela quando tudo que ela realmente
quis eram se enrolar ao lado dele onde ela soube que estaria seguro e morno? "Eu descansarei." Tudo de uma vez, ela sentia ela precisou, mal, mas j� n�o teve nada
que ver com o bra�o dela. Se ele mexesse continuamente que as emo��es dela gostam isto, os pr�ximos meses iam ser imposs�veis. "S�", ela terminou firmemente. "Voc�
tem bastante para apoiar no hotel."
Quando ele parou em frente ao edif�cio dela, ela tirou uma m�o para o parar de virar fora a m�quina. "N�o, voc� n�o precisa aborrecer para surgir. Eu irei para cama,
eu prometo." Porque ela pudesse o sentir tenso com uma obje��o, ela sorriu e apertou a m�o dele. Eu tenho que subir s�, ela percebeu. Se ele viesse agora com ela,
tudo poderia mudar. "Eu vou levar esses aspirina, viro no est�reo e deito. Eu sentiria bem se voc� passaria pela cozinha e faria certo que tudo � certo l�."
Ele estudou a face dela. A pele dela estava p�lida, os olhos dela cansam. Ele quis ficar com ela, tenha o cabo dela novamente sobre ele para apoio. At� mesmo como
ele sentou ao lado dela, ele poderia sentir a dist�ncia que ela estava pondo entre eles. N�o, ele n�o permitiria that-but agora para, ela precisou de resto mais
que ela precisou dele.
"Se isso � o que voc� quer. Eu o chamarei hoje � noite."
Se inclinando, ela beijou a bochecha dele, ent�o escalada depressa do carro. "Obrigado por segurar minha m�o."

Cap�tulo 10
Estava come�ando a ranger nos nervos dela. N�o era como se Ver�o n�o desfrutou aten��o. Mais que desfrutando isto, ela viria esperar isto como de costume na carreira
dela. N�o era como se ela n�o gostasse de ser suprido. Isso era algo ela tinha desenvolvido um gosto cedo para em, crescendo em casas com criados. Mas como sabe
qualquer cozinheiro bom, a��car tem que ser dispensado com uma m�o cuidadosa.
Monique tinha estendido a perman�ncia dela uma semana cheia, enquanto reivindicando que ela n�o pudesse deixar a Filad�lfia possivelmente enquanto Ver�o ainda estava
recuperando de um dano. O mais Ver�o tentou depreciar o incidente inteiro do bra�o dela e os pontos, o mais Monique olhou para ela com admira��o e preocupa��o. O
mais admira��o e interessa ela recebeu, o mais Ver�o preocupou sobre aquela pr�xima visita ao doutor.
Embora n�o estivesse em car�ter, Monique tinha entrado no h�bito de vir o escrit�rio de Ver�o diariamente com x�caras curativas de ch� e tigelas de soup-then saud�vel
que se levanta em cima da filha dela at� que tudo foi consumido.
Durante os primeiros dias, Ver�o tinha achado isto bastante ch� de sweet-though e sopa n�o estavam de regime habitual. At� onde ela pudesse se lembrar, Monique sempre
tinha estado amando e certamente tipo, mas nunca materno. Por isto s�, Ver�o bebeu o ch�, comeu a sopa e engoliu reclama��es junto com eles. Mas como continuou,
e como Monique constantemente interrompeu as fases finais do planejamento dela, Ver�o come�ou a perder paci�ncia. Ela poderia ter podido tolerar o overreaction de
Monique e mothering, se n�o tivesse sido para o mesmo tratamento pelo pessoal de cozinha, encabe�ado por Max.
Lhe permitiram n�o fazer nada para ela. Se ela come�asse a amea�ar uma panela de caf�, algu�m estava l�, enquanto assumindo, insistindo que ela senta e descansa.
Diariamente a precisamente meio-dia, o pr�prio Max a trouxe em uma bandeja com a especialidade de almo�o do dia. Salm�o furtado, sufl� de lagosta, berinjela enchida.
Ate-because de ver�o gostam da m�e dela, ele pairou em cima de her-while ela teve vis�es de um toucinho hamb�rguer com queijo dobro com uma ordem lateral generosa
de an�is de cebola.
Foram abertas portas para ela, olhares preocupados lan�ados o modo dela, frases conciliat�rias amontoaram nela at� que ela quis gritar. Uma vez quando ela tinha
sido enervada bastante para estalar que ela teve alguns pontos no bra�o dela, n�o uma doen�a terminal, que ela ainda tinha sido trazida um pires de biscoitos de
baunilha claros para outra x�cara calmante de tea-with.
Eles estavam a matando com bondade.
Toda vez ela pensou que ela tinha alcan�ado o limite dela, Blake conseguiu nivelar coisas novamente para ela. Ele n�o era caloso do dano dela ou at� mesmo indelicado,
mas ele n�o a estava tratando certamente como se ela seja a atra��o principal em um leito de morte.
Ele teve um instinto misterioso por escolher o tempo certo para telefonar ou derrubar dentro na cozinha. Ele estava l�, tranq�ilo quando ela precisou de calma, ordenou
quando ela ansiou por ordem. Ele exigiu coisas dela quando todo o mundo insistiu outro que ela n�o pudesse erguer um dedo para ela. Quando ele a aborreceu, estava
de um modo completamente diferente, um modo que testou e estirou as habilidades dela em lugar de os sufocou.
E com Blake, n�o teve Ver�o que impedindo culpa sobre soltar com o temperamento dela. Ela poderia gritar a ele sabendo que ela n�o veria a paci�ncia sem fundo nos
olhos dele que ela viu em Max. Ela poderia ser irracional e n�o seja preocupada que os sentimentos dele seriam do�dos como a m�e dela.
Sem perceber isto, ela come�ou ao ver como um pilar de solidez e sentir em um mundo de tolice. E, durante talvez a primeira vez na vida dela, ela sentia uma necessidade
intr�nseca por aquele pilar.
Junto com Blake, Ver�o a teve trabalha para manter o temperamento dela e o nervo dela termina abaixo algum am�vel de controle. Ela se verteu nisto. Havia sess�es
longas com a impressora projetar o menu-an perfeito ard�sia elegante cinza com as palavras CASA de COCHARAN modelou no front-thick papel de pergaminho cremoso dentro
de listar as escolhas finais dela em manuscrito delicado. Ent�o havia os card�pios de servi�o de quarto que entrariam isso mesmo em cada unit-not luxuoso, talvez,
mas Ver�o cuidou disto que eles eram distintos no pr�prio direito deles/delas. Ela falou por horas com provedores, pechinchando, exigindo, e se desfrutando mais
que ela alguma vez teria adivinhado, at� que ela adquiriu as condi��es que ela quis precisamente.
N�o lhe deu um brilho de success-perhaps o flash que ela sentia em completar algum dish-but espetacular um brilho definido. Ela achou isso de um modo diferente,
estava satisfazendo igualmente.
E era unpardonably que aborrece para ser contado, depois da conclus�o de uma negocia��o particularmente longa e pr�spera, que ela deveria tirar uma pequena soneca.
"Cherie." Monique planou no quarto de armazenamento, da mesma maneira que Ver�o, desligado o telefone com o a�ougueiro, enquanto ag�entando a x�cara inevit�vel de
ch� herb�rio. "Est� na hora voc� descansou. Voc� n�o deve se empurrar assim."
"Eu estou bem, M�e". Olhando ao ch�, Ver�o esperou sinceramente que ela n�o amorda�asse. Ela quis algo carbonatado e frio, preferivelmente carregou com cafe�na.
"Eu h� pouco estou revisando os contratos com os provedores. � um pouco complicado e eu tenho ainda adquiriu uma ou duas chamadas para fazer."
Se ela tivesse esperado que isso seria uma sugest�o suave que ela precisou de privacidade para trabalhar, ela foi desapontada. "Muito complicado quando voc� j� trabalhou
tantos horas hoje", Monique insistiu e se sentou no outro lado da escrivaninha. "Voc� esquece, voc� teve um choque."
"Eu cortei meu bra�o", Ver�o disse com paci�ncia cansada.
"Quinze pontos", Monique a lembrou, ent�o carranqueou com desaprova��o como Ver�o alcan�ado para um cigarro. "Esses s�o t�o ruins para sua sa�de, Ver�o".
Tens�o "t�o nervosa", ela murmurou, ent�o doggedly clarearam a garganta dela. "M�e, eu sou Keil seguro est� sentindo falta de voc� desesperadamente da mesma maneira
que voc� tem que estar sentindo falta dele. Voc� n�o deveria estar longe de seu marido novo para t�o longo."
"Ah, sim." Monique suspirou e olhou dreamily para o teto. "Para uma noiva nova, um dia longe do marido dela est� como uma semana, uma semana pode ser um ano." Abruptamente,
ela apertou as m�os dela junto, enquanto tremendo a cabe�a dela. "Mas meu Keil, ele � o mais compreensivo de homens. Ele sabe que eu tenho que ficar quando minha
filha precisa de mim."
Ver�o abriu a boca dela, ent�o feche novamente. Diplomacia, ela se lembrou. Tato. "Voc� foi maravilhoso", ela come�ou, um pouco culpavelmente, porque era verdade.
"Eu n�o lhe posso falar quanto aprecio eu todo o tempo, toda a dificuldade, que voc� assumiu esta �ltima semana ou assim. Mas meu bra�o quase curou agora. Eu estou
realmente bem. Eu sinto propriedade terrivelmente culpada voc� aqui quando voc� deveria estar desfrutando sua lua de mel."
Com a luz dela, riso sensual, Monique acenou uma m�o. "Minha do�ura, voc� aprender� que uma lua de mel n�o � um tempo ou uma viagem, mas um estado de mente. N�o
o interesse com isso. Al�m, voc� pensa que eu pudesse partir antes de eles tirassem esses pontos s�rdidos de seu bra�o? "
"M�e-" Ver�o sentia o arranco no est�mago dela e alcan�ou para o ch� em defesa.
"N�o, n�o. Eu n�o estava l� para voc� quando o doutor o tratou, mas-" aqui, os olhos dela encheram e os l�bios dela tremeram "-eu estarei por seu lado quando ela
remover them-one de cada vez."
Ver�o teve um quadro todos-muito-v�vido dela que mente uma vez mais na mesa examinadora, o doutor duro-enfrentado em cima dela. Monique, delicado em preto, estaria
estando de p� por, tocando de leve aos olhos dela com um len�o rendilhado. Ela n�o estava segura se ela quisesse gritar, ou h� pouco derruba a cabe�a dela entre
os joelhos dela.
"M�e, voc� ter� com licen�a. Eu h� pouco me lembrei, eu tenho um compromisso com Blake no escrit�rio" dele. Sem esperar por uma resposta, Ver�o saiu apressado do
quarto de armazenamento.
Quase imediatamente os olhos de Monique estavam secos e os l�bios dela encurvaram. Inclinado atr�s na cadeira dela, ela riu em del�cia. Talvez ela sempre n�o tinha
sabido h� pouco o que ver com uma filha quando Ver�o tinha sido uma crian�a, mas agora... a Mulher para mulher, ela soube cutucar a filha dela junto precisamente.
E ela estava a cutucando junto para Blake onde Monique teve nenhum a duvide forte-legou, pr�tico e muito-amou a filha pertenceu.
"Um l'amour", ela disse e ergueu o ch� em uma torrada.
N�o importou a Ver�o que ela n�o teve um compromisso, s� que ela v� Blake, fala com ele e restabelece a sanidade dela. "Eu tenho que ver Sr. Cocharan", ela disse
desesperadamente como ela empurrou passado certo o recepcionista.
"Mas, Sra. Lyndon-"
Descuidado, Ver�o colidiu pelo escrit�rio exterior e lan�ado aberto a porta dele sem bater. "Blake! "
Ele ergueu uma sobrancelha, motioned ela dentro de, ent�o continuou com a conversa��o de telefone dele. Ela olhou, ele pensou, como se ela estivesse nas �ltimas
fases de um manhunt, e no lado errado dos sabujos. O primeiro instinto dele poderia ter sido confortar, acalmar, mas bom senso prevaleceu. Era tudo muito �bvio que
ela estava adquirindo bastante disso, e detestando isto.
Frustrado, ela girou ao redor do quarto. Energia nervosa fluiu dela. Ela espiou � janela, ent�o, inquieto, virou longe da vis�o. No final das contas ela caminhou
� barra e verteu uma por��o desafiante de vermute para ela. O momento ela ouviu o telef�nico fa�a tique-taque atr�s no ber�o, ela virou a ele.
"Algo tem que ser feito! "
"Se voc� vai ondular que ao redor", ele disse suavemente, enquanto indicando o copo dela, "voc� beberia melhor uns primeiro. Estar� por toda parte voc�."
Fazendo carranca, olhar de Ver�o um gole longo. "Blake, minha m�e tem que voltar para a Calif�rnia."
"Oh? " Ele terminou de rabiscar um memorando. "Bem, n�s estaremos arrependidos de para a ver ir."
"N�o! N�o, ela tem que voltar, mas ela n�o vai. Ela teima em ficar aqui e me alimentar em catatonia. E Max", ela continuou antes de ele pudesse comentar. "Algo tem
que ser feito sobre Max. Today-today era salada de camar�o e abacate. Eu n�o posso levar muito mais." Ela chupou em uma respira��o, ent�o continuada um vagueando
ofuscado de reclama��es. O "Charlie olha para mim como se eu fosse o Joan de Arco, e o resto do pessoal de cozinha � da mesma maneira que bad-if n�o pior. Eles est�o
me dirigindo louco."
"Eu posso ver isso."
O tom de voz teve o pacing dela vindo a uma parada r�pida e o estreitamento de olhos dela. "N�o aponte aquele coolly divertiram sorriso a mim."
"Eu estava sorrindo? "
"Ou aquele inocente olha, ou", ela estalou atr�s. "Voc� estava sorrindo dentro, e colapsos nervosos definitivamente n�o s�o engra�ados."
"Voc� tem raz�o absolutamente." Ele dobrou as m�os dele na escrivaninha. "Por que n�o faz voc� se senta e come�a desde o princ�pio."
"Escute-" Ela derrubou em uma cadeira, tomou um gole do vermute, ent�o era para cima e pacing novamente. "N�o � que eu n�o aprecio bondade, mas h� uma declara��o
sobre muito de uma coisa boa."
"Eu penso que eu ouvi isso."
O ignorando, ela mergulhou em. "Voc� pode arruinar uma sobremesa com muito amimalhando, muita aten��o, voc� sabe."
Ele acernar com a cabe�a. "O mesmo �s vezes disse de uma crian�a."
"S� parada que tenta ser atraente, condene."
"N�o parece levar qualquer esfor�o." Ele sorriu. Ela fez carranca.
"Voc� est� me escutando? " ela exigiu.
"Toda palavra."
"Eu n�o estava fora cortado para ser amimalhado, que � tudo. Meu dia de mother-every busca x�cara x�cara de ch� herb�rio at� que eu tenho vis�es de andar na lama
quando eu caminhar. 'Voc� deveria descansar, Ver�o. Voc� n�o � forte contudo, Ver�o.' Maldi��o isto, eu sou forte como um boi! "
Ele tirou um cigarro, enquanto desfrutando o espet�culo. "I'd disseram assim eu."
"E Max! O homem est� me sufocando positivamente com testamento bom. O almo�o diariamente, doze no ponto." Com um gemido, ela apertou uma m�o contra o est�mago dela.
"Eu n�o tive uma real refei��o por uma semana. Eu continuo adquirindo estas apet�ncias insanas para tacos, mas eu sou assim cheio de ch� e sopa de mariscos de lagosta
eu n�o posso fazer nada sobre isto. Se uma mais pessoa me disser p�r para cima meus p�s e descansar, eu juro, eu vou os esmurrar direito na boca."
Blake examinou o fim do cigarro dele. "Eu terei certeza eu n�o menciono isto."
"Isso � h� pouco isto, voc� n�o faz. " Ela girou ao redor da escrivaninha, ent�o sentou diretamente nisto em frente a ele. "Voc� � ao redor o �nico aqui que � me
tratado gosta de uma pessoa normal desde que esta coisa rid�cula aconteceu. Voc� gritou at� mesmo a mim ontem. Eu aprecio isso."
"N�o pense nada disto."
Com um meio riso, ela levou a m�o dele. "Eu sou s�rio. Eu sinto tolo bastante por ser t�o descuidado sobre deixe um acidente gostar isso aconte�a em minha cozinha.
Voc� constantemente n�o me faz lembrar disto com tapinha nos olhares de cabe�a" e preocupados.
"Eu o" entendo. Blake uniu os dedos dele com seu. "Eu quase tenho feito um estudo de voc� do primeiro momento que n�s nos encontramos."
O modo que ele disse que teve o dela pulse flutuando. "Eu n�o sou uma pessoa f�cil para entender."
"Nenhum? "
"Eu sempre n�o entendo."
"Me deixe lhe falar sobre Ver�o Lyndon, ent�o". Ele mediu a m�o dela contra o dele antes de ele unisse os dedos deles/delas. "Ela � uma mulher bonita, um pouco deteriorou
da educa��o dela e o pr�prio sucesso" dela. Ele sorriu quando as sobrancelhas dela reuniram. "Ela � forte e opiniosa e intensamente feminina sem est� calculando.
Ela � ambiciosa e dedicada com uma habilidade por concentra��o que me fez lembrar uma vez de um cirurgi�o. E ela � rom�ntica, entretanto ela reivindicar� caso contr�rio."
"Isso n�o � verdade", Ver�o come�ou.
"Ela escuta Chopin quando ela trabalhar. At� mesmo enquanto ela escolher ter um escrit�rio em um quarto de armazenamento, ela mant�m rosas na escrivaninha" dela.
H� raz�es por que-"
"Deixe de interromper", ele lhe falou simplesmente, e com um acesso de ira, baixou ela. S�o mantidos "que medos que ela tem modo debaixo da superf�cie porque ela
n�o gosta de admitir a ter qualquer. Ela � dura bastante segurar o pr�prio dela contra qualquer um, e compassivo bastante para tolerar uma situa��o inc�moda em lugar
de feriu algu�m sentimentos. Ela � controlada, e ela est� apaixonada. Ela tem um gosto para o melhor champanha e comida de tranqueira. H� ningu�m que eu conheci
que est� isso mesmo aborrecido eu muito, ou quem eu confiaria isso mesmo implicitamente."
Ela deixou sair uma respira��o longa. N�o foi na primeira vez ele a colocaria em uma posi��o onde palavras eram dif�ceis vir. "N�o uma mulher completamente admir�vel."
"N�o completamente", Blake concordou. "Mas um fascinando."
Ela sorriu, ent�o sentou no colo dele. "Eu sempre quis fazer isto", ela murmurou, enquanto se aconchegando. "Sente no colo de algum executivo incorporado grande
em um escrit�rio elegante. Eu estou repentinamente bastante seguro eu preferiria ser fascinante que admir�vel."
"Eu o prefiro aquele modo." Ele a beijou, mas ligeiramente.
"Voc� perseguiu novamente" fora meu colapso nervoso.
Ele escovou ao cabelo dela, enquanto pensando que ele era close-to de close-very que a ganha completamente. "N�s por favor" apontamos para.
"Agora se eu h� pouco n�o tivesse que voltar abaixo e face tudo aquilo a��car." Ela suspirou. "E tudo esses interessaram seriamente faces."
"O que preferiria fazer voc�? "
Unindo as m�os dela ao redor o pesco�o dele, ela riu e se retirou. "Se eu pudesse fazer qualquer coisa que eu quis? "
"Qualquer coisa."
Pensativamente ela correu a l�ngua dela ent�o em cima dos dentes dela. "Eu gostaria de ir ao cinema, um filme perfeitamente terr�vel, e comeria libras de pipoca
untada com manteiga com muito sal."
"Aprovadamente." Ele lhe deu um tapa amig�vel no fundo. Vamos achar um filme terr�vel."
"Voc� quer dizer agora? "
"Agora mesmo."
"Mas s�o s� quatro horas. "
Ele a beijou, ent�o a puxou aos p�s dela. "� conhecido como jogando hookey. Eu o preencherei no modo."
Ela o fez sentir jovem, tolamente jovem e irrespons�vel, sentando em um canto escurecido do teatro com um barril enorme de pipoca no colo dele e a m�o dela em seu.
Quando ele examinou a vida dele atr�s, Blake n�o poderia se lembrar nenhum tempo quando ele n�o tinha sentido secure-but irrespons�vel? Nunca isso. Tendo um d�lar
de multimillion neg�cio atr�s dele tiveram inveterado nele um senso muito exigente de obriga��o. Por�m muito ele tinha beneficiado crescendo, enquanto tendo bastante
e sempre o melhor, sempre havido a n�o dita press�o para manter aquele standard-for ele, e para o neg�cio familiar.
Porque ele sempre tinha levado seriamente aquela posi��o, ele era um homem cauteloso. Impulsividade nunca tinha feito parte do estilo dele. Mas talvez isso estava
mudando um Ver�o de bit-with. Ele tinha tido o impulso para lhe dar tudo que ela tinha querido aquela tarde. Se tivesse sido uma viagem para Paris comer ceia a M�xima,
ele teria organizado isto ent�o e l�. Ent�o novamente, ele deveria ter sabido que uma caixa de pipoca e um filme seja mais o estilo dela.
Era aquele style-the contrastam de eleg�ncia e simplicity-that tinha o tirado dentro do primeiro. Sem d�vida, ele soube que nunca haveria outra mulher que o moveria
da mesma maneira.
Ver�o soube que tinha sido dias desde que ela tinha relaxado completamente. Na realidade, ela n�o tinha podido relaxar nada desde o acidente com qualquer um mas
Blake. Ele tinha dado o apoio dela, mas mais importantemente, ele tinha dado o espa�o dela. Eles n�o tinham estado em cima junto freq�entemente da �ltima semana,
e ela soube que Blake estava fechando a transa��o com a cadeia de Hamilton. Eles ambos sido ocupado, preocupou, pressionou, contudo quando eles estavam s�s e longe
de Cocharan House, eles n�o falaram nenhum neg�cio. Ela soube como duro ele tinha trabalhado nestes negocia��es de purchase-the, a papelada, as reuni�es infinitas.
Ainda ele poria tudo aquilo aside-for ela.
Ver�o apoiou para ele. "Docemente."
"Hmm? "
"Voc�", ela sussurrou debaixo do di�logo na tela. "Voc� � doce."
"Porque eu achei um filme terr�vel? "
Com um ria, ela alcan�ou para mais pipoca. "� terr�vel, n�o �? "
"Terr�vel que � por que o teatro est� quase vazio. Eu gosto deste modo" isto.
"Anti-social? "
"N�o, h� pouco faz isto mais f�cil-" apoiando mais �ntimo, ele pegou o l�bulo da orelha dela entre os dentes dele "-se viciar neste tipo de coisa."
"Oh." Ver�o sentia a emo��o de come�o de prazer para cima aos dedos do p� dela e subida.
"E este tipo de coisa." Ele beliscou � corda do pesco�o dela, enquanto a desfrutando pequena entrada r�pida de respira��o. "Voc� � melhor que a pipoca."
"E � pipoca excelente." Ver�o virado a cabe�a dela de forma que a boca dela poderia achar o seu.
Assim esquente, t�o certo. Ver�o sentia era quase poss�vel dizer que os l�bios dela sejam feitos ajustar o seu. Se ela tivesse acreditado em tais coisas... Se ela
tivesse acreditado em tais coisas, ela poderia ter dito que eles tinham sido queridos dizer achar um ao outro nesta fase das vidas deles/delas. Se encontrar, colidir,
atrair, fundir. Um homem para uma mulher, enduringly. Quando eles eram �ntimos, quando os l�bios dele estavam aquecidos em seu, ela poderia acreditar quase isto.
Ela quis acreditar isto.
Ele correu uma m�o abaixo o cabelo dela. Macio, fresco. H� pouco o toque disso e nenhum mais poderia o fazer a querer irracionalmente. Ele nunca sentia mais forte
que quando ele estava com ela. E ele nunca sentia mais vulner�vel. Ele n�o teve not�cias a explos�o de som e m�sica dos oradores. Ela n�o viu o caleidosc�pio s�bito
de cor e movimento na tela. Impedido pelos assentos pequenos, eles trocaram em um esfor�o para se p�r tanto mais �ntimo.
"Com licen�a." O porteiro jovem que teve o trabalho at� setembro quando escola come�ou novamente, trocou os p�s dele no corredor. Ent�o ele clareou a garganta dele.
"Com licen�a."
Olhando para cima, Blake notou que as luzes de casa eram em e a tela era em branco. Depois de um momento surpreso, Ver�o apertou a boca dela contra o ombro dele
amortecer um riso.
"Filme em cima de", o menino disse incomodamente. "N�s temos to-ah-clear o teatro depois de todo espet�culo." Olhando a Ver�o, ele decidiu que qualquer homem poderia
perder interesse ao redor em um filme com algu�m como ela.
Ent�o Blake estava, alto, largo assumiu, com aquele aloofly elevaram sobrancelha. O menino engoliu. E muitos sujeitos n�o gostaram ser interrompidos.
"Ah-that � a regra, voc� sabe. O gerente-"
"E razo�vel bastante", Blake interrompeu quando ele notou o pomo-de-Ad�o trabalhando do menino.
"N�s levaremos h� pouco a pipoca, Ver�o disse como subiu ela. Ela comprimiu o barril debaixo de um bra�o e deslizou ela outro por Blake. "Tenha uma noite agrad�vel",
ela falou para o porteiro em cima do ombro dela como eles caminharam fora.
Quando eles estavam fora, ela caiu na gargalhada. Crian�a pobre", ele pensou que voc� ia o" maltratar.
"O pensamento cruzou minha mente, mas s� muito brevemente."
"Longo bastante para ele se p�r nervoso sobre isto. Depois de escalar no carro, ela colocou a pipoca no colo dela. "Voc� sabe o que ele pensou, n�o o fa�a? "
"O que? "
"Que n�s est�vamos tendo um afazeres il�cito." Se inclinando, ela beliscou � orelha de Blake. "O tipo onde sua esposa pensa que voc� est� no escrit�rio, e meu marido
pensa que eu estou fazendo compras."
"Por que n�s n�o fomos para um motel? "
"Isso � onde n�s vamos agora." Lambiscando novamente em pipoca, ela lhe enviou um relance mau. "Embora eu pense em nosso caso que n�s poder�amos substituir meu apartamento."
"Eu estou disposto para ser flex�vel. Ver�o... " Ele a puxou contra o lado dele como eles por uma luz. Sobre "h� pouco o que foi aquele filme? "
Rindo, ela deixou o dela encabece se deite contra o ombro dele. "Eu n�o tenho a "id�ia de vaguest.
Depois, eles se deitam nu na cama dela, as cortinas aberto a deixe entrar a luz, as janelas at� deixe entrar a brisa. Do apartamento debaixo de veio o som repetitivo
de balan�as que s�o jogadas, unsteadily um pouco, no piano. Talvez ela tinha cochilado pouco tempo para, porque a luz solar parecia mais macia agora, quase r�seo.
Mas ela n�o estava com pressa durante noite cair.
As folhas estavam mornas e enrugadas dos corpos deles/delas. O ar estava maduro com carne de porco de smells-grilling de ceia do apartamento do professor de piano,
molho de espaguete dos rec�m casados pr�xima porta. A brisa levou a mistura de ambos, appealingly.
"� agrad�vel", Ver�o murmurou, com a cabe�a dela se conchegou na curva do ombro do amante dela. "H� pouco estando aqui gostam isto, enquanto sabendo que qualquer
coisa h� que fazer pode ser feito da mesma maneira que bem amanh�. Voc� provavelmente n�o jogou bastante" hookey. Ela estava bastante segura ela n�o teve.
"Se eu fizesse, o neg�cio sofreria e a t�bua come�aria a murmurar. Reclamando um das coisas favoritas" deles/delas.
Absently, ela esfregou o fundo do p� dela em cima do topo de um seu. "Eu n�o lhe perguntei pela cadeia de Hamilton porque eu provavelmente pensei que voc� adquiriu
bastante disso no escrit�rio, e da imprensa, mas eu gostaria de saber se voc� adquirisse o que voc� quis."
Ele pensou em alcan�ar ent�o para um cigarro decidiu que n�o valeu o esfor�o. "Eu quis esses hot�is. Como se mostrou, a transa��o satisfez todas as festas no fim.
Voc� n�o pode pedir mais que isso."
"N�o." Pensativamente, ela rolou em cima de de forma que ela poderia olhar diretamente para ele. Os cabelos dela escovaram em cima do t�rax dele. "Por que voc� os
quis? � a aquisi��o isto, a propriedade, ou h� pouco um assunto de desfrutar o wheeling e negociar? A estrat�gia de negocia��es? "
"� tudo disso. Parte do prazer em neg�cio est� montando transa��es, trabalhando fora as falhas, levando a cabo at� que voc� adquiriu o para o qual voc� estava apontando.
De alguns modos n�o est� aquele diferente de arte."
"Neg�cio n�o � nenhuma arte", Ver�o corrigiu archly.
H� compara. Voc� montou uma id�ia, trabalhe fora as falhas, ent�o leve a cabo at� que voc� criou o que voc� quis."
"Voc� est� sendo novamente l�gico. Em arte voc� usa a emo��o em partes iguais com a mente. Voc� n�o pode fazer isso em neg�cio." O dela encolha os ombros era tipicamente
franc�s. De alguma maneira ela ficou mais francesa sempre que a arte dela era em discuss�o. "Estas � todos os fatos e figuras."
"Voc� omitiu instinto. Fatos e figuras n�o s�o bastante sem isso."
Ela carranqueou, enquanto considerando. "Talvez, mas voc� n�o seguiria instinto em cima de um jogo s�lido de fatos."
"At� mesmo um jogo s�lido de fatos varia de acordo com as circunst�ncias e os jogadores." Ele estava pensando agora nela, e ele. Alcan�ando para cima, ele comprimiu
o cabelo dela atr�s da orelha dela. "Instintos est�o muito freq�entemente mais seguros."
E ela estava pensando agora nele, e ela. "Freq�entemente mais", Ver�o murmurou, "mas n�o sempre mais. Isso deixa quarto para fracasso."
"Nenhuma quantia de planejar, nenhuma quantia de fatos, impede fracasso."
"N�o." Ela p�s a cabe�a dela novamente no ombro dele, enquanto tentando repelir a pequena gota de p�nico que estava tentando para rastejar dentro.
Ele correu uma m�o abaixo a parte de tr�s dela. Ela ainda era t�o cautelosa, ele pensou. Um pequeno mais tempo, um pequeno mais room-a mudam de assunto. "Eu tenho
vinte hot�is novos para vigiar, reorganizar", ele come�ou. "Isso significa vinte mais cozinhas que t�m que ser estudado e classificaram. Eu precisarei de um perito."
Ela sorriu um pequeno como ela ergueu a cabe�a dela novamente. "Vinte s�o um n�mero muito exigente" e demorado.
"N�o para o melhor."
Inclinando a cabe�a dela, ela olhou para baixo a reta dela, nariz elegante. "Naturalmente n�o, mas o melhor � muito dif�cil vir.
"O melhor � atualmente muito macio e muito nu em meus bra�os."
Os l�bios dela encurvaram lentamente, o modo ele a maioria os desfrutou. "Muito verdadeiro. Mas isto, eu penso, n�o � uma mesa negociando."
"Voc� tem uma id�ia melhor como passar a noite? "
Ela correu uma ponta do dedo ao longo do jawline dele. "Muito melhor."
Ele pegou a m�o dela dentro o dele e, puxando o dedo dela na boca dele, beliscou ligeiramente. "Mostre para mim."
A id�ia atraiu, e entusiasmado. Parecia que sempre que eles fizeram amor que ela foi dominada depressa pelas pr�prias emo��es dela e a habilidade dele. Este tempo,
ela fixaria o passo, e no pr�prio tempo dela, do pr�prio modo dela, ela destruiria o controle inato que trouxe admira��o e frustra��o para ela. H� pouco o pensamento
disto enviou uma corrida de emo��o para cima a espinha dela.
Ela trouxe a boca dela perto de seu, mas usado a l�ngua dela para provar. Lentamente, muito lentamente, ela localizou os l�bios dele. J� ela poderia sentir a subida
de calor. Com um suspiro pregui�oso, ela trocou de forma que o corpo dela movido em cima do dele como ela arrastou beijos abaixo a mand�bula dele.
Uma face forte, ela pensou, aristocr�tico mas n�o macio, inteligente, mas n�o frio. Era uma face algumas mulheres achariam haughty-until que eles olharam nos olhos.
Ela fez t�o agora e viu a intensidade, o calor, at� mesmo a desumanidade.
"Eu o quero mais que eu devo", ela se ouviu dizer. "Eu o tenho menos que eu quero."
Antes de ele pudesse falar, ela esmagou a boca dela para o dele e come�ou a viagem para ambos eles.
Ele ainda estava pulsando s� das palavras dela. Ele tinha querido ter not�cias aquele tipo de admiss�o dela; ele tinha esperado ouvir isto. Da mesma maneira que
ele tinha esperado sentir esta emo��o forte, pura dela. Era aquela emo��o que tirou todas suas defesas fora iguale como as m�os buscando dela e boca explorou as
fraquezas.
Ela tocou. A pele dele aqueceu.
Ela provou. O sangue dele cantou.
Ela cercou. A mente dele nadou.
Vulner�vel. Blake descobriu a sensa��o nova nele. Ela o fez assim. No dusk-he de light-near macio, amea�ador foi apanhado naquele mundo de meia-noite de quietamente
poderes furiosos. Os dedos dela estavam frescos e muito seguramente como acariciaram eles, atraiu. Ele poderia os sentir desliza devagar em cima dele, enquanto pausando
para demorar enquanto ela suspirou. E enquanto ela suspirou, ela explorou. O corpo dele foi pesado abaixo com camada depois que camada de pleasures-to seja seduzida
t�o cuidadosamente, ser desejado t�o completamente.
Com beijos longos, prolongados, boquiabertos, ela explorou tudo dele, enquanto se divertindo na masculinidade firme do body-knowing dele que ela rasgaria logo separadamente
aquele controle impenetr�vel. Ela era obcecada com isto, e com ele. Poderia ser agora isso, depois que ela tinha feito amor com ele, depois que ela tinha come�ado
a entender os poderes e fraquezas no corpo dele, ela acharia mais del�cia at� mesmo aprendendo novamente deles?
Parecia n�o ser nenhum fim �s varia��es dos sentimentos dela, �s mudan�as de sensa��es poderia experimentar ela quando ela estava com ele assim. Cada tempo, toda
vez, era t�o vital e sem igual quanto o primeiro tinha sido. Se esta fosse uma contradi��o a tudo que ela alguma vez tinha acreditado era verdade sobre um homem
e mulher, ela n�o questionou isto agora. Ela exaltou nisto.
Ele era dela. Corpo e mind-she sentiam isto. Quase tangibly ela poderia sentir o polimento, o brilho civilizado que era tanto uma parte dele derrete fora. Era o
que ela quis.
Havia pouca sanidade partida. Como ela vagou em cima dele que a necessidade ficou mais primitiva, mais primitiva. Ele quis mais, eternamente mais, mas o sangue estava
tocando tambor na cabe�a dele. Ela era t�o �gil, t�o inexor�vel. Ele experimentou uma onda de puro desamparo pela primeira vez na vida dele. As m�os dela eram clever-so
inteligente ele n�o p�de ouvir a mobilidade r�pida da respira��o dela. Ele poderia sentir o o atormentando perfeitamente dela, mas ele n�o p�de ver as luzes bruxuleantes
de paix�o ou profundidade de desejo nos olhos dela. Ele era cego e surdo a tudo.
Ent�o a boca dela estava devorando o dele e tudo selvagem que civilizou os homens cont�m rasgou dele. Ele estava furioso para ela. Na mente dele estavam cores rodando
escuras, nas orelhas dele era um apressando selvagem como um mar louco por uma tempestade. O nome dela rasgou dele como um juramento como ele a agarrou, enquanto
a rodando � parte de tr�s dela, a incluindo, a possuindo.
E havia nada mais que ela, levar, se afogar dentro, para saquear e adorar at� que paix�o girou de seu cume e o esvaziou.

Cap�tulo 11
"Eu estou sofrendo fome."
Era escurid�o cheia, sem lua derramar qualquer gota de luz no quarto. A pr�pria escurid�o estava confort�vel e f�cil. Eles ainda eram nus e enroscaram na cama de
Ver�o, mas o piano tinha estado calado durante uma hora. Havia nenhuma mais ceia cheira no ar. Blake a puxou um pouco mais �ntimo e manteve os olhos dele fechados,
entretanto era n�o durma ele buscou. De alguma maneira no sil�ncio, na escurid�o, ele sentia mais �ntimo a ela.
"Eu estou sofrendo fome", Ver�o sulkily repetido, um pouco este tempo.
"Voc� � o chefe de cozinha."
"Oh n�o, n�o este tempo." Subindo no cotovelo dela, Ver�o luziu a ele. Ela poderia ver a silhueta do perfil dele, a linha longa de queixo, o nariz direto, a varredura
de sobrancelha. Ela quis beijar tudo novamente deles, mas soube estava na hora para fazer um posto. "Definitivamente � sua volta para cozinhar."
"Minha volta? " Ele abriu um olho, cautiously. "Eu poderia enviar para pizza."
"Objetos pegados muito muito tempo." Ela rolou em cima dele lhe dar um kiss-and beijocando um r�pido espete nas costelas. "Eu disse eu estava sofrendo fome. Isso
� um problema imediato."
Ele dobrou os bra�os dele atr�s da cabe�a dele. Tamb�m, ele poderia ver s� uma cortina de silhouette-the do cabelo dela, declive do ombro dela, a curva dos peitos
dela. Era bastante. "Eu n�o cozinho."
"Todo o mundo cozinha algo", ela insistiu.
"Ovos mexidos", ele disse, enquanto esperando isto a desencorajariam. "Isso � sobre isto.
"Assim est� bem." Antes de ele pudesse pensar que de qualquer coisa que muda a mente dela, ela estava fora a cama e acendendo o abajur de lado da cama.
"Ver�o! " Ele lan�ou o bra�o dele em cima dos olhos dele os proteger e tentou um gemido indiferente. Ela sorriu a que antes de ela virasse ao arm�rio para achar
um roup�o.
"Eu tenho ovos, e uma frigideira."
"Eu fa�o ovos muito ruins."
"Isso � certo." Ela achou as cal�as compridas dele, os tremeu brevemente fora, ent�o os lan�ou em cima dele. Real fome" faz mesadas."
Resignado, Blake p�s os p�s dele no ch�o. "Ent�o eu n�o espero uma cr�tica posteriormente."
Enquanto ela esperou, ele passou despercebido em um par de shorts de j�quei breves. Eles eram escuros azul, cortado baixo � cintura, alto � coxa. Muito sensual,
ela meditou, e muito discreto. Estranho como tal uma coisa incidental pudesse refletir uma personalidade.
"Cozinheiros gostam ser cozinhados para", ela lhe falou como ele utilizou as cal�as compridas dele.
Ele encolheu os ombros na camisa dele, enquanto deixando isto desabotoaram. "Ent�o n�o interfira."
"N�o sonharia com isto." Enganchando o bra�o dela por seu, Ver�o o conduziu para a cozinha. Novamente, ela acendeu luzes e o fez estremecer. "O fa�a em casa", ela
convidou.
"Voc� n�o vai ajudar? "
"N�o, realmente." Ver�o levou o topo fora o jarro de biscoito e arrancou fora o biscoito de sandu�che familiar. "Eu n�o trabalho nenhum ser�o e eu nunca ajudo."
Regras de uni�o"? "
"Minhas regras."
"Voc� vai comer biscoitos? " ele perguntou como ele revistou para uma tigela. "E ovos? "
"Este � h� pouco o aperitivo", ela disse com a boca dela cheio. "Queira um? "
"Eu passarei." Aderindo a cabe�a dele no refrigerador, ele achou uma caixa de papel�o de ovos e um quarto de leite.
"Voc� poderia querer ranger um pouco de queijo", Ver�o come�ou, ent�o encolheu os ombros quando ele lhe enviou um olhar de arco. "Arrependido. Continue. Blake arrombou
quatro ovos ent�o a tigela somou uma por��o de leite. "A pessoa deveria medir, voc� sabe."
"A pessoa n�o deveria falar com a boca da pessoa cheio", ele disse suavemente e come�ou a bater os ovos.
Overbeating eles, ela pensou mas conseguiu se conter. Mas quando veio a cozinhar, for�a de vontade n�o era o terno forte dela. "Voc� n�o aqueceu a panela, ou". Destemido
totalmente sendo ignorado, ela levou outro biscoito. "Eu posso ver voc� vai precisar de li��es."
"Se voc� quiser algo que fazer, fa�a alguma torrada."
Obligingly ela levou um p�o da caixa e estourou dois peda�os na torradeira. "� caracter�stico de cozinheiros se p�r um pouco irrit�vel quando eles s�o assistidos,
mas um chefe de cozinha bom tem que superar "distra��es de that-and. Ela esperou at� que ele tinha vertido a mistura de ovo em uma frigideira antes de ir para ele.
Embrulhando os bra�os dela ao redor a cintura dele, ela apertou os l�bios dela � parte de tr�s do pesco�o dele. "Toda a maneira de distra��o. E voc� tem a chama
para cima muito alto."
"Voc� gosta de seus ovos chamuscados ou queima claro por? "
Com um riso, ela correu as m�os dela para cima o t�rax nu dele. "Chamuscado est� bem. Eu tenho um pequeno branco agrad�vel Bord�us voc� poderia ter posto nos ovos,
mas desde que voc� n�o fez, eu verterei h� pouco alguns em �culos." Ela o deixou cozinhar e, at� que Blake tivesse terminado os ovos, ela tinha untado com manteiga
torrada em um prato e tinha esfriado vinho em �culos. "Impressionante", Ver�o decidiu como ela sentou ao dinette. "E arom�tico."
Mas � os olhos que lhe falam primeiro, ele se lembrou. "Atraente? " Ele assistiu como ela pegou com colher ovos no prato dela.
"Mesmo, e-" ela levou uma primeira mordida de prova "-sim, e bastante bom, ao todo. Eu poderia considerar o pondo na troca de caf� da manh�, a t�tulo de teste".
"Eu poderia considerar o trabalho, se cereal frio fosse o card�pio b�sico."
"Voc� ter� que ampliar seus horizontes." Ela continuou comendo, enquanto desfrutando a comida quente, simples em um est�mago vazio. "Eu acredito que voc� pudesse
ser bastante bom a isto com alguns li��es rudimentares."
"De voc�? "
Ela ergueu o vinho dela, e os olhos dela riram em cima da beira. "Se voc� gosta. Voc� n�o p�de ter um professor melhor" certamente.
O cabelo dela ainda foi amarrotado ao redor das m�os de face-his dela tinha feito isso. As bochechas dela foram coradas, os olhos dela luminoso e flecked com ouro.
O roup�o amea�ou tirar um ombro, e esquerda que uma sugest�o arreliando de pele exp�s. Como paix�o tinha tirado o controle dele fora, agora emo��es tiraram toda
a l�gica fora.
"Eu o, Ver�o", amo.
Ela o encarou enquanto o sorriso enfraqueceu lentamente. O que passou por ela que ela n�o reconheceu. N�o parecia ser alguma uma sensa��o, mas uma cornuc�pia de
medos, excita��o, descren�a e desejos. Esquisitamente, ningu�m deles parecia dominante no princ�pio, mas estava t�o misturado e confuso ela tentou agarrar qualquer
um deles e se agarrar para isto. N�o sabendo que mais fazer, ela fixou o copo precisamente abaixo, ent�o encarou o vinho que vislumbra dentro.
"Isso n�o era uma amea�a." Ele levou a m�o dela, enquanto segurando isto at� que ela olhou novamente para ele. "Eu n�o vejo como poderia vir como tanto de uma surpresa
para voc�."
Mas teve. Ela esperou afeto. Isso era algo com o que ela poderia lidar. Ela entendeu respeito. Mas love-that era tal uma palavra fr�gil. Tal um facilmente palavra
quebrada. E algo dentro do dela implorou isto ser levado dele, apreciou, protegeu. Ver�o lutou contra isto.
"Blake, eu n�o preciso ouvir aquele tipo de coisa o modo outras mulheres fazem. Por favor-"
"Talvez voc� n�o faz. " Ele n�o tinha come�ado o modo para o que ele tinha pretendido, mas agora que ele teve, ele terminaria. "Mas eu preciso dizer isto. Eu precisei
por muito tempo agora" para.
Ela puxou a m�o dela do dele e nervosamente apanhou o copo dela novamente. "Eu sempre pensei que palavras s�o a primeira coisa que pode danificar uma rela��o."
"Quando eles n�o s�o ditos", Blake se se opor a. "� uma falta de palavras, uma falta de significar, isso danifica uma rela��o. Este aqui n�o � uma palavra que eu
uso casualmente."
"N�o." Ela poderia acreditar isso. Poderia ter sido a convic��o que teve o crescimento de medo mais forte. Ame, quando era determinado exigido algum am�vel de retorno.
Ela n�o era ready-she estava seguro ela n�o estava pronta. "Eu penso que � melhor, se n�s quisermos coisas para ir em como s�o eles, que n�s-"
"Eu n�o quero coisas para ir em como s�o" eles, ele interrompeu. Ele teria sentido aborrecimento bastante que este p�nico no que estava se se mover furtivamente.
Ele levou um momento, enquanto tentando aliviar ambos. "Eu quero que voc� me" se case.
"N�o." O pr�prio p�nico de ver�o ficou desenvolvido. Ela estava de p� depressa, como se isso apagasse as palavras, reponha a dist�ncia. "N�o, isso � imposs�vel."
"� muito poss�vel." Ele tamb�m subiu, pouco disposto a ter puxe longe dele. "Eu o quero compartilhar minha vida, meu nome. Eu quero compartilhar as crian�as com
voc� e todos os anos leva para os assistir cres�a."
"Parada." Ela jogou para cima a m�o dela, desesperado parar as palavras. Eles estavam a movendo, e ela soube que seria muito f�cil para dizer que sim e cometer aquele
�ltimo erro.
"Por que? " Antes de ela pudesse prevenir isto, ele tinha levado a face dela nas m�os dele. O toque era suave, entretanto havia a�o abaixo. "Porque voc� tem medo
de admitir isto que algo � voc� quer, tamb�m? "
"N�o, n�o � algo eu want-it n�o algo no que eu acredito. Marriage-it � uma licen�a que vale alguns d�lares. Um peda�o de papel. Mais, para alguns mil d�lares voc�
pode adquirir um decreto de div�rcio. Outro peda�o de papel."
Ele poderia sentir o tremendo dela e poderia se amaldi�oar por n�o saber terminar. "Voc� sabe melhor que isso. Matrim�nio � duas pessoas que fazem promessas a um
ao outro, e que fazem o esfor�o para os manter. Um div�rcio est� se rendendo.
"Eu n�o estou interessado em promessas." Desesperado, ela empurrou as m�os dele da face dela e pisou atr�s. "Eu n�o quero qualquer feito a mim, e eu n�o quero fazer
qualquer. Eu estou contente com minha vida da mesma maneira que �. Eu tenho minha carreira para pensar de."
"Isso n�o � bastante para voc�, e n�s ambos conhecem isto. Voc� n�o me pode falar voc� n�o sente para mim. Eu posso ver isto. Toda vez eu estou com voc� mostra em
seus olhos, mais cada tempo." Ele estava controlando isto mal, mas n�o viu nenhum outro curso aberto mas para frente. O mais �ntimo ele veio, o adicional fora ela
puxou. "Condene isto, Ver�o, eu esperei muito tempo bastante. Se minha cronometragem n�o t�o perfeito quanto eu quis isto para ser, n�o pode ser ajudado."
"Cronometrando? " Ela arrastou uma m�o pelo cabelo dela. Sobre "o que est� falando voc�? Voc� esperou? " Derrubando as m�os dela, ela come�ou a passo o quarto. "Este
foi um de seus planos a longo prazo, todo nitidamente pensamento fora, todo meticulosamente esbo�ou? Oh, eu posso ver isto." Ela deixou sair uma respira��o tr�mula
e girou atr�s a ele. J� n�o fez nenhuma diferen�a a ela se ela fosse irracional. "Voc� sentou em seu escrit�rio e revisou seu ponto de estrat�gia atrav�s de ponto?
Era este a coloca��o para cima, o procurando falhas, o seguinte por? "
"N�o seja rid�culo-"
"Rid�culo? " ela lan�ou atr�s. "N�o, eu n�o penso. Voc� jogaria o well-disarming de jogo, enquanto confundindo, encantando, encorajador. Paci�ncia, voc� teria muito
isso. Voc� esperou at� que voc� pensou que eu estava a meu mais vulner�vel? " A respira��o dela estava levantando agora, e as palavras estavam caindo fora em cada
um. "Me deixe lhe contar algo, Blake, eu n�o sou uma cadeia de hotel voc� pode adquirir esperando at� que o mercado est� maduro."
De um modo inclinado ela tinha sido killingly preciso. E a precis�o o p�s na defensiva. "Condene isto, Ver�o, eu quero o me casar, n�o o" adquira.
"As palavras s�o freq�entemente um e o mesmo, para meu modo de pensar. Seu plano � um pequeno fora a marca este tempo, Blake. Nenhuma transa��o. Agora, eu quero
que voc� me deixe s�."
"N�s temos um inferno de muito falar para fazer."
"N�o, n�s temos nenhum falando para fazer, n�o sobre isto. Eu trabalho para voc�, para o termo do contrato. Isso � tudo."
"Condene o contrato." Ele a levou pelos ombros, enquanto a tremendo uma vez em frustra��o. "E o condena por ser t�o teimoso. Eu o amo. Isso n�o � algo como o que
voc� pode ignorar se n�o existir."
� surpresa m�tua deles/delas, encheram os olhos dela abruptamente, acerbamente. "Me deixe s�", ela administrou como as primeiras l�grimas. "Me deixe completamente
s�."
As l�grimas nunca o arruinadas como o temperamento dela teriam feito. "Eu n�o posso fazer isso." Mas ele a libertou quando ele quis a segurar. "Eu o darei algum
tempo, talvez n�s ambos tempo de necessidade, mas n�s teremos que voltar a isto."
"H� pouco v� embora. Ela nunca permitiu l�grimas em frente a qualquer um. Embora ela tentasse os sair apressado, outros ca�ram depressa. "V� embora. Na repeti��o
ela virou dele, enquanto se segurando duro at� que ela ouviu o trinco da porta.
Ela deu uma olhada, e entretanto ele teve sido ido, ele estava em todos lugares. Derrubando para o sof�, ela se deixou lamentar e desejou ela esteja em qualquer
outro lugar.
Ela n�o tinha vindo para Roma para as catedrais ou as fontes ou a arte. Nem ela tinha vindo para cultura ou hist�ria. Como Ver�o deu um passeio de t�xi mau do aeroporto
na cidade, ela agradeceu as ruas abarrotadas e barulho que a antiguidade. Talvez ela tinha ficado na Am�rica muito longo este tempo. A Europa era carros r�pidos,
enquanto esmigalhando ru�nas e pal�cios. Ela precisou de Europa novamente, Ver�o se falou. Como ela fechou al�m da Fonte de Trevi que ela pensou em Filad�lfia.
Alguns dias fora, ela pensou. H� pouco alguns dias fora, fazendo o ao qual ela era melhor, e tudo se retiraria novamente em perspectiva. Ela tinha cometido um erro
com Blake-she conhecido desde o princ�pio tinha sido um engano a ser envolvido. Agora, estava at� ela romper isto, depressa, completamente. Antes de longo ele agradeceria
a ela por lhe impedir de cometer um erro at� maior. Marriage-to ela. Sim, ela imaginou ele seria aliviado imensamente, dentro de at� mesmo alguns semanas.
Ver�o sentou na parte de tr�s do t�xi que assiste Roma deslize por e era mais miser�vel que ela alguma vez tinha estado na vida dela.
Quando o t�xi gritou a uma parada ao meio-fio que ela escalou fora. Ela ag�entou um momento, uma mulher esbelta em fedora branco e jaqueta com uma bolsa de snakeskin
atirou mais de um ombro negligentemente. Ela foi vestida como uma mulher de confian�a e experi�ncia. Nos olhos dela estava uma crian�a que estava perdida.
Mecanicamente ela pagou integralmente o motorista, aceitou a bolsa dela e o arco dele, ent�o se virou. S� era h� pouco passado 10:00 DA MANH� em Roma, e j� quente
debaixo de um c�u espetacular. Ela se lembrou ela tinha deixado a Filad�lfia em um temporal. Caminhando para cima os passos a um edif�cio velho, distinto, ela bateu
cinco vezes nitidamente. Depois de uma espera razo�vel, bateu ela novamente, mais duro.
Quando a porta abriu, ela olhou para o homem no roup�o de seda curto. Foi bordado, ela notou, com pav�es. Outro em qualquer um teria parecido absurdo. O cabelo dele
foi amarrotado, os olhos dele meio-fechado. O crescimento de uma noite de barba sombreou o queixo dele.
"Oi, Carlo. O acorde? "
"Ver�o! " Ele engoliu o fio de abuso italiano que tinha estado na l�ngua dele e tinha a agarrado. "Uma surpresa, si? " Ele a, duas vezes, beijou profundamente ent�o
a afastou. "Mas por que voc� me traz uma surpresa a amanhecer? "
"� depois das dez."
"Dez s�o amanhecer quando voc� n�o come�ar a dormir at� as cinco. Mas entra, entre. Eu n�o esque�o voc� vem para o "anivers�rio de Gravanti.
Fora de, a casa de Carlo era distinta. Dentro disto era opulento. Dominado por m�rmore e ouro, o corredor de entrada s� demonstrou o come�o da propens�o dele para
o luxuoso. Eles caminharam por e debaixo de arcos em uma �rea viva aglomerada com tesouros, pequeno e grande. A maioria deles tinha sido dado a ele por mulheres
de clients-or contentes. O Carlo teve um talento por escolher amantes que permaneceram am�veis at� mesmo quando eles n�o eram nenhum amante mais longo.
Havia um brocado �s janelas, tapetes Orientais no ch�o e um Tintoretto na parede. Foram empilhados dois sof�s bastante com almofadas fundo nadar dentro. Um le�o
de alabastro, quase dois p�s em altura, sentou ao lado de um. Um tr�s-tiered lustre atirou fora lascas de luz refratada de seus cristais.
Ela correu o dedo dela abaixo um ewer de porcelana em chin�s delicado azul e branco. "Novo? "
"Si."
"Medici? "
"Mas claro que. Um presente de um... o amigo."
"Seus amigos sempre s�o notavelmente generosos."
Ele sorriu. "Entretanto, assim � eu."
"Carlo? "
A voz cascuda, impaciente veio de para cima os degraus marm�reos encurvando. O Carlo olhou para cima, ent�o olhou atr�s para Ver�o e sorriu novamente.
Ver�o removeu o fedora branco dela. "Um amigo, eu levo isto."
"Voc� me dar� um momento, cara". Ele estava rumo aos passos como falou ele. "Talvez voc� poderia entrar na cozinha, fa�a caf�."
"E fica fora do modo", Ver�o terminado como Carlo desapareceu escada acima. Ela come�ou para a cozinha, ent�o voltou levar a mala dela com ela. Havia nem todo uso
que deixa o Carlo com algo como bagagem explicar ao amigo dele.
A cozinha era t�o espetacular quanto o resto da casa e t�o grande quanto o quarto de hotel comum. Ver�o conheceu isto como tamb�m ela a conheceu pr�prio. Era tudo
em �banos e marfim com o que parecia ser acres de espa�o de contador. Ostentou dois fornos, um refrigerador restaurante-de tamanho, duas pias e uma lavadora de lou�a
que poderiam controlar o resultado de um jantar de embaixada. Carlo Franconi nunca tinha sido a pessoa para fazer qualquer coisa de um modo pequeno.
Ver�o abriu um gabinete para os gr�os de caf� e amolador. Em impulso, ela decidiu fazer crepes. Carlo, ela meditou, poderia ser h� pouco um pequeno tempo.
Quando ele veio, ela h� pouco estava terminando no fog�o. "Ah, bella, que voc� cozinha para mim. Eu sou honrado."
"Eu tive uma pun��o de culpa sobre romper sua manh�. Al�m-" Ela deslizou crepes, gr�vida com ma��s mornas e canela, sobre pratos. "Eu tenho fome. Ver�o os fixou
em uma mesa de trabalho esfregada enquanto o Carlo levantou cadeiras. "Eu deveria me desculpar por vir assim sem advertir. Seu amigo foi aborrecido? ''
Ele brilhou um sorriso como sentou ele. "Voc� n�o me d� bastante cr�dito."
"Scusi." Ela passou o lan�ador pequeno de nata. "Assim, n�s estaremos trabalhando junto para o "anivers�rio de Enrico.
"Minha carne de vitela, com espaguete. Enrico tem uma fraqueza por meu espaguete. Todas as sexta-feira, ele est� meu restaurante comendo." Carlo come�ou imediatamente
no crepe. "E voc� faz a sobremesa."
"Um bolo de anivers�rio." Ver�o bebeu caf� enquanto o crepe dela esfriou intato. De repente, ela n�o teve nenhum apetite para isto. "Enrico pediu algo especial,
h� pouco criado para ele. Sabendo a vaidade dele, e o afeto dele para chocolate e chantilly, era f�cil propor isto."
"Mas o jantar n�o � durante dois mais dias. Voc� vem cedo? "
Ela encolheu os ombros e brincou com o caf� dela. "Eu quis gastar algum tempo na Europa."
"Eu vejo." E ele pensou ele fez. Ela estava dando uma olhada buraco um pouco ao redor dos olhos. Um sinal de dificuldade rom�ntica. "Tudo entra bem na Filad�lfia?
"
"O remodelando terminado, os card�pios novos imprimiram. Eu penso que o pessoal de cozinha vai fazer muito bem. Eu contratei o Maurice de Chicago. Voc� se lembra?
"
"Oh, sim, pato apertado."
"� um card�pio excitante", ela foi em. "H� pouco o tipo que eu teria se eu j� decidisse ter um lugar de meu pr�prio. Eu suponho eu desenvolvi um pouco de respeito
por voc�, Carlo, quando eu comecei a lidar com a papelada."
"Papelada." Ele acabou com os crepes dele e de olhos seu. "Feio mas necess�rio. Voc� n�o est� comendo, Ver�o."
"Hmm? N�o, eu adivinho � um toque de "atraso de jato. Ela ondulou ao prato dela. "Prossiga.
A levando � palavra dela, ele trocou pratos. "Voc� resolveu o problema de Max? ''
Absently ela tocou o bra�o dela. Os pontos, agrade�a Deus, era uma coisa do passado. "N�s estamos administrando. M�e veio visitar durante algum tempo. Ela sempre
deixa uma impress�o."
"Monique! Assim, como ela �? "
"Se casado novamente", Ver�o simplesmente disse e ergueu o caf� dela. Diretor este tempo, outro americano."
"Ela est� contente? "
"Naturalmente." O caf� era strong-stronger que ela tinha crescido usada para na Am�rica. Ela pensou em frustra��o que nada era como era uma vez para ela. "Eles est�o
come�ando um filme junto em outras poucas semanas."
"Talvez a escolha mais s�bia dela. Algu�m que entenderia o temperamento art�stico dela, as necessidades" dela. Ele demorou em cima do melding perfeito de temperos
e fruta. "E como seu americano �? "
Ver�o fixou abaixo o caf� dela e encarou o Carlo. "Ele quer me" se casar.
O Carlo sufocou em uma mordida de crepe e agarrou para a x�cara dele. "So-congratulations. "
"N�o seja tolo." Incapaz sentar, ela subiu, enquanto aderindo as m�os dela nos bolsos dela jaqueta longa, solta. "Eu n�o vou."
"Nenhum? '' Indo para o fog�o, o Carlo verteu ambos mais caf� para eles. "Por que n�o? Voc� o acha sem atrativo, talvez? Ruim suave, est�pido? "
"Claro que n�o." Impaciente, ela enrolou e uncurled os dedos dela dentro dos bolsos de jaqueta. "Isso n�o tem nada que ver com isto."
"O que tem? "
"Eu n�o tenho nenhuma inten��o de se casado com qualquer um. Isso � um carrossel sem" o que eu posso fazer.
"Voc� n�o escolhe agarrar para os bronze toque, talvez porque voc� tem medo que voc� perderia."
Ela ergueu o queixo dela. "Tenha cuidado, Carlo".
Ele encolheu os ombros ao tom frio. "Voc� sabe que eu digo o que eu penso. Se voc� tivesse querido ouvir qualquer outra coisa, voc� n�o teria vindo aqui."
"Eu vim aqui porque eu quis alguns dias com um amigo, n�o discutir matrim�nio".
"Voc� � sono perdedor em cima disto."
Ela tinha apanhado a x�cara dela e agora tinha batido isto novamente abaixo. Caf� transbordou os lados. "Era um v�o longo e eu tenho trabalhado duro. E, sim, talvez
eu sou chateado em cima da coisa inteira", ela continuou antes de o Carlo pudesse falar. "Eu n�o tinha esperado isto dele, n�o tinha querido isto. Ele � um homem
honesto, e eu sei quando ele diz que ele me ama e quer me se casar, ele quer dizer isto. Para o momento. Isso n�o faz isto qualquer mais f�cil dizer que n�o."
A f�ria dela n�o o enervou. Carlo foi usado bem a emo��es apaixonadas de women-he os preferiu. "E you-how voc� sente sobre ele? "
Ela hesitou, ent�o caminhou � janela. Ela poderia olhar fora no jardim de Carlo de there-a mancha quieta, isolada que serviu como uma borda entre a casa e as ruas
ocupadas de Roma. "Eu tenho sentimentos para ele", Ver�o murmurou. Sentimentos mais fortes" que � s�bio. Se qualquer coisa, eles s� fazem isto mais importante que
eu rompo coisas agora. Eu n�o quero o ferir, Carlo, qualquer mais que eu quero ser" me ferido.
"Voc� � amor t�o seguro e matrim�nio doeriam? " Ele p�s as m�os dele nos ombros dela e os misturou ligeiramente. "Quando voc� parece t�o duro ao que-se em vida,
mia de cara, voc� perde muito vivo. Voc� tem algu�m que o ama, e entretanto voc� n�o dir� as palavras, eu penso que voc� o ama atr�s. Por que voc� se nega? "
"Matrim�nio, Carlo". Ela virou, os olhos dela s�rio. "N�o � para pessoas como n�s, �? "
"Pessoas como n�s? "
"N�s somos embrulhados assim para cima em o que � que n�s fazemos. N�s somos usados a vir e ir como agradamos n�s, quando n�s agradarmos. N�s temos ningu�m para
responder, ningu�m para considerar mas n�s mesmos. N�o � que por que voc� nunca se casou? "
"Eu poderia dizer que eu sou um homem generoso, e poderia sentir seria muito ego�sta para para limitar meus presentes a s� uma mulher." Ela sorriu, completamente,
o modo ele tinha querido ver o dela sorria. Suavemente, ele escovou o cabelo longe da face dela. "Mas a voc�, � a verdade eu nunca achei qualquer um que poderia
fazer meu cora��o trema. Eu olhei. Se eu a achasse, eu correria depressa" para uma licen�a e um padre.
Com um suspiro, ela retrocedeu � janela. As flores eram uma tape�aria de cor no sol forte. "Matrim�nio � um conto de fadas, Carlo, cheio dos pr�ncipes e camponeses
e sapos. Eu vi muitos desses contos de fadas enfraquecer."
"N�s escrevemos nossas pr�prias hist�rias, Ver�o. Uma mulher gosta de voc� sabe que porque voc� sempre fez assim."
"Talvez. Mas este tempo n�o sei h� pouco eu se eu tenho a coragem para virar a pr�xima p�gina."
"Leve seu tempo. N�o h� nenhum lugar melhor para pensar em vida e amor que Roma. Nenhum homem melhor para pensar neles com que Franconi. Hoje � noite, eu cozinho
para voc�. Linguini-" ele beijou as gorjetas dos dedos dele "-morrer para. Voc� pode me fazer um de seu babas-just gosta quando n�s os estudantes eram, si? "
Retrocedendo a ele, Ver�o embrulhou os bra�os dela ao redor o pesco�o dele. "Voc� sabe, Carlo, se eu fosse o tipo casando, eu o levaria, para seu macarr�o s�."
Ele sorriu. "Carissima, at� mesmo meu macarr�o n�o � nada comparado meu-"
"Eu estou seguro", ela interrompeu secamente. "Por que voc� n�o � vestido e � me levado fazendo compras? Eu preciso comprar algo fant�stico enquanto eu estiver em
Roma. Eu ainda" n�o dei para minha m�e um presente de casamento.
Como ele poderia ter estado t�o est�pido? Blake sacudiu no isqueiro dele e assistiu a chama cortada pela escurid�o. N�o seria nenhum amanhecer durante uma hora contudo,
mas ele tinha desistido de sono. Ele tinha desistido de tentar imaginar que Ver�o estava fazendo em Roma enquanto ele sentou alerta em um apartamento vazio de quartos
e pensamento dela. Se ele fosse para Roma...
N�o, ele tinha se prometido ele lhe daria algum quarto, especialmente desde que ele tinha controlado tudo t�o mal. Ele tinha lhes dado ambos algum quarto.
Mais estrat�gia, ele pensou derisively e puxou duro no cigarro. Era que o sobre o qual a coisa inteira era? Ele sempre tinha desfrutado desafios, problemas. Ver�o
era certamente ambos. Isso era a raz�o ele a quis? Se ela tivesse concordado em o se casar, ele poderia ter se felicitado bem em um plano ideado e perfeitamente
poderia ter executado. Outra aquisi��o de Cocharan. Condene.
Ele subiu. Ele paced. Fuma�a enrolou do cigarro entre os dedos dele, ent�o desapareceu no meio-luz. Ele soube melhor que que, at� mesmo se ela n�o fizesse. Se fosse
verdade que ele tinha tratado o afazeres inteiro como um problema a ser resolvido cuidadosamente, s� era porque isso era a maquiagem dele. Mas ele a amou, e se ele
estivesse seguro de qualquer coisa, era que ela o amou tamb�m. Como ele ia superar aquela parede ela tinha erguido?
Volte para as coisas de modo era? Imposs�vel. Ele olhou fora para a cidade como a escurid�o come�ou a amolecer. No leste, o c�u estava come�ando h� pouco a iluminar
com as primeiras sugest�es de cor-de-rosa. De repente ele percebeu ele tinha assistido muitos amanhecer s�. Muitos tinham mudado agora entre eles, Blake meditou.
Tinham sido ditos muitos. Voc� n�o p�de levar ame atr�s e feche fora para conveni�ncia' causa.
Ele tinha ficado longe dela durante uma semana cheia antes de ela tivesse ido para Roma. Tinha sido muito mais duro que ele tinha imaginado que seria, mas as l�grimas
dela que noite tinha o empurrado a isto. Agora ele desejou saber se isso ainda tivesse sido outro engano. Talvez se ele tivesse ido para ela o pr�ximo dia...
Tremendo a cabe�a dele, ele moveu novamente longe da janela. Desde o princ�pio, o engano dele tinha estado tentando para tratar a situa��o com l�gica. Havia nem
toda l�gica amando algu�m, s� sentimentos. Sem l�gica, ele perdeu toda a vantagem.
Loucamente apaixonado. Sim, ele pensou o termo muito h�bil. Era toda a loucura, uma loucura incur�vel. Se ela tivesse estado com ele, ele poderia ter mostrado para
ela. De alguma maneira, quando ela voltou, ele pensou violentamente, ele levaria aquela parede de maldi��o abaixo peda�o atrav�s de peda�o at� que ela foi for�ada
enfrentar a loucura, tamb�m.
Quando o telefone tocou que ele encarou isto. Ver�o? "Oi."
"Blake? " A voz estava um pequeno muito mal-humorada, um pequeno muito francesa.
"Sim. Monique? "
"Eu estou arrependido de para o perturbar, mas quanto tempo eu esque�o sempre � diferente entre oeste e leste. Eu h� pouco ia para cama. Voc� era para cima? "
"Sim." O sol estava subindo lentamente, o quarto estava p�lido com luz. A maioria da cidade n�o era contudo desperte, mas ele era. "Voc� recuperou uma viagem boa
para a Calif�rnia? "
"Eu dormi quase o modo inteiro. Agrade�a Deus, porque houve tantos festas. T�o pouco muda em Hollywood-some dos nomes, algumas das faces. Agora, estar chique, a
pessoa tem que usar �culos de sol em um fio. Minha m�e fez isto, mas s� se privar dos" perder.
Ele sorriu porque Monique exigiu sorrisos. "Voc� n�o precisa de tend�ncias para estar chiques."
"Como lisonjeiro." A voz dela era muito jovem e muito contente.
"O que posso fazer eu para voc�, Monique? "
"Oh, t�o docemente. Primeiro eu lhe tenho que falar como ador�vel era ficar novamente em seu hotel. Sempre o servi�o est� impec�vel. E o bra�o de Ver�o, � melhor,
nenhum? "
"Aparentemente. Ela est� em Roma."
"Oh, sim, minha mem�ria. Bem, ela nunca era um sentar muito longo em um espa�o, meu Ver�o. Eu vi o �nico brevemente dela antes de eu partisse. Ela parecia... preocupou."
Ele sentia o est�mago m�sculos amarrando dele, o mand�bula apertando dele. Deliberadamente ele relaxou ambos. "Ela � trabalha muito duro na cozinha."
Os l�bios de Monique encurvaram. Ele n�o d� nada, este aqui, que ela pensou com aprova��o. "Sim, bem eu posso ver novamente pouco tempo a para. Eu lhe tenho que
pedir um favor, Blake. Voc� era t�o am�vel durante minha visita."
"Tudo que que eu posso fazer."
"O apartamento onde eu fiquei, eu achei isto t�o tranq�ilo, assim agreable. Eu desejo saber se voc� pudesse reservar isto novamente para mim, em dois dias tempo."
"Dois dias? " A sobrancelha dele dobrou, mas ele alcan�ou automaticamente para uma caneta para anotar isto. "Voc� est� voltando oriental? "
"Eu sou t�o tolo, a so-what � it?-absent-notado, oui? Eu tenho neg�cio para levar ao cuidado de l�, e com o acidente de Ver�o, tudo saiu de minha cabe�a. Eu tenho
que voltar e tenho que amarrar os fins que est�o soltos. E o apartamento? "
"Claro que, eu cuidarei disto."
"Merci. E talvez, eu poderia perguntar uma mais coisa de voc�. Eu terei uma festa pequena em evening-just de s�bado alguns velhos amigos e um pouco de vinho. Eu
agradeceria se voc� pudesse parar por durante alguns minutos. Ao redor oito? "
N�o havia nada ele quis menos no momento que uma festa. Mas modos, educa��o e esquerda empresarial ele s� uma resposta. Novamente, ele automaticamente notado abaixo
a data e tempo. "Eu estaria contente para."
"Maravilhoso. Cultive s�bado, "revoir de au, ent�o. Depois de desligar o telefone, Monique deu um tinido de risada. Retifique, ela era atriz, n�o um screenwriter,
mas ela pensou que o pequeno enredo dela era brilhante. Sim, absolutamente brilhante.
Apanhando o telefone, ela preparou enviar um cabograma. Para Roma.

Cap�tulo 12
Cherie. Tenha que voltar � Filad�lfia para algum neg�cio inacabado antes de filmando come�asse. Estar� a Cocharan House em meu apartamento durante o fim de semana.
Tendo uma pequena noite de s�bado de sarau. Venha. 8:30. Um bient�t. M�e.
E at� h� pouco o que esteve ela? Ver�o olhou novamente em cima do cabo como ela viajou sobre o Atl�ntico. Neg�cio inacabado? Ver�o poderia pensar em nenhum Monique
empresarial teria na Filad�lfia, a menos que envolvesse o marido n�mero dois. Mas isso era hist�ria antiga, e Monique sempre teve outra pessoa manivela os procedimentos
empresariais dela. Ela sempre tinha reivindicado uma atriz boa era no fundo uma crian�a e teve nenhum de cabe�a para neg�cio. Era outro do diabolically dela modos
desamparados que tornaram isto poss�vel para ela s� fazer exatamente como quis ela. Que Ver�o n�o p�de entender era por que Monique quereria voltar oriental.
Com um encolha os ombros, Ver�o passou despercebido o cabo atr�s na bolsa dela.
Ela n�o sentia como hassling com as pessoas e conversa de coquetel em s� em cima de cinco horas. O dia antes de, ela tinha se excedido com a cria��o de um bolo de
anivers�rio amoldada como a casa palaciana de Enrico fora de Roma, e cheio com um wickedly combina��o maravilhosa de chocolate e nata. Tinha a levado doze horas.
E por uma vez, � insist�ncia do anfitri�o, tinha permanecido ela e tinha unido a festa para champanha e sobremesa.
Ela tinha pensado que seria bom para ela. As pessoas, a eleg�ncia, a atmosfera celebr�vel. Tinha feito n�o mais que mostra para ela que ela n�o quis estar em Roma
trocando conversa fiada e bebendo vinho. Ela quis ser casa. Casa, entretanto a pegou de surpresa, era a Filad�lfia.
Ela n�o almejou Paris e o pequeno apartamento estranho dela no Banco Esquerdo. Ela quis o apartamento de quarto-ch�o dela em Filad�lfia onde havia recorda��es de
Blake em todo canto. Por�m tolo a fez, por�m ininteligente ou n�o pr�tico era, ela quis Blake.
Agora, casa voadora, ela achou isso n�o tinha mudado. Era Blake que ela quis ir quando ela estava novamente no ch�o. Era a Blake que ela quis contar todas as hist�rias
tolas que ela tinha ouvido em Enrico est� jantando quarto. Era Blake que ela quis ouvir riso. Era Blake que ela quis enrolar agora para cima pr�ximo a que a energia
nervosa dos �ltimos dias estava escoando.
Suspirando, ela inclinou o assento dela atr�s e fechado os olhos dela. Mas ela faria o dever dela e iria para o apartamento da m�e dela. Talvez a pequena festa de
Monique era a divers�o perfeita. H� pouco daria Ver�o um pouco mais tempo antes de ela enfrentasse Blake novamente. Blake, e a decis�o que ela tinha pensado j� foi
tomada.
A.C. correu um dedo ao redor do dentro do colarinho justo da camisa dele e esperou ele n�o olhou t�o nervoso quanto ele sentia. Monique vendo novamente afinal de
contas este years-having para apresentar Lillian a ela. Monique, minha esposa Lillian. Lillian, Monique Dubois, um amante anterior. Mundo pequeno, n�o �?
Embora ele fosse um homem que apreciou uma piada boa, este aqui o iludiu.
Parecia havia nenhum estatuto de limita��es em transgress�es matrimoniais. Era verdade que ele s� tinha vagueado uma vez, e ent�o durante uma separa��o n�o oficial
da esposa dele que tinha o deixado bravo, amargo e amedrontado. Um crime cometeu uma vez, ainda era um crime cometido.
Ele amou Lillian, sempre tinha a amado, mas ele nunca poderia negar que o afazeres breve com Monique tinha acontecido. E ele n�o p�de negar que tivesse sido excitante,
apaixonado e memor�vel.
Eles nunca tinham contatado novamente um ao outro, entretanto algumas vezes ele tinha a visto quando ele ainda estava trabalhando ativamente no neg�cio. At� mesmo
isso tinha sido t�o h� muito tempo.
Assim, por que ela tinha o chamado agora, vinte anos depois, insistindo que ele come-with o wife-to dele o apartamento dela na Filad�lfia Cocharan Casa? Ele correu
ao redor uma vez mais o dedo dele o colarinho dele. Algo estava o sufocando. Monique s� explica��o tinha sido que interessou a felicidade do filho dele e a filha
dela.
Isso tinha o deixado com o problema de fabricar uma raz�o por entrar em cidade e insistir que Lillian o acompanham. Isso n�o tinha sido um peda�o de bolo, porque
ele tinha se casado um afiado-notou, a mulher independente, mas n�o era nada comparado com a pr�xima prova��o.
"Voc� vai exagerar com aquela gravata todo o dia? " A.C. saltou como a esposa dele surgiu atr�s dele. "F�cil." Com um riso, ela escovou a parte de tr�s da jaqueta
dele, enquanto alisando isto em cima dos ombros dele em um h�bito que o levou de volta � lua de mel deles/delas. "Voc� pensaria que voc� nunca tinha passado uma
noite com uma celebridade antes. Ou � h� pouco atrizs francesas que o fazem nervoso? "
Este aqui a atriz francesa, A.C. pensamento e virou � esposa dele. Ela sempre tinha sido ador�vel, n�o a beleza respira��o-pegadora que Monique tinha sido, mas graciosamente
com o tipo de olhares quietos que permanecem ador�vel pelos anos. O puro, rico cabelo moreno dela era liberalmente listrado com cinza, mas nomeou de tal um modo
que as cores contrastantes aumentaram os olhares dela.
Lillian sempre tinha tido estilo. Sempre, ela tinha sido a s�cia dele tinha se levantado at� ele, se levantado por ele. Uma mulher forte. Ele tinha precisado de
uma mulher forte. Ela era primeiro a melhor maldi��o companheiro que um homem poderia pedir. Ele p�s as m�os dele nos ombros dela e a, bastante ternamente, beijou.
"Eu o, Lily", amo. Quando ela tocou a bochecha dele e sorriu, ele levou a m�o dela, enquanto sentindo como o andar de homem condenado a �ltima milha dele. "N�s ir�amos
melhor. N�s estaremos atrasados."
Blake desligou o telefone em desgosto. Ele era certo Ver�o estaria de volta que noite. Mas entretanto ele tinha pedido o apartamento dela de vez em quando durante
uma hora, n�o havido nenhuma resposta. Ele estava fora de paci�ncia, e em nenhum humor abaixar e ser soci�vel no apartamento de Monique. Muito igual o pai dele tinha
feito, ele arrastou na gravata dele.
Quando tudo isso terminou, quando ela estava de volta, ele ia achar um modo para convencer ir embora com ele para ela. Ele acharia aquela ilha de maldi��o no Pac�fico
se isso for o que levou. Ele compraria a ilha de maldi��o e montaria trabalho dom�stico. Construa uma cadeia de salas de estar de pizza ou restaurantes de r�pido-comida.
Talvez isso satisfaria a mulher.
Sentindo irracional, e h� pouco um pequeno mau, ele escarranchou fora do apartamento.
Monique inspecionou o apartamento e acernar com a cabe�a. As flores eram um touch-not agrad�vel muitos, s� alguns brotos aqui e l� para dar para os quartos uma brisa
de um jardim. Um touch-only um toque de romance. O vinho estava esfriando, os �culos que brilham na ilumina��o conquistada. E o Max tinha se excedido com o d'ouvres
de hors, ela decidiu. Um pequeno caviar, uma pequena cabe�a, algum quiches-very de miniatura elegante. Ela tem que se lembrar de fazer uma visita para a cozinha.
Como porque herself-Monique tocaram uma m�o ao chin� � base do pesco�o dela. N�o o estilo habitual dela, mas ela quis somar o ar de dignidade. Ela sentia a noite
poderia pedir isto. Mas as cal�as de seda pretas e blusa de fora-o-ombro eram sensuais e chiques. Ela n�o p�de resistir ao desejo para vestir com um pouco de talento
para a parte simplesmente.
A cena era fixa, ela decidiu. Agora era s� uma quest�o para os jogadores...
A batida veio. Com um sorriso lento, Monique foi para a porta. Aja a pessoa estava a ponto de come�ar.
"A.C.! " O sorriso dela era brilhante, as m�os dela jogadas fora para ele. "Como maravilhoso ver novamente afinal de contas o este tempo."
A beleza dela era como aturdindo como j�. N�o havia nenhum resistindo �quele sorriso. Embora ele tivesse sido determinado para ser muito indiferente e muito cort�s,
a voz dele esquentou. "Monique, voc� n�o olha um minuto mais velho."
"Sempre o encantador." Ela riu, ent�o beijou a bochecha dele antes de ela virasse � mulher ao lado dele. "E voc� � Lillian. Como ador�vel que n�s nos encontramos
afinal. A.C. me contou tanto o, eu sinto n�s somos velhos amigos."
Lillian mediu a mulher pelo limiar e ergueu uma sobrancelha. "Oh? "
Nenhum bobo, este aqui, que Monique decidiu imediatamente, e gostou dela. "Claro que, isso era t�o h� muito tempo tudo, assim n�s temos que conseguir saber por toda
parte novamente um ao outro. Agora, por favor entre. A.C., voc� seria am�vel bastante abrir uma garrafa de champanha."
Um pacote de nervos, A.C. cruzou o quarto para concordar. Uma bebida seria uma id�ia excelente. Ele teria preferido u�sque, diretamente para cima.
"Claro que, eu o vi muitas vezes", Lillian come�ou. "Eu estou seguro voc� n�o fez um filme que eu perdi, Sra. Dubois".
"Monique, por favor". Em um gesto simples, cort�s, ela arrancou um bot�o de rosa de um vaso e deu isto a Lillian. "E eu sou lisonjeado. De vez em quando eu me aposentaria,
esta �ltima ocasi�o foi o mais longo. Mas sempre, voltando para o filme � atr�s como andamento a um amante velho."
A corti�a apagou da garrafa como um projetil e saltou fora o teto. Calmamente Monique deslizou um bra�o por Lillian. Dentro dela estava dando risada como uma menina.
"Tal um som excitante, n�o �? Sempre me faz feliz para ouvir champanha que � aberto. N�s temos que ter uma torrada, pas de n'est-ce? "
Ela ergueu um copo com um adorno, e olhou, para Lillian est� pensando, h� pouco igual o car�ter que ela tinha jogado no Sonho de Ontem.
"A destino, penso" eu, Monique decidiu. "E o modo estranho nos torce todo junto." Ela soou o copo dela contra A.C.' s, ent�o a esposa dele, antes de beber. "Assim
me fale, voc� ainda est� encantado com velejar, A.C.? "
Ele clareou a garganta dele, nenhum mais longo certo se ele deveria assistir a esposa dele ou Monique. Ambos eles definitivamente estavam o assistindo. "Ah, sim.
De fato, Lillian e eu h� pouco voltamos do Taiti."
"Como encantador. Um lugar perfeito para amantes, oui? "
Lillian tomou um gole do vinho dela. "Perfeito."
"Voila de Et", Monique disse quando a batida soou. "O pr�ximo convidado. Por favor o" ajude. Era agora Ato dois. Tendo o tempo da vida dela, Monique foi responder.
"Blake, t�o tipo de voc� para vir, e como encantador voc� olhar."
"Monique." Ele levou a m�o ela estendeu e trouxe isto aos l�bios dele iguala como calculou h� pouco ele quanto tempo seria antes de ele pudesse fazer a fuga dele.
"Bem-vindo atr�s."
"Eu devo ir n�o usar fora o acolhimento. Voc� ser� pegado de surpresa por meus outros convidados, eu penso." Com isto ela gesticulou dentro.
As �ltimas duas pessoas que ele tinha esperado ver no apartamento de Monique eram os pais dele. Ele cruzou o quarto e curvado beijar a m�e dele. "Muito surpreso.
Eu n�o soube que voc� era na cidade."
"N�s s� entramos um pequeno tempo atr�s." Lillian deu para o filho dela um copo de champanha. "N�s chamamos seu apartamento, mas o telefone estava ocupado." H� pouco
que fase est� fixando esta mulher? Lillian desejou saber como Monique os uniu.
"Fam�lias", ela disse grandly, enquanto se ajudando a algum caviar. "Eu tenho um grande afeto por eles. Eu lhe tenho que contar ambos como eu admiro seu filho. O
Cocharan jovem continua a tradi��o, n�o � assim? "
Para um momento, s� um momento, os olhos de Lillian estreitaram. Ela quis saber h� pouco que tradi��o se referiu a atriz francesa para.
"N�s somos ambos muito orgulhoso de Blake", A.C. disse com um pouco de al�vio. "Ele n�o s� � mantido o padr�o de Cocharan, mas ampliou isto. A cadeia de Hamilton
era um movimento excelente." Ele brindou o filho dele. "Excelente. Como � o volta-em cima de na cozinha que vai? "
"Muito suavemente." E foi a �ltima coisa que ele quis discutir. "N�s come�amos servi�o do card�pio novo amanh�."
"Ent�o n�s cronometramos bem" nossa visita, Lillian p�s dentro. "N�s teremos uma chance para testar isto de primeira m�o."
"Voc� sabe a coincid�ncia? " Monique perguntou para Lillian como ela ofereceu a bandeja de quiches.
"Coincid�ncia? "
"Mas est� divertindo. � minha filha que agora administra o "cozinha de seu filho.
"Sua filha." Lillian olhou ao marido dela. "N�o, n�o foi mencionado a mim."
"Ela � uma chefe de cozinha soberba. Voc� concordaria, Blake? Ela cozinha freq�entemente para ele", ela somou com um sorriso deliberado antes de ele pudesse fazer
qualquer coment�rio.
Lillian segurou o bot�o de rosa debaixo do nariz dela. Interessante. "Realmente? "
"Uma menina encantadora", A.C. ponha dentro. "Ela tem seus olhares, Monique, entretanto eu quase n�o poderia creditar que voc� teve uma filha crescida."
"E eu era da mesma maneira que surpreso quando eu conheci seu filho" primeiro. Ela sorriu a ele. "N�o � estranho onde os anos v�o? "
A.C. clareou a garganta dele e verteu mais vinho.
Semanas antes de, Blake tinha desejado saber que mensagens tinham passado entre Ver�o e o pai dele. Agora ele teve nenhuma dificuldade que reconhece o entre o qual
n�o estava sendo dito A.C. e Monique. Ele olhou primeiro para a m�e dele e a viu calmamente bebendo champanha.
O pai dele e a m�e de Ver�o? Quando? ele desejou saber como ele tentou digerir isto. Para contanto que ele pudesse se lembrar, os pais dele tinham sido dedicados,
quase insepar�veis. No-abruptly ele se lembrou de um tempo curto, turbulento durante as adolesc�ncias cedo dele. A casa tinha estado cheio de tens�o, argumentos
em meia-vozes. Ent�o A.C. tinha sido ido por dois weeks-three? Uma viagem de neg�cios, a m�e dele tinha lhe falado, mas iguala ent�o ele tinha sabido melhor. Mas
tinha terminado t�o depressa, ele raramente tinha pensado nisto desde. Agora... agora ele teve uma id�ia definida onde o pai dele tinha gastado algum daquele tempo
pelo menos longe de casa. E com quem.
Ele pegou o eye-the do pai dele olhar inc�modo, meio-desafiante. O homem, Blake meditou, estava pagando certamente por um deslize em fidelidade que era dois d�cadas
velha. Ele viu Monique sorrir, lentamente. H� pouco o que o inferno ela estava tentando para incitar?
Quase antes de a raiva pudesse formar completamente, ela p�s uma m�o no bra�o dele. Era um gesto que lhe pediu que esperasse, ser paciente. Ent�o vindo outra batida.
"Ah, com licen�a. Voc� verteria outro copo? " Monique perguntou A.C. "N�s temos um mais convidado hoje � noite."
Quando ela abriu a porta, Monique n�o poderia ter estado mais contente com a filha dela. O vestido de seda jade simples era macio, estreito e sutilmente sensual.
Fez a palidez leve dela muito rom�ntico. "Cherie, t�o bom de voc� n�o me" desapontar.
"Eu n�o posso ficar longo, M�e, eu tenho que adquirir um pouco de sono." Ela ofereceu um rosa-ribboned caixa. "Mas eu quis trazer um "presente de casamento para
voc�.
"T�o docemente." Monique escovou os l�bios dela em cima da bochecha de Ver�o. "E eu tenho algo para voc�. Algo que eu espero que voc� sempre entesourar�." Pisando
aparte, ela atraiu Ver�o.
N�o goste isto, Ver�o pensou desesperadamente quando o primeiro choque de ver Blake novamente ondulou por ela. Ela tinha querido estar preparada, descansou, confiante.
Ela n�o quis o ver aqui, agora. E o parents-one dele olham para a mulher ao lado de Blake e ela soube que ela teve que ser A.C.' a esposa de s. Nada mais fez o tipo
de sense-Monique de senso.
"Seu jogo n�o � divertido, M�e", ela murmurou em franc�s.
"Pelo contr�rio, poderia ser a coisa mais importante que eu alguma vez fiz. A.C.", ela disse em tons de homossexual, "voc� conheceu minha filha, oui? "
"Sim, realmente." Com um sorriso, ele deu para Ver�o um copo de champanha. "Agrad�vel o ver novamente."
"E a "m�e de Blake, Monique continuou. "Lillian, possa eu apresento minha �nica crian�a, Ver�o".
"Eu estou muito contente de para o" conhecer. Lillian levou a m�o dela calorosamente. Ela n�o era cega e tinha visto o olhar atordoado que tinha passado entre o
filho dela e a filha da atriz. Havido surpresa, desejo e incerteza. Se Monique tivesse fixado a fase para isto, a Lilian a faria melhor ajudar. "Eu h� pouco tenho
ouvido que voc� � um chefe de cozinha e respons�vel para o card�pio novo n�s estaremos ostentando de amanh�."
"Sim." Ela procurou algo que dizer. "Voc� desfrutou sua navega��o? Taiti, n�o era? "
"N�s tivemos um tempo maravilhoso, embora A.C. tende a se tornar Capit�o Bligh se voc� n�o o" assistir.
"Tolice." Ele deslizou o bra�o dele ao redor o ombros da esposa dele. "Esta � a �nica mulher na que eu j� confiaria � roda de um de meus navios."
Eles adoram um ao outro. Ver�o percebeu isto e achou a pegou de surpresa. O matrim�nio deles/delas estava se aproximando em seu quadrag�simo ano, e obviamente n�o
tinha estado sem tempestades... contudo eles adoraram um ao outro.
"Est� bastante bonito, n�o �, quando um marido e a esposa pode compartilhar um interesse e ainda as pessoas de be-separate? " Monique sorriu para eles, ent�o olhou
para Blake. "Voc� concordaria aquelas tais coisas se mant�m unido um homem e mulher, at� mesmo quando eles t�m que lutar por tempos duros e enganos? "
"Eu vou." Ele olhou diretamente para Ver�o. "� uma quest�o de amor, e de respeito e talvez de... otimismo."
"Otimismo! " Monique achou a palavra claramente perfeito. "Sim, isto que eu gosto. Eu, claro que, sempre sou so-perhaps muito. Eu tive quatro maridos, claramente
muito otimista". Ela riu dela. "Entretanto, eu penso que eu sempre olhei primeiro, e talvez s�, para romance. Voc� diria, Lillian, que � um engano para n�o olhar
al�m que? "
Todos "n�s procuramos romance, ame, paix�o." Ela tocou o bra�o do marido dela ligeiramente, em um gesto t�o natural nenhum deles notou isto. "Ent�o claro que respeito.
Eu suponho eu teria que acrescentar duas coisas a isso." Ela olhou para o marido dela. "Toler�ncia e tenacidade. Matrim�nio os precisa tudo."
Ela soube. Como A.C. viu o olhar no olhos da esposa dele que ele percebeu que ela sempre tinha sabido. Durante vinte anos, tinha sabido ela.
"Excelente." Bastante agradado com ela, Monique fixou o presente dela na mesa. "Este � ent�o o tempo perfeito para abrir um presente que celebra meu matrim�nio.
Este tempo eu pretendo p�r todas essas coisas nisto."
Ela quis partir. Ver�o se falou era s� uma quest�o de se virar e caminhar � porta. Ela se levantou arraigada, com os olhos dela fechados em Blake.
"Oh, mas est� bonito." Reverently, Monique ergueu o carrossel m�o-feito min�sculo da cama de tecido. Os cavalos eram marfim, aparado em gilt-each um perfeito, cada
um sem igual. � volta da base, jogou um Prel�dio de Chopin rom�ntico. "Mas, bem, como perfeito. Um carrossel para celebrar um matrim�nio. Os cavalos deveriam ser
nomeados romance, ame, tenacidade e assim sucessivamente. Eu entesourarei isto."
"Eu-" Ver�o olhou para a m�e dela, e de repente nenhum das viabilidades, nenhum dos enganos importou. "Esteja contente, ma mero."
Monique tocou a bochecha dela com uma ponta do dedo, ent�o escovou isto com os l�bios dela. "E voc�, mignonne".
A.C. apoiou at� sussurro no orelha da esposa dele. "Voc� sabe, n�o o fa�a? "
Divertido, ela ergueu o copo dela. "Claro que", ela respondeu em uma meia-voz. "Voc� nunca p�de manter segredos de mim."
"Mas-"
"Eu soube ent�o e o odiei durante quase um dia. Voc� se lembra de quem falta era? Eu fa�o n�o mais."
"Deus, Lily, se voc� tivesse sabido como culpado eu era. Hoje � noite, eu quase estava sufocando com-"
"Bom", ela simplesmente disse. "Agora, voc� o bobo velho, cheguemos fora daqui assim estas crian�as podem resolver coisas. Monique-" Ela ofereceu a m�o dela, e como
se encontraram m�os, olhos se encontraram, coisas passaram entre eles isso nunca teria que ser dito. Obrigado por uma noite ador�vel, e meus melhores desejos para
voc� e seu marido."
"E mina a voc�." Com um sorriso rememorativo o passado, ela segurou fora os bra�os dela para A.C. revoir de Au", ami de mon. ''
Ele aceitou o abra�o, enquanto sentindo como um homem que s� sido concedido anistia. Ele quis nada al�m de subir para o pr�prio apartamento dele e mostrar para a
esposa dele quanto amou ele ela. "Talvez n�s almo�aremos amanh�", ele disse absently para o quarto a grande. "Boa noite."
Monique come�ou a dar risada como a porta feche atr�s dele. "Ame, sempre me far� rir. Assim-" Vivamente, ela come�ou a rewrap o presente dela e encaixota isto. "Minhas
bolsas est�o sendo seguradas escada abaixo para mim e minhas folhas planas em uma hora."
"Uma hora? " Ver�o come�ou. "Mas-"
"Meu neg�cio � terminado." Comprimindo a caixa debaixo do bra�o dela, ela subiu nos dedos do p� dela para beijar Blake. "Voc� tem a fortuna boa de possuir os pais
excelentes." Ent�o ela beijou Ver�o. "E assim, minha do�ura, o fa�a, entretanto eles n�o foram vestidos para permanecer o marido e esposa. O apartamento � liquidado
para pela noite, o champanha ainda resfriado." Ela planou para a porta que deixa um rastro de Paris na esteira dela. Pausando na entrada, ela olhou atr�s. Appetit
de Bon", "enfants de mes. Monique considerou isto um dela sa�das muito melhores.
Quando a porta fechou, Ver�o estava onde ela era, inseguro se ela quisesse aplaudir ou lan�ar algo.
Um real desempenho", Blake comentou. "Mais vinho? "
Ela poderia ser t�o gentil e casual quanto ele. "Certo."
"E como Roma era? "
"Quente."
"E seu bolo? "
"Magn�fico." Erguendo o freshly dela enchido copo, ela tomou dois passos. Sempre era melhor para falar do sem import�ncia quando tantos necessidades urgentes estavam
apertando. "Coisas que correm calmamente aqui? "
"Incrivelmente assim. Embora eu pense que todo o mundo ser� aliviado que voc� est� aqui para a primeira corrida amanh�. Me fale-'' ele tomou um gole do pr�prio vinho
dele, enquanto aprovando isto ''-quando voc� soube primeiro que meu pai e sua m�e tinham tido um afazeres? "
Isso era bastante cego, ela pensou. Bem, ela seria igualmente cega. "Quando estava acontecendo. Eu era s� uma crian�a, mas as crian�as s�o astutas. Voc� poderia
dizer que eu suspeitei isto ent�o. Eu estava seguro disto quando eu mencionei o nome de minha m�e primeiro a seu pai."
Ele acernar com a cabe�a, enquanto se lembrando da reuni�o no escrit�rio dele. "H� pouco quanto deixou voc� aquela preocupa��o voc�? ''
"Era desajeitado." Restlessly ela moveu os ombros dela.
"E voc� era determinada repeti��o de hist�ria deixada isto."
A percep��o dele era muito freq�entemente killingly preciso. "Talvez."
"Entretanto, em um assunto de falar, fez."
Com outra tentativa a casualidade, ela espalhou algum caviar em uma bolacha. "Entretanto, nenhum de n�s estava casado."
Como se fosse s� conversa de coquetel geral, Blake escolheu um quiche. "Voc� sabe por que sua m�e fez este esta noite."
Ver�o tremeu a cabe�a dela quando ele ofereceu a bandeja. "Monique nunca poderia resistir a uma cena de qualquer am�vel. Ela fixou a fase, trazida os jogadores,
mostrar para mim, que eu penso, que enquanto matrim�nio poderia n�o estar perfeito, pode ser dur�vel."
"Ela era pr�spera? " Quando ela n�o falou, Blake fixou abaixo o copo dele. Estava na hora eles deixaram de restringir, tempo eles deixaram de falar em generalidades.
N�o houve uma hora desde a �ltima vez eu o vi que eu n�o pensei em voc�."
Os olhos dela conheceram o seus. Helplessly ela tremeu a cabe�a dela. "Blake, eu n�o penso que voc� deve-"
"Condene, voc� vai me ouvir fora. N�s somos bons para um ao outro. Voc� n�o me pode falar voc� n�o acredita isso. Talvez voc� tinha raz�o antes sobre o modo eu planejei
fora meu... namoro", ele decidiu para uma falta de uma palavra melhor. "Talvez eu era muito presumido sobre isto, muito seguramente que se eu esperasse por h� pouco
o momento certo, eu teria o com o qual eu quis exatamente o menos quantia de dificuldade. Eu tive que estar seguro ou I'd foram tentar insanos para o dar bastante
tempo ver o que n�s poder�amos ter junto."
"Eu era muito duro que noite." Ela embrulhou ao redor ent�o os bra�os dela ela os derrubou aos lados dela. "Eu disse coisas porque voc� me amedrontou. Eu n�o os,
n�o todos eles", quis dizer.
"Ver�o." Ele tocou a bochecha dela. "Eu quis dizer tudo eu disse aquele noturno. Eu o quero agora tanto quanto eu o quis na primeira vez."
"Eu estou aqui." Ela pisou mais �ntimo. "N�s estamos s�s."
A necessidade torceu dentro dele. "Eu quero fazer amor com voc�, mas n�o at� que eu sei o que � voc� queira de mim. Voc� quer s� alguns noites, alguns recorda��es,
como nossos pais tidos junto? "
Ela se virou ent�o. "Eu n�o sei explicar."
"Me fale como voc� sente."
Ela levou um momento para se firmar. "Certo. Quando eu cozinhar, eu levo este ingrediente e isso. Eu tenho minhas pr�prias m�os, minha pr�pria habilidade, e reunindo
estes, eu fa�o algo perfeito. Se eu n�o achar isto perfeito, eu lan�o isto fora. H� pouca paci�ncia em mim." Ela interrompeu um momento, enquanto desejando saber
se ele pudesse entender este tipo de analogia possivelmente. "Eu pensei que se eu j� decidisse ser envolvido em uma rela��o, haveria este ingrediente e que, e novamente
eu os reuniria. Mas eu soube que nunca estaria perfeito. Assim... " Ela deixou sair uma respira��o longa. "Eu desejei saber se que tamb�m seria algo que lan�ar fora."
"Uma rela��o n�o � algo que tem que ser criado por um dia, ou aperfei�oou por um dia. Parte do jogo � manter funcionamento nisto. Cinq�enta anos ainda n�o s�o bastante"
longos.
"Muito tempo trabalhar em algo que sempre ser� h� pouco um pouco rachou."
"Muito de um desafio? "
Ela girou, ent�o parou. "Voc� me conhece muito bem", ela murmurou. "Muito bem para meu pr�prio bem. Talvez muito bem para seu pr�prio."
"Voc� est� errado", ele disse quietamente. "Voc� � meu pr�prio bem."
A boca dela tremeu aberto, ent�o fechou. "Por favor", ela administrou, "eu quero terminar isto. Quando eu estava em Roma, eu tentei me falar que isto era isso que
eu wanted-to voltam a voar aqui, l�, sem qualquer um preocupar aproximadamente mas eu e o pr�ximo prato que eu criaria. Quando eu estava em Roma", ela somou com
um suspiro, "eu era mais miser�vel que eu alguma vez estive em minha vida."
Ele n�o p�de prevenir o sorriso. "Arrependido ouvir isto."
"N�o, eu penso que voc� n�o �. Se virando, ela correu a ponta do dedo dela ao redor e ao redor da beira de um copo de champanha. Considerando que ela s� explicaria
uma vez, ela quis ser certa ela explicou bem. "No avi�o, eu me falei que quando eu voltei, n�s falar�amos, razoavelmente, logicamente. N�s trabalhar�amos a situa��o
fora da melhor maneira. Em minha cabe�a, pensei eu que isso seria uma continua��o de nossa rela��o como era. Intimidade sem fios que n�o s�o talvez nenhuma intimidade
nada." Ela ergueu o copo e tomou um gole algum do resfriado, vinho espumoso. "Quando eu entrei aqui hoje � noite e o vi, eu soube que isso seria imposs�vel. N�s
n�o podemos ver um ao outro como fomos n�s. No fim que nos danificaria ambos."
"Voc� n�o est� caminhando fora de minha vida."
Retrocedendo, ela estava de p� dedo do p�-para-dedo do p� com ele. "Eu vou, se eu pudesse. E condena isto, voc� n�o � o que est� me parando. Sou eu! Nenhum de seu
planejamento, nenhum de sua l�gica poderia ter mudado o que estava dentro de mim. S� eu poderia mudar isto, o que eu sinto poderia mudar isto."
Ela levou as m�os dele. Ela levou uma respira��o funda. "Eu quero montar aquele carrossel com voc�, e eu quero meu tiro ao "anel de metal.
As m�os dele deslizaram os bra�os dela, no cabelo dela. "Por que? H� pouco me fala por que."
"Porque algum dia entre o momento voc� entrou em minha porta da frente e agora, eu me apaixonei por voc�. N�o importa como tolo �, eu quero me arriscar nisso."
"N�s vamos ganhar." A boca dele buscou o sua, e quando ela tremeu que ele soube que era como muito de nervos como paix�o. Logo eles enfrentariam a paix�o, agora
ele acalmaria os nervos. "Se voc� gostar, n�s levaremos um per�odo de ensaio." Ele come�ou a vagar a face dela com beijos. "N�s podemos p�r isto at� mesmo em form-more
de contrato pr�tico."
"Tentativa? " Ela come�ou a puxar longe dele, mas ele segurou o fim dela.
"Sim, e se durante o per�odo de ensaio qualquer um de n�s quiser um div�rcio, eles t�m que esperar at� o fim do "termo de contrato simplesmente.
As sobrancelhas dela vieram junto. Ele poderia falar agora de neg�cio? Ele ousaria? O queixo dela inclinou challengingly. "Quanto tempo o termo de contrato �? "
"Cinq�enta anos."
Rindo, ela lan�ou ao redor para os bra�os dela o pesco�o dele. "Transa��o. Eu quero isto tirado para cima amanh�, em triplique. Mas esta noite-'' ela come�ou a lambiscar
nos l�bios dele como ela correu as m�os dela em baixo da jaqueta dele "-hoje � noite n�s somos s� amantes. Verdadeiramente os amantes agora. E o apartamento � nosso
at� manh�."
O beijo era long-it era slow-it estava demorando.
"Me lembre que envie para Monique um caso de champanha." Blake disse como ele ergueu Ver�o nos bra�os dele.
"Falando disto... " over-a Inclinado morderam precariously-she ergueram os dois �culos semiplenos da mesa. "N�s n�o dever�amos deixar isto se p�r plano. E depois",
ela continuou como ele a levou para o quarto, "muito posterior, talvez n�s podemos enviar para pizza."


Li��es Aprenderam

Cap�tulo 1
Assim ele era deslumbrante. E rico... e talentoso. E sensual; voc� n�o deveria esquecer que ele era outrageously sensual.
Apenas importou a Juliet. Ela era uma profissional, e a um profissional, um trabalho era um trabalho. Neste caso, foram ligadas grandes olhares e personalidade para
ajudar, mas isso era empresarial. Estritamente neg�cio.
N�o, pessoalmente n�o importou um pouco. Afinal de contas, ela tinha conhecido alguns homens deslumbrantes na vida dela. Ela tinha conhecido alguns rico tamb�m,
e assim sucessivamente, entretanto ela teve que admitir ela nunca tinha conhecido um homem com tudo que essas qualidades evasivas rolaram para cima em um. Ela certamente
nunca teve a oportunidade para trabalhar com um. Agora ela fez.
O fato era, os olhares de Carlo Franconi, charme, reputa��o e habilidade iam fazer para o trabalho dela um prazer. Assim lhe foi falada. Ainda, com a porta de escrit�rio
dela fechada, Juliet fez carranca abaixo � oito-por-dez fotografia de publicidade preto-e-branca lustrosa. Olhou a ela como se ele seria mais dificuldade que prazer.
Carlo sorriu cockily nela, olhos escuros, amendoados divertiram e apreciativo. Ela desejou saber se o fot�grafo tivesse sido uma mulher. O cabelo grosso cheio dele
era appealingly desordenado com um pouco de cacho ao longo da nuca do pesco�o dele e em cima das orelhas dele. N�o tamb�m much-just bastante para desarmar. Os ossos
faciais fortes, jauntily encurvaram boca, nariz direto e sobrancelhas expressivas combinaram para criar uma face destinada para sabotar o bom senso de qualquer mulher.
Presente ou cultivou talento, a Juliet n�o tinha certeza, mas ela teria que usar isto � vantagem dela. Excurs�es de autor poderiam ser assassinato.
Um livro de receitas. Juliet tentou, e falhou, n�o suspirar. Carlo Franconi � O Modo italiano, era, se ela gostou ou n�o, a tarefa maior dela para datar. Neg�cio
era empresarial.
Ela amou o trabalho dela como publicista e estava contente para o momento com Imprensa de Trindade, o publicador que ela trabalhou atualmente para, depois que uma
meio-d�zia trabalho muda e saltos superiores como o come�o da carreira dela. �s vinte e oito, a ambi��o que ela tinha come�ado com como um recepcionista quase dez
anos antes tinha aliviado muito pequeno. Ela tinha trabalhado, estudou, apressou e suou para o pr�prio escrit�rio dela e posi��o. Ela os teve, mas ela n�o estava
pronta relaxar.
Pelos c�lculos dela, ela estaria pronta para fazer o pr�ximo salto em dois anos,: a pr�pria empresa de rela��es p�blicas dela. Naturalmente, ela teria que partir
pequeno, mas estava construindo o neg�cio que era excitante. Os contatos e experimenta ela ganhou nos anos vinte dela lhe ajudaria a solidificar as ambi��es dela
nos ano trinta dela. Juliet estava contente com isso.
Um das primeiras coisas que ela tinha aprendido em rela��es p�blicas era que uma conta era uma conta, se j� era um best-seller de grande sucesso grande colocou em
listas para ser um filme de grande sucesso grande ou um volume esbelto de poesia que apenas ganharia fora seu avan�o. Parte do desafio, e a divers�o, estava achando
o gancho de promo��o certo.
Agora, ela teve um livro de receitas e um chefe de cozinha italiano liso. Franconi, ela pensou wryly, teve umas mulheres de record-with de rasto e publicando. O
primeiro era uma quest�o de interesse quente � sociedade e se��es de fofoca da imprensa internacional. N�o era necess�rio cozinhar para estar atento do nome de Franconi.
O segundo era a raz�o que ele estava sendo amimalhado na estrada com um publicista.
Os primeiros dois livros de receitas dele tinham sido best-seller s�lidos. Por raz�o boa, admitiu a Juliet. Era verdade ela n�o p�de fritar um ovo sem criar um glob
n�o comest�vel gosmento, mas ela reconheceu qualidade e estilo. Franconi poderia fazer linguini parecer um prato para estar preparado enquanto preto cansativo atar.
Ele se transformou um prato de espaguete simples em um evento er�tico.
Sexo. A Juliet deu gorjeta a atr�s na cadeira dela e meneou os dedos do p� de stockinged dela. Isso � o que ele teve. Isso � o que eles usariam. Antes da excurs�o
de autor de vinte-um-dia era acabado, ela ter� feito para Carlo Franconi o cozinheiro mais sensual do mundo. Qualquer vermelho-blooded a mulher americana fantasiaria
sobre ele preparando um jantar �ntimo para dois. Luz de vela, macarr�o e romance.
Um �ltimo estudo da publicidade dele atirou e o charmingly entortaram sorriso a assegurou ele poderia controlar isto.
Enquanto isso, havia um pouco mais base cobrir. Criando um hor�rio era um prazer, enquanto aderindo a um um desafio. Ela prosperou em ambos.
Juliet ergueu o telefone, notou com resigna��o que ela tinha quebrado outra unha, ent�o zumbiu o assistente dela.
"Terry, me adquira Diane Maxwell. Ela � a coordenadora de programa no Simpson Show em L.A."
"Indo pelas armas grandes? "
Juliet deu um sorriso r�pido, n�o profissional. "Sim." Ela substituiu o telefone e come�ou fabrica��o acelerou notas. Nenhuma raz�o para n�o come�ar ao topo, ela
se falou. Aquele modo, se voc� ca�sse em sua face, pelo menos a viagem valeria a pena.
Como esperou ela, ela deu uma olhada ao redor do escrit�rio dela. N�o o topo, mas uns modos bons do fundo. Pelo menos ela teve uma janela. A Juliet poderia estremecer,
enquanto ainda pensando de alguns do cercado-em cub�culos ela tinha trabalhado dentro. Agora, vinte hist�rias debaixo de, Nova Iorque apressou, bateu, empurrou e
empurrou seu modo por outro dia. Juliet Trent tinha aprendido a fazer a mesma coisa depois de mover do sub�rbio relativamente calmo de Harrisburg, Pennsylvania.
Ela poderia ter crescido em um pequeno bairro cort�s onde s� um rebanho mais estranho mais de vinte e cinco milhas por hora e todo o mundo manteve a grama cortada
perto do lado deles/delas do cadeia-liga��o cerca, mas a Juliet tinha aclimado facilmente. A verdade era ela gostou do passo, a energia e o "eu o" ouso tom de Nova
Iorque. Ela nunca voltaria para o abelha-zumbido, cerca viva*-cortante quieto de sub�rbio onde todo o mundo conheceu que era voc�, o que voc� fez e como voc� fez
isto. Ela preferiu o anonimato e a individualidade de multid�es.
Talvez a m�e dela tinha se moldado na esposa suburbana perfeita, mas n�o a Juliet. Ela era uma mulher de eighties, independente, auto-suficiente e comovente para
cima. Havia um apartamento nos Ano setenta ocidentais que ela tinha fornecido, lentamente, meticulosamente e, mais importante, pessoalmente. A Juliet teve bastante
paci�ncia para mover passo por passo contanto que o resultado estivesse perfeito. Ela teve uma carreira ela poderia estar orgulhosa de e um escrit�rio que ela estava
alterando para vestir os pr�prios gostos dela gradualmente. Deixando a marca dela n�o era algo que ela levou ligeiramente. Tinha a levado quatro meses escolher as
plantas certas para o espa�o de trabalho dela, do quatro-p� filodentro de dividir-folha para o delicado branco-floresceu violeta africana.
Ela tinha tido que sobreviver com o tapete bege, mas o seis-p� o Dali impress�o na parede oposto a janela dela somou vida e energia. O espelho estreito-chanfrado
deu uma ilus�o de espa�o e um toque de eleg�ncia. Ela teve o olho dela em uma urna Oriental grande, enfeitada que estaria perfeito para um spray de penas de pav�o
igualmente enfeitadas. Se ela esperasse um pouco mais longo, o pre�o poderia vir abaixo de exorbitante para rid�culo. Ent�o ela compraria isto.
A Juliet poderia vestir uma frente muito pr�tica a todo o mundo, enquanto se incluindo, mas ela n�o p�de resistir a uma venda. Como resultado, o equil�brio de banco
dela n�o era t�o forte quanto o arm�rio de quarto dela. Ela n�o era fr�vola. N�o, ela teria sido intimidada para ouvir a palavra aplicada a ela. A guarda-roupa dela
era organizada, bem tendeu e satisfat�rio. Talvez vinte pares de sapatos poderiam ser considerados excessivos, mas a Juliet racionalizou que ela estava freq�entemente
nos p�s dela dez horas por dia e mereceu o luxo. Em todo caso, ela tinha os, dos t�nis robustos, ganho as bombas pretas pr�ticas para as sand�lias de noite de strappy.
Ela tinha os ganho com reuni�es longas inumer�veis, esperas incont�veis em aeroportos e horas infinitas no telefone. Ela tinha os ganho em excurs�es de autor onde
a sorte do puxe p�de voc� tem procedimento com o brilhante, o engra�ado, o inepto, a perfura��o ou o rude. Tudo que ela teve que negociar com, os resultados tiveram
que ser o mesmo. M�dia, m�dia e mais m�dia.
Ela tinha aprendido a lidar com a imprensa, do
Rep�rter de New York Times para o stringer no smalltown semanalmente. Ela soube encantar o pessoal de programas de entrevistas, dos mestres aceitos para os imitadores
nervosos. Aprender tinham sido uma aventura, e desde que ela tinha se permitido muito poucos na vida pessoal dela, sucesso profissional era todos o mais doce.
Quando o interfone zumbiu, ela pegou a l�ngua dela entre os dentes dela. Agora, ela ia aplicar tudo ela tinha aprendido e tinha pousado Franconi no programa de entrevistas
topo-avaliado nos Estados.
Uma vez ela fez, ela pensou como ela apertou o bot�o, ele faria melhor o a maioria disto. Ou ela racharia a garganta sensual dele com o faca do pr�prio chefe de
cozinha dele.
"Ah, amore de mi. Squisito." A voz de Carlo era um baixo ronrone projetado para apressar a press�o sangu�nea. A voz de quarto n�o era algo ele tinha tido que desenvolver,
mas algo com o que ele teve nascido. Carlo sempre tinha pensado um homem que n�o usou Deus-determinados presentes era menos que um bobo. "Bellisimo", ele murmurou
e os olhos dele eram escuros e sonhadores com antecipa��o.
Estava quente, quase vaporoso, mas ele preferiu o calor. Resfriado reduziu a velocidade o sangue. O sol que passa pela janela tinha levado na textura de ouro sutil
com matizes de vermelho aquele raio do fim do dia e indicou aos prazeres de noite. O quarto era rico com cheiro assim ele inspirou isto. Um homem estava perdendo
muito vida se ele n�o usou e apreciou tudo dos sensos dele. Carlo acreditou n�o perdendo nada.
Ele assistiu o amor dele do momento com o olho de um conhecedor. Ele acariciaria, sussurre, flatter-it nunca importaram a ele se levasse momentos ou horas para adquirir
o que ele quis. Contanto que ele adquirisse o que ele quis. Para Carlo, o processo, a antecipa��o, os movimentos que eles eram igualmente como satisfazendo como
o resultado. Como uma dan�a, tinha pensado sempre ele. Como uma can��o. Uma melodia de O Matrim�nio de Figaro jogado no fundo enquanto ele seduziu.
O Carlo acreditou fixando a cena porque vida simplesmente n�o era um jogo a ser desfrutado, mas ser apreciado.
"Bellisimo", ele sussurrou e dobrou mais pr�ximo o que ele adorou. O molho de molusco chiou erotically como ele mexeu isto. Lentamente, saboreando o momento, o Carlo
ergueu a colher aos l�bios dele e com os olhos dele meio-fechado, provou. O som de prazer entrou de baixo na garganta dele. "Squisito."
Ele moveu do molho para prestar a mesma aten��o amorosa ao zabaglione dele. Ele acreditou n�o havia uma mulher vivo que poderia resistir ao gosto disso pudim rico,
cremoso com o entusiasmo de vinho. Como sempre, era uma mulher que ele estava esperando.
A cozinha era como muito uma guarida de prazer a ele como o quarto. N�o era um acidente que ele era um do a maioria respeitou e admirou os chefes de cozinha no mundo,
ou que ele era um dos amantes mais atrativos. Carlo considerou isto um assunto de destino. A cozinha dele foi organizada habilmente, como meticulosamente disp�s
para a sedu��o de molhos e temperos como o quarto dele era para a sedu��o de mulheres. Sim, Carlo Franconi acreditou vida seria apreciado. Toda gota disto.
Quando a batida na porta da frente reverberada pelo alto-ceilinged quartos da casa dele, ele murmurou ao macarr�o dele antes de ele removesse o avental dele. Como
ele foi responder, ele rolou abaixo as mangas de seda da camisa dele mas n�o parou para ajustes em quaisquer dos espelhos antigos que revestiram as paredes. Ele
n�o era tanto v�o, como confiante.
Ele abriu a porta a uma mulher alta, imponente com pele mel-harmonizada e olhos lustrosos escuros. O cora��o de Carlo movido como isto fez sempre que ele a viu.
Amore de Mi". '' Levando a m�o dela, ele apertou a boca dele � palma, enquanto os olhos dele sorriram em seu. "Bella. Bella de Molto. ''
Ela ag�entou na luz de noite um momento, escuro, ador�vel, com um sorriso s� para ele. S� um bobo n�o teria sabido que ele tinha dado boas-vindas d�zias de mulheres
dentro s� deste modo. Ela n�o era uma boba. Mas ela o amou.
"Voc� � um salafr�rio, Carlo". A mulher alcan�ou fora tocar o cabelo dele. Era escuro e grosso e dif�cil resistir. "� este o modo voc� cumprimenta sua m�e? "
"Este � o modo-" ele beijou a m�o dela novamente "-eu cumprimento uma mulher bonita." Ent�o ele embrulhou ambos os bra�os ao redor do dela e beijou as bochechas
dela. "Este � o modo eu cumprimento minha m�e. � um homem afortunado que pode fazer ambos."
Gina Franconi riu como ela devolveu o abra�o do filho dela. "A voc�, todas as mulheres est�o bonitas."
"Mas �nico � minha m�e." Com o bra�o dele ao redor a cintura dela, ele a conduziu dentro.
Como sempre, Gina aprovou o fato que a casa dele estava imaculada, se um pouco muito ex�tico para o gosto dela. Ela desejou saber freq�entemente como a empregada
pobre conseguiu manter o ornately esculpido arcadas espanadas e poliu e as centenas de unstreaked de windowpanes. Porque ela era uma mulher que passou quinze anos
da vida dela limpando as casas de outras pessoas e quarenta limpeza o pr�prio dela, ela pensou em tais coisas.
Ela estudou um das aquisi��es novas dele, um tr�s-p� coruja de marfim com um roedor pequeno capturado em uma garra. Uma esposa boa, Gina meditou, guiaria o gostos
do filho dela para caminhos menos exc�ntricos.
"Um aperitivo, Mam�e? " O Carlo caminhou em cima de para um gabinete de defumado-copo alto e tirou uma garrafa preta esbelta.
"Voc� deveria tentar isto", ele lhe falou como ele escolheu dois �culos pequenos e verteu. "Um amigo enviou isto a mim."
Gina fixou aparte o snakeskin vermelho dela ensacam e aceitaram o copo. O primeiro gole estava quente, potente, alise como o beijo de um amante e da mesma maneira
que intoxicando. Ela ergueu uma sobrancelha como ela tomou o segundo gole. "Excelente."
"Sim, �. Anna tem gosto excelente."
Anna, ela pensou, com mais divers�o que exaspera��o. Ela tinha aprendido anos antes disso n�o fez qualquer bom ser exasperado com um homem, especialmente se voc�
o amasse. "Todas suas mulheres de amigos s�o, Carlo? "
"N�o." Ele sustentou o copo dele, enquanto girando isto. "Mas este aqui era. Ela me enviou isto como um "presente de casamento.
"Um-"
O casamento" dela, o Carlo disse com um sorriso. "Ela quis um marido, e entretanto eu n�o a pude acomodar, n�s separamos os amigos." Ele segurou para cima a garrafa
como � prova de.
"Voc� teve isto analisado antes de voc� bebesse qualquer? " Gina perguntou secamente.
Ele tocou a beira do copo dele a seu. "Umas voltas de homem inteligentes todos os amantes anteriores em amigos, Mam�e."
"Voc� sempre foi inteligente." Com um movimento pequeno dos ombros dela tomou um gole ela novamente e se sentou. "Eu ou�o voc� est� vendo a atriz francesa."
"Como sempre, sua audi��o � excelente."
Como se a interessasse, Gina estudou a cor do licor no copo dela. "Ela �, claro que, bonito."
"Claro que."
"Eu n�o penso que ela me dar� os netos."
O Carlo riu e sentou ao lado dela. "Voc� tem seis netos e outra vinda, Mam�e. N�o seja ganancioso."
"Mas nenhum de meu filho. Meu �nico filho", ela o lembrou com uma torneira do dedo dela no ombro dele. "Ainda, eu n�o o deixei contudo."
"Talvez se eu pudesse achar uma mulher como voc�."
Ela o atirou olhar arrogante atr�s para olhar arrogante. "Imposs�vel, caro."
O sentimento dele exatamente, o Carlo pensou como ele a guiou em conversa sobre as quatro irm�s dele e as fam�lias deles/delas. Quando ele olhou para esta mulher
macio e lustroso, ador�vel, era dif�cil de pensar nela como a m�e que o elevou, quase �nico-handedly. Ela tinha trabalhado, e entretanto ela tinha sido conhecida
fazer temporal e se enfurecer, ela nunca tinha reclamado. As roupas dela tinham sido reparadas cuidadosamente, os ch�os dela esfregaram meticulosamente enquanto
o pai dele tinha passado meses infinitos em mar.
Quando ele concentrou, e ele raramente fez, o Carlo poderia recordar uma impress�o de uma escurid�o, homem de arame com um bigode preto e um sorriso f�cil. A impress�o
n�o tirou ressentimento ou at� mesmo pesar. O pai dele tinha sido um marinheiro antes dos pais dele tinha se casado, e um marinheiro que ele tinha permanecido. A
convic��o de Carlo conhecendo seu destino era sem vacilar. Mas enquanto os sentimentos dele para o pai dele eram ambivalentes, os sentimentos dele para a m�e dele
eram fixos e fortes.
Ela tinha apoiado cada das ambi��es das crian�as dela, e quando o Carlo tinha ganho uma bolsa de estudos ao Sorbonne em Paris e a oportunidade para procurar o interesse
dele em culin�ria de haute, ela o deixaria ir. No final das contas, ela tinha completado a renda escassa que ele poderia ganhar entre estudos com parte do dinheiro
de seguro que ela tinha recebido quando o marido dela tinha estado perdido no mar que ele tinha amado.
Seis anos antes de, o Carlo tinha podido pagar o dela atr�s do pr�prio modo dele. A loja de vestido que ele tinha comprado para o anivers�rio dela tinha sido um
sonho vital�cio por ambos eles. Para ele, era um modo de ver a m�e dele afinal feliz. Para Gina era um modo para come�ar novamente.
Ele tinha crescido em uma fam�lia grande, tumultuosa, emocional. Lhe deu prazer olhar atr�s e se lembrar. Um homem que cresce em uma fam�lia de mulheres aprende
os entender, os aprecie, os admire. Carlo soube sobre os sonhos de mulheres, as vaidades deles/delas, as inseguran�as deles/delas. Ele nunca levou um amante ele
n�o teve afeto para como tamb�m desejo. Se havia s� desejo, ele soube n�o h� nenhuma amizade ao fim, s� ressentimento. At� mesmo agora, o afazeres confort�vel que
ele estava tendo com a atriz francesa estava terminando. Ela estaria come�ando um filme em alguns semanas, e ele estaria entrando em excurs�o na Am�rica. Que, o
Carlo pensou com um pouco de pesar, seria isso.
"Carlo, voc� vai logo para a Am�rica? "
"Hmm. Sim." Ele desejou saber se ela lesse o pensamento dele, as mulheres instru�das eram capazes de fazer assim. "Duas semanas."
"Voc� me far� um favor? "
"Claro que."
"Ent�o note para mim o que a mulher americana profissional est� usando. Eu estou pensando de acrescentar algumas coisas � loja. Os americanos s�o t�o inteligentes
e pr�ticos."
"N�o muito pr�tico, eu espero." Ele rodou a bebida dele. "Meu publicista � um Sra. Trent." Inclinando o copo dele atr�s, ele aceitou o calor e o ponche. "Eu lhe
prometerei estudar todo aspecto da guarda-roupa" dela.
Ela deu para o sorriso r�pido dele um olhar fixo. "Voc� � t�o bom a mim, Carlo".
"Mas claro que, Mam�e. Agora eu vou o alimentar goste de uma rainha."
Carlo n�o teve nenhuma id�ia o que Juliet Trent se parecia, mas se p�s nas m�os de destino. O que ele soube, das cartas ele tinha recebido dela, era aquele Juliet
Trent era o tipo de americano a m�e dele tinha descrito. Pr�tico e inteligente. Qualidades excelentes em um publicista.
Fisicamente era outra quest�o. Mas novamente, como tinha dito a m�e dele, o Carlo sempre poderia achar beleza em uma mulher. Talvez ele preferiu, na vida pessoal
dele, uma mulher com uma concha ador�vel, mas ele soube cavar abaixo achar beleza interna. Era algo que fez vida interessante como tamb�m esteticamente agradando.
Ainda, como ele entrou fora o avi�o no t�rmino em L.A., ele teve a m�o dele no cotovelo de um ruivo atordoante.
A Juliet soube o que ele se parecia, e ela o viu primeiro, assuma para assumir com um luxuriously construiu a mulher em saltos de sapatos l�pis-magros. Embora ele
levasse um caso de couro vultoso em uma m�o, e uma bolsa de v�o em cima do ombro dele, ele escoltou o ruivo pelo port�o como se eles estavam entrando em um sal�o
de baile. Ou um quarto.
Juliet levou uma avalia��o r�pida das cal�as compridas bem-costuradas, a jaqueta de unstructured e aberto-collared camisa. O viajante bem-colocar salto* no* sapato*.
Havia um peda�o grosso de ouro e diamante no dedo dele que deveria ter parecido ostentoso e vulgar. De alguma maneira parecia t�o casual e arejado quanto o resto
dele. Ela sentia formal e pegajoso.
Ela tinha estado em L.A. desde a noite antes de, se dando tempo cuidar de todos os detalhes min�sculos pessoalmente. Carlo Franconi n�o teria nada que fazer mas
estaria encantando, perguntas de resposta e assina o livro de receitas dele.
Como ela o assistiu beije as juntas do ruivo, a Juliet pensou que ele estaria assinando bastante eles. Afinal de contas, mulheres n�o fizeram a maioria de livro
de receitas comprar? Alisando fora cuidadosamente um sorriso sarc�stico, a Juliet subiu. O ruivo estava enviando um �ltimo olhar saudoso em cima do ombro dela como
caminhou fora ela.
"Sr. Franconi? "
Carlo virou longe da mulher que provada ser um companheiro ambulante agrad�vel no v�o longo de Nova Iorque. O primeiro olhar dele a Juliet trouxe uma agita��o r�pida
de interesse e um pux�o sutil de desejo que ele sentia freq�entemente com uma mulher. Era um pux�o ele ou poderia controlar ou poderia soltar, como era apropriado.
Este tempo, ele saboreou isto.
Ela n�o teve uma face ador�vel somente, mas um interessante. A pele dela estava muito p�lida que deveria a ter feito pare�a fr�gil, mas as ma��s do rosto largas,
fortes desfizeram o ar de fragilidade e deram para a face dela uma forma de diamante intrigante. Os olhos dela eram grandes, pesadamente chicoteou e artfully acentuaram
com uma sombra esfuma�ada que s� fez a sombra verde fresca das �ris pare�a mais fresco. A boca dela s� foi tocada ligeiramente com um lustro p�ssego-colorido. Teve
um cheio, olho-puxando forma que precisou de nenhum artif�cio. Ele juntou ela era modo bastante conhecer isto.
O cabelo dela foi pegado em algum lugar entre marrom e loiro de forma que sua sombra era macio, natural e sutil. Ela usou isto longo bastante na parte de tr�s a
ser arrega�ada em um chin� quando ela desejou, e curto bastante no topo e lados de forma que ela poderia nomear isto de exigente para pr�tico como a ocasi�o, e o
capricho dela, exigiu. No momento, estava solto e casual, mas n�o windblown. Ela tinha parado no quarto das senhoras para um cheque r�pido logo ap�s o v�o entrante
tinha sido anunciado.
"Eu sou Juliet Trent", ela lhe falou quando ela sentia que ele tinha fitado longo bastante. "Bem-vindo � Calif�rnia." Como ele levou a m�o que ela ofereceu, ela
percebeu ela deveria ter esperado que ele beijasse isto em lugar de tremor. Ainda, ela endureceu, dificilmente mais que um momento, mas ela viu pelo elevador de
sobrancelha, ele tinha sentido isto.
"Uma mulher bonita faz um homem dar boas-vindas em qualquer lugar."
A voz dele era nata de incredible-the que subiu ao topo e ent�o fluiu em cima de algo rico. Ela s� se falou a agradou porque registraria bem e levaria a declara��o
dele literalmente. Pensando no ruivo, ela o deu um f�cil, n�o sorriso completamente amig�vel. "Ent�o voc� deve ter tido um v�o agrad�vel."
O idioma nativo dele poderia ter sido italiano, mas o Carlo entendeu tons em qualquer l�ngua. Ele sorriu a ela. "Muito agrad�vel."
"E cansando", ela disse se lembrando da posi��o dela. "Sua bagagem deveria estar at� agora" dentro. Novamente, ela olhou ao caso grande que ele levou. "Eu posso
levar que para voc�? "
A sobrancelha dele ergueu � id�ia de um homem que esvazia o fardo dele em uma mulher. Igualdade, para Carlo, nunca cruzou a borda em modos. "N�o, isto � algo eu
sempre" me levo.
Indicando o modo, ela entrou em passo ao lado dele. "� um passeio de meia hora ao Beverly Wilshire, mas depois que voc� se instalou, voc� pode descansar toda a tarde.
Eu gostaria de revisar o hor�rio de amanh� hoje � noite" com voc�.
Ele gostou do modo que ela caminhou. Embora ela n�o fosse alta, ela se mudou para passos largos longos, sem pressa que fizeram a saia lado-pregueada vermelha ela
usou troca em cima dos quadris dela. "Em cima do jantar? "
Ela lhe enviou um olhar lateral r�pido. "Se voc� gosta."
Ela estaria � disposi��o dele, a Juliet, durante as pr�ximas tr�s semanas, se lembrou. Sem parecer pensar nisto, ela marginou ao redor de um barril-chested hefting
de homem uma bolsa de artigo de vestu�rio inchando e uma pasta. Sim, ele gostou do modo que ela caminhou, o Carlo pensou novamente. Ela era uma mulher que poderia
levar ao cuidado dela sem muito espalhafato.
"�s sete? Voc� tem um programa de entrevistas pela manh� que come�a �s sete-trinta assim n�s far�amos melhor isto uma noite cedo."
Sete-trinta DA MANH� Carlo pensou, s� brevemente, sobre atraso de jato e mudan�as de tempo. "Assim, voc� me p�s trabalhar depressa."
"Isso � o para o qual eu estou aqui, Sr. Franconi". A Juliet disse cheerfully para isto como ela aumentou o cinto de bagagem lentamente comovente. "Voc� tem seus
tocos? "
Uma mulher organizada, ele pensou como ele alcan�ou no bolso interior da jaqueta f�-colorida solto-pr�pria dele. Em sil�ncio, ele os deu a ela, ent�o hefted um pullman
e uma bolsa de artigo de vestu�rio do cinto ele.
Gucci, ela observou. Assim ele teve gosto como tamb�m dinheiro. A Juliet deu os tocos a um skycap e esperou enquanto a bagagem de Carlo estava carregada sobre o
carrinho de m�o. "Eu penso que voc� ser� agradado com o que n�s temos para voc�, Sr. Franconi". Ela caminhou pelas portas autom�ticas e sinalizou para a limusine
dela. "Eu sei que voc� sempre trabalhou com Jim Collins no passado em suas excurs�es nos Estados; ele envia o dele melhor."
"Jim gosta da posi��o executiva dele? "
"Aparentemente."
Embora o Carlo esperasse que ela escalasse primeiro na limusine, ela pisou atr�s. Com um arco para profissionais de mulheres, Carlo abaixou dentro e levou o assento
dele. "Voc� gosta o seu, Sra. Trent? "
Ela levou o assento ent�o em frente a ele lhe enviou um diretamente-tiroteio, olhar nivelado. A Juliet n�o poderia ter nenhuma id�ia quanto admirou ele isto. "Sim,
eu fa�o."
O Carlo estirou o legs-legs dele que a m�e dele tinha dito uma vez que isso tinha recusado deixar de crescer longo depois que fosse necess�rio. Ele teria preferido
condu��o ele, particularmente depois do v�o longo, longo de Roma onde outra pessoa tinha estado aos controles. Mas se ele n�o pudesse, a pregui�a de pel�cia da limusine
era a pr�xima melhor coisa. Alcan�ando em cima de, ele acendeu o est�reo de forma que Mozart despejou, aquiete mas vibrante. Se ele tivesse estado dirigindo, teria
sido pedra, alto e rambunctious.
"Voc� leu meu livro, Sra. Trent? "
"Sim, claro que. Eu n�o pude montar publicidade e promo��o para um produto desconhecido." Ela sentou atr�s. Era f�cil de fazer o trabalho dela quando ela pudesse
falar a verdade simples. "Eu fui impressionado com a aten��o a detalhe e as dire��es claras. Parecia um livro muito amig�vel, em lugar de simplesmente uma "ferramenta
de cozinha.
"Hmm." Ele notou que as meia-cal�as dela eram cor-de-rosa muito p�lido e tiveram uma linha min�scula de pontos para cima um lado. Interessaria a m�e dele que a mulher
de neg�cios americana pr�tica poderia desfrutar o fr�volo. O interessou que Juliet Trent p�de. "Voc� tentou quaisquer das receitas? ''
"N�o, eu n�o cozinho."
"Voc� n�o faz... " o interesse pregui�oso dele veio a aten��o. Nada? "
Ela teve que sorrir. Ele olhou t�o sinceramente chocado.
Como ele assistiu a curva de boca perfeita, ele teve que p�r o pr�ximo pux�o de desejo em cheque.
"Quando voc� � um fracasso a algo, Sr. Franconi, que voc� deixa isto a outra pessoa."
"Eu poderia o" ensinar. A id�ia o intrigou. Ele nunca ofereceu ligeiramente as per�cias dele.
Cozinhar? " Ela riu, enquanto relaxando bastante para deixar o dela colocar salto* no* sapato* desliza fora do sapato dela como ela balan�ou o p� dela. "Eu n�o penso
assim."
"Eu sou um professor excelente", ele disse com um sorriso lento.
Novamente, ela lhe deu a calma, olhar de gunslinger. "Eu n�o duvido isto. Por outro lado, eu sou um estudante pobre."
"Sua idade? " Quando o olhar dela estreitou, ele sorriu charmingly. "Uma pergunta rude quando uma mulher alcan�ou uma certa fase. Voc� n�o tem. "
"Vinte e oito", ela disse assim coolly o sorriso dele se tornou um sorriso.
"Voc� parece mais jovem, mas seus olhos s�o mais velhos. Eu acharia isto um prazer para lhe dar alguns li��es, Sra. Trent".
Ela o acreditou. Tamb�m, ela entendeu tons. "Uma piedade que nosso hor�rio n�o permitir� isto."
Ele encolheu os ombros facilmente e olhou fora a janela. Mas o L.A. auto-estrada n�o o interessou. "Voc� p�s a Filad�lfia no hor�rio como pedi eu? "
"N�s teremos um dia cheio l� antes de n�s vo�ssemos at� Boston. Ent�o n�s acabaremos em Nova Iorque."
"Bom. Eu tenho um amigo l�. Eu n�o a vi por quase um ano."
Juliet tinha certeza ele had-friends-everywhere.
"Voc� foi para o Los Angeles antes? " ele lhe perguntou.
"Sim. V�rias vezes em neg�cio."
"Eu ainda tenho que vir aqui para prazer eu. O que pensa voc� disto? "
Como teve ele, ela olhou fora a janela sem interesse. "Eu prefiro Nova Iorque."
"Por que? "
"Mais friccione, menos lustro."
Ele gostou da resposta dela, e o phrasing dela. Por causa disto, ele a estudou mais de perto. "Voc� alguma vez foi para Roma? "
"N�o." Ele pensou que ele ouviu h� pouco um rastro de wistfulness na voz dela. "Eu n�o fui para a Europa nada."
"Quando voc� fizer, venha para Roma. Foi constru�do em friccione."
A mente dela vagueou um pouco como ela pensou nisto, e o sorriso dela permaneceu. "Eu penso em fontes e m�rmore e catedrais."
"Voc� achar� them-and mais." Ela teve uma face primoroso bastante ser esculpido em m�rmore, ele pensou. Uma voz quieto e alisa bastante para catedrais. "Roma subiu
e caiu e arranhou atr�s novamente seu modo para cima. Uma mulher inteligente entende tais coisas. Uma mulher rom�ntica entende as fontes."
Ela olhou novamente fora como a limusine parada em frente ao hotel. "Eu tenho medo eu n�o sou muito rom�ntico."
"Uma mulher nomeada a Juliet n�o tem uma escolha."
O "sele��o de "minha m�e, ela mostrou. "N�o meu."
"Voc� n�o procura Romeo? "
Juliet juntou a pasta dela. "N�o, Sr. Franconi. Eu n�o fa�o. "
Ele saiu � frente dela e ofereceu a m�o dele. Quando a Juliet se levantou no meio-fio, ele n�o moveu para dar o quarto dela atr�s. Ao inv�s, ele experimentou com
a sensa��o de corpos escovar, ligeiramente, iguale educadamente em uma rua p�blica. O olhar dela surgiu dele, n�o cauteloso mas direto.
Ele sentia isto, o puxe. N�o o pux�o que era impessoal e para qualquer mulher, mas o puxe isso foi diretamente para o intestino e era para uma mulher. Assim ele
teria que provar a boca dela. Afinal de contas, ele era um homem compeliu para julgar uma grande transa��o atrav�s de gosto. Mas ele tamb�m poderia esperar o tempo
dele. Algumas cria��es levaram muito tempo e tinham complicado prepara��es para aperfei�oar. Goste de Juliet, ele insistiu em perfei��o.
"Algumas mulheres", ele murmurou, "nunca precise olhar, s� evadir e evitar e seleciona."
"Algumas mulheres", ela disse da mesma maneira que quietamente, "escolha n�o selecionar nada." Deliberadamente, ela virou o dela atr�s nele pagar integralmente o
motorista. "Eu j� o me registrei, Sr. Franconi", ela disse em cima do ombro dela como ela deu a chave dele ao mensageiro de hotel de espera. "Eu s� estou do outro
lado do corredor de seu apartamento."
Sem olhar para ele, Juliet seguiu o mensageiro de hotel no hotel e para os elevadores. "Se o vestir, eu farei reservas aqui no hotel para o jantar �s sete. Voc�
h� pouco pode bater em minha porta quando voc� estiver pronto." Com um cheque r�pido do rel�gio dela ela calculou a diferen�a de tempo e figurado ela poderia fazer
tr�s liga��es a Nova Iorque e um para Dallas antes de horas de expediente estivessem em cima de mais distante leste. "Se voc� precisar qualquer coisa, voc� s� tem
que ordenar isto e carregar isto para o quarto."
Ela pisou do elevador, enquanto abrindo a bolsa dela e tirando de a pr�pria chave de quarto dela como caminhou ela. "Eu estou seguro voc� achar� seu apartamento
satisfat�rio."
Ele a assistiu movimentos vivos, econ�micos. "Eu estou seguro eu vou."
"Sete horas ent�o." Ela j� estava empurrando a chave dela na fechadura como o mensageiro de hotel abriu a primeira porta ao apartamento pelo corredor. Como fez ela,
a mente dela j� estava nas liga��es que ela faria para o momento ela derramaria a jaqueta dela e sapatos.
"Juliet."
Ela pausou, o cabelo dela balan�ando atr�s como ela examinou o ombro dela a Carlo. Ele a segurou l�, um momento mais longo, em sil�ncio. "N�o mude seu cheiro", ele
murmurou. "Sexo sem flores, feminilidade sem vulnerabilidade. O" veste.
Enquanto ela continuou fitando em cima do ombro dela, ele desapareceu dentro do apartamento. O mensageiro de hotel come�ou as introdu��es cortesas dele aos alojamentos
do apartamento. Algo o Carlo disse o causado romper e riso.
Juliet virou a chave dela com mais for�a que necess�rio, empurrado aberto a porta dela, ent�o fechou isto novamente com o comprimento do corpo dela. Durante um minuto,
apoiou h� pouco l� ela, enquanto esperando pelo sistema dela para nivelar.
Treinamento profissional tinha lhe impedido de gaguejar e apalpar e fazer um bobo dela. Treinamento profissional tinha a ajudado a s� persistir os nervos dela na
borda onde eles poderiam ser controlados e poderiam ser escondidos. Ainda, debaixo do treinamento, havia uma mulher. Controle tinha a valido. Juliet estava morta
certo n�o havia uma mulher vivo que seria totalmente n�o afetado por Carlo Franconi. N�o era nenhum b�lsamo para o ego dela admitir ela simplesmente fez parte de
um grupo grande, variado.
Ele nunca conheceria isto, ela se falou, mas o pulso dela tinha estado se comportando mal desde que ele tinha levado a m�o dela primeiro. Ainda estava se comportando
mal. Est�pido, ela se falou e jogou ao ch�o a bolsa dela em uma cadeira. Ent�o ela pensou melhor isto se ela seguisse isto. As pernas dela ainda n�o eram fixas.
Juliet deixou sair uma respira��o longa, funda. Ela h� pouco teria que esperar at� que eles eram.
Assim ele era deslumbrante. E rico... e talentoso. E outrageously sensual. Ela j� tinha sabido que, n�o teve ela? A dificuldade era, ela n�o estava segura como o
controlar. N�o quase t�o seguro quanto ela teve que ser.

Cap�tulo 2
Ela era uma mulher que prosperou em programa��o apertada, detalhes minuciosos e crises pequenas. Estes eram as coisas que o mantiveram alertam, afiado e interessado.
Se o trabalho dela tivesse sido simples, n�o teria havido muito divertido a isto.
Ela tamb�m era uma mulher que gostou de banhos longos, pregui�osos em montanhas de bolhas e camas grandes, grandes. Estas eram as coisas que o mantiveram s�o. Juliet
sentia ela tinha ganho o segundo depois que ela tivesse lidado com o primeiro.
Enquanto o Carlo se divertiu do pr�prio modo dele, a Juliet gastou uma hora e um meio no telefone, ent�o outra hora revisando e bom-afinando o itiner�rio do pr�ximo
dia. Uma entrevista de impress�o tinha passado e teve tido que ser arrastado dentro. Ela arrastou. Outro papel estava enviando rep�rter e fot�grafo ao livro assinar.
Os nomes deles/delas tiveram que ser notados e se lembraram. A Juliet notou, circulou e cometeu a mem�ria. As coisas de modo estavam amoldando para cima, eles teriam
sorte para administrar um descanso de dois-hora o pr�ximo dia. Nada poderia a ter agradado mais.
At� que ela tivesse fechado o grosso dela, caderno de couro-salto, ela era mais que pronto para a banheira. A cama, infelizmente, teria que esperar. Dez horas, ela
se prometeu. Antes das dez, ela estaria em cama, se aconchegou dentro, se enrolou e inconsciente.
Ela saturou, enquanto designando quarenta-cinco minutos precisamente durante o tempo pessoal dela. No banho, n�o delineou ela ou plano ou estimativa. Ela fez tique-taque
fora o fim ocupado, empresarial do c�rebro dela e desfrutou.
Relaxing-it levou os primeiros dez minutos para realizar aquele completamente. Dreaming-she poderia fingir o branco, banheira de padr�o-tamanho era luxuosa, grande
e luxuriante. M�rmore preto talvez e grande bastante para dois. Era uma ambi��o secreta de Juliet possuir um gostam eventualmente isto. O s�mbolo, ela sentia, de
�ltimo sucesso. Ela teria eri�ado se qualquer um tivesse chamado a meta dela rom�ntico. Pr�tico, ela insistiria. Quando voc� trabalhou duro, voc� precisou de um
lugar para desenrolar. Isto era dela.
O roup�o dela esperou a parte de tr�s do verde de door-jade, sum�rio de teasingly e seda. N�o um luxo at� onde ela estava preocupada, mas uma necessidade. Quando
voc� teve freq�entemente s� agarramentos curtos para relaxar, voc� precisou de toda a ajuda que voc� poderia adquirir. Ela considerou o roup�o como muito uma ajuda
mantendo passo como as garrafas de vitaminas que revestiram o contador pela pia. Quando ela viajou, ela sempre os levou.
Depois que ela tivesse relaxado e tinha sonhado um pouco, ela poderia apreciar �gua macia, quente contra a pele dela, bolhas assobiando sedoso, ricos de subida a
vapor com cheiro.
Ele tinha lhe dito que n�o mudasse o cheiro dela.
A Juliet fez carranca como ela sentia os m�sculos no tempo de ombros dela. Oh n�o. Deliberadamente ela apanhou o bolo min�sculo de sab�o de hotel e esfregou isto
os bra�os dela para cima e para baixo. Oh n�o, ela n�o deixaria Carlo Franconi intrometer no tempo pessoal dela. Isso era regra n�mero um.
Ele tinha tentado a desvendar de prop�sito. Ele tinha tido sucesso. Sim, ele tinha tido sucesso, a Juliet admitiu com um aceno teimoso. Mas isso terminou agora.
Ela n�o deixaria isto acontecer novamente. O trabalho dela era promover o livro dele, n�o o ego dele. Promover, ela iria acima e al�m da chamada de dever com o tempo
dela, a energia dela e a habilidade dela, mas n�o com as emo��es dela.
Franconi n�o estava de volta voador para Roma em tr�s semanas com um sorriso presumido na face dele a menos que fosse professionally gerado. Aquele momento do que
atra��o faca-afiada seria se tratada. Prioridades, a Juliet meditou, era a ordem do dia. Ele poderia acrescentar todas as conquistas americanas � lista dele ele
chose-as desejam como ela n�o estava entre eles.
Em todo caso, ele n�o a interessou seriamente. Simplesmente era aquele desejo b�sico, primitivo. Certamente havia nem todo intelecto envolvido. Ela preferiu um tipo
diferente de man-steady em lugar de flamejante, sincero em lugar de encantar. Isso era o tipo de homem para o que uma mulher de bom senso olhou quando o tempo era
certo. Juliet julgou o tempo seria certo em aproximadamente tr�s anos. At� l�, ela teria estabelecido a estrutura para a pr�pria empresa dela. Ela seria financeiramente
independente e conte�do de creatively. Sim, em tr�s anos ela estaria pronta para pensar em uma rela��o s�ria. Isso ajustaria o hor�rio dela bem.
Resolvido, ela decidiu, e fechado os olhos dela. Era uma palavra agrad�vel, confort�vel. Mas a �gua quente, bolhas e vapor n�o a relaxaram mais. Um pouco ressentido,
ela libertou a tomada e se levantava deixado a �gua escoar fora ela. O espelho largo sobre o contador e pia foi enevoada, mas s� ligeiramente. Pela n�voa ela poderia
ver Juliet Trent.
Estranho, ela pensou, como p�lido e macio e vulner�vel uma mulher nua pudesse olhar. Na mente dela, ela era forte, pr�tica, at� mesmo duro. Mas ela poderia ver,
na umidade, espelho nublado, a fragilidade, at� mesmo o wistfulness. Er�tico? Juliet carranqueou um pouco como ela se falou que ela n�o deveria ser desapontada que
o corpo dela tinha sido constru�do em linhas esbeltas, pr�ticas em lugar de redondo e luxuriante. Ela deveria agradecer que as pernas longas dela a adquiriram onde
ela ia e os quadris estreitos dela ajudados mant�m a silhueta dela em um ornamento de terno empresarial e eficiente. Er�tico nunca seria uma vantagem de carreira.
Sem maquilagem, a face dela parecia muito jovem, enquanto tamb�m confiando. Sem cuidar cuidadoso, os cabelos dela pareciam muito selvagens, muito apaixonados.
Fr�gil, jovem, apaixonado. Juliet tremeu a cabe�a dela. N�o qualidades para uma mulher profissional. Era afortunado que roupas e cosm�ticas pudessem depreciar ou
poderiam exagerar certos aspectos. Agarrando uma toalha, ela embrulhou isto ela ao redor, enquanto levando outro ent�o que ela esfregou o vapor do espelho. Nenhuma
mais n�voa, ela pensou. O suceder tiveram que ver claramente.
Com um relance aos tubos e garrafas no contador ela come�ou a criar o profissional Sra. Trent.
Porque ela odiou quartos de hotel quietos, a Juliet acendeu a televis�o como ela come�ou a vestir. O filme de Bogart-Bacall velho a agradou e era mais relaxante
que uma d�zia de banhos de bolha. Ela escutou o di�logo famoso enquanto ela utilizou as meia-cal�as fumar-coloridas dela. Ela assistiu a paix�o contida vislumbrando
como ela ajustou as correias de um teddy preto completamente. Enquanto o enredo torceu e virou, ela fechou no vestido preto estreito e nodoso a praia longa de p�rolas
debaixo dos peitos dela.
Se por-se em dia, ela sentou na extremidade da cama, enquanto correndo uma escova pelo cabelo dela como assistiu ela. Ela estava sorridente, absorvida, distra�da,
mas teria a chocado se qualquer um tivesse dito que ela era rom�ntica.
Quando a batida soou � porta dela, ela olhou ao rel�gio dela. 7:05. Ela tinha perdido quinze minutos vadiando. Para compensar isto, Juliet estava usando os sapatos
dela, os brincos dela cortaram e a bolsa dela e caderno � m�o em doze segundo apartamento. Ela foi para a porta pronto com uma sauda��o e uma desculpa.
Uma rosa. Justo, a cor do rubor de uma menina jovem. Quando o Carlo deu isto a ela, ela n�o teve nada que dizer nada. Por�m, Carlo n�o teve nenhum problema.
"Bella." Ele teve o dela d� aos l�bios dele antes de ela tivesse pensado se se opor a o movimento. "Algumas mulheres parecem severas ou frias em preto. Outros...
" a pesquisa dele era longa e macho, mas o sorriso dele fez isto o gal� em lugar de calcular. "Em outros aumenta a feminilidade deles/delas simplesmente. Eu estou
o perturbando? "
"N�o, n�o, claro que n�o. Eu h� pouco era-"
"Ah, eu sei este filme."
Sem esperar por um convite, ele ventou al�m dela no quarto. O padr�o, �nico quarto de hotel n�o parecia t�o impessoal mais. Como p�de isto? Ele, vida trazida, energia,
paix�o no ar como se fosse a miss�o dele.
"Sim, eu vi isto muitas vezes." As duas faces fortes dominaram a tela. Bogart, dobrou, pesado-de olhos, weary-Bacall, alise, vaporoso e desafiador. "Passione, ''
ele murmurou e fez a palavra parecer como mel ser provado. Inacreditavelmente, Juliet se achou engolindo. "Um homem e uma mulher podem trazer muitas coisas a um
ao outro, mas sem paix�o, tudo � outro d�cil. Si? ''
Juliet se recuperou. Franconi n�o era um homem para discutir paix�o com. O assunto n�o permaneceria acad�mico muito tempo para. "Talvez." Ela ajustou a bolsa de
noite dela e o caderno dela. Mas ela n�o derrubou a rosa. "N�s temos muito que discutir em cima do jantar, Sr. Franconi. N�s ser�amos come�ados" melhor.
Com os dedos polegares dele ainda enganchados nos bolsos das cal�as compridas de taupe dele, ele virou a cabe�a dele. Juliet figurou centenas de mulheres tinha confiado
naquele sorriso. Ela n�o vai. Com um estalido descuidado, ele desligou a televis�o. "Sim, � tempo que n�s come�amos."
O que pensou ele dela? O Carlo se fez a pergunta e deixou a resposta entrar em agarramentos, entrela�ados pela noite.
Graciosamente. Ele n�o considerou o afeto dele para mulheres bonitas uma fraqueza. Ele agradeceu que a Juliet n�o achou a necessidade para depreciar ou se transformar
a beleza natural dela em severidade, nem ela explorou isto at� que era artificial. Ela fundaria um equil�brio agrad�vel. Ele poderia admirar isso.
Ela era ambiciosa, mas ele admirou que como bem. Mulheres bonitas sem ambi��o perderam o interesse dele depressa.
Ela n�o confiou nele. Isso o divertiu. Como ele bebeu o segundo copo dele de Beaujolais, ele decidiu que a cautela dela era um elogio. Na estima��o dele, uma mulher
como Juliet seria s� cautelosa de um homem se ela fosse de algum modo.
Se ele fosse honesto, e ele era, ele admitiria que a maioria das mulheres foi atra�do a ele. Parecia s� feira, como ele foi atra�do a eles. Curto, alto, rechonchudo,
magro, velho ou jovem, ele achou as mulheres uma fascina��o, uma del�cia, uma divers�o. Ele os respeitou, talvez s� como um homem para cima que tinha crescido cercado
por mulheres poderia fazer. Mas respeito n�o significou ele n�o p�de desfrutar.
Ele ia desfrutar a Juliet.
"Oi, LA. est� em primeiro amanh�." A Juliet correu as notas dela enquanto o Carlo lambiscou em cabe�a. "� o programa de entrevistas matutino topo-avaliado na costa,
n�o s� em L.A. Liz Marks os anfitri�es. Ela � mesmo personable-not muito borbulhante. Los Angeles n�o quer borbulhante �s 8:00 DA MANH�"
"Agrade�a Deus."
"Em todo caso, ela tem uma c�pia do livro. � importante que voc� adquira o t�tulo em um par de vezes se ela n�o fizer. Voc� tem os vinte minutos cheios, assim n�o
deveria ser um problema. Voc� ser� autographing a Livros, Incorporado em Bulevar de Wilshire entre um e tr�s." Apressadamente, ela se fez uma nota contatar a loja
pela manh� para um �ltimo cheque. "Voc� querer� tampar que, mas eu o lembrarei logo antes airtime. Claro que, voc� querer� mencionar que voc� est� come�ando uma
excurs�o de vinte-um-dia do pa�s aqui na Calif�rnia."
"Mmm-hmm. A cabe�a � bastante pass�vel. Voc� gostaria alguns? "
"N�o, obrigado. H� pouco prossiga. Ela conferiu fora a lista dela e alcan�ou para o vinho dela sem olhar para ele. O restaurante estava quieto e elegante, mas n�o
importou. Se eles tivessem estado em uma barra abarrotada alta na Tira, ela ainda teria ido em com as notas dela. "Corrija depois do espet�culo matutino, n�s vamos
para uma mancha de r�dio. Ent�o n�s teremos desjejum com um rep�rter do Times. Voc� j� teve um artigo no Trib. Eu tenho um recorte para voc�. Voc� quereria mencionar
seus outros dois livros, mas concentra no novo. N�o doeria para expor algumas das cidades principais n�s bateremos. Denver, Dallas, Chicago, Nova Iorque. Ent�o h�
o autographing, uma mancha nas not�cias de noite e o jantar com dois reps de livro. O pr�ximo dia-"
"Um dia de cada vez", ele disse facilmente. "Eu serei menos prov�vel rosnar a voc�."
"Certo." Ela fechou o caderno dela e tomou um gole novamente ao vinho dela. "Afinal de contas, � meu trabalho para cuidar dos detalhes, seu para assinar livros e
est� encantando."
Ele tocou o copo dele a seu. "Ent�o nenhum de n�s deveria ter um problema. Est� encantando � minha vida."
Ele estava rindo dele, ela desejou saber, ou a ela? "Do que eu vi, voc� supera a isto."
"Um presente, cara". Esse escuro, foram divertidos olhos de fundo-jogo e excitando. "Ao contr�rio uma habilidade que � desenvolvida e � treinada."
Assim, ele estava rindo de ambos eles, ela percebeu. Seria dif�cil e s�bio de n�o o gostar para isto.
Quando o bife dela foi servido, a Juliet olhou a isto. Por�m, Carlo estudou a carne de vitela dele como se seja uma pintura velha boa. N�o, a Juliet percebeu depois
de um momento, ele estudou isto como se seja uma mulher jovem, bonita.
"Aparecimentos", ele lhe, "em comida, falou como em pessoas, � essencial." Ele estava sorrindo a ela quando ele cortou na carne de vitela. "E, como em pessoas, podem
estar enganando" eles.
Juliet o assistiu prove a primeira mordida, lentamente, os olhos dele meio-fechado. Ela sentia um frio estranho � base da espinha dela. Ele provaria uma mulher o
mesmo modo, ela tinha certeza. Lentamente.
"Agrad�vel", ele disse depois de um momento. "Nenhum mais, nenhum menos."
Ela n�o p�de prevenir o sorriso r�pido como ela cortou no bife dela. O "seu � claro que" melhor.
Ele moveu os ombros dele. Uma declara��o de arrog�ncia. "Claro que. Como comparar uma menina bem jovem com uma mulher bonita." Quando ela olhou para cima ele estava
oferecendo o garfo dele. Em cima disto, os olhos dele a estudaram. "Prove", ele convidou e a palavra simples fez o sangue dela tremer. "Nada j� deveria ir untasted,
Juliet".
Ela encolheu os ombros, enquanto o deixando alimentar a mordida min�scula de carne de vitela para ela. Estava picante, enquanto h� pouco limitando em ricos e quente
na l�ngua dela. "� bom."
"Bom, si. Nada que Franconi prepara j� � meramente bom. Bom, eu verteria no lixo, alimente aos cachorros na ruela." Ela riu, enquanto o deleitando. "Se algo n�o
for especial, ent�o � ordin�rio."
"Retifique bastante." Sem perceber isto, ela deslizou fora dos sapatos dela. "Entretanto, eu suponho eu sempre olhei para comida como uma necessidade b�sica."
"Necessidade? " Carlo tremeu a cabe�a dele. Embora ele tivesse ouvido tal sentimento antes, ele ainda considerou isto um sacril�gio. "Oh, madonna, voc� tem muito
para aprender. Quando a pessoa sabe comer, como apreciar, � s� secunde a fazer amor. Cheiros, texturas, gostos. S� comer para encher seu est�mago? Selvagem."
"Arrependido." Juliet levou outra mordida de bife. Era tenro e cozinhou bem. Mas era s� um peda�o de carne. Ela nunca teria considerado isto sensual ou rom�ntico,
mas simplesmente enchendo. "� que por que voc� se tornou um cozinheiro? Porque voc� pensa comida sensual? "
Ele estremeceu. "Chefe de cozinha, "mia de cara.
Ela sorriu, enquanto lhe mostrando pela primeira vez uma raia de humor e dano. "O que � a diferen�a? "
"O que � a diferen�a entre um cavalo de arado e um animal de sangue puro? Gesso e porcelana? "
Se desfrutando, ela tocou a l�ngua dela � beira do copo dela. "Alguns poderiam dizer sinais" para d�lar.
"N�o, n�o, n�o, meu amor. Dinheiro � s� um resultado, n�o uma causa. Um cozinheiro faz hamb�rgueres em uma cozinha gordurosa que cheira de cebolas atr�s de um contador
onde as pessoas apertam garrafas de pl�stico de catchup. Um chefe de cozinha cria... " Ele gesticulou, um c�rculo de uma m�o. "Uma experi�ncia."
Ela ergueu o copo dela e varreu as chicotadas dela abaixo, mas ela n�o escondeu o sorriso. "Eu vejo."
Embora ele pudesse ser ofendido por um olhar quando ele escolheu, e � cruel com o ofensor, o Carlo gostou do estilo dela. "Voc� � divertido. Mas voc� n�o provou
Franconi." Ele esperou at� os olhos dela, torto e cauteloso, erguidos a ele. "Ainda."
Ele teve um talento por se transformar a declara��o mais simples em algo er�tico, ela observou. Seria um desafio para marginar ao redor dele sem dar modo. "Mas voc�
n�o me falou por que voc� se tornou um chefe de cozinha."
"Eu n�o posso pintar ou posso esculpir. Eu n�o tenho a paci�ncia ou o talento para compor sonetos. H� outros modos para criar, abra�ar arte".
Ela viu, com surpresa misturada com respeito, que ele era bastante s�rio. "Mas pinturas, escultura e poesia permanecem s�culos depois que eles fossem criados. Se
voc� fizer um sufl�, est� aqui, ent�o foi."
"Ent�o o desafio � fazer isto novamente, e novamente. Necessidade de arte n�o seja posta atr�s de copo ou de bronze, Juliet, somente apreciou. Eu tenho um amigo...
" Ele pensou em Ver�o Lyndon-no, Ver�o Cocharan agora. "Ela faz massas como um anjo. Quando voc� comer um, voc� � um rei."
"Ent�o est� cozinhando magia ou arte? "
"Ambos. Como amor. E eu penso voc�, Juliet Trent, come muito muito pequeno."
Ela conheceu o olhar dele como tinha esperado ele que ela vai. "Eu n�o acredito em overindulgence, Sr. Franconi. Conduz a descuido."
"Para indulg�ncia ent�o." Ele ergueu o copo dele. O sorriso estava de volta, enquanto encantando e perigoso. "Cuidadosamente."
Qualquer coisa e tudo poderia dar errado. Voc� teve que esperar isto, se antecipa isto e evita isto. A Juliet soube h� pouco quanto pudesse ser arruinado por um
vinte-minuto, entrevista ao vivo a 7:30 DA MANH� em uma segunda-feira. Voc� esperou para o melhor e adquire por com o n�o muito ruim. Nem sequer ela n�o esperou
perfei��o no primeiro dia de uma excurs�o.
N�o era f�cil explicar por que ela estava aborrecida quando ela adquiriu isto.
A mancha matutina foi formosamente. Havia nenhum outro modo para descrever isto, a Juliet decidiu como ela assistiu Liz Marks conversa e ri com Carlo depois que
a m�quina fotogr�fica deixasse de gravar. Se um operador astuto pudesse ser chamado um natural, o Carlo realmente era um natural. Durante a entrevista, ele dominou
o espet�culo sutilmente e completamente enquanto charmingly que encobre o anfitri�o dele a isto. Duas vezes ele tinha feito o dez-ano veterano de programas de entrevistas
matutinos d� risada como uma menina. Uma vez, uma vez, Juliet se lembrou com surpresa, ela tinha visto a mulher se ruborizar.
Sim. Ela trocou a correia da pasta pesada dela no bra�o dela. Franconi era um natural. Foi ligado para fazer o trabalho dela mais f�cil. Ela bocejou e o amaldi�oou.
Juliet sempre dormiu bem em quartos de hotel. Sempre. Com exce��o de ontem � noite. Ela poderia ter podido convencer outra pessoa que muito caf� e primeiro-dia se
agita tinha a mantido desperte. Mas ela soube melhor. Ela poderia beber uma panela de caf� �s dez e poderia dormir em comando �s onze. O sistema dela era muito disciplinado.
Com exce��o de ontem � noite.
Ela quase tinha sonhado com ele. Se ela n�o tivesse se tremido desperte �s 2:00 DA MANH�, ela teria sonhado com ele. Isso era nenhum modo para come�ar uma excurs�o
de autor muito importante, muito longa. Ela se falou agora se ela tivesse que escolher entre um pouco de fantasias tolas e fadiga honesta, ela levaria a fadiga.
Abafando outro bocejo, a Juliet conferiu o rel�gio dela. Liz teve o bra�o dela comprimido por Carlo e olhou como se ela manteria isto l� a menos que algu�m a inquirisse
solto. Com um suspiro, decidiu a Juliet que ela teria que ser a alavanca.
"Sra. Marks, era um espet�culo maravilhoso." Como ela atravessou, a Juliet ofereceu a m�o dela deliberadamente. Com relut�ncia �bvia, Liz se desimpediu de Carlo
e aceitou isto.
Obrigado, Senhorita... "
"Trent", a Juliet proveu sem um oscile.
"Juliet � minha publicista", o Carlo contou para Liz, entretanto as duas mulheres tinham sido introduzidas menos que uma hora mais cedo. "Ela vigia meu hor�rio."
"Sim, e eu tenho medo eu terei que apressar Sr. Franconi junto. Ele tem uma mancha de r�dio em uma meia hora. "
"Se voc� deve." Juliet foi despedida facilmente como Liz retrocedeu a Carlo. "Voc� tem um modo encantador de come�ar a manh�. Uma piedade voc� n�o ser� na cidade
mais longo."
"Uma piedade", o Carlo concordou e beijou os dedos de Liz. Como um filme velho, pensou a Juliet impacientemente. Tudo que eles precisaram eram violinos.
Obrigado novamente, Sra. Marks". A Juliet usou o sorriso mais diplom�tico dela como ela levou o bra�o de Carlo e come�ou a conduzir o fora do est�dio. Afinal de
contas, ela necessidade muito prov�vel Liz Marks novamente. "N�s somos dentro um pouco de uma pressa", ela murmurou como eles trabalharam o modo deles/delas atr�s
� �rea de recep��o. O gravar era em cima de e ela teve outro peixe para fritar. "Este r�dio espet�culo um do topo-avaliado na cidade. Desde que ap�ia forties e pedra
cl�ssica, sua audi�ncia, fortemente em cima neste momento de dia, desaba a dezoito a trinta-cinco gama principalmente. Poder comprando excelente. Isso nos d� uma
mistura agrad�vel com a audi�ncia deste espet�culo matutino que geralmente est� nos vinte e cinco a cinq�enta, categoria principalmente feminina".
Escutando com respeito todo aparente, o Carlo alcan�ou a limusine de espera primeiro e abriu a porta ele. "Voc� considera este importante? "
"Claro que." Porque ela estava distra�da pelo que ela pensou era uma pergunta tola, a Juliet escalou na limusine � frente dele. "N�s temos um hor�rio s�lido em L.A."
E ela n�o viu o ponto mencionando havia algumas cidades na excurs�o onde eles n�o estariam isso mesmo ocupados. "Um programa de entrevistas matutino com uma reputa��o
boa, um espet�culo de r�dio popular, duas entrevistas de impress�o, duas manchas r�pidas nas not�cias de noite e o Simpson Show". Ela disse o �ltimo com uma sugest�o
de prazer. O Simpson Show compensou o que ela estava fazendo ao or�amento com limusines.
"Assim voc� est� contente."
"Sim, claro que." Cavando na pasta dela, ela tirou a pasta de pap�is dela a recheck o nome do contato dela na esta��o de r�dio.
"Ent�o por que voc� olha t�o aborrecido? "
"Eu n�o sei o sobre" o qual voc� est� falando.
"Voc� adquire um direito de linha... aqui", ele disse como ele correu uma ponta do dedo entre as sobrancelhas dela. Ao toque, empurrou a Juliet atr�s antes de ela
pudesse se parar. O Carlo s� levantou a cabe�a dele, enquanto a assistindo. "Voc� pode sorrir e pode falar em uma voz quieta, cortesa, mas aquela linha o d�.
"Eu estava muito contente com o gravar", ela disse novamente.
"Mas? "
Certo, ela pensou, ele estava pedindo isto. "Talvez me aborrece ver uma mulher que faz um bobo dela." Juliet encheu a pasta de pap�is atr�s na pasta dela. Marcas
de Liz" est�o casadas, voc� sabe."
"Alian�as de casamento s�o coisas que eu tento estar imediatamente atento de", ele disse com um encolha os ombros. "Suas instru��es eram estar encantando, eles n�o
eram? "
"Talvez charme tem um significado diferente na It�lia."
"Como disse eu, voc� tem que vir para Roma."
"Eu suponho voc� gosta de ter mulheres que o" babam por toda parte.
Ele sorriu a ela, f�cil, atraente, inocente. "Mas claro que."
Um gargarejo de risada borbulhou na garganta dela mas ela engoliu isto. Ela n�o seria encantada. "Voc� ter� que lidar como bem" com alguns homens nesta excurs�o.
"Eu prometo n�o beijar os "dedos de Simpson.
Este tempo escapou a risada. Para um momento, ela relaxou com isto, deixe vir. Carlo viu, muito brevemente, a mocidade e energia em baixo da disciplina. Ele gostaria
ter a mantido como aquele longer-laughing, � vontade com ele, e com ela. Seria um desafio, ele meditou, achar a sucess�o certa de bot�es para empurrar para trazer
mais freq�entemente risada aos olhos dela. Ele gostou de challenges-particularly quando havia uma mulher conectada a eles.
"Juliet." O nome dela fluiu de certo modo fora a l�ngua dele s� o macho europeu tinha dominado. "Voc� n�o deve preocupar. Seu tidily s� se casaram Liz desfrutou
um flerte moderado com um homem ela vai mais que provavelmente nunca veja novamente. Inofensivo. Talvez por causa disto, ela achar� mais romance hoje � noite" com
o marido dela.
Juliet de olhos ele um momento nela diretamente-em, maneira de nenhum-tolice. "Voc� pensa totalmente em lote de voc�, n�o o fa�a? "
Ele sorriu, n�o seguro se ele fosse aliviado ou se ele lamentasse o fato que ele nunca tinha conhecido qualquer um como ela antes. "N�o mais que est� garantido,
came. Qualquer um que tem car�ter deixa uma marca em outro. Voc� gostaria de deixar o mundo sem fazer uma ondula��o? "
N�o. N�o, isso era uma coisa ela era determinada n�o fazer. Ela sentou determinada para segurar atr�s o pr�prio dela. "Eu suponho alguns de n�s teimamos em deixar
mais ondula��es que outros."
Ele acernar com a cabe�a. "Eu n�o gosto de fazer qualquer coisa de um modo pequeno."
"Tenha cuidado, Sr. Franconi, ou voc� come�ar�o a acreditar sua pr�pria imagem."
A limusine tinha parado, mas antes de a Juliet pudesse fugir para a porta, o Carlo teve o dela d�. Quando ela olhou para ele este tempo, ela n�o viu o chefe de cozinha
italiano af�vel, amoroso, mas um homem de poder. Um homem, ela percebeu, que estava bem atento de como distante pudesse o levar.
Ela n�o moveu, mas desejou saber quantas outras mulheres tinham visto o a�o em baixo da seda.
"Eu n�o preciso de imagem, Juliet". A voz dele era macia, encantadora, bonita. Ela ouviu o corte de navalha-l�mina em baixo disto. "Franconi � Franconi. Me leve
para o que voc� v�, ou v� para o diabo."
Suavemente, ele escalou da limusine � frente dela, virou e levou a m�o dela, enquanto a tirando com ele. Era um movimento que era cort�s, respeitoso, at� mesmo ordin�rio.
Era um movimento, a Juliet percebeu, isso expressou as posi��es deles/delas. Homem para mulher. O momento que ela estava de p� no meio-fio, ela removeu a m�o dela.
Com dois espet�culos e um desjejum empresarial debaixo dos cintos deles/delas, Juliet deixou o Carlo na livraria, j� submergiu com mulheres aglomeradas em linha
para um olhar r�pido a e alguns palavras com Carlo Franconi. Eles j� tinham controlado o rep�rter e fot�grafo, e um homem como Franconi n�o precisaria da ajuda dela
com uma multid�o de mulheres. Armado com mudan�a e o cart�o de cr�dito dela, ela foi achar um telefone p�blico.
Durante os primeiros quarenta-cinco minutos, ela falou com o assistente dela em Nova Iorque, enquanto enchendo o bloco dela de tempos, datas e nomes enquanto L.A.
tr�fico batido por fora da cabina telef�nica. Como uma conta de suor gotejou abaixo a parte de tr�s dela, ela desejou saber se ela tivesse escolhido o canto mais
quente na cidade.
Denver ainda n�o olhou como prometendo como ela tinha esperado, mas Dallas... a Juliet pegou o l�bio de fundo dela entre os dentes dela como escreveu ela. Dallas
ia ser fabulosa. Ela poderia precisar dobrar a dose di�ria dela de vitaminas para consumir aquela extens�o de vinte-quatro-hora, mas seria fabuloso.
Depois de quebrar a conex�o dela com Nova Iorque, Juliet a discou contato primeiro no S�o Francisco. Dez minutos depois, ela estava apertando os dentes dela. N�o,
o contato dela na loja de departamentos n�o p�de ajudar ficando com um v�rus. Ela sentia muita, genuinamente arrependida ele estava doente. Mas ele teve que se adoecer
sem deixar para tr�s algu�m com um par de celas de c�rebro de funcionamento?
A menina jovem com a voz rechinante soube sobre a demonstra��o de arte culin�ria. Sim, ela conheceu em toda parte isto e n�o ia ser divertido? Cordas de extens�o?
Oh meu, ela realmente n�o soube uma coisa sobre isso. Talvez ela poderia perguntar para algu�m em manuten��o. Um table-chairs? Bem caramba, ela sup�s ela poderia
adquirir algo, se fosse realmente necess�rio.
A Juliet estava alcan�ando na bolsa dela para o recipiente de bolsa-tamanho dela de aspirina antes de terminasse. O modo que olhou agora, ela teria que chegar pelo
menos para a loja de departamentos duas horas antes da demonstra��o ter certeza tudo foi levado ao cuidado de. Isso significou prestidigitando o hor�rio.
Depois de completar as chamadas dela, Juliet deixou a cabina telef�nica de canto, aspirina em m�o, e foi atr�s � livraria, enquanto esperando que eles poderiam lhe
dar um copo de �gua e um canto quieto.
Ningu�m a notou. Se ela h� pouco tivesse rastejado dentro do deserto na barriga dela, ningu�m teria a notado. A livraria pequena, bastante elegante foi sufocada
com risada. Nenhum livreiro se levantou atr�s do contador. Havia um �m� no canto � esquerda do quarto. Seu nome era Franconi.
N�o era s� mulheres este tempo, a Juliet notou com interesse. Havia homens borrifados na multid�o. Alguns deles poderiam ter sido arrastados junto pelas esposas
deles/delas, mas eles estavam tendo um tempo disto agora. Se parecia um coquetel, menos a fuma�a de cigarro e �culos vazios.
Ela p�de nem mesmo o veja, a Juliet percebeu como ela trabalhou o modo dela para a parte de tr�s da loja. Ele era rodeado, envolveu. Tinindo a aspirina na m�o dela,
ela estava alegre ela poderia achar um pequeno canto por ela. Talvez ele adquiriu toda a gl�ria, ela meditou. Mas ela n�o comerciaria lugares com ele.
Olhando ao rel�gio dela, ela notou ele teve outra hora e desejou saber se ele poderia encolher a multid�o abaixo na quantia de tempo. Ela desejou vagamente para
um tamborete, derrubou a aspirina no bolso da saia dela e come�ou a folhear.
"Fabuloso, ele n�o �? " Juliet ouviu algu�m murmurar no outro lado de uma prateleira de livro.
"Deus, sim. Eu estou alegre t�o voc� me persuadiu de vir."
Para "o que s�o os amigos? "
"Eu pensei eu seria enfadado a morte. Eu sinto como uma crian�a a um concerto de pedra. Ele � se p�s tal... "
"Nomeie", a outra voz proveu. "Se um homem j� gosta que isso entrou em minha vida, ele n�o caminharia novamente" fora.
Curioso, a Juliet caminhou ao redor das pilhas. Ela n�o estava segura isso que ela donas de casa de expected-young, estudantes de faculdade. As que ela viu era duas
mulheres atraentes nos ano trinta deles/delas, ambos vestiram em ternos de profissional macio e lustroso.
"Eu tenho que voltar ao escrit�rio." Uma mulher conferiu um pequeno rel�gio de Rolex em bom estado. "Eu tenho uma reuni�o �s tr�s."
"Eu tenho que voltar para o pal�cio de justi�a."
Ambas as mulheres comprimiram os livros de autographed deles/delas em pastas de couro.
"Como n�o venha nenhum dos homens com os que eu saio pode beijar minha m�o sem fazer isto parecer como um movimento organizado em um jogo de um-ato? ''
"Estilo. Tudo tem que ver com estilo."
Com esta observa��o, ou reclama��o, as duas mulheres desapareceram na multid�o.
�s tr�s-quinze, estava assinando ainda ele, mas a multid�o tinha emagrecido bastante aquela Juliet poderia o ver. Nomeie, ela foi for�ada a concordar, ele teve.
Ningu�m que surgiu a mesa dele, reserve em m�o, era determinado uma assinatura r�pida, sorriso praticado e escova-fora. Ele falou com eles. Os desfrutado, a Juliet
corrigiu, se era uma av� que cheirou de lavanda ou uma mulher jovem com uma crian�a no quadril dela. Como ele soube a coisa certa para dizer a cada um deles, ela
desejou saber, isso os fez deixar a mesa com um riso ou um sorriso ou um suspiro?
Primeiro dia da excurs�o, ela se lembrou. Ela desejou saber se ele pudesse conseguir se manter at� este n�vel durante tr�s semanas. Tempo contaria, ela decidiu e
calculou ela poderia o dar outros quinze minutos antes de ela come�asse a aliviar o fora a porta.
At� mesmo com a extens�o de meia hora, n�o era f�cil. Juliet come�ou a ver o padr�o ela tinha certeza fixaria o passo da excurs�o. O Carlo encantaria e se encantaria,
e ela faria o papel menos atraente de sargento de broca. Isso � o para o qual ela era liquidada, a Juliet se lembrou como ela come�ou a sorriso, conversa e as pessoas
de desejo para a porta. Antes das quatro havia s� um punhado de vagabundos. Com desculpas e um aperto f�rreo, Juliet desimpediu o Carlo.
"Isso foi muito bem", ela come�ou, enquanto o cutucando sobre a rua. "Um dos livreiros me falou eles quase tinham vendido. Lhe faz maravilha que quanto macarr�o
vai ser cozinhado em L.A. hoje � noite. Considere este justo mais triunfo hoje."
"Grazie. ''
"Prego. Por�m, n�s sempre n�o teremos o leeway para atropelar uma hora, ela lhe falou como a porta da limusine fechada atr�s dela. "Ajudaria se voc� tenta manter
um olho no tempo e apanhar o passo diga para meio uma hora antes de terminar tempo. Voc� tem uma hora e quinze minutos antes de airtime-"
"Multa." Empurrando um bot�o, o Carlo ensinou que o motorista viajasse.
"Mas-"
"At� mesmo eu preciso desenrolar", ele lhe, ent�o aberta um gabinete embutido pequeno para revelar a barra, falou. "Conhaque", ele decidiu e verteu dois �culos sem
perguntar. "Voc� teve duas horas para janela-fazer compras e folhear." Inclinado atr�s, ele estirou fora as pernas dele.
Juliet pensou da hora e um meio que ela tinha gastado no telefone, ent�o o tempo envolveu aliviando os clientes junto. Ela tinha estado nos p�s dela para dois e
uma meia reta de horas, mas ela n�o disse nada. O conhaque abaixou liso e morno.
"A mancha deveria correr quatro, quatro e uns meio minutos no notici�rio. N�o parece como muito tempo, mas voc� seria pegado de surpresa quanto pode encher voc�
dentro. Mencione o t�tulo de livro, e o autographing e demonstra��o na faculdade amanh� de tarde. O aspecto sensual de comida, cozinhando e comendo um grande �ngulo.
Se voc� vai-"
"Voc� se preocuparia fazer a entrevista para mim? " ele perguntou t�o educadamente ela olhou para cima.
Assim, ele poderia estar torcido, ela meditou. "Voc� controla entrevista formosamente, Sr. Franconi, mas-"
"Carlo." Antes de ela pudesse abrir o caderno dela, ele teve a m�o dele no pulso dela. "� o Carlo, e p�s a maldi��o nota fora durante dez minutos. Me, meu Juliet
Trent muito organizado, fala por que n�s estamos junto aqui? "
Ela come�ou a mover a m�o dela mas o aperto dele era mais firme que ela tinha pensado. Durante a segunda vez, ela adquiriu a impress�o cheia de poder, for�a e determina��o.
Dar publicidade a seu livro."
"Hoje foi bem, si? "
"Sim, t�o longe-"
"Hoje foi bem", ele disse novamente e come�ou a aborrecer a com a freq��ncia das interrup��es dele.
"Eu irei neste espet�culo de not�cias local, fale durante alguns minutos, ent�o toma este jantar empresarial necess�rio quando eu teria muito bastante uma garrafa
de vinho e um bife em meu quarto. Com voc�. S�. Ent�o eu poderia o ver sem seu pr�prio pequeno terno de neg�cio e sua pr�pria pequena "maneira de neg�cio.
Ela n�o se permitiria estremecer. Ela n�o se permitiria reagir de qualquer forma. "Neg�cio � o para o qual n�s estamos aqui. � tudo eu estou interessado dentro."
"Isso pode ser." O acordo dele era muito muito f�cil. Em contraste direto, ele moveu a m�o dele � parte de tr�s do pesco�o dela, suavemente, mas n�o t�o suavemente
ela poderia mover aparte. "Mas n�s temos uma hora antes de neg�cio come�asse novamente. N�o me disserte em hor�rios."
A limusine cheirou de couro, ela percebeu tudo de uma vez. De couro e riqueza e Carlo. T�o casualmente quanto poss�vel, ela tomou um gole do copo dela. "Hor�rios,
como voc� se mostrou esta manh�, faz parte de meu trabalho. ''
"Voc� tem uma hora fora", ele lhe falou, enquanto erguendo uma sobrancelha antes de ela pudesse falar. "Assim relaxa. Seus p�s doeram, assim tiram seus sapatos e
bebem seu conhaque." Ele fixou abaixo a pr�pria bebida dele, ent�o moveu a pasta dela ao ch�o assim n�o havia nada entre eles. "Relaxe", ele disse novamente mas
n�o estava descontente que ela tinha endurecido. "Eu n�o pretendo fazer amor com voc� na parte de tr�s de um carro. Este tempo." Ele sorriu como temperamento chamejado
nos olhos dela porque ele tinha visto d�vida e excita��o como bem. "Um dia, um dia logo, eu acharei o pr�prio momento para isso, o pr�prio lugar, o pr�prio humor".
Ele apoiou mais �ntimo, de forma que ele h� pouco a agita��o de respira��o dela poderia sentir nos l�bios dele. Ela bateria agora a ele, ele soube, se ele desse
o pr�ximo passo. Ele poderia desfrutar a batalha. A cor que correu ao longo das ma��s do rosto dela n�o tinha vindo de um tubo ou panela, mas de paix�o. O olhar
nos olhos dela era muito perto de um desafio. Ela esperou que ele movesse uma polegada mais �ntimo, apertar o dela atr�s contra o assento com a boca dele firme em
seu. Ela estava esperando por ele, equilibrado, pronto.
Ele sorriu enquanto os l�bios dele fizeram n�o mais que paire at� que ele soube a tens�o nela tinha constru�do para emparelhar a tens�o nele. Ele deixou o olhar
dele trocar at� a boca dela de forma que ele poderia imaginar o gosto, a textura, a do�ura. O queixo dela ficado erguido at� mesmo como ele escovou um dedo polegar
em cima disto.
Ele n�o se preocupou fazer os esperaram. Em um movimento longo, f�cil, apoiou ele atr�s, cruzou os p�s dele aos tornozelos e fechado os olhos dele.
"Tire seus sapatos", ele disse novamente. "Meu hor�rio e os seus deveriam fundir muito bem."
Ent�o, � surpresa dela, ele era adormecido. N�o fingindo isto, ela percebeu, mas som adormecido, como se ele tivesse sacudido h� pouco um interruptor.
Com um trinco, ela fixou o copo semipleno dela abaixo e dobrou os bra�os dela. Bravo, ela pensou. Direito de maldi��o ela estava brava porque ele n�o a tinha beijado.
N�o porque ela o quis, ela se falou como ela fitou fora a janela tingida. Mas porque ele tinha a negado a oportunidade para mostrar as garras dela.
Ela estava come�ando a pensar ela amaria puxando um pouco de sangue italiano.

Cap�tulo 3
As bolsas deles/delas eram acumuladas e na limusine. Como uma precau��o, Juliet tinha dado o quarto de Carlo um r�pido, de �ltima hora andamento-em cima de ter certeza
ele n�o tinha deixado para tr�s nada. Ela ainda se lembrou de ser na estrada com um escritor de mist�rio que esquecido da escova de dente dele oito vezes em uma
excurs�o de oito-cidade. Um olhar r�pido era mais simples que uma procura de tarde-noite para uma farm�cia.
Sa�da no hotel tinha ido depressa e sem qualquer arranco de �ltima hora. Ao al�vio dela, os custos na conta de quarto de Carlo tinham estado claros e razo�veis.
O or�amento de estrada dela h� pouco poderia segurar. Com um m�nimo de confus�o, eles tinham deixado o Wilshire. Juliet s� poderia esperar conferir-dentro no aeroporto,
ent�o no hotel no S�o Francisco iria como bem.
Ela n�o quis pensar no Simpson Show.
Uma lista de demographics n�o era necess�ria aqui. Ela soube que o Carlo tinha gastado bastante tempo de vez em quando nos Estados saber como importante a demonstra��o
breve dele no pr�prio modo para preparar tortoni de biscoito e os dez minutos dele no ar seria. Era o espet�culo de noite topo-avaliado no pa�s e tinha sido durante
quinze anos. Bob Simpson era uma institui��o americana. Alguns minutos no espet�culo dele poderiam impulsionar a venda de livros iguale nas �reas mais remotas. Ou
poderia matar isto.
E menino, oh o menino, ela pensou, com um gargarejo fresco de excita��o, parecia impressionante para ter o Simpson Show listado no itiner�rio dela. Ela ofereceu
uma ora��o de �ltima hora que o Carlo n�o assoaria isto.
Ela conferiu o pequeno congelador nos bastidores para ser certo a sobremesa o Carlo tinha preparado aquela tarde estava em lugar e pronto. A mistura teve que gelar
durante quatro horas, assim eles jogariam o antes de-e-depois que jogo para os espectadores. Ele faria as pazes isto no ar, ent�o voila, eles produziriam a sobremesa
congelada completada dentro de minutos.
Embora o Carlo j� tivesse revisado o procedimento, as ferramentas e ingredientes com o gerente de produ��o e o diretor, a Juliet os revisou todo novamente. O chantilly
estava esfriando e t�o longe nenhum da tripula��o tinha surripiado qualquer biscoito de coco. A marca de xerez seco na que o Carlo tinha insistido foi armazenada
e pronto. Ningu�m tinha quebrado o selo para uma amostra r�pida.
Juliet quase acreditou ela poderia chicotear para cima a sobremesa congelada caprichosa ela se necess�rio e s� agradeceu Deus ela n�o teria que dar uma demonstra��o
culin�ria ao vivo em frente a milh�es de espectadores de televis�o.
Ele n�o parecia estar sentindo qualquer press�o, ela pensou como eles se instalaram no quarto verde. N�o, ele j� tinha dado o pouco meio-vestiu loiro no sof� um
sorriso grande e lhe ofereceu uma x�cara de caf� da m�quina dispon�vel.
Caf�? At� mesmo para Hollywood, levou uma imagina��o selvagem para considerar os conte�dos do caf� de panela. Juliet tinha tomado um gole do que teve gosto de lama
morna e p�s de lado a x�cara.
O pequeno loiro era aparentemente um interesse de amor novo aceso dos sab�es de noite populares, e ela estava nervosa com nervos. O Carlo se sentou no sof� ao lado
dela e come�ou a conversar fora como se eles eram velhos amigos. At� que a porta de quarto verde abrisse novamente, ela estava dando risada.
O pr�prio quarto verde era beige-pale, bege sem atrativo e espasm�dico. O condicionador de ar trabalhou, mas miseravelmente. Ainda Juliet soube quanto do famoso
e pr�ximo-famoso tinha sentado naquele pequeno quarto sombrio que mastiga as unhas deles/delas. Ou tomando goles r�pidos de um frasco.
O Carlo tinha trocado o caf� duvidoso para �gua de plan�cie e tinha espregui�ado no sof� com um bra�o lan�ado em cima da parte de tr�s. Ele olhou t�o f�cil quanto
um homem que entret�m na pr�pria casa dele. A Juliet desejou saber por que ela n�o tinha lan�ado nenhum anti�cido na bolsa dela.
Ela fez para uma pretens�o de rechecking o hor�rio enquanto o Carlo encantou a estrela ascendente e o Simpson Show murmurou fora na vinte-cinco-polegada consolo
de cor pelo quarto.
Ent�o o macaco entrou. A Juliet olhou para cima e viu o longo-armado, andar de pato de chimpanz� de tuxedoed em com a m�o dele pegada nisso de um homem magro alto
com olhos molestados e um sorriso nervoso. Sentindo um pouco nervoso ela, a Juliet examinou a Carlo. Ele acernar com a cabe�a a ambos os rec�m-chegados, ent�o voltou
o loiro sem perder uma batida. At� mesmo como a Juliet se disse que relaxasse, o chimpanz� sorriu, atrasou a cabe�a dele e deixou sair um an�ncio longo, alto.
O loiro deu risada, mas olhou como se ela cortaria e corre se o chimpanz� viesse um closer-tux de passo ou nenhum tux.
"Se comporte, Butch." O homem magro clareou a garganta dele como ele varreu o olhar dele ao redor do quarto. "Butch h� pouco acabado um quadro semana" passada, ele
explicou em geral para o quarto. "Ele est� sentindo um pequeno inquieto."
Com uma sacudidura dos cequins que a cobriram, o loiro caminhou � porta quando o nome dela foi anunciado. Com um pouco de satisfa��o, notou o Carlo que ela quase
n�o era t�o irritado quanto ela tinha sido quando ele tinha se sentado. Ela virou e lhe deu um sorriso dentudo. "Me deseje sorte, bem".
"O melhor."
Para o desgosto de Juliet, o loiro o assoou um beijo como ela velejou fora.
O homem magro parecia relaxar visivelmente. "Isso � um al�vio. Blondes fazem "overexcited de Butch.
"Eu vejo." Juliet pensou no pr�prio cabelo dela que poderia ser considerado dependendo loiros ou marrons no capricho. Esperan�osamente Butch consideraria isto marrom
e unstimulating.
"Mas onde a limonada �? " Os nervos do homem voltaram for�a por completo. "Eles sabem que Butch quer limonada antes de ele fosse no ar. O se tranquilizar-se.
Juliet mordeu a gorjeta da l�ngua dela para segurar um riso silencioso. O Carlo e Butch eram eyeing um ao outro com um tipo de compreens�o tolerante. "Ele parece
calma bastante", o Carlo aventurou.
"Pacote de nervos", o homem discordou. "Eu nunca poderei o adquirir em m�quina fotogr�fica."
"Eu estou seguro � h� pouco uma omiss�o." Porque ela foi usada a p�nico calmante, a Juliet sorriu. "Talvez voc� deveria perguntar um das p�ginas. ''
"Eu farei isso." O homem bateu levemente Butch na cabe�a e voltou pela porta.
"Mas-" a Juliet meia rosa, ent�o sentou novamente. O chimpanz� estava no meio do quarto, enquanto descansando as juntas dele no ch�o. "Eu n�o estou seguro ele deveria
ter deixado Chita."
"Butch", o Carlo corrigiu. "Eu penso que ele � bastante" inofensivo. Ele enviou para o chimpanz� um sorriso r�pido. "Ele tem um alfaiate excelente" certamente.
Juliet examinou para ver o chimpanz� sorrindo e piscando. "Ele est� se contraindo", ela perguntou para o Carlo, "ou ele est� paquerando comigo? "
"Paquerando, se ele � um macho de qualquer gosto", ele meditou. "E, como disse eu, a costura dele � bastante boa. O que diz voc�, Butch? Voc� acha minha Juliet atraente?
"
Butch atrasou a cabe�a dele e deixou sair umas s�ries de sons Juliet que feltro poderia ser levado de qualquer modo.
"Veja? Ele aprecia uma mulher bonita."
Apreciando o rid�culo, a Juliet riu. Se ele foi atra�do ao som ou simplesmente sentia era tempo que ele fez para o movimento dele, Butch de pernas tortas o modo
dele em cima de para ela. Ainda sorrindo, ele p�s a m�o dele no joelho nu de Juliet. Este tempo, ela tinha certeza ele piscou.
"Eu nunca fa�o t�o �bvio um movimento em primeiro conhecido", o Carlo observou.
"Algumas mulheres preferem a aproxima��o direta." Decidindo ele era inofensivo, a Juliet sorriu abaixo a Butch. "Ele me faz lembrar de algu�m." Ela enviou para o
Carlo um olhar moderado. "Deve ser aquele sorriso agrad�vel." Antes de ela tinha terminado ora��o, Butch escalou no colo dela e embrulhou um dos bra�os longos dele
ao redor dela. "Ele � docemente" am�vel de. Com outro riso, ela olhou para baixo na face do chimpanz�. "Eu penso que ele tem seus olhos, Carlo".
"Ah, Juliet, que eu penso que voc� deve-"
"Embora os seus pudessem ser mais inteligentes."
"Oh, eu penso que ele � inteligente, certo". O Carlo tossiu na m�o dele como ele assistiu os dedos ocupados do chimpanz�. "Juliet, se voc�-"
"Claro que ele � inteligente, ele est� em filmes." Se desfrutando, a Juliet assistiu o sorriso de chimpanz� nela. "Eu vi quaisquer de seus filmes, Butch? "
"Eu n�o seria pegado de surpresa se eles forem azuis." Ela titilou Butch debaixo do queixo. "Realmente, Carlo, como cru."
"H� pouco uma suposi��o." Ele deixou o olhar dele a atropelado. "Me fale para a Juliet, voc� sente um desenho? "
"N�o. Eu diria que est� completamente muito morno em aqui. Esta coisa pobre � tudo embrulhados para cima em um tux." Ela cacarejou a Butch e ele clacked os dentes
dele a ela.
"Juliet, voc� acredita que as pessoas podem revelar as personalidades deles/delas pelas roupas que eles usam? Envie sinais, se voc� entende o que eu quero dizer."
"Hmm? " Distra�do, ela encolheu os ombros e ajudou para Butch a endireitar a gravata dele. "Eu suponho assim."
"Eu acho isto interessante que voc� usa seda rosa debaixo de tal uma blusa afetada."
"Eu imploro seu perd�o? "
"Uma observa��o, "amore de mi. Ele deixou o olhar dele vagar novamente abaixo. "H� pouco uma observa��o."
Muito ainda sentando, a Juliet moveu s� sua cabe�a. Em um momento, a boca dela estava t�o aberta quanto a blusa dela. O macaco com a face atraente e o alfaiate excelente
tinha desfeito todo um dos bot�es agilmente.
Carlo deu para Butch um olhar de admira��o. "Eu lhe tenho que perguntar como ele aperfei�oou aquela t�cnica."
"Por que voc� o filho de um-"
"N�o eu." Carlo p�s uma m�o ao cora��o dele. "Eu sou um espectador inocente." A Juliet subiu abruptamente, enquanto esvaziando o chimpanz� sobre o ch�o. Como ela
abaixou no sanit�rio p�blico adjacente, ela ouviu a risada de dois males-one um chimpanz�, o outro um rato.
Juliet deu o passeio para o aeroporto onde eles se iriam para San Diego em dolorosamente sil�ncio cort�s.
"Venha agora, came, o espet�culo foi bem. N�o s� era o t�tulo mencionou tr�s vezes, mas havia aquele close-up agrad�vel do livro. Meu tortoni era um triunfo, e eles
gostaram de minha anedota em cozinhar a refei��o italiana longa", sensual.
"Voc� � um real pr�ncipe com anedotas", ela murmurou.
"Amore, era o macaco que tentou o despir, n�o eu". Ele deu um suspiro longo, presumido. Ele n�o p�de se lembrar quando ele tinha desfrutado um... demonstra��o isso
mesmo muito. "Se eu tivesse, n�s ter�amos perdido o espet�culo completamente."
"Voc� h� pouco teve que contar que hist�ria no ar, n�o o fez? " Ela lhe enviou um olhar fresco, mortal. "Voc� sabe quantos milh�es de rel�gio de pessoas que espet�culo?
''
"Era uma hist�ria boa." Na luz escura da limusine, ela viu o vislumbre nos olhos dele. A "maioria dos milh�es das pessoas gosta de hist�rias boas."
"Todo o mundo com o que eu trabalho ter� visto aquele espet�culo." Ela achou a mand�bula dela foi apertada e deliberadamente relaxou isto. "N�o s� o feito just-just
sentam l� e deixaram isso feliz-tocou pequena criatura meio me tira, entretanto voc� radiodifunde isto em televis�o nacional."
"Madonna, voc� se lembrar� eu tentei o" advertir.
"Eu n�o me lembro de nada do tipo."
"Mas voc� estava t�o encantado com Butch", ele continuou. "Eu confesso, era dif�cil n�o" ser se encantado. Ele deixou o olhar dele vagar at� o tidily dela abotoou
blusa. "Voc� tem pele ador�vel, Juliet; talvez eu estava momentaneamente distra�do. Eu, um homem simples, fraco, em sua clem�ncia", me lan�o.
"Oh, se cale. Ela dobrou os bra�os dela e fitou para frente, enquanto n�o falando novamente at� que o motorista puxou ao meio-fio � linha a�rea deles/delas.
Juliet puxou o dela levar-em bolsa fora do tronco. Ela soube que a chance sempre estava l� que as bolsas pudessem ser lost-sent a San Jose que enquanto ela foi para
San Diego-so que ela sempre levou os essenciais absolutos dela com ela. Ela entregou o ingresso dela e o Carlo � assim o conferir-em poderia adquirir underway enquanto
ela pagou integralmente o motorista. A fez pensar no or�amento dela. Ela tinha conseguido justificar servi�o de limusine em L.A., mas seria t�xis e alugaria carros
daqui em. Fascina��o de adeus, ela pensou como ela embolsou o recibo dela. Oi realidade. "N�o, isto que eu levarei."
Ela virou ver o Carlo indicar a caixa de couro-salto dele de cerca de dois p�s em comprimento, oito polegadas em largura. "Voc� � melhor fora conferir algo que vultoso."
"Eu nunca confiro minhas ferramentas." Ele atirou uma bolsa de v�o em cima do ombro dele e apanhou a caixa por sua manivela. "O" vista, ela disse com um encolha
os ombros e moveu pelas portas autom�ticas com ele. Fadiga estava rastejando dentro, ela percebeu, e ela n�o tinha tido que preparar qualquer sobremesa complicada.
Se ele fosse humano, ele seria todo peda�o t�o cansado quanto ela. Ele poderia a aborrecer em uma d�zia de modos, mas ele n�o agarrou. Juliet mordeu um suspiro atr�s.
"N�s temos uma meia hora antes de eles come�assem a subir a bordo. Voc� gostaria de uma bebida? " Ele lhe deu um sorriso f�cil. "Uma tr�gua? " Ela devolveu isto
apesar dela. "N�o, uma bebida."
"Aprovadamente."
Eles acharam uma escurid�o, abarrotado vadie e resolveu o modo deles/delas para uma mesa. Ela assistiu o Carlo manobra a caixa dele, com alguma dificuldade, ao redor
de pessoas, em cima de cadeiras e no final das contas debaixo da mesa deles/delas. "O que est� em l�? "
"Ferramentas", ele disse novamente. "Facas, corretamente weighted, esp�tulas de a�o imaculadas do tamanho correto e equil�brio. Meu pr�prio �leo de arte culin�ria
e vinagre. Outros essenciais."
"Voc� vai puxar �leo e vinagre de costa a costa por t�rminos de aeroporto? " Com um tremor da cabe�a dela, ela olhou em uma gar�onete. "Vodca e "suco de toronja.
"Conhaque. Sim", ele disse, enquanto prestando a aten��o dele atr�s a Juliet depois que ele tivesse deslumbrado a gar�onete com um sorriso r�pido. "Porque n�o h�
nenhuma marca no mercado americano comparar com meu pr�prio." Ele apanhou um amendoim da tigela na mesa. N�o h� nenhuma marca em qualquer mercado comparar com meu
pr�prio."
"Voc� ainda poderia conferir isto", ela mostrou. "Afinal de contas, voc� confere suas camisas e gravatas."
"Eu n�o confio em minhas ferramentas �s m�os de "portadores de bagagem. Ele estourou o amendoim na boca dele. "Uma gravata � uma coisa simples para substituir, at�
mesmo uma coisa a ser enfadada com. Mas um movimento r�pido excelente � completamente diferente. Uma vez eu lhe ensino a cozinhar, voc� entender�."
"Voc� tem como muita chance que me ensina a cozinhar como voc� faz voando para San Diego sem o avi�o. Agora, voc� sabe que voc� estar� dando uma demonstra��o de
preparar linguini e molho de molusco em DA MANH� San Diego. O espet�culo areja �s oito, assim n�s teremos que estar no est�dio �s seis para adquirir coisas come�ado."
At� onde ele pudesse ver, a �nica arte culin�ria civilizada a ser feita �quela hora seria um caf� da manh� de champanha para dois. "Por que os americanos teimam
em subir a amanhecer para assistir televis�o? "
"Eu levarei uma vota��o e descobrirei, ela disse absently. "Enquanto isso, voc� compor� um prato que n�s poremos de lado, exatamente como fizemos hoje � noite n�s.
No ar voc� estar� passando por cada fase de prepara��o, mas claro que n�s n�o temos bastante tempo para terminar; isso � por que n�s precisamos do primeiro prato.
Agora, para as not�cias boas." Ela enviou um sorriso r�pido � gar�onete como as bebidas deles/delas foi servido. � havido um pouco de uma confus�o no est�dio, assim
n�s teremos que trazer os ingredientes n�s mesmos. Eu preciso que voc� me d� uma lista do que voc� precisar�. Uma vez 1 v� voc� resolveu no hotel, eu correrei fora
e os apanharei. L� � ligado para ser um "mercado de todos-noite.
Na cabe�a dele, ele entrou em cima dos ingredientes para o linguini dele decore biance de vongole. Retifique, o mercado americano teria algumas das necessidades,
mas ele se considerou afortunado que ele teve alguns do pr�prio dele no caso aos p�s dele. O molho de molusco era a especialidade dele, n�o ser levado ligeiramente.
"Est� fazendo compras para mantimentos a parte de meia-noite do trabalho de um publicista? "
Ela sorriu a ele. O Carlo pensou que n�o s� era ador�vel, mas talvez a primeira vez ela tinha sorrido a ele e tinha significado isto. "Na estrada, qualquer coisa
que precisa ser feito � o trabalho do publicista. Assim, se voc� traspassar� os ingredientes, eu lhes escreverei abaixo."
"N�o necess�rio." Ele rodou e tomou um gole do conhaque dele. "Eu irei com voc�."
"Voc� precisa de seu sono." Ela j� estava revistando para um l�pis. "At� mesmo com um cochilo r�pido no avi�o voc� s� vai adquirir aproximadamente cinco horas."
"Assim � voc�", ele mostrou. Quando ela come�ou a falar novamente, ele ergueu a sobrancelha dele daquele modo silencioso estranho que ele teve de interromper. "Talvez
eu n�o confio em um amador para escolher meus moluscos."
A Juliet o assistiu como bebeu ela. Ou talvez ele era um cavalheiro, ela meditou. Apesar da reputa��o dele com mulheres, e uma dose saud�vel de vaidade, ele era
um daquela ra�a rara de homens que conheceram ser considerado de mulheres sem os patrocinar. Ela decidiu o perdoar afinal de contas para Butch.
"Beba, Franconi". E ela o, talvez em amizade, brindou. "N�s temos um avi�o para pegar." "Sauda��o." Ele ergueu o copo dele a ela. Eles n�o discutiram novamente at�
que eles estavam no avi�o.
Murmurando s� um pequeno, a Juliet lhe ajudou a alojar a caixa caprichosa dele de ferramentas debaixo do assento. "� um v�o curto." Ela conferiu o rel�gio dela e
calculou a compra realmente iria al�m de meia-noite. Ela teria que ocupar algum do fermento do cervejeiro de degusta��o vil pela manh�. "Eu o verei quando n�s pousarmos."
Ele levou o pulso dela quando ela teria ido al�m dele. "Onde voc� vai? "
"Para meu assento."
"Voc� n�o senta aqui? " Ele apontou ao assento ao lado dele.
"N�o, eu estou em treinador." Impaciente, ela teve que trocar para deixar outro passageiro de oncoming por. "Por que? "
"Carlo, eu estou bloqueando o corredor."
"Por que voc� est� em treinador? "
Ela deixou sair um suspiro de um pai que instr�i uma crian�a teimosa. "Porque o publicador � mais que feliz a fonte para um ingresso de primeira classe para um autor
de bestselling e celebridade. H� um estilo diferente para publicistas. � chamado o treinador." Algu�m bateu uma pasta contra o quadril dela. Maldi��o se ela n�o
tivesse uma contus�o. "Agora se voc� me deixasse ir, eu poderia deixar de ser danificado e poderia ir sentar abaixo."
"Primeiro classe est� quase vazia", ele mostrou. "� uma quest�o simples para atualizar seu ingresso."
Ela conseguiu apartar o bra�o dela. "N�o resista o sistema, Franconi".
"Eu sempre resisto o sistema", ele lhe falou como ela caminhou abaixo o corredor ao assento dela. Sim, ele gostou do modo que ela moveu.
"Sr. Franconi." Um criado de v�o sorriu para ele. "Eu posso o adquirir uma bebida depois de partida? "
"O que � seu vinho branco? "
Quando ela lhe falou que ele resolveu no assento dele. Pedestre um pouco, ele pensou, mas se revoltando completamente n�o. "Voc� notou a mulher jovem com a que eu
estava falando. O cabelo mel-colorido e o queixo teimoso."
O sorriso dela permaneceu luminoso e �til entretanto ela pensou que era uma vergonha que ele teve a mente dele em outra mulher. "Claro que, Sr. Franconi."
"Ela ter� uma ta�a de vinho, com meus elogios".
A Juliet teria se considerado afortunado ter um assento de corredor se o homem ao lado dela j� n�o tivesse sido espregui�ado fora e roncando. Viagem era t�o fascinante,
ela pensou wryly como ela deslizou os dedos do p� dela fora dos sapatos dela. Ela n�o era afortunada para ter outro v�o para olhar adiante para o muito noite que
vem?
N�o reclame, Juliet, ela se advertiu. Quando voc� tiver sua pr�pria ag�ncia, voc� pode enviar outra pessoa nas excurs�es abaixo-e-sujas.
O homem ao lado dela roncou por partida. No outro lado do corredor uma mulher conteve um cigarro em uma m�o e um isqueiro o outro em antecipa��o do
Nenhum sinal de Fumagem que pisca fora. A Juliet tirou o bloco dela e come�ou a trabalhar.
"Senhorita? "
Abafando um bocejo, a Juliet olhou no criado de v�o. "Eu sinto muito, eu n�o ordenei uma bebida."
"Com os "elogios de Sr. Franconi.
A Juliet aceitou o vinho como ela observou para primeira classe. Ele era furtivo, ela se falou. Tentando adquirir debaixo das defesas dela sendo agrad�vel. Ela deixou
o caderno dela fechar como ela suspirou e sentou atr�s.
Estava trabalhando.
Ela terminou o vinho apenas antes aterrisse, mas tinha a relaxado. A relaxado bastante, ela percebeu, que tudo que ela quis fazer eram achado uma cama macia e um
quarto escuro. Em um hour-or dois, ela se prometeu e recolheu a bolsa de v�o dela e pasta.
Ela achou o Carlo estava esperando por ela em primeira classe com um criado de v�o muito jovem, muito atraente. Nenhum deles parecia o menos mordeu viagem cansado.
"Ah, Juliet, que a Deborah conhece de um mercado de vinte-quatro-hora maravilhoso onde n�s podemos achar tudo do que n�s precisamos."
A Juliet olhou para a morena coberto de salgueiros e administrou um sorriso. "Como conveniente."
Ele levou a m�o do criado de v�o e, inevitavelmente a Juliet pensou, beijou isto. "Arrivederci."
"N�o desperdice tempo, o fa�a? " Juliet comentou o momento eles deplaned.
"Todo momento vivido � um momento a ser desfrutado."
Isso que um pequeno sentimento pitoresco." Ela trocou a bolsa dela e apontou para reivindica��o de bagagem. "Voc� deve isto tatuou."
"Onde? "
Ela n�o aborreceu para olhar para o sorriso dele. "Onde seria muito atraente, naturalmente".
Eles tiveram que esperar mais muito tempo que ela gostou para a bagagem deles/delas, e at� l� os efeitos relaxantes do vinho tinham usado fora. Havia empresarial
para ser visto. Porque ele gostou da assistir em a��o, o Carlo a deixou cuidar disto.
Ela afian�ou um t�xi, inclinou o skycap e deu para o motorista o nome do hotel. Fugindo dentro ao lado de Carlo, ela pegou o sorriso dele. "Algo engra�ado? "
"Voc� � t�o eficiente, Juliet".
"Isso � um elogio ou um insulto? "
"Eu nunca insulto as mulheres." Ele disse isto t�o simplesmente, ela tinha absolutamente certeza era verdade. Juliet distinta, ele era completamente relaxado e n�o
particularmente sonolento. "Se esta fosse Roma, n�s ir�amos para uma pouca bebida de caf� escura vinho tinto pesado e escutar�amos m�sica americana."
Ela fechou a janela dela porque o ar estava �mido e frio. "A excurs�o que interfere com sua vida noturna? "
"T�o longe eu me acho desfrutando a companhia estimulante."
"Amanh� voc� vai se achar trabalhado para um frazzle."
O Carlo pensou no fundo dele e sorriu. �s nove, ele tinha passado as horas entre escola e ceia lavando pratos e enxugando cozinhas. �s quinze ele tinha esperado
mesas e gasto a aprendizagem de tempo livre dele de temperos e molhos. Em Paris ele tinha combinado estudo longo, duro com trabalho como um chefe de cozinha assistente.
At� mesmo agora, o restaurante dele e clientes o tiveram mantendo dias de doze-hora. N�o tudo do fundo dele estavam nos nitidamente digitaram bio a Juliet teve na
pasta dela.
"Eu n�o presto aten��o a trabalho, contanto que me interesse. Eu penso que voc� � o mesmo."
"Eu tenho que trabalhar", ela corrigiu. "Mas � mais f�cil quando voc� desfrutar isto."
"Voc� tem mais �xito quando voc� desfrutar isto. Mostra com voc�. Ambicione, Juliet, sem uma certa alegria, est� fria, e quando alcan�ou folhas um gosto plano."
"Mas eu sou ambicioso."
"Oh, sim." Ele virou olhar para ela, enquanto come�ando fora agita��es que ela tinha se pensado muito s�bio experimentar. "Mas voc� n�o tem frio.
Para um momento, pensou ela que ela seria melhor fora se ele estivesse errado. "Aqui � o hotel." Ela virou dele, aliviado para lidar com detalhes. "N�s precisamos
que voc� espere, '' ela instruiu o motorista. "N�s estaremos saindo novamente assim que n�s nos registremos. O hotel tem uma vis�o ador�vel da ba�a, me sou falado."
Ela entrou no sal�o de entrada com Carlo como o mensageiro de hotel lidado com a bagagem deles/delas. "� uma vergonha n�s n�o teremos tempo para desfrutar isto.
Franconi e Trent", ela falou para o balconista de escrivaninha.
O sal�o de entrada estava quieto e vazio. Oh, as pessoas afortunadas que estavam dormindo nas camas deles/delas, ela pensou e empurrou em uma praia de cabelo que
tinha vindo solto.
"N�s estaremos confirmando primeira coisa amanh�, e n�s n�o poderemos voltar, assim est� seguro voc� n�o deixa para tr�s nada em seu quarto."
"Mas claro que voc� conferir� de qualquer maneira."
Ela lhe enviou um olhar lateral como ela assinou a forma. "S� parte do servi�o." Ela embolsou a chave dela. "A bagagem pode ser levada direto. Discretamente, ela
deu para o mensageiro de hotel uma conta dobrada. "Sr. Franconi e eu temos uma incumb�ncia."
"Sim, ma'am. "
"Eu gosto isso sobre voc�." Para a surpresa de Juliet, Carlo uniu bra�os com ela como eles caminharam atr�s fora.
"O que? "
"Sua generosidade. Muitas pessoas teriam deslizado fora sem dar gorjeta ao mensageiro de hotel."
Ela encolheu os ombros. "Talvez � mais f�cil ser generoso quando n�o for seu dinheiro."
"Juliet." Ele abriu a porta ao t�xi de espera e a gesticulou dentro. "Voc� � bastante inteligente. N�o podido nenhum you-how it-stiff � ent�o o mensageiro de hotel
escreva a gorjeta abaixo em sua conta de despesa? "
"Cinco d�lares n�o valem que � desonesto."
"Nada valor que � desonesto." Ele deu para o motorista o nome do mercado e resolveu atr�s. "Instinto me fala se voc� tentasse contar um lie-a que verdadeira l�ngua
de lie-your resultaria.
"Sr. Franconi." Ela plantou a l�ngua em quest�o na bochecha dela. "Voc� esquece, eu estou em rela��es p�blicas. Se eu n�o mentisse, eu estaria fora de um trabalho."
"Uma verdadeira mentira", ele corrigiu.
"N�o � que uma contradi��o em condi��es? "
"Talvez voc� � muito jovem para para saber a variedade de verdades e mentiras. Ah, voc� v�? Isto � por que eu sou assim apaixonado por seu pa�s." O Carlo apoiou
a janela como eles chegaram o mercado de todos-noite grande, iluminado. "Em Am�rica, voc� quer biscoitos � meia-noite, voc� pode comprar biscoitos � meia-noite.
Tal viabilidade."
"Contente obrigar. Espere aqui", ela instruiu o motorista, ent�o escalado fora Carlo oposto. "Eu espero que voc� saiba o que voc� precisa. Eu odiaria entrar no est�dio
a amanhecer e achar eu tive que correr fora e comprar gr�os de pimenta inteiros ou algo."
"Franconi sabe linguini." Ele balan�ou um bra�o ao redor o ombro dela e chegou o perto dela como eles caminharam dentro. "Sua primeira li��o, meu amor".
Ele a conduziu primeiro para a se��o de frutos do mar onde ele cacarejou e murmurou e rejeitou e escolheu at� que ele teve o pr�prio n�mero de moluscos para dois
pratos. Ela tinha visto as mulheres darem como muito tempo e aten��o a escolher uma alian�a de noivado.
A Juliet o obrigou empurrando o carro como ele caminhou junto ao lado dela, enquanto olhando para tudo. E tocando. Latas, caixas, que bottles-she esperaram como
ele apanhou, examinou e correu o dedos do artista longo dele em cima dos r�tulos como ele leu todo ingrediente. Um pouco divertido, ela assistiu a piscadela de diamante
dele na luz fluorescente.
"Pasmando o que eles puseram neste "lixo de prepackaged, ele comentou como ele derrubou uma caixa atr�s na estante.
"Cuidadoso, Franconi, voc� est� falando sobre minha dieta principal."
"Voc� deveria estar doente."
Comida de Prepackaged" livrou a mulher americana da cozinha."
"E destruiu uma gera��o de papila gustativos." Ele escolheu os temperos dele cuidadosamente e sem pressa. Ele abriu tr�s marcas de or�gano e cheirou antes de ele
resolvesse aceso. "Eu lhe, Juliet, falo eu admiro sua conveni�ncia americana, sua viabilidade, mas eu prefeririam fazer compras em Roma onde eu posso caminhar ao
longo das baias e s� posso escolher legumes fora do ch�o, peixe fresco do mar. Tudo n�o est� em uma lata, como a m�sica".
Ele n�o perdeu um corredor, mas a Juliet esqueceu da fadiga dela em fascina��o. Ela nunca tinha visto qualquer um loja goste de Carlo Franconi. Estava como passear
por um museu com um estudante de arte. Ele ventou pela farinha, enquanto fazendo carranca a cada saco. Ela tinha medo por um momento, ele rasgaria um aberto e testaria
os conte�dos. "Isto uma marca boa �? "
Juliet figurou ela comprou uma vez para uma dois-libra bolsa de farinha aproximadamente por ano. "Bem, minha m�e sempre usou isto, mas-"
"Bom. Sempre confie em uma m�e."
"Ela � uma cozinheira terr�vel."
Carlo fixou a farinha firmemente na cesta. "Ela � uma m�e."
"Um sentimento estranho de um homem nenhuma m�e pode confiar."
"Para m�es, eu tenho o maior respeito. Eu tenho um eu. Agora, n�s precisamos de alho, cogumelos, pimentas. Fresco."
O Carlo caminhou ao longo das baias de legumes, enquanto tocando, enquanto apertando e cheirando. Cauteloso, a Juliet deu uma olhada para balconistas, grato eles
viriam � meia-noite em lugar de de meio-dia. "Carlo, realmente n�o � suposto que voc� controla tudo isso mesmo muito."
"Se eu n�o controlo, como eu sei o que � bom e o que h� pouco est� bonito? " Ele lhe enviou um sorriso r�pido em cima do ombro dele. "Eu lhe falei, comida estava
muito como uma mulher. Eles puseram cogumelos nesta caixa com envoltura em cima disto." Enojado, ele rasgou a envoltura fora antes de a Juliet pudesse o parar.
"Carlo! Voc� n�o pode abrir isto."
"Eu quero o que eu quero. Voc� pode ver, alguns s�o muito pequenos, muito insuficientes." Pacientemente, ele come�ou a escolher os cogumelos que n�o o vestiram.
"Ent�o n�s jogaremos fora o que voc� n�o quer quando n�s voltarmos para o hotel." Mantendo um olho para o gerente noturno do lado de fora, ela come�ou a repor os
cogumelos descartados na caixa. "Compre duas caixas se voc� precisar deles."
"� um desperd�cio. Voc� desperdi�aria seu dinheiro? "
O "dinheiro de "o publicador, ela disse depressa, como ela p�s a caixa quebrada na cesta. "Ele est� alegre de desperdi�ar isto. Emocionado."
Ele pausou para um momento, ent�o tremeu a cabeʏ